Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2014/1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2014/1"

Transcrição

1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 02 Física Geral e Experimental III 2014/1 Dilatação Térmica Volumétrica de um Líquido

2 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado o seguinte assunto: Dilatação térmica de uma amostra líquida. Propagação de incerteza do resultado. 2. Objetivos do experimento: Identificar um líquido por meio de sua dilatação térmica. 3. Equipamentos utilizados: Picnômetro; Fonte de calor; Termômetro de mercúrio (ou de álcool) graduado; Balança digital de precisão; Becker com capacidade para 400 ml; Becker com capacidade para 100 ml; Água; Amostra líquida (álcool etílico). 4. Dilatação Térmica de um Líquido Quando um líquido é aquecido ocorre a dilatação térmica de seu volume. É observado que a dilatação V é proporcional ao volume inicial do líquido V0 e à sua variação de temperatura T. De forma geral podemos escrever: [ ] onde (Beta) é o coeficiente de dilatação térmica volumétrica do material. Os termos que apresentam e são muito pequenos, comparados a, e podem ser desprezados. Assim a expressão aproximada para o volume total é ou V = Assim, o coeficiente de dilatação volumétrica é dado por Quando o recipiente é aquecido, ele também dilata, então, real = aparente + frasco O coeficiente de dilatação aparente ( aparente ) é aquele calculado a partir das medidas efetuadas (dilatação do líquido diferença de volumes entre o início e o fim, volume inicial e variação de temperatura). O coeficiente de dilatação do frasco ( frasco ) é aquele determinado a partir das medidas do frasco (geralmente tabelado e depende do material em que o frasco é constituído).

3 Para algumas substâncias, o coeficiente de dilatação térmica só é constante para um determinado intervalo de temperatura. A água é um bom exemplo desse comportamento. 5. Propagação de incertezas Quando efetuamos uma operação matemática sobre uma medida que apresenta incerteza, o resultado a ser obtido apresentará uma incerteza final que dependerá da incerteza das grandezas primárias. Caso desejemos determinar uma grandeza que depende de várias medidas, as incertezas de todas as medidas irão influir no resultado final. A expressão geral para a determinação da incerteza é Por exemplo: se uma Grandeza Física X = F (Força) é calculada como função de outras Grandezas Físicas, a massa A = m (kg) e a aceleração B = a (m/s 2 ), então, a expressão ficará: Na Tabela 01, estão diversas propagações de erros para diversas funções.

4 Muitas vezes é mais vantajoso trabalharmos com as incertezas relativas, pois simplifica os cálculos e deixa clara a influência da incerteza de cada uma das medidas no valor da incerteza da medida final. O coeficiente de dilatação linear é dado por: A incerteza da equação acima e suas derivadas parciais são dadas por: Substituindo as derivadas parciais na equação geral das incertezas, para o coeficiente de dilatação linear, tem-se:

5 6. Procedimento Experimental NOTA: As respostas parciais e finais devem ser acompanhadas das respectivas incertezas. Na figura 1 está ilustrado o dispositivo para o estudo da dilatação de um líquido Medir a massa do picnômetro vazio (mp) com a balança digital; m p ( ) g 6.2. Preencher totalmente o picnômetro (V o ) com a amostra do líquido e medir a massa (m 0 ) da amostra líquida (obs. Lembre-se de subtrair a massa do picnômetro); m 0 ( ) g 6.3. Colocar o picnômetro com a amostra líquida em banho-maria dentro do Becker, de capacidade máxima 400 ml, com água até a borda inferior do picnômetro. Aguardar que o sistema entre em equilíbrio térmico e medir a temperatura inicial (T i ) do sistema; T i ( ) o C 6.4. Com o auxílio da fonte de calor, aquecer o sistema até uma temperatura de aproximadamente 60 ºC. Observar atentamente o que ocorre com o líquido dentro do picnômetro durante esse processo de aquecimento e anotar a temperatura final (Tf) do sistema. Durante o aquecimento, evitar que o termômetro fique em contato com o fundo do Becker. T f ( ) o C Portanto, a variação de temperatura foi :

6 T = T f T i = ( ) o C 6.5. Retirar o Becker do aquecedor, aguardar o sistema resfriar um pouco, retirar o picnômetro de dentro do Becker, enxugá-lo e medir a massa final do líquido dentro do picnômetro (mf). Obs.: massa final é igual à massa aquecido menos massa do picnômetro vazio. m f ( ) g 7. Análise dos Dados A densidade do líquido aquecido dentro do picnômetro é igual à densidade o líquido que transbordou. cancelamos V o e isolando (beta), temos: De acordo com os dados das medidas expressas na tabela 1: 7.1. Determinar o coeficiente de dilatação térmica volumétrica aparente ( aparente ) da amostra líquida. Utilize a seguinte aproximação: 7.2. Considerando que o coeficiente de dilatação linear do material constituinte do picnômetro (vidro pirex) seja frasco = 3, k -1, calcular o coeficiente de dilatação real do líquido estudado No intervalo de temperaturas considerado, comparar o valor determinado experimentalmente por intermédio do erro relativo percentual. Utilizar a tabela abaixo. Coeficientes de Dilatação Térmica Volumétrica Substância (K -1 ) Ar 3, Acetona 1, Álcool 1, Água (20 o C) 0, Mercúrio 0,

7 Curso Diretoria de Ciências Exatas Unidade Turma Período Sala Professor Nome do experimento: Data Nome completo 1 RA 1 Nome completo 2 RA 2 Rubrica do Professor Assinatura dos alunos Nota Objetivo: ( Qual a finalidade do trabalho realizado?) Analise dos Dados e Resultados Quais foram os dados experimentais (apresentar em uma tabela, acompanhados das respectivas incertezas)? Temperatura Inicial Temperatura Final Variação de temperatura Massa Inicial Massa Final T i ( o C) T f ( o C) T ( o C) m 0 (g) m f (g) 1 - Qual é a expressão matemática utilizada para calcular o coeficiente de dilatação volumétrica aparente da amostra? E qual o seu valor? aparente = 2 - Qual é a expressão matemática para o cálculo da propagação de incerteza do coeficiente de dilatação volumétrica aparente da amostra? E qual o seu valor? aparente =

8 3 - Sendo o coeficiente de dilatação linear do material constituinte do picnômetro (vidro pirex) picnômetro = 3, K -1 e considerando picnômetro = 0, calcule o coeficiente de dilatação volumétrica real do líquido estudado, seguido de sua incerteza. real = aparente + picnômetro real = ( ) 4 - Qual é o valor teórico (consultar tabela) que mais se aproxima do coeficiente de dilatação volumétrica real encontrado para a amostra? Ele corresponde a qual material? teórico = Material = 5 - Qual foi expressão utilizada para a comparação entre os valores teórico e experimental? E% = 6 - Qual foi o valor do erro percentual entre os valores teórico e experimental? E% = 7 - Qual deve ser a substância líquida utilizada no experimento? Conclusão: (comentários e avaliação dos resultados obtidos).

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 03 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Dilatação Térmica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 02. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas aboratório de Física Roteiro Física Geral e Experimental III 1/1 Experimento: Dilatação érmica de Sólidos 1. Dilatação érmica de um Sólido Nesta tarefa serão abordados os seguintes

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 01. Física Geral e Experimental III 2012/1. Experimento: Calibração de um Termômetro

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 01. Física Geral e Experimental III 2012/1. Experimento: Calibração de um Termômetro Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 01 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Calibração de um Termômetro 1. Calibração de um Termômetro Nesta tarefa será abordado o

Leia mais

Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar

Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar Determinação da densidade relativa das soluções de sacarose e dos açucares a estudar 1. Densidade relativa A densidade relativa é uma propriedade física característica de cada substância e a sua determinação

Leia mais

I) Comparação da precisão em medidas volumétricas

I) Comparação da precisão em medidas volumétricas EXPERIMENTO 1 PROCEDIMENTOS DE LABORATÓRIO MEDIDAS DE MASSA, VOLUME E TEMPERATURA I) Comparação da precisão em medidas volumétricas Procedimento Experimental Materiais necessários: bureta de 50 ml (1);

Leia mais

Aula 10 DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS. Menilton Menezes. META Aplicar a lei da dilatação volumétrica de líquidos (AV).

Aula 10 DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS. Menilton Menezes. META Aplicar a lei da dilatação volumétrica de líquidos (AV). Aula 10 DILATAÇÃO DOS LÍQUIDOS META Aplicar a lei da dilatação volumétrica de líquidos (AV). OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: Calcular o coeficiente de dilatação linear de sólidos a; calcular

Leia mais

1ª Aula do cap. 19 Termologia

1ª Aula do cap. 19 Termologia 1ª Aula do cap. 19 Termologia T e m p e r a t u r a O valor da temperatura está associada ao nível de agitação das partículas de um corpo. A temperatura é uma medida da agitação térmica das partículas

Leia mais

Experiência II (aulas 03 e 04) Densidade de sólidos

Experiência II (aulas 03 e 04) Densidade de sólidos Experiência II (aulas 03 e 04) Densidade de sólidos 1. Objetivos. Introdução 3. Procedimento experimental 4. Análise de dados 5. eferências 6. Apêndice: Propagação de incertezas 1. Objetivos O objetivo

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO

DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO INTRODUÇÃO Equação de resfriamento de Newton Quando dois objetos, com temperaturas diferentes, são colocados em contato térmico, há transferência de calor do

Leia mais

EXPERIMENTO I MEDIDAS E ERROS

EXPERIMENTO I MEDIDAS E ERROS EXPERIMENTO I MEDIDAS E ERROS Introdução Na leitura de uma medida física deve-se registrar apenas os algarismos significativos, ou seja, todos aqueles que a escala do instrumento permite ler mais um único

Leia mais

ENERGIA BARREIROS LISTA FÍSICA 1 DILATAÇÃO DE LÍQUIDOS PROFESSOR: JOHN

ENERGIA BARREIROS LISTA FÍSICA 1 DILATAÇÃO DE LÍQUIDOS PROFESSOR: JOHN ENERGIA BARREIROS LISTA FÍSICA 1 DILATAÇÃO DE LÍQUIDOS PROFESSOR: JOHN 1. (CFTMG 2016) Para verificar se uma pessoa está febril, pode-se usar um termômetro clínico de uso doméstico que consiste em um líquido

Leia mais

Aula 9 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA II CALOR ESPECÍFICO DE SUBSTÂNCIA SÓLIDA. Menilton Menezes

Aula 9 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA II CALOR ESPECÍFICO DE SUBSTÂNCIA SÓLIDA. Menilton Menezes Aula 9 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA II CALOR ESPECÍFICO DE SUBSTÂNCIA SÓLIDA META Aplicar o princípio das trocas de calor nos processos de transferência de energia. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

Dilatação dos sólidos e dos líquidos

Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos e dos líquidos Dilatação dos sólidos

Leia mais

EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA

EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA EXPERIÊNCIA 2 TEMPERATURA DE FUSÃO DE UMA SUBSTÂNCIA 1. OBJETIVOS No final desta experiência espera-se que o aluno seja capaz de: Determinar pontos de fusões usando o método gráfico da curva de resfriamento.

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 5

Química Geral Experimental - Aula 5 Química Geral Experimental - Aula 5 Título da Prática: Construção e calibração do densímetro. Objetivos: Construir e utilizar um densímetro de baixo custo; Determinar a densidade de líquidos puros e soluções;

Leia mais

Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos

Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos Cap 03: Dilatação térmica de sólidos e líquidos A mudança nas dimensões dos corpos, quando sofrem variações de temperatura, é um fenômeno que pode ser facilmente observado em situações do cotidiano. Quando

Leia mais

FÍSICA EXPERIMENTAL 3001

FÍSICA EXPERIMENTAL 3001 FÍSICA EXPERIMENTAL 300 EXPERIÊNCIA 7 CALIRAÇÃO DE UM TERMISTOR. OJETIVOS.. Objetivo Geral Familiarizar os acadêmicos com o dispositivo conhecido como termistor (termômetro que usa medidas de resistência

Leia mais

Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS

Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS Experiência 2. DETERMINAÇÃO DO PONTO DE FUSÃO DE SUBSTÂNCIAS 1. Objetivos Ao final desta atividade experimental espera-se que o aluno seja capaz de: - Identificar compostos e determinar suas purezas usando

Leia mais

LÍQUIDOS: DETERMINAÇÃO DA TENSÃO SUPERFICIAL. 1. Introdução

LÍQUIDOS: DETERMINAÇÃO DA TENSÃO SUPERFICIAL. 1. Introdução LÍQUIDOS: DETERMINAÇÃO DA TENSÃO SUPERFICIAL 1. Introdução Uma propriedade característica dos líquidos é possuir uma superfície plana bem definida, o que os distingue dos gases. Uma medida da rigidez do

Leia mais

ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO

ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO REVISÃO ENEM ESCALAS TERMOMÉTRICAS E DILATAÇÃO Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo. Quanto maior for o grau de agitação molecular,

Leia mais

Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon

Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon Dilatação Térmica Aula 4 Allan Calderon Transmissão de calor Def.: O calor é uma forma de energia que se propaga entre dois pontos, devido a uma diferença de temperatura entre eles. Ex.: Efeito estufa:

Leia mais

UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química

UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2015.1 1 EXPERIÊNCIA N 0 3: DETERMINAÇÃO DO CALOR DE REAÇÃO E CALOR DE SOLIDIFICAÇÃO 1. Introdução As transformações químicas

Leia mais

Experiência 9 Transferência de Calor

Experiência 9 Transferência de Calor Roteiro de Física Experimental II 39 Experiência 9 Transferência de Calor OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar os processos de transferência de calor entre dois corpos, na situação em que nenhum deles

Leia mais

Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC)

Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC) Colégio Dominus Vivendi Professor Anderson Lista de exercícios 2º ano (REC) 1-(Mackenzie-SP) Numa cidade da Europa, no decorrer de um ano, a temperatura mais baixa no inverno foi de 23 ºF e a mais alta

Leia mais

MEDIÇÃO EM QUÍMICA MEDIR. É comparar o valor de uma dada grandeza com outro predefinido, que se convencionou chamar unidade.

MEDIÇÃO EM QUÍMICA MEDIR. É comparar o valor de uma dada grandeza com outro predefinido, que se convencionou chamar unidade. MEDIR É comparar o valor de uma dada grandeza com outro predefinido, que se convencionou chamar unidade. Medir o comprimento de uma sala É verificar quantas vezes a sala é mais comprida do que a unidade

Leia mais

RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO. Resp. D

RESOLUÇÃO RESOLUÇÃO. Resp. D 10) Antes de medir a temperatura de um paciente, uma enfermeira verifica que o termômetro clínico indica 35 C. Em seguida, usando esse termômetro, ela mede a temperatura do paciente, encontrando o valor

Leia mais

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Departamento de Estudos Básicos e Instrumentais 3 Termologia Física II Prof. Roberto Claudino Ferreira Prof. Roberto Claudino 1 ÍNDICE 1. Conceitos Fundamentais;

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Graduação em Engenharia da Computação Prática 05 - Calor Específico Alunos: Egmon Pereira; Igor Otoni Ripardo de Assis Leandro de Oliveira Pinto;

Leia mais

Prática 4: Reações envolvendo trocas de calor

Prática 4: Reações envolvendo trocas de calor Prática 4: Reações envolvendo trocas de calor Pretende-se com essa atividade dar ao aluno a oportunidade de fazer experiências que possibilitem calcular calores de reação e aplicação da Lei de Hess. Etapa

Leia mais

META Determinar o volume molar parcial de uma mistura binária de água/etanol pela medida de diferentes composições da mistura.

META Determinar o volume molar parcial de uma mistura binária de água/etanol pela medida de diferentes composições da mistura. QUANTIDADES PARCIAIS MOLARES META Determinar o volume molar parcial de uma mistura binária de água/etanol pela medida de diferentes composições da mistura. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:

Leia mais

EXPERIÊNCIA 04: DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS

EXPERIÊNCIA 04: DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS 1 UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2015.1 EXPERIÊNCIA 04: DETERMINAÇÃO DA DENSIDADE DE LÍQUIDOS E SÓLIDOS 1. Densidade Densidade (d) é uma grandeza expressa pela

Leia mais

Neste caso, diz-se que a reação é de primeira ordem, e a equação pode ser resolvida conforme segue abaixo:

Neste caso, diz-se que a reação é de primeira ordem, e a equação pode ser resolvida conforme segue abaixo: 1. Introdução Cinética Química A termodinâmica indica a direção e a extensão de uma transformação química, porém não indica como, nem a que velocidade, uma reação acontece. A velocidade de uma reação deve

Leia mais

Física Geral e Experimental I 2011/01

Física Geral e Experimental I 2011/01 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 0 Física Geral e Experimental I 011/01 Experimento: Paquímetro e Micrômetro 1. Paquímetro e micrômetro Nesta tarefa serão abordados os seguintes

Leia mais

Atividade de Recuperação- Física

Atividade de Recuperação- Física Atividade de Recuperação- Física 2º Ano- 1º Trimestre Prof. Sérgio Faro Orientação: Refazer os exemplos seguintes e resolver os demais exercícios no caderno. Anotar eventuais dúvidas para esclarecimento

Leia mais

MEDIÇÃO NO LABORATÓRIO

MEDIÇÃO NO LABORATÓRIO MEDIÇÃO NO LABORATÓRIO Medição e medida de grandezas físicas Uma grandeza física é uma propriedade de um corpo ou uma característica de um fenómeno que pode ser medida. A medição é a operação pela qual

Leia mais

defi departamento de física

defi departamento de física defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Coeficiente de dilatação térmica Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,

Leia mais

Química Exercícios complementares 1ª série 1º período/2017

Química Exercícios complementares 1ª série 1º período/2017 Química Exercícios complementares 1ª série 1º período/2017 Questão 1 - (UECE) A titulação é um procedimento laboratorial que permite determinar a concentração desconhecida de uma substância a partir de

Leia mais

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro

Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,

Leia mais

Resolução de Questões de Provas Específicas Aula 7

Resolução de Questões de Provas Específicas Aula 7 Resolução de Questões de Provas Específicas Aula 7 Resolução de Questões de Provas Específicas Aula 7 1. (UECE) Um varal de roupas é construído com um cabo de aço longo, muito fino e flexível. Em dias

Leia mais

Apostila 4. Aulas 27 e 28. Dilatação térmica. Página 89. Gnomo

Apostila 4. Aulas 27 e 28. Dilatação térmica. Página 89. Gnomo Apostila 4 Aulas 27 e 28 Página 89 Dilatação térmica Dilatação Térmica Quando há variação da temperatura de um corpo ocorre variação no tamanha do corpo, para esta variação no tamanho do corpo chamamos

Leia mais

3.2 Hidrostática Material Necessário Objetivo Procedimentos Primeira Procedimento. 01 Balança. 01 barbante.

3.2 Hidrostática Material Necessário Objetivo Procedimentos Primeira Procedimento. 01 Balança. 01 barbante. 3.2. HIDROSTÁTICA 63 3.2 Hidrostática 3.2.1 Material Necessário 01 Balança. 01 barbante. 01 Régua milimetrada. 01 Dinamômetro. 02 Proveta de 250 ml. 01 Densímetro. 01 Tripé. 01 Haste de sustentação. 01

Leia mais

Unidade 2 Dilatação Térmica. Comportamento dos sólidos Dilatação Linear Dilatação Superficial Dilatação Volumétrica

Unidade 2 Dilatação Térmica. Comportamento dos sólidos Dilatação Linear Dilatação Superficial Dilatação Volumétrica Unidade 2 Dilatação Térmica Comportamento dos sólidos Dilatação Linear Dilatação Superficial Dilatação Volumétrica Comportamento dos sólidos De um modo geral, quando aumentamos a temperatura de um corpo

Leia mais

Termodinâmica. Lucy V. C. Assali

Termodinâmica. Lucy V. C. Assali Termodinâmica Temperatura Lucy V. C. Assali Física II 2016 - IO Temperatura Não confiável Por exemplo: metal e papel tirados do congelador, sentimos o metal mais frio, mas é só porque ele é um melhor condutor

Leia mais

NOME DO LABORATÓRIO CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

NOME DO LABORATÓRIO CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO da Prova Prática QUESTÃO 1: Cargo: D-46 Técnico em Química Metrologia Química Esboce um certificado de calibração com as informações mínimas obrigatórias que nele devem estar contidas. Use o formato a

Leia mais

GASES IDEAIS INTRODUÇÃO

GASES IDEAIS INTRODUÇÃO GASES IDEAIS INTRODUÇÃO O estado de uma certa quantidade de um gás fica determinado quando se especificam sua temperatura Kelvin T, sua pressão p e seu volume V. Um gás diz-se ideal quando essas grandezas

Leia mais

Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia via Ebuliometria

Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia via Ebuliometria UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC Disciplina: Química Geral Experimental QEX0002 Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia

Leia mais

Técnicas de Trabalho com Material Volumétrico

Técnicas de Trabalho com Material Volumétrico Universidade Federal de Goiás Instituto de Química Curso Experimental de Transformações Químicas 2010 Prof. Dr. Anselmo (adaptado, Agustina) Técnicas de Trabalho com Material Volumétrico 1 Objetivo Nesta

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA

IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA IDENTIFICAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS E AVALIAÇÃO DA SUA PUREZA O que se pretende Utilizar técnicas experimentais de determinação de propriedades físicas características das substâncias como métodos de identificação

Leia mais

TRANSMISSÃO DE CALOR

TRANSMISSÃO DE CALOR AULA 14 1- INTRODUÇÃO TRANSMISSÃO DE CALOR Neste capítulo estudaremos os três processos de transmissão de calor e a dilatação térmica nos sólidos e nos líquidos.. 2- CONDUÇÃO Condução é o processo de transmissão

Leia mais

Mecânica dos solos AULA 4

Mecânica dos solos AULA 4 Mecânica dos solos AULA 4 Prof. Nathália Duarte Índices físicos dos solos OBJETIVOS Definir os principais índices físicos do solo; Calcular os índices a partir de expressões matemáticas; Descrever os procedimentos

Leia mais

TERMOLOGIA DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS

TERMOLOGIA DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS TERMOLOGIA DILATAÇÃO DOS SÓLIDOS Setor 1202 Aulas 25 e 26 Prof. Calil 1- DILATOMETRIA As partículas constituintes de um corpo quando aumenta a temperatura, vibram mais intensamente, ocupando maior espaço

Leia mais

PÊNDULO SIMPLES E CALORIMETRIA

PÊNDULO SIMPLES E CALORIMETRIA PÊNDULO SIMPLES E CALORIMETRIA 5 META Analisar o movimento periódico de um pêndulo simples e realizar um experimento para determinação da capacidade térmica de um calorímetro e do calor específico de uma

Leia mais

Física Experimental II (2014.1)

Física Experimental II (2014.1) Física Experimental II (2014.1) Calendário 19/02 Tratamento de dados experimentais 26/02 NÃO HAVERÁ AULA 05/30 Recesso de Carnaval 12/03 Experimento 01 Instrumentos de Medida 19/03 Experimento 02 Elementos

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 04. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 04. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 04 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Capacidade Térmica de um Calorímetro 1. Calorimetria Nesta tarefa serão abordados os seguintes

Leia mais

ÍNDICE REGRAS GERAIS DE SEGURANÇA INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA EM REAGENTES Guia de Laboratório de F.Q. Docente: Marília Silva Soares 3

ÍNDICE REGRAS GERAIS DE SEGURANÇA INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA EM REAGENTES Guia de Laboratório de F.Q. Docente: Marília Silva Soares 3 ÍNDICE GUIA DE LABORATÓRIO Para atividades experimentais de Física e de Química Docente. Marília Silva Soares Guia de Laboratório de F.Q. Docente: Marília Silva Soares 2 REGRAS GERAIS DE SEGURANÇA INFORMAÇÃO

Leia mais

Capitulo-4 Calor e Temperatura

Capitulo-4 Calor e Temperatura Capitulo-4 Calor e Temperatura www.plantaofisica.blogspot.com.br 1 Resumo de aula: Termometria. 1- Temperatura Termometria é a parte da física que se preocupa unicamente em formas de se medir a temperatura

Leia mais

TRANSMISSÃO DE CALOR

TRANSMISSÃO DE CALOR AULA 14 TRANSMISSÃO DE CALOR 1- INTRODUÇÃO Neste capítulo estudaremos os três processos de transmissão de calor e a dilatação térmica nos sólidos e nos líquidos. 2- CONDUÇÃO Condução é o processo de transmissão

Leia mais

Escola Secundária Eça de Queirós

Escola Secundária Eça de Queirós Escola Secundária Eça de Queirós Laboratório de Física - 12º Ano TL I.6 Coeficiente De Viscosidade De Um Líquido Relatório realizado por: Luís Artur Domingues Rita Nº16 12ºC3 Grupo 1 12 de abril de 2013

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADE EXPERIMENTAL N o 03

RELATÓRIO DE ATIVIDADE EXPERIMENTAL N o 03 MINHA FACULDADE MEU CURSO Laboratório de química RELATÓRIO DE ATIVIDADE EXPERIMENTAL N o 03 Técnicas para determinação de volume e determinação de densidade de objetos Alunos: João Marcos Maria Mara 26

Leia mais

4.1. Propriedades físicas e propriedades químicas dos materiais

4.1. Propriedades físicas e propriedades químicas dos materiais Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 4 O MUNDO MATERIAL 4.1. Propriedades físicas e propriedades químicas dos materiais - Propriedades físicas e químicas dos materiais - Densidade

Leia mais

Temperatura, Calor e a Primeira Lei da Termodinâmica

Temperatura, Calor e a Primeira Lei da Termodinâmica Temperatura, Calor e a Primeira Temperatura; A Lei Zero da Termodinâmica; Medindo a Temperatura; Escala Celsius e Fahrenheit; Dilatação Térmica; Temperatura e Calor; Absorção de Calor por Sólidos e Líquidos;

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Método de Ensaio Página 1 de 7 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, fixa o procedimento a ser adotado na determinação da densidade de materiais líquidos e semi-sólidos, a 25/25ºC ou 15,6/15,6ºC,

Leia mais

Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro

Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,

Leia mais

9. (Uel 95) Uma escala de temperatura arbitrária X está relacionada com a escala Celsius, conforme o gráfico a seguir.

9. (Uel 95) Uma escala de temperatura arbitrária X está relacionada com a escala Celsius, conforme o gráfico a seguir. 1. (G1) Em uma determinada escala arbitrária o ponto de congelamento da água é de 10 unidades, enquanto que o ponto de ebulição é de 210 unidades. Todas as medidas feitas ao nível do mar. Qual é a temperatura

Leia mais

Laboratório de Física I. Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros. 11 de dezembro de 2015

Laboratório de Física I. Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros. 11 de dezembro de 2015 4310256 Laboratório de Física I Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros 1 o semestre de 2016 11 de dezembro de 2015 5. Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros Introdução

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE CIÊNCIAS Aluno(a): Nº Ano: 9º Turma: Data: 02/04/2011 Nota: Professora: Egberto Valor da Prova: 50 pontos Assinatura do responsável: Orientações

Leia mais

Estudo da densidade de fluidos incompressíveis através de um tubo em U

Estudo da densidade de fluidos incompressíveis através de um tubo em U Engenharia Ambiental Física II Estudo da densidade de fluidos incompressíveis através de um tubo em U Andrea Garcia Daniele Golçalves Isabella Perri Maria Luiza Campanari Melissa Pegoraro Sorocaba Abril/2014

Leia mais

Determinação da Entalpia de uma Reacção

Determinação da Entalpia de uma Reacção INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) Trabalho Prático n.º 6 Determinação da Entalpia de uma Reacção

Leia mais

QMC 5119 II Semestre de 2014 EXPERIÊNCIA Nº1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS

QMC 5119 II Semestre de 2014 EXPERIÊNCIA Nº1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS EXPERIÊNCIA Nº1 MEDIDAS E TRATAMENTO DE DADOS 1. Introdução: Química é uma ciência experimental e por isso consideramos importante que você inicie a disciplina Introdução ao Laboratório de Química realizando

Leia mais

PROF.: Henrique Dantas

PROF.: Henrique Dantas PROF.: Henrique Dantas DILATAÇÃO TÉRMICA: Em física, dilatação térmica é o nome que se dá a variação das dimensões de um corpo, ocasionado pela variação de sua temperatura. DILATAÇÃO TÉRMICA DOS SÓLIDOS:

Leia mais

RELATÓRIO DE PRÁTICA EXPERIMENTAL FIS Física Experimental II DILATAÇÃO TÉRMICA E CALOR EXPECÍFICO

RELATÓRIO DE PRÁTICA EXPERIMENTAL FIS Física Experimental II DILATAÇÃO TÉRMICA E CALOR EXPECÍFICO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA RELATÓRIO DE PRÁTICA EXPERIMENTAL FIS01260 - Física Experimental II DILATAÇÃO TÉRMICA E CALOR EXPECÍFICO Porto Alegre, 18 de Junho de 2015.

Leia mais

Física Geral e Experimental III. Dilatação

Física Geral e Experimental III. Dilatação Física Geral e Experimental III Dilatação 6. Em um dia quente em Las Vegas um caminhão-tanque foi carregado com 37.000 L de óleo diesel. Ele encontrou tempo frio ao chegar a Payson, Utha, onde a temperatura

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 2

Química Geral Experimental - Aula 2 Química Geral Experimental - Aula 2 Título da Prática: Estudos de Medidas e Erros Objetivos: Familiarizar o aluno com as vidrarias e seu uso. Mostrar ao aluno como se deve fazer a leitura e anotação de

Leia mais

Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 07 - Vol. 2

Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 07 - Vol. 2 HTTP://WWW.COMSIZO.COM.BR/ Resolução de Curso Básico de Física de H. Moysés Nussenzveig Capítulo 7 - Vol. Engenharia Física 9 Universidade Federal de São Carlos /1/9 1 Uma esfera oca de alumínio tem um

Leia mais

FÍSICA TÉRMICA. Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1

FÍSICA TÉRMICA. Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1 FÍSICA TÉRMICA Prof. Neemias Alves de Lima Instituto de Pesquisa em Ciência dos Materiais Universidade Federal do Vale do São Francisco 1 Domínio da Física Térmica Como pode água aprisionada ser ejetada

Leia mais

Noções Básicas de Física Arquitectura Paisagística PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES (1)

Noções Básicas de Física Arquitectura Paisagística PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES (1) INTRODUÇÃO Força de impulsão PRINCÍPIO DE ARQUIMEDES O desenho da Figura 1a mostra um corpo de densidade ρ, submerso num líquido de densidade ρ líquido. As setas representam as forças que actuam nas diferentes

Leia mais

Química. APL 2.5 Determinação da variação da entalpia de combustão de diferentes álcoois

Química. APL 2.5 Determinação da variação da entalpia de combustão de diferentes álcoois Química APL 2.5 Determinação da variação da entalpia de combustão de diferentes álcoois Luísa Neves, 12ºCT 20 de abril de 2015 Índice Introdução...2 Material e Reagentes...3 Procedimento..4 Perigos específicos

Leia mais

Prof. Dr. Ederio D. Bidoia Monitor: Lucas Balduino Departamento de Bioquímica e Microbiologia, IB

Prof. Dr. Ederio D. Bidoia Monitor: Lucas Balduino Departamento de Bioquímica e Microbiologia, IB Aula 2 Prof. Dr. Ederio D. Bidoia Monitor: Lucas Balduino Departamento de Bioquímica e Microbiologia, IB Unesp campus de Rio Claro, SP Erros 1. Algarismos Significativos: Na matemática 3 é igual a 3,0000...

Leia mais

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4

AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4 AULA PRÁTICA DE QUÍMICA GERAL Estudando a água parte 41 Comportamento da água com sal - 4 9º NO DO ENSINO FUNDAMENTAL - 1º e 2º ANO DO ENSINO MÉDIO INTRODUÇÃO Na parte anterior, investigamos o método de

Leia mais

Física e Química A 715 (versão 1)

Física e Química A 715 (versão 1) Exame (Resolução proposta por colaboradores da Divisão de Educação da Sociedade Portuguesa de Física) Física e Química A 715 (versão 1) 0 de Junho de 008 1. 1.1. Átomos de ferro A espécie redutora é o

Leia mais

Métodos Experimentais em Termociências I.B De Paula

Métodos Experimentais em Termociências I.B De Paula Conceitos básicos: Medição É o conjunto de operações que tem por objetivo determinar o valor de uma grandeza. Medições, mesmo que bem controladas, estão sujeitas a variações causadas por inúmeras fontes.

Leia mais

MATERIAIS PARA FUNDIÇÃO - DETERMINAÇÃO DO PONTO DE EBULIÇÃO EM LÍQUIDOS

MATERIAIS PARA FUNDIÇÃO - DETERMINAÇÃO DO PONTO DE EBULIÇÃO EM LÍQUIDOS Método de Ensaio Folha : 1 de 7 SUMÁRIO 1_ Objetivo 2_ Princípio do método 3_ Definição 4_ Aparelhagem 5_ Execução do ensaio 6_ Resultados 7_ Anexos A, B e C 1_ OBJETIVO 1.1_ Esta recomendação prescreve

Leia mais

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II

Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II A pressão num ponto de um líquido em equilíbrio 1- Objetivos Gerais: Calibrar um manômetro de tubo aberto: Usar o manômetro calibrado para medir a pressão em pontos de um fluido de densidade desconhecida.

Leia mais

Resoluções dos exercícios propostos

Resoluções dos exercícios propostos P.22 Dados: L 0 00 cm; θ 0 0 C; θ 50 C; α 5 0 6 C L α L 0 θ 5 0 6 00 50 L 0,075 cm O comprimento da barra, quando a temperatura é 50 C, é dado por: L L 0 L L 00 0,075 L 00,075 m P.23 Dados: L 00 L 0; θ

Leia mais

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA

VESTIBULAR UFPE UFRPE / ª ETAPA VESTIBULAR UFPE UFRPE / 1998 2ª ETAPA NOME DO ALUNO: ESCOLA: SÉRIE: TURMA: FÍSICA 1 VALORES DE ALGUMAS GRANDEZAS FÍSICAS Aceleração da gravidade : 10 m/s 2 Número de Avogadro : 6,0 x 10 23 /mol Constante

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências da Natureza Disciplina: Física Ano: 2º - Ensino Médio Professor: Marcelo Caldas Chaves Física Atividades para Estudos Autônomos Data: 6 / 3 / 2017 Aluno(a): N o

Leia mais

Dados: - calor latente de vaporização da água: 540cal/g - calor específico da água: 10cal/g C

Dados: - calor latente de vaporização da água: 540cal/g - calor específico da água: 10cal/g C 1. (Fuvest 92) Adote: calor específico da água = 1 cal/g. C Um recipiente contendo 3600g de água à temperatura inicial de 80 C é posto num local onde a temperatura ambiente permanece sempre igual a 20

Leia mais

Química Geral Experimental - Aula 4

Química Geral Experimental - Aula 4 Química Geral Experimental - Aula 4 Título da Prática: Determinação do teor de álcool etílico na gasolina. Objetivos: Determinar o teor de álcool etílico na gasolina Comercial. Determinar o teor de água

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Agregados determinação do inchamento de agregado miúdo

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Agregados determinação do inchamento de agregado miúdo Método de Ensaio Página 1 de 5 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, prescreve o método a ser adotado na determinação do inchamento de agregados miúdos empregados em obras rodoviárias. Prescreve

Leia mais

AULA PRÁTICA 4 Série de sólidos

AULA PRÁTICA 4 Série de sólidos SANEAMENTO AMBIENTAL EXPERIMENTAL TH 758 DHS PPGERHA - UFPR AULA PRÁTICA 4 Série de sólidos 1. Série de sólidos Resíduos ou sólidos são todas as matérias suspensas ou dissolvidas na água, provenientes

Leia mais

Relatório do Experimento 2 Medida de Viscosidade. Fernando Henrique Ferraz Pereira da Rosa

Relatório do Experimento 2 Medida de Viscosidade. Fernando Henrique Ferraz Pereira da Rosa FEP0111 - Física I Relatório do Experimento 2 Medida de Viscosidade Fernando Henrique Ferraz Pereira da Rosa 2 de dezembro de 2005 Sumário 1 Introdução 2 2 Objetivos 2 3 Teoria 2 3.1 Escoamento laminar

Leia mais

QUÍMICA ANALÍTICA V 2S Prof. Rafael Sousa. Notas de aula:

QUÍMICA ANALÍTICA V 2S Prof. Rafael Sousa. Notas de aula: QUÍMICA ANALÍTICA V 2S 2011 Aulas 1 e 2 Estatística Aplicada à Química Analítica Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf/baccan Algarismos significativos

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas)

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas) Disciplina: Química Trimestre: 1º Professor(a): Rodrigo Valério e Georgia Monique. Série: 1º Turmas: 101,102,103,104. Conteúdos/ atividades Habilidades Avaliação/ Atividade 1º Trimestre: (12 semanas) 1-

Leia mais

Termologia. Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo.

Termologia. Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo. Termologia Temperatura Temperatura é a grandeza física escalar que nos permite avaliar o grau de agitação das moléculas de um corpo. Quanto maior for o grau de agitação molecular, maior será a temperatura

Leia mais

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E TRATAMENTO DE DADOS

ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E TRATAMENTO DE DADOS ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS E TRATAMENTO DE DADOS 1.0 Objetivos Utilizar algarismos significativos. Distinguir o significado de precisão e exatidão. 2.0 Introdução Muitas observações na química são de natureza

Leia mais

Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano. Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental.

Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano. Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental. NOTA FINAL Caderno de Resultados - 3ª Fase Prova Experimental Para alunos do 2º ano Instruções Leia atentamente antes do início do procedimento experimental. 1. Este caderno contém CINCO folhas, incluindo

Leia mais

Métodos Numéricos. Turma CI-202-X. Josiney de Souza.

Métodos Numéricos. Turma CI-202-X. Josiney de Souza. Métodos Numéricos Turma CI-202-X Josiney de Souza josineys@inf.ufpr.br Agenda do Dia Aula 20 (09/11/15) Interpolação: Introdução Características Interpolação Linear: Introdução Características Exercícios

Leia mais

Aula prática 1: Materiais de laboratório, exatidão e precisão. 1. Material de laboratório

Aula prática 1: Materiais de laboratório, exatidão e precisão. 1. Material de laboratório Aula prática 1: Materiais de laboratório, exatidão e precisão 1. Material de laboratório 1.1.Material de vidro o Tubo de ensaio utilizado para efetuar reações químicas em pequena escala. o Béquer recipiente

Leia mais

Coordenação de Engenharia de Alimentos Química Analítica - QA32A Professora: Ailey Ap. Coelho Tanamati MEDIDAS E ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS

Coordenação de Engenharia de Alimentos Química Analítica - QA32A Professora: Ailey Ap. Coelho Tanamati MEDIDAS E ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Coordenação de Engenharia de Alimentos - QA32A Professora: Ailey Ap. Coelho Tanamati MEDIDAS E ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS Processo de determinar o valor, a quantidade, o grau ou a capacidade de uma grandeza

Leia mais

Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO

Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO Experimento N 3 DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MASSA MOLAR DO GÁS BUTANO E DO MAGNÉSIO 1) INTRODUÇÃO A maioria dos gases reais mostra um comportamento aproximado ao de um gás ideal, especialmente se a pressão

Leia mais