Apoio do IG à CETESB para análise de áreas de preservação permanente (APP's) na Fazenda Serramar, em Caraguatatuba SP.

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1 São Paulo, 18 de junho de 2010 Processo SMA: /2009 Interessado: IG Instituto Geológico Assunto: Apoio do IG à CETESB para análise de áreas de preservação permanente (APP's) na Fazenda Serramar, em Caraguatatuba SP. Referência: Processo SMA 83778/06 RELATÓRIO TÉCNICO 1 INTRODUÇÃO O presente relatório tem como objetivo responder à solicitação do Biólogo João Carlos Carvalho Milanelli, gerente da Agência Ambiental de Ubatuba, o qual tem como objeto a análise e definição das Áreas de Preservação Permanente (APP's) relativas a margens de córregos, na Fazenda Pecuária Serramar, situada no município de Caraguatatuba, Estado de São Paulo. A estratégia adotada baseou-se na definição da rede de drenagem da área de interesse, delimitação da distância de 30m, a partir da linha de drenagem e obtenção das áreas de APP's que precisam ser recuperadas. O resultado foi então comparado com a proposta em discussão sobre o zoneamento da Fazenda Serramar, em especial à zona de Proteção Ambiental. Observou-se que a área de APP calculada, de 1111,77 ha é maior do que a área proposta para proteção ambiental, de 668,73 ha, calculada com base na vetorização da área de proteção ambiental da proposta de zoneamento. Os dados foram organizados e tratados em um banco de dados no Sistema de Informações Geográficas SPRING, versão As principais fontes de informação estão discriminadas na Figura 1. Além do pesquisador responsável, o trabalho contou com a participação do estagiário Renan Espósito Vieira. Realizou-se uma vistoria de campo em 14 de maio de 2010 para reconhecimento da área, a qual contou com a presença do Engenheiro Agrônomo Fausto de Faveri Neto, da Agência Ambiental CETESB, de Ubatuba. 1

2 Figura 1. Materiais utilizados na organização do banco de dados e obtenção dos resultados. A. Mapa contendo curvas de nível, limites da área e poligonais dos processos do DNPM referentes à extração de areia fonte empreendedor/cetesb. B. Mapa contendo curvas de nível, limites da área e rede de drenagem natural e artificial fonte empreendedor/cetesb. C. Fotografia aérea digital de fonte empreendedor/cetesb. D. Fotografias áereas digitais de 2001 fonte Acervo Instituto Geológico. E. Curvas de nível na forma de vetores - fonte Acervo Instituto Geológico. F. Rede de drenagem natural e artificial na forma de vetores fonte: Acervo Instituto Geológico proveniente da carta topográfica 1: IGC. 2

3 2 MÉTODOS E PROCEDIMENTOS O banco de dados incluiu as seguintes informações, sistematizadas na projeção UTM, datum SAD-69, zona 23 (Figura 1): raster contendo curvas de nível, limites da área e poligonais dos processos do DNPM referentes à extração de areia, fornecido pela Cetesb, o qual foi georreferenciado para inclusão no banco de dados (Figura 1A); raster contendo curvas de nível, limites da área e rede de drenagem natural e artificial, fornecido pela Cetesb, o qual foi previamente georreferenciado para inclusão no banco de dados (Figura 1B); limites da Fazenda Serramar, obtidos a partir de digitalização de raster fornecido pela CETESB (Figuras 1A-F); fotografia aérea digital ortorretificada, de 2008, fornecida pela CETESB que foi a base para traçado da rede de drenagem (Figura 1C); fotografia aérea digital ortorretificada, de 2001, proveniente do acervo digital do Instituto Geológico que permitiu a comparação e análise de alterações na rede de drenagem e complementou pequena região, na qual a fotografia de 2008, não alcançava (Figura 1D); curvas de nível de variação 5m, na escala 1:10.000, provenientes do acervo digital do Instituto Geológico que constituiu importante instrumento para verificação de partes mais discretas da drenagem (Figura 1E); hidrografia natural e artificial (canais), na escala 1:10.000, provenientes do acervo digital do Instituto Geológico (Figura 1F). Após a organização do banco de dados, as seguintes etapas foram realizadas para obtenção dos resultados: 1) vetorização do limite da região a ser estudada (Figuras 1A-F) com base nos rasters fornecidos; 2) digitalização da rede de drenagem com base na imagem de 2008, na escala 1:3.000 com o apoio das redes de drenagem já existentes (acervo digital do IG, na escala 1: e raster contendo a rede de drenagem natural e artificial, na escala 1:20.000, fornecida pela CETESB); 3) cálculo de faixa de distância de 30m a partir das linhas de drenagem que definem as áreas de proteção permanente associadas às margens de córregos; 3

4 4) delimitação das áreas com cobertura de mata e as áreas desmatadas; 5) recorte das áreas de proteção permanente com base nos limites da área e áreas desmatadas e cálculo da área em hectare dos setores que necessitam de recuperação das matas ciliares; 6) A partir de figura que representa uma proposta de zoneamento do local, vetorizouse a classe Proteção Ambiental e calculou-se a área dessa classe para fins de comparação com os resultados obtidos de cálculo das APP s de margens de córregos. 3 RESULTADOS A Figura 2 mostra os resultados obtidos, a saber, a rede de drenagem, incluindo a natural e canais artificiais que conectam e escoam a rede natural (Figura 2A). Não incluiu-se na rede de drenagem, canais artificiais que segundo a interpretação realizada, não compõem o modelo de drenagem definido. O comprimento total obtido foi de 295,36km com densidade média de 3,3km/km 2. A partir da rede de drenagem de referência, calculou-se as faixas de distâncias de 30m a partir da linha de drenagem (Figura 2B). Obteve-se uma área total de APP de 2074 ha. No entanto, grande parte da área das APP s já apresentam uma cobertura de mata que não precisam ser recuperadas. Desta forma, mapeou-se com base na fotografia aérea digital de 2008, dois tipos de cobertura: mata e áreas desmatada (Figura 2C) e recortou-se o plano de informação das faixas de APP s apenas para aquelas situadas nas áreas desmatadas (Figura 2D). Elas representam as áreas que necessitam efetivamente de recuperação e atingem 1111,77 ha. Para fins de comparação com a proposta de zoneamento em discussão para a área, registrou-se uma figura com as zonas definidas e vetorizou-se a classe de Proteção Ambiental (Figura 3). O total de área obtido para essa classe foi de 668,73 ha. Observase na Figura 3, diferenças entre o limite adotado e o limite presente na proposta de zoneamento. Parte dessa diferença, refere-se a diferentes resoluções e distorção da figura de zoneamento, retirada de arquivo de apresentação e outras são realmente diferentes traçados da área em estudo. A Figura 4 mostra aspectos de campo, da área em estudo com destaque para o relevo de morros com cobertura de mata e a grande planície com cobertura herbácea (Figuras 4A, B, E, F), os diferentes usos, tais como, complexo industrial de tratamento e transporte de 4

5 gás, em construção (Figuras 4B,C), mineração e pecuária (Figura 4D) e exemplos de drenagem natural com APP sem mata ciliar (Figura 4E) e de canal artificial (Figura 4F). Figura 2. Resultados obtidos. A. Mapa de drenagem. B. Faixas de distância de 30m de cada córrego. C. Mapa de cobertura. Verde: mata; Bege: área desmatada. D. Áreas de APP a serem recuperadas (em azul). Figura 3. Proposta de zoneamento para a área (A) e vetorização da classe de Proteção Ambiental (B). 5

6 Figura 4. Aspectos de campo da área. A. Planície com cobertura herbácea e morro com cobertura arbórea. B. Unidade de tratamento de gás em construção no setor de planície. C. Entrada de túnel do gasoduto em construção. D. Lagoa de cava de areia e gado. E. Córrego Camburu ou Tinga sem mata ciliar e com intervenção em área de APP. F. Exemplo de canal artificial com acúmulo de água e vegetação típica de brejo. 6

7 4 CONCLUSÕES A partir de mapas e imagens fornecidas pela CETESB foi definida uma rede de drenagem de referência, incluindo canais naturais e em parte canais artificiais escolhidos pelas características de conexão lógica com a drenagem natural, dimensões e escoamento de água. Obteve-se, então, as faixas de distância de 30m de cada linha de drenagem, considerada como a área de proteção permanente de margens de córrego. Considerando a necessidade de calcular apenas as áreas de APP s degradadas, classificou-se a cobertura da terra com base na interpretação de imagem digital de 2008, em duas classes: mata e área desmatada. Recortou-se então, os polígonos de APP s inclusos na classe área desmatada, obtendo-se o valor de 1111,77 ha que representa um valor de referência para o dimensionamento da área a ser recuperada. Comparando-se com a proposta de zoneamento do local, em discussão, observa-se que o proposto, situa-se em torno de 60% do resultado obtido no presente estudo. Cláudio José Ferreira Pesquisador Científico Núcleo de Geologia de Engenharia e Ambiental 7

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