Lançamento do Relatório do Progresso em África. Cereais, Peixe, Dinheiro: Financiar as revoluções verde e azul de África,

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1 Lançamento do Relatório do Progresso em África Cereais, Peixe, Dinheiro: Financiar as revoluções verde e azul de África, Londres, 8 de maio de 2014 Discurso de abertura de Kofi Annan Bom-dia, minhas senhoras e meus senhores. Fico muito satisfeito por ver-vos a todos aqui no lançamento do Relatório do Progresso em África deste ano. Tenho a certeza de que todos nós assistimos ao recente e notável crescimento económico de África com fascínio. Os rendimentos médios aumentaram um terço, as exportações estão em franca expansão e o investimento estrangeiro está a crescer. Estes progressos são de louvar. No entanto, significativos aumentos na desigualdade e na pobreza constituem motivos de grande preocupação. Afinal, África é um continente de enorme riqueza. Possui uma abundante riqueza de recursos naturais e humanos. Apesar desta riqueza, a quota de África em termos de pobreza, subnutrição e mortalidade infantil a nível global está a crescer muito rapidamente. 1 P á g i n a

2 Isto não tem de ser assim. Tal como referimos no Relatório do Progresso em África deste ano, Cereais, Peixe, Dinheiro: Financiar as revoluções verde e azul de África, os líderes políticos africanos têm uma extraordinária oportunidade para orientar as suas nações ao longo de caminhos de crescimento melhores e mais justos. Para reduzir mais rapidamente a pobreza, bem como a desigualdade, os governos africanos devem impulsionar os setores da agricultura e das pescas. É precisamente nestes setores em que trabalha a grande maioria dos africanos, predominantemente como pequenos produtores. Estes setores apresentam ainda um subdesempenho lastimável. Uma baixa produtividade, um subinvestimento crónico e um protecionismo regional obrigam África a importar um enorme volume dos seus alimentos, que ascendeu ao valor de 35 mil milhões de dólares em Trata-se de dinheiro que os nossos agricultores poderiam estar a ganhar. Quando os líderes africanos decidirem investir tempo, esforço e dinheiro, passarão a testemunhar um rápido crescimento nos seus setores agrícolas. Com o lançamento do Relatório do Progresso em África deste ano, apelamos aos governos africanos para que implementem uma revolução verde exclusivamente africana. 2 P á g i n a

3 A comunidade global deve também desempenhar o seu papel. Com certeza que deve combater a fraude e evasão fiscais, que impõem um pesado fardo a todos nós, mas especialmente a África, tal como demonstrámos no Relatório do Progresso em África do ano passado. A comunidade global deve também abordar a questão da propriedade anónima das empresas, que continua a facilitar a corrupção. Este ano, colocamos a tónica na pilhagem dos recursos florestais e oceânicos de África, que também impõe um pesado fardo. A exploração florestal ilícita custa a África 17 mil milhões de dólares por ano. E, nas águas costeiras africanas, a pesca ilegal, não declarada e não regulamentada alcançou proporções epidémicas. Esta pilhagem destrói comunidades costeiras inteiras quando estas perdem oportunidades no âmbito da captura, transformação e comercialização de peixe. Os arrastões comerciais que operam sob pavilhões de conveniência e descarregam em portos que não registam as suas capturas praticam uma atividade de furto organizado disfarçada de comércio. É por este motivo que o nosso relatório apela a um regime multilateral para as pescas que aplique sanções aos navios de pesca que não declarem as suas capturas. 3 P á g i n a

4 Se não fizermos nada para travar a pilhagem, todos sofreremos as consequências. Talvez não hoje. Mas amanhã. E depois de amanhã. Para além de perderem dinheiro através da pilhagem de recursos naturais e de uma má gestão financeira, os africanos são defraudados nas transferências de fundos provenientes do estrangeiro. O continente perde 1,85 mil milhões de dólares por ano, calcula-se, porque os operadores de transferência de fundos impõem taxas excessivas sobre as remessas. Este tipo de problema deveria ser investigado pelas entidades reguladoras financeiras (como a Financial Conduct Authority do Reino Unido, ou seja, a Autoridade Reguladora de Práticas Financeiras) a fim de proteger os cidadãos africanos contra as práticas empresariais restritivas. África está agora numa encruzilhada. Todos os dias, em todo o continente, os africanos dão provas repetidas da sua resiliência e criatividade. Dos artistas aos músicos até aos decisores políticos, passando por pessoas com preocupações humanitárias e ativistas, contamos com milhões de pessoas com uma tremenda coragem física e moral. O nosso continente não tem carências a nível de talento humano. Se os cidadãos de África puderem utilizar livremente os seus talentos e criatividade, então África poderá vir verdadeiramente a ser próspera, estável e justa. 4 P á g i n a

5 Se o sistema internacional implementar medidas rigorosas para travar a pilhagem que priva os nossos povos, poderemos gerar empregos e rendimentos nos anos vindouros. Se os líderes de África agirem agora para reduzir a pobreza e a desigualdade, investir na sua agricultura e pescas e proteger os seus povos contra a atividade empresarial criminosa, poderão deixar um legado de justiça, prosperidade e paz. [FIM] 5 P á g i n a

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