O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO

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1 O NOVO MARCO REGULATÓRIO DO SETOR ELÉTRICO Marcos Juruena Villela Souto

2 AS CARACTERÍSTICAS DO SETOR ELÉTRICO NO BRASIL ATÉ OS ANOS 90 Matriz hidrelétrica Forte presença do Estado no setor, como agente executor das ações Forte ação interventiva do Estado na fixação de preços e tarifas; fixação política dos critérios de remuneração, contribuindo para o sucateamento da capacidade de investimentos estatais

3 OS PROBLEMAS DO MODELO PRÉ-REFORMA Dependência de elevados recursos para a construção de novas usinas hidrelétricas Insuficiência de capitais públicos para financiar novas usinas; uma decorrência lógica da fixação política de tarifas, sem considerar o custo de reposição Desestímulo do setor privado em investir num cenário que não viabilize a remuneração pelo preço, mas, sim, pelo custo histórico Forte dependência de fatores aleatórios (clima) e elevado custo ambiental na construção de novas usinas hidrelétricas Urgente necessidade de ampliação da capacidade de fornecimento de energia para acompanhar o aumento da demanda

4 A REFORMA DO ESTADO A redução de barreiras ao capital estrangeiro A flexibilização de monopólios A desestatização A desregulamentação da economia Busca da eficiência por meio da competitividade A introdução da arbitragem e sua aplicabilidade aos contratos da Administração Pública

5 IMPACTOS DA REFORMA NO SETOR ELÉTRICO Art. 176, 1º - fim da exigência da empresa de capital nacional para a exploração de potenciais de energia elétrica (EC nº 6/1995) A contratualização das concessões no setor elétrico Lei nº 8.987/95 Desregulamentação das tarifas, com o rompimento da política tarifária anterior Lei nº 8.987/95, art. 9º A desestatização via privatização de empresas distribuidoras e concessão de geração Lei nº 9.074/95 e Lei nº 9.491/97 A passagem de executor a regulador das políticas setoriais Lei nº 9.427/95 o surgimento da ANEEL Introdução de mecanismos para incrementar a competição ampliação de agentes (Lei nº 9.074/1995) e desverticalização do setor (Lei nº /2004, art. 20) Introdução de mecanismos de participação

6 O CICLO DA ENERGIA ELÉTRICA A geração produção de energia elétrica possibilidade de introdução de competição A transmissão de energia elétrica natural monopólio A distribuição de energia elétrica monopólio natural A comercialização competição criação de um espaço de

7 A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Código de Águas arts. 139 e ss. A concessão de serviço público de geração de energia elétrica presença de empresas estatais A introdução das figuras do produtor independente, do autoprodutor e dos consórcios de geração de energia Lei nº 9.074/95 arts. 11 a 14 e 18 Dec nº 2003, de Dec. nº 2655, de As medidas emergenciais A Câmara de Gestão da Crise O estímulo à pesquisa e ao surgimento de novas fontes alternativas PROINFA

8 AS MEDIDAS AMBIENTAIS EXIGÍVEIS CF, art. 225, 1º - Lei nº 6938/81, art. 9º - Res. CONAMA nº 001/1986 e Res. CONAMA nº 006/1987 e Res. CONAMA nº 237/1997 Principais pontos que devem ser considerados no estudo de impacto ambiental: estabilidade das encostas; assoreamento; recursos minerais; hidrogeologia; qualidade das águas; solos; vegetação e fauna.

9 TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Construção e operação de linhas ELETROBRÁS - Lei nº 3890-A, de e Dec. nº 4559, de Concessão com prévia licitação (Lei nº 9074/95, art. 17) Disciplina do monopólio natural das redes de transmissão e de distribuição

10 REGULAÇÃO DO USO DE REDES Sistema Interligado o princípio do livre acesso às redes disciplina pela ANEEL o princípio da interconexão obrigatória A doutrina das essential facilities Princípio da função social da propriedade; Princípio da livre concorrência O compartilhamento de infra-estrutura a regulação conjunta das agências reguladoras de redes a polêmica sobre a possibilidade cobrança pelo uso de rodovias e vias públicas

11 OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ONS sucessor da ELETROBRAS (Lei nº 9648, de , arts. 13 a 15 e Dec. nº 5081, de ) Natureza Jurídica do ONS - pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que atua mediante autorização do Concedente, regulado pela ANEEL Competência coordenação e controle da geração e transmissão Composição concessionários, permissionários, autorizatários e consumidores livres Organização poder concedente nomeação dos dirigentes

12 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA O papel essencial da distribuidora é a manutenção e gestão da rede de distribuição (monopólio natural), e não a venda de energia Evolução da disciplina da compra de energia pelo distribuidor - a desregulamentação do setor Compras obrigatórias de Itaipu (concessionárias do Sul, do Sudeste e do Centro-oeste) Contratos iniciais de suprimentos Contratos Livres liberação dos contratos de suprimento e criação dos contratos livres Lei nº 9.648, de Criação do MAE (Lei nº , de revogada pela Lei nº /2004) Leilões Públicos de compra de energia Lei nº /2004 (ambiente de contratação regulada)

13 O DESTINATÁRIO FINAL DO CICLO DA ELETRICIDADE Ampliação da participação Planejamento/consultivo - Lei nº 8.631, de , art. 13 Normatização Lei nº 9.427, de , art. 4º, 3º Fiscalização - Lei nº 8.987, de , art. 30, único A necessidade de explicitação da distinção constitucional entre: Usuário CF, art. 37 3º ( consumidor cativo ) Consumidor CF, art. 5º, XXXII ( consumidor livre ) Lei nº 9.074/95, art. 15

14 CATEGORIAS DE DESTINATÁRIOS DO SERVIÇO O usuário de serviço público a remuneração por tarifa -uso do sistema de distribuição + pagamento da energia Distinção entre os tipos de usuários (ex.): Residenciais Baixa Renda Comerciais Industriais Rural Poderes Públicos Iluminação Pública A universalização Luz para todos O consumidor livre a remuneração por preço só paga pelo uso da rede do concessionário de distribuição (já que a energia ele compra de quem quiser)

15 TARIFA Elementos orientadores da fixação da tarifa: Grupos de Consumidores/Usuários Horários de consumo (em função do carregamento do sistema) Períodos de consumo Seco Úmido Subsídios da Baixa Tensão a Alta Tensão Destinação da receita tarifária (valores aproximados) Geração 32% Transmissão 8% Encargos e Tributos 34% Receita da Distribuidora 26%

16 ELEMENTOS DA TARIFA Parcela A custos não gerenciáveis Parcela B custos gerenciáveis Parte Financeira Passivos de usuários para com a concessionária ou vice-versa Passivo de PIS e COFINS Variações Cambiais (exemplo: compra de energia de Itaipu variação do cambio entre o momento da compra e o do pagamento) Encargo de capacidade emergencial para a CBE Tributos PIS COFINS ICMS

17 PARCELA A CUSTOS NÃO GERENCIÁVEIS compra de energia encargos setoriais transporte de energia pelas redes de transmissão encargos de conexão encargos do ONS

18 ENCARGOS SETORIAIS DA PARCELA A (1) CCC rateia ônus e vantagens da geração térmica entre todos os consumidores e usuários (em função do custo adicional da energia térmica comparado com a energia hidráulica) Lei nº redução da CCC Lei nº /2002 acabou com a CCC no sistema interligado; manutenção da CCC no sistema isolado CDE Conta de Desenvolvimento Energético dos Estados Luz para Todos (universalização dos serviços) RGR Reserva Global de Reversão Decreto nº /57 financiamento da expansão do sistema A Lei nº previa a sua extinção, mas a Lei nº a prorrogou até 2010

19 ENCARGOS SETORIAIS DA PARCELA A (2) Compensação financeira pela utilização de recursos hídricos (pelo alagamento de áreas por hidrelétricas) CF, art. 20, 1º e Lei nº 7990/89 Taxa de fiscalização para a ANEEL Pesquisa de eficiência energética PROINFA Programa de Incentivo as Fontes Alternativas

20 PARCELA B CUSTOS GERENCIÁVEIS Operação Manutenção Depreciação vida econômica média dos bens afetados Remuneração custo do capital Capital próprio Capital de terceiros

21 A PRESERVAÇÃO DO VALOR DA TARIFA Reajuste mera aplicação do indexador previsto no contrato Revisão programada o sistema de price cap Indexação dos custos gerenciáveis Busca de partilha periódica dos ganhos de eficiência A polêmica acerca da destinação das receitas adicionais Fator X Expectativa de produtividade Satisfação do consumidor Revisão extraordinária A polêmica envolvendo a compensação de receitas perdidas com o racionamento: Necessidade de previsão contratual? Perda de mercado ou falha de governo?

22 A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA COMO ADQUIRENTE DE ENERGIA ELÉTRICA Administração pública como usuária de serviço público regime jurídico de direito privado A possibilidade de contratação direta Lei nº 8.666/93, art. 24, XXII O procedimento para a contratação direta Procedimento formal x flexibilidade nas negociações

23 COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A criação do MAE livre mercado As empresas geradoras tiveram sua reestruturação e privatização autorizadas, mas a privatização não ocorreu; Isso acarretou a forte presença de estatais, mantendo a interferência do Estado, não desejada no pósreforma. A verticalização do setor grupos de geradoras e distribuidoras não interessava a baixa nos preços de geração, que poderiam ser repassadas às tarifas

24 O TRATAMENTO DO PROBLEMA A imposição da desverticalização A extinção do MAE e as licitações para a venda de energia O papel da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) Lei nº , de e Dec. nº 5.177, de Ambiente de contratação livre (ACL) contratos bilaterais Ambiente de contratação regulada (ACR) compra de energia por agentes distribuidores em procedimentos de licitação (leilão)

25 AS CARACTERÍSTICAS DO LEILÃO DE ENERGIA Empreendimentos de geração (proponentes) habilitação técnica e cadastramento pela EPE ENERGIA NOVA novos empreendimentos ENERGIA VELHA existentes empreendimentos já

26 ELEMENTOS DO EDITAL definição pela ANEEL Preço máximo de aquisição (MME) Percentual mínimo de energia hidrelétrica destinada ao mercado regulado Objeto e prazo da compra e venda de energia Valor do pagamento pelo uso de bem público Valor do custo marginal de referência calculado pela EPE e aprovado pelo MME Requisitos de habilitação Fases do Leilão

27 O NOVO PAPEL POLÍTICO DO ESTADO ações ordinárias Política e Planejamento Instituições Ministério das Minas e Energia CNPE Conselho Nacional de Política Energética CMSE Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico EPE Empresa de Pesquisa Energética (Lei nº , de ) Programas: PROCEL Lei nº , de PPT Programa Prioritário de Termeletricidade PROINFA Lei nº , de Fomento Novos empreendimentos BNDES e BNDESPar Pesquisa de eficiência energética Lei nº 9.991, de e Dec. nº 3.867, de Regulação Reconhecimento da autoregulação convenção de comercialização

28 O NOVO PAPEL POLÍTICO DO ESTADO ações extraordinárias Ação interventiva emergencial Câmara de Gerenciamento da Crise de Energia GCE Medida Provisória nº , de Aumento da oferta de energia Racionalização e contenção do uso de energia Estímulo a novas fontes Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética CGIEE (participação de representantes de órgãos públicos, de universidades e da sociedade, especialistas em energia)

29 O NOVO PAPEL EXECUTOR DO ESTADO Geração, Transmissão e Distribuição A preservação de FURNAS, CHESF, ELETROBRAS - contratação de instalações de produção O novo papel da PETROBRAS Lei nº /2002, art. 26 inclusão de atividades de energia no objeto social Comercialização A CBEE Comercializadora Brasileira de Energia Emergencial contratação de capacidade de geração ou potência

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