CONTRA O EMPIRISMO DE QUINE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONTRA O EMPIRISMO DE QUINE"

Transcrição

1 DAVIDSON CONTRA O EMPIRISMO DE QUINE Guilherme José Afonso de Carvalho Mestrado Universidade e São Judas Tadeu Bolsista CAPES INTRODUÇÃO É possível dizer que Quine avalia seu próprio empirismo positivamente, pois o enxerga como um processoso dado ao longo da história da filosofia que procurou rejeitar posições que separassem a investigação do conhecimento natural al da experiência sensível 506. Com a intenção de não aceitar teses não-empiristas acerca da natureza do conhecimento, é sabido que Quine desferiu um ataque contra o que ele chamou de Dois Dogmas do Empirismo. O primeiro, o de que exista qualqueruer distinção clara entre enunciados analíticos e enunciados sintéticos. O segundo, esposado pelos empiristas lógicos, cuja tese sustentava que todos os enunciados que possuíssem sentido, seriam de alguma a forma, redutíveis e verificáveis diretamente na experiência sensível. Contra o primeiro dogma, Quine negou que exista alguma a separação entre enunciados com conteúdo empírico, os sintéticos, e enunciados de valor nulo, os analíticos, pois defendeu que nenhum enunciado tem seu significado separado da experiência. Contra o segundo, sustentou seu holismo: a teoria de que somente é possível determinar o significado de uma frase quando ela é tomada no conjunto em que está inserida, nunca isoladamente. Somente dentro da totalidade de um sistema de crenças é que se pode determinar o significado empírico de uma frase. Como conseqüência, defendeu que a epistemologia, deveria ser naturalizada, dizendo com isso, que o projeto de fundamentar o conhecimento em bases anteriores a observação empírica deveria ser abandonado. Ao contrário, a epistemologia se ocuparia, juntamente com a psicologia empírica, de explicar apenas como o conhecimento é adquirido. Portanto, a filosofia não seria mais encarada como filosofia primeira, e, portanto, atuaria no mesmo patamar que o da ciência natural. Assim, neste movimento de depuração do empirismo, Quine preservou as doutrinas fundamentais do empirismo, a saber: (...) que qualquer prova que exista para a ciência é a prova sensível (sensory evidence) (...), e que toda inculcação dos 506 Cf. Quine, 1981, pp PPG-Fil - UFSCar

2 significados das palavras, repousam, em última análise, na prova sensível (QUINE, 1969, p. 75). O EMPIRISMO DE QUINE Dado que, para Quine, a atividade filosófica é indissociável do conhecimento natural, e, portanto, a investigação acerca do conhecimento do mundo se dá juntamente com as ciências, o empirismo naturalizado de Quine procura construir uma teoria da prova sensível adequada a fim de estabelecer como esta se relaciona com a formulação de uma teoria científica, pois deseja explicar como apenas a partir das nossas estimulações sensoriais, chegamos a uma teoria do mundo. Contudo, uma vez que não se pode entender este processo de um ponto de vista externo, o homem se torna objeto do próprio mundo a ser estudado. Por isso, Quine tantas vezes nos fala da ciência empírica como aquela que descreve o conhecimento do sujeito humano por meio das radiações das superfícies nervosas, ou ainda, do disparo dos receptores sensíveis que este recebe. A ciência, portanto, to, é aquela que nos dá uma descrição do mundo externo que embora seja falível e passível de revisão, constitui-se como um aparato conceitual de investigação, tal como Quine nota: Nós podemos investigar o mundo, e o homem como parte dele, e, assim, descobrir quais pistas ele teria do que se passa a sua volta. Subtraindo suas pistas de sua visão de mundo, nós obtemos a rede de contribuição do homem como a diferença. Essa diferença marca o registro da soberania conceitual do homem o domínio dentro do qual nós podemos revisar a teoria, enquanto guardamos os dados (QUINE, 1960, p. 5) Uma vez que a ciência com seu esquema conceitual faz predições sobre o mundo, ela enfrenta, no jargão de Quine, o tribunal da experiência, onde é possível verificar a verdade daquilo que uma teoria diz que existe 507, pois, com efeito, o trabalho científico, na visão de Quine, consiste em lançar hipóteses e postulações, onde, posteriormente, serão verificadas empiricamente de maneira holística. Contudo, para que se possa chegar ao nível de abstração e generalidade de uma teoria científica, iniciamos nossa jornada quando somos incitados a responder aos estímulos sensíveis, como, o, por exemplo, aprendendo o significado das palavras por ostensão, isto é, pelo mero apontar de um objeto. Por isso, Quine entende que as estimulações sensíveis de um indivíduo, o levam a proferir assentimento ou dissentimento sobre determinado estímulo concorrente, como, por exemplo: Está 507 Não entrarei no tratamento do aspecto ontológico o qual Quine dá as entidades que compõem uma teoria. Sobre isso, cf. On what there is, 1951, pp PPG-Fil - UFSCar

3 chovendo, Está calor, Mamãe e etc. Isto é o que Quine chamou de frase observacional 508 : se indagar uma frase provoca assentimento de um dado falante na ocasião, isto provocará da mesma forma assentimento em qualqueruer outra ocasião quando o mesmo conjunto total de receptores é acionado, e da mesma forma vale para o dissentimento (QUINE, 1981, p.25). Neste sentido, as frases observacionais são parte constitutivaiva do empirismo quineano, pois Quine as entende como fonte primária do conteúdo empírico, sendo o que torna possível passarmos, gradativamente, da frase observacional à teoria científica 509. ESTÍMULO PROXIMAL VERSUS DISTAL Davidson travou com Quine uma discussão acerca da localização do estímulo sensível, ou seja, dentro da cadeia causal que liga um indivíduo a um evento no mundo, onde, precisamente, a estimulação sensível estaria? Para Quine, novamente, nos receptores sensíveis. Para a Davidson, no objeto ou evento em questão. Respectivamente, estas duas teorias conflitantes que buscam determinar o local do estímulo sensível, e, conseqüentemente, da prova sensível, foram chamadas de teoria proximal e teoria distal. Para Davidson, não há problemas em reconhecer o papel do estímulo proximal existente dentro da cadeia que causalmente liga os indivíduos aos objetos no mundo, pois apenas se está reconhecendo o mero papel que os sentidos desempenham, funcionando como um intermediário entre os objetos e nossos pensamentos. Contudo, Davidson critica a formulação empirista de Quine de basear todo o o conhecimento somente no estímulo sensível e, sobretudo de defender a estimulação sensível como toda a fonte de conhecimento possível. Ora, a crítica de Davidson a estimulação sensível de Quine, encontra-se também na mesma raiz da crítica de Davidson a tradição empirista. Pois, para Davidson, o empirismo supervaloriza o fato dos sentidos intermediarem a relação do sujeito com o mundo, e, além disso, de tratar este fato com o estatuto de primado epistemológico: Empirismo, como outros ismos, nós podemos definir como quisermos, mas eu levo em consideração não apenas a afirmação pálida que todo o 508 Cabe notar que esta definição de frase observacional pode ser considerada a mais recente, pois ao longo dos anos, Quine veio alterando a definição de frase observacional, devido a críticas e sugestões recebidas. Fiz uso desta que está no Theories and Things, pois Davidson partirá desta definição para fazer sua crítica. 509 Não me ocuparei aqui das diversas categorizações de que Quine faz uso para explicar a frase observacional, tais como: observacional categórico, frases ocasionais, pois, para um correto entendimento da crítica de Davidson, será necessária a explicitação apenas das noções de frase observacional e frase teórica PPG-Fil - UFSCar

4 conhecimento do mundo vem por meio da ação dos sentidos, mas também a convicção de que esse fato é de importância epistemológica de primeira ordem. A afirmação pálida meramente reconhece o óbvio papel causal dos sentidos ao mediarem os objetos e eventos no mundo e nossos pensamentos e fala sobre eles3. (DAVIDSON, 1990, pp. 68-9). Portanto, se os sentidos, ou ainda a estimulação sensível el quineana, são intermediários epistêmicos entre o sujeito e o mundo, de fato, para Davidson, o empirismo de Quine leva ao ceticismo, sobretudo ao ceticismo sobre os sentidos, uma vez que a abordagem proximal de Quine do conhecimento não garante que o mundo seja igualmente e inteiramente apreendido pelas estimulações sensíveis que o indivíduo sofre. Usando o próprio exemplo de Davidson, pode ocorrer que uma pessoa, ao ver um javali trotando, tem os padrões de estimulação de ver um coelho, e, portanto, é instada a proferir a frase observacional Gavagai!, consequentemente, o intérprete traduzirá Gavagai por Coelho. Portanto, as estimulações sensíveis podem, ocasionalmente, levar um indivíduo a obter crenças equivocadas, e no limite, a interpretar o mundo de maneira completamente diferente do que de fato é. Com efeito, Davidson não aceita nenhuma explicação do conhecimento que leve ao ceticismo, ou que não dê uma reposta à questão cética. Assim, Davidson, uma vez que rejeita a teoria proximal de Quine, tratará, agora, de expor sua teoria distal como uma resposta ao espaço para o ceticismo que Quine deixou, propondo a eliminação de qualquer intermediário entre o sujeito e o mundo. A teoria distal de Davidson entende que a prova sensível el está localizada diretamente no objeto, e por meio das seqüências causais que o falante e o intérprete 510 dividem, chega-se as formações de crenças e pensamentos. Davidson enfatiza, portanto, o aspecto causal do conhecimento, mostrando, assim, que o conhecimento ocorre quando compartilhamos causas comuns com os objetos e com o intérprete em questão: A teoria de distal, por outro lado, depende primariamente de causas compartilhadas que são salientes para falante e intérprete, aprendiz e professor. Significados são compartilhados quando eventos idênticos, objetos ou situações causam ou causariam assentimento ou dissentimento (DAVIDSON, 1990, p. 73). Assim, a teoria distal de Davidson retrata a dependência do aspecto essencialmente intersubjetivo do aprendizado dos significados. Diferentemente de Quine, que alia o significado com o conceito de prova sensível. Nesse sentido, quando Quine trata da estimulação sensível de um indivíduo particular, que recebe a radiação dos raios de luz e estas entram em contato com seus 510 Trato dos termos intérprete te e falante, pois são termos fundamentais da visão externalista de Davidson, que se posiciona inteiramente contrária a perspectiva de primeira pessoa do conhecimento PPG-Fil - UFSCar

5 receptores sensíveis que, finalmente, geram as informações que o indivíduo adquire e o fazem responder dando assentimento ou dissentimento às estimulações, es, para Davidson, Quine trata, portanto, o conhecimento em uma perspectiva cartesiana, pois, considera o indivíduo isolado apenas com suas estimulações, sem o situar em um mundo em que compartilha crenças e linguagem com um intérprete. BIBLIOGRAFIA BARRETT, Robert & GIBSON, Roger. Perspectives on Quine.. Oxford, Blackwell, DAVIDSON, D. Mente, Mundo y Acción, trad. Carlos Moya, Buenos Aires: Ediciones Paidós, DAVIDSON, Donald. Inquires into Truth and Interpretation.. Oxford: Clarendon Press, Subjective, Intersubjective, Objective. Oxford: Clarendon Press, Truth, Language and History, Objective, Oxford, Clarendon Press, SMITH, P. J. Davidson para além do ceticismo. In: Silva Filho, W. e Smith, P. J.. (Org.). Davidson e a filosofia. São Paulo: Loyola, 2005, p QUINE, W. V. From a Logical Point of View, Cambridge, Mass., Harvard University, Word and Object. Cambridge: MIT Press, Ontological Relativity and Other Essays. New York: Columbia University, Press, s, Theories and Things. Cambridge: Harvard University, Pursuit of Truth. Cambridge, Mass: Harvard University Press, PPG-Fil - UFSCar

Possibilidade relativa

Possibilidade relativa Page 1 of 7 criticanarede.com ISSN 1749-8457 30 de Setembro de 2003 Metafísica e lógica filosófica Possibilidade relativa Três concepções Desidério Murcho Segundo a concepção de Bob Hale (1997) e Ian McFetridge

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA MESTRADO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA MESTRADO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA MESTRADO LAURA PATRÍCIO DE ARRUDA INTERPRETAÇÃO RADICAL E PRINCÍPIO

Leia mais

Título: Observações introdutórias sobre os paradoxos sorites e o fenômeno da vagueza na linguagem natural

Título: Observações introdutórias sobre os paradoxos sorites e o fenômeno da vagueza na linguagem natural Título: Observações introdutórias sobre os paradoxos sorites e o fenômeno da vagueza na linguagem natural Conceitos-chaves: Paradoxo sorites, Vagueza, Casos-fronteira, Teoria Epistêmica. 1. Introdução

Leia mais

RAFAEL RIBEIRO SILVA PROJETO DE PESQUISA Linha de Pesquisa: Metafísica e Epistemologia

RAFAEL RIBEIRO SILVA PROJETO DE PESQUISA Linha de Pesquisa: Metafísica e Epistemologia RAFAEL RIBEIRO SILVA PROJETO DE PESQUISA Linha de Pesquisa: Metafísica e Epistemologia Salvador 2010 RAFAEL RIBEIRO SILVA ASCE SÃO SEMÂ TICA E O PRI CÍPIO DO CO TEXTO A OBRA DE MICHAEL DUMMETT Salvador

Leia mais

Como saber se a comunicação verbal é bem sucedida?

Como saber se a comunicação verbal é bem sucedida? Como saber se a comunicação verbal é bem sucedida? Referências: Davidson, Donald, A nice derangement of epitaphs, in Martinich, A. P. (ed.), The Philosophy of Language, Oxford, Oxford University Press,

Leia mais

Palavras-chaves: paradoxos sorites; vagueza; ambiguidade; relatividade; teoria epistêmica.

Palavras-chaves: paradoxos sorites; vagueza; ambiguidade; relatividade; teoria epistêmica. OBSERVAÇÕES INTRODUTÓRIAS SOBRE OS PARADOXOS SORITES E O FENÔMENO DA VAGUEZA NA LINGUAGEM NATURAL Eduardo Dayrell de Andrade Goulart Universidade Federal de Minas Gerais Resumo: O objetivo deste artigo

Leia mais

O suposto intelectualismo coerentista: diferenciando níveis de conhecimento para não retornar ao mito do dado

O suposto intelectualismo coerentista: diferenciando níveis de conhecimento para não retornar ao mito do dado O suposto intelectualismo coerentista: diferenciando níveis de conhecimento para não retornar ao mito do dado Jonatan W. Daniel 1 Introdução A rejeição ao que Sellars chamou mito do dado conduz à concepção

Leia mais

SABER ESTUDAR: Estuda num local que favoreça a concentração e que seja sossegado. Não estudes com televisão ligada.

SABER ESTUDAR: Estuda num local que favoreça a concentração e que seja sossegado. Não estudes com televisão ligada. SABER ESTUDAR: 1. CONDIÇÕES FÍSICAS E PSICOLÓGICAS Estudar é uma actividade que se aprende, tal como se aprende a nadar ou a andar de bicicleta. Claro que nestas situações o treino é fundamental! Existem

Leia mais

Validório, Valéria Cristiane 1

Validório, Valéria Cristiane 1 A INTERAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva sociocultural Validório, Valéria Cristiane 1 RESUMO As relações sociais entre o indivíduo e o mundo exterior desenvolvem-se por meio de um processo

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

Arthur Araújo Universidade Federal de Goiás arthur@fchf.ufg.br

Arthur Araújo Universidade Federal de Goiás arthur@fchf.ufg.br O PROBLEMA DAS REPRESENTAÇÕES MENTAIS E ALGUMAS TENTATIVAS DE SOLUÇÃO 1 Arthur Araújo Universidade Federal de Goiás arthur@fchf.ufg.br RESUMO: O problema das representações mentais tem sido alvo de várias

Leia mais

O argumento de Kripke contra o materialismo identitativo particular-particular

O argumento de Kripke contra o materialismo identitativo particular-particular Universidade Clássica de Lisboa Faculdade de Letras Departamento Filosofia Mestrado SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO I Ano lectivo 2004-2005 O argumento de Kripke contra o materialismo identitativo particular-particular

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo.

IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. IACR ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL PARA O REALISMO CRÍTICO XII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL da IACR Texto de Priscila Silva Araújo. Rorty e o realismo como instrumento da emancipação humana Alguns filósofos 1

Leia mais

Contextualismo e anti-contextualismo

Contextualismo e anti-contextualismo Contextualismo e anti-contextualismo Referências: Cappelen, Herman, and Lepore, Ernie, Insensitive Semantics, Oxford, Blackwell, 2005. Kaplan, David, Demonstratives, in Almog, J., Perry, J., and Wettstein,

Leia mais

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica)

Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) GRUPO PAIDÉIA FE/UNICAMP Linha: Episteduc Coordenador: Prof. Dr. Silvio Sánchez Gamboa Orientações para a elaboração dos projetos de pesquisa (Iniciação científica) Os projetos de pesquisa se caracterizam

Leia mais

Austin: dizer é fazer

Austin: dizer é fazer Austin: dizer é fazer Referências: Austin, John L., How to do Things with Words, Oxford, Oxford University Press, 1975. Rodrigues, Adriano, A Partitura Invisível, Lisboa, Colibri, 2001. Searle, John, Speech

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Fundamentos metodológicos da teoria piagetiana: uma psicologia em função de uma epistemologia Rafael dos Reis Ferreira Universidade Estadual Paulista (UNESP)/Programa de Pós-Graduação em Filosofia FAPESP

Leia mais

Thought s Footing: Themes in Wittgenstein s Philosophical Investigations, by Charles Travis. Oxford: Oxford University Press, 2006, 240 pp, 30.00.

Thought s Footing: Themes in Wittgenstein s Philosophical Investigations, by Charles Travis. Oxford: Oxford University Press, 2006, 240 pp, 30.00. 146 It would be no surprise for those familiar with Peacocke s work to learn that this is a difficult and challenging book; it is difficult to follow, sometimes obscure, full of new technical jargon and

Leia mais

A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS

A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS A MODELAÇÃO DE LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS O ESPÍRITO HUMANO PROCURA LEIS E TEORIAS CIENTÍFICAS AO MENOS POR DOIS MOTIVOS Porque lhe dão um certo tipo de compreensão do real Porque lhe oferecem esquemas

Leia mais

CIÊNCIA => METODOLOGIA => METODOS (processos e técnicas) => Conhecer, agir e intervir na realidade.

CIÊNCIA => METODOLOGIA => METODOS (processos e técnicas) => Conhecer, agir e intervir na realidade. O QUE É Metodologia Científica, como disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA Confere os caminhos necessários para o auto-aprendizado através da qual o aluno é sujeito do processo, deve aprender a pesquisar

Leia mais

Grice, o que é dito e o que é comunicado

Grice, o que é dito e o que é comunicado Grice, o que é dito e o que é comunicado Referências: Grice, Paul, Logic and conversation, in Studies in the Way of Words, Cambridge (Mas.), Harvard University Press, 1989, pp 22-40. Grice, Paul, Meaning,

Leia mais

A Sociologia de ÉMILE DÜRKHEIM (1858 1917)

A Sociologia de ÉMILE DÜRKHEIM (1858 1917) A Sociologia de ÉMILE DÜRKHEIM (1858 1917) Instituto de Filosofia, Sociologia e Política Disciplina: Fundamentos de Sociologia Prof. Francisco E. B. Vargas Pelotas, abril de 2015 I CONCEPÇÃO DE CIÊNCIA

Leia mais

DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS

DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS 1 DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS Marcela Ferreira Marques (Universidade Federal de Goiás) Introdução Cada professor

Leia mais

Líder: Prof. Dr. Adriano Naves de Brito http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0009701ipzbkr1

Líder: Prof. Dr. Adriano Naves de Brito http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=0009701ipzbkr1 Bolsas Prosup - Capes O PPG Filosofia da Unisinos oferecerá até quatro vagas para bolsistas Prosup-Capes para doutorandos nas seguintes condições: gratuidade institucional para o curso, recursos pagos

Leia mais

filosofia contemporânea

filosofia contemporânea filosofia contemporânea carlos joão correia 2014-2015 1ºSemestre John Perry Um amnésico, de nome Rudolf Lingens, perde-se na biblioteca da [Universidade] de Stanford. Lê várias coisas na biblioteca, incluindo

Leia mais

Inferência da melhor explicação: Peter Lipton e o debate realismo/anti-realismo

Inferência da melhor explicação: Peter Lipton e o debate realismo/anti-realismo Inferência da melhor explicação: Peter Lipton e o debate realismo/anti-realismo Marcos Rodrigues da Silva * Apresentação de Tradução Introdução. Peter Lipton (1954-2007) foi um dos mais atuantes filósofos

Leia mais

Tipos de Resumo. Resumo Indicativo ou Descritivo. Resumo Informativo ou Analítico

Tipos de Resumo. Resumo Indicativo ou Descritivo. Resumo Informativo ou Analítico Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Isto significa reduzir a termos breves e precisos a parte essencial de um tema. Saber fazer um bom resumo é fundamental no percurso

Leia mais

Etapas da construção de um projeto de pesquisa

Etapas da construção de um projeto de pesquisa Etapas da construção de um projeto de Primeiro passo: escolha do tema Consiste na descrição do objeto de estudo, evidenciando qual a pretendida. O dor deve levar em conta sua formação e/ou experiência

Leia mais

AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO

AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul AUTONOMIA NA APRENDIZAGEM DE LÍNGUA NO CONTEXTO ACADÊMICO Gustavo Bueno FRANZ Bolsista UCPEL Wagner Roberto Nolasco SOUZA BIC/UCPel

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Elaboração de Projetos PROJETO DE PESQUISA FERNANDO DOMINGO ZINGER

Elaboração de Projetos PROJETO DE PESQUISA FERNANDO DOMINGO ZINGER Elaboração de Projetos PROJETO DE PESQUISA FERNANDO DOMINGO ZINGER Metodologia Científica Projeto de Pesquisa Orientações Gerais Projeto de pesquisa Questões a responder o que fazer? formulação do problema,

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

Palavras-chave: Ensino de Biologia, Contextualização, História e Filosofia da Ciência, Ensino.

Palavras-chave: Ensino de Biologia, Contextualização, História e Filosofia da Ciência, Ensino. AS DIFICULDADES DA CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA NO ENSINO DE BIOLOGIA Vânia Darlene Rampazzo Bachega Oliveira (Professora do Ensino Médio Público do Estado do Paraná - Londrina) Marcos Rodrigues da Silva

Leia mais

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo.

ATIVIDADE DA TUTORIA 1. Parte I: De qual/quais estratégia(s) você faz uso ao aprender inglês? Discuta com um colega e faça uma lista no espaço abaixo. ATIVIDADE DA TUTORIA 1 CURSO: CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS DISCIPLINA: Produção Oral e Escrita em Língua Inglesa I PERIODO: 3º Estratégias de Aprendizagem Parte I: De qual/quais estratégia(s)

Leia mais

Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas Campus IV. Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade.

Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas Campus IV. Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade. Universidade do Estado da Bahia UNEB Departamento de Ciências Humanas Campus IV. Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade. Disciplina - Pesquisa Aplicada à Educação I Aluno/a: Título do Projeto

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

Diversidade. Linguística. na Escola Portuguesa. Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC)

Diversidade. Linguística. na Escola Portuguesa. Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC) Diversidade Linguística na Escola Portuguesa Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC) www.iltec.pt www.dgidc.min-edu.pt www.gulbenkian.pt Actos de Fala Quadro Geral Significado e contexto

Leia mais

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em

Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em Titulo do Trabalho: Fundamentação da metodologia de pesquisa teórica em psicanálise Autor: Érico Campos RESUMO Este trabalho discute questões gerais envolvidas na leitura de textos e discursos nas ciências

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas CONSTRUINDO CONCEITOS SOBRE FAMÍLIA DE FUNÇÕES POLINOMIAL DO 1º GRAU COM USO DO WINPLOT Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação Matemática (TICEM) GT 06 MARCOS ANTONIO HELENO DUARTE Secretaria

Leia mais

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas

Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Núcleo de Informática Aplicada à Educação Universidade Estadual de Campinas Resumo Este trabalho descreve uma pesquisa piloto realizada em 1987 para analisar as condições para criação de Ambiente Logo

Leia mais

Solução de problemas em Matemática

Solução de problemas em Matemática ADAPTADO DE: ALVES, ÉRICA VALERIA; BRITO, MÁRCIA REGINA FERREIRA. ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A SOLUÇÃO DE PROBLEMAS. ANAIS DO VII EBRAPEM: ENCONTRO BRASILEIRO DE ESTUDANTES DE PÓS- GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza

Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Projeto de Pesquisa: Estrutura e natureza Após a entrega do exercício D (folha síntese do projeto de pesquisa, vamos rever o projeto de pesquisa e a introdução da tese. Após a aula, além do exercício D

Leia mais

Direitos dos povos e comunidades tradicionais na Constituição Federal como direitos fundamentais

Direitos dos povos e comunidades tradicionais na Constituição Federal como direitos fundamentais Direitos dos povos e comunidades tradicionais na Constituição Federal como direitos fundamentais Paulo Gilberto Cogo Leivas Procurador Regional da República. Mestre e Doutor em Direito pela UFRGS. Coordenador

Leia mais

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com

Metodologia Científica Aula 1. Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Metodologia Científica Aula 1 Prof.ª Ma. Ana Paula Diniz E-mail: anapauladinizb@hotmail.com Bibliografia: http://pesquisaemeducacaoufrgs.pbworks. com/w/file/fetch/64878127/willian%20cost a%20rodrigues_metodologia_cientifica

Leia mais

Construção de Teorias em Engenharia de Software

Construção de Teorias em Engenharia de Software Construção de Teorias em Engenharia de Software Métodos de Pesquisa Experimental em Engenharia de Software 1 Construção de Teorias Deve começar o mais cedo possível no processo de investigação. Teorias

Leia mais

EPISTEMOLOGIA E CIÊNCIA EM MARKETING

EPISTEMOLOGIA E CIÊNCIA EM MARKETING EPISTEMOLOGIA E CIÊNCIA EM MARKETING Cassio Sclovsky Grinberg 1. Introdução: Diversas disciplinas enfrentam questões acerca do verdadeiro caráter científico por elas incorporado. Algumas disciplinas vem

Leia mais

FLUXOGRAMA DA PESQUISA

FLUXOGRAMA DA PESQUISA FLUXOGRAMA DA PESQUISA Desde a preparação até a apresentação de um relatório de pesquisa estão envolvidas diferentes etapas. Algumas delas são concomitantes; outras são interpostas. O fluxo que ora se

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO DE DISCIPLINA / CRÉDITO RESUMO INTRODUTÓRIO

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO DE DISCIPLINA / CRÉDITO RESUMO INTRODUTÓRIO ORGANIZAÇÃO DO ENSINO DE DISCIPLINA / CRÉDITO RESUMO INTRODUTÓRIO Roberto Leal Lobo e Silva Filho A organização do ensino de uma disciplina específica dentro de um currículo de graduação vai depender,

Leia mais

A SALA DE AULA NO ENSINO DE MATEMÁTICA: FILOSOFIA E PRÁTICA

A SALA DE AULA NO ENSINO DE MATEMÁTICA: FILOSOFIA E PRÁTICA A SALA DE AULA NO ENSINO DE MATEMÁTICA: FILOSOFIA E PRÁTICA Luciane de Paiva Moura Coutinho Doutora HCTE/UFRJ lucianepmoura@gmail.com Ricardo Silva Kubrusly Professor HCTE/UFRJ riskuby@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça. Metodologia Científica

Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça. Metodologia Científica Projeto de Graduação 1 Prof. Fabiano Dorça Metodologia Científica Metodologia Científica Conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para formular e resolver problemas de aquisição

Leia mais

Os Usos da Literacia Estatística

Os Usos da Literacia Estatística Os Usos da Literacia Estatística Professora Janet Ainley School of Education University of Leicester Turning Data into Knowledge, June 2015 Os banhistas nesta área correm um risco de ataque de tubarão

Leia mais

NARCIZO, Makchwell Coimbra; BERBERT JUNIOR, Carlos Oiti.

NARCIZO, Makchwell Coimbra; BERBERT JUNIOR, Carlos Oiti. A negação do holocausto vista à luz da Teoria da História: Uma análise dos trabalhos negacionistas enquanto História e suas conseqüências para a epistemologia. (De Rassinier ao Historical Review). NARCIZO,

Leia mais

Uma Hipótese Empírica para o Problema Mente-Corpo

Uma Hipótese Empírica para o Problema Mente-Corpo Uma Hipótese Empírica para o Problema Mente-Corpo Este texto é uma síntese da posição de Thomas Nagel da hipótese empírica da necessidade da identidade entre estados mentais e estado cerebrais. Se a aparência

Leia mais

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS

BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS BAKHTIN E AS IDENTIDADES SOCIAIS: UMA POSSÍVEL CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS Petrilson Alan Pinheiro (petrilsonpinheiro@yahoo.com.br petripinheiro@yahoo.com) RESUMO O grande interesse por questões acerca das

Leia mais

Aula 3 30/03/15. Plano da aula. Burocracias. O texto da oficina! Burocracias Formação de bancas Defesa do TCC. Entrega dos sumários

Aula 3 30/03/15. Plano da aula. Burocracias. O texto da oficina! Burocracias Formação de bancas Defesa do TCC. Entrega dos sumários Aula 3 Ritual de defesa Plano da aula O texto da oficina! Burocracias Formação de bancas Burocracias Entrega dos sumários Entrega dos documentos de aceite dos orientadores 1 Do ponto de vista da estrutura

Leia mais

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA

GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA GRAMÁTICA E MODALIDADE UMA ANÁLISE DE VERBOS MODAIS EM DUAS GRAMÁTICAS DE LÍNGUA INGLESA Camila Nunes de Souza 1 Grande parte das gramáticas apresenta os verbos modais como unidades, fragmentando, definindo

Leia mais

Curso de Sustentabilidade em Projetos Culturais.

Curso de Sustentabilidade em Projetos Culturais. Curso de Sustentabilidade em Projetos Culturais. Sustentabilidade em Projetos Culturais: Criação e Dinamização de Redes e Mobilização de Recursos para a Cultura. 1 Diogo Reyes da Costa Silva. 2 Apresentação:

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO: UM ESTUDO SOBRE DADOS QUANTITATIVOS DE UMA PESQUISA José Fernando Fernandes Pereira Universidade Cruzeiro do Sul jnandopereira@gmail.com Resumo: O presente texto

Leia mais

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão.

dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. dóxa e epistéme. sensível e inteligível. fé e razaão. Senso comum... aranha caranguejeira ou aranha-marrom? Epistemologia Moderna e Contemporânea EPISTEMOLOGIA investiga o conhecimento. limites. possibilidades.

Leia mais

O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS

O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS O DISCURSO EXPOSITIVO ESCRITO NO ENSINO FUNDAMENTAL. UM ENFOQUE COGNITIVISTA E SEUS DESDOBRAMENTOS DIDÁTICOS Luís Passeggi Universidade Federal do Rio Grande do Norte RESUMO: Propomos uma análise do discurso

Leia mais

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA

A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA A ORALIZAÇÃO COMO MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA EM SALA DE AULA. AÇÕES DO PIBID/CAPES UFG (SUBPROJETO: LETRAS: PORTUGUÊS) NO COLÉGIO ESTADUAL LYCEU DE GOIÂNIA Bolsistas: SILVA, Danila L.; VAZ, Paula R. de Sena.;

Leia mais

Metodologia Científica

Metodologia Científica Metodologia Científica Prof. William Costa Rodrigues FAETEC/IST Paracambi 2007 Metodologia Científica: Conceitos e Definições É um conjunto de abordagens, técnicas e processos utilizados pela ciência para

Leia mais

DLIS. Método para Desenvolvimento. de Liderança Integrada. e Sustentável

DLIS. Método para Desenvolvimento. de Liderança Integrada. e Sustentável Verso em branco Verso em branco MÉTODO DLIS Método para Desenvolvimento de Liderança Integrada e Sustentável verso da pagina Pe r Se Rua :Tur i a s s ú,390-c j.176 Sã opa ul o-sp-cep05005000 Te l : (

Leia mais

161 FILOSOFIA Prova escrita

161 FILOSOFIA Prova escrita 161 FILOSOFIA Prova escrita PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Duração: 90 min Ano: 2013 1ª fase - Junho 10º/11º anos Grupo I Selecione a alternativa correta: 1. A diferença entre ação e acontecimento

Leia mais

Kant Uma Filosofia de Educação Atual?

Kant Uma Filosofia de Educação Atual? juliana_bel@hotmail.com O presente trabalho retoma as principais ideias sobre a pedagogia do filósofo Immanuel Kant dentro de sua Filosofia da Educação, através dos olhos de Robert B. Louden, professor

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI

Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Curso Superior de Tecnologia em BD Curso Superior de Tecnologia em DAI Fundamentos de Banco de Dados Aula 01 Introdução aos Sistemas de Bancos de Dados Introdução aos Sistemas de BD Objetivo Apresentar

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

PROGRAMA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL A preparação de um projeto de tese: indagações preliminares 1. Que conhecimento se tem sobre o estado da questão? 1.1. O que quero saber? Tema Problema geral da

Leia mais

A HERANÇA DE HUME AO PENSAMENTO TEÓRICO DE KANT Rômulo Martins Pereira 1

A HERANÇA DE HUME AO PENSAMENTO TEÓRICO DE KANT Rômulo Martins Pereira 1 A HERANÇA DE HUME AO PENSAMENTO TEÓRICO DE KANT Rômulo Martins Pereira 1 RESUMO: O presente trabalho busca apresentar em que sentido nós podemos interpretar que o caráter sintético que Kant afirma para

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Graus Académicos

CURRICULUM VITAE. Graus Académicos 1 CURRICULUM VITAE Identificação Nome: João de Deus Santos Sàágua Nascido em: 24/02/1957, Lisboa Categoria Profissional: Professor Catedrático de Ciências da Comunicação Instituição onde exerce a actividade:

Leia mais

Resenha de Justice as Fairness: a restatement de John Rawls

Resenha de Justice as Fairness: a restatement de John Rawls Resenha de Justice as Fairness: a restatement de John Rawls Maria Clara Dias Centro de Ética e Filosofia da Mente Justice as Fairness 1 é antes de mais tudo uma defesa da unidade da teoria da justiça proposta

Leia mais

PESQUISA QUALITATIVA

PESQUISA QUALITATIVA PESQUISA QUALITATIVA CONHECIMENTO É o processo pelo qual as pessoas intuem, apreendem e depois expressam. Qualquer ser humano que apreende o mundo (pensa) e exterioriza, produz conhecimento. PESQUISA É

Leia mais

Psicologia do consumo de produtos de origem animal: entendendo a mente carnista

Psicologia do consumo de produtos de origem animal: entendendo a mente carnista Psicologia do consumo de produtos de origem animal: entendendo a mente carnista George Guimarães VEDDAS Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade Há bons motivos para consumir produtos

Leia mais

Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.)

Universidade Presidente Antônio Carlos REDE DE BIBLIOTECAS ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.) ROSY MARA OLIVEIRA (ORG.) Colaboração: Dirlhê Maria Lima Pereira Bibliotecária FUPAC Itabirito ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA BARBACENA SUMÁRIO 1 PROJETO DE PESQUISA...2 1.1 Capa...2 1.2

Leia mais

Descartes e Hobbes: A questão da subjetividade como ponto de encruzilhada

Descartes e Hobbes: A questão da subjetividade como ponto de encruzilhada 177 Descartes e Hobbes: A questão da subjetividade como ponto de encruzilhada Edgard Vinícius Cacho Zanette * RESUMO Em Descartes, a ligação entre res cogitans e ser sujeito é complexa. A referência a

Leia mais

Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Situar o tema dentro do contexto geral da sua área de trabalho

Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Situar o tema dentro do contexto geral da sua área de trabalho PROJETO DE PESQUISA INTRODUÇÃO (O QUE É O TEMA?) Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver. Desenvolver genericamente o tema Anunciar a idéia básica Delimitar o foco da pesquisa

Leia mais

4º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática. 29, 30 de junho e 01 de julho de 2015

4º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática. 29, 30 de junho e 01 de julho de 2015 4º Simpósio Internacional de Pesquisa em Educação Matemática 29, 30 de junho e 01 de julho de 2015 EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E EDUCAÇÃO INFANTIL: O DESENVOLVIMENTO DE ESQUEMAS MENTAIS Paulo Meireles Barguil

Leia mais

positivismo lógico Em segundo lugar, por CONVERSÃO e depois

positivismo lógico Em segundo lugar, por CONVERSÃO e depois I 1') Nenhum dos meus filhos é gordo; 3) Todo o glutão, que seja uma das minhas crianças, é gordo; 6) Logo, nenhum glutão, que seja uma das minhas crianças, é meu filho. Em segundo lugar, por CONVERSÃO

Leia mais

A LINGUAGEM METAFÓRICA DAS CORES

A LINGUAGEM METAFÓRICA DAS CORES A LINGUAGEM METAFÓRICA DAS CORES Emilia Maria Peixoto Farias 1 Resumo A cor integra um dos domínios mais ricos da experiência diária do homem. A experiência cromática serve como fonte não somente para

Leia mais

SOCIOLOGIA. Max Weber.

SOCIOLOGIA. Max Weber. SOCIOLOGIA. Max Weber. 1 - Assinale a opção que contenha as categorias básicas da sociologia de Max Weber: a) função social, tipo ideal, mais-valia b) expropriação, compreensão, fato patológico c) ação

Leia mais

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP

Banco de Dados. Introdução. João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai. jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Banco de Dados Introdução João Eduardo Ferreira Osvaldo Kotaro Takai jef@ime.usp.br DCC-IME-USP Importância dos Bancos de Dados A competitividade das empresas depende de dados precisos e atualizados. Conforme

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010 Sartre: razão e dialética Sartre: razão e dialética Vinícius dos Santos Doutorado UFSCar Bolsista FAPESP Em 1960, Sartre publica o primeiro tomo de sua Crítica da razão dialética. O objetivo destacado da obra era conciliar o marxismo,

Leia mais

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração

Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão e Narração Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamento de História Disciplina: FLH0401 Teoria da História II Profa. Dra. Sara Albieri Título: Teoria do conhecimento histórico: Explicação, Compreensão

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento

Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento Desenvolvimento da universidade empreendedora sob a visão da criação do conhecimento Rodrigo Sant Anna Cotrim (UERJ) rscotrim@yahoo.com.br Ian Fernandes de Carvalho (UERJ) ian.carvalho@globo.com Resumo

Leia mais

A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES

A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES 1/6 A PESQUISA E SUAS CLASSIFICAÇÕES Definir o que é pesquisa; mostrar as formas clássicas de classificação das pesquisas; identificar as etapas de um planejamento de pesquisa. INTRODUÇÃO O que é pesquisa?

Leia mais

PLANO DE ENSINO DESENVOLVIMENTAL 1

PLANO DE ENSINO DESENVOLVIMENTAL 1 PLANO DE ENSINO DESENVOLVIMENTAL 1 Edslene Dias Pereira Schütz RESUMO: O trabalho pretende apresentar teorias sobre o a didática abordando assunto ressaltando a importância do plano de ensino desenvolvimental

Leia mais

Utilização de Mapas Conceituais para apresentações. Profª. Ms. Daniela Maria Cartoni

Utilização de Mapas Conceituais para apresentações. Profª. Ms. Daniela Maria Cartoni Utilização de Mapas Conceituais para apresentações Profª. Ms. Daniela Maria Cartoni Mapas Conceituais É uma ferramenta para organizar e representar conhecimento. É uma representação gráfica dos conceitos,

Leia mais

EMENTA CONTÉUDO. 1. Justificação Epistêmica 1.1 O debate externismo/internismo acerca da justificação epistêmica 1.2 Confiabilismo e justificação

EMENTA CONTÉUDO. 1. Justificação Epistêmica 1.1 O debate externismo/internismo acerca da justificação epistêmica 1.2 Confiabilismo e justificação UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DE FILOSOFIA DISCIPLINA: TÓPICOS DE EPISTEMOLOGIA: REFLEXÃO E ENTENDIMENTO HORÁRIO: SEGUNDA-FEIRA, DAS 14 ÀS 18h - CARGA-HORÁRIA: 68 h EMENTA Em

Leia mais

METALINGUAGENS NO MÉTODO DE PETER FREDERICK STRAWSON

METALINGUAGENS NO MÉTODO DE PETER FREDERICK STRAWSON METALINGUAGENS NO MÉTODO DE PETER FREDERICK STRAWSON Márlon Henrique dos Santos Teixeira i Resumo: No presente artigo pretendo aclarar um aparente conflito entre o método filosófico proposto por Strawson

Leia mais

Departamento de Ciências da Educação

Departamento de Ciências da Educação Departamento de Ciências da Educação 2010/2011 1º ciclo em Ciências da Educação Tecnologia e Inovação na Educação 1º ano 2º Semestre 7,5 ECTS Docente: Mestre Fernando Correia fcorreia@uma.pt Coordenador:

Leia mais

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA Jeferson Luiz Appel Dar-se-ia mais significação aos conteúdos conceituais a serem aprendidos pelos alunos pela necessidade de esses adquirirem um novo conhecimento

Leia mais

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010. A linguagem como praxis racional

VI Seminário de Pós-Graduação em Filosofia da UFSCar 20 a 24 de setembro de 2010. A linguagem como praxis racional A linguagem como praxis racional Tatiane Boechat PPGF-UFSCar Doutoranda - Capes Resumo: Abordaremos neste artigo a questão da linguagem a partir da proposta das Investigações Filosóficas de Ludwig Wittgenstein

Leia mais

Metodologia Científica. Metodologia Científica

Metodologia Científica. Metodologia Científica Metodologia Científica Metodologia Científica Seqüência da Apresentação Introdução Tipos de pesquisa Tipos de fontes de dados Pesquisa na área de Informática Projeto de pesquisa Metodologia Formato de

Leia mais

Resumo. 1. Introdução

Resumo. 1. Introdução O SIGNIFICADO DE TERMOS RELATIVOS À ORDENAÇÃO NO TEMPO: A INFLUÊNCIA DO USO COTIDIANO EM UM CONHECIMENTO MATEMÁTICO. IGLIORI, S.; MARANHÃO, C. e SENTELHAS, S. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO FACULDADE DE ESTUDOS SOCIAIS DO ESPÍRITO SANTO FACULDADE PIO XII REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ( 6º PERÍODO/2013-7º PERÍODO/2014-8º PERÍODO/2014 ) Cariacica 2013/2014 FACULDADE DE ESTUDOS

Leia mais

VERDADE E RACIONALIDADE COMUNICATIVA EM HABERMAS

VERDADE E RACIONALIDADE COMUNICATIVA EM HABERMAS VERDADE E RACIONALIDADE COMUNICATIVA EM HABERMAS Regina Rossetti 1 RESUMO A partir da virada lingüística e do reconhecimento da dimensão comunicativa da linguagem, Habermas diverge do modelo epistemológico

Leia mais