CONTABILIDADE AMBIENTAL EM EMERGIA DA GESTÀO E DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ATERRO.

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1 CONTABILIDADE AMBIENTAL EM EMERGIA DA GESTÀO E DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ATERRO. LUIZ CLAUDIO DE OLIVEIRA Universidade Paulista - UNIP

2 CONTABILIDADE AMBIENTAL EM EMERGIA DA GESTÀO E DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ATERRO. Resumo O meio ambiente como fornecedor de bens e serviços, dos quais os serem vivos, humanos e a sociedade estão intensamente ligados, a preocupação com a capacidade de suporte do meio ambiente em suportar as atividades humanas e valoração dos serviços ambientais ganhou importância. A destinação dos resíduos gerados nos processos de produção de bens e serviços, nos quais grandes potenciais de carga de poluentes têm como parâmetro de medição, tão somente os econômicos, tem requerido a inserção da contabilização pelos danos ambientais gerados por estes. Neste sentido, a limitação ambiental para recepção e disposição destes resíduos classificados como RSU em aterros sanitários, ausência de proposta de projetos e ações que visam eliminar, reduzir, reutilizar, reciclar e destinar os resíduos de forma ambientalmente sustentável, que atenda os requisitos legais, tem sido desafiador para o setor público municipal e pesquisadores. Ausência de dados robustos e parâmetros que contabilize os recursos utilizadas nos processos de produção do modelo atual de manejos dos RSU de Foz do Iguaçu, motivaram este estudo, de forma a se tornar conhecido a valoração e a carga ambiental dos RSU, tendo como resultado 1,40E+08 sej/g. no ano de Palavras-chave: EMERGIA; CONTABILIDADE AMBIENTAL; RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS; GESTÃO. Abstract The environment as a provider of goods and services, of which they are living, human and society are strongly linked, concern for the carrying capacity of the environment to support human activities and valuation of ecosystem services has gained importance. The disposal of waste generated in the production of goods and services, in which large load of potential pollutants have as measuring parameter, so only the economic, has required the inclusion of accounting for environmental damage generated by these. In this sense, environmental limitation for receipt and disposal of these wastes classified as MSW in landfills, no proposed projects and actions that aim to eliminate, reduce, reuse, recycle waste and dispose of it in an environmentally sustainable manner that meets the legal requirements, has been challenging for municipal and public sector researchers. Absence of robust data and parameters that account for the resources used in the production processes of the current model of MSW managements of Foz do Iguaçu, motivated this study in order to become known valuation and the environmental burden of MSW, resulting in 1,40E + 08 sej/g. in the year Keywords: EMERGIA; ENVIRONMENTAL ACCOUNTING; MUNICIPAL SOLID WASTE; MANAGEMENT.

3 1. Introdução Fornecedora de bens e serviços, dos quais os seres vivos, humanos e a sociedade estão intensamente ligados ao equilíbrio do meio ambiente, é fator preponderante para sobrevivência das gerações futuras. A preocupação com a capacidade de suporte do meio ambiente, dado as atividades humanas, a preocupação com a valoração dos serviços ambientais ganhou importância (Ulgiati & Brown 2002). Serviços ambientais como a destinação dos resíduos gerados nos processos de produção de bens e serviços, nos quais grande potencial de carga de poluentes tem como parâmetro de medição, tão somente os econômicos. A ausência de contabilização pelos danos ambientais que efetivamente considere os serviços ambientais pode levar o tomador de decisão a optar tão somente pela geração de receitas, não consideram os impactos gerados. Em alguns casos, os serviços passam a ser contabilizados tão somente quando nestes são verificados problemas derivados de sua sobrecarga, após a utilização de tecnologias após implantados (Ulgiati & Brown 2002). Exemplo deste fato, a limitação ambiental para recepção e disposição destes resíduos classificados como RSU Resíduos Sólidos Urbanos em aterros sanitários, ausência de proposta de projetos e ações que visam eliminar, reduzir, reutilizar, reciclar e destinar os resíduos de forma ambientalmente sustentável, que atenda os requisitos legais, tem sido desafiador para o setor público municipal e pesquisadores. Previsto na Lei Federal 12305/ institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos PNRS, princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis, regulamentada pelo Decreto Lei 7404/2010, a gestão pública tem sido desafiada na busca de alternativas sustentáveis para o modelo atualmente utilizado por grande parte dos municípios brasileiros. Os Resíduos Sólidos Urbanos - RSU, no qual está incluído os Resíduos Sólidos Domiciliares RSD, são hoje o maior desafio para a gestão pública no que diz respeito à gestão sustentável do manejo, tipologia dos geradores, a carga ambiental, quantidade e qualidade destes, gerados nos diversos processos de produção. A geração per capita de RSU ano base 2012 é de 1,93 kg/dia, e a de RSD de 0,90 kg/dia,. Estes resíduos tem como destino final o aterro instalado no município de Foz do Iguaçu, cuja vida útil de acordo com o Plano Municipal de Saneamento Básico está estimada até o final do ano de Não obstante os dados apresentados, e por ter vocação turística, portanto, grande gerador per capita de resíduos sólidos domiciliares, os estabelecimentos de hospedagem e gastronomia, geram quantidade superior aos dos domicílios residenciais. Conflitos de interesses (custo dos serviços, arrecadação e metodologia da cobrança da taxa de lixo), aliado a ausência de dados e informações robustas que permita comparar como os constantes nos Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS, disponíveis na Secretaria Municipal de Meio Ambiente do município de Foz do Iguaçu, motivaram este estudo, no qual considera todos os recursos utilizadas nos processos de produção do modelo atual de manejos dos RSU de Foz do Iguaçu, e responder a questão: Qual a carga ambiental dos resíduos sólidos urbanos de Foz do Iguaçu - Paraná?

4 2. Revisão Bibliográfica Consoante a norma brasileira NBR de 2004, a expressão resíduos sólidos é definida como resíduos nos estados sólido e semi-sólido, que resultam de atividades de origem industrial,doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle e poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia disponível. (ABNT, 2004) A disposição dos RSU em aterros sanitários destaca-se entre as técnicas de disposição final de resíduos sólidos produzidos pelos municípios brasileiros. De acordo com Mariano (1999) esta técnica é a mais empregada em países em desenvolvimento por apresentar menor custo, quando comparado às outras tecnologias que requerem avanços e de alto custo financeiro, limitação de área para deposição e necessidade de calor.. Dentre as alternativas conhecidas para a problemática do lixo, o aterro sanitário é o mais comum devido, principalmente, ao seu baixo custo econômico, sem considerar os efeitos e impactos de contaminação pela decomposição dos resíduos depositados, o que gera efluente conhecido como chorume Figueiredo (2005) assegura que os órgãos governamentais recomendam atualmente para a disposição adequada dos resíduos sólidos domiciliares, a implantação de aterros sanitários e de aterros controlados. Silva (2002) afirma que mesmo após o fechamento do aterro com o fim de sua vida útil de recebimento de resíduos sólidos, estes mesmo que depositados no solo adequadamente, a geração do chorume não se extingue e, em geral, quanto mais velho o aterro, menos biodegradável é esse efluente, o que requer processos de tratamento mais complexos e um monitoramento adequado. Segundo Lima (2001) a gestão dos resíduos sólidos, requerem tecnologias, gestão e atuações operacionais, que envolvem fatores, econômicos, ambientais e de desempenho. 3. Metodologia Este trabalho apresenta a aplicação da Contabilidade Ambiental, ou seja, a avaliação da síntese em emergia, baseada nos preceitos desenvolvidos por Odum (1996), a qual avalia todos os recursos e serviços utilizados para a obtenção de produtos e/ou serviços, podendo estes, serem provenientes do meio ambiente e/ou da economia. Esta metodologia tem sido aplicada em vários trabalhos para mensurar os recursos do meio ambiente de todas as categorias das atividades econômicas dentro dos ecossistemas terrestres (BROWN; ULGIATI, 1999) arranjo termodinâmico dos ecossistemas (BASTIANINI ET AL., 2013) sustentabilidade das nações econômicas (ULGIATI; ODUM, BASTIONONI, 1994) (LAGERBERG; DOHERTY; NILSSON, 1999); (BROWN; COHEN; SWEENEY, 2009); (DEMETRIO, 2011), serviços dos ecossistemas (WATANABE; ORTEGA, 2011), para produção de biocombustíveis (ULGIATI, 2010); (AGOSTINHO; ORTEGA, 2013), comparações do sistema de agricultura de café brasileiro (GIANNETTI et al., 2011) e comparações históricas da indústria e o sistema de agricultura pré-industrial (RYDBERG; JANSEN, 2002). Inclui ainda na metodologia, revisão bibliográfica sobre o tema em questão (RSU), coleta de dados e informações dos processos do atual modelo de gestão e manejos dos RSU

5 de Foz do Iguaçu disponibilizados Plano de Saneamento Básico de Foz do Iguaçu, documento aprovado pela Lei Complementar Municipal 198 de 11 de dezembro de 2012, informações requeridas e disponibilizadas pela Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu e pela concessionária de Limpeza Pública, Vital Engenharia LTDA. 3.1 Caracterização do modelo de gestão do manejo dos RSU O modelo de manejo dos resíduos sólidos urbanos do município de Foz do Iguaçu, tem como órgão responsável pela gestão, a Secretaria Municipal de Obras e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu - PR, e as atividades inerentes a coleta, transporte, disposição e manutenção em aterro dos RSU, está sob o regime de concessão desde o ano de 2001, por intermédio do Contrato 390/2001, em vigor até o ano de A concessionária a Vital Engenharia Ambiental Ltda. é a responsável pelos serviços de limpeza publica, com as atividades descritas na tabela 1. TABELA 1. Concessão de Limpeza Pública - Contrato 390/2001 Item Limpeza Pública de Foz do Iguaçu - LPFI Resíduos Sólidos Urbanos RSU Resíduos Sólidos Domiciliares - RSD Atividades desenvolvidas Coleta, Transporte, Destinação, Manutenção em aterro dos Resíduos Sólidos e Comercial. Resíduos Itaipu + Resíduos Inertes + Varrição de vias publicas + Pintura de meio fio + Outros serviços descritos no contrato de concessão. Domiciliar + Comercial + Seletiva + Poda + Particular + Itaipu + Inerte. Residencial + Comercial A coleta dos resíduos domésticos de Foz do Iguaçu é realizada pela concessionária de limpeza publica - Vital Engenharia Ambiental. As rotas e frequência de coleta foram definidas pela própria empresa visando atender a todo o território urbano e parte do território rural do município de Foz do Iguaçu. Onze caminhões compactadores MB 1718M Truck com capacidade de 19 m3 compactados e 9 (nove) toneladas realizam a coleta de resíduos, juntamente com duas equipes (motorista e quatro garis, (perfazendo um total de 10 funcionários/dia) que se revezam entre os turnos manhã, das 07h00min às 15h20min horas, e noturno das 17h00min à 01h20min horas. O destino final dos resíduos domésticos é o Aterro Municipal, localizado no Bairro Porto Belo no Município de Foz do Iguaçu PR, em células preparadas para tal finalidade. O sistema de aterramento utilizado é de células em camadas de 5 (cinco) metros, impermeabilizadas com argila compactada. Rede de drenos para a coleta do chorume, que é encaminhado para o processo de recirculação nas células de resíduos. No processo de destinação e manutenção dos RSU, equipe de funcionários da concessionária garante a operacionalidade de equipamentos essenciais ao processo para disposição adequada dos mesmos em conformidade com a legislação em vigor. No processo de gestão há consumo água para atendimento as necessidades dos trabalhadores e operação e manutenção dos equipamentos, energia elétrica nos equipamentos utilizados para recirculação do chorume e demais atividades de gestão do aterro. Todos os recursos utilizados estão inseridos no inventário de massa (tabela 2).

6 A gestão do negócio é feita por equipe lotada no escritório da concessionária e os recursos utilizados estão incluídos no inventario de massa (tabela 2). 3.2 Inventario de massa do modelo de gestão do manejo dos RSU Para a elaboração do inventário de massa do modelo atual de gestão de manejo dos RSU, optou-se pela elaboração por etapas de atividades (coleta e transporte dos RSD, disposição e manutenção dos RSU no aterro e gestão do negócio). Esta opção tem por objetivo averiguar a carga ambiental em cada etapa do processo de produção do modelo atual de gestão dos RSU, de forma a permitir analise técnica e critica, de forma a se permitir elaboração de proposta de intervenção em cada etapa como forma a se propor ações de melhorias no modelo de gestão atual de manejo dos RSU. Para cada atividade foi elaborado consumo de recursos e serviços utilizados para a obtenção de produtos e/ou serviços, os quais estão inseridos na tabela 2. No ano de 2012, objeto do estudo, o aterro de Foz do Iguaçu a recebeu t/rsu, e no mesmo ano foram coletadas e transportadas pelos caminhões compactadores e encaminhados ao aterro de Foz do Iguaçu, t/rsd. Para o presente estudo, foi incluída no cálculo a utilização de manta de PEAD - Polietileno de Alta Densidade, apesar de não ter sido utilizado por ocasião de sua construção, no entanto, a legislação em vigor, sua utilização, liberando o licenciamento após comprovação de sua utilização. 3.3 Custo financeiro do modelo de gestão do manejo dos RSU Sob o regime de concessão desde o ano de 2001, por intermédio do Contrato 390/2001, em vigor até o ano de A concessionária a Vital Engenharia Ambiental Ltda., recebe mensalmente pelos serviços prestados de acordo com tabela descritiva de serviços prestados. Nesta, os serviços são: Coleta de resíduos domiciliares diurno e noturno, Coleta de inertes, Serviço de segurança armada no aterro e coleta de animais, Varrição mecanizada,. 4. Apresentação e Análise dos Resultados O inventário de massa do modelo atual de coleta, transporte, disposição e manutenção em aterro e gestão do contrato de concessão, foi elaborado a partir de dados brutos (quantidade de veículos compactadores utilizados na coleta e transporte e veículos leves utilizados na gestão, sistema de operação, mão de obra, consumo de combustível, insumos de manutenção, insumos utilizados na construção do aterro, área construída, energia elétrica e água). Estes dados e informações foram fornecidas pela Concessionária Vital Engenharia. A quantidade de RSU ano de 2012 foram obtidos junto a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (processo /2013 de 18/07/2013) e os dados do projeto do aterro de Foz do Iguaçu obtidos junto a Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental SUDERHSA, departamento responsável pela gestão dos resíduos sólidos no estado do Paraná, subordinado ao Instituto das Águas do Paraná é o órgão executivo gestor do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos SEGRH/PR.

7 TABELA 2. Inventário de massa do modelo atual de coleta, transporte, disposição e manutenção em aterro e gestão do contrato de concessão. Item Descrição Unid. Quant. Emergia por Unid. Emergia Solar Emergia Solar Unid/ano sej/unid. sej/ano sej/g Coleta e transporte 1 RSD t 8,20E+04 2 Custo R$ 7,39E+06 3 Veiculo Compactador g 3,30E+07 5,61E+04 1,85E+12 2,26E+01 4 Combustível J 1,93E+13 1,81E+05 3,49E+18 4,26E+07 5 Lubrificantes J 3,70E+04 7,22E+09 2,67E+14 3,25E+03 6 Pneus g 2,42E+11 1,81E+05 4,38E+16 0,00E+00 7 Mão de abra ano/ano 2,58E+01 4,73E+16 1,22E+18 1,49E+07 Total 4,76E+18 5,75E+07 Disposição e manutenção no aterro 8 RSU t 1,77E+05 9 Custo R$ 2,96E Sol J 3,60E ,60E+12 2,03E Chuva l 2,10E+07 1,76E+04 3,70E+11 2,09E Mão de abra ano/ano 7,89E-01 4,73E+16 3,73E+16 2,11E Equipamentos g 1,51E+08 6,94E+09 1,05E+18 5,94E Combustível J 4,83E+12 1,81E+05 8,74E+17 4,94E Lubrificantes J 9,94E+04 7,22E+09 7,18E+14 4,05E Pneus g 5,42E+11 1,81E+05 9,81E+16 5,54E Energia Elétrica kwh 2,21E+12 2,52E+05 5,57E+17 3,15E Água m3 2,17E+06 6,89E+04 1,50E+11 8,45E Área total de construção (apoio) m2 1,12E+04 2,69E+13 3,01E+17 2,16E+06 Total 2,62E+18 1,48E+07 Construção aterro 20 Área total m2 6,40E+04 1,85E+14 1,19E+19 6,72E+07 Gestão do manejo dos RSU 21 RSU t 1,77E Mão de abra ano/ano 1,76E+00 4,73E+16 8,32E+16 4,70E Veiculo Leves g 1,00E+04 6,94E+09 6,94E+13 3,92E Combustível J 2,09E+09 1,81E+05 3,78E+14 2,14E Pneus g 7,56E+06 7,22E+09 5,46E+16 3,08E Lubrificantes J 1,29E+10 1,81E+05 2,33E+15 1,32E Água m3 1,20E+09 6,89E+04 8,27E+13 4,67E Energia Elétrica kwh 1,05E+11 2,52E+05 2,64E+16 4,67E Área total de construção gestão m2 1,20E+00 9,32E+13 1,12E+14 6,33E+02 Total 1,40E Conclusão Os resultados obtidos permite avaliar a carga ambiental total do modelo atual de manejo dos RSU no município de Foz do Iguaçu, correspondente a 1,40E+08 sej/g do manejo dos RSU. A carga total da coleta e transporte corresponde a 5,75E+07 sej/g, da disposição e manutenção no aterro corresponde a 1,48E+07 sej/g. A carga ambiental da construção, disposição e manutenção em aterro dos RSU de Foz do Iguaçu Paraná atualmente de 6,72E+07 sej/g, corresponde a aproximadamente 60% (sesenta por cento) da carga ambiental total do modelo de gestão dos RSU. Este valor

8 referente a construção do aterro dentro das normas técnica e legais, comprovando pela metodologia de valoração dos serviços ambientais que o modelo de gestão atualmente utilizado na gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos, conflita com os requisitos legais da Lei Federal 12305/10, regulamentada pelo Decreto Federal 7404/10, em especial ao Art. 9 o, o qual descreve: Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos. Apesar de autores citados nas referências sobre a forma de destinação dos RSU em aterro, considerarem-no como local adequado para a destinação, os resultados comprovam o alto consumo de emergia, referendando a preocupação com a valoração dos serviços ambientais mencionado por Ulgiati & Brown 2002, requerendo para tanto, análise e estudos sequenciais de alternativas em substituição ao modelo atualmente adotado pela gestão pública municipal de Foz do Iguaçu para o manejo dos RSU, como forma de garantir para as gerações futuras o equilíbrio ambiental.

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