Comunicação entre Agentes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Comunicação entre Agentes"

Transcrição

1 Comunicação entre Agentes Bibliografia: Jacques Ferber, Multi-Agent Systems: An Introduction to Distributed Artificial Intelligence, Addison-Wesley, Weiss, G. - Multiagent Systems: A Modern Approach to Distributed Artificial Intelligence, The MIT Press, (Capítulo 2, Multiagent Systems and Societies of Agents ). Bradshaw, J. M. - Software Agents, AAAI Press, (Capítulo 14, KQML as an Agent Communication Language ). 1

2 Comunicação entre Agentes Também: W. Brenner, R. Zarnekow and H. Wittig, Intelligent Software Agents: Foundations and Applications, Springer-Verlag, 1988 Jennings, N. R. - Cooperation in industrial multi-agents systems, World Scientific, Russel. S. e Norvig, P. - Artificial Intelligence: a Modern Approach, Prentice Hall,

3 1. Introdução à IA Distribuída 3

4 Cenário 1 O sistema central de controlo de tráfego aéreo em Megalopolis entrou hoje em colapso em resultado das condições meteorológicas que se têm vindo a verificar nos últimos dias. Felizmente, os sistemas similares dos aeroportos vizinhos depois de entrarem em negociações conseguiram assumir o controlo dos vôos de e para Megalopolis, evitando potenciais acidentes aéreos na região. 4

5 Cenário 2 Após ter feito logging no computador, o Assistente Pessoal Inteligente (API) apresenta ao utilizador uma lista de novos artigos disponíveis na INTERNET. O API chama a atenção em particular para um artigo descrevendo um trabalho novo sobre um assunto relacionado com aquele sobre o qual o utilizador vem investigando. Depois de ter estado em contacto com outros APIs, este obteve um relatório técnico por FTP descrevendo esse novo trabalho em antecipação do seu interesse para o utilizador. 5

6 Cenário 3 Está a editar um ficheiro quando é interrompido pelo seu API pedindo atenção para uma mensagem de que chegou notificando-o sobre a aceitação de um artigo que enviou para uma importante conferência e que o API correctamente previu que queria ler logo que possível. Como o artigo foi aceite, o API tomou entretanto a iniciativa, sem o questionar, de tratar dos preparativos para a deslocação à conferência. Consultou um conjunto de bases de dados, bem como outras fontes de informação em rede. Passado um curto espaço de tempo é-lhe apresentado um sumário das opções de viagem com uma melhor relação qualidade preço. 6

7 Algumas Características dos Agentes Autonomia O agente actua sem intervenção directa do ser humano ou de outras entidades e tem um determinado grau de controlo sobre as suas acções e estados internos. Capacidade Social O agente interactua com outros agentes (e possivelmente com humanos) através de uma linguagem de comunicação entre agentes. 7

8 Algumas Características dos Agentes (cont cont.) Reactividade O agente percepciona o mundo em que actua (ex.: mundo físico; conjunto de outros agentes; a INTERNET ) e responde em tempo útil a modificações nesse mundo. Pro-actividade O agente não reage simplesmente em resposta ao seu mundo, mas exibe também capacidade de actuar em função de objectivos, tomando a iniciativa. 8

9 Cenário 1 O sistema central de controlo de tráfego aéreo em Megalopolis entrou hoje em colapso em resultado das condições meteorológicas que se têm vindo a verificar nos últimos dias. Felizmente, os sistemas similares dos aeroportos vizinhos depois de entrarem em negociações conseguiram assumir o controlo dos vôos de e para Megalopolis, evitando potenciais acidentes aéreos na região. Agente Reactivo reconhece o perigo Agente Social colabora com outros agentes Agente Pro-activo no sentido de resolver o problema Agente Autónomo sem a intervenção de seres humanos 9

10 Cenário 2 Após ter feito logging no computador, o Assistente Pessoal Inteligente (API) apresenta ao utilizador uma lista de novos artigos disponíveis na INTERNET. O API chama a atenção em particular para um artigo descrevendo um trabalho novo Reactivo sobre um assunto relacionado com aquele sobre o qual o utilizador vem investigando. O agente reconhece a importância de um artigo Depois de ter estado em contacto com outros APIs, Autónomo este obteve um relatório técnico por FTP descrevendo esse novo trabalho sem questionar o utilizador em antecipação do seu interesse para o utilizador. Pro-activo toma a decisão de procurar obter um relatóriosobre o trabalho descrito no artigo Social a partir de outros agentes 10

11 Cenário 3 Agente Reactivo colabora com outros agentes Está a editar um ficheiro quando é interrompido pelo seu API pedindo atenção Agente Pro-activo para uma mensagem de que chegou notificando-o sobre a aceitação no sentido de resolver o de um artigo que enviou para uma importante conferência problema e que o API correctamente previu que queria ler logo que possível. Agente Autónomo Como o artigo foi aceite, o API tomou entretanto a iniciativa, sem sem a o intervenção questionar, de seres de tratar dos preparativos para a deslocação à conferência. humanos Consultou um conjunto de bases de dados, bem como outras fontes de informação em rede. Passado um curto espaço de tempo é-lhe apresentado um sumário das opções de viagem com uma melhor relação qualidade preço. O agente reconhece situação importante Agente Social 11

12 Porquê pretender distribuir a inteligência? Os problemas estão fisicamente distribuidos. Ex.: redes de telecomunicações; redes de energia, redes de controlo de tráfego. Os problemas são funcionalmente distribuidos e heterogéneos Ex.: a concepção de um automóvel envolve competências distribuidas por vários especialistas - motorização; estrutura do chassis; comportamento dinâmico; etc As redes impõem uma visão distribuída. Ex.: INTERNET; mobilidade informática; sistemas abertos 13

13 Porquê pretender distribuir a inteligência? A complexidade dos problemas impõe visão local Ex.: regulação do tráfego aéreo Os sistemas devem poder adaptar-se às alterações estruturais e ambientais Ex.: alterações no sistema de operação; rede; organização de informação A concepção de programas caminha no sentido da construção de unidades de sw autónomas e interactuantes Ex: programação orientada por objectos -> orientada por agentes 14

14 Categorias de Agentes Inteligentes Agentes Inteligentes Agentes humanos (ex.: agente de seguros) Agentes de Hardware (ex.: robots) Agentes de Software Agentes de Informação Agentes de Cooperação Agentes de Transacção 15

15 Características dos Agentes Inteligentes 16

16 Uma Classificação Núm. de Agentes de Agentes Sistema multiagente Agente isolado estacionário Grau de Inteligência simples complexo móvel Mobilidade 17

17 Agente de Informação Núm. de Agentes Sistema multiagente Agente isolado estacionário Grau de Inteligência simples complexo móvel Mobilidade 18

18 Agente de Cooperação Núm. de Agentes Sistema multiagente Agente isolado estacionário Grau de Inteligência simples complexo móvel Mobilidade 19

19 Agente de Transacção Núm. de Agentes Sistema multiagente Agente isolado estacionário Grau de Inteligência simples complexo móvel Mobilidade 20

20 Sub-Áreas da IAD IA Distribuída IA Paralela Resolução de Problemas Distribuída Sistemas Multi-Agente 22

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS)

2. Sistemas Multi-Agentes (Multi-Agent System - MAS) AORML uma linguagem para modelagem de uma aplicação Multiagentes: Uma Aplicação no Sistema Expertcop. Hebert de Aquino Nery, Daniel Gonçalves de Oliveira e Vasco Furtado. Universidade de Fortaleza UNIFOR

Leia mais

Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes

Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes Modelagem de ferramentas focadas em ontologias para a EaD baseadas em teorias sociais e agentes inteligentes Ylana Kipuna dos Santos Figueiredo Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Agentes Inteligentes Agenda O que é um Agente Como Definir Agentes Arquitectura dos Agentes 1 O que é um agente Em geral um agente é qualquer entidade que: Percebe seu ambiente

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS E PARALELOS 2014/2015 1º SEMESTRE

SISTEMAS DISTRIBUIDOS E PARALELOS 2014/2015 1º SEMESTRE SISTEMAS DISTRIBUIDOS E PARALELOS 2014/2015 1º SEMESTRE Objectivos da Disciplina Desenvolver competências técnicas e científicas na área dos sistemas distribuídos e paralelos. Compreender o conceito de

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Como Melhorar a Tomada de Decisão e a Gestão do Conhecimento Capítulo

Leia mais

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet

Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Tecnologias da Informação e Comunicação UNIDADE 3 Tecnologias da Informação e Comunicação: Internet Aula nº 2º Período Escola EB 2,3 de Taíde Ano lectivo 2009/2010 SUMÁRIO Serviços básicos da internet

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING

Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING Departamento de Engenharia Informática DISTRIBUTED PROBLEM SOLVING 1000833 Henrique de Meireles Morais Maio de 2008 Disciplina: Sistemas Baseados em Agentes Professor: António Pinto de Sousa e Silva Mestrado

Leia mais

Sistemas Multi-Agentes Inteligentes & Personalização da Informação

Sistemas Multi-Agentes Inteligentes & Personalização da Informação Sistemas Multi-Agentes Inteligentes & Personalização da Informação Prof. Dr. Marcio Lobo Netto Engenharia de Sistemas Eletrônicos Escola Politécnica da USP lobonett@lsi.usp.br http://www.lsi.usp.br/~lobonett

Leia mais

Instituto Politécnico de Tomar. Manual da Área de Secretariados

Instituto Politécnico de Tomar. Manual da Área de Secretariados Instituto Politécnico de Tomar Manual da Área de Secretariados Última actualização: 13 de Outubro de 2004 Índice Como aceder a Área de Secretariados...2 O que posso efectuar na Área de Secretariado (Acções)...4

Leia mais

Frederico Miguel Santos

Frederico Miguel Santos Frederico Miguel Santos DEE ISEC DETI/IEETA - UA Sumário 1. RoboCup 1. descrição / objectivos 2. MSL - futebol,,porquê? 2. CAMBADA 1. descrição / objectivos 2. evolução 3. hardware 4. software: coordenação

Leia mais

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial Aluno: André Faria Ruaro Professores: Jomi F. Hubner e Ricardo J. Rabelo 29/11/2013 1. Introdução e Motivação 2.

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil

Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil Integração da Informação e do Conhecimento no Contexto da Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos no Brasil Ivan Guilherme 1, Jonas Queiroz 1, Caio Marques 2 1 Universidade Estadual Paulista, IGCE, DEMAC, Caixa

Leia mais

Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO

Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO Planificação Anual da disciplina de TIC 9ºANO Conteúdos/Temas Competências Avaliação 1.1. Conceitos Introdutórios - Conhecer os conceitos básicos: Informação Informática Tecnologias da Informação e - Conhecer

Leia mais

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 23. Sistemas Operacionais Distribuídos

Universidade Federal de Minas Gerais. Sistemas Operacionais. Aula 23. Sistemas Operacionais Distribuídos Aula 23 Distribuídos SOs de Rede Em sistemas operacionais de rede você sabe quando é local e quando é remoto. Assim, o trabalho não muda, com exceção de comandos para acesso remoto: - telnet - ftp - etc.

Leia mais

5- ROBÓTICA INDUSTRIAL Células Robóticas; Projecto e controlo; Aplicações dos Robôts Industriais; Integração com Máquinas CNC.

5- ROBÓTICA INDUSTRIAL Células Robóticas; Projecto e controlo; Aplicações dos Robôts Industriais; Integração com Máquinas CNC. Grupo de disciplinas: Engenharia da Programação Anual Obrigatória Semestral X Opcional X Regime Diurno Nocturno Horas/semana T Teórica 2 Ano 5º T/P Teórico/Prática Semestre 2º P- Prática 2 Objectivos da

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Os projectos de Sistemas Cooperativos Comunicação infra-estrutura veículo APCAP - CP3

Os projectos de Sistemas Cooperativos Comunicação infra-estrutura veículo APCAP - CP3 Os projectos de Sistemas Cooperativos Comunicação infra-estrutura veículo APCAP - CP3 APCAP Day, 22 de Outubro 2009 Índice Definição; Objectivos; Benefícios; Projectos em desenvolvimento (3); Definição:

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Tolerância a Falhas Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org January 14, 2015 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 14 de Dezembro de 2013

Leia mais

Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial. Exemplos. Agentes Inteligentes. Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com

Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial. Exemplos. Agentes Inteligentes. Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com Agentes Inteligentes Inteligência Artificial Um agente é algo capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de agir sobre esse ambiente por meio de atuadores. Agente Prof. Ms. Luiz Alberto Contato:

Leia mais

Manual CallCenter para a IPBrick

Manual CallCenter para a IPBrick Manual CallCenter para a IPBrick iportalmais 1 de Outubro de 2010 1 1 Introdução As empresas usam call centers como forma de interagir e de construir relações com os seus clientes. Consciente da importância

Leia mais

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET

WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET MANUAL DO UTILIZADOR WEBSITE DEFIR PRO WWW.DEFIR.NET 1. 2. PÁGINA INICIAL... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 2.1. 2.2. APRESENTAÇÃO E ESPECIFICAÇÕES... 3 TUTORIAIS... 4 3. DOWNLOADS... 5 3.1. 3.2. ENCOMENDAS (NOVOS

Leia mais

Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente

Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente Sistema de Recomendação Baseado na Arquitetura Multiagente Paulo Burin 1 Orientadora: Fabiana Lorenzi 2 Resumo. Este artigo propõe a construção de uma ferramenta de software baseada na arquitetura multiagente

Leia mais

Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada.

Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada. Uma Arquitetura de Controle Distribuída para um Sistema de Visão Computacional Propositada. Reinaldo A. C. Bianchi 1 Anna H. R. C. Rillo 2 1 Divisão de Automação e Inteligência Artificial - Laboratório

Leia mais

Inteligência Artificial. Agentes Inteligentes

Inteligência Artificial. Agentes Inteligentes Inteligência Artificial Agentes Inteligentes Agentes Um agente é algo capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de agir sobre esse ambiente por meio de atuadores. em busca de um objetivo Exemplos

Leia mais

Coordinators. Agenda. Definição. Definição Exemplos Artefatos Funcionalidades. Modelo de Coordenação

Coordinators. Agenda. Definição. Definição Exemplos Artefatos Funcionalidades. Modelo de Coordenação Agenda Coordinators Cleidson R. B. Souza cdesouza@ufpa.br Dep. Informática Universidade Federal do Pará Definição Exemplos Artefatos Funcionalidades Execução Modelagem Definição Em alguns casos a cooperação

Leia mais

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1

Versão 1.0. [08.02.2012] 2012, Portugal - Efacec Sistemas de Gestão S.A. Todos os direitos reservados. 1 Copyright 2012 Efacec Todos os direitos reservados. Não é permitida qualquer cópia, reprodução, transmissão ou utilização deste documento sem a prévia autorização escrita da Efacec Sistemas de Gestão S.A.

Leia mais

Centralizado Distribuído

Centralizado Distribuído Universidade Federal de Alagoas Curso de Ciência da Computação O Ambiente Jade: uma introdução ao framework de desenvolvimento para sistemas multiagentes Inteligência Artificial Prof. Rômulo Nunes Motivação

Leia mais

Introdução ao projecto Gaia Global

Introdução ao projecto Gaia Global Introdução ao projecto Gaia Global Autarquia de Vila Nova de Gaia Luís BorgesGouveia A sociedade da informação A Sociedade da Informação é uma sociedade que predominantemente utiliza o recurso às tecnologias

Leia mais

Agentes - Definição. Inteligência Artificial. Agentes Inteligentes

Agentes - Definição. Inteligência Artificial. Agentes Inteligentes Inteligência Artificial s Inteligentes s - Definição : entidade capaz de perceber e agir em um ambiente, comunicar-se com outros agentes, motivada por um conjunto de inclinações, que pode dispor de representação

Leia mais

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira

Sistemas Cooperativos. Professor Alan Alves Oliveira Sistemas Cooperativos Professor Alan Alves Oliveira 1. Sistemas de Informação e Sistemas Cooperativos 2 Sistemas de Informação 3 Sistemas de Informação Sistemas ampamente utilizados em organizações para

Leia mais

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final

Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Jogo de Tabuleiro - Mancala Relatório Final Inteligência Artificial 3º ano do Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Elementos do Grupo: Bruno Lima 080509068 bruno.lima@fe.up.pt Pedro

Leia mais

Camadas de Software - o Middleware. Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas. Aplicações. Middleware.

Camadas de Software - o Middleware. Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas. Aplicações. Middleware. Camadas de Software - o Middleware Sistemas Distribuídos Capítulo 2: Modelos e Arquitecturas Modelos de Arquitecturas para sistemas distribuidos Interfaces e Objectos Requerimentos para Arquitecturas Distribuídas

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF GESTÃO Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) Informação e Decisões Gerir envolve tomar muitas e frequentes decisões Para decidir com eficácia

Leia mais

A experiência do TECPAR

A experiência do TECPAR Inteligência Artificial em aplicações industriais A experiência do TECPAR Dr. Eng. Milton Pires Ramos Centro de Engenharia de Sistemas Inteligentes Empresa pública vinculada à Secretaria de Estado da Ciência,

Leia mais

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem

Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Aprend.e Sistema integrado de formação e aprendizagem Pedro Beça 1, Miguel Oliveira 1 e A. Manuel de Oliveira Duarte 2 1 Escola Aveiro Norte, Universidade de Aveiro 2 Escola Aveiro Norte, Departamento

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Engenharia Departamento de Informática 1 Este é o seu teste de avaliação de frequência. Leia as perguntas com atenção antes de responder. Escreva as suas respostas nesta folha de teste, marcando um círculo em volta da opção ou opções que considere

Leia mais

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA. Plano de Actividades. Ano Económico 2010

S. R. REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA. Plano de Actividades. Ano Económico 2010 Plano de Actividades Ano Económico 2010 I - Nota Introdutória Ao Conselho de Administração da Assembleia Legislativa, incumbe, entre outras atribuições, exercer a gestão orçamental e financeira da Assembleia,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ENGENHARIA DE SOFTWARE Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular ENGENHARIA DE SOFTWARE Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular ENGENHARIA DE SOFTWARE Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura

Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura Custo Total de Exploração para Centro de Dados e Infraestrutura White Paper #6 Revisão 2 Resumo Nesta comunicação é descrito um método melhorado para medir o Custo Total de Exploração (TCO) da infraestrutura

Leia mais

3 Trabalhos Relacionados

3 Trabalhos Relacionados 35 3 Trabalhos Relacionados Alguns trabalhos se relacionam com o aqui proposto sob duas visões, uma sobre a visão de implementação e arquitetura, com a utilização de informações de contexto em SMA, outra

Leia mais

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano

Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Integração de Sistemas Embebidos MECom :: 5º ano Device Drivers em Linux - Introdução António Joaquim Esteves www.di.uminho.pt/~aje Bibliografia: capítulo 1, LDD 3ed, O Reilly DEP. DE INFORMÁTICA ESCOLA

Leia mais

Guia rápido do utilizador

Guia rápido do utilizador Guia rápido do utilizador Índice Relatório de roubo 3 Criar um novo relatório de roubo 4 Fornecer detalhes do relatório de roubo Secção 1. Especificar o computador 5 Fornecer detalhes do relatório de roubo

Leia mais

Orientação à Objetos. Aécio Costa

Orientação à Objetos. Aécio Costa Aécio Costa O paradigma da orientação à objetos Paradigma? Um paradigma é uma forma de abordar um problema. No contexto da modelagem de um sistema de software, um paradigma tem a ver com a forma pela qual

Leia mais

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC);

9º Ano. 1º Período. . Conhecer os conceitos básicos relacionados com a Tecnologias Da Informação e Comunicação (TIC); 1º Período UNIDADE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 1. Conceitos Básicos 2. Áreas de Aplicação das TIC 3. Introdução á estrutura e funcionamento de um sistema Informático 4. Decisões fundamentais

Leia mais

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet 1 de 5 22/7/2008 17:14 Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet Adriana Soares Pereira Cláudio Fernando Resin Geyer adriana@inf.ufrgs.br Resumo Este trabalho apresenta uma proposta de desenvolvimento

Leia mais

Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira

Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre César M de Oliveira Unified Modeling Language (UML) Universidade Federal do Maranhão UFMA Pós Graduação de Engenharia de Eletricidade Grupo de Computação Assunto: Introdução Autoria:Aristófanes Corrêa Silva Adaptação: Alexandre

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

Redes de Comunicação Modelo OSI

Redes de Comunicação Modelo OSI Redes de Comunicação Modelo OSI Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Departamento de Engenharia, Electrónica, Telecomunicações e Computadores Redes de Computadores Processos que comunicam em ambiente

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Licenciatura em Computação Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Agentes Inteligentes Um agente é algo capaz de perceber seu ambiente por

Leia mais

Uso do ambiente SIMULA para Simulação do Domínio de Resgate RoboCup

Uso do ambiente SIMULA para Simulação do Domínio de Resgate RoboCup Uso do ambiente SIMULA para Simulação do Domínio de Resgate RoboCup Reinaldo Bianchi e Anna Helena Reali-Costa Laboratório de Técnicas Inteligentes Departamento de Engenharia da Computação Universidade

Leia mais

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática

GereComSaber. Desenvolvimento de Sistemas de Software. Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Universidade do Minho Conselho de Cursos de Engenharia Licenciatura em Engenharia Informática Desenvolvimento de Sistemas de Software Ano Lectivo de 2009/10 GereComSaber Ana Duarte, André Guedes, Eduardo

Leia mais

Regulamento do Concurso

Regulamento do Concurso Regulamento do Concurso do 12º Prémio de Programação Universidade Portucalense 15 20 de maio de 2015 Departamento de Economia, Gestão e Informática Formato do Concurso O concurso é composto por um conjunto

Leia mais

F I C H A D A D I S C I P L I N A

F I C H A D A D I S C I P L I N A Pós-Graduações MBA Master em Gestão F I C H A D A D I S C I P L I N A I D E N T I F I C A Ç Ã O D A D I S C I P L I N A Curso: Disciplina: Docente: e-mail: MBA - Master em Gestão Sistemas de Informação

Leia mais

PHC Workflow CS. O controlo e a automatização de processos internos

PHC Workflow CS. O controlo e a automatização de processos internos PHC Workflow CS O controlo e a automatização de processos internos A solução que permite que um conjunto de acções a executar siga uma ordem pré-definida, de acordo com as normas da empresa, aumentando

Leia mais

Termos de Uso. Acesso ao site

Termos de Uso. Acesso ao site Termos de Uso Estes termos de serviço regulam o uso deste site. Ao acessá-lo você concorda com estes termos. Por favor, consulte regularmente os nossos termos de serviço. Acesso ao site Para acessar o

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos

Tipos de Sistemas Distribuídos (Sistemas de Informação Distribuída e Pervasivos) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula Apresentação do curso Introdução Definição de sistemas distribuídos Exemplo Vantagens e desvantagens Convergência digital Desafios Visão

Leia mais

GLPI GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA MANUAL DO USUÁRIO GLPI

GLPI GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA MANUAL DO USUÁRIO GLPI GLPI GESTÃO LIVRE DE PARQUE DE INFORMÁTICA MANUAL DO USUÁRIO GLPI MANUAL DO USUÁRIO GLPI 1- Introdução... 2 2- Acessando GLPI... 3 3- Alterando a senha... 3 4- Abrindo um chamado... 4 5- Acompanhando um

Leia mais

UNIDADE 1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

UNIDADE 1 TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Ensino Regular Diurno Disciplina: T.I.C. Professores: Paula Dias Curso: AC/EC1 Ano: 9.º Turma(s): 2 Diagnosticar o estádio de desenvolvimento das competências em TIC dos alunos. Conhecer os conceitos básicos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2013 PERÍODO: 4 o. PROFESSOR: Andrey DISCIPLINA: Técnicas Alternativas de Programação AULA: 08 APRESENTAÇÃO Na aula de hoje vamos apresentar e discutir como definir

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012

PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Departamento de Engenharia Electrotécnica PROGRAMAÇÃO DE MICROPROCESSADORES 2011 / 2012 Mestrado Integrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 1º ano 2º semestre Trabalho Final Reservas de viagens

Leia mais

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida

WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida WorkinProject 8 Manual de Referência Rápida Flagsoft, Lda 2015 Índice 1. Introdução...3 2. Integrador - Interface com o utilizador...4 3. Registo de actividade - Folha de horas...5 4. Agenda e colaboração...7

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters

Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Instituto Superior de Engenharia do Porto Administração de Sistemas Informáticos I Clusters Trabalho elaborado por: 980368 - Sérgio Gonçalves Lima 1010949 - Nisha Sudhirkumar Chaganlal Clusters O que é

Leia mais

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas

Introdução. Aulas. ltodi.est.ips.pt/es. Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas Sumário Introdução Joaquim Filipe João Ascenso Engenharia de Software 2005/06 EST, Setúbal Detalhes administrativos Definição de engenharia de software Contexto Relação com outras áreas e disciplinas 2

Leia mais

Módulo de Administração de Utilizadores

Módulo de Administração de Utilizadores base Módulo de Administração de Utilizadores Versão 2.0 Manual do utilizador Janeiro 2002 Ficha técnica Título BIBLIObase : Módulo de Administração de Utilizadores: versão 2.0 : manual do utilizador Autores

Leia mais

Guia do Voluntário/a

Guia do Voluntário/a Guia do Voluntário/a 1. A AIDGLOBAL A AIDGLOBAL é uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), sem fins lucrativos, com sede em Loures, que promove Acções nos domínios da Integração

Leia mais

O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico.

O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico. O Consentimento Informado é um elemento necessário ao atual exercício da medicina, como um direito do paciente e um dever moral e legal do médico. Índice Temático A empresa C3im Soluções para a área da

Leia mais

Realizado por: Fábio Rebeca Nº6. Iuri Santos Nº8. Telmo Santos Nº23

Realizado por: Fábio Rebeca Nº6. Iuri Santos Nº8. Telmo Santos Nº23 Realizado por: Fábio Rebeca Nº6 Iuri Santos Nº8 Telmo Santos Nº23 1 Tutorial de instalação e partilha de ficheiros no Dropbox Índice Índice... 1 Introdução... 2 Instalação do Dropbox... 3 Partilha de ficheiros...

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso CEF Tipo 2 Domínios de referência Competências Conteúdos Calendarização Conceitos Essenciais e

Leia mais

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2)

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edition 3, Addison-Wesley From: Cardoso, Jorge, Programação de

Leia mais

INF 1771 Inteligência Artificial

INF 1771 Inteligência Artificial Edirlei Soares de Lima INF 1771 Inteligência Artificial Aula 02 Agentes Inteligentes Agentes Inteligentes Um agente é algo capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso de Educação e Formação Tipo 3 Nível 2

PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso de Educação e Formação Tipo 3 Nível 2 PLANIFICAÇÃO ANUAL ANO LETIVO DE 2013/2014 Curso de Educação e Formação Tipo 3 Nível 2 Itinerário de Formação: 34101.Práticas Técnico-Comerciais Saída Profissional: Empregado/a Comercial Componente de

Leia mais

Módulo de Circulação e Empréstimo

Módulo de Circulação e Empréstimo Módulo de Circulação e Empréstimo BIBLIObase, versão 2004 Procedimentos de instalação 1. EQUIPAMENTO MÍNIMO NECESSÁRIO Antes de instalar o BIBLIObase - Módulo de Circulação e Empréstimo verifique se a

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE MARKETING. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Marketing Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE MARKETING. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Marketing Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE MARKETING PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Marketing Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - COMÉRCIO OBJECTIVO GLOBAL - Colaborar na definição

Leia mais

Módulo de Pesquisa Local - OPAC

Módulo de Pesquisa Local - OPAC Módulo de Pesquisa Local - OPAC BIBLIObase, versão 2004 Procedimentos de instalação 1. EQUIPAMENTO MÍNIMO NECESSÁRIO Antes de instalar o BIBLIObase - Módulo de Pesquisa Local (OPAC) verifique se a configuração

Leia mais

Me. Eng. JOÃO ALVAREZ PEIXOTO. Sistemas Multi-agentes em Java utilizando a plataforma JADE

Me. Eng. JOÃO ALVAREZ PEIXOTO. Sistemas Multi-agentes em Java utilizando a plataforma JADE Me. Eng. JOÃO ALVAREZ PEIXOTO Sistemas Multi-agentes em Java utilizando a plataforma JADE Objetivo: implementar sistemas de manufatura utilizando sistemas multiagentes, a partir da plataforma JADE. Tópicos

Leia mais

IN0997 - Redes Neurais

IN0997 - Redes Neurais IN0997 - Redes Neurais Aluizio Fausto Ribeiro Araújo Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática - CIn Departamento de Sistemas da Computação aluizioa@cin.ufpe.br Conteúdo Objetivos Ementa

Leia mais

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo?

O que é a UML? Introdução a UML. Objetivos da Modelagem. Modelos. A UML não é. Princípios da Modelagem. O que é um modelo? O que é a UML? Introdução a UML Linguagem Gráfica de Modelagem para: Visualizar Especificar Construir Documentar Comunicar Artefatos de sistemas complexos Linguagem: vocabulário + regras de combinação

Leia mais

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas

ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ENSINO BÁSICO CURSO DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO Praticas Administrativas ESCOLA: Dr. Solano de Abreu DISCIPLINA:TIC ANO: 1 ANO 2013/2014 CONTEÚDOS Conceitos básicos Informática

Leia mais

O Manual do ssc. Peter H. Grasch

O Manual do ssc. Peter H. Grasch Peter H. Grasch 2 Conteúdo 1 Introdução 6 2 Usar o ssc 7 2.1 Gerir os utilizadores.................................... 7 2.1.1 Adicionar um utilizador.............................. 8 2.1.1.1 Associar-se

Leia mais

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento.

Cadeira de Tecnologias de Informação. Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Cadeira de Tecnologias de Informação Ano lectivo 2007/08 Conceitos fundamentais de sistemas e tecnologias de informação e de gestão do conhecimento. Prof. Mário Caldeira Profª Ana Lucas Dr. Fernando Naves

Leia mais

Mobile Communications. RedesAd-hoc

Mobile Communications. RedesAd-hoc Ad-hoc 1 Mobile Communications RedesAd-hoc Manuel P. Ricardo Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Ad-hoc 2 Redes Ad-Hoc (Nível 3) Rede autoconfigurável Ligações sem fios Nós móveis topologia

Leia mais

Adesão ao Serviço MB WAY

Adesão ao Serviço MB WAY Adesão ao Serviço MB WAY 1) Objecto Pelo presente contrato, o Banco Santander Totta SA obriga-se a prestar ao Utilizador o Serviço MB WAY, nas condições e termos regulados nas cláusulas seguintes, e o

Leia mais

Uma Experiência com Agentes Inteligentes e Jogos de Cartas

Uma Experiência com Agentes Inteligentes e Jogos de Cartas 1 Uma Experiência com Agentes Inteligentes e Jogos de Cartas Anita Maria da R. Fernandes Daniel de Oliveira Helton Machado Kraus Universidade do Vale do Itajaí Universidade do Vale do Itajaí Universidade

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

O aumento da força de vendas da empresa

O aumento da força de vendas da empresa PHC dcrm O aumento da força de vendas da empresa O enfoque total na actividade do cliente, através do acesso remoto à informação comercial, aumentando assim a capacidade de resposta aos potenciais negócios

Leia mais

Diagrama de Caso de Uso e Diagrama de Sequência

Diagrama de Caso de Uso e Diagrama de Sequência Diagrama de Caso de Uso e Diagrama de Sequência Milena Alexandre dos Santos Baesso (Mestranda em Engenharia Elétrica) Agenda Ciclo de Vida de um Sistema A Fase de Análise Análise Orientada à Objetos Diagramas

Leia mais

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec capítulo 1 Introdução à UML A UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem

Leia mais

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e

I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa. Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e I Seminário dos Grupos de Pesquisa da UNISC Ficha de Inscrição do Grupo de Pesquisa Nome do Grupo: GPSEM Grupo de Projeto de Sistemas Embarcados e Microeletrônica Área: Sistemas de Computação Nome do Líder:

Leia mais

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação Versão de Abril de 2014 APRESENTAÇÃO DO PEDIDO A1. Instituição de ensino superior

Leia mais

Introdução à Programação B 2007/08

Introdução à Programação B 2007/08 Introdução à Programação B 2007/08 Descrição e objectivos Bibliografia Descrição A disciplina visa introduzir os conceitos fundamentais de programação. Pretende-se o desenvolvimento dos processos mentais

Leia mais

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP

O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP O USO INTELIGENTE DO COMPUTADOR NA EDUCAÇÃO José A. Valente NIED - UNICAMP INTRODUÇÃO O que seria a utilização do computador na educação de maneira inteligente? Seria fazer aquilo que o professor faz tradicionalmente

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Sistemas Operativos Escolas Proponentes / Autores

Leia mais