Vª JORNADAS DE RADIOLOGIA BASES FÍSICAS DA TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Vª JORNADAS DE RADIOLOGIA BASES FÍSICAS DA TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA"

Transcrição

1 Vª JORNADAS DE RADIOLOGIA BASES FÍSICAS DA TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA JOÃO COMBA INTERNO DE RADIOLOGIA CSE 21 DE OUTUBRO DE 2011

2 INTRODUÇÃO Após a descoberta dos Rx por W.K. Roentgen em 1895 e até aos anos 70, a informação em Radiologia foi feita através de leitura de imagens radiográficas convencionais, bidimensionais, com densidades determinadas pela projecção dos raios X na terceira dimensão do doente em estudo. Fonte: Pedrosa, Casanova. Pedrosa-Diagnostico por imagen, 1997

3 INTRODUÇÃO As limitaçõesit da radiologia i convencional, levou ao emprego de tomografia convencional, ocorrendo movimento síncrono da fonte de raios X e da película radiográfica em torno de um fulcro localizado no plano das estruturas a estudar, com obtenção de melhor nitidez e definição dos acidentes anatómicos. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

4 INTRODUÇÃO 1917 demonstração de que a imagem de umobjecto tidi tridimensionali pode reconstruir-se por um nº infinito de projecções bidimensionais do objecto (J.H. Randon) reconstrução dos coeficientes i de atenuação de um corte de objecto mediante séries de projecções angulares obtidos com aumentos de ângulos (Allen M. Cormack) Fonte: Albertyn, Brown. Interpreting CT Head Scans, 1996

5 INTRODUÇÃO 1971 descrição da TAC (Godfrey Hounsfield) demonstração dos cortes do crânio (Ambrose) 1972 Protótipo EMI (Mark I) 1º scanner craneal instalado no hospital Atkinson Morley s Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

6 INTRODUÇÃO 1979 prémio Nobel de medicina (Hounsfield e Cormack) Desenvolvimento de TC 2ª, 3ª e 4ª geração com aumento progressivo da qualidade de imagem e diminuição do tempo de aquisição 1990 TC espiral CORMACK HOUNSFIELD Fonte: Pedrosa, Casanova. Pedrosa-Diagnostico por imagen, 1997

7 COMPONENTES DA TC Independentemente do fabricante e dos modelos, todos os equipamentos de TC apresentam como componentes: Uma gantry Gerador de raios X Sistema de computorização Consola do operador Sistema de registo de imagem

8 GANTRY Possui um orifício circular através do qual desliza a mesa em que se encontra o doente, estão integradas: Ampola de Rxcom ânodo rotativo tti e elevada capacidade térmica Sistema de colimação que determina a espessura dos cortes tomográficos Detectores : gás(xenon) e sólido(cristais de cintilação) Motor que faz girar a ampola Fonte: te:serviço çode Radiologia adoogadacs da CSE, 2011 Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

9 COMPONENTES DA TC Geradores de tipo trifásico altamente estável ou tipo potencial constante. Sistema de computorização, consiste numa unidade de controlo CPU/RAM, com um ou mais processadores, discos magnéticos e dispositivos de armazenamento em arquivo de imagem em disco óptico, fita magnética ou disco rígido. Fonte: Serviço de Radiologia da CSE, 2011

10 COMPONENTES DA TC Consola do operador, integra dispositivositi alfanuméricos e de apresentação em monitor das imagens obtidas. É a partir da consola que se procede à selecção de diversos parâmetros (kv, mas, tempo, número, espessura e intervalo entre cortes ) adequados aos diferentes tipo de exames e patologia a investigar. Fonte: Serviço de Radiologia da CSE, 2011

11 COMPONENTES DA TC Terminado o exame, cabe ao operador proceder ao registo das imagens em película através de sistema analógico na Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006 câmara multi-formato ou em sistema digital de impressão laser. Fonte: Serviço de Radiologia da CSE, 2011

12 PRINCÍPIOS FÍSICOS DA FORMAÇÃO IMAGEM Dois princípios fundamentais serviram de guia ao desenvolvimento da TC: O 1º diz respeito ao facto do exame envolver uma ampola emitindo Rx à medida que vai rodando de forma axial em torno do doente, enquanto um conjunto de detectores no lado oposto do corpo detecta os Rx transmitidos através do doente.

13 PRINCÍPIOS FÍSICOS DA FORMAÇÃO IMAGEM O 2º está relacionado com a capacidade de algoritmos O 2º está relacionado com a capacidade de algoritmos computorizados, utilizando dados digitalizados obtidos através dos detectores, criarem imagens tomográficas axiais do corpo em estudo.

14 PRINCÍPIOS FÍSICOS DA FORMAÇÃO IMAGEM Um feixe de raio X fino em forma de leque atravessa o corpo do paciente e colide com um sistema de detectores electrónicos situados em oposição a ampola de raio X Os detectores de fotões convertem os feixes em pulsos eléctricos amplificados (sinal analógico) que é digitalizado pelo sistema de computador e processado para formar imagem. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

15 PRINCÍPIOS FÍSICOS DA FORMAÇÃO IMAGEM A ampola e os detectores giram 360º em torno da região do corpo a ser estudada promovendo uma varredura e a imagem obtida é tomográfica ou seja são obtidas fatias (slices em inglês). ) Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

16

17 EVOLUÇÃO DOS APARELHOS TC Anos 70 - equipamentos de TC de 1ª e 2ª geração, com tempos mínimos de corte da ordem dos 4-5 minutos e segundos respectivamente, e aplicáveis no estudo de zonas do corpo passíveis de imobilização durante tempo prolongado, como o crânio. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

18 EVOLUÇÃO DOS APARELHOS TC Anos 80 - equipamentos de 3ª e 4ª geração, permitindo tempo de corte de 1-2 segundos. Em ambos, o leque de feixe de radiação abrange toda a superfície do campo de corte, havendo nos de 3ª geração movimento simultâneo da ampola e detectores, ao contrário dos de 4ª geração em que os detectores estão fixos. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

19 TIPOS DE APARELHOS DE TC Helicoidal Multi-cortes Fonte dupla*

20 HELICOIDAL Anos 90 - técnica de aquisição helicoidal (espiral). Neste sistema há uma aquisição volumétrica de toda a região do corpo a estudar, através de rotação contínua da ampola (em movimento helicoidal ou espiral) e detectores (SDCT ou MDCT) em torno do doente, enquanto simultaneamente a mesa desliza através da abertura na gantry. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

21 HELICOIDAL A TC helicoidal id l permite a reconstrução de imagens em qualquer plano contido na totalidade do volume apreciado e obtenção de reconstruções multi-planares, ie, possibilidade de reconstruir a partir de cortes axiais, as, cortes noutros planos do espaço e representações tridimensionais (3D).

22 HELICOIDAL MÉTODOS DE RECONSTRUÇÃO Projecção de it intensidade idd máxima (MIP): método matemático que extrai voxels hiperintensos de dados bi e tridimensionais que são selecionados de vários ângulos diferentes através do conjunto de dados e projectados como imagem em 2D. Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

23 HELICOIDAL MÉTODOS DE RECONSTRUÇÃO Reconstrução mul-tiplanar (MPR): permite reconstruir planos coronais, sagitais e oblíquos. É valiosa no diagnóstico de fracturas e outras indicações ortopédicas Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

24 HELICOIDAL MÉTODOS DE RECONSTRUÇÃO Imagem tridimensional sombreada de superfície: mostra a superfície de um órgão ou osso definido em UH acima de um valor limiar determinado. Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

25 MULTI-CORTES Não tem uma fileira eaúnica de detectores, mas várias fileiras empilhadas perpendicularmente ao eixo Z, em oposição à fonte de raios X. Isso permite a aquisição simultânea de vários cortes. Existem TC com 4, 6, 16, 32 e 64 fileiras, tornando a aquisição de dados mais rápida. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

26 Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

27 TERMINOLOGIA TC Aumento do PITCH aumenta a velocidade da progressão da mesa e provoca alargamento da espiral com consequente redução do tempo de exame Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

28 TERMINOLOGIA TC Quando o feixe de raio X atravessa o doente, sofre maior ou menor atenuação, dependendo dos tecidos em que incide. A área em que está o doente é dividida, idid virtualmente em quadrados formando grade. Cada quadrado é denominado pixel. Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

29 TERMINOLOGIA TC A grade formada pelos pixel tem sempre um formato quadrangular ou rectangular e é denominada matriz. Voxel éumcubocujaalturaé formada pela espessura de corte e os lados pelo pixel. Fonte: Pedrosa, Casanova. Pedrosa-Diagnostico por imagen, 1997

30 TERMINOLOGIA TC FOV (field of view) é a matriz aplicada somente à área de estudo. Quanto menor o FOV, maior a resolução da imagem Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

31 TERMINOLOGIA TC Cada estrutura no corpo humano tem uma densidade diferente, determinando atenuações diversas aos raios X. Os coeficientes i de atenuação na TC são medidos em unidades Hunsfield (UH). Água pura 0 UH Ar UH Osso UH

32 TERMINOLOGIA TC Fonte: Werlang et al. Manual do Residente, 2006

33 TERMINOLOGIA TC A escala Hunsfield tem amplitude muito grande chegando a mais de 3000 tons de cinzento. O olho humano só tem capacidade para distinguir cerca de 30 tons de cinzento, por isso é necessário trabalhar apenas uma parte da escala.

34 TERMINOLOGIA TC Amplitude da janela é o número de tons de cinzento que se deseja trabalhar (Janela de 300 é igual a 300 tons de cinzento). Quanto menor a janela, menor os tons de cinzento e maior o contraste. O nível da janela deve ser o valor do tom de cinzento correspondente ao da densidade média da estrutura a estudar.

35 TERMINOLOGIA TC Ex: a densidade do parênquima pulmonar em um adulto varia de -700 a -900UH, portanto, o nível da janela deve ser -800UH. Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

36 FONTE DUPLA 2 detectores, um com FOV de 50 cm e quase elementos de detecção, e outro com FOV 26 cm e elementos de detecção. 2 tubos de radiação em um gantry. Alta resolução e/ou velocidade: angiografia g por TC e perfusão cerebral Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

37 Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

38 Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

39 a Fonte: Hofer. Tomografia Computadorizada - Manual Prático de Ensino, 2010

40 BIBLIOGRAFIA Werlang HZ, Bergoli PM, Madalosso BH. Manual do Residente. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2006 Albertyn LE, Brown RV. Interpreting ti CT Head Scans. New York:Churchill Livingstone,1996 Hofer M. Tomografia Computadorizada-Manual Prático de Ensino. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Revinter, 2010 Gonzalez AM. Tomografia Computarizada. In: Pedrosa CS, Casanova R. Pedrosa-Diagnostico por imagen. 2ª Edição. Madrid: McGraw-Hill, 1997; I Abecasis F. Tomografia Computorizada. In: Pisco JM, Sousa LA. Noções Fundamentais de Imagiologia. Lisboa: Lidel, 1999

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui

FÍSICA DAS RADIAÇÕES. Prof. Emerson Siraqui FÍSICA DAS RADIAÇÕES Prof. Emerson Siraqui CONCEITO Método que permite estudar o corpo em cortes ou fatias axiais ou trasversais, sendo a imagem obtida atraves dos Raios-X com o auxílio do computador (recontrução).

Leia mais

Princípios Tomografia Computadorizada

Princípios Tomografia Computadorizada Princípios Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Histórico 1917 - Randon imagens projetadas > reproduziu 1967 Hounsfield >primeiro protótipo tipo Tomografia 1971 - H. Inglaterra > primeiro

Leia mais

Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Características: não sobreposição de estruturas melhor contraste ( menos radiação espalhada) usa detectores que permitem visibilizar pequenas diferenças em contraste de tecido

Leia mais

Introdução. Princípios básicos da TAC. .Tomografia deriva da palavra grega Tomos, .Computorizada o processamento. .Designação de TAC/TC.

Introdução. Princípios básicos da TAC. .Tomografia deriva da palavra grega Tomos, .Computorizada o processamento. .Designação de TAC/TC. Princípios básicos da TAC III Encontro de Formação Contínua OMV XIII Congresso de Medicina Veterinária em Língua Portuguesa 17 e 18 de Novembro, 2012 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA Mário Ginja DVM, PhD

Leia mais

Tomografia Computadorizada I. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04. Sistema Tomográfico

Tomografia Computadorizada I. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04. Sistema Tomográfico Tomografia Computadorizada I Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.net Aula 04 Sistema Tomográfico Podemos dizer que o tomógrafo de forma geral, independente de sua geração, é constituído

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Prof. Emery Lins Curso Eng. Biomédica Objetivos Evolução Histórica Formação da Imagem Motivação Motivação Início da Tomografia Computadorizada (CT) A Tomografia Computadorizada,

Leia mais

Tomografia Computadorizada

Tomografia Computadorizada Tomografia Computadorizada Helder C. R. de Oliveira N.USP: 7122065 SEL 5705: Fundamentos Físicos dos Processos de Formação de Imagens Médicas Prof. Dr. Homero Schiabel Sumário História; Funcionamento e

Leia mais

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II

PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II PLANO DE TRABALHO: DISCIPLINA TECNOLOGIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA II 1 O SEMESTRE DE 2015 PROFESSORES: Andréa de Lima Bastos Giovanni Antônio Paiva de Oliveira 1. EMENTA: Procedimentos, Protocolos,

Leia mais

RECONSTRUÇÃO NA TC MPR MPR 2D coronal, sagital e transaxiais.

RECONSTRUÇÃO NA TC MPR MPR 2D coronal, sagital e transaxiais. RECONSTRUÇÃO NA TC Reformatação multiplanar (bidimensional) MPR, um conjunto de dados volumétricos da TC, esse conjunto de dados pode ser reconstruído em secções em qualquer plano desejado, gerando imagens

Leia mais

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado

2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado 2 Imagens Médicas e Anatomia do Fígado Neste capítulo são apresentados os tipos de dados utilizados neste trabalho e a anatomia do fígado, de onde foram retiradas todas as heurísticas adotadas para segmentação

Leia mais

SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel

SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel 6. FORMAÇÃO DE IMAGENS POR RAIOS X A Radiografia 2 fatores fundamentais: padrão de intensidade de raios-x transmitido através

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL Autora: Nelma Maria de Freitas Agradecimentos: Imagem Radiologia de Itajaí, Dr. Élio Giácomo Papaiz (in memorian). Dr.

Leia mais

Reconstrução de Imagens em Radiologia Médica. M.Sc. Walmor Cardoso Godoi http://www.walmorgodoi.com

Reconstrução de Imagens em Radiologia Médica. M.Sc. Walmor Cardoso Godoi http://www.walmorgodoi.com Reconstrução de Imagens em Radiologia Médica M.Sc. Walmor Cardoso Godoi http://www.walmorgodoi.com Agenda 1. Reconstrução Tomográfica em TC e MN 1. Retroprojeção e Filtros 2. Visualização Científica na

Leia mais

Prof. AGUINALDO SILVA

Prof. AGUINALDO SILVA Caro aluno e colega de profissão, disponibilizo este material mas caso tenha interesse em usá-lo favor não alterar os slides e não retirar os meus créditos. Obrigado e bons estudos!!! Direitos autorais

Leia mais

Principais características

Principais características Tomografia Computadorizada com Multidetectores Philips Brilliance 64 Reunião Abdome DDI 17/6/2009 Carlos Matsumoto MDCT X SDCT Principais características Cortes mais rápidos < artefatos de movimentos Melhor

Leia mais

Radiografia Industrial MANFRED RONALD RICHTER

Radiografia Industrial MANFRED RONALD RICHTER MANFRED RONALD RICHTER 1. Princípios Radiografia Industrial OBJETIVO Verificação da existência de descontinuidades internas em materiais opacos pelo uso das radiações X ou (gama), que incidem em um dado

Leia mais

Controle da Qualidade em Tomografia Computadorizada. Fernando Mecca

Controle da Qualidade em Tomografia Computadorizada. Fernando Mecca Controle da Qualidade em Tomografia Computadorizada Fernando Mecca Quais são os parâmetros testados? qualidade da imagem ruído da imagem e homogeneidade número de TC resolução espacial espessura da imagem

Leia mais

Engenharia Biomédica e Física Médica

Engenharia Biomédica e Física Médica Engenharia Biomédica e Física Médica 2010-2011 Teste 1 Importante: - Indique todos os cálculos e aproximações que efectuar. - Quando achar necessário arbitrar valores ou parâmetros (p.ex. diâmetro de um

Leia mais

Website: professorsiraqui.com.br

Website: professorsiraqui.com.br TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Website: professorsiraqui.com.br ESCALA DE DENSIDADE DE HOUNSFIELD-UH As diferentes densidades de teciduais é possível pela medida dos índices de atenuação; Os índices de atenuação

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: FORMAÇÃO DA IMAGEM E RADIOPROTEÇÃO Márcia Terezinha Carlos, LNMRI, IRD/CNEN. Introdução

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: FORMAÇÃO DA IMAGEM E RADIOPROTEÇÃO Márcia Terezinha Carlos, LNMRI, IRD/CNEN. Introdução TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA: FORMAÇÃO DA IMAGEM E RADIOPROTEÇÃO Márcia Terezinha Carlos, LNMRI, IRD/CNEN Introdução A tomografia computadorizada (TC), introduzida na prática clínica em 1972, é uma modalidade

Leia mais

4.2. Técnicas radiográficas especiais

4.2. Técnicas radiográficas especiais SEL 5705 - FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS (III. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 4.2. Técnicas radiográficas especiais 4.2.1. Abreugrafia Chapa, em

Leia mais

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012

PACS. III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica. Santa Casa de Porto Alegre, RS. 24 de Novembro de 2012 PACS III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica Santa Casa de Porto Alegre, RS 24 de Novembro de 2012 III Encontro Sul Brasileiro de Engenharia Clínica PACS - Agenda Histórico Workflow Modalidades

Leia mais

Dr. Jefferson Mazzei Radiologista Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho

Dr. Jefferson Mazzei Radiologista Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho Dr. Jefferson Mazzei Radiologista Instituto do Câncer Arnaldo Vieira de Carvalho Objetivo da aula; Diagnóstico, estadiamento, acompanhamento, prevenção e pesquisa clínica; Limitações do método. Definição

Leia mais

Tomografia e Radiografia Industrial. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com

Tomografia e Radiografia Industrial. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Tomografia e Radiografia Industrial Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com contato@walmorgodoi.com Agenda Ensaios Não Destrutivos (END) Inspeção Radiográfica Industrial Radioscopia Industrial

Leia mais

Aplicação de protocolos de crânio e face. Profº Claudio Souza

Aplicação de protocolos de crânio e face. Profº Claudio Souza Aplicação de protocolos de crânio e face Profº Claudio Souza Introdução Quando falamos em crânio e face, não estamos falando apenas de duas peças ou região anatômica, temos: glândulas, cavidades e uma

Leia mais

CENTRO NACIONAL DE APRENDIZAGEM CENAP CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA CLAUDINEI DOS SANTOS BICALHO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

CENTRO NACIONAL DE APRENDIZAGEM CENAP CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA CLAUDINEI DOS SANTOS BICALHO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CENTRO NACIONAL DE APRENDIZAGEM CENAP CURSO TÉCNICO EM RADIOLOGIA CLAUDINEI DOS SANTOS BICALHO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA CASCAVEL 2010 CLAUDINEI DOS SANTOS BICALHO TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA Artigo apresentado

Leia mais

Tomografia Computorizada

Tomografia Computorizada Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica Tomografia Computorizada Técnicas de Imagiologia Nuno Santos n.º 55746, dodgeps@hotmail.com Rúben Pereira

Leia mais

Aplicação de protocolos de crânio e face. Profº Claudio Souza

Aplicação de protocolos de crânio e face. Profº Claudio Souza Aplicação de protocolos de crânio e face Profº Claudio Souza Introdução Quando falamos em crânio e face não se tratam apenas de duas peças ou regiões anatômicas temos glândulas, cavidades e uma imensa

Leia mais

VISMED. Diagnóstico de Nódulo Pulmonar. Aluno : Aristófanes Corrêa Silva. Professor : Paulo Cezar Carvalho

VISMED. Diagnóstico de Nódulo Pulmonar. Aluno : Aristófanes Corrêa Silva. Professor : Paulo Cezar Carvalho Aluno : Aristófanes Corrêa Silva Professor : Paulo Cezar Carvalho Setembro/2001 Tópicos 1ª Fase Projeto VISMED Estimativa de Volume Pulmonar 2ª Fase Aquisição da Imagem Tomografia computadorizada Dicom

Leia mais

Capítulo II Imagem Digital

Capítulo II Imagem Digital Capítulo II Imagem Digital Proc. Sinal e Imagem Mestrado em Informática Médica Miguel Tavares Coimbra Resumo 1. Formação de uma imagem 2. Representação digital de uma imagem 3. Cor 4. Histogramas 5. Ruído

Leia mais

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com

Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista. Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Princípio da formação de imagem e sua aplicação na cardiologia intervencionista Patrícia Lopes Barbosa patricialb7@gmail.com Produção dos raios X Na Cardiologia Intervencionista não existem fontes naturais

Leia mais

Tomografia Computorizada Dental

Tomografia Computorizada Dental + Universidade do Minho M. I. Engenharia Biomédica Beatriz Gonçalves Sob orientação de: J. Higino Correia Tomografia Computorizada Dental 2011/2012 + Casos Clínicos n Dentes privados do processo de erupção

Leia mais

Computadores e tomografia computadorizada

Computadores e tomografia computadorizada 7 Computadores e tomografia computadorizada I. Computadores A. Fundamentos Computadores utilisam o sistema binário. A um bit (do inglês binary digit) pode ser atribuído um de dois valores discretos. Um

Leia mais

Departamento de Electrónica Industrial. Manual prático TC

Departamento de Electrónica Industrial. Manual prático TC Departamento de Electrónica Industrial Manual prático TC Clarisse Ribeiro Abril de 2008 Índice Ligar/Desligar o CT... 1 Check up/calibração... 2 Posicionamento do paciente... 2 Cabeça... 3 Pescoço...

Leia mais

TOMOGRAFIA Autor: Walmor Cardoso Godoi, M.Sc.

TOMOGRAFIA Autor: Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. TOMOGRAFIA Autor: Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. Curitiba/2009 Sumário EM BRANCO 2 1 Computação Tomográfica Estado da Arte 1.1 Introdução A palavra tomografia vem do grego: tomos (secção) + grafia. Tomografia,

Leia mais

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Juliana Moreira Bilinski

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ. Juliana Moreira Bilinski UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ Juliana Moreira Bilinski ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS TOMOGRAFIAS COMPUTADORIZADAS FAN BEAM E CONE BEAM: REVISÃO DA LITERATURA CURITIBA 2011 ESTUDO COMPARATIVO ENTRE AS TOMOGRAFIAS

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA BIOIMAGEM

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA BIOIMAGEM Técnico em Radiologia Tomografia Computadorizada TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA BIOIMAGEM Em um setor de Bioimagem poderemos encontrar vários serviços de diagnóstico. Existem diversas formas e aparelhos que

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Em relação à produção, à emissão e à interação dos raios X com a matéria, julgue os itens a seguir. 41 O deslocamento de elétrons da camada M para a camada K produz radiação característica. 42 Bremsstrahlung,

Leia mais

Princípios Físicos em Raio-X

Princípios Físicos em Raio-X Serviço de Informática Instituto do Coração HC FMUSP Princípios Físicos em Raio-X Marco Antonio Gutierrez Email: marco.gutierrez@incor.usp.br 2010 Formas de Energia Corpuscular (p, e -, n, α, β, ) Energia

Leia mais

Sumário. capítulo 1 Aparelho radiográfico 1. capítulo 2 Fonte de raios X 13. Histórico 2 Evolução 3 Aparelho básico 4

Sumário. capítulo 1 Aparelho radiográfico 1. capítulo 2 Fonte de raios X 13. Histórico 2 Evolução 3 Aparelho básico 4 capítulo 1 Aparelho radiográfico 1 Histórico 2 Evolução 3 Aparelho básico 4 Componentes básicos 5 Aparelho fixo 6 Aparelho móvel 8 Aparelho portátil 9 capítulo 2 Fonte de raios X 13 História 14 Produção

Leia mais

O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções

O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções O Polarímetro na determinação de concentrações de soluções 1. O polarímetro Polarímetros são aparelhos que medem directamente a rotação de polarização, através da medição do ângulo de rotação de um analisador.

Leia mais

Tópicos Imagens Médicas Ultrassonografia Ultrassonografia Ultrassonografia Doppler Ecocardiografia Doppler espectral fluxo a cores

Tópicos Imagens Médicas Ultrassonografia Ultrassonografia Ultrassonografia Doppler Ecocardiografia Doppler espectral fluxo a cores Tópicos Imagens Médicas Prof. João Luiz Azevedo de Carvalho, Ph.D. Aula na disciplina Processamento de Imagens Universidade de Brasília 17 de novembro de 2011 http://pgea.unb.br/~joaoluiz/ joaoluiz@pgea.unb.br

Leia mais

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC

FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FUNDAÇÃO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS - FUPAC FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE UBERLÂNDIA Imagenologia: Técnicas Radiológicas II Prof. Msc Ana Paula de Souza Paixão Biomedicina 5º P Método de diagnóstico

Leia mais

DIGISTAR 600. Equipamento DIGISTAR 600.

DIGISTAR 600. Equipamento DIGISTAR 600. DIGISTAR 600 Equipamento DIGISTAR 600. O equipamento SISMED DIGISTAR 600 consiste numa completa sala para a realização de exames cárdio-angiográficos por meio de raios-x de alta freqüência. O equipamento

Leia mais

RADIOGRAFIA E TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTORIZADA (TAC)

RADIOGRAFIA E TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTORIZADA (TAC) RADIOGRAFIA E TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTORIZADA (TAC) Imagens baseadas na atenuação dos raios-x nos tecidos biológicas. Utilização dos raios-x em imagens médicas Imagens bidimensionais - Radiografia INTERACÇÃO

Leia mais

VIeW 3d estação de PÓS-PrOceSSaMeNTO 3d A TERCEIRA DIMENSÃO

VIeW 3d estação de PÓS-PrOceSSaMeNTO 3d A TERCEIRA DIMENSÃO VIEW 3D ESTAÇÃO DE PÓS-PROCESSAMENTO 3D A TERCEIRA DIMENSÃO iq-view 3D É UMA WORKSTATION PARA PÓS-PROCESSAMENTO... tridimensional de imagenes para radiologistas. Ele contém todos os componentes do iq-view

Leia mais

1895: Wilhelm Conrad Röntgen, físico alemão, descobriu os raios-x em suas experiências com tubos de raios catódicos;

1895: Wilhelm Conrad Röntgen, físico alemão, descobriu os raios-x em suas experiências com tubos de raios catódicos; I. INTRODUÇÃO A radiologia geral de diagnóstico foi a primeira técnica de diagnóstico por imagem e continua sendo hoje uma das mais importantes modalidades. Suas principais aplicações são em traumatologia

Leia mais

TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES

TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CAMPUS DA SAÚDE PROF. JOÃO CARDOSO NASCIMENTO JÚNIOR HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - UNIDADE DE IMAGENS E MÉTODOS GRÁFICOS TÉCNICA DE MARFRAN PARA CÁLCULO DE CONSTANTES PROJETO

Leia mais

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed FÍSICA DO RX Cristina Saavedra Almeida fisicamed O QUE É RADIAÇÃO Pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito

Leia mais

REDUÇÃO DE DOSE DE RADIAÇÃO E AUMENTO NA VIDA ÚTIL DO TUBO DE RAIOS X EM UM EQUIPAMENTO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. José Augusto Marconato

REDUÇÃO DE DOSE DE RADIAÇÃO E AUMENTO NA VIDA ÚTIL DO TUBO DE RAIOS X EM UM EQUIPAMENTO DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA. José Augusto Marconato UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE RADIOLOGIA REDUÇÃO DE DOSE DE RADIAÇÃO E AUMENTO NA VIDA ÚTIL DO TUBO DE RAIOS X EM UM EQUIPAMENTO

Leia mais

As vantagens da imagiologia volumétrica de feixe cónico em exames ortopédicos das extremidades

As vantagens da imagiologia volumétrica de feixe cónico em exames ortopédicos das extremidades As vantagens da imagiologia volumétrica de feixe cónico em exames ortopédicos das extremidades Imagiologia em tomografia computadorizada de feixe cónico para extremidades A tomografia computadorizada de

Leia mais

Introdução à Radiologia

Introdução à Radiologia SUMÁRIO INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA Introdução à Radiologia Métodos de imagem: Prof. Dr. Carlos Cezar I. S. Ovalle (Raio X) Tomografia Computadorizada (TC) Ultrassonografia (US) Ressonância Magnética (RM)

Leia mais

TÉCNICA EM RADIOLOGIA

TÉCNICA EM RADIOLOGIA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CCM CENTRO DE CIÊNCIAS MÉDICAS HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO PEDRO Hospital Universitário TÉCNICA EM RADIOLOGIA Parte I: Múltipla Escolha Hospital Universitário

Leia mais

PORQUE IMAGEM É TUDO!

PORQUE IMAGEM É TUDO! PORQUE IMAGEM É TUDO! Prof. Magno Cavalheiro Faria. Técnico em Radiologia Médica; Tecnólogo em Radiologia (Universidade do Grande Rio) Especializado em Tomografia Computadorizada (CENIB) Especializado

Leia mais

Aula 1: RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA E IMAGINOLOGIA

Aula 1: RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA E IMAGINOLOGIA Aula 1: RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA E IMAGINOLOGIA Produção, Propriedades e Interações dos Raios X Os raios X foram descobertos em 1895, por William Conrad Röentgen. São na verdade, uma forma de onda eletromagnética

Leia mais

Aula 10: Radiografia Panorâmica

Aula 10: Radiografia Panorâmica Aula 10: Radiografia Panorâmica Autora: Profª. Rosana da Silva Berticelli Edição: Luana Christ e Bruna Reuter Conceito É uma técnica radiográfica extrabucal usada para examinar os maxilares superior e

Leia mais

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa

Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Tomografia por emissão de pósitrons (PET) Pedro Bastos Costa Introdução Na Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET), diferentemente dos exames de Raio-x ou CT, a emissão da radiação é realizada diretamente

Leia mais

Forma de Captura de Imagens Digitais:

Forma de Captura de Imagens Digitais: Forma de Captura de Imagens Digitais: - Câmaras Digitais. -Videografia. - Scanner Normal. - Scanner plano B/P (tons de cinza). - Scanner plano Colorido. - Scanner plano profissional. - Scanner de tambor.

Leia mais

1 Introdução maligno metástase

1 Introdução maligno metástase 1 Introdução Câncer é o nome dado a um conjunto de doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células que invadem os tecidos e órgãos, podendo espalhar-se (metástase) para outras regiões

Leia mais

Importância do exame radiográfico

Importância do exame radiográfico Exames e Indicações Importância do exame radiográfico O exame radiográfico de rotina associado ao exame clínico é a maneira mais efetiva de se obter o índice diagnóstico de 100% de cárie (segundo Estevam

Leia mais

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital 1. Mapeamento não-linear. Unidade de Aprendizagem Radiológica

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital 1. Mapeamento não-linear. Unidade de Aprendizagem Radiológica Mapeamento não-linear Radiologia Digital Unidade de Aprendizagem Radiológica Princípios Físicos da Imagem Digital 1 Professor Paulo Christakis 1 2 Sistema CAD Diagnóstico auxiliado por computador ( computer-aided

Leia mais

ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE FRANCA - ESTADO DE SÃO PAULO

ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE FRANCA - ESTADO DE SÃO PAULO ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DA FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE FRANCA - ESTADO DE SÃO PAULO Assunto: SOLICITAÇÃO DE IMPUGNAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº 038/2015 PHILIPS MEDICAL SYSTEMS LTDA., CNPJ

Leia mais

TECNOLOGIA RADIOLÓGICA

TECNOLOGIA RADIOLÓGICA TECNOLOGIA RADIOLÓGICA Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Aula 05 Qualidade Radiográfica Agenda Qualidade radiográfica, resolução, velocidade, d curva característica, ti densidade

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Fonte: Material do Prof. Robson Pequeno de Sousa e do Prof. Robson Lins Dispositivos de Entrada Teclado, Mouse, Trackball,

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Como funciona um espectrofotómetro O espectrofotómetro é um aparelho

Leia mais

Imagiologia de raios X planar

Imagiologia de raios X planar Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Mestrado em Engenharia Biomédica Imagiologia de raios X planar Técnicas de Imagiologia Nuno Santos n.º 55746, dodgeps@hotmail.com Rúben Pereira

Leia mais

Qualidade de imagem versus dose em Tomografia Computorizada

Qualidade de imagem versus dose em Tomografia Computorizada Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Engenharia Biomédica Tese de Mestrado 2009 Qualidade de imagem versus dose em Tomografia Computorizada Optimização dos protocolos de crânio

Leia mais

Radiografia Panorâmica

Radiografia Panorâmica Unidade Clínica I Radiografia Panorâmica 18.10.2012 1 Introdução A radiografia panorâmica (também chamada de ortopantomografia) produz uma só imagem, tomográfica, das estruturas da face, incluindo as arcadas

Leia mais

SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE

SENSIBILIDADE E ESPECIFICIDADE G.D.x PRINCÍPIO O princípio da polarimetria a laser permite medir a espessura da camada de fibras nervosas, na região peripapilar, devido às propiedades birrefringentes desta camada. BIRREFRINGÊNCIA (Dupla

Leia mais

A Descoberta e a Evolução do RX

A Descoberta e a Evolução do RX A Descoberta e a Evolução do RX Cristina Almeida, Eugénia Arede e Susana Vieira, 2008 Introdução O fortuito 8 de Novembro de 1895 A 8 de Novembro do ano de 1895, o físico alemão Wilhelm Conrad Roentgen

Leia mais

Estrutura do Curso...

Estrutura do Curso... Radiologia Digital Aula 2 Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Estrutura do Curso... 1. Introdução à Radiologia Digital 2. A imagem digital e etapas de PDI 3. Equipamento - Detectores

Leia mais

TN, Emerson Siraqui TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO TÓRAX

TN, Emerson Siraqui TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO TÓRAX TN, Emerson Siraqui TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO TÓRAX SCOUT Posição do paciente: paciente em DDH, com a cabeça para o gantry e os MMSS, elevados acima da cabeça. Radiografia digital em AP. Técnica: 100

Leia mais

Profº. Emerson Siraqui

Profº. Emerson Siraqui RADIOLOGIA DIGITAL Profº. Emerson Siraqui Nome: Emerson Siraqui Formação Acadêmica: Graduação: Tecnólogo em Radiologia Médica-FASM Especialização: APRESENTAÇÃO Operacionalidade e Capacitação em aparelhos

Leia mais

Informática Aplicada a Radiologia

Informática Aplicada a Radiologia Informática Aplicada a Radiologia Apostila: Imagem Digital parte I Prof. Rubens Freire Rosa Imagem na forma digital A representação de Imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar

Leia mais

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital. Unidade de Aprendizagem Radiológica. Professor Paulo Christakis

29/08/2011. Radiologia Digital. Princípios Físicos da Imagem Digital. Unidade de Aprendizagem Radiológica. Professor Paulo Christakis Radiologia Digital Unidade de Aprendizagem Radiológica Princípios Físicos da Imagem Digital Professor Paulo Christakis 1 Em sistemas digitais de imagens médicas, as mudanças não se apresentam somente no

Leia mais

CARTA DE CORREÇÃO III

CARTA DE CORREÇÃO III CARTA DE CORREÇÃO III PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2013 ALTERAR DE: APARELHO DE RAIO-X FIXO DE NO MÍNIMO 500 MA COM GERADOR DE ALTA FREQÜÊNCIA E COM AS SEGUINTES ESPECIFICAÇÕES: POTÊNCIA NOMINAL MÁXIMA DE,

Leia mais

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen.

História dos Raios X. 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 08 de novembro de 1895: Descoberta dos Raios X Pelo Professor de física teórica Wilhelm Conrad Röntgen. História dos Raios X 22 de dezembro de 1895, Röntgen fez a primeira radiografia

Leia mais

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada reprodução de tom reprodução de cor resolução ruído e luz parasita aberrações e erros de registo. Principais parâmetros na definição

Leia mais

Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com

Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Radiologia Industrial Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. Fundamentos de Radiologia Industrial Quando pensamos em aeronaves, automóveis, metro, trens, navios, submarinos, etc todas estas máquinas não poderiam

Leia mais

RADIOLÓGICA. Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com

RADIOLÓGICA. Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com TECNOLOGIA RADIOLÓGICA Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com EMENTA Produção de Raios X : O Tubo de Raios X Sistema de geração de imagens por raios X Formação de Imagem radiográfica

Leia mais

Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com

Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Radiologia Digital Sensores Prof. Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com Detectores Digitais de Raios-X Formação de Imagens por Raios - X Nosso Sensor de Imagens O Olho Humano Cones 7 milhões,

Leia mais

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES 2010/2011 1 Equipamentos informáticos Hardware e Software Hardware refere-se aos dispositivos físicos (electrónicos, mecânicos e electromecânicos) que constituem

Leia mais

FÍSICA DAS RADIAÇÕES

FÍSICA DAS RADIAÇÕES FÍSICA DAS RADIAÇÕES Curso de Radiologia Escola Superior de Saúde de Faro 2008/2009 1º semestre Docente (aulas teóricas): Carla Quintão Silva DEPARTAMENTO DE FÍSICAF DA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA

Leia mais

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça

Leia mais

Luis Filipe Baptista MEMM 2

Luis Filipe Baptista MEMM 2 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO CAPÍTULO V Transdutores Optoelectrónicos 2012/2013 Índice do capítulo Introdução Transdutores ópticos Transdutores optoelectrónicos - Absolutos - Incrementais Aplicações industriais

Leia mais

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um

Estes sensores são constituídos por um reservatório, onde num dos lados está localizada uma fonte de raios gama (emissor) e do lado oposto um Existem vários instrumentos de medição de nível que se baseiam na tendência que um determinado material tem de reflectir ou absorver radiação. Para medições de nível contínuas, os tipos mais comuns de

Leia mais

PARÂMETROS RELACIONADOS À QUALIDADE DA IMAGEM EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA TC

PARÂMETROS RELACIONADOS À QUALIDADE DA IMAGEM EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA TC X Congreso Regional Latinoamericano IRPA de Protección y Seguridad Radiológica Radioprotección: Nuevos Desafíos para un Mundo en Evolución Buenos Aires, 12 al 17 de abril, 2015 SOCIEDAD ARGENTINA DE RADIOPROTECCIÓN

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11

MANUTENÇÃO PREDITIVA 13.12.11 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA conceito 2 É aquela que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. objetivos 3 determinar, antecipadamente,

Leia mais

Daros, K A C e Medeiros, R B

Daros, K A C e Medeiros, R B 1 ESTUDO DAS FONTES DE RUÍDO DA IMAGEM PARA FINS DE OTIMIZAÇÃO DAS DOSES NA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE CRÂNIO E ABDOME ADULTO Daros, K A C e Medeiros, R B Universidade Federal de São Paulo São Paulo

Leia mais

O USO DO PROTETOR DE OLHOS PARA REDUÇÃO DA DOSE VARREDURAS DE TC DE CRÂNIO

O USO DO PROTETOR DE OLHOS PARA REDUÇÃO DA DOSE VARREDURAS DE TC DE CRÂNIO IX Latin American IRPA Regional Congress on Radiation Protection and Safety - IRPA 2013 Rio de Janeiro, RJ, Brazil, April 15-19, 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PROTEÇÃO RADIOLÓGICA - SBPR O USO DO PROTETOR

Leia mais

INDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37.

INDICE 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. Cely Cristovam INDICE 1. Definição--------------------------------------------------------------------------------------- - 01 2. História da TC----------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção Fenómenos Ondulatórios Reflexão, refracção, difracção Natureza dualística da radiação electromagnética A radiação electromagnética é um fenómeno ondulatório envolvendo a propagação de um campo magnético

Leia mais

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM

3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3. FORMAÇÃO DA IMAGEM 3.1 INTRODUÇÃO O sistema de geração da imagem de RM emprega muitos fatores técnicos que devem ser considerados, compreendidos e algumas vezes modificados no painel de controle durante

Leia mais

Protocolos de hipófise e órbitas

Protocolos de hipófise e órbitas Protocolos de hipófise e órbitas Profº Claudio Souza Hipófise e sela turca Indicações O exame da sela tem por objetivo a avaliação dos adenomas que acometem a hipófise e as patologias que afetam a integridade

Leia mais

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013

Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 E s c o l a S e c u n d á r i a d e A l c á c e r d o S a l Ano letivo 201 2/2013 Física e Química A Bloco II (11ºano) Teste de Avaliação 3 A - 06/02/2013 1. Suponha que um balão de observação está em

Leia mais

Projeto FlexiGrid IWA. Sistema de Armazenamento e Comunicação de Imagens

Projeto FlexiGrid IWA. Sistema de Armazenamento e Comunicação de Imagens Projeto FlexiGrid IWA Sistema de Armazenamento e Comunicação de Imagens Aristófanes C. Silva Danilo Launde Lúcio Dias Roteiro PACS Definição Infra-Estrutura Camadas Problemas Soluções DICOM IWA Histórico

Leia mais

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 Cite 05 tipos

Leia mais

DIMENSIONAL ERROR ANALYSIS OF SELECTIVE LASER SINTERING (SLS) AND THREEDIMENSIONAL PRINTING (3DP ) IN REPRODUCE THE CRANIOMAXILLARY ANATOMY IN VITRO

DIMENSIONAL ERROR ANALYSIS OF SELECTIVE LASER SINTERING (SLS) AND THREEDIMENSIONAL PRINTING (3DP ) IN REPRODUCE THE CRANIOMAXILLARY ANATOMY IN VITRO 35 ANÁLISE DO ERRO DIMENSIONAL DOS BIOMODELOS DE SINTERIZAÇÃO SELETIVA A LASER (SLS) E DE IMPRESSÃO TRIDIMENSIONAL (3DP TM ) A PARTIR DE IMAGENS DE TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA, NA REPRODUÇÃO DA ANATOMIA

Leia mais

Evolução tecnológica do radiodiagnóstico

Evolução tecnológica do radiodiagnóstico Evolução tecnológica do radiodiagnóstico Marcus Vinícius Teixeira Navarro SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros NAVARRO, MVT. Evolução tecnológica do radiodiagnóstico. In: Risco, radiodiagnóstico

Leia mais

ANEXO DO CONTRATO. Apêndice 11.1 do Anexo 11 PLANO FUNCIONAL DE ESPAÇOS E RELAÇÕES FUNCIONAIS

ANEXO DO CONTRATO. Apêndice 11.1 do Anexo 11 PLANO FUNCIONAL DE ESPAÇOS E RELAÇÕES FUNCIONAIS ANEXO DO CONTRATO Apêndice 11.1 do Anexo 11 PLANO FUNCIONAL DE ESPAÇOS E RELAÇÕES FUNCIONAIS Dezembro - 2013 Apêndice 11.1 do Anexo 11 Plano funcional de espaços e relações funcionais Índice 1 Introdução...

Leia mais