PREFEITURA DE CAXIAS. Rede. Socioassistencial SUAS. de Caxias do Sul

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1 PREFEITURA DE CAXIAS Rede Socioassistencial do SUAS de Caxias do Sul 1

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3 SUAS Palavra do Prefeito Palavra do Gestor Municipal de Assistência Social Palavra do CMAS Breve contextualização da Assistência Social no Brasil Trajetória da Política de Assistência Social em Caxias do Sul RS Processo de Inscrição das Entidades e Organizações de Assistência Social Operacionalização do Processo de Inscrição Rede Socioassistencial PÚBLICA do SUAS Rede Socioassistencial PRIVADA do SUAS Referências Bibliográficas Expediente

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5 O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é integrado pelos entes federativos, pelos respectivos conselhos de assistência social e pelas entidades e organizações de assistência social abrangidas conforme definido pelo 2º do artigo 6º da Lei Federal nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993 Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), atualizada pela Lei Federal nº , de 06 de julho de 2011). A Rede Socioassistencial do SUAS é um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e privada, que ofertam e operam benefícios, serviços, programas e projetos, o que supõe a articulação entre todas estas unidades de provisão de proteção social, sob a hierarquia de básica e especial e ainda por níveis de complexidade. 5

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7 UMA REDE SOLIDÁRIA A consciência crítica é um dos princípios mais relevantes da gestão pública responsável. Ela dialoga com os limites do Poder e transita pelas demandas de uma população que cresce a cada dia, tanto sob o aspecto demográfico, quanto no atendimento às expectativas mais elementares de solução para seus problemas. A Administração Pública de uma cidade do porte de Caxias do Sul, com uma população que beira 500 mil pessoas, embora seu festejado PIB, tem consciência de que muitas demandas sociais nem sempre podem ser atendidas na velocidade que desejamos. Afinal são seres humanos convivendo com valores diferentes sob o ponto de vista social, econômico e cultural, vinculado às suas origens e aos sonhos que identificaram poder alcançar por aqui. Se tiverem preparo intelectual, capacitação profissional e oportunidade, lograrão êxito. Mas seguramente pressionarão por satisfação de necessidades. Nossa Administração elegeu como meta proteger as pessoas que contribuem com essa fabulosa sociedade produtiva em permanente e acelerada transformação. Porém, dentro do conceito de consciência crítica que nos orienta, temos a humildade de reconhecer que só produziremos felicidade para esta população, se estivermos todos juntos e abraçados numa grande rede de solidariedade e cooperação. Percebemos nas malhas desta rede, além das instituições públicas pela sua própria natureza, as entidades beneficentes, milhares de voluntários, de pessoas físicas, jurídicas, organizações de assistência social que se importam em construir uma Caxias mais justa e mais igualitária. A publicação desta Cartilha sobre a Rede Socioassistencial do SUAS, que estamos apresentando à comunidade, permite que se integrem ao processo todas as organizações que já atuam ou que pretendam interagir com o Poder Público nesta grande e digna missão de compartilhar a busca de soluções cotidianas para o bem. Mais do que uma Cartilha que contém informações sobre Marco Regulatório em nível nacional sobre inscrições para habilitação destas entidades beneficentes junto ao Cadastro Nacional de Assistência Social, com detalhamento de condições e requisitos previstos em Lei, este documento tem a força de um chamado ao exercício da cidadania e do labor generoso em favor do ser humano. Precisamos de todos. Venha fazer parte desta Rede. Caxias do Sul, da Fé e do Trabalho agradece. Alceu Barbosa Velho Prefeito de Caxias do Sul 7

8 A cartilha, Rede Socioassistencial Pública e Privada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) de Caxias do Sul, destinada às entidades, trabalhadores e usuários da política de assistência social, é produto de um trabalho intenso e de muita dedicação do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) em conjunto com a Fundação de Assistência Social (FAS), gestora da política de assistência social no município. Cumprir com as atribuições de inscrever e fiscalizar o trabalho das entidades e organizações de assistência social, divulgar os serviços de proteção social, socializar o acesso e a defesa dos direitos sociais, são alguns dos objetivos que o CMAS e a FAS buscaram atingir no processo de construção e socialização dessa cartilha. Assim, a publicização dos serviços públicos e privados da rede socioassistencial tem a finalidade de proporcionar mais um instrumento que busca garantir a proteção social e dar visibilidade ao conjunto de entidades de natureza diversa e do engajamento do poder público no objetivo comum de buscar resultados coletivos voltados à área social, trabalhando em parceria. E, tornando transparente a todos os cidadãos o direito de acessar as informações que dizem respeito aos serviços, programas e projetos desenvolvidos no município. Não há como negar que a área social também é movida por sentimentos de fraternidade, norteada por uma visão de solidariedade e compromisso com todas as pessoas, em especial, com aquelas que ainda estão à margem dos serviços e recursos que a rede socioassistencial oferta. Atingir a essa população é o nosso grande desafio! Marlês Stela Sebben Andreazza 1 Presidente da FAS 1 Marlês Stella Sebben Andreazza possui graduação em Pedagogia pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Foi professora da Rede de Ensino Estadual ( ) e da Rede de Ensino Privada ( ). Foi Diretora de Promoção da Cidadania na Fundação de Assistência Social (FAS) no período de 2005 a Atualmente é Presidente da FAS. 8

9 O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) de Caxias do Sul é uma instância deliberativa do Sistema Descentralizado e Participativo da Assistência Social, regulamentado pela Política Nacional de Assistência Social (PNAS, 2004) e instituído pela Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS, 1993), tem caráter permanente e composição paritária entre governo e sociedade civil. Uma das principais competências dos Conselhos Municipais é o controle social, entendido como uma das diretrizes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS, 2004), constitui-se enquanto instrumento democratizador que efetiva a participação das organizações sociais e populares na formulação e avaliação da Política Pública de Assistência Social, na gestão de sua implementação, operação e na fiscalização de sua execução. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988 se delega à sociedade civil a responsabilidade da participação e do controle social na construção e fortalecimento das políticas públicas. Essa tarefa é condição essencial para a construção de uma nova cultura política em que o povo exerça seu poder e seus direitos, solidificando, juntamente com o governo, a democracia. Essa nova cultura deve surgir em detrimento à historicidade de exploração a que o povo brasileiro esteve exposto por centenas de anos, e que ainda hoje, persiste em travar os mecanismos democráticos. A cartilha da Rede Socioassistencial Pública e Privada do SUAS de Caxias do Sul, ora apresentada, foi elaborada pelo CMAS com o objetivo de publicizar os serviços da Política de Assistência Social no município e fortalecer a atuação da rede socioassistencial. Através desta cartilha, entidades, trabalhadores sociais e os usuários poderão conhecer e acessar os serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais legitimados e tipificados de acordo com os preceitos da legislação afeta a Política de Assistência Social. Mais uma iniciativa na luta por uma sociedade justa e democrática a que todos temos direito. Andrea Dandolini Camello Presidente do CMAS gestão / Daiana Maria Batista Presidente do CMAS gestão

10 BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRASIL 1 A assistência social em nosso país é uma política pública muito significativa e recente, atualmente considerada essencial e de importância ímpar, pois atende às famílias e aos usuários que necessitam do olhar de uma política garantidora de direitos e que deva facilitar o acesso do cidadão aos serviços sociais básicos, à justiça e à uma cidadania plena, características estas de um país democrático de direito como o Brasil. Saímos de um cenário em que a assistência social era prestada como um favor 2, uma benesse, realizada por voluntários e, muitas vezes, dependia de favores políticos para ser acessada pelo cidadão, para a constituição de um sistema composto por serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais, prestados de foram organizada e sistemática, com atribuições claramente definidas nas três esferas de governo. A partir de sua instituição na Constituição Federal de 1988, e posteriormente, com a aprovação da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) em 1993, a assistência social passa a ser reconhecida como uma política pública de seguridade social, estabelecendo algumas garantias fundamentais, mas principalmente determina que deve ser o Estado, por meio dos governos municipais, estaduais e federal, o agente promotor dessas garantias e direitos inaugurando, assim, uma nova fase para a cidadania brasileira. A partir daí, a assistência social adquire o status de política pública de proteção social, para todos que dela necessitar, e de responsabilidade do Estado.Desde então, a política de assistência social passou a ser regulamentada a partir de um vasto aparato legal 3, de extrema relevância para a sua organização e gestão dentre os quais é relevante destacar: 1993 Lei Federal N 8.742, de 07 de dezembro de 1993 Lei Orgânica da Assistência 1 Texto produzido originalmente e apresentado por Ana Paula Flores no Curso de Especialização em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial para a obtenção de título de Especialista em Democracia Participativa, República e Movimentos Sociais, sob o título Uma análise acerca das deliberações das Conferências Municipais de Assistência Social em Caxias do Sul RS. A partir da efetivação do Sistema Único de Assistência Social SUAS. Ele foi revisado pela autora e serviu como base para este item. 2 No marco constitucional, a Assistência Social, integrante da Seguridade Social, é concebida como uma política pública, não contributiva, (conforme artigo 203 CF/1988, prestada a quem dela necessitar), de direção universal, de responsabilidade estatal, como direito de cidadania, com potencialidade de ampliar os direitos sociais do cidadão, de acordo com suas necessidades, a partir da condição inerente de ser de direitos. Essa mudança de paradigma rompe com a histórica concepção de filantropia, benemerência e caridade, onde a assistência social é concebida como uma ajuda ou favor, ocasional e emergencial. (Brasil MDS. Capacita Suas. Volume 1. p 39). 3 Pereira (1996) traz duas classificações internas ao que aqui se denomina de aparato-legal: disposições declaratórias de direito e disposições assecuratórias de direito. A primeira diz respeito à Lei maior, tendo-se como exemplo a CF/88. A segunda refere-se às leis complementares, tendo-se como exemplo, as leis orgânicas, com função [...] dar vida e concretude ao direito proclamado [pela lei maior ou disposição declaratória] [...], e no caso da assistência social, a Lei nº de 6 de julho de 2011, referente a alteração da LOAS (1993) quanto a organização da assistência social, legitimando o SUAS. Além das disposições declaratórias de direito e das disposições assecuratórias de direito, acrescenta-se as normativas como as normas operacionais e as políticas nacionais, a tipificação de serviços, [a matriz para caracterização do assessoramento e da defesa e garantia de direitos na política de assistência social] e as orientativas tais como, as [indicativas de um determinado fazer]. As normativas e orientações estabelecem regramentos e direções no que refere-se à operacionalização. 10

11 Social LOAS Política Nacional de Assistência Social (PNAS); 2005 Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social (NOB-SUAS); 2006 Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do SUAS (NOB-RH); 2009 Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais; 2011 Lei Federal N , de 06 de julho de 2011, que atualizou e acrescentou dispositivos na Lei Orgânica da Assistência Social LOAS. Paralelamente a estas novas orientações no âmbito da gestão e execução da política de assistência social, o controle público 4, a ser realizado através dos Conselhos Municipais, como forma de operacionalizar a participação popular, já instituída pela Constituição Cidadã, passou a ser protagonista de um grande processo de mudanças, atualizações, fortalecimento e ampliação de suas competências com o grande objetivo de referendar a importância da gestão compartilhada para a efetivação do SUAS. O controle público se configura como um dos aspectos fundamentais da execução das políticas sociais, inclusive na política de assistência social, sendo que podemos vislumbrá-lo como uma forma de gestão compartilhada e ainda de operacionalizar o processo democrático de um país. O controle público possibilita a participação da população na gestão pública, possibilitando aos cidadãos meios e canais de fiscalização e controle das organizações governamentais, de modo a verificar o bom andamento das decisões tomadas em seu nome. A fiscalização realizada pelos Conselhos Municipais, se configura como uma das formas de democracia de alta intensidade, conforme já definido por SANTOS e AVRITZER (2002), onde a atuação do povo no âmbito do acompanhamento a gestão pública se dá muito mais que pelo simples ato de exercer o direito do voto, o que configura então a democracia de baixa intensidade. Considerando que a legitimidade de todo este processo se dá prioritariamente através da participação dos cidadãos, o novo marco regulatório da política de assistência social reforçou a importância destes espaços institucionais de controle público democrático e deliberação, compostos de forma paritária entre representantes do poder público e da sociedade civil, quais sejam os conselhos de políticas públicas e de direitos, as conferências de políticas públicas sendo estes considerados espaços máximos de deliberação da política de assistência social, bem como das demais políticas sociais. 4 Na sequência da execução deste trabalho, estaremos trabalhando com o termo controle público ao invés de controle social, para tratarmos da competência principal dos Conselhos. Embora o termo controle social seja o termo preponderante em todos os documentos que tratem da política de assistência social, e que de forma geral está amplamente disseminado, apresenta uma profunda ambiguidade. Este termo foi inicialmente utilizado para designar o controle do Estado sobre a sociedade, principalmente no que concerne ao controle das epidemias no final do século XIX. Com o passar do tempo se transformou a ideia até chegarmos na concepção atual do termo, que consiste o controle da sociedade sobre o Estado. No entanto este conceito não consegue incluir dimensões importantes do controle, tal como o exercido pela mídia sobre o governo. Nesse sentido, o conceito de controle público, além de evitar as ambiguidades considera elementos que não são contemplados pelo outro conceito. 11

12 TRAJETÓRIA DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM CAXIAS DO SUL RS A política de assistência social, prevista na Constituição Federal de 1988 e regulamentada pela Lei Federal nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993 Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), se efetivou no município de Caxias do Sul a partir da criação da Fundação de Assistência Social (FAS), através da Lei Municipal nº 4.419, de 04 de janeiro de 1996, do Conselho e do Fundo Municipal de Assistência Social, Lei nº 4420, de 08 de janeiro de Antes da promulgação da LOAS, a assistência social e a área da infância e juventude não eram reconhecidas tecnicamente como políticas sociais em nosso município, embora a última contasse com algum avanço, por já estar em vigor a Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Desta forma, a Comissão Municipal de Amparo à Infância (COMAI), criada em 29 de dezembro de 1962, era responsável pela administração dos Abrigos (Casa de Triagem Divina Providência, Casa das Meninas e Casa do Menor), Creches, Centros Ocupacionais, posteriormente denominados Centros Educativos, Programa de Adolescentes Engraxates (Setor do Menor Ativo), para Adolescentes e Crianças em Situação de Rua, Programa de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, Liberdade Assistida e Prestação Serviços à Comunidade (PSC) e Programa de Orientação e Apoio Sociofamiliar (OASF). A COMAI atendia famílias, crianças e adolescente, através de serviços, projetos e programas, contudo, ainda sem um sistema normatizado e adequado às diretrizes do ECA. De outro lado, a então Secretaria de Habitação e Ação Social, denominada naquela época, além da sua atribuição como gestora da política de habitação do município, também atendia às demandas de cunho assistencial, efetivadas através de serviços como auxílio-passagem intermunicipal, liberação de cestas básicas para famílias empobrecidas, assim como de auxílio-funeral, inclusive, com translado para outros municípios do Rio Grande do Sul. Também realizava o encaminhamento da população de migrantes e/ou de rua ao Albergue, naquele período administrado pela Centro Espírita Alunos do Bem, bem como o conveniamento com outras entidades para repasse de recursos públicos. Em 1993, esta Secretaria, em vista da promulgação da LOAS, iniciou o processo propulsor de efetivação de uma Política Pública de Assistência Social, realizando a I Conferência Municipal de Assistência Social, sendo um dos municípios pioneiros 12

13 em nosso Estado a realizar este evento. As discussões e propostas da Conferência já avançavam na perspectiva emancipatória e de promoção da cidadania, e na criação de uma Comissão Provisória de Assistência Social. Esta Comissão reuniase periodicamente com a atribuição principal de garantir a permanente discussão/ articulação/engajamento entre as entidades representantes dos segmentos abrangidos pela nova Lei, assim como acompanhar os seus desdobramentos nas demais esferas de governo, na busca de efetivar a criação do Conselho e Fundo Municipal de Assistência Social, no município de Caxias do Sul. Em concomitância, uma equipe de técnicos e gestores estava com a incumbência de discutir e elaborar a minuta de lei para criação da atual Fundação de Assistência Social (FAS), que viria a substituir a COMAI. A II Conferência Municipal de Assistência Social ocorreu em 1995, ainda sob a coordenação da Secretaria de Habitação e Ação Social com o objetivo principal de propor elementos e subsídios ainda mais consolidados, a partir do trabalho que vinha sendo desenvolvido pela Comissão Provisória e que foram referendados neste evento, com a presença da sociedade civil organizada para a criação efetiva e legal do Conselho e Fundo Municipal de Assistência Social, assim como, do ente que viria a gerir esta Política Social, a atual FAS, como já citado. Assim sendo, em janeiro de 1996, o Poder Legislativo Municipal aprovou a criação da FAS, do Conselho e do Fundo Municipal de Assistência Social, através das Leis Municipais nº 4419, de 04 de janeiro e 4420, de 08 de janeiro, respectivamente. A partir desta data, a Secretaria de Habitação e Ação Social passou a denominarse Secretaria Municipal de Habitação, gerenciando somente a Política de Habitação, repassando os serviços socioassistenciais à FAS, bem como parte da equipe técnica passou a exercer suas atividades junto à Fundação. Gradativamente, iniciou-se também o processo de desativação da COMAI, com as suas atribuições sendo absorvidas pela FAS. Então, no dia 11 de julho de 2000, através da Lei Municipal nº 5465, a COMAI foi extinta. Dessa forma, efetivou-se um processo importante, participativo e democrático que demarcou a transição para uma política social abrangente e universalizante, assim como, a mudança de paradigma, estabelecendo a assistência social não mais com ações fragmentadas, como favor, mas como sendo um dever do Estado e direito do cidadão, como preconiza a LOAS. Nesse contexto, ocorre o surgimento dos Conselhos Municipais de Assistência Social, como espaços que favorecem a participação comunitária e ampliação dos 13

14 mecanismos de controle e monitoramento das ações atreladas à política de assistência social, e ainda das Conferências Municipais de Assistência Social, como os fóruns máximos de deliberação com o objetivo de propor e indicar ações no âmbito da execução e fortalecimento dessa política. A lei municipal de criação da FAS já foi atualizada às novas diretrizes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS, 2004) e do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), pela Lei Municipal nº 7.247, de 15 de dezembro de 2010, enquanto uma instituição de caráter fundacional pertencente à Administração Indireta do Poder Executivo Municipal, com o principal objetivo de ser o gestor da política municipal de assistência social em Caxias do Sul. A partir deste reordenamento legal e institucional, o município passou a operacionalizar o seu sistema descentralizado e participativo local, conforme previsão da LOAS já em 1993 e, mais recentemente, em sua atualização efetivada pela Lei Federal n de Com isso, passou a estabelecer a execução descentralizada das ações da política de assistência social, conforme preconizado pela Constituição Federal de 1988, no que tange às diretrizes para as políticas públicas, principalmente as sociais, efetivando e fortalecendo desta forma o processo democrático de um Estado de Direito. 14

15 PROCESSO DE INSCRIÇÃO DAS ENTIDADES E ORGANIZAÇÕES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL O processo de inscrição regulamentado pela Resolução CNAS Nº e suas atualizações posteriores está fundamentado na Lei Federal Nº , de 27 de novembro de 2009, que dispõe, entre outras regulamentações, sobre a certificação das entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), mais especificamente no parágrafo único do seu artigo 40 1, que definiu que os ministérios das respectivas áreas de atuação alcançadas por esta lei (saúde, educação e assistência social) procederiam ao recadastramento de todas as entidades sem fins lucrativos econômicos, beneficentes ou não, atuantes em suas respectivas áreas de atuação. A lei em questão foi regulamentada pelo Decreto Federal Nº , de 20 de julho de 2010, que traçou normas mais específicas no que se refere a obtenção de isenção das contribuições para a seguridade social, a partir da concessão da CEBAS pelos respetivos ministérios. Também, na área da assistência social, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), publicou em 23 de dezembro de 2011, a Portaria MDS Nº 353, que disciplinou novos procedimentos referente a operacionalização da certificação no âmbito da assistência social. O Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS) de Caxias do Sul deflagrou o seu processo de inscrição para as entidades e organizações não governamentais já inscritas até a promulgação da Resolução CNAS Nº. 16/2º10, através da emissão da Resolução CMAS Nº. 002, de 14 de janeiro de 2011 e do envio do Oficio Circular CMAS Nº. 001/2001, de 24 de janeiro de Destaca-se que, anteriormente ao início do processo de inscrição, realizouse uma capacitação denominada Novo Marco Regulatório da Certificação das Entidades Beneficentes de Assistência Social e a Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais Tinha-se como objetivo: promover capacitação para as entidades e organizações de assistência social que desejassem manter ou pleitear o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), com embasamento 1 Art. 40. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome informarão à Secretaria da Receita Federal do Brasil, na forma e prazo por esta determinados, os pedidos de certificação originária e de renovação deferidos, bem como os definitivamente indeferidos, nos termos da Seção IV do Capítulo II.Parágrafo único. Os Ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome procederão ao recadastramento de todas as entidades sem fins lucrativos, beneficentes ou não, atuantes em suas respectivas áreas em até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Lei, e tornarão os respectivos cadastros disponíveis para consulta pública 15

16 no novo marco regulatório da certificação, contribuindo assim, para que as mesmas realizassem as devidas adequações e reordenamentos necessários para ajustarem suas ações ao novo conjunto normativo da política pública de assistência social, promulgado a partir da Política Nacional de Assistência Social (PNAS 2004) e demais regulamentações subsequentes, especialmente no que se refere à determinação de sua área de atuação preponderante e respectivamente, a adequação aos parâmetros nacionais para a inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais nos Conselhos de Assistência Social, prioritariamente para aquelas entidades e organizações que definirem sua atuação preponderante nesta política. Tal capacitação foi promovida pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), através do Núcleo Estudos e Pesquisas em Políticas Públicas e Sociais (NEPPPS) em parceria com a Fundação de Assistência Social (FAS), perfazendo um total de 40 horas-aula, proferida por professores da UCS, bem como por servidores da FAS. A mesma foi realizada nos dias 22, 25 e 29 de novembro; 06, 13, 15 e 20 de dezembro de 2010 e 05 de janeiro de 2011, na Cidade Universitária. Com a deflagração do processo de Inscrição para as entidades e organizações não governamentais já inscritas no conselho, através da emissão da Resolução e do envio do Oficio Circular do CMAS anteriormente citados, o CMAS passou a receber das entidades a documentação habilitatória para tal, a qual deveria ser protocolada junto à Secretaria Executiva do CMAS, com base nos critérios fixados pela Resolução CNAS Nº. 16/2010 e suas atualizações, bem como pela Resolução CMAS Nº. 002/2011. Nos meses que se seguiram, a maioria das entidades já inscritas no CMAS protocolaram a solicitação de inscrição. Os documentos solicitados foram os seguintes, conforme artigo 4º da Resolução CMAS Nº. 002/2011: 1. Requerimento de Inscrição; 2. Cópia do Estatuto Social (atos constitutivos) devidamente registrado em Cartório; 3. Cópia da Ata de Eleição e Posse da atual Diretoria, devidamente registrada em Cartório; 4. Plano de Ação do ano corrente de acordo com o enquadramento da entidade ou organização constante no artigo 2º e conforme orientações do inciso III do art. 5º da Resolução CMAS 002/2011. (As entidades e organizações que se definirem como de atendimento deverão ter suas ações previstas e 16

17 adequadas à Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistencias, aprovadas pelo CNAS em 2009); 5. Cópia do Comprovante de Inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). No ato da entrega desta documentação, havendo falta de algum dos itens acima citados, a mesma não foi protocolada, devendo a entidade ou organização retornar ao CMAS, quando a pendência estiver sanada. No mês de outubro, verificando que ainda faltava a manifestação de algumas entidades, com o intuito de otimizarmos o processo de Inscrição, foi deliberado na Assembleia Ordinária de 11 de novembro de 2011 que, no início do Exercício de 2012 estaríamos notificando as entidades e organizações não governamentais já inscritas no conselho que ainda não haviam protocolado no CMAS o pedido de inscrição nos moldes da Resolução CNAS Nº. 16, de 05 de maio de 2010 e suas atualizações, com o objetivo de chamarmos a atenção das entidades e organizações já inscritas no CMAS para o prazo a ser cumprido previsto no artigo 20: Art. 20. As entidades e organizações de assistência social inscritas anteriormente à publicação desta Resolução deverão requerer, junto ao Conselho de Assistência Social, a inscrição conforme procedimentos e critérios dispostos nesta Resolução, até 30 de abril (Alterado pela Resolução CNAS Nº. 1, de ). O CMAS orientou todas as entidades para que tomassem uma das providências que seguem: a) Protocolar junto à Secretaria do CMAS, solicitação de Inscrição nos moldes da Resolução CNAS Nº. 16, de 05 de maio de 2010 e suas atualizações entregando os seguintes documentos, conforme artigo 4º da Resolução CMAS Nº. 002/2011: Requerimento de Inscrição; Cópia do Estatuto Social (atos constitutivos) devidamente registrado em Cartório; Cópia da Ata de Eleição e Posse da atual Diretoria, devidamente registrada em Cartório; Plano de Ação do ano corrente de acordo com o enquadramento da entidade ou organização constante no artigo 2º e conforme orientações do inciso III do art. 5º da Resolução CMAS 002/2011; Cópia do Comprovante de Inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). b) Caso a entidade ou organização não governamental, com base em seus atos constitutivos, não se configure como entidade ou organização de assistência social ou opte por atuar preponderantemente nas áreas da saúde ou educação em consonância com a Lei Federal Nº , de 27 de novembro de 2009 e com o Decreto Federal Nº , de 20 de julho de 2010, que regulamentam o processo de certificação 17

18 das entidades beneficentes de assistência social, e estas que, ainda não executarão nenhum projeto, programa ou serviço de assistência social, remetam correspondência por escrito ao CMAS relatando sua opção para que possamos, após deliberação em Assembleia, estar cancelando as inscrições no Conselho anteriores a Resolução CNAS Nº. 16/2010, de 05 de maio e suas atualizações, e desta forma atualizar e adequar os registros do CMAS ao novo marco regulatório da política de assistência social. É relevante ressaltar que a partir da entrega da documentação das entidades e organizações no CMAS foi instaurado Processo Administrativo, o qual foi registrado conforme a data de recebimento. A partir do Processo Administrativo da entidade ou organização instaurado no CMAS, o mesmo foi analisado pelo Grupo de Trabalho (GT) do Processo de Inscrição, que realizou visita in locco e tomou as demais providências necessárias à instrução do processo com vistas ao deferimento/indeferimento da inscrição da entidade ou organização no CMAS. O GT em questão foi o responsável em emitir o Parecer Favorável ou Desfavorável à inscrição das entidades e organizações de assistência social, bem como dos projetos, programas, serviços e benefícios. No caso de Pareceres Desfavoráveis à Inscrição, o CMAS emitiu recomendações para adequações no Plano de Ação 2012 da entidade ou organização que deverá ser implementado até 31 de dezembro de 2013, conforme parágrafo único do artigo 20 da Resolução CNAS 16/2010: Parágrafo único. As entidades e organizações referidas do caput também deverão apresentar, até 30 de abril de 2012, o plano de ação, referido no inc. I do art. 14, acrescido das adequações a serem implementadas até o final de 2013 para o cumprimento das normativas do CNAS. (Incluído pela Resolução CNAS nº. 10, de ) Ao final do Exercício de 2013, havendo Indeferimento da Inscrição por parte de CMAS, as entidades e organizações poderão interpor Recurso Conselho Estadual de Assistência Social (CEAS) no prazo de 30 dias, contados do dia seguinte ao da ciência da decisão. (Artigo 19 da Resolução CMAS 002/2011). Também relevante registrar que as entidades e organizações que tiveram suas Inscrições indeferidas de plano, foram orientadas acerca da possibilidade de interpor recurso ao CEAS, no mesmo prazo supramencionado. Todos os Deferimentos e Indeferimentos de entidades ou organizações de assistência social, bem como de projetos, programas, serviços ou benefícios 18

19 socioassistenciais foram sempre realizados pelas Assembleias do CMAS, fórum máximo de deliberação do conselho. Registramos que o CMAS instaurou um GT específico para o Processo de Inscrição, composto por Conselheiros governamentais e não governamentais através da Resolução CMAS Nº. 031, de 16 de maio de Destaca-se que a documentação orientadora para este processo de inscrição, dentre outras, foi a seguinte: - Resolução CMAS 002/2011 de 14 de janeiro de 2011; - Resolução CNAS 16/2010 de 05 de maio de 2010; - Orientações aos Conselhos de Assistência Social para a implementação da Resolução CNAS 16/2010; - Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais 2009; - Decreto Federal de 14 de dezembro de 2007; OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE INSCRIÇÃO NOS MOLDES DA RESOLUÇÃO CNAS Nº. 16/2010 Como referido anteriormente, o GT foi constituído Assembleia de , do CMAS Resolução CMAS 031, de 16 de maio de A partir da abertura do processo de inscrição, o CMAS passou a receber a documentação necessária e o GT passou a analisar a documentação de cada entidade que solicitou inscrição com vistas a emitir parecer técnico. Os documentos foram os seguintes: Requerimento; Cópia do estatuto social (ato constitutivo) registrado em cartório; Cópia da ata de eleição e posse da atual diretoria, registrada em cartório; Plano de Ação; Cópia do Comprovante de Inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas CNPJ. O principal documento e o que demandou mais cuidado e análise refere-se ao Plano de Ação da entidade, o qual, segundo a Resolução CNAS nº.16/2010, art. 3º, inciso III, deve conter, e que o GT deve analisar: a) finalidades estatutárias; b) objetivos; c) origem dos recursos; d) infraestrutura; 19

20 e) identificação de cada serviço, projeto, programa ou benefício socioassistencial, informando respectivamente: e.1) público alvo; e.2) capacidade de atendimento; e.3) recursos financeiros a serem utilizados; e.4) recursos humanos envolvidos; e.5) abrangência territorial; e.6) demonstração da forma de participação dos usuários e/ou estratégias que serão utilizadas em todas as etapas do plano: elaboração, execução, avaliação e monitoramento. Salienta-se que, posteriormente a essa análise documental, realizou-se uma visita técnica in loco, para assim, elaborar o parecer técnico final de avaliação acerca do processo de solicitação de inscrição de entidades e organizações de assistência social no CMAS de Caxias do Sul, nos moldes da resolução CNAS nº. 16, de 05 de maio de 2010 e da resolução CMAS nº 002, de 14 de janeiro de É importante destacar que, a partir da primeira análise da documentação, especialmente o Plano de Ação da entidade e da visita técnica, sempre buscou-se discutir, refletir e orientar os aspectos que necessitavam aprimoramento para adequação ao que está posto no marco regulatório, uma vez que, nosso principal objetivo sempre foi o de que realmente a Rede Sociassistencial Privada do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) do município de Caxias do Sul viesse, com esse processo, se qualificar, ampliar sua efetividade, na direção de contribuir no alcance dos objetivos da PNAS e do SUAS. Esta preocupação se justifica, pois temos a clareza que, no momento em que o CMAS inscreve uma entidade ou organização de assistência social, bem como projetos, programas, serviços de assistência social, está legitimando as condições para que o MDS venha a conceder para as entidades o Vínculo SUAS, conforme define o parágrafo 1º do artigo 6-A 2 da LOAS. E, neste sentido, se está indicando que tal entidade estará apta a gozar de isenção, uma vez que o Vínculo SUAS poderá dar condição automática de certificação, conforme define a legislação vigente. Assim, fica claro a responsabilidade que o Conselho tem nesse processo, que demandou toda uma organização do CMAS, sendo extremamente demorado e exaustivo. Foi necessário muito cuidado, discussão, fundamentação e trabalho com as 2 1o artigo 6-A LOAS: A vinculação ao Suas é o reconhecimento pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome de que a entidade de assistência social integra a rede socioassistencial. (Incluído pela Lei nº , de 2011) 20

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