Cronograma. Aula: Eletroforese (SDS-PAGE) e Sequenciamento de Proteínas Prática 6- Procedimento A (Diálise) Execução e Recolhimento do exerício 7

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cronograma. Aula: Eletroforese (SDS-PAGE) e Sequenciamento de Proteínas Prática 6- Procedimento A (Diálise) Execução e Recolhimento do exerício 7"

Transcrição

1 Cronograma Entrega do Relatório 4 Entrega do Relatório 5 HOJE Aula: Eletroforese (SDS-PAGE) e Sequenciamento de Proteínas Prática 6- Procedimento A (Diálise) Execução e Recolhimento do exerício 7 23/10 (Prova de Protocolo + Execução e recolhimento Exercício 10) 30/10 06/11 Laboratório de informática Simulação computacional de purificação de proteínas Exercício de Sequenciamento 1

2 Tratamento da amostra (SDS + - mercaptoetanol) 100 C/5 min Coloração Descoloração Determinação da massa molecular Identificação e Sequenciamento da proteína Diálise Eletroforese (SDS-PAGE) Identificação e Sequenciamento de proteínas 2

3 Diálise Objetivo: Remover o excesso de sais (íons) que atrapalham nas etapas de caracterização da proteína. Antes da diálise Depois da diálise Proteínas Íons do tampão H 2 PO 4- /HPO 4 2- Na + /Cl - H 2 O Tampão fosfato 50 mm + NaCl 1 M (1 ml) H 2 O 2L Tampão fosfato mm NaCl 0.5 mm H 2 O 2L Tampão fosfato mm NaCl mm (diluição de 2000x) (diluição de 2000x) HOJE -Acrescentar 20 l de tampão de amostra - Incubar em água fervente por 5 min 23/ l de Tampão de Amostra: Tampão (Tris, ph 6.8) Glicerol SDS Azul de Bromofenol -mercaptoetanol 3

4 Outros métodos para separação da proteína Filtração sob pressão Ideal para desalinizar e concentrar amostras A amostra é forçada a passar através de uma membrana contendo poros de tamanho definido colocando-se o tubo em uma centrífuga Diálise Eletroforese (SDS-PAGE) Identificação e Sequenciamento de proteínas 4

5 Prática 6- SDS-PAGE 1) Receber o gel preparado e aplicar as amostras preparadas previamente Poço 1: Padrão de peso molecular Poço 2: Lisado centrifugado Poço 3: Material DEAE Poço 4: Padrão isolado de -galactosidase 2) Ligar a fonte 3) Eletroforese até o corante azul de bromo-fenol atingir a base do gel. Desligar a fonte. 4) Retirar o gel e colocar na solução de coloração (Azul de Coomassie) e depois na de descoloração. 5) Visualizar as bandas das proteínas. Identificar a -glicosidase. 5) Determinar o Peso Molecular. Eletroforese Eletroforese descreve a migração de uma partícula carregada sob influência de um campo elétrico. + + Mobilidade eletroforética: = v/e = Z/f Voet Velocidade de migração Carga Líquida v = Z E f Força do campo elétrico (V. cm -1 ) Coeficiente Friccional (resistência encontrada pelo íon; é afetado pelo tamanho/forma do íon) 5

6 Eletroforese - Aplicações -Acompanhamento de purificação de proteínas -Acompanhar expressão de proteínas -Isolar proteínas para análise por MS -Determinar o tamanho (Mr) da proteína Eletroforese em Gel PAGE do inglês polyacrylamide gel electrophoresis é o tipo de eletroforese mais utilizado para análise de proteínas 1. Uso de um campo elétrico 2. Uso de um polímero (poliacrilamida ou agarose) 3. Proteínas carregadas negativamente migram para o polo positivo 4. Migração depende da carga, massa, e formato das proteínas Gel é formado no espaço formado entre duas placas de vidro grapeados contendo espaçadores ( 1mm) Lenhinger 6

7 Fundamentos sobre a polimerização do gel de Poliacrilamida - Persulfato de amônio + TEMED: Formação de Radicais Livres iniciadores da polimerização TEMED S 2 O e- SO 4 Persulfato de Amônio TEMED - Radicais derivados do persulfato induzem a reação de polimerização dos monômeros de acrilamida e de bisacrilamida R + M RM RM + M RMM RMM + M RMMM, etc. Porosidade do gel é dado pela % da acrilamida [monômeros] determina o tamanho dos poros Tamanho do poro Ligações cruzadas (bis-acrilamida) Porcentagem de acrilamida: 5 %; 10 %, 15 %; 20 %; 30 % Polímero de acrilamida e bis-acrilamida Proteínas (SDS-PAGE) Gel serve como uma peneira 7

8 Tipos de Eletroforese Não-Desnaturante (Nativa) Eletroforese Separação por carga, peso molecular e forma Desnaturante (SDS-PAGE) Separação por peso molecular Agente Denaturante Torna a proteína carregada negativamente Proteínas reduzidas e desnaturadas com SDS apresentam a mesma velocidade de migração quando em eletroforese livre (sem o gel, somente tampão). v = Z E f SDS desnatura a proteína 1 SDS liga a 2 resíduos de aminoácidos + No entanto, quando em gel as proteínas são separadas segundo o seu peso molecular Resumindo: Em SDS-PAGE as proteínas são separadas basicamente pelo tamanho! 8

9 SDS-PAGE não redutor e redutor Eletroforese Não-Desnaturante (Nativa) Separação por carga, peso molecular e forma Desnaturante (SDS-PAGE) Separação por peso molecular Não-Redutora Redutora SDS Proteína SDS -mercaptoetanol Ou DTT Experimentos em SDS-PAGE não-redutor e redutor permitem observar a presença de dímeros e outras proteínas contendo pontes de disulfeto. 9

10 Gel de aplicação ou empilhamento Visualização de Proteínas após Eletroforese 1. Coloração com o corante (Coomassie blue, Prata) 2. Descoloração com ácido acético Lenhinger 10

11 Estimativa do Peso Molecular de Proteínas ( SDS Gel Electrophoresis) Mr D d Rm =d/d Mr = massa molecular (ou peso molecular) D= Migração total d = Migração individual de cada banda Lenhinger Métodos para determinar peso molecular SDS-PAGE Migração relativa Mr D d Precisão 5-10 % Rm =d/d Mr = massa molecular (ou peso molecular) Cromatografia de Exclusão Eluição relativa Precisão 10 % Espectrometria de Massas Método bastante sensível Fornece valores de PM com alta presisão Precisão % 11

12 Eletroforese em Gel-Bidimensional Objetivo: Maximizar a separação de proteínas (c) Eletroforese em gel bidimensional Primeira Dimensão Focalização isoelétrica Separa de acordo com o pi Segunda Dimensão SDS gel electrophoresis Separa de acordo com o tamanho Lenhinger 12

13 Focalização Isoelétrica 1. Eletroforese em gradiente de ph 2. Proteínas são distribuídas ao longo do gradiente de ph de acordo com o valor do seu pi. 3. Cada proteína é focalizada em uma faixa estreita de ph próxima ao seu pi Lenhinger Eletroforese em gel bidimensional das proteínas de E. coli - mais de 2,000 proteínas podem ser visualizadas Lenhinger Utilizada para comparar níveis de expressão de proteínas Proteínas de interesse podem ser identificadas utilizando-se anticorpos Proteínas são identificadas por espectrometria de massas 13

14 Diálise Eletroforese (SDS-PAGE) Identificação e Sequenciamento de proteínas O sequenciamento da proteína fornece informações acerca da estrutura primária Espectrometria de massas 14

15 A sequência de aminoácidos pode ser determinada pela sequência do DNA do gene que o codifica Proteoma No entanto, sequenciamento do gene NÃO: - Localiza pontes de disulfeto (S-S) - Identifica modificações pós-traducionais Genoma Sequenciamento de Proteínas 15

16 (a) Determinação da composição/proporção de aminoácidos: Hidrólise ácida (HCl 6 M) 1) hidrólise também pode ser realizada em meio básico, utilizando 2-4 M de NaOH 2) A hidrólise também pode ser realizada por digestão enzimática: Ex. Pronase (mistura de proteases) 3) A separação e análise dos aminoácidos pode ser feita por diversas técnicas como HPLC ou cromatografia em camada delgada (TLC). Fig 7-6 Separação e Análise de aminoácidos por HPLC. (Voet 3ed). Na TLC (thin layer chromatografy) os aminoácidos são revelados (p. ex. com nihidrina) e identificados utilizando-se padrões. (b) Identificação da extremidade amino-terminal utilizando: Reagente de Sanger (1-fluor-2,4-dinitrobenzeno, FNDB) 16

17 (c) Sequenciamento de toda a cadeia polipetídica: Degradação de Edman Fenilisotiocianato (PITC) Ácido trifluoracético (c) Sequenciamento de toda a cadeia polipetídica: Degradação de Edman Limitações: Tempo de análise longo Grande quantidade de amostra Atualmente o método de escolha para o sequenciamento tem sido a espectrometria de massas 17

18 Sequenciamento de proteínas grandes requer a clivagem parcial da cadeia polipeptídica (enzimas) 18

19 O sequenciamento dos peptídeos derivados da clivagem parcial da proteína pode ser feita por: -Degradação de Edman (técnica pouco usada atualmente) -Espectrometria de Massas (técnica mais utilizada atualmente devido a maior sensibilidade e especificidade do método) Identificação e Sequenciamento de Proteínas por Espectrometria de massas (MS) Aspectos históricos Apesar da espectrometria de massa ser utilizada a muito anos para o estudo de moléculas orgânicas, sua aplicação para o estudo de macromoléculas foi, por muito tempo, limitado por problemas técnicos. Macromoléculas como proteínas, DNA e carboidratos são fragmentados pelos processos necessários para ionizar as moléculas no vácuo do aparelho. Porém, com o advento de duas novas técnicas de ionização, isto mudou, e hoje a espectrometria de massas é uma ferramenta importante em biologia. 19

20 Requisito fundamental para análise no espectrômetro de massas Geração de íons em fase gasosa Mas como volatilizar uma macromolécula??? Nobel Prizes - Chemistry 2002 John B. Fenn is the chemist who invented the ELECTROSPRAY method (1988). Professor of Chemistry at Yale University, USA, and at Virginia Commonwealth University, USA Koichi Tanaka research engineer who developed the MALDI technique (1987). Shimadzu Corporation, Kyoto, Japan. 20

21 Métodos de Ionizações Brandas Proteínas são ionizadas pela aquisição de prótons (íons c/ carga positiva) A carga é adquirida pela protonação de resíduos básicos da proteína (Lys, Arg) Massa da proteína [M + nh] n+ A ionização por electrospray produz proteínas carregadas com múltiplas cargas A ionização por MALDI produz proteínas monocarregadas Vantagens da utilização de espectrometria de massas A espectrometria de massas permite determinar a massa da proteína/peptídeo com alta precisão (<0.001%). A precisão de massa na eletroforese (SDS-PAGE) é de 5-10 %. É possível identificar proteínas através da análise das massas do peptídeos gerados (Peptide Mass Fingerprinting) e utilização de softwares que fazem a busca dos peptídeos detectados em banco de dados (p. ex. MASCOT) Ainda mais, é possível realizar o sequenciamento completo de cada peptídeo. Isso é importante para identificação de novas proteínas e de modificações póstraducionais. 21

22 Estratégias para a identificação de proteínas por espectrometria de massas Proteína Desconhecida Em geral a proteína é isolada de gel 2D... Digestão enzimática Mistura de Peptídeos Determinação da massa da proteína intacta por espectrometria de massas Determinação das massas de cada peptídeo por espetrometria de massas Match (proteína conhecida) Busca das massas dos peptídeos em Banco de Dados (PMF*) No Match (proteína desconhecida) Identificação e Caracterização da Proteína Sequenciamento de cada peptídeo por MS/MS Match (proteína conhecida) Busca das sequências em banco de dados de sequências (PFF**) No Match (proteína desconhecida) *PMF = Peptide Mass Fingerprinting; **PFF = Peptide Fragmentation Fingerprinting Caracterização de uma nova proteína Peptide Mass Fingerprinting (PMF) 22

23 Proteínas podem ser identificadas através das massas de peptídeos gerados na sua hidrólise por enzimas conhecidas. Os dados das massas dos peptídeos são colocados em um tipo de google para proteínas (ex. Mascot) Espetro de massa dos peptídeos gerados pela clivagem da proteína com uma protease Identificação de proteínas por peptide mass fingerprint (PMF) a) Busca em banco de dados de proteínas b) Comparação dos peptídeos detectados com os peptídeos teóricos obtidos na digestão de proteínas com a protease utilizada no experimento c) Match! Identificação. ex.: MASCOT Exemplo: Identificação da beta-glicosidase 23

24 Intens. [a.u.] 23/10/2012 Procedimento: Remoção da banda da -glicosidase, digestão com tripsina e análise por espectrometria de massas Tripsinização MALDI-TOF Obs. O protocolo de digestão utilizado inclui uma alquilação prévia dos tiois livres com iodoacetamida, x Espetro de massa dos peptídeos derivados da digestão da beta-glicosidase com tripsina Lista de peptídeos m/z detectados m/z

25 Busca no Mascot utilizando as massas dos peptídeos detectados Lista de peptídeos detectados m/z Modificações variáveis mais comuns Alquilação de tióis livres Durante o preparo da amostra para análise no espectrômetro de massa é comum realizar a redução de pontes de disulfeto (beta-mercaptoetanol ou DTT) e a alquilação do tiolato (SH livre) (p. ex. alquilação com iodoacetamide) 25

26 As massas detectadas são comparados com as massas teóricas da proteína através de softwares específicos (neste exemplo utilizou-se o Biotools da Bruker) Massas detectadas Massas teóricas RESULTADO OBTIDO NO MASCOT Scores acima de 86 são significantes (p<0.05) O score obtido na busca foi de 121. Portanto o resultado é signifiante. Parâmatros utilizados na busca pelo Mascot 26

27 Resultado do Mascot mostrando as sequências que tiveram match (em vermelho) O match ocorre quando a massa experimental bate com a teórica Massas que tiveram match Massas que não tiveram match. Essas massas podem ser de uma outra proteína ou de peptídeos que sofreram alguma modificação. Conclusões da busca no Mascot Os dados de análises dos peptídeos derivados da digestão tríptica da banda retirada do gel de eletroforese mostram que a proteína purificada corresponde à beta-glicosidase de Spodoptera Frugiperda. A cobertura da sequência foi de 23 % com um erro de 0.5 Da. É possível atingir uma cobertura maior usando erros maiores (47 % com um erro de 2 Da), porém isso pode levar à interpretações errôneas sobre a identificação da proteína. Apesar da cobertura ser aparentemente baixa, as sequências que foram cobertas (sequências que tiveram o match) possibilitam realizar a identificação da proteína com um score de 121. Esse score indica o grau de significância do resultado e para a busca realizada, scores acima de 86 são significantes (p<0.05). 27

28 Sequenciamento de peptídeos por espectrometria de massas Antigamente o sequenciamento era feito pela degradação de Edman. Atualmente o método de escolha é a espectrometria de massas. Peptídeos podem ser fragmentados no espectrômetro de massa A clivagem mais comum ocorre na ligação peptídica, gerando íons da série y e b. 28

29 Intens. [a.u.] 23/10/2012 Espectro MS/MS de um peptídeo b2-b1 = Phe (F) y2-y1 = Gln (Q) Lys (K) Glu(E) = = = Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Capítulo 9, página Espectro de massa da mistura de peptídeos x Seleção e fragmentação de peptídeo (MS/MS) m/z Espectro de massa dos fragmentos de do íon de m/z

30 30/10/2012 (Turma A) 06/11/2012 (Turma B) LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 30

Bioquímica. Purificação de proteínas

Bioquímica. Purificação de proteínas Bioquímica Purificação de proteínas Estratégia geral - Liberação da proteína do material biológico - Podem ser separados por fracionamento celular - Pode-se separar proteínas por características: Solubilidade

Leia mais

Técnicas eletroforéticas Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Page 399-

Técnicas eletroforéticas Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Page 399- Degustação de trechos de livros sugeridos Técnicas eletroforéticas Fonte: Wilson & Walker. Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology, 7ed. Page 399- Princípios gerais O termo eletroforese

Leia mais

Biologia Celular e Molecular

Biologia Celular e Molecular DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Biologia Celular e Molecular Detecção de proteínas por western-blotting 2007-2008 Na electroforese em gel de poliacrilamida

Leia mais

Técnicas de análise de proteínas. Estrutura secundária da enzima COMT

Técnicas de análise de proteínas. Estrutura secundária da enzima COMT Técnicas de análise de proteínas Estrutura secundária da enzima COMT Fundamento e aplicação das técnicas de análise de proteínas Electroforese em gel de poliacrilamida (SDS-PAGE) Hibridação Western Electroforese

Leia mais

PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS

PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS (>1000 proteínas diferentes) purificar -glicosilase PURIFICAÇÃO DE PROTEÍNAS Métodos baseados nas diferentes propriedades das proteínas Carga, tamanho, hidrofobicidade, 0,92 U/mg interações específicas

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica.

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica. Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Prof. Hugo Henrique Pádua M.Sc. Fundamentos de Biofísica Eletroforese Introdução a Eletroforese Eletroforese migração de moléculas ionizadas,

Leia mais

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br

Rachel Siqueira de Queiroz Simões, Ph.D rachelsqsimoes@gmail.com rachel.simoes@ioc.fiocruz.br Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Casa da Medicina Unidade Gávea Coordenação Central de Extensão EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR Rachel Siqueira de Queiroz

Leia mais

LINHA DE REAGENTES PARA BIOLOGIA MOLECULAR

LINHA DE REAGENTES PARA BIOLOGIA MOLECULAR LINHA DE REAGENTES PARA BIOLOGIA MOLECULAR Linha de reagentes fabricados dentro de restritos controles de qualidade. Testados para assegurar os melhores resultados nas técnicas de pesquisa em Biologia

Leia mais

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA

SEPARAÇÃO ELETROFORÉTICA DE DNA A eletroforese em gel de agarose consiste no método mais usado para separar, identificar, analisar, caracterizar e purificar fragmentos de DNA. Uma molécula de DNA, quando exposta a um campo elétrico,

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA

ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA ELETROFORESE APLICADA À ANÁLISE DE DNA Eletroforese Separação de moléculas carregadas em um campo elétrico. As moléculas em uma mistura são separadas umas das outras conforme o tamanho ou a carga Eletroforese

Leia mais

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP Apostila de protocolos BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 06N 0 Professores Carlos T. Hotta Ronaldo B. Quaggio Eduardo M. Reis Esta apostila foi desenvolvida

Leia mais

Exercício 2 DNA e Eletroforese

Exercício 2 DNA e Eletroforese Exercício 2 DNA e Eletroforese Você já aprendeu sobre as enzimas de restrição e como elas clivam o DNA em fragmentos. Você também deve ter notado que, em alguns mapas de restrição, uma enzima pode produzir

Leia mais

Reagentes para Biologia Molecular

Reagentes para Biologia Molecular Reagentes para Biologia Molecular Para obtenção de resultados confiáveis, atividades realizadas na área da Biologia Molecular requerem reagentes de qualidade e pureza elevada. Ideais para diversas rotinas

Leia mais

Géis de Entrada e Separação

Géis de Entrada e Separação (1) Géis de Entrada e Separação ESCOLHA DO GEL Depende do tamanho da proteína que se quer detectar: Tamanho da Proteína Gel 4 40 kda 20% 12 45 kda 15% 10 70 kda 12% 15 100 kda 10% 25 200 kda 8% PREPARO

Leia mais

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP Apostila de protocolos BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 036N 203 Professores Carlos Takeshi Hotta Guilherme Menegon Arantes Esta apostila foi desenvolvida

Leia mais

Southern blotting análise de DNA. Northern blotting análise de RNA. Western blotting análise de proteínas

Southern blotting análise de DNA. Northern blotting análise de RNA. Western blotting análise de proteínas Southern blotting análise de DNA Northern blotting análise de RNA Western blotting análise de proteínas Southern blotting Hibridação DNA-DNA em membrana Southern blot Digestão enzimática Eletroforese em

Leia mais

Separação e Cromatografia de Proteínas

Separação e Cromatografia de Proteínas QBQ0316N: Bioquímica Experimental Farmácia São Paulo, 11 de setembro 2013 Separação e Cromatografia de Proteínas Universidade de São Paulo QBQ0316N: Bioquímica Experimental Farmácia São Paulo, 11 de setembro

Leia mais

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL

BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ-4025 Departamento de Bioquímica- Instituto de Química - USP Professores Fábio Luís Forti Carlos Takeshi Hotta Os protocolos que constam desta disciplina foram originalmente

Leia mais

A eletroforese é uma técnica utilizada para separar, identificar e purificar

A eletroforese é uma técnica utilizada para separar, identificar e purificar 7. ELETROFORESE DE ÁCIDOS NUCLÉICOS João José de Simoni Gouveia Luciana Correia de Almeida Regitano A eletroforese é uma técnica utilizada para separar, identificar e purificar moléculas carregadas (como

Leia mais

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri

Extração de DNA. Prof. Silmar Primieri Extração de DNA Prof. Silmar Primieri Conceitos Prévios O que é DNA? Onde se localiza o DNA na célula? Do que são formadas as membranas celulares? Qual a estrutura do DNA? O que é DNA? Unidade básica informacional

Leia mais

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR)

Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) 1 Universidade Federal Fluminense Instituto Biomédico Departamento de Microbiologia e Parasitologia Disciplina: Virologia Apostila de aula prática REAÇÃO EM CADEIA PELA POLIMERASE (PCR) A técnica de reação

Leia mais

Extração de DNA e Amplificação por PCR

Extração de DNA e Amplificação por PCR Universidade Federal de São Carlos Departamento de Genética e Evolução Disciplina Práticas de Genética Extração de DNA e Amplificação por PCR Érique de Castro 405523, Victor Martyn 405612, Wilson Lau Júnior

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DA DREPANOCITOSE (Anemia Falciforme)

CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DA DREPANOCITOSE (Anemia Falciforme) CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DA DREPANOCITOSE (Anemia Falciforme) Genética Humana, LCS 3º Ano,1º Semestre, 2012-2013 2ª Aula Sumário Quantificação de DNA cromossomal e avaliação do grau de pureza por espectrofotometria

Leia mais

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica

As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Células e Membranas As membranas são os contornos das células, compostos por uma bicamada lipídica Organelas são compartimentos celulares limitados por membranas A membrana plasmática é por si só uma organela.

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais

Departamento de Biologia da Universidade do Minho

Departamento de Biologia da Universidade do Minho Departamento de Biologia da Universidade do Minho Mestrado em Genética Molecular Ano lectivo de 2004/2005, edição de 2004-2006 Estudo da regulação do gene STL1 codificando o sistema de simporte H + /glicerol

Leia mais

Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes

Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes Disciplina de Mét. Purif. e Anál. Proteínas Curso de Ciências Biológicas 1º Semestre de 2015 Aula 8: Métodos de Purificação de Proteínas Recombinantes Prof. Marcos Túlio de Oliveira mtoliveira@fcav.unesp.br

Leia mais

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Bioquímica e Imunologia Professor: Miguel Alunos: Gustavo Bastos, Hugo Rezende, Monica Maertens,

Leia mais

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE

ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE ISOLAMENTO E MANIPULAÇÃO DE UM GENE Importância da Engenharia Genética Diversidade biológica X Diversidade gênica Etapas básicas da Clonagem Escolha e amplificação do

Leia mais

Aula 11. Prof. Rafael Sousa

Aula 11. Prof. Rafael Sousa Analítica V: Aula 11 Eletroforese capilar Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan EletroforeseCapilar(EC) TÉCNICA ELETROANALÍTICA HISTÓRICO

Leia mais

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês)

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês) Guia do Professor (Documento baseado no guião original em inglês) Nota: Este documento é apenas um resumo do conteúdo do guia do professor. Alguns itens de grande importância não estão aqui referidos,

Leia mais

Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 PHYSICS EDUCATION - 2009

Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 PHYSICS EDUCATION - 2009 Espectroscopia p de Massa: Um Tópico de Física Contemporânea Com Enfoque para o Ensino Médio Mestrado em Ensino de Física 13 de outubro de 2009 Wilma Machado Soares Santos PHYSICS EDUCATION - 2009 Trazer

Leia mais

Projeto Genoma e Proteoma

Projeto Genoma e Proteoma Projeto Genoma e Proteoma Grupo 3: *Artur S. Nascimento *Bárbara S. Costa *Beatrice Barbosa *Tamyres S. E. Guimarães *Yara Cavalcante O que é genoma? O genoma é o conjunto de todo o material genético que

Leia mais

1. Introdução ao trabalho em Laboratório... 1.1. Observações... 2. Programa da Disciplina Bioquímica Básica... 2.1. Ementa... 2.2. Objetivos... 2.3.

1. Introdução ao trabalho em Laboratório... 1.1. Observações... 2. Programa da Disciplina Bioquímica Básica... 2.1. Ementa... 2.2. Objetivos... 2.3. 1. Introdução ao trabalho em Laboratório... 1.1. Observações... 2. Programa da Disciplina Bioquímica Básica... 2.1. Ementa.... 2.2. Objetivos... 2.3. Avaliação... 2.4. Conteúdo... 3. Como elaborar um Relatório...

Leia mais

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA

UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA - UFPB VIRTUAL LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS A DISTÂNCIA DISCIPLINA BIOQUÍMICA ESTRUTURAL Ministrante: Prof. Dr. Carlos Alberto de Almeida

Leia mais

ESTRUTURA DAS PROTEÍNAS

ESTRUTURA DAS PROTEÍNAS ESTRUTURA DAS PROTEÍNAS Aminoácidos ligam-se por ligações peptídicas = reação de condensação entre: OH do grupo carboxila de um aminoácido H do grupo amina do outro aminoácido ( liberação de uma molécula

Leia mais

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III CAMPYLOBACTER spp. Multiplex PCR para detecção de C. jejuni e C. coli Grace Theophilo LRNCEB IOC/FIOCRUZ gtheo@ioc.fiocruz.br Diagnóstico molecular para Campylobacter spp.

Leia mais

Fenómenos de Transporte. Sedimentação

Fenómenos de Transporte. Sedimentação Fenómenos de Transporte Sedimentação Sedimentação: para quê? Sedimentação movimento de uma partícula por acção de um campo centrífugo Técnica usada para separar purificar analisar espécies celulares (proteínas,

Leia mais

Análise de Proteínas. Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP. Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica

Análise de Proteínas. Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP. Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica Análise de Proteínas Prof. Eduardo Purgatto Depto. de Alimentos e Nutrição Experimental FCF USP Curso de Graduação Disciplina de Bromatologia Básica 2013 Proteínas Macromoléculas compostas de AMINOÁCIDOS

Leia mais

Técnicas de biologia molecular. da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala

Técnicas de biologia molecular. da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala Técnicas de biologia molecular da análise de genes e produtos gênicos únicos a abordagens em larga escala os mesmos genes, qual a diferença? Dogma central Localizando alvos Técnicas iniciais para evidenciar

Leia mais

TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA

TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA TURMA DE REVISÃO - EMESCAM 1º SEMESTRE 2012 - QUÍMICA Prof. Borges EXERCÍCIOS DE AMINOÁCIDOS 1. (Fuvest) A hidrólise de um peptídeo rompe a ligação peptídica, originando aminoácidos. Quantos aminoácidos

Leia mais

Cromatografia e suas aplicações em purificação de proteínas e peptídeos. Alexandre Rosolia Assessor Técnico - HPLC

Cromatografia e suas aplicações em purificação de proteínas e peptídeos. Alexandre Rosolia Assessor Técnico - HPLC Cromatografia e suas aplicações em purificação de proteínas e peptídeos Alexandre Rosolia Assessor Técnico - HPLC 1 - Cromatografia Líquida História e Evolução Alexandre Rosolia Assessor Técnico - HPLC

Leia mais

Técnico em Química Química de Proteínas

Técnico em Química Química de Proteínas Técnico em Química Química de Proteínas Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 1 01 Durante o processo de quantificação de proteínas totais por espectrofotometria, alguns cuidados devem ser tomados a

Leia mais

Kit para calibração de PCR pht

Kit para calibração de PCR pht Kit para calibração de PCR pht Itens fornecidos: Tampões ( concentrado) Composição ( concentrado) I0 500 mm KCl; 100 mm Tris-HCl ph 8,4; 1% Triton X-100 IB 500 mm KCl; 100 mm Tris-HCl ph 8,4; 1% Triton

Leia mais

Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome

Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome 1 Avaliação Curso de Formação Pós-Graduada da Biologia Molecular à Biologia Sintética 15 de Julho de 2011 Nome 1 - As enzimas de restrição ou endonucleases recebem uma designação que provem (1 valor) a)

Leia mais

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS

TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA TIPOS DE MÉTODOS ELETROANALÍTICOS CONDUTOMETRIA Baseia-se em medições de condutância das soluções iônicas (seio da solução). A condução de eletricidade através das soluções iônicas é devida

Leia mais

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA Métodos rápidos de tipagem de microrganismos Tradicionalmente, o estudo de microrganismos, a nível genético, bioquímico/fisiológico ou apenas a nível de identificação, requer

Leia mais

Cargo: D-41 Técnico Laboratório - Biotecnologia - Análise de Proteínas

Cargo: D-41 Técnico Laboratório - Biotecnologia - Análise de Proteínas da Prova Prática QUESTÃO 1: Cargo: D-41 Técnico Laboratório - Biotecnologia - Análise de Proteínas Apresenta-se abaixo um protocolo para preparação de géis SDS-PAGE a ser utilizado em uma análise de confirmação

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES

DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DE COIMBRA FISIOLOGIA ANIMAL II AULA 4 PERMEABILIDADE DAS MEMBRANAS CELULARES CAETANA CARVALHO, PAULO SANTOS 2006 1 INTRODUÇÃO As

Leia mais

Síntese Artificial de Peptídeos

Síntese Artificial de Peptídeos Síntese Artificial de Peptídeos Rebeca Bayeh Seminário apresentado para a disciplina Princípios Físicos Aplicados à Fisiologia (PGF530) Prof. Dr. Adriano Mesquita Alencar Segundo semestre de 2013 Motivação

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Ana Luísa Carvalho Amplificação de um fragmento de DNA por PCR Numa reacção em cadeia catalizada pela DNA polimerase (Polymerase Chain Reaction - PCR),

Leia mais

A agricultura moderna está sendo revolucionada pela introdução de plantas geneticamente modificadas;

A agricultura moderna está sendo revolucionada pela introdução de plantas geneticamente modificadas; EXPRESSÃO DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO HUMANO PROCESSADO EM SEMENTES DE PLANTAS TRANSGÊNICAS DE TABACO ADILSON LEITE, EDSON L. KEMPER, MÁRCIO J. DA SILVA, AUGUSTO D. LUCHESI, RODRIGO M.P. SILOTO, ERIC D.

Leia mais

Exame de Laboratórios de Bioquímica e Biofísica Licenciatura em Bioquímica 1ª Época 27 de Junho de 2006 Por favor responda às questões da 1ª parte e 2ª partes em folhas separadas 1ª Parte 1. Suponha que

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR Acerca do transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH), julgue os itens seguintes. 41 Um TCTH é considerado alogênico quando as células-tronco hematopoéticas provem da medula óssea ou do sangue

Leia mais

caso especial de micelas:= microfase/pseudofase/fase microdispersa/fase pseudo-estacionária

caso especial de micelas:= microfase/pseudofase/fase microdispersa/fase pseudo-estacionária Cromatografia Separação de solutos de uma solução por diferenças de coeficientes de partição Princípio: partição de um soluto entre duas fases sendo uma sólida ou estacionária e outra móvel, líquida ou

Leia mais

Espectrometria de Massas: Estudo Dirigido

Espectrometria de Massas: Estudo Dirigido 1 Disciplina: Química Orgânica III / 2009.2 Ministrante: Prof. Dr. Sidney Lima 1). O que é um EM e qual a utilidade da EM? Espectrometria de Massas: Estudo Dirigido R = Nos permite determinar a massa molecular

Leia mais

O papel-chave da espectrometria de massa na era pós-genômica

O papel-chave da espectrometria de massa na era pós-genômica Pesquisa ESPECTROMETRIA de massa de proteínas O papel-chave da espectrometria de massa na era pós-genômica Ricardo Bastos Cunha Prof. Dr., Núcleo de Proteômica, Centro Brasileiro de Serviços e Pesquisas

Leia mais

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras

MEIOS DE CULTURA DESENVOLVIMENTO OU PRODUÇÃO DE MEIOS DE CULTURA. Necessidade Bactérias Leveduras MEIOS DE CULTURA Associação equilibrada de agentes químicos (nutrientes, ph, etc.) e físicos (temperatura, viscosidade, atmosfera, etc) que permitem o cultivo de microorganismos fora de seu habitat natural.

Leia mais

O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA?

O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA? O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS? O QUE SÃO SUBSTÂNCIAS INORGÂNICAS? QUAL A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE CADA UMA? SUBSTÂNCIAS ORGÂNICAS: CARBONO, HIDROGÊNIO, OXIGÊNIO E NITROGÊNIO FORMAM CADEIAS LONGAS E COMPLEXAS

Leia mais

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA

QUÍMICA CELULAR NUTRIÇÃO TIPOS DE NUTRIENTES NUTRIENTES ENERGÉTICOS 4/3/2011 FUNDAMENTOS QUÍMICOS DA VIDA NUTRIÇÃO QUÍMICA CELULAR PROFESSOR CLERSON CLERSONC@HOTMAIL.COM CIESC MADRE CLÉLIA CONCEITO CONJUNTO DE PROCESSOS INGESTÃO, DIGESTÃO E ABSORÇÃO SUBSTÂNCIAS ÚTEIS AO ORGANISMO ESPÉCIE HUMANA: DIGESTÃO ONÍVORA

Leia mais

ELETROFORESE BIDIMENSIONAL: PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES TWO DIMENSIONAL ELECTROPHORESIS: PRINCIPLES AND APPLICATIONS

ELETROFORESE BIDIMENSIONAL: PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES TWO DIMENSIONAL ELECTROPHORESIS: PRINCIPLES AND APPLICATIONS CIÊNCIAS AGRÁRIAS 74 REVISÃO DE LITERATURA ELETROFORESE BIDIMENSIONAL: PRINCÍPIOS E APLICAÇÕES TWO DIMENSIONAL ELECTROPHORESIS: PRINCIPLES AND APPLICATIONS Cristina Lacerda Soares Petrarolha Silva 1 RESUMO

Leia mais

Objetivos. Critérios de Avaliação. Outline da disciplina PREPARO DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS

Objetivos. Critérios de Avaliação. Outline da disciplina PREPARO DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS PPGCF e PPGQ da UNIFAL-MG Disciplina QUI022 PREPARO DE AMOSTRAS PARA ANÁLISE DE COMPOSTOS ORGÂNICOS Objetivos Fornecer aos alunos do curso de PPGQ e PPGCF conhecimentos básicos sobre as principais técnicas

Leia mais

Professor Carlos - Proteinas

Professor Carlos - Proteinas 14085. (Fuvest 2001) Os três compostos abaixo têm uso farmacológico Considere as afirmações: I Nas moléculas dos três compostos, há ligações peptídicas. II A porcentagem em massa de oxigênio na dropropizina

Leia mais

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro

Elaborado por: Karina Salvador Revisado por: Hilda Helena Wolff Aprovado por: Andréa Cauduro ANTI- 1 Manual CAMBRIDGE BIOTECH -1 POP: BM 05 Página 1 de 7 1. Sinonímia ANTI, TESTE CONFIRMATÓRIO. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos e técnicos do setor de imunologia. 3. Aplicação clínica Os testes

Leia mais

Equilíbrio Ácido-Básico. Água : solvente das reações químicas

Equilíbrio Ácido-Básico. Água : solvente das reações químicas Equilíbrio Ácido-Básico Água : solvente das reações químicas Introdução Polaridade molecular: moléculas que possuem uma maior concentração de cargas numa parte da molécula. Os elétrons são compartilhados

Leia mais

Introdução à LC/MS. Introdução

Introdução à LC/MS. Introdução Introdução à LC/MS Introdução n LC provém a separação, em fase líquida, de misturas complexas, porém dificilmente fornece a identificação positiva de componentes individuais. n MS é uma técnica que auxilia

Leia mais

Como estudar uma proteína?

Como estudar uma proteína? 1 Métodos de estudo das proteínas 1 Como estudar uma proteína? 1. Separá-la e purificá-la. 2. Determinar a sua massa molecular. 3. Determinar a sua composição e sequência de aminoácidos. 4. Elucidar a

Leia mais

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA FSFAT DISSÓDIC DE DEXAMETASNA Dexamethasoni natrii phosphas H H H P Na Na F H C 22 H 28 FNa 2 8 P 516,41 02821 Fosfato dissódico de 9-fluoro-11β,17 diidroxi-16α-metil-3, 20- dioxopregna- 1,4 dieno-21-il

Leia mais

CQ049 : FQ IV - Eletroquímica. CQ049 FQ Eletroquímica. prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr.

CQ049 : FQ IV - Eletroquímica. CQ049 FQ Eletroquímica. prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr. CQ049 FQ Eletroquímica prof. Dr. Marcio Vidotti LEAP Laboratório de Eletroquímica e Polímeros mvidotti@ufpr.br 1 a estrutura I-S (água) ion central moléculas de água orientadas interações ion - dipolo

Leia mais

Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP. CURSO: Agronomia. DISCIPLINA: Química Geral

Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP. CURSO: Agronomia. DISCIPLINA: Química Geral Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias de Jaboticabal FCAV - UNESP CURSO: Agronomia DISCIPLINA: Química Geral ASSUNTO: Soluções e Unidades de Concentração 1 1. TIPOS MAIS COMUNS DE SOLUÇÃO Solução

Leia mais

Exercícios corrigidos 10-17

Exercícios corrigidos 10-17 9//20 0- Coluna de exclusão molecular kda Ve Kav log PM 2.000 7,53 250 9,38 0,06 2,400 70 0,46 0,68 2,230 65 3,7 0,353,83 24 6,22 0,497,380 Exercícios corrigidos 0-7 V e V Kav= 0 V t V 0 tubos Ve Kav log

Leia mais

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B.

Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N Professores. Carlos T. Hotta Ronaldo B. Departamento de Bioquímica Instituto de Química USP EXERCÍCIOS BIOQUÍMICA EXPERIMENTAL QBQ 0316N 2016 Professores Carlos T. Hotta Ronaldo B. Quaggio 1 1. Um extrato de proteínas foi obtido a partir da

Leia mais

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO

M E T B O L I S M O CATABOLISMO ANABOLISMO METABOLISMO É o conjunto das reações químicas que ocorrem num organismo vivo com o fim de promover a satisfação de necessidades estruturais e energéticas. ...metabolismo Do ponto de vista físico-químico,

Leia mais

ANÁLISES PROTEÔMICAS DE BÍLIS DE PEIXES

ANÁLISES PROTEÔMICAS DE BÍLIS DE PEIXES ANÁLISES PROTEÔMICAS DE BÍLIS DE PEIXES Aluno: Alex Andrade de Lima Orientadores: Reinaldo Calixto de Campos e Rachel Ann Hauser Davis 1. Introdução Peixes são reconhecidos como animais bioindicadores,

Leia mais

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano DNA A molécula da vida Prof. Biel Série: 9º ano DNA FINGER-PRINTING A expressão DNA "Finger-Print" (ou Impressões Genéticas) designa uma técnica de separação de segmentos de DNA que permite a identificação

Leia mais

Cromatografia em Camada Delgada (CCD) ou Thin Layer Chromatography (TLC)

Cromatografia em Camada Delgada (CCD) ou Thin Layer Chromatography (TLC) Material disponível no site http://www.ufsm.br/larp Cromatografia em Camada Delgada (CCD) ou Thin Layer Chromatography (TLC) Prof. Renato Zanella (UFSM) A cromatografia em camada delgada é outra forma

Leia mais

ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO CLÍNICO

ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO CLÍNICO ÁGUA REAGENTE NO LABORATÓRIO RIO CLÍNICO Água reagente no laboratório rio clínico Água de grau reagente (água( pura); Processos de purificação: destilação e deionização (+ usado atualmente). Especificações

Leia mais

Técnicas de isolamento de organelos

Técnicas de isolamento de organelos Técnicas de isolamento de organelos Estudo de processos metabólicos Fraccionamento celular e isolamento de organelos ou partículas 1 Estrutura duma célula animal Estrutura duma célula vegetal 2 Organelos

Leia mais

Aspectos peculiares da leucemia em crianças com Síndrome de Down

Aspectos peculiares da leucemia em crianças com Síndrome de Down Universidade Federal De Minas Gerais Instituto De Ciências Biológicas Departamento de Bioquímica e Imunologia Projeto de Biologia Molecular Aspectos peculiares da leucemia em crianças com Síndrome de Down

Leia mais

UAB/UFABC Química Divertida. Propriedades do sabão. OBJETIVO: Este experimento tem como objetivo a preparação de um sabão simples.

UAB/UFABC Química Divertida. Propriedades do sabão. OBJETIVO: Este experimento tem como objetivo a preparação de um sabão simples. 1 UAB/UFABC Química Divertida Propriedades do sabão OBJETIVO: Este experimento tem como objetivo a preparação de um sabão simples. TAREFAS A SEREM ENTREGUES!!!! Preste bem a atenção!!!!! Você deverá responder

Leia mais

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Área de Ciências da Saúde Curso de Medicina Módulo: Saúde do Adulto e Idoso II GENÉTICA HUMANA Professora: Dra. Juliana Schmidt REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) A molécula de DNA é um longo polímero

Leia mais

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO

Professor Fernando Stuchi M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO M ETABOLISMO DE C ONSTRUÇÃO P ROTEÍNAS P ROPRIEDADE BÁSICA São grandes moléculas (macromoléculas) constituídas por aminoácidos, através de ligações peptídicas. É o composto orgânico mais abundante no corpo

Leia mais

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS Aula 1 - Introdução a Cromatografia Profa. Daniele Adão DEFINIÇÃO Conjunto de técnicas de separação cujo princípio depende da distribuição diferenciada dos componentes de uma mistura

Leia mais

QUÍMICA TECNOLÓGICA I

QUÍMICA TECNOLÓGICA I Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Bacharelado em Ciência e Tecnologia Diamantina - MG QUÍMICA TECNOLÓGICA I Prof a. Dr a. Flaviana Tavares Vieira flaviana.tavares@ufvjm.edu.br Alquimia

Leia mais

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE Introdução a Analise Química - II sem/2013 Profa Ma Auxiliadora - 1 Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Disciplina QUIO94 - Introdução à Análise Química

Leia mais

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia.

Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. POP n.º: I70 Página 1 de 5 1. Sinonímia Teste rápido Anti-, VIKIA Biomeriéux. 2. Aplicabilidade Aos bioquímicos, técnicos de laboratório e estagiários do setor de imunologia e hematologia. 3. Aplicação

Leia mais

ELETROSTÁTICA 214EE. Figura 1

ELETROSTÁTICA 214EE. Figura 1 1 T E O R I A 1. CARGA ELÉTRICA A carga elétrica é uma propriedade física inerente aos prótons e elétrons (os nêutrons não possuem esta propriedade) que confere a eles a capacidade de interação mútua.

Leia mais

Helena Campos (Engenharia Química)

Helena Campos (Engenharia Química) Tipos de água Laboratorial e suas aplicações Helena Campos (Engenharia Química) 28 de Setembro de 2010 Principais contaminantes da água Particulas Suspensas: Sílica (SiO 2 ) Resíduos das tubagens Matéria

Leia mais

Ajustar o ph para 7,4. Filtrar o meio em 0,22 µm no fluxo e depois acrescentar o antibiótico/antimicótico. Armazenar de 2ºC a 8ºC.

Ajustar o ph para 7,4. Filtrar o meio em 0,22 µm no fluxo e depois acrescentar o antibiótico/antimicótico. Armazenar de 2ºC a 8ºC. ANEXO I - SOLUÇÕES A Para expansão dos hibridomas Meio de cultura (solução-estoque) Meio RPMI - Roswell Park Memorial 10,4 g Institute (Gibco, Invitrogen) NaHCO 3 2 g HEPES 4,68 g Antibiótico/antimicótico

Leia mais

PCR. Transiluminador * Cubas de Eletroforese * Características

PCR. Transiluminador * Cubas de Eletroforese * Características PCR PCR A PCR - reação em cadeia da polimerase - é uma técnica de biologia molecular que permite a replicação in vitro do DNA de maneira eficiente, utilizando amostras que podem ser amplificadas milhões

Leia mais

ELETROFORESE DE ÁCIDOS NUCLÉICOS: UMA PRÁTICA PARA O ENSINO DE GENÉTICA

ELETROFORESE DE ÁCIDOS NUCLÉICOS: UMA PRÁTICA PARA O ENSINO DE GENÉTICA ISSN 1980-3540 03.01, 43-48 (2008) www.sbg.org.br ELETROFORESE DE ÁCIDOS NUCLÉICOS: UMA PRÁTICA PARA O ENSINO DE GENÉTICA Emanuel Ricardo Monteiro Martinez 1, Luiz Ricardo de Souza Paiva 1 Autor para correspondência:

Leia mais

Água e Solução Tampão

Água e Solução Tampão União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Água e Solução Tampão Prof. Dra. Narlize Silva Lira Cavalcante Fevereiro /2015 Água A água é a substância

Leia mais

PCR. Transiluminador * Características

PCR. Transiluminador * Características PCR PCR A PCR - reação em cadeia da polimerase - é uma técnica de biologia molecular que permite a replicação in vitro do DNA de maneira eficiente, utilizando amostras que podem ser amplificadas milhões

Leia mais

http://www.quimica.net/emiliano 1

http://www.quimica.net/emiliano 1 Resolução da Prova de Química Vestibular Verão UPF 2004 Professor Emiliano hemello www.quimica.net/emiliano emiliano@quimica.net Questões Resolução: B Resoluções Em 1875, rookes colocou gases muito rarefeitos

Leia mais

EXTRAÇÃO DE DNA (2) A EXTRAÇÃO DE DNA A PRÁTICA NO LABORATÓRIO DE ENSINO BIBLIOGRAFIA

EXTRAÇÃO DE DNA (2) A EXTRAÇÃO DE DNA A PRÁTICA NO LABORATÓRIO DE ENSINO BIBLIOGRAFIA EXTRAÇÃO DE DNA (2) A EXTRAÇÃO DE DNA Muitas pesquisas de Biologia Molecular começam com a extração de ácidos nucleicos. A lise celular libera as moléculas em uma fase aquosa que é separada dos restos

Leia mais

EXTRAÇÃO DE DNA (3) A EXTRAÇÃO DE DNA A PRÁTICA NO LABORATÓRIO DE ENSINO BIBLIOGRAFIA

EXTRAÇÃO DE DNA (3) A EXTRAÇÃO DE DNA A PRÁTICA NO LABORATÓRIO DE ENSINO BIBLIOGRAFIA EXTRAÇÃO DE DNA (3) A EXTRAÇÃO DE DNA Muitas pesquisas de Biologia Molecular começam com a extração de ácidos nucleicos. A lise celular libera as moléculas em uma fase aquosa que é separada dos restos

Leia mais

The Chemistry of Haircolor

The Chemistry of Haircolor The Chemistry of Haircolor John Halal Honors Beauty College 9725 Crosspoint Commons Indianapolis, IN 46256 317.841.6085 john1@honorsbeautycollege.com Não sobrou muito cabelo para mim, mas meu shampoo especial

Leia mais

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida

Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Ficha de trabalho de Biologia - 12º Ano Fermentação e actividade enzimática Nome: N º: Turma: Data: 1. A figura 1 representa um tipo de fermentação. Figura

Leia mais

TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS

TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS Técnicas cromatográficas Termo cromatografia são atribuídos ao botânico Mikhael Tswett, em 1906. Chrom cor Graphe escrever Reed (Inglaterra) e Day (EUA) Petróleo Época Moderna

Leia mais