A. INFORMAÇÃO BÁSICA

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1 PORTUGAL (3) EDUSCRATCH A. INFORMAÇÃO BÁSICA Calendário País : : (data de início e fim) Título da iniciativa : Portugal EduScratch Coordenador(a)/ Organização : Miguel Figueiredo e Teresa Marques Escola Superior de Educação Centro de Competência TIC do Instituto Politécnico de Setúbal Competências essenciais abordadas : (na língua original e em inglês, se possível) Tipo de iniciativa e canais de implementação usados (designadamente, reforma curricular introduzida por lei, etc.) Ênfase principal: [PT] Competência digital [EN] Digital competence Ênfase secundária: [PT] Competência matemática e competências básicas em ciências e tecnologia [EN] Mathematical Competence and Basic Competence in Science and Technology Esta iniciativa visa promover o uso educativo da linguagem de programação Scratch, apoiando, ensinando e partilhando boas práticas entre os membros da comunidade educativa portuguesa. Contribui para a integração curricular das TIC, além de fornecer um contexto para a implementação das metas curriculares em TIC no 7º e 8º anos (idades anos). A iniciativa foi implementada pela Direção-Geral da Educação, em parceria com o Ministério da Educação e Ciência português e um dos seus Centros de Competência TIC. Parceiros : Direcção-Geral da Educação (DGE) Ministério da Educação e Ciência Escola Superior de Educação: Instituto Politécnico de Setúbal Portal Sapo (Portugal Telecom) Âmbito : (alunos/professores/escola; nível local/regional/nacional) Contexto de aprendizagem : (formal ou não formal) Professores e alunos Nacional Apoio das escolas a nível regional Principalmente formal (embora parte das atividades ocorra em contextos não formais dentro da escola)

2 Nível(is) de ensino : (ensino primário, ensino secundário inferior ou superior) Grupos-alvo : Calendário : (data de início e fim) Ligações relevantes : Do ensino pré-escolar ao ensino secundário inferior. Todas as áreas curriculares e todos os alunos (alunos com necessidades especiais, incluindo alunos sobredotados) Setembro de em curso Portal EduScratch: Sítio web do Centro de Competência TIC: Facebook EduScratch: Twitter-Eduscratch: Sítio web ERTE-DGE: Sítio web SAPO Scratch:

3 B. INFORMAÇÕES DETALHADAS Fundamentação/contexto/motivação para lançar a iniciativa/reforma : Muitos estudantes perdem as suas capacidades de imaginação e criatividade ao longo do seu percurso escolar de 12 anos. Em consequência, muitos não desenvolvem as competências de nível superior que lhes permitem tornar-se cidadãos críticos, criadores e construtores. Embora os jovens tenham uma relação próxima e fácil com a tecnologia da informação e da comunicação, continuam a fazer pouco uso das TIC em atividades de aprendizagem. Assim, decidimos promover o uso de ferramentas de aprendizagem, como o Scratch, para conceber ambientes de aprendizagem que estimulem e motivem os alunos e nos quais eles tenham um papel ativo. O Scratch é um ambiente de programação gráfico que permite que o utilizador trabalhe com vários tipos de meios. O seu uso é altamente intuitivo e permite que os utilizadores criem apresentações, animações e jogos interativos que também podem ser partilhados na Internet. O Scratch foi concebido no Instituto de Tecnologia de Massachusetts para dar resposta à lacuna entre os progressos tecnológicos globais e a fluência tecnológica dos cidadãos. Os seus criadores estão convictos de que pode contribuir para o desenvolvimento das competências do século XXI, dando aos jovens a oportunidade de se tornarem criadores e inventores e fomentando um uso eficaz e inovador das TIC na educação. Embora a pesquisa sugira que o Scratch possui este potencial, o progresso em termos de programação e um uso mais independente, consistente e continuado do Scratch pelos alunos parecem depender da forma e regularidade da mediação dos professores (daí a importância da formação de formadores), de uma imersão contínua no próprio ambiente de aprendizagem, do trabalho interpares e das limitações impostas pelo modus operandi da escola. Objetivos : Promover o uso do Scratch num ambiente escolar, contribuindo para a integração das TIC no ensino-aprendizagem. Promover e apoiar o uso do Scratch (e o conhecimento sobre esta ferramenta). Apoiar a implementação das metas curriculares em TIC nas escolas (7º e 8º anos). Contribuir para o desenvolvimento de competências definidas no currículo nacional (usando a linguagem de programação Scratch para criar atividades de aprendizagem). Dimensões visadas pela iniciativa/reforma (designadamente, currículo, avaliação dos alunos, formação dos professores em serviço, autonomia escolar, etc.) : Currículo: As metas curriculares em TIC incluem uma meta específica (P8) no Domínio da Produção. Diz esta respeito a ferramentas e atividades usadas para produzir conteúdos digitais. Desde agosto de 2012, a reforma curricular portuguesa requer a existência de uma disciplina de TIC (7º e 8º anos) que inclui uma meta (domínio P8 Produção), dedicada à exploração dos ambientes computacionais (o que poderá incluir o ambiente de programação Scratch). O trabalho desenvolvido no âmbito da iniciativa EduScratch também contribui para responder a estes requisitos curriculares. 3

4 Formação em serviço (INSET): No seu Segundo ano, o EduScratch investiu na formação de formadores acreditada para professores do ensino pré-escolar ao ensino secundário inferior. Os cursos de formação visam promover atividades do Scratch em matemática, com articulações com outras disciplinas na educação pré-escolar e primária. Autonomia Escolar: No contexto dos Contratos de Autonomia Escolar, os alunos podem beneficiar de atividades extracurriculares (designadamente através de atividades de clubes com o Scratch/TIC em geral). Abordagem geral (designadamente, holística - existência de uma estratégia abrangente ou de uma abordagem direcionada, centrada numa dimensão específica, etc.) : O trabalho desenvolvido até agora neste projeto foi integrado nas diversas atividades do Centro de Competência TIC, no âmbito da parceria suprarreferida. Faz isto parte de uma estratégia global de disseminação e apoio do uso das TIC nas escolas. Explicação detalhada da(s) competência(s) essencial(is) em questão : Competência Digital: Com o Scratch, os alunos aprendem a utilizar computadores e a comunicar através deles, assim como a construir artefactos digitais usando o raciocínio computacional. Esta ferramenta pode ser usada para promover a utilização de computadores para fins de pesquisa, armazenagem, produção, partilha, apresentação e avaliação de informações. Pode ainda ser usada para comunicar e participar em redes de cooperação através da Internet. Criando histórias, jogos e animações interativos com o Scratch, os jovens podem aprender conceitos e competências importantes, não apenas sobre computadores, mas também sobre qualquer outra área de conhecimento. Disciplinas específicas implicadas ou abordagem transcurricular : O Scratch promove uma abordagem transdisciplinar e pode ser usado em qualquer área curricular. Tem um enorme impacto, especialmente entre os estudantes com necessidades especiais. 4

5 De que modo a iniciativa/reforma está a ser implementada (designadamente, processo adotado, empenhamento político, consulta dos parceiros e respetivos papéis, incentivos aos parceiros, financiamento específico, materiais didáticos, definição de metas e modelos, mecanismos de avaliação, impacto sobre a formação de formadores/desenvolvimento profissional e práticas escolares/ liderança, intensificação da abordagem com base na pesquisa/factos, etc.) : Desenvolvimento de uma comunidade de práticas para educadores/professores respeitante ao uso educativo do Scratch: Formação de formadores; Produção de materiais didáticos; Apoio às escolas na implementação de atividades nas suas salas de aula; Disseminação (Portal, sítio web do Centro de Competência TIC e página do Facebook); Pesquisa de investigação relevante; Avaliação do impacto das atividades. Ainda não foi realizada pesquisa específica sobre esta iniciativa. No entanto, uma das principais promotoras desenvolveu um estudo no contexto da sua tese de mestrado: Marques, T. M. (2009). Recuperar o engenho a partir da necessidade, com recurso às tecnologias educativas: Contributo do ambiente gráfico de programação Scratch em contexto formal de aprendizagem. Tese apresentada à Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa para obtenção do Grau de Mestre em Ciências da Educação (Tecnologias Educativas). Disponível em Etapa/fase atual de implementação : Na sequência da criação da comunidade de práticas para educadores/professores, tem sido dada prioridade ao seu desenvolvimento continuado. A comunidade visa criar e partilhar recursos, assim como prestar formação de formadores formal e informal e apoio às escolas. O seu principal objetivo é aumentar o número de utilizadores, experiências e exemplos de boas práticas. Questões pedagógicas (questões relacionadas com a forma como as competências essenciais estão a ser ensinadas aos alunos e como os professores estão a ser preparados para ensiná-las) : Disseminação de boas práticas, partilha de recursos; Disseminação por meio de workshops; Prestação de formação de formadores com uma forte ênfase prática. A partilha de recursos e a formação e apoio a formadores procuram assegurar a capacitação progressiva dos professores envolvidos. O objetivo é transformar as práticas na sala de aula para que o aluno se torne o centro do seu próprio processo de aprendizagem, desenvolven- 5

6 do competências essenciais. Esta iniciativa pretende promover uma abordagem holística e integrada ao currículo, ao contrário de uma abordagem compartimentada que não reforça o desenvolvimento de competências essenciais. Os professores que trabalham com maior consistência e regularidade podem agora levar por diante este tipo de atividade, mas necessitam de apoio contínuo para melhorar as suas metodologias e avaliar o impacto das suas práticas e para partilhar conhecimentos e experiências com os seus pares a fim de alargar o âmbito do projeto EduScratch. Aspetos positivos (para identificar facilitadores) : Sessões de Formação de Formadores certificada (em que os professores têm de utilizar o Scratch na sala de aula e reportar as suas experiências); Apoio direto às escolas (professores e alunos) na sala de aula; Partilha interpares (da mesma escola), o que motiva outros professores a experimentar o uso do Scratch; Apoio dos alunos a outros alunos e professores (apresentação de experiências de sucesso). Desafios e de que modo estão a ser abordados (para identificar obstáculos e soluções) : Muitas escolas (especialmente, jardins de infância e escolas primárias) não dispõem de computadores suficientes para poderem realizar estas atividades de modo contínuo e sistemático com um número alargado de alunos. No caso específico de uma escola, cujos professores foram treinados no uso do Scratch e pretendiam desenvolver ativamente projetos com os seus alunos, esta questão foi resolvida, reciclando alguns computadores da iniciativa Magalhães 1 para 1. Esta iniciativa poderia ser alargada a outros ambientes/escolas. Os professores do 2º e 3º ciclos do ensino secundário, em particular, sentem dificuldades em gerir o currículo e em integrar este tipo de atividade na sala de aula. O uso de linguagens de programação, como o Scratch, começou a ser experimentado em agosto de 2012 nas aulas de TIC do 7º e do 8º anos. Outras áreas transcurriculares, como Educação Cívica, Estudo Acompanhado e Área de Projeto (disciplina transcurricular em que os alunos se envolvem em atividades e projetos transversais ao currículo), já não fazem parte do currículo do 5º ao 9º ano. Nestas circunstâncias e dado que as TIC são agora lecionadas no 7º e 8º anos como disciplina curricular, a estratégia é ensinar o Scratch, integrado nesta disciplina.os professores podem igualmente usar o Scratch em atividades curriculares no âmbito de outras disciplinas. Os professores não têm competências de gestão destas ferramentas na sala de aula. A formação informal (workshops de 1,5 a 3 horas) parece motivar menos utilizadores. Este problema está a ser resolvido através da oferta de workshops de desenvolvimento profissional destinados a professores de diferentes áreas curriculares. 6

7 Monitorização e avaliação realizadas/planeadas e que métodos estão a ser usados (designadamente, controlo de qualidade interna/externa, inspeção, avaliações nacionais, testes internacionais, autoavaliação, avaliações formativas ou sumativas) : Até agora, a monitorização e avaliação dos dados têm feito parte do processo de autoavaliação do Centro de Competência TIC (relatórios de atividades periódicos). Esta monitorização sustenta-se em dados recolhidos pelo Centro de Competência TIC durante os cursos de formação (formal, certificada ou informal) e pelas escolas que estão a desenvolver atividades com o Scratch. No futuro, esta avaliação será realizada de modo mais sistemático, apoiada por metodologias de investigação, que estão atualmente a ser definidas. Impacto (designadamente, eventual avaliação do impacto prevista) : O impacto da iniciativa é sobretudo avaliado de forma qualitativa relativamente à partilha de boas práticas. O número de escolas, professores e alunos envolvidos em cada atividade, em cada período escolar (setembro-dezembro, janeiro-abril e maio-agosto) é registado e comparado, mas não foram estabelecidas metas prévias. Os níveis de participação durante as atividades do último ano letivo foram os seguintes: 630 professores de 385 escolas, com um total de 2278 alunos. Comunicação da iniciativa/disseminação dos resultados e atividades : Portal EduScratch: Sítio web do Centro de Competência TIC: Facebook EduScratch: Twitter-Eduscratch: Sítio web ERTE-DGE: Sítio web SAPO Scratch: Próximos passos/seguimento : Assegurar um investimento continuado na formação de formadores, tendo em conta as metas curriculares em TIC para o 8º ano (Produção, P8 Explorar ambientes computacionais); Preparar a continuidade do projeto, assegurando o apoio da DGE com a definição de metas a médio e longo prazo; Aumentar o número de docentes envolvidos na implementação do projeto e envolver os restantes Centros de Competência TIC. 7

8 Informações adicionais : As referências seguidamente apresentadas são úteis para permitir uma compreensão do potencial do Scratch como ferramenta para o desenvolvimento de competências: Brennan, K., & Resnick, M. (2012). New Frameworks for Studying and Assessing the Development of Computational Thinking. Actas del congreso anual de 2012 de la American Educational Research Association, Vancouver, Canadá. Disponible en Information Technology Report: Readiness for the Networked World. Oxford: Oxford University Press. págs. 32 a 37. Disponible en Maloney, J. H., Peppler, K., Kafai, Y., Resnick, M., y Rusk, N. (2008a). Programming by choice: urban youth learning programming with Scratch. Bol. SIGCSE 40, 1.Feb Disponible en Maloney, J., Burd, L., Kafai, Y., Rusk, N., Silverman, B., y Resnick, M. (2004). Scratch: A Sneak Preview. Second International Conference on Creating, Connecting, and Collaborating through Computing, Kyoto, Japan. Disponible en Maloney, J., Peppler, K., Kafai, Y. B., Resnick, M. y Rusk, N. (2008b). Digital Media Designs with Scratch: What Urban Youth Can Learn about Programming in a Computer Clubhouse. Actas publicadas en la Conferencia internacional de ciencias del aprendizaje (ICLS), junio, Universidad de Utrecht, Utrecht (Países Bajos). Marques, T. M. (2009).Recuperar o engenho a partir da necessidade, com recurso às tecnologias educativas: Contributo do ambiente gráfico de programação Scratch em contexto formal de aprendizagem. Tesis presentada en la Facultad de psicología y ciencias de la educación de la Universidad de Lisboa para la obtención del título de Máster en ciencias de la educación (Tecnologías educativas). Disponible en Monroy-Hernández, A. (2007). ScratchR: sharing user-generated programmable media. Interaction Design for Children Conference, Aalborg, Denmark. Disponible en Monroy-Hernández, A. y Resnick, M. (2008). Empowering kids to create and share programmable media. Interactions, Marzo - abril de págs. 50 a 53. Disponible en Papert, S. (2005). Teaching Children Thinking. Contemporary Issues in Technology and Teacher Education, 5 (3) (págs. 353 a 365). Disponible en Partnership for the 21st Century Skills (2003). Learning for the 21st Century. Disponible en Peppler, K., Kafai, Y. (2007b). From SuperGoo to Scratch: Exploring Media Creative Production in an Informal Learning Environment. Journal on Learning, Media, and Technology, 32 (2) (págs. 149 a 166). Disponible en doi= &rep=rep1&type=pdf 8

9 Resnick, M. (2003). Playful Learning and Creative Societies. Education Update online. Febrero de Disponible en Resnick, M. (2007a). Sowing the Seeds for a more creative society. Learning and Leading with Technology, International Society for Technology in Education (ISTE), diciembre/enero de (págs. 18 a 22). Disponible en Resnick, M. (2012). Reviving Papert s Dream. Educational Technology, vol. 52, nº. 4, págs. 42 a 46. Disponible en Rusk, N., Resnick, M. (s/d). Scratch and 21st Century Skills. Disponible en The KEYCONET project has been funded with support from the Lifelong Learning Programme of the European Commission. Responsibility for this publication lies solely with the author, and the Commission is not responsible for any use which may be made of the information contained therein.

10 C. RESUMO A iniciativa EduScratch foi implementada pela Direção-Geral da Educação, em parceria com o Ministério da Educação e Ciência português e um dos seus Centros de Competência TIC. A iniciativa visa contribuir para a criação e desenvolvimento de uma comunidade de práticas para professores em torno do uso educativo do Scratch, uma ferramenta de programação intuitiva. Esta ferramenta permite o desenvolvimento do raciocínio computacional e revelou conter grandes potencialidades para desenvolver nos alunos diferentes tipos de competências (digitais e ainda específicas de disciplinas). O trabalho nesta iniciativa coincide com as reformas curriculares no sistema educativo português, introduzidas em agosto de O novo currículo exige a existência de uma disciplina de TIC no 7º e 8º anos que inclui uma meta dedicada à exploração de ambientes computacionais. O trabalho desenvolvido no âmbito da iniciativa EduScratch também contribui para responder a estes novos requisitos curriculares. 10

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