PROJETO BÁSICO EXECUTIVO

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS DE SERTÃO PROJETO BÁSICO EXECUTIVO Projeto básico executivo, contendo a descrição e especificações, para a ampliação do setor de SUINOCULTURA, do CAMPUS DE SERTÃO do IFRS. A- DESCRIÇÃO GERAL: O setor de Suinocultura, compõe-se de Sala Ambiente para aulas teóricas e dois pavilhões com animais que necessitam de ampliação com o objetivo de atualizar as praticas de criação de suínos dentro dos avanços tecnológicos ocorrido nos últimos anos, e tendo em vista que a região onde se insere o Campus de Sertão constitui em importante região produtora. Nos pavilhões existentes são realizadas as atividades práticas de suinocultura, envolvendo todas as fases: acasalamento, gestação, maternidade, creche e terminação. Os prédios existentes e os componentes do sistema de manejo tem idade superior a 25 anos, que além de desgastados pelo uso estão tecnologicamente defasados da suinocultura atual aperfeiçoada e competitiva. Estes fatores necessitam ser corrigidos para que o ensino esteja em sintonia com os sistemas em uso no mercado de forma que os alunos possam ter formação adequada com o momento tecnológico desta cadeia produtiva. A obra de ampliação, constitui-se em inserir um novo pavilhão para que sejam transferidas as atividades de maternidade e creche. Todo o complexo passará por processos de atualização, estando nesta etapa prevista a construção de parte do prédio destinado à maternidade e creche, com um galpão com área construída de 283,58 m2, que será interligado aos demais pelo prédio de gestação, a ser adaptado em etapa futura. O trabalho terá ainda em etapa posterior, as adaptações dos prédios 1 e 2, conforme o posicionamento entre prédios indicado em planta. 1

2 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA: Compõe-se do presente projeto básico executivo, planilha padrão de orçamento, planilha padrão de Cronograma físico financeiro, mais as seguintes plantas: 2-A 1 Projeto Arquitetônico prédio 2 Planta baixa. 2-A 2 Projeto Arquitetônico prédio 2 Cortes BB, CC e DD. 2-A 3 Projeto Arquitetônico prédio 2 Corte AA e fachada principal. HS-2 Projeto de Instalações Hidrossanitárias prédio 2; E-2 Projeto de Instalações Elétricas prédio 2; B CONSIDERAÇÕES INICIAIS a) Os quantitativos apresentados na previsão orçamentária (PO): Deverão ser tomados como elemento orientativo. Tratando-se de construção nova, interligada à edificações existentes, existirão pontos de interligação com os prédios antigos, onde existe a possibilidade da ocorrência de situações inusitadas não previstas. Caberá ao licitante a visita ao local e a completa análise dos projetos, fazendo a respectiva conferência dos quantitativos apresentados, pois a obra será licitada pronta, completa, sem possibilidade de aditivos quanto aos quantitativos ou complementos de especificações relativos aos trabalhos necessários à sua conclusão. Os quantitativos apresentados na previsão orçamentária não constituem critérios válidos para análise das propostas com o objetivo de classificação das propostas, e sim o critério do menor preço global. Havendo entendimento de necessidade de alterações de quantitativos, a empresa licitante poderá fazê-lo, no sentido de melhor expressar sua proposta, dado a razão citada, de que alguns quantitativos podem, na prática, ocorrerem diferentes do que foi previstos. b) Planilha de Orçamento: Deverá ser adotada a planilha modelo pelos licitantes, com o objetivo de uniformizar as propostas, facilitando o trabalho de análise e comparações pela Comissão de Licitações, por ocasião da abertura das propostas. A formatação da planilha poderá apresentar variações caso sejam julgadas necessárias pelo licitante. A planilha de orçamento apresentada, é 2

3 referencial e orientativa. Serviços não constantes nesta planilha, variações de quantitativos e/ou outras divergências, não servirão como justificativas para possíveis aditivos após a contratação, devendo haver questionamento da Licitante à Contratante, dentro do prazo previsto no processo licitatório. c) Cronograma Físico Financeiro: Deverá ser preenchido em planilha similar, de mesma estrutura à do modelo apresentado. O número de etapas será de no máximo seis, ou seja, com medição de etapas em aproximadamente três semanas, visto que o prazo estabelecido é de 120 (cento e vinte) dias para a conclusão da obra. Os valores indicados no cronograma não irão constituir valores de parcelas, visto que as mesmas serão estabelecidas pelos condicionantes de retenções e demais cláusulas contratuais. d) Documentação complementar: d.1.) Livro Diário com a obrigatória anotação dos eventos e ocorrências do período contratual a cada dia, incluindo os serviços executados, e etapas concluídas, além de servir de registro das visitas da fiscalização. d.2.) Apresentar e manter exposto na obra, o cronograma das atividades que serão desenvolvidas em cada etapa, ao longo da obra. d.3.) - Matrícula da obra no INSS. d.4.) A Empresa Contratada deverá manter expostos todas as plantas e demais documentos técnicos em painel ou parede, com livre acesso aos trabalhadores da obra, independente do jogo de plantas utilizado para consulta pelo setor técnico e que esteja no escritório do canteiro. d.5.) - Mensalmente apresentar as guias de recolhimento do INSS, juntamente com a relação de empregados. d.6.) Demais documentação listada no Contrato e previstas na legislação vigente. e) Atendimento a aspectos legais: e.1. Conforme art. 6º inciso IX da Lei 8666/93, foram buscadas soluções que contemplem as seguintes considerações: 3

4 a) desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza; b) soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem; c) identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; d) informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução; e) subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso; f) orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados; O conjunto de documentos técnicos, lidos com atenção, complementados com a vistoria na obra, permitem compreender a solução que foi desenvolvida. A leitura da documentação fornece visão global da obra, e identifica com clareza os elementos construtivos necessários para elaboração de proposta e execução total do que se pretende contratar. As soluções técnicas encontram-se indicadas nos documentos, compostos conforme aqui relatados. Não foram identificadas situações que possam caracterizar necessidade de reformulação da documentação técnica, ou posteriormente, na fase de execução dos trabalhos. Todos os itens listados neste artigo da Lei, foram levados em conta quando da elaboração da documentação técnica. Alem do artigo 6º, o conteúdo da Lei 8666, embasa todos os serviços que precedem o processo licitatório, incluindo a elaboração dos documentos técnicos, que buscam atender também os aspectos a seguir descritos. 4

5 e.2. Funcionalidade e adequação ao interesse público: As questões de funcionalidade da edificação para as finalidades a que se destina, foram conduzidas em conjunto entre a direção da EAFS, do setor pedagógico, e dos técnicos que elaboraram o projeto, no sentido de otimizar as questões de funcionalidade, com o uso a ser dado à edificação após os trabalhos. As adequações tem por objetivo dar maior intensidade de uso, ou seja, maior taxa de utilização ao prédio. e.3. Economia na execução, conservação e operação: O aproveitamento das áreas construídas, reduzem os custos com a implantação de novas edificações. Os materiais a serem utilizados, foram especificados de forma a prestar a maior vida útil possível, visando facilitar a conservação do prédio e seu funcionamento operacional, reduzindo trabalhos de manutenção. e.4. Mão de obra, materiais, tecnologia e matérias primas: Recomenda-se à empresa contratada, a utilização de mão de obra local, com vistas às questões de economicidade, rapidez, proximidade de deslocamentos e facilidade de acessos. Tais recomendações, que sejam aplicáveis, devem ser tomadas com relação aos fornecedores de materiais de construção, às tecnologias disponíveis na região do empreendimento. Deverá ser feita avaliação de capacitação de mão de obra, no sentido de garantir a qualidade dos trabalhos realizados. e.5. Facilidade de execução, conservação e operação: Sem prejuízo na qualidade dos materiais empregados, a empresa executora deve buscar sistemas construtivos de facilidade operacional, que possam agilizar os trabalhos contratados. As questões de conservação do local durante a obra, e os aspectos operacionais deverão ser igualmente observados, com vistas ao atendimento dos fluxos previstos no cronograma físico financeiro. e.6. Normas técnicas de saúde e segurança do trabalho: caberá a empresa executora, o atendimento de todas as normas regulamentadoras de saúde e segurança do trabalho, no canteiro de obras. Além do necessário uso de EPIs, deverá a contratante, providenciar os exames admissionais, periódicos e demissionais de seus funcionários, e outras exigências legais correlatas. 5

6 e.7. Impacto ambiental do empreendimento: Como aspectos negativos, a implantação do empreendimento irá produzir o consumo de matérias primas naturais, que irão se utilizar de processos industriais em sua transformação, além de energia e da infraestrutura disponível para transporte, comunicações e demais elementos necessários. Como aspectos positivos temos a geração de emprego e renda, durante o período de implantação e após este, quando o prédio estiver funcionando. O melhor dos aspectos positivos é a finalidade do empreendimento, que, dedicado à educação, poderá permitir a qualificação de pessoas, melhorando a médio e a longo prazo as questões ambientais que estamos envolvidos. O projeto levou em conta as questões relacionadas à produção de resíduos de obra, os quais serão preferencialmente utilizados dentro da área da Escola, nas áreas previstas a serem pavimentadas, onde serão utilizadas na preparação da base. Resíduos recicláveis deverão ser destinados a esta finalidade, e resíduos orgânicos e outros, deverão ser encaminhados à empresa licenciada e que faz a coleta de lixo urbano. Com relação aos aspectos paisagísticos e visuais, o impacto do empreendimento será positivo, pois o projeto não produz alterações importantes nos aspectos já existentes, e farão a complementação e embelezamento do local, com os acabamentos previstos. O porte da edificação não produz alterações nas rotas dos ventos dominantes no entorno do prédio. Não existirão impactos de vizinhança, de vez que o prédio é interno a área da Escola, sem vizinhos próximos. No local não se produzem poeiras, fumaças, ruídos ou vapores considerados prejudiciais. Os efluentes, resultantes de águas servidas recebem tratamento de sistema de tratamento de águas residuárias, específico para esta finalidade. C ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E SERVIÇOS SERVIÇOS TÉCNICO PROFISSIONAIS: A Empresa executora deverá manter profissional Engenheiro Civil ou Arquiteto, Responsável Técnico pela execução da obra, em permanente acompanhamento da mesma. Para o início da obra deverá ser providenciado: - ART de execução, vinculada a ART do projeto. 6

7 - Diário de obra, com a anotação diária dos serviços executados. - Matrícula da obra no INSS. JOSÉ HENRIQUE BASSANI -Eng.Civil CREA D - Aprovação do projeto e licenciamento da obra junto a Prefeitura Municipal de Sertão. - Mensalmente apresentar as guias de recolhimento do INSS, juntamente com a relação de empregados SERVIÇOS PRELIMINARES: CANTEIRO DE OBRAS: A instalação do barraco para guarda de materiais e equipamentos poderá ser feito conforme necessidades da empresa executora, podendo ser ocupadas as instalações a reformar. A execução de instalações provisórias de água e luz, bem como acessos para entrega e guarda de materiais deverá levar em conta as condições de funcionamento do expediente, devendo o assunto ser definido com a fiscalização e a Unidade de Produção do Campus de Sertão LOCAÇÃO DE OBRAS: A obra deverá ser locada com rigor, observando-se o projeto quanto a altimetria e planimetria. A locação será executada observando-se os projetos, utilizando-se quadros com piquetes e guias niveladas. A locação será por eixos ou faces de paredes. Deverão ser usados aparelhos de precisão para implantar os alinhamentos, nível e esquadro. Após locação, o Construtor procederá à aferição das dimensões, dos alinhamentos, dos ângulos e de quaisquer outras indicações constantes do projeto com as reais condições encontradas no local. Havendo discrepância entre as reais condições existentes no local e os elementos do projeto, a ocorrência será objeto de comunicação, à Fiscalização, quem competirá deliberar a respeito TERRAPLENAGEM Será providenciada pelo Campus de Sertão. Ao licitante caberá os trabalhos de terra referentes à adequações que se fizerem necessários nas condições em que o terreno se encontra por ocasião do processo licitatório. 7

8 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS: FUNDAÇÕES: ESCAVAÇÕES E VALAS Serão feitas escavações para as fundações e valas para a coleta de efluentes e passagem de tubulações de água e esgoto, e para serviços complementares, onde necessário. O material retirado, se limpo, poderá ser utilizado em aterros internos, ou colocados em local próximo que seja adequado, fazendo o espalhamento e compactação SAPATAS ISOLADAS: As fundações dos pórticos de estrutura de concreto pré moldado (prédio nº 2), serão do tipo sapatas isoladas, com blocos estruturais conforme o que seja exigido pela tecnologia do fabricante. O cravamento do pilar do pórtico deverá ter profundidade mínima com 1,20 m, independente do tipo de pilar ou do seu fabricante. Sob a extremidade do pilar será feita camada de base em concreto armado com 30 cm de espessura e dimensão mínima 90 x 90 cm. O vão escavado para a fundação será posteriormente preenchido com concreto ciclópico até a altura de 30 cm abaixo do nível superior da fundação. Os 30 cm finais serão em concreto. Satisfeitas estas condições mínimas, outras alterações serão aceitas se orientadas no sentido do aumento de rigidez e segurança da fundação adotada MICROESTACAS: Terão microestacas, no prédio 02, para sustentação de paredes, e muros como indica o projeto. As microestacas serão com diâmetro mínimo 30 cm, perfuradas mecanicamente até a profundidade mínima de 3,00m. Deverão ser armadas desde a profundidade de 2,00m devendo os ferros serem prolongados até o nível das vigas de fundação. Para o caso dos reservatórios, os ferros poderão ser prolongados até o topo dos reservatórios. No caso de transpasse, o mesmo deverá ser no comprimento mínimo de 0,80m. Para a ferragem de estacas, utilizar três ferros 10 mm para os casos de apoio em vigas de fundação e quatro quando 8

9 esperas de pilares que seguem. A ferragem será sempre CA mm com estribos 5 mm a cada 15 cm. O posicionamento das microestacas deverá coincidir rigorosamente com o alinhamento e prumo das paredes ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO: Todos os elementos de concreto pré moldado poderão ter acabamento com o grau de rusticidade típico do produto, sem contudo apresentar falhas de concretagem que possa comprometer sua vida útil ou estabilidade estrutural. Os elementos moldados no local deverão ter traço para resistência mínima 20 Mpa, com formas alinhadas, devidamente escoradas com cuidados de cura, escoramento e demais cuidados de acordo com recomendações de normas técnicas vigentes PILARES a) Pilares Pré moldados: Farão parte da estrutura de concreto pré moldada, com o dimensionamento a cargo do fabricante, atendendo as exigências do projeto e tipo de vão, conforme normas técnicas. Cada conjunto de dois pilares, que formam a base de um pórtico deverão ser atirantadas com ferro de bitola mínima 16 mm, e contraventadas em X no primeiro e último pórtico, com relação ao pórtico ao lado. Aos pilares de pórtico deverão ser acrescentados outros dois pilares pré moldados no lado oeste da edificação, caracterizados como pilares de oitão, com comprimento tal que alcancem desde a viga de fundação até a altura das vigas tesouras que formam o pórtico. b) Pilares de paredes até o teto: Os pilares executados in loco serão em concreto armado, com seção de concreto de espessura igual a da parede, com 20 cm de extensão (seção 15x20) e altura desde a viga de fundação até a viga de respaldo, nas posições indicadas no projeto. A ferragem longitudinal será 4 x 10 mm, e os estribos 5 mm cada 15 cm. c) Pilaretes nos muros: com dimensão nominal 15 x 15 com, nas posições indicadas no projeto, inciando na viga de fundação, até a cinta superior de amarração VIGAS 9

10 a) As vigas de fundação serão em concreto armado, posicionadas sobre os blocos de fundação ou microestacas. Vigas no contorno do pavilhão e na sustentação de paredes e muros: terão dimensão 15 x 40 cm com ferragem longitudinal CA-50 4 x 12,5 mm, e estribos 5 mm cada 15 cm. Nas faces das vigas voltadas para os pisos internos deverão ser deixadas esperas para ancoragem da laje do contrapiso que será executada armada sobre o solo apiloado. Estas esperas serão de ferro CA 60 bitola 4,2 mm espaçados a cada 12 cm, e com comprimento de 50 cm fora da viga e 35 cm incluindo as dobras, embutidos na viga. A execução das formas deverá observar os diferentes níveis das vigas, isto é: o desnível entre o piso interno e o piso do abrigo. As vigas de fundação serão impermeabilizadas na face superior com hidroasfalto em três demãos, aplicadas em sentidos opostos alternadamente. b) Vigas no repaldo de paredes: seção transversal com largura igual a da parede e altura de 30 cm, com ferragem longitudinal CA 50 4x10mm, e estribos 5mm a cada 10 cm. As vigas no topo de paredes deverão ser ancoradas nos pilares pré-moldados. As cintas no topo dos muros, para amarração entre pilaretes, terão largura igual a da parede e altura de 15 cm com ferragem longitudinal de 4 ferros bitola 8 mm e estribos 4,2 mm a cada 15 cm. c) Vigas tesouras na união superior dos pilares pré moldados, formando o pórtico pré moldado: Serão compostas pelo conjunto de duas vigas, sendo uma delas prolongada no balanço, fazendo a varanda. A forma de vinculação com os pilares, será conforme o sistema construtivo da empresa fornecedora, a qual deverá apresentar ART do produto à Empresa Contratante, que entregará à fiscalização CALHAS COLETORAS JUNTO AOS PISOS As calhas coletoras de efluentes serão em concreto, com espessura mínima 12 cm, providas armadura dupla, tipo malha pronta bitola 4,2 mm cada 15 cm, e com cobrimento obrigatório de 3 cm, visto as adversas condições de uso que favorecem a corrosão da armadura. As formas junto ao aterro poderá ser o próprio aterro, desde que a escavação observe ao alinhamentos e prumo, e as paredes estejam firmes, sem riscos de solapamento por ocasião da concretagem. Neste 10

11 caso, após o corte do terreno fazer chapisco na terra para que não ocorra desmoronamentos durante os trabalhos de colocação de ferragem. A parte interna das calhas coletoras serão com formas de madeira compensada, perfeitamente alinhadas, e o concreto vibrado de forma que não ocorram falhas de concretagem ou carunchos. Caso sejam identificadas falhas de concretagem, as calhas deverão ser rebocadas internamente A observação de prumos, alinhamentos e isenção de falhas de concretagem, poderá dispensar o uso de reboco interno nestas calhas ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO PAREDES E PAINÉIS ALVENARIA DE TIJOLOS MACIÇOS: Deverão ser executadas nos casos de desnivelamento do terreno, para que seja alcançado o nível inferior das vigas de fundação. As alvenarias de nivelamento deverão ser assentadas sobre lastro de concreto com largura igual ao dobro da espessura da parede e com espessura mínima de 10 cm ALVENARIAS DE BLOCOS DE CONCRETO: Todas as paredes e muros a executar serão com blocos de concreto, de parede espessa, de qualidade e resistência superior, assentados com argamassa forte. Estas paredes e muros, serão nas posições e espessuras indicadas no projeto ALVENARIAS DE TIJOLOS SEIS FUROS: Na face oeste da edificação será feito o fechamento de oitão com tijolos seis furos, assentados sobre a viga de respaldo que amarra os pilares. A alvenaria deverá ser ancorada nos pilares com a aplicação de ferros de construção chumbados nos pilares FECHAMENTO COM TELA: As laterais do prédio nº 2 será com tela soldada tipo alambrado, com acabamento zincado, malha 5 x 15 cm, e fio mínimo 3,4 mm desde o nível acima dos muros até 2,20 m. A fixação das telas será em cordoalhas de aço passantes 11

12 nos pilares pré moldados de concreto. Serão colocadas três cordoalhas, inferior, intermediária e superior FECHAMENTO COM CORTINA: Na parte externa da tela deverá ser colocada cortina para fechamento de controle térmico, luminoso e de vento. A cortina poderá ser na cor amarela, devendo ser em PVC com manta de nylon, na especificação utilizada para construções de suinocultura. O mecanismo de abertura e fechamento deverá ser metálico, com dispositivos mecânicos para fechamento e recolhimento da cortina. Na parte inferior deverá ser provida de espaço para inserção de barra ou tubo metálico que manterá a cortina em prumo mesmo em casos de ventos. O mecanismo de abertura e fechamento deverá ficar na parte interna do prédio, e a cortina externa com relação à tela, devendo cobrir desde 5 cm até próximo da cobertura ESQUADRIAS PORTA DE FERRO As portas de acesso a todos os compartimentos, onde indicados, serão com estrutura de ferro cantoneira reforçada, fechados com chapa lisa e vincada na parte inferior e com grades de ferro com barras horizontais na parte superior. As grades serão na bitola mínima 10 mm com ferro de seção redonda lisa. Deverá ter pintura na cor amarela, similar a da cortina COBERTURAS TELHAS: Serão do tipo onduladas, com 6 cm de espessura, produzidas sem amianto, para atender a legislação vigente. Este quesito deverá ser rigorosamente observado, sob pena da substituição do que tenha sido feito com material desconforme. As telhas serão fixadas em perfis metálicos enrijecidos de bitola 100 x 50 x 1,65 dispostos sobre as vigas tesouras do pórtico pré moldado CALHAS DE BEIRAL: Serão em chapa zincada nº 26, com fundo preparador antiferrugem e pintura de acabamento na cor azul real, padrão da EAFS. 12

13 Junto aos pilares, colocar condutores pluviais em PVC, até as caixas coletoras de águas pluviais. As calhas serão na dimensão mínima 15 x 12 cm, devendo ser providas de ladrão em suas extremidades. Em função da possibilidade de deposição de folhas de árvores das calhas aos condutores, estes serão obrigatoriamente na bitola 100mm FORRO: Ao nível mínimo de 2,70 m acima do piso, deverá ser executado forro de PVC, na cor branca, de estrutura alveolar, com espessura mínima 100 mm, e largura 250 mm. Fazer a estrutura de fixação com perfis metálicos, com tratamento de zincagem, adequado ao tipo de forro especificado. Os perfis de fixação deverão ser ancorados nos demais elementos estruturais do pavilhão. Os forros serão apenas nas áreas previstas para o alojamento dos animais. Beirais e circulações abertas, terão o telhado aparente, sem forro REVESTIMENTOS REVESTIMENTOS DE PISOS: PISOS CIMENTADOS: Todos os pisos terão acabamento cimentado, desempenado, não liso. O material de acabamento será aplicado como de regularização e acabamento do contrapiso de concreto, anteriormente executado. Inclui os pisos internos e as calçadas perimetrais. O material terá espessura entre 1,5 e 3 cm, devendo ser feito com areia média e observando rigorosamente as declividades de piso necessárias ao escoamento de águas. Todos os rodapés e acabamentos junto das paredes deverão ser obrigatoriamente arredondados, inclusive na parte externa a fim de facilitar a limpeza e evitar o acumulo de matéria orgânica e resíduos. O material de acabamento dos pisos cimentados poderá ser aplicado diretamente sobre a base contrapiso, de forma contínua, ou seja, sem precisar atender as juntas de dilatação. Antes da aplicação da camada de acabamento, o piso deverá ser lavado, de forma a ficar totalmente limpo CONTRAPISO DE CONCRETO: 13

14 Serão feitos sobre solo firmemente compactado e formatado com elementos de madeira de forma que os caimentos de pisos em direção aos sistemas de drenagem e coletores de efluentes facilitem os trabalhos de limpeza. Após a compactação do solo superficial, colocar camada de brita com espessura em torno de 3 cm, e molhar a brita antes do lançamento do concreto, com traço para resistência mínima 20 Mpa. A concretagem será com juntas secas, ou seja, deverão ser feitos em painéis alternados para a retirada das formas e então a concretagem dos painéis intermediários. A espessura dos contrapisos será de no mínimo 8 cm. As calçadas perimetrais serão formatadas com painéis de concretagem alternada para acabamentos tipo junta seca, com painéis entre 3 e 4 m de comprimento. Na borda externa terá cordão com altura de 25 cm e espessura mínima de 8 cm, de forma a proteger a calçada da erosão do solo REVESTIMENTOS DE PAREDE: CHAPISCO, EMBOÇO E REBOCO Todos os elementos de alvenaria, de qualquer tipo descrito, e os elementos de concreto moldados no local receberão chapisco emboço e reboco, ficando aparente apenas os elementos de concreto pré moldados PINTURA Todas as superfícies a pintar deverão receber tratamento com lixa e remoção de poeiras, manchas e gordura. Inicialmente deverão ser aplicados os fundos preparadores, ou seladores. Superfícies de reboco serão pintadas com tinta acrílica, e elementos de ferro, exceto aqueles de contenção de animais deverão ser pintados com tinta esmalte. Para efeitos de orçamento, considerar a pintura das calhas e dos perfis metálicos de sustentação das telhas onduladas como pré pintados, ou seja, não inclusos no item pintura RODAPÉS SOLEIRAS E PEITORIS: Estes itens não serão orçados por terem seus custos considerados juntamente com aqueles de execução contígua, ou seja: o topo dos muros junto dos 14

15 vãos de tela serão rebocados tal como os muros; As soleiras de porta serão seqüência dos próprios pisos; Os rodapés serão curvados, podendo ser feitos na fase do acabamento dos pisos, ou na fase dos rebocos EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS: Deverão ser instalados equipamentos e acessórios de suincultura dentro dos padrões e tecnologias atuais, conforme os desenhos indicados no projeto, utilizando fornecedores com tecnologia comprovada e com tradição no fornecimento destes equipamentos. A empresa executora da obra deverá submeter à comissão de obras da EAFS prospectos dos equipamentos a instalar antes da compra e colocação dos mesmos na obra, de forma permitir a verificação de atendendimento dos critérios de qualidade técnica destes equipamentos. a) Baias para o setor de creche: Serão em número de 12, sendo quatro em cada uma das salas destinadas a esta finalidade. b) Baias destinadas ao setor de maternidade: Quatro conjunto, cada um com local para três fêmeas, com os respectivos componentes construtivos, destinado ao abrigo de leitões, pisos, paredes, portas de acesso e demais componentes. c) Comedouros e Bebedouros: Na quantidade indicada no projeto, obedecendo os mesmos critérios de apresentação de prospectos à comissão de obras da EAFS, para fins de comprovação de qualidade e tecnologia adequada e atualizada, antes de sua compra e instalação INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS: ÁGUA FRIA: a) Tubulações: Serão em PVC com juntas soldáveis, com alimentação a partir da rede geral de alimentação do setor de Suinoculura. No ponto mais próximo externo ao setor, fazer uma caixa de derivação, com tubulação 40mm. Todas as tubulações serão do tipo juntas soldáveis, nas bitolas indicadas no projeto. As tubulações enterradas deverão ficar protegidas a uma profundidade mínima de 40 cm, devendo ser assentadas e cobertas por camada de areião ou pó de brita, antes do aterro de cobertura. 15

16 b) Registros e acessórios: Serão todos em PVC, de esfera com fechamento com meia volta, nas bitolas da tubulação indicadas no projeto. c) Caixas de derivação: Os registros de derivação de rede deverão ficar em caixas de alvenaria de tijolos maciços, providas de tampa de concreto RESERVATÓRIOS DE ÁGUA PARA LIMPEZA: a) Elementos de concreto: Todos os quatro reservatórios destinados ao armazenamento de águas para limpeza por descarga das valas coletoras de limpeza de baias serão construídos com base por microestacas tal como especificados para a base das paredes. Os pilares serão em concreto, com dimensão 15 x 15 cm, com ferragem longitudinal quatro ferros 8 mm e estribos 4.2 mm a cada 10 cm. O fundo dos reservatórios e as paredes terão a dimensão indicadas no projeto, com ferragem dupla de bitola 5 mm cada 10 cm, observandose a necessidade de ferragem suplementar de canto no encontro das paredes com o fundo, transpassando 30 cm a ferragem do fundo na parede e da parede no fundo. No encontro entre paredes deverá haver o transpasse das ferragens até pelo menos 20 cm na parede oposta. A espessura de concreto nas paredes será 10 cm, com cobrimento 2 cm, e 15 cm na base, com mesmo cobrimento para a ferragem. b) Elementos de PVC e instalações hidráulicas: Para complementação dos reservatórios deverão ser feitos elementos de PVC para sistema de acionamento de enchimento e esvaziamento. A rede hidráulica deverá ter registro específico para cada um dos reservatórios, antes da instalação de uma torneira bóia em cada reservatório. O sistema de esvaziamento será com a saída no fundo e tubo de encaixe, retirado quando para esvaziamento e colocado para vedação da saída. A tubulação de saída do reservatório, até os pontos de descarga, serão em PVC com juntas soldáveis nas bitolas indicadas no projeto DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS: a) Canaleta junto à calçada perimetral: Será em concreto, fundida junto com as calçadas, com o objetivo de coletar as águas provinda das calhas. No final das canaletas as águas pluviais serão conduzidas por tubulação 150 mm até a rede geral coletora de águas pluviais. 16

17 b) Rede de PVC: Os tubos de ligação entre as calhas e a canaleta de piso deverá ser cotada para efeitos de orçamento, junto com as calhas. A rede de PVC a ser cotada neste item será aquela desde a caixa ao final das canaletas até a rede geral de águas pluviais existente. c) Caixas de Inspeção e Passagem: Serão duas, uma em cada final das canaletas, e outras a cada mudança de direção da rede até alcançar a rede coletora geral. Todas as caixas de inspeção e passagem pluvial deverão ter lastro de fundo, com no mínimo 30 cm de altura para retenção de materiais sólidos no fundo da caixa. Por ocasião do preparo do terreno deverão ser feitas as declividades no terreno de forma a dar perfeito escoamento as águas superficiais, devendo as mesmas serem conduzidas de forma a não formarem acúmulo ESGOTOS SANITÁRIOS: a) Tubulações e conexões de PVC: As tubulações de esgoto serão com tubos de PVC tipo esgoto, com juntas soldáveis. Os tubos de ventilação deverão ser executados até ultrapassarem a cobertura. Os esgotos seguirão por caixas de inspeção, executadas em alvenarias de tijolos maciços, rebocadas internamente, com canto arredondados. Os efluentes seguirão até a fossa séptica, em concreto pré moldado, com capacidade prevista para seis pessoas, seguindo depois para sumidouro, tipo vala de infiltração de dimensões 5 x 1,20, 3,00 m, sendo 50% preenchida com pedras de mão. Caso seja feito sumidouro, o mesmo deverá ter as paredes calçadas e a tampa ser executada em laje concreto armado. Devem ser observadas as especificações contidas no Caderno Técnico de Especificações. b) Caixas de Inspeção e passagem: Serão em tijolos maciços revestidas internamente com reboco de traço forte, e cantos arredondados de forma a não permitir o depósito de matéria orgânica INSTALAÇÕES ELÉTRICAS a) Entrada de energia: Deverá ser feita desde o quadro geral do setor de suinocultura A entrada de energia será em BT a partir do ponto de alimentação mais próximo, sendo os condutores de entrada em cobre, de acordo com dimensionamento do projeto de instalações elétricas. Os eletrodutos embutidos em 17

18 elementos de concreto e alvenarias serão em PVC flexível. A caixa de disjuntores será metálica com pintura eletrostática. As caixas de passagem e para instalação de pontos de consumo serão metálicas com pintura. Os centros de distribuição serão aterrados com no mínimo duas hastes de cobre com 1,20 m de comprimento. Os disjuntores serão do tipo eletrônicos. As tomadas serão todas para três pinos, fase, terra e neutro. Os interruptores serão do tipo silentoque. Todos terão teclas amarelas com espelhos na cor cinza INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO Kg, disposto centralizado. Em cada um dos prédios instalar um extintor de incêndio tipo QPS SERVIÇOS COMPLEMENTARES ENSAIOS E TESTES Deverão ser testadas todas as instalações, ou seja, funcionamento de esquadrias, tubulações de água fria e esgoto, torneiras, válvulas, luminárias, tomadas, interruptores, telefone, etc. Fazer os ajustes necessários, substituindo as peças ou elementos construtivos que apresentares defeitos. Fazer as ligações definitivas de alimentação de água e luz. Verificar também os caimentos de pisos, vedações, calafetações, ajustes de dobradiças e funcionamento de aberturas LIMPEZA DAS OBRAS Retirar todas as sobras de materiais e restos de construção, limpando o contorno da obra e adjacências. Fazer limpeza fina de paredes, pisos vidros e demais elementos da obra, de forma que após concluída ofereça condições de ocupação imediata. As chaves das portas deverão ser fornecidas em chaveiros individualizados com identificação, tanto para as portas internas como as externas COMO CONSTRUÍDO A Empresa Executora deverá fornecer para a fiscalização, desenho 18

19 com todas as alterações ocorridas na obra, que diferiram do previsto no projeto inicial, especialmente aquelas que registrem passagem de dutos subterrâneos ENTREGA DA OBRA: Limpa e com todos os elementos construtivos em funcionamento. Documentação: Habite-se da Prefeitura Municipal de Sertão, e CND do INSS. Sertão, 06 de abril de 2009 Viviane da Silva Ramos Diretora Geral EAFS José Henrique Bassani Eng. Civil CREA D 19

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