Tecnologia EM na Pecuária Bovina

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tecnologia EM na Pecuária Bovina"

Transcrição

1 Tecnologia EM na Pecuária Bovina Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do que bons vinhos e queijos, eles também podem ajudar na Pecuária Bovina.

2 O EM 1 tem uma ampla gama de aplicações na pecuária que vai desde a recuperação de pastagens até a sanitização do gado e das instalações. O uso da Tecnologia EM é simples e totalmente adaptável às condições existentes nos atuais sistemas s de produção pecuária. Veja a seguir como usar o EM 1 e os benefícios que lhe pode brindar. ATIVE O EM 1 ANTES DE USAR. O EM 1 é concentrado e os microorganismos contidos estão em estado de dormência, e é preciso diluir e ativar antes do uso. Na ativação, se dilui o produto, e com 1 litro de EM 1 se faz 20 litros de EM 1-ATIVADO,, o qual será usado nas aplicações. Todas as recomendações são em base ao EM 1- Ativado. Por favor, consulte o rótulo do EM 1 Para as regiões onde as condições climáticas de inverno são bem definidas, recomendamos que entre os meses de Maio a Julho, a ativação do EM 1 seja feita em local mais abrigado, onde se possa manter uma temperatura entre 25 e 40ºC para uma perfeita fermentação do produto. 2

3 USO DO EM 1 NA RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS O EM 1 poderá ser usado para melhorar as condições físico-químicas e microbiológicas do solo, ao passo que ajuda a acelerar a decomposição natural dos resíduos orgânicos deixados nas pastagens. Com isso, é possível recuperar as pastagens degradas e aumentar a disponibilidade de matéria seca para o rebanho. DOSAGEM: 20 a 40L por ha, realizando de 4 a 8 aplicações anuais. Para um melhor e rápido resultado, pode-se realizar o seguinte esquema de aplicações e dosagens: 1º ano - 40 L por ha, realizando 8 aplicações por ano 2º ano - 30 L por ha, realizando 6 aplicações por ano 3º ano em diante - 20 L por ha realizando 4 aplicações por ano. * Se houver um sistema de irrigação, não há custo de aplicação pois o EM 1-Ativado pode ser aplicado através do sistema, diluindo diretamente no tanque de captação ou dosando no sistema venturi. BENEFÍCIOS DO EM 1 NA RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS Acelera a decomposição natural dos resíduos orgânicos nas pastagens, excretas e palha seca. Promove a formação de agregado no solo e aumenta a resistência contra compactação. Estimula o crescimento das raízes, melhorando a capacidade de absorção de água e nutrientes. Aumenta a viabilidade e disponibilidade dos nutrientes do solo e das fertilizações. Melhora substancilmente a qualidade do pasto. Ajuda a melhorar a estrutura do solo e porosidade. Maximiza a conversão de matéria orgânica em húmus. Aumenta a produção natural de húmus e favorece a produção de substâncias orgânicas benéficas promotoras de crescimento, melhorando a nutrição das plantas pela solubilização do fósforo e potássio. Aumenta a população de microorganismos benéficos do solo, ajudando a suprimir os microorganismos que causam doenças, ajudando ainda a reduzir os nematóides. Representa uma alternativa de baixo custo para recuperação de pastagens. 3

4 USO DO EM 1 NO TRATAMENTO DO ESTERCO O EM 1 poderá ser usado para realizar o manejo e o tratamento do esterco diretamente no curral, já seja em piso ou em cama, transformando todos os resíduos em um composto de excelente qualidade e enriquecido com microoganismos e substâncias benéficas. DOSAGEM: 1 L de EM 1-Ativado por cada 300 m 2 de curral ou cama ORIENTAÇÕES DE USO: Diluir o EM 1-Ativado em 19 litros de água limpa sem cloro e pulverizar 300 m 2. Direcione a pulverização diretamente para as excretas e o piso do curral. Realize aplicações diárias preferivelmente antes de recolher o esterco. Se estiver trabalhando com camas, pulverize diariamente sobre a cama depois que o gado sair do curral. Para tanques de coleta e armazenagem do esterco, aplique 1 L do EM 1-Ativado para cada 1 m 3 de volume total de esterco. Esta inoculação ajudará a acelerar o processo de humificação do esterco e ajudará a eliminar o mal cheiro e a presença de insectos. Para os casos onde haja um grande volume de esterco e outros resíduos orgânicos, por exemplo, sistema de confinamento, pode-se transformar estes resíduos em um fértil composto (Bokashi) em um curto espaço de tempo (2 a 3 semanas). O produto final pode ser reaplicado no campo ou ensacado e comercializado. Para isso, use a seguintes orientações: DOSAGEM: 1 L de EM 1-Ativado por cada 1m³ ou tonelada de material (total da mistura dos resíduos). Se possível, agregar à mistura, cal virgem ou gesso, na proporção de 10Kg por m³, para ajudar na retenção do nitrogênio. ORIENTAÇÕES DE USO: Geralmente 18 L de água são suficiente para pulverizar 1m³ de material a ser compostado. Apenas Dilua 1 L de EM 1-Ativado em 18 L de água. Se as partículas dos resíduos são muito grandes, triture o material. Isso acelerará o processo de fermentação. Enquanto mistura o material, pulverize a solução de EM 1-Ativado sobre todo o material para que possa entrar em contato com todas as partículas. Pulverize apenas uma vez. Forme pilas de 1,5m de altura por 3m de largura, O EM 1 é um produto 100% natural, não tóxico, não corrosivo, não radioativado, não volátil, não inflamável, e não tem período de carência para facilitar o manuseio do material. Para uma melhor fermentação, mantenha uma umidade de 40% (40% de umidade é quando ao pressionar o material com a mão, não escorrerá água entre os dedos), e se possível cubra o material com uma lona plástica. Se possível, realize o controle de temperatura, evitando que a mesma ultrapasse 60ºC. Se a temperatura ultrapassar este limite, realize novamente a mistura do material para baixar a temperatura. Em 2 a 3 semanas, o composto estará pronto para ser utilizado. Aplique o composto diretamente no campo na dosagem de 1kg por m². BENEFÍCIOS DO EM 1 NO APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS Acelera o processo de fermentação dos resíduos orgânicos, apenas 2 a 3 semanas. Aumenta a disponibilidade dos nutrientes contidos nos resíduos orgânicos, principalmente Nitrogênio e Fósforo. Acelera a conversão da matéria orgânica em húmus, e enriquece o composto com microorganismos e substâncias benéficas. Reduz o custo de transporte dos resíduos para o campo, pois diminui o volume. O processo é inodoro e sem presença de insetos. Otimiza o espaço físico necessário para o manejo do esterco, e conseqüentemente diminui o uso de maquinarias e reduz os custos de infraestrutura para o aproveitamento dos resíduos. Ajuda a eliminar o mal cheiro das instalações, e consequentemente a eliminar a presença de moscas. Representa uma alternativa sumamente barata para o manejo do esterco e outros resíduos. 4

5 USO DO EM 1 NA ALIMENTAÇÃO LIMENTAÇÃO E NA ÁGUA FORNECIDA AO GADO. 1 na alimentação e na água fornecida ao gado visa incrementar a digestibilidade O uso do EM 1 e a assimilação de nutrientes, isso porque os microorganismos como Lactobacillus e Saccharomyces têm sido usados com muito sucesso como probióticos na alimen alimentação animal. Alem disso, ao fazer mais eficiente o processo digestivo e ruminal, o EM EM 1 ajuda a reduzir a produção de gases intestinais nocivos (metano), e consequentemente, os animais se alimentam mais e melhor. ORIENTAÇÕES E DOSAGEM NA ÁGUA FORNECIDA AOS ANIMAIS: 1 L de EM 1-Ativado por cada L de água. Diluir diretamente o EM EM-1-Ativado no tanque ou reservatório.. Forneça o EM EM-1 diariamente durante o ciclo produtivo. ES E DOSAGEM NA ALIMENTAÇÃO SUPLEMENTAR ORIENTAÇÕE 1 L de EM 1-Ativado em 100 litros de água limpa sem cloro. Pulverize a solução diariamente sobre a ração, silagem ou suplemento que será fornecido ao gado. ORIENTAÇÕES E DOSAGEM NO SAL MINERAL 1 L de EM 1-Ativado em 10 litros de água limpa sem cloro. Pulverize a solução sobre o sal mineral no cocho uma vez por semana. BENEFICIOS DO USO NA ÁGUA, NA ALIMENTAÇÃO E NO SAL Suprime o mau cheiro das instalações e do gado. Ajuda a diminuir a incidência de moscas, carrapatos e outros insetos indesejáveis. Ajuda a melhorar significativamente a saúde dos animais Ajuda a re reduzir os fatores de stress do animal, ajudando a reforçar o sistema imunológico contra doenças. Ajuda a melhorar a fecundidade do rebanho. Quando utilizado na alimentação, produz indiretamente esterco de alta qualidade. Ajuda a reduzir os requerimentos rregulares de medicinas, antibióticos e desinfetantes. Quando usado no suplemento como aditivo, ajuda a melhorar a digestibilidade e o aproveitamento dos minerais, e conseqüentemente, melhora a conversão alimentar e o ganho de peso dos animais. Ajuda a reduz reduzir a produção de gás metano intestinal, e conseqüentemente os animais se alimentam mais e melhor. Melhora microbiológicamente a qualidade da água, além de enriquecê enriquecê-la com substância benéficas (aminoácidos, vitaminas e enzimas), que ajudam a melhorar a digestibilidade gestibilidade e a assimilação de nutrientes. Os melhores resultados têm sido obtidos usando o EM EM 1 de maneira integral nas três formas descritas acima. Os microorganismos contidos no EM EM 1 são todos naturais e já existem no sistema digestivo do gado, porém em pequenas quantidades. Com o uso continuo do EM EM 1, as populações destes microorganismos benéficos aumentam, fazendo o sistema digestivo mais eficiente e suprimindo os microorganismos patógenos. 5

6 USO DO EM 5 NA SANITIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES E DO GADO, E PARA AJUDAR NO CONTROLE DA MOSCA DO CHIFRE E DE CARRAPATOS. O EM 1 pode ser usado para ajudar na sanitização das instalações e do rebanho. Entretanto, para usar o EM 5 como saneante, é preciso realizar uma diluição e uma ativação diferente à indicada para o produto. Para isso, realize os seguintes procedimentos: MATERIAIS: Água limpa e sem cloro ml Melaço de cana ml Vinagre de frutas ml Álcool a 40% ml EM ml MODO DE PREPARAR: Disponha de um recipiente plástico, que permita o fechamento hermético. Dissolva o melaço de cana na água. Agregue o vinagre, o álcool e o EM 1, e misture muito bem até formar uma solução homogenia. Passe a solução para o recipiente plástico e feche bem para evitar a entrada de ar. Mantenha o recipiente em local cálido a quente (25 a 40ºC) durante um período entre 4 a 7 dias para fermentação. Durante a fermentação, já a partir do 2º dia, há a produção de gás; e é preciso eliminar o excesso abrindo o recipiente apenas o suficiente para extrair o gás. Realize a extração do gás quando necessário. O produto está pronto para usar a partir do 4 ao 7º dia, quando o ph da solução estiver abaixo de 4,0, ou quando apresentar um cheiro agridoce agradável, lembrando um licor, e houver a mudança de cor de marrom-escuro para marrom-alaranjado. alaranjado. O produto deverá ser utilizado no máximo 35 dias após a ativação. NOTA: se o cheiro da solução lembrar putrefação e não for agridoce e agradável, ou o ph não estiver abaixo de 4,0, então houve contaminação e a solução deverá ser descartada. Armazene a solução sempre bem tampada, em local fresco, arejado e fora do alcance de 6

7 crianças e animais domésticos. ATENÇÃO: Para a ativação, não use embalagens que possam ser confundidas com bebidas. MODO DE USAR NAS INSTALAÇÕES: 1 L para 100 L de água limpa sem cloro. Pulverizar a solução em toda a instalação e ao redores uma vez por mês. MODO DE USAR NO GADO: Prepare uma solução com 2% do produto e 1% de óleo vegetal, ou seja, 400 ml do produto mais 200 ml de óleo vegetal em 19,4 L de água. Pulverize todo o gado a cada 15 dias até que os carrapatos e as moscas diminuam ou desapareçam. Se os animais voltarem a ficar infestados, volte a realizar as aplicações a cada 15 dias. Para a implantação do uso da Tecnologia EM em sua fazenda, por favor, consulte-nos para obter maiores informações e uma assistência técnica personalizada. Atenciosamente, Equipe Técnica Tel: +55 (71) /

8 EM 1 Faça o Eco de seus Negócios...e de sua Vida valer a pena! Use Microorganismos Eficazes em sua Fazenda. Ambiem Ltda. Est. Maracaiúbas, N 52, Cajazeiras de Abrantes Vila de Abrantes, Camaçarí-BA, (71)

Tecnologia EM no Meio Ambiente

Tecnologia EM no Meio Ambiente Tecnologia EM no Meio Ambiente Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do que bons vinhos e queijos, eles também podem ajudar a amenizar impactos ambientais. O EM 1 tem uma ampla gama de aplicações

Leia mais

Tecnologia EM na Vida Cotidiana. Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia.

Tecnologia EM na Vida Cotidiana. Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia. Tecnologia EM na Vida Cotidiana Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do que bons vinhos e queijos, s, eles também podem ajudar você no seu dia a dia. O EM 1 tem uma ampla gama de aplicações

Leia mais

Tecnologia EM no Tratamento de Águas e Efluentes

Tecnologia EM no Tratamento de Águas e Efluentes Tecnologia EM no Tratamento de Águas e Efluentes Os Microorganismos Benéficos podem fazer muito mais do que bons vinhos e queijos, eles também podem ajudar no tratamento de corpos de água e efluentes O

Leia mais

PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS

PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS 1 PROBOVI PROGRAMA DE NUTRIÇÃO PARA BOVINOS www.kerabrasil.com.br Fone:(54)2521-3124 Fax:(54)2521-3100 2 INTRODUÇÃO PROGRAMA KERA PARA BOVINOS DE LEITE E CORTE Com o acelerado melhoramento genético dos

Leia mais

Crescimento, Renovação Celular e Reprodução: da teoria à prática. Coimbra, 2012/2014. Sandra Gamboa Andreia Quaresma Fernando Delgado

Crescimento, Renovação Celular e Reprodução: da teoria à prática. Coimbra, 2012/2014. Sandra Gamboa Andreia Quaresma Fernando Delgado Crescimento, Renovação Celular e Reprodução: da teoria à prática Sandra Gamboa Andreia Quaresma Fernando Delgado Coimbra, 2012/2014 Escolher Ciência PEC282 ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE COIMBRA O que é um

Leia mais

AULA 10 : Produção de Compostos Orgânicos e Biofertilizantes

AULA 10 : Produção de Compostos Orgânicos e Biofertilizantes AULA 10 : Produção de Compostos Orgânicos e Biofertilizantes NESTA LIÇÃO SERÁ ESTUDADO O que é a compostagem Como produzir compostos orgânicose biofertilizantes com resíduos Preparo do Bokashi Como aplicar

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA 1 BOVINOS DE CORTE EM CONFINAMENTO MANEJO DE DEJETOS EM ESTERQUEIRA DIMENSIONAMENTO.

RESPOSTA TÉCNICA 1 BOVINOS DE CORTE EM CONFINAMENTO MANEJO DE DEJETOS EM ESTERQUEIRA DIMENSIONAMENTO. Núcleo de Pesquisa em Ambiência e Engenharia de Sistemas Agroindustriais AMBIAGRO Departamento de Engenharia Agrícola Universidade Federal de Viçosa ambiagro@ufv.br 031 3899 2729 031 3899 1865 RESPOSTA

Leia mais

Programa de Nutrição para. Bovinos

Programa de Nutrição para. Bovinos Programa de Nutrição para Bovinos Programa de Nutrição para Bovinos Programa de Nutrição para Bovinos Copyright 2012 Kera Nutrição Animal Propriedade literária reservada. Nenhuma parte desta publicação

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 8 Compostagem. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015.

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 8 Compostagem. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015. Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 8 Compostagem Professor: Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Março de 2015.

Leia mais

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE

Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Tecnologia de leites e derivados Prof. Andréa Matta Ristow PROCESSAMENTO DO IOGURTE Leites Fermentados Exemplos: iogurte, bebidas lácteas fermentadas, coalhada, kefir, entre outros. A fermentação pode

Leia mais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais

Nutrição completa para equinos. Linha Equinos. Rações Suplementos Minerais Nutrição completa para equinos Linha Equinos Rações Suplementos Minerais Confiança, Tecnologia, Qualidade e Resultado Estes são os ingredientes que fazem a diferença dos produtos Fanton. Há mais de 25

Leia mais

A Vida no Solo. A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local;

A Vida no Solo. A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local; A Vida no Solo A Vida no Solo A vegetação de um local é determinada pelo solo e o clima presentes naquele local; O solo é constituído por alguns componentes: os minerais, o húmus, o ar, a água e os seres

Leia mais

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA

FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA FICHA DE DADOS DE SEGURANÇA PROMI FERTIL Especial Hortícolas 18-8-6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Data de emissão: 13 / 03 / 08 Nome do produto: Promi-Fertil Especial Hortícolas 18-8-6 Uso do

Leia mais

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe)

Proteína: digestibilidade e sua importância na produção. Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Proteína: digestibilidade e sua importância na produção Fabrizio Oristanio (Biruleibe) Introdução Evolução das estimativas protéicas a partir da década de 80 Método fatorial Manutenção Produção Sistemas

Leia mais

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph

Composição do solo. 3 partes: Física: granulometria, porosidade, textura, dadas principalmente pelos. Químico: nutrientes disponíveis e ph JARDINAGEM O que é solo? O solo é a camada superficial da crosta terrestre, sendo formado basicamente por aglomerados minerais, matéria orgânica oriunda da decomposição de animais e plantas e organismos

Leia mais

Como formar seu Gramado

Como formar seu Gramado Como formar seu Gramado Nada menos que mil pés de grama convivem em cada metro quadrado de um gramado. E, ao contrário de uma horta ou canteiro, onde o solo pode ser revolvido, corrigido e enriquecido

Leia mais

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA

PRODUTOS ELABORADOS MADEIRA PLÁSTICA MADEIRA PLÁSTICA A Madeira Plástica é uma opção sustentável para quem se preocupa com a causa ambiental. O grande diferencial deste produto é que sua fabricação dá-se a partir da reciclagem de toneladas

Leia mais

A Importância do Fósforo na Dieta de Vacas de Leite

A Importância do Fósforo na Dieta de Vacas de Leite A Importância do Fósforo na Dieta de Vacas de Leite As pressões de mercado exigem uma eficiência cada vez maior no uso dos fatores de produção e no controle dos custos da atividade leiteira. A garantia

Leia mais

2) Aprendendo a fazer a compostagem. 4)Composteira: solução para em pequenos espaços.

2) Aprendendo a fazer a compostagem. 4)Composteira: solução para em pequenos espaços. Compostagem: a arte de transformar o lixo em adubo orgânico 2) Aprendendo a fazer a compostagem 4)Composteira: solução para em pequenos espaços. 3)Manutenção e cuidados com o composto Microorganismos:

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO COMPOSTOS E SUBSTRATOS

MANUAL DE UTILIZAÇÃO COMPOSTOS E SUBSTRATOS MANUAL DE UTILIZAÇÃO COMPOSTOS E SUBSTRATOS 12 anos Terraviva Indústria e Comércio de Insumos Orgânicos Ltda Estrada do Embu, 3.500-06713-100 - Cotia - SP - 4702 2137 DIRETORIA COMERCIAL Carlos Torres

Leia mais

NRR 5 - Produtos Químicos

NRR 5 - Produtos Químicos NRR 5 - Produtos Químicos 5.1. Esta Norma trata dos seguintes produtos químicos utilizados no trabalho rural: agrotóxicos e afins, fertilizantes e corretivos. 5.1.1. Entende-se por agrotóxicos as substâncias

Leia mais

Com este pequeno guia pode, finalmente, tirar partido do seu lixo... e sentir-se bem por isso!

Com este pequeno guia pode, finalmente, tirar partido do seu lixo... e sentir-se bem por isso! Com este pequeno guia pode, finalmente, tirar partido do seu lixo... e sentir-se bem por isso! Os restos de comida, as folhas do jardim ou as plantas secas do quintal ganham vida nova através de um processo

Leia mais

EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO

EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO EFEITO DA UTILIZAÇÃO DE PRÓBIÓTICOS EM DIETAS PARA BOVINOS NELORE TERMINADOS EM CONFINAMENTO INTRODUÇÃO Aditivos alimentares são utilizados em dietas para bovinos de corte em confinamento com o objetivo

Leia mais

Esclarecimento 1/2015

Esclarecimento 1/2015 Segurança Alimentar Produção primária de vegetais e operações conexas Esclarecimento 1/2015 Clarificam-se: o conceito de produção primária de vegetais e operações conexas, as medidas a adotar para o controlo

Leia mais

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde

Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde. Informações sobre Adubação orgânica e Adubação Verde 1 de 5 10/16/aaaa 10:13 Adubação Orgânica Adubação Orgânica e Adubação Verde Nome Adubação Orgânica e Adubação Verde Produto Informação Tecnológica Data Abril - 2000 Preço - Linha Adubação Orgânica Resenha

Leia mais

COMPOSTAGEM. Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos

COMPOSTAGEM. Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos COMPOSTAGEM Produção de adubo a partir de resíduos orgânicos Produzir adubo na propriedade rural é uma prática fácil porque a matéria prima a ser usada éobtida de resíduos orgânicos como o lixo doméstico

Leia mais

Produção, Uso e Vantagens de Silagens de Alta Qualidade

Produção, Uso e Vantagens de Silagens de Alta Qualidade Produção, Uso e Vantagens de Silagens de Alta Qualidade Luis Eduardo Zampar - Consultor Biomatrix A silagem de milho de alta qualidade tem sido muito utilizada por produtores de gado de corte e leite,

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

Dupla ação Além de limpador é um excelente renovador de brilho, em especial de ceras lustráveis.

Dupla ação Além de limpador é um excelente renovador de brilho, em especial de ceras lustráveis. Optimum Floral Detergente Limpa Pisos Eficiente e prático Possui em sua formulação detergentes e ceras que possibilitam realizar em uma só operação a limpeza e conservação de pisos / acabamentos. Versatilidade

Leia mais

2011 Evialis. Todos os direitos reservados uma marca

2011 Evialis. Todos os direitos reservados uma marca Comprometida com a busca constante por soluções e inovações tecnológicas em nutrição animal que melhorem produção e rentabilidade nas produções rurais, a Socil anuncia uma grande novidade. uma marca A

Leia mais

O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção

O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção Leite relatório de inteligência JANEIRO 2014 O uso de concentrado para vacas leiteiras Contribuindo para eficiência da produção Na busca da eficiência nos processos produtivos na atividade leiteira este

Leia mais

Processamento do Iogurte Gordo Sólido

Processamento do Iogurte Gordo Sólido Escola Superior Agrária De Coimbra Processamento Geral dos Alimentos Processamento do Iogurte Gordo Sólido Trabalho realizado por: Pedro Sá nº20603025 Ana Oliveira nº 20603030 Lénia Belas nº 20603031 Elisabete

Leia mais

Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol

Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol Subsídios técnicos para a agenda brasileira de bioetanol Oficina Sustentabilidade do Bioetanol 25 e 26 de fevereiro de 2010 Brasília Miguel Taube Netto UniSoma Luis Franco de Campos Pinto UniSoma Estudo

Leia mais

AGRICULTURA ORGÂNICA

AGRICULTURA ORGÂNICA Conceitos básicos Oficina do Grupo Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Pobreza Setembro 2009 O que é De modo geral, a agricultura orgânica é uma forma de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos,

Leia mais

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009

PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 PROJETO DE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº, DE DE DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição,

Leia mais

CUIDADO! PERIGOSO SE INGERIDO,

CUIDADO! PERIGOSO SE INGERIDO, JohnsonDiversey SAFE BIO C 520 Remediador para Estação de Tratamento de Efluentes em geral e com a Presença de Contaminantes Tóxicos. Indicado para indústrias em geral. Descrição: Benefícios: Este produto

Leia mais

Compostagem. Usina de compostagem. Horticultura orgânica utiliza-se dos produtos da compostagem

Compostagem. Usina de compostagem. Horticultura orgânica utiliza-se dos produtos da compostagem Compostagem A compostagem é o processo biológico de decomposição e de reciclagem da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal formando um composto. A compostagem propicia um destino

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR.

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. Roberta Daniela da Silva Santos Universidade Federal do Vale do São Francisco,

Leia mais

Entupimento em Bicos Queimadores O produto SAFE 405 mantém os bicos queimadores sempre limpos, evitando entupimentos indesejados.

Entupimento em Bicos Queimadores O produto SAFE 405 mantém os bicos queimadores sempre limpos, evitando entupimentos indesejados. JohnsonDiversey SAFE 405 Aditivo para óleos combustíveis. Anti-corrosivo Evita o processo corrosivo em tanques de armazenagem de óleo tipo BPF. Com a melhora da queima do combustível, reduz a quantidade

Leia mais

ADUBOS ORGÂNICOS (adubação verde, esterco, compostagem e vermicomposto)

ADUBOS ORGÂNICOS (adubação verde, esterco, compostagem e vermicomposto) ADUBOS ORGÂNICOS (adubação verde, esterco, compostagem e vermicomposto) Professor: Nailton Rodrigues de Castro Disciplina: Agroecologia nailtoncastro@agronomo.eng.br Adubação Orgânica O Os efeitos da adição

Leia mais

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00

Curso de Produção de Mudas Nativas. 9:30 a 11:00 Curso de Produção de Mudas Nativas 9:30 a 11:00 Solano Martins Aquino Diretor Presidente e fundador do Instituto Brasileiro de Florestas, biólogo, pesquisador e produtor de mudas florestais. Desenvolve

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 FISPQ NRº. 005 1/7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Bicarbonato de Sódio Nome Comercial : Estabilizador de ph Sinônimo: Bicarbonato Ácido de Sódio N CAS: 144-55-8 Nome da Empresa:

Leia mais

TROFOBIOSE DE FRANCIS CHABOUSSOU

TROFOBIOSE DE FRANCIS CHABOUSSOU A TEORIA DA TROFOBIOSE DE FRANCIS CHABOUSSOU NOVOS CAMINHOS PARA UMA AGRICULTURA SADIA TROFOBIOSE Trofo - quer dizer alimento Biose - quer dizer existência de vida Portanto, Trofobiose quer dizer: todo

Leia mais

MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO

MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO MANUAL DE HIGIENIZAÇÃO Como fazer a ordenha correta Para fazer a ordenha mecânica, você deve seguir os mesmos passos da ordenha manual. Siga as etapas abaixo indicadas: 1 Providencie um ambiente para a

Leia mais

AULA 9: Matéria Orgânica Importância e Fontes

AULA 9: Matéria Orgânica Importância e Fontes AULA 9: Matéria Orgânica Importância e Fontes NESTA LIÇÃO SERÁ ESTUDADO O valor da matéria orgânica no solo A qualidade da matéria orgânica Como aplicar a matéria orgânica no solo 1.A importância da matéria

Leia mais

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO

HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO HORTICULTURA EM MODO BIOLÓGICO A COMPOSTAGEM O composto é uma substância semelhante ao solo, resultante da decomposição de matérias orgânicas. A compostagem é uma maneira natural de reciclar as plantas,

Leia mais

Compostagem doméstica

Compostagem doméstica Compostagem doméstica Na Natureza tudo se transforma 1 2 3 Este guia vai ser-lhe útil! Com este pequeno guia pode, finalmente, tirar partido do seu lixo e sentir-se bem por isso! Os restos de comida, as

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO BIOGÁS A NÍVEL DE PROPRIEDADE

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO BIOGÁS A NÍVEL DE PROPRIEDADE VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO BIOGÁS A NÍVEL DE PROPRIEDADE Zemiro Massotti Eng. Agr., - Epagri - Concórdia, SC. APRESENTAÇÃO "Os dejetos da produção intensiva de suínos quando armazenados não adequadamente,

Leia mais

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha

o hectare Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também O que é o biodigestor? 1 ha o hectare Publicação do Ecocentro IPEC Ano 1, nº 3 Pirenópolis GO Nesta edição, você vai descobrir o que é um biodigestor, como ele funciona e também vai conhecer um pouco mais sobre a suinocultura. Na

Leia mais

Compostagem de Resíduos para Produção de Adubo Orgânico na Pequena Propriedade

Compostagem de Resíduos para Produção de Adubo Orgânico na Pequena Propriedade ISSN 1678-1945 Compostagem de Resíduos para Produção de Adubo Orgânico na Pequena Propriedade 59 Aracaju, SE Dezembro, 2009 Autores Maria Urbana Corrêa Nunes Pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros,

Leia mais

Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group

Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group Organica é uma marca registrada da Divisão de Energia do Keter Group Todo dia é Dia da Terra. 04 05 Sem energia não há vida... mas, o crescente uso da energia atual representa a maior ameaça à vida. Na

Leia mais

MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO

MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO AZ042 Bovinocultura de Leite Aula 09 MANEJO E ALIMENTAÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO Prof. Rodrigo de Almeida Ciclo de Produção - Curva de Lactação - Consumo de Matéria Seca - Escore de Condição Corporal - Desenvolvimento

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO Minerthal Pró-águas Suplementação protéica energética no período das águas

ARTIGO TÉCNICO Minerthal Pró-águas Suplementação protéica energética no período das águas ARTIGO TÉCNICO Minerthal Pró-águas Suplementação protéica energética no período das águas A bovinocultura de corte brasileira tem sua produção concentrada em sistemas de pastejo e, portanto, dependente

Leia mais

bovinos de corte A resposta para o X da sua questão está aqui.

bovinos de corte A resposta para o X da sua questão está aqui. bovinos de corte A resposta para o da sua questão está aqui. índice Linha Campo Linha PSAI Linha Branca Linha Araguaia Núcleos Rações Linha Phós Aditivos 6 11 12 16 17 21 24 26 2 A Premix está comprometida

Leia mais

Econômico no uso Supersol LG é composto com alto teor de tensoativos, que permite sua utilização em altas diluições para uma limpeza perfeita.

Econômico no uso Supersol LG é composto com alto teor de tensoativos, que permite sua utilização em altas diluições para uma limpeza perfeita. JohnsonDiversey Suma Supersol LG Detergente em pó para limpeza geral. Versátil A formulação balanceada permite que o detergente Supersol LG seja utilizado tanto para limpeza geral, quanto para lavagem

Leia mais

CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL.

CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. Data: Junho/2005 CUIDADO NA FORMULAÇÃO DE DIETAS VEGETAIS OU COM SUBPRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL. 1. Introdução Milho e farelo de soja são os principais ingredientes utilizados na formulação de rações para

Leia mais

3 segurança AlimentAr CHRistianne de VasConCelos affonso Jaqueline girnos sonati 19

3 segurança AlimentAr CHRistianne de VasConCelos affonso Jaqueline girnos sonati 19 3 Segurança Al i m e n ta r Christianne de Vasconcelos Affonso Jaqueline Girnos Sonati 19 Segurança Alimentar Atualmente temos muitas informações disponíveis sobre a importância da alimentação e suas conseqüências

Leia mais

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria

2101 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO INTERNO Argamassa para Revestimento Interno de alvenaria FICHA TÉCNICA DE PRODUTO 1. Descrição: A argamassa 2101 MATRIX Revestimento Interno, é uma argamassa indicada para o revestimento de paredes em áreas internas, possui tempo de manuseio de até 2 horas,

Leia mais

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas

2202 ARGAMASSA MATRIX REVESTIMENTO FACHADA Argamassa para uso em revestimento de áreas externas É composta por uma mistura homogênea de cimento Portland, cal hidratada e agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. O produto é oferecido na cor cinza. 3. Indicação: A argamassa

Leia mais

Comunicado Técnico 06

Comunicado Técnico 06 Comunicado Técnico 06 ISSN 2177-854X Agosto. 2010 Uberaba - MG Irrigação de Pastagens Instruções Técnicas Responsáveis: André Luis Teixeira Fernandes; E-mail: andre.fernandes@fazu.br Engenheiro Agrônomo;

Leia mais

ÍNDICE MITSUISAL A SUA NOVA OPÇÃO COM QUALIDADE

ÍNDICE MITSUISAL A SUA NOVA OPÇÃO COM QUALIDADE ÍNDICE Suplementos minerais pronto para uso Mitsuisal 40 - Bovinos de corte Mitsuisal 60 - Bovinos de corte Mitsuisal 65 - Bovinos de corte Mitsuisal 80 - Bovinos de corte Mitsuisal 88 - Bovinos de corte

Leia mais

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com

ENXOFRE. Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio. Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com ENXOFRE Engenheiro Agrônomo Rodrigo Ambrosio Mestrando em Ciência do Solo rodrigoambrosioufpr@gmail.com Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Orientador: Volnei Pauletti ENXOFRE Enxofre Macronutriente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO

A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO A IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO E DO MANEJO DE VACAS LEITEIRAS EM PRODUÇÃO 1 Ricardo Dias Signoretti A atual situação econômica da cadeia produtiva do leite exige que os produtores realizem todas as atividades

Leia mais

SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1

SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1 SUMÁRIO CUIDADOS DO JARDIM NO VERÃO 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 1 CUIDADOS DO JARDIM NA PRIMAVERA 1 Adubação: 1 Irrigação: 1 Poda: 2 Limpeza: 2 CUIDADOS DO JARDIM NO OUTONO 2 Limpeza: 2 Adubação:

Leia mais

O papel da Nutrição na Saúde dos Peixes. João Manoel Cordeiro Alves Gerente de Produtos Aquacultura Guabi Nutrição Animal

O papel da Nutrição na Saúde dos Peixes. João Manoel Cordeiro Alves Gerente de Produtos Aquacultura Guabi Nutrição Animal O papel da Nutrição na Saúde dos Peixes João Manoel Cordeiro Alves Gerente de Produtos Aquacultura Guabi Nutrição Animal Você éo que você come(u)! Esta éuma visão do passado Vamos prever o futuro? Você

Leia mais

Grill. Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada.

Grill. Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada. Grill Detergente desincrustante alcalino para remoção de gordura carbonizada. Alto poder de limpeza A composição de Suma Grill confere-lhe a propriedade de remover com eficiência sujidades provenientes

Leia mais

APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO COQUEIRO NA INDÚSTRIA E NA AGRICULTURA

APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO COQUEIRO NA INDÚSTRIA E NA AGRICULTURA APROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DO COQUEIRO NA INDÚSTRIA E NA AGRICULTURA Maria Urbana Corrêa Nunes Pesquisadora da Embrapa Tabuleiros Costeiros. Avenida Beira Mar, 3250, Caixa Postal 44, CEP: 49025-040, Aracaju/SE.

Leia mais

TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES

TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES TRATAMENTO QUÍMICO DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS COM SOLUÇÃO DE URÉIA NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES INTRODUÇÃO Onaldo Souza 1 Mariah Tenório de Carvalho Souza 2 Izabele Emiliano dos Santos 3 Cereal é a denominação

Leia mais

APLICAÇÃO DA PESQUISA OPERACIONAL AVALIAÇÃO DE FORMULAÇÕES DE RAÇÃO PARA BOVINOS EM CONFINAMENTO UTILIZANDO O SOFTWARE LINGO

APLICAÇÃO DA PESQUISA OPERACIONAL AVALIAÇÃO DE FORMULAÇÕES DE RAÇÃO PARA BOVINOS EM CONFINAMENTO UTILIZANDO O SOFTWARE LINGO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 8 APLICAÇÃO DA PESQUISA OPERACIONAL AVALIAÇÃO DE FORMULAÇÕES DE RAÇÃO PARA BOVINOS EM CONFINAMENTO UTILIZANDO O SOFTWARE

Leia mais

COMPOSTAGEM Esquema da compostagem O que influencia a compostagem? Microrganismos Aeração Umidade Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) Temperatura

COMPOSTAGEM Esquema da compostagem O que influencia a compostagem? Microrganismos Aeração Umidade Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) Temperatura COMPOSTAGEM COMPOSTAGEM O QUE VAMOS VER? Esquema da compostagem O que influencia a compostagem? Microrganismos Aeração Umidade Relação Carbono/Nitrogênio (C/N) Materiais Temperatura O QUE VAMOS VER? Vantagens

Leia mais

POTENSAL. O trabalho da POTENSAL é promover o crescimento e a satisfação dos produtores e criadores que utilizam nossos produtos.

POTENSAL. O trabalho da POTENSAL é promover o crescimento e a satisfação dos produtores e criadores que utilizam nossos produtos. POTENSAL Atuando em todo o território nacional, a POTENSAL NUTRIÇÃO E SAÚDE ANIMAL trabalha somente com matérias-primas nobres e mão-de-obra especializada. Atualmente, possui diversas linhas de produtos,

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG

PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG Realização: PROGRAMA DO CURSO Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG Parceria: Programa do curso Pós-Graduação em Nutrição de Bovinos Leiteiros Uberlândia, MG O curso oferece 18

Leia mais

Informações básicas para fazer compostagem 1.

Informações básicas para fazer compostagem 1. Educação Ambiental Desenvolvimento Sustentável. www.ecophysis.com.br Informações básicas para fazer compostagem 1. COMPOSTAR para reduzir a quantidade de resíduos orgânicos 2. REUSAR os resíduos compostados

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA IV - POUCO TÓXICO CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL IV - PRODUTO POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Ag-Bem 1012 VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO PARANÁ ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA, E CONSERVE-OS EM SEU PODER. É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS

Leia mais

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20

SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Produto: SULFATO DE ALUMÍNIO ISENTO S20 Última Revisão: 26/11/2014 Pág.: 1 de 6 01 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Principais usos recomendados para a substância ou mistura Nome

Leia mais

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014

RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS. Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 RAÇÕES PARA PEIXES: FATORES NUTRICIONAIS IMPORTANTES E IMPACTOS NOS RESULTADOS Silvia Pastore - M.Sc. V Aquishow Agosto/2014 Perguntas frequentes 1. As rações são todas iguais? 2. Como diferenciar as rações

Leia mais

Resistente à altas pressões hidrostáticas, tanto positivas quanto negativas; Não altera a potabilidade da água, sendo atóxico e inodoro;

Resistente à altas pressões hidrostáticas, tanto positivas quanto negativas; Não altera a potabilidade da água, sendo atóxico e inodoro; VIAPLUS BRANCO 1. Descrição Revestimento impermeabilizante, semiflexível, bicomponente (A+B), à base de cimentos especiais, aditivos minerais e polímeros de excelentes características impermeabilizantes.

Leia mais

Linha completa de suplementos minerais e proteinados da Guabi.

Linha completa de suplementos minerais e proteinados da Guabi. 0090_mar10 Linha completa de suplementos minerais e proteinados da Guabi. Campinas/SP - 19. 3729 4477 Sales Oliveira/SP - 16. 3852 0011 Pará de Minas/MG - 37. 3231 7300 Além Paraíba/MG - 32. 3466 5555

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 1/7 FISPQ NRº. 004 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome da Empresa: Hidroazul Indústria e Comércio Ltda Endereço: Rua João Dias Neto, 18 D Cataguases MG CEP: 36770-902. Telefone da Empresa: (32)

Leia mais

MILLE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE LTDA. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

MILLE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE LTDA. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MILLE PRODUTOS DE LIMPEZA E HIGIENE LTDA. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS Produto: Álcool Etílico Hidratado Industrial 1-IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial: Álcool

Leia mais

Diferimento de pastagens para animais desmamados

Diferimento de pastagens para animais desmamados Diferimento de pastagens para animais desmamados Marco Antonio Alvares Balsalobre Eng. Agrônomo doutor em Ciência Animal e Pastagens Diretor de Produto da Bellman Nutrição Animal LTDA Mirella Colombo Moscardini

Leia mais

PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE

PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE PROGRAMA ALIMENTO SEGURO VOLTADO PARA A CADEIA PRODUTIVA DO LEITE Nívea Maria Vicentini Pesquisadora Embrapa Gado de Leite 15 o Encontro Técnico do Leite Campo Grande, 15 de maio de 2012 O QUE É O PAS?

Leia mais

A Importância da Matéria Orgânica na Agricultura Biológica

A Importância da Matéria Orgânica na Agricultura Biológica A Importância da Matéria Orgânica na Agricultura Biológica Caso Prático CANTINHO DAS AROMÁTICAS LUÍS ALVES 13 Março 2009 Maior área do país cultivo de PAM Bio Ecocert (± 2,5 ha) Limonete/Lúcia-lima (Aloysia

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO COMPOSTAGEM ISSN 1517-8862. Nº 50, dez.2001, p.1-10

COMUNICADO TÉCNICO COMPOSTAGEM ISSN 1517-8862. Nº 50, dez.2001, p.1-10 ISSN 1517-8862 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agrobiologia Ministério da Agricultura, Peduária e Abastecimento Caixa Postal 74505 - CEP 23851-970 - Seropédica, RJ Fone (0xx21)2682-1500

Leia mais

PECUÁRIA DE CORTE BRASILEIRA: IMPACTOS AMBIENTAIS E EMISSÕES DE GASES EFEITO ESTUFA (GEE)

PECUÁRIA DE CORTE BRASILEIRA: IMPACTOS AMBIENTAIS E EMISSÕES DE GASES EFEITO ESTUFA (GEE) PECUÁRIA DE CORTE BRASILEIRA: IMPACTOS AMBIENTAIS E EMISSÕES DE GASES EFEITO ESTUFA (GEE) I EQUIPE DE TRABALHO Prof. Dr. Sergio De Zen Professor Doutor do Departamento de Economia, Administração e Sociologia

Leia mais

Como funciona seu produto. Refrigerador CRA30. 1 - Porta do Congelador 2 - Congelador 3

Como funciona seu produto. Refrigerador CRA30. 1 - Porta do Congelador 2 - Congelador 3 Como funciona seu produto Comece por aqui. Se você quer tirar o máximo proveito da tecnologia contida neste produto, leia o Guia Rápido por completo. Refrigerador CRA30 1 Características Gerais 1 1 - Porta

Leia mais

A PRÁTICA DA COMPOSTAGEM PARA A ADUBAÇÃO ORGÂNICA PELOS AGRICULTORES FAMILIARES DE SANTA ROSA/RS

A PRÁTICA DA COMPOSTAGEM PARA A ADUBAÇÃO ORGÂNICA PELOS AGRICULTORES FAMILIARES DE SANTA ROSA/RS A PRÁTICA DA COMPOSTAGEM PARA A ADUBAÇÃO ORGÂNICA PELOS AGRICULTORES FAMILIARES DE SANTA ROSA/RS Aline Guterres Ferreira 1 Sílvia Naiara de Souza Borba 2 José Geraldo Wizniewsky 3 Resumo O uso da compostagem

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE DOCUMENTO

OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS REVISÕES ULTRAPASSADAS DESTE DOCUMENTO Página 1 de 12 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REV DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 00 14/05/09 19/12/09 Emissão inicial Estruturação geral Emissão Aprovada N/A OBSERVAÇÃO: O USUÁRIO É RESPONSÁVEL PELA ELIMINAÇÃO DAS

Leia mais

COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É?

COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É? ECO-ESCOLA PROJETO: Na Natureza tudo se transforma COMPOSTAGEM DOMÉSTICA, O QUE É? É um processo de reciclagem de matéria orgânica (de cozinha, da horta, do jardim ) realizado através de microrganismos

Leia mais

Comida suficiente e nutritiva. 25 Introdução. Comida 25 - Introdução

Comida suficiente e nutritiva. 25 Introdução. Comida 25 - Introdução Comida 25 - Introdução 63 4 Comida suficiente e nutritiva 25 Introdução Existem vários sistemas simples e de baixo custo que podem melhorar a segurança alimentar e a nutrição. Estes incluem, por exemplo,

Leia mais

Reciclagem 40 - A Fossa Alterna. da fossa com terra. adicional da adição de terra e, especialmente. possa ser aproveitado. também a homogeneizar

Reciclagem 40 - A Fossa Alterna. da fossa com terra. adicional da adição de terra e, especialmente. possa ser aproveitado. também a homogeneizar Reciclagem 40 - A Fossa Alterna 105 40 A Fossa Alterna A fossa alterna é um sistema de instalação sanitária simples especificamente construído para produzir fertilizante valioso para jardins e terrenos.

Leia mais

FICHA TÉCNICA - MASSA LEVE -

FICHA TÉCNICA - MASSA LEVE - FICHA TÉCNICA - MASSA LEVE - Massa Leve é um aditivo capaz de produzir concreto poroso de baixa massa especifica aparente, com ótima estabilidade, isto é, com reduzida queda de volume na aplicação. Características

Leia mais

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS

IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO DESEMPENHO DAS AVES POEDEIRAS ALEXANDRE DA SILVA SECHINATO Médico veterinário Pesquisador Tortuga Cia Zootecnica Agrária INTRODUÇÃO Ovo é um excelente alimento Alimento completo

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008

SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008 SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008 19 ANOS DE FUNDAÇÃO MARÇO 1989 PODEMOS ESCOLHER O QUE SEMEAR, MAS SOMOS OBRIGADOS A COLHER

Leia mais

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL

FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL FABRICAÇÃO DE PRODUTOS LÁCTEOS PROCESSAMENTO ARTESANAL 1 - QUALIDADE DA MATÉRIA-PRIMA O leite destinado à fabricação de produtos lácteos deve ser de boa qualidade. Essa qualidade está diretamente relacionada

Leia mais

Multi Star Adulto 15kg e 5kg

Multi Star Adulto 15kg e 5kg Multi Star Adulto 15kg e 5kg Proteína Bruta Extrato Etéreo (Mín.) 21% (Mín.) 8% Matéria Mineral Matéria Fibrosa (Máx.) 8% (Máx.) 4% Cálcio (Máx.) 1,8% Fósforo (Mín.) 0,8% Carne de Frango e Arroz Extrato

Leia mais

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO

MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO MÉTODOS DE CORREÇÃO DO SOLO O laudo (Figura 1) indica os valores determinados no laboratório para cada camada do perfil do solo, servindo de parâmetros para direcionamento de métodos corretivos. Figura

Leia mais

Cana-de-Açúcar + Ureia. Volumoso de baixo custo para o rebanho na seca

Cana-de-Açúcar + Ureia. Volumoso de baixo custo para o rebanho na seca Cana-de-Açúcar + Ureia Volumoso de baixo custo para o rebanho na seca Esta tecnologia é indicada para sistemas de produção intensivos e extensivos de gado de leite ou gado de corte no período da seca,

Leia mais