Hiperprolactinemias. Manoel Martins

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Hiperprolactinemias. Manoel Martins"

Transcrição

1 Hiperprolactinemias Armadilhas no Diagnóstico Manoel Martins

2 Caso clínico Mulher de 40 anos procura o Serviço de Diabetes e Endocrinologia do HUWC por amenorréia há 15 anos. Refere que se queixava ao ginecologista do seu posto de saúde sobre a amenorréia no início do diagnóstico, pois desejava engravidar (recém-casada). Paciente refere que ginecologista disse que não havia problema em não menstruar e pra quê você quer ter filhos? Ao exame físico em 2009, no SED: galactorréia presente.

3 Hiperprolactinemia Médico

4 Agenda Fisiologia Causas de hiperprolactinemia Quadro Clínico Diagnóstico Tratamento Armadilhas

5 Agenda Fisiologia Causas de hiperprolactinemia Quadro Clínico Diagnóstico Tratamento Armadilhas

6 Williams Textbook of Endocrinology 2008

7 Causas de hiperprolactinemia Fisiológicas Gravidez, estímulo mamário, exercício, stress, sono Farmacológicas Patológicas Prolactinomas ou lesões de haste hipofisária Hipotireoidismo Insuficiência renal/hepática/adrenal Lesões torácicas/neurológicas Pseudociese Idiopático

8 Quadro clínico Mulheres: amenorréia e galactorréia Homens: diminuição da libido Em ambos: sintomas de compressão tumoral (+ em homens)

9 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

10 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

11 Indicações e pseudo-indicações da dosagem de prolactina Alterações menstruais Infertilidade Galactorréia Disfunção erétil Diminuição da libido Check-up (???)

12 Caso clínico Mulher de 25 anos Assintomática Referida por Prolactina = 50 ng/ml em exame de rotina Usou cabergolina durante 6 meses com diminuição da PRL PRL voltou a subir após suspensão da medicação Como proceder?

13 Formas de prolactina Prolactina monomérica (23 kd) Big prolactin(45 kd): dímero 80-90% Big big prolactin/macroprolactina( kd): PRL + IgG Alto peso molecular Bioindisponibilidade Diminuição do clearence Detecção nos ensaios laboratoriais!

14 Macroprolactinaé comum? n % Bjoro Vieira et al Olukoga Leslie Gibney Vilar Bjoroetal.Scand J ClinLabInvest. 55: Vieira et al. Clin Chem. 44: Olukoga et al. Clin Endocrinol. 51: Leslie et al. J Clin Endocrinol Metab 86: , 2001 Gibney et al. J Clin Endocrinol Metab 2005;90: Vilar etal. ArqBrasEndocrinolMetab51:

15 Investigando macroprolactina nesse caso PRL 50 ng/ml Precipitação com PEG PRL 10 ng/ml (<30-40%) (sobrenadante) Macroprolactina presente

16 Opções para o caso Opção 1: Tratamento crônico desnecessário com cabergolina Opção 2: RM eventualmente mostrando incidentaloma Opção 3: Pesquisa de macroprolactinae tranquilizaçãodo Opção 3: Pesquisa de macroprolactinae tranquilizaçãodo paciente

17 Opções para o caso Opção 1: Tratamento crônico desnecessário com cabergolina Opção 2: RM eventualmente mostrando incidentaloma Opção 3: Pesquisa de macroprolactinae tranquilizaçãodo Opção 3: Pesquisa de macroprolactinae tranquilizaçãodo paciente

18 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

19 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

20 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

21 Caso clínico Menina de 10 anos de idade Adinamia, anemia, queda de cabelo Impúbere Altura < P5, Peso P10 Idade óssea 4 anos e 2 meses Prolactina (inicial) = 317 ng/ml (vr < 25) Prolactina (repetida) = 54 ng/ml Alves C, Alves AC. Childs Nerv Syst Dec;24(12):

22 Ressonância Magnética de Sela Turcica Alves C, Alves AC. Childs Nerv Syst Dec;24(12):

23 Caminhos possíveis Opção 1: Diagnóstico: prolactinoma(ou não secretor) Tratamento com agonistas dopaminérgicos (ou pior, cirurgia!) Tratamento medicamentoso: resposta parcial, falha em entrar na puberdade Tratamento cirúrgico: hipopituitarismo, neurológicos Opção 2: Checar função tireoideana!

24 Caminhos possíveis Opção 1: Diagnóstico: prolactinoma(ou não secretor) Tratamento com agonistas dopaminérgicos (ou pior, cirurgia!) Tratamento medicamentoso: resposta parcial, falha em entrar na puberdade Tratamento cirúrgico: hipopituitarismo, neurológicos Opção 2: Checar função tireoideana!

25 Função tireoideana checada! TSH: 135 UI/mL ( ) e T4 livre: 0.22 ng/dl( ) Iniciada reposição com levotiroxina

26 RM 8 meses após Alves C, Alves AC. Childs Nerv Syst Dec;24(12):

27 Diagnóstico História Exame Físico Dosagem de prolactina Função tireoideana Imagem

28 Anatomia da região selar/suprasselar Williams. Textbook of Endocrinology 2008

29 RM da região selar/suprasselar Williams Textbook of Endocrinology 2008

30 RM em T1 com gadolínio: Microadenoma Bonneville et al., MRI of the Pituitary 2009

31 Tratamento: Objetivos Restabelecer o eugonadismo Eliminar sintomas neurológicos

32 Tratamento Prolactinomas Agonistas dopaminérgicos Cirurgia transesfenoidal Radioterapia

33 Tratamento Agonistas dopaminérgicos Elevada taxa de eugonadismo Não induz hipopituitarismo Não invasivo Tratamento vitalício (?)

34 Efeito do tratamento com Cabergolina Rodrigues, Lengyel 2008

35 Tratamento Cirurgia transesfenoidal Elevada taxa de cura em microadenomas Cura improvável ou impossível em muitos macroadenomas Induz hipopituitarismo Invasivo Tratamento definitivo (potencialmente)

36 Caso clínico Homem de 47 anos, investigado por diminuição da memória Ganho de 18 kg, fadiga, sonolência, visão borrada ocasional Negava sintomas neurológicos/hipogonadismo Exame físico/neurológico normal (campo visual normal) PRL = 103 ng/ml Hipotiroidismo e hipogonadismo centrais Fleseriu et al. Journal of Neuro-Oncology (2006) 79: 41 43

37 Macroadenoma não secretor, hiperprl por compressão de haste? Fleseriu et al. Journal of Neuro-Oncology (2006) 79: 41 43

38 Fundamento dos ensaios PRL imunométricos C C C C Mensuração PRL = 200 ng/ml C C Anticorpo anti-prl com marcador Características do kit = 100 ng/ml Anticorpo fixo anti-prl Máximo = 400 ng/ml

39 Situação de excesso de Prolactina C C C Mensuração PRL = 100 ng/ml: Efeito gancho!!! C C C C [PRL] real = 700 ng/ml

40 Evitando o efeito gancho: método em dois passos C C C C Mensuração PRL > 400 ng/ml C C C C

41 Opções para o caso Opção 1: Diagnóstico de adenoma não secretor: tratamento cirúrgico (cura impossível, melhora muito improvável, complicações da cirurgia: hipopituitarismo e neurológicas) Opção 2: Investigação: tumor gigante com PRL pouco elevada, efeito gancho? Diluição Ensaio em dois passos

42 Opções para o caso Opção 1: Diagnóstico de adenoma não secretor: tratamento cirúrgico (cura impossível, melhora muito improvável, complicações da cirurgia: hipopituitarismo e neurológicas) Opção 2: Investigação: tumor gigante com PRL pouco elevada, efeito gancho? Diluição Ensaio em dois passos

43 RM pós operatória Fleseriu et al. Journal of Neuro-Oncology (2006) 79: 41 43

44 Avaliação clínica pós operatória Diplopiadevidoa paralisiasdo 3o, 4o e 6o nervoscranianosa direita. Imunohistoquímica fortemente positiva para Prolactina PRL = ng/ml Fleseriu et al. Journal of Neuro-Oncology (2006) 79: 41 43

45 RM pós 9 meses de cabergolina Melhora parcial do 3º nervo, mantida a diplopia pela lesão do 4º e 6º nervos. Fleseriu et al. Journal of Neuro-Oncology (2006) 79: 41 43

46 Tratamento Radioterapia Início tardio de ação Elevada taxa de hipopituitarismo Pode induzir tumores secundários ou distúrbios cerebrais Pouco usada hoje em dia

47 Tratamento Prolactinomas na gravidez Geralmente interrompido Se necessário continuar, prefere-se usar a bromocriptina Não dosar prolactina Acompanhar com campo visual

48 Tratamento da HiperPRLpor medicações

49 Caso clínico Paciente feminina, 16 anos Em tratamento para distúrbio bipolar com risperidona6 mg/dia Episódio agudo de visão borrada, náuseas, vômitos, tremor e ataxia Prolactina = 135 ng/ml Função tireoideana normal Koves et al. Acta Paediatr Nov;93(11):1543-7

50 Koves et al. Acta Paediatr Nov;93(11):1543-7

51 Causas farmacológicas de hiperprolactinemia Antipsicóticos(neurolépticos) Antidepressivos Opiáceos e cocaína Antihipertensivos(verapamil, metildopa, reserpina) Gastrointestinais (metoclopramida, domperidona, antih2) Inibidores de protease Estrógenos Molitch M. Pituitary(2008) 11:

52 Causas farmacológicas de hiperprolactinemia Antipsicóticos(neurolépticos) Antidepressivos Opiáceos e cocaína Antihipertensivos(verapamil, metildopa, reserpina) Gastrointestinais (metoclopramida, domperidona, antih2) Inibidores de protease Estrógenos Molitch M. Pituitary(2008) 11:

53 Antipsicóticos na PRL Antidepressivos na PRL Antidepressivos na PRL Típicos Tricíclicos Outros Fenotiazinas +++ Amitriptilina + Nefazodona 0 Butirofenonas +++ Desipramina + Bupropiona 0 Tioxantenas +++ Clomipramina +++ Venlaflaxina 0 Atípicos Nortriptilina - Trazodona 0 Risperidona +++ Imipramina CR Molindona ++ Maprotilina CR Efeito (% dos pctes) Clozapina 0 Amoxapina CR 0 s/ efeito Quetiapina + IMAO ± mínimo Ziprasidona 0 Pargilina, Clorgilina pequeno Aripiprazol 0 Tranilcipromina ± % Olanzapina + SSRIs +++ >50% Fluoxetina CR CR relato Paroxetina, Citalopram ± Fluvoxamina ± Molitch M. Pituitary(2008) 11:

54 Avaliação do efeito da risperidonana PRL Uso de risperidona por 12 semanas n = 27 pacientes com psicose aguda Sintomas de hiperprl(alteração menstrual, galactorréia, disfunção erétil) em 9 pacientes (7 mulheres) = 33%. Valor máximo de PRL = 320 ng/ml B.-H. Lee, Y.-K. Kim. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 30 (2006)

55 Níveis de PRL durante uso de risperidona B.-H. Lee, Y.-K. Kim. Prog Neuropsychopharmacol Biol Psychiatry. 30 (2006)

56 HiperPRLpor medicações: o que fazer para confimar? Principalmente se PRL > 150 ng/ml e/ou sintomas Diagnóstico Checar PRL e sintomas pré e pós tratamento (nem sempre possível) Discutir suspensão da medicação (3-4 dias) e dosar nova PRL Discutir troca da medicação se sintomas Tratamento Reposição hormonal, bisfosfonato Em último caso: agonista dopaminérgico (risco de piora da psicose!) Molitch M. Pituitary(2008) 11:

57 Opções para o caso clínico Diagnóstico de prolactinoma ou adenoma não funcionante Agonista dopaminérgico Cirurgia Investigação: efeito da risperidona?

58 Opções para o caso clínico Diagnóstico de prolactinoma ou adenoma não funcionante Agonista dopaminérgico Cirurgia Investigação: efeito da risperidona?

59 Desfecho do caso Três dias após a retirada da risperidona PRL = 76 ng/ml Uma semana após a retirada PRL = 30 ng/ml Koves et al. Acta Paediatr Nov;93(11):1543-7

60 Conclusões É necessário lembrar das possibilidades diagnósticas em pacientes em hiperprolactinemia Macroprolactina é comum e deve ser pesquisada em assintomáticos Tumor muito volumoso e modesto da PRL: Efeito gancho? Hipotireoidismo é comum e deve ser pesquisado de rotina Drogas são causas comuns de PRL O diagnóstico adequado permite o tratamento correto e evita intervenções desnecessárias ou prejudiciais!

61 Obrigado! Manoel Martins Universidade Federal do Ceará

Tratamento da Hiperprolactinemia

Tratamento da Hiperprolactinemia 46º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal Tratamento da Hiperprolactinemia Quando, Como e até Quando? Érica Correia Garcia Érica Correia Garcia Eixo Hipotálamo Hipófise PRL Introdução

Leia mais

Revisitando Hiperprolactinemias. Julia Appel

Revisitando Hiperprolactinemias. Julia Appel Revisitando Hiperprolactinemias Julia Appel Contextualizando Paciente feminina, 29 anos, com queixa de infertilidade, galactorréia e amenorréia. Prolactina: 188ng/ml RNM: microadenoma 7 mm a direita Contextualizando

Leia mais

Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia. Julia Appel - Endocrinologista

Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia. Julia Appel - Endocrinologista Armadilhas no diagnóstico da Hiperprolactinemia Julia Appel - Endocrinologista Introdução A hiperprolactinemia é a alteração endócrina mais comum do eixo hipotálamo-hipofisário. Indicações dosagem: Alterações

Leia mais

Hormônios hipotalâmicos e hipofisários. (somatostatin)

Hormônios hipotalâmicos e hipofisários. (somatostatin) Anatomia Localiza-se na base do crânio sela túrcica Hipófise anterior: derivada da bolsa de Rathke Hipófise posterior: origem neural, formada por axônios e terminções nervosas dos neurônios hipotalâmicos

Leia mais

Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea

Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea Hiperprolactinemia: Visão Contemporânea Luíz Antônio de Araújo Diretor do Dpto de Neuroendocrinologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia SBEM

Leia mais

A depressão é uma doença que afeta: o bem estar físico provocando cansaço, alterações no sono e mudanças de apetite. o bem estar mental provocando

A depressão é uma doença que afeta: o bem estar físico provocando cansaço, alterações no sono e mudanças de apetite. o bem estar mental provocando Antidepressivos A depressão é uma doença que afeta: o bem estar físico provocando cansaço, alterações no sono e mudanças de apetite. o bem estar mental provocando alterações de ânimo, no pensamento e no

Leia mais

Alexandre de Araújo Pereira Psiquiatra, Msc, Doutorando em Medicina pela UFMG Professor do Curso de Medicina UNIFENAS - BH

Alexandre de Araújo Pereira Psiquiatra, Msc, Doutorando em Medicina pela UFMG Professor do Curso de Medicina UNIFENAS - BH Alexandre de Araújo Pereira Psiquiatra, Msc, Doutorando em Medicina pela UFMG Professor do Curso de Medicina UNIFENAS - BH PREMISSA: Circuitos cerebrais disfuncionais podem mediar sintomas psiquiátricos

Leia mais

Antipsicóticos 27/05/2017. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais

Antipsicóticos 27/05/2017. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais Psicofarmacologia Antipsicóticos Psicose Variedade de transtornos mentais Delírios (crenças falsas) Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Vários tipos de alucinações Esquizofrenia:

Leia mais

DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA. Laura Sousa Castro Peixoto

DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA. Laura Sousa Castro Peixoto DOR PROTOCOLO DO TRATAMENTO CLÍNICO PARA O NEUROLOGISTA Laura Sousa Castro Peixoto DOR Dor é uma sensação ou experiência emocional desagradável, associada com dano tecidual real ou potencial. IASP Tratamento

Leia mais

Imagem da Semana: Ressonância magnética (RM) Imagem 01. Ressonância Nuclear Magnética (RM) de crânio, corte axial, ponderada em T1, sem contraste.

Imagem da Semana: Ressonância magnética (RM) Imagem 01. Ressonância Nuclear Magnética (RM) de crânio, corte axial, ponderada em T1, sem contraste. Imagem da Semana: Ressonância magnética (RM) Imagem 01. Ressonância Nuclear Magnética (RM) de crânio, corte axial, ponderada em T1, sem contraste. Imagem 02: Detalhe de Ressonância Nuclear Magnética (RM)

Leia mais

Acromegalia possibilidades terapêuticas: quando não operar?

Acromegalia possibilidades terapêuticas: quando não operar? Acromegalia possibilidades terapêuticas: quando não operar? Fulvio Clemo Santos Thomazelli Prof. Endocrinologia do Curso de Medicina da Universidade Regional de Blumenau De acordo com as normas do Conselho

Leia mais

INFERTILIDADE ENDÓCRINA

INFERTILIDADE ENDÓCRINA INFERTILIDADE ENDÓCRINA JOANA SIMÕES PEREIRA SERVIÇO DE ENDOCRINOLOGIA, IPOLFG 27.JAN.2017 DEFINIÇÃO DE INFERTILIDADE E INDICAÇÕES PARA ESTUDO Infertilidade envolve o casal e não apenas um dos parceiros.

Leia mais

Amenorréia. Amenorréia Secundária: Ausência de menstruação por três ciclos menstruais normais ou por seis meses (em mulher que já menstruou)

Amenorréia. Amenorréia Secundária: Ausência de menstruação por três ciclos menstruais normais ou por seis meses (em mulher que já menstruou) Amenorréia Amenorréia Definição: Amenorréia Primária: Ausência de menstruação aos 14 anos de idade sem características sexuais visíveis, ou aos 16 anos de idade na presença de características secundárias

Leia mais

REVISITANDO A SÍNDROME DE NELSON. Sthefanie Giovanna Pallone Orientador: Dr. Cesar Luiz Boguszewski

REVISITANDO A SÍNDROME DE NELSON. Sthefanie Giovanna Pallone Orientador: Dr. Cesar Luiz Boguszewski REVISITANDO A SÍNDROME DE NELSON Sthefanie Giovanna Pallone Orientador: Dr. Cesar Luiz Boguszewski Junho 2015 Introdução Tratamento da Doença de Cushing Cirurgia Transesfenoidal (remissão 70%-90%) Radioterapia

Leia mais

Fármacos antidepressivos. Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia

Fármacos antidepressivos. Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia Jequié 2015 Introdução Depressão é um dos transtornos psiquiátricos mais comuns Classificação Depressão

Leia mais

Tratamento de macroprolactinoma com cabergolina em adolescente

Tratamento de macroprolactinoma com cabergolina em adolescente Relato de Caso Tratamento de macroprolactinoma com cabergolina em adolescente An adolescent patient with prolactinoma treated with cabergoline Leila Warszawski 1, Daniela Barbosa L. Coelho 2, Andrea Cristina

Leia mais

Vitória Chaves de Souza Dantas de Barros; Valderi Luiz Pereira Neto; Roberta Duarte Pinheiro;Carla Novaes Carvalho

Vitória Chaves de Souza Dantas de Barros; Valderi Luiz Pereira Neto; Roberta Duarte Pinheiro;Carla Novaes Carvalho MANEJO DE PACIENTE PORTADORA DE TRANSTORNO DE HUMOR BIPOLAR E HIPERPROLACTINEMIA: COMO MEDICAR QUANDO O USO DE ANTIPSICÓTICO ATÍPICO É LIMITADO DEVIDO A COMORBIDADE DE MICROADENOMA HIPOFISÁRIO Vitória

Leia mais

Antipsicóticos 02/02/2016. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais

Antipsicóticos 02/02/2016. Tratamento farmacológico. Redução da internação. Convivio na sociedade. Variedade de transtornos mentais Psicofarmacologia Psicose Variedade de transtornos mentais Delírios (crenças falsas) Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Vários tipos de alucinações Esquizofrenia: tipo de psicose

Leia mais

Avaliação Funcional da Hipófise

Avaliação Funcional da Hipófise Avaliação Funcional da Hipófise Dr. Luiz Antônio de Araújo Endoville, Joinville (SC) Dr. Cesar Luiz Boguszewski SEMPR, HC-UFPR, Curitiba (PR) Avaliação Funcional da Hipófise Dr. Cesar Luiz Boguszewski

Leia mais

Tumores da hipófise. Avaliação clínica

Tumores da hipófise. Avaliação clínica Tumores da hipófise Avaliação clínica Tumores da hipófise 10-25% de casos não seleccionados de autópsias RMN 10% de indivíduos normais Tumores da hipófise Incidência: 2/100000 Prevalência: 20/100000

Leia mais

CINTILOGRAFIA COM I-MIBG 123

CINTILOGRAFIA COM I-MIBG 123 CINTILOGRAFIA COM I-MIBG 123 PREPARO Não é necessário Jejum. Informar o nome dos medicamentos de uso contínuo para avaliar a necessidade de suspensão ou substituição. Fazer o uso de xarope de Iodeto de

Leia mais

PROLACTINA E O LABORATÓRIO

PROLACTINA E O LABORATÓRIO Artigo de Revisão Acta Med Port 2011; 24(S4): 1029-1034 PROLACTINA E O LABORATÓRIO Andreia VELOZA, Susana PRAZERES R E S U M O Aproximadamente 95% da prolactinémia no adulto é constituída por prolactina

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DAS DISCIPLINAS DE SISTEMA ENDÓCRINO, ANATOMIA PATOLÓGICA II e FARMACOLOGIA III 4º Ano Grupo A 2º Rodízio Bloco I 2012

PROGRAMAÇÃO DAS DISCIPLINAS DE SISTEMA ENDÓCRINO, ANATOMIA PATOLÓGICA II e FARMACOLOGIA III 4º Ano Grupo A 2º Rodízio Bloco I 2012 PROGRAMAÇÃO DAS DISCIPLINAS DE SISTEMA ENDÓCRINO, ANATOMIA PATOLÓGICA II e FARMACOLOGIA III 4º Ano Grupo A 2º Rodízio Bloco I 2012 Departamento de Clínica Médica da FCMSCSP Departamento de Ciências Patológicas

Leia mais

Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI

Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI Sumário ANEXO I COMUNICADO HERMES PARDINI Conteúdo PARVOVÍRUS B19 IgG e IgM, ANTICORPOS ANTI ALTERAÇÃO NA DESCRIÇÃO DO VALOR DE REFERÊNCIA... 2 CATECOLAMINAS FRAÇÕES ALTERAÇÕES NO EXAME... 3 ÍNDICE DE

Leia mais

HIPERPROLACTINEMIA E DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS

HIPERPROLACTINEMIA E DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS Arq Neuropsiquiatr 2000;58(3-A): 671-676 HIPERPROLACTINEMIA E DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS MIRIAM C. OLIVEIRA*, CRISTINA BARDOU PIZARRO**, LENARA GOLBERT**, CRISTINA MICHELETTO*** RESUMO - Sintomas psicológicos,

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013

RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013 RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013 SOLICITANTE Juíza de Direito: Dr(a). Juizado Especial 0512 Pirapora NÚMERO DO PROCESSO nº0512.13 003595-3 DATA 17/05/2013 1- O medicamento solicitados Venlafaxina (Venlift),é

Leia mais

Bromocriptina mesilato

Bromocriptina mesilato Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: C 32 H 40 BrN 5 O 5.CH 4 O 3 S Peso molecular: 750.72 DCB/ DCI: 01466 - mesilato de bromocriptina / 3365 CAS: 22260-51-1 INCI: não aplicável Sinonímia:

Leia mais

MULHER DE 32 ANOS, COM QUEIXA de infertilidade. Apresentava ciclos

MULHER DE 32 ANOS, COM QUEIXA de infertilidade. Apresentava ciclos caso especial Macroprolactina e Incidentaloma Hipofisário Andrea Glezer Catarina Brasil d Alva Marcello Delano Bronstein José Gilberto H. Vieira RESUMO O objetivo dessa apresentação é discutir as dificuldades

Leia mais

Patologias psiquiátricas mais prevalentes na atenção básica: Alguns sintomas físicos ocorrem sem nenhuma causa física e nesses casos,

Patologias psiquiátricas mais prevalentes na atenção básica: Alguns sintomas físicos ocorrem sem nenhuma causa física e nesses casos, Diretrizes Gerais de Abordagem das Somatizações, Síndromes ansiosas e depressivas Alexandre de Araújo Pereira Patologias psiquiátricas mais prevalentes na atenção básica: Somatizações Transtornos Depressivos

Leia mais

AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA SECREÇÃO DE HGH

AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA SECREÇÃO DE HGH AVALIAÇÃO LABORATORIAL DA SECREÇÃO DE HGH Dra. Ana Ma. Soares Menezes Endocrinologista pela Soc. Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Doutorado em Medicina Interna pela Universidade Federal de S.

Leia mais

TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA ANOREXIA NERVOSA E DA BULIMIA NERVOSA

TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA ANOREXIA NERVOSA E DA BULIMIA NERVOSA TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA ANOREXIA NERVOSA E DA BULIMIA NERVOSA Marcelo Papelbaum Médico pesquisador GOTA IEDE Doutor em psiquiatria pelo IPUB/UFRJ marcelo@papelbaum.com O MEDICAMENTO IDEAL EFICAZ BEM

Leia mais

Relato de Caso. Macroprolactinoma Resistant to Dopamine Agonists: a Case Report RESUMO

Relato de Caso. Macroprolactinoma Resistant to Dopamine Agonists: a Case Report RESUMO RBGO 26 (8): 663-667, 2004 Resistente aos Agonistas Dopaminérgicos: Resistant to Dopamine Agonists: a Case Report Rosana Maria dos Reis 1, Camila Toffoli Ribeiro 1, Marcos Felipe de Silva Sá 1, Hélio Humberto

Leia mais

Controle hormonal dos adenomas hipofisários pela cirurgia transesfenoidal: evolução dos resultados nos primeiros cinco anos de experiência

Controle hormonal dos adenomas hipofisários pela cirurgia transesfenoidal: evolução dos resultados nos primeiros cinco anos de experiência Universidade de São Paulo Biblioteca Digital da Produção Intelectual - BDPI Departamento de Cirurgia e Anatomia - FMRP/RCA Artigos e Materiais de Revistas Científicas - FMRP/RCA 2011 Controle hormonal

Leia mais

Farmacologia dos transtornos de ansiedade. Profa. Dra. Thais Porto Ribeiro Pós-doutorado na Université de Strasbourg - FRANÇA

Farmacologia dos transtornos de ansiedade. Profa. Dra. Thais Porto Ribeiro Pós-doutorado na Université de Strasbourg - FRANÇA Farmacologia dos transtornos de ansiedade Profa. Dra. Thais Porto Ribeiro Pós-doutorado na Université de Strasbourg - FRANÇA Grego: ANSHEIN que significa OPRIMIR/ SUFOCAR O que é ansiedade? Angústia: Desejo,

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o utilizador

FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o utilizador FOLHETO INFORMATIVO: Informação para o utilizador Bromocriptina Generis 2,5 mg Comprimidos Bromocriptina Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento pois contém informação

Leia mais

revisão Incidentalomas Hipofisários Lucio Vilar Monalisa F. Azevedo Gilka Barisic Luciana A. Naves RESUMO

revisão Incidentalomas Hipofisários Lucio Vilar Monalisa F. Azevedo Gilka Barisic Luciana A. Naves RESUMO revisão RESUMO Lesões hipofisárias clinicamente inaparentes são demonstradas através da ressonância magnética em aproximadamente 10% da população geral adulta, caracterizando os chamados incidentalomas

Leia mais

Distúrbios menstruais na adolescência

Distúrbios menstruais na adolescência Distúrbios menstruais na adolescência Cláudia Braga Monteiro Abadesso Cardoso Maria Alice Neves Bordallo Irregularidades menstruais - definição e classificação. Anovulação crônica. Amenorréia primária

Leia mais

Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2017 PADRÃO DE RESPOSTAS PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA Situação-Problema 1 A) Síndrome de Cushing exógena (iatrogêncica) secundária ao uso de corticoides.

Leia mais

TERCEIRO TERMO DE RETIFICAÇÃO DO EDITAL 01/2014 CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE IBIRITÉ MG

TERCEIRO TERMO DE RETIFICAÇÃO DO EDITAL 01/2014 CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE IBIRITÉ MG TERCEIRO TERMO DE RETIFICAÇÃO DO EDITAL 01/2014 CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE IBIRITÉ MG 1. A Prefeitura Municipal de Ibirité MG no uso de suas atribuições legais, torna público o terceiro Termo

Leia mais

Assistência Farmacêutica na Depressão

Assistência Farmacêutica na Depressão Definição Assistência Farmacêutica na Depressão Grupo de atividades relacionadas com o medicamento, destinadas a apoiar as ações de saúde demandadas por uma comunidade, envolvendo o abastecimento de medicamentos

Leia mais

Prevalência da Macroprolactinemia entre 115 Pacientes com Hiperprolactinemia

Prevalência da Macroprolactinemia entre 115 Pacientes com Hiperprolactinemia Prevalência da Macroprolactinemia entre 115 Pacientes com Hiperprolactinemia artigo original LUCIO VILAR ELIANE MOURA VIVIANE CANADAS AMARO GUSMÃO RENATA CAMPOS EDMUNDO LEAL LUCIANO TEIXEIRA VERA SANTOS

Leia mais

Alexandre Pereira, Msc. Antipsicóticos

Alexandre Pereira, Msc. Antipsicóticos Alexandre Pereira, Msc Antipsicóticos Antipsicóticos Indicações Psicose como característica definidora Esquizofrenia Transtorno psicótico induzido por substância Transtorno delirante Transtorno psicótico

Leia mais

PALESTRA DOGMAS EM RELAÇÃO À PROLACTINA. (Sessão Plenária ocorrida em 22/10/2013)

PALESTRA DOGMAS EM RELAÇÃO À PROLACTINA. (Sessão Plenária ocorrida em 22/10/2013) PALESTRA DOGMAS EM RELAÇÃO À PROLACTINA (Sessão Plenária ocorrida em 22/10/2013) Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta Serviço de Endocrinologia do Hospital Universitário de Brasília Academia de Medicina

Leia mais

RADIOTERAPIA EM TUMORES HIPOFISÁRIOS

RADIOTERAPIA EM TUMORES HIPOFISÁRIOS ARTIGO ORIGINAL ACTA MÉDICA PORTUGUESA 2002; 15:185-190 RADIOTERAPIA EM TUMORES HIPOFISÁRIOS CARLA BAPTISTA, ISABEL PA1VA, LEONOR GOMES, FERNANDO GOMES, MANUELA CARVALHEIRO e M.M. ALMEIDA RUAS Serviço

Leia mais

Demência de Alzheimer. Dra. Célia Petrossi Gallo Garcia Médica Psiquiatra PAI-ZN

Demência de Alzheimer. Dra. Célia Petrossi Gallo Garcia Médica Psiquiatra PAI-ZN Demência de Alzheimer Dra. Célia Petrossi Gallo Garcia Médica Psiquiatra PAI-ZN Introdução Causa mais freqüente de demência (50% dos casos em > 65 anos) Neurotransmissores: diminuição de acetilcolina e

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS: ENDOCRINOLOGIA DISSERTAÇAO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS: ENDOCRINOLOGIA DISSERTAÇAO DE MESTRADO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE MEDICINA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS MÉDICAS: ENDOCRINOLOGIA DISSERTAÇAO DE MESTRADO VALIDAÇÃO DA TRIAGEM DE MACROPROLACTINEMIA UTILIZANDO

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona

RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona SOLICITANTE Drª Sabrina da Cunha Peixoto Ladeira Juíza de Direito do Juizado Especial -Pirapora NÚMERO DO PROCESSO

Leia mais

O QUE É O INDATIR? DIRETORIA

O QUE É O INDATIR? DIRETORIA HIPOTIROIDISMO O QUE É O INDATIR? O Indatir - Instituto da Tiróide é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 2001 em São Paulo, reunindo especialistas do Brasil em problemas ligados

Leia mais

Terapêutica Farmacológica nas Perturbações do Espectro Autista

Terapêutica Farmacológica nas Perturbações do Espectro Autista Terapêutica Farmacológica nas Perturbações do Espectro Autista Paula Correia,, Armando Fernandes, Miguel Palha Centro de Desenvolvimento Infantil- Hospital Santa Maria Patologia Pervasiva do Desenvolvimento

Leia mais

DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E TRANSTORNOS ALIMENTARES

DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E TRANSTORNOS ALIMENTARES DIRETRIZES SOBRE CO-MORBIDADES PSIQUIÁTRICAS EM DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS (ABEAD 2002) DEPENDÊNCIA DO ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E TRANSTORNOS ALIMENTARES Introdução Quadros sugestivos de transtornos

Leia mais

CASO 1. Qual é a melhor terapia? Quais são os efeitos colaterais da terapia proposta?

CASO 1. Qual é a melhor terapia? Quais são os efeitos colaterais da terapia proposta? CASO 1 Um homem de 42 anos chega ao consultório de seu psiquiatra com queixa de humor deprimido, que afirma ser idêntico às depressões que teve anteriormente. Foi diagnosticado com depressão maior pela

Leia mais

Universidade Estadual do Norte do Paraná campus Luiz Meneghel, Setor de Enfermagem, Bandeirantes, Paraná, Brasil

Universidade Estadual do Norte do Paraná campus Luiz Meneghel, Setor de Enfermagem, Bandeirantes, Paraná, Brasil QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM ACROMEGALIA THAISSY FERNANDA DE OLIVEIRA 1 SIMONE CRISTINA CASTANHO SABAINI DE MELO 1,2 CRISTIANO MASSAO TASHIMA 1 SANDRA MARISA PELLOSO 2 NATÁLIA MARIA MACIEL GUERRA

Leia mais

Osteomielite crónica não-bacteriana (OMCR)

Osteomielite crónica não-bacteriana (OMCR) www.printo.it/pediatric-rheumatology/br/intro Osteomielite crónica não-bacteriana (OMCR) Versão de 2016 1. O QUE É A OSTEOMIELITE MULTIFOCAL CRÓNICA RECORRENTE (OMCR) 1.1 O que é? A Osteomielite Multifocal

Leia mais

ANTIPARKINSONIANOS. FARMACOLOGIA II Prof. Ana Alice Universidade Nove de Julho

ANTIPARKINSONIANOS. FARMACOLOGIA II Prof. Ana Alice Universidade Nove de Julho ANTIPARKINSONIANOS FARMACOLOGIA II Prof. Ana Alice Universidade Nove de Julho MAL OU DOENÇA DE PARKINSON (DP) Caracterizado: Bradicinesia Rigidez muscular Tremor em repouso Desequilíbrio postural - distúrbios

Leia mais

Fármacos que atuam no Sistema Nervoso Central

Fármacos que atuam no Sistema Nervoso Central Fármacos que atuam no Sistema Nervoso Central FÁRMACOS QUE ACTUAM NO SNC Psicomodificadores Ansiolíticos, sedantes, hipnóticos Neurolépticos (ou antipsicóticos) Antidepressivos Estimulantes do SNC Psicodislépticos

Leia mais

Cabergolina. Prati-Donaduzzi Comprimido 0,5 mg. Cabergolina_bula_paciente

Cabergolina. Prati-Donaduzzi Comprimido 0,5 mg. Cabergolina_bula_paciente Cabergolina Prati-Donaduzzi Comprimido 0,5 mg Cabergolina_bula_paciente IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO cabergolina Medicamento genérico Lei n 9.787, de 1999 APRESENTAÇÕES Comprimido de 0,5 mg em embalagem

Leia mais

Selecção dos medicamentos psicotrópicos.

Selecção dos medicamentos psicotrópicos. SEMINÁRIO SOBRE A MELHORIA DO ACESSO A USO APROPRIADO DE MEDICAMENTOS PARA OS DISTÚRBIOS/ DOENÇAS MENTAIS. Selecção dos medicamentos psicotrópicos. Cabo verde, 23-24 de Março de 2017. Apresentador: Dr.

Leia mais

Osteoporose secundária. Raquel G. Martins Serviço de Endocrinologia, IPO de Coimbra

Osteoporose secundária. Raquel G. Martins Serviço de Endocrinologia, IPO de Coimbra Osteoporose secundária Raquel G. Martins Serviço de Endocrinologia, IPO de Coimbra Definição Osteoporose causada por um distúrbio subjacente (doenças, fármacos ) Epidemiologia Provavelmente subdiagnosticada.

Leia mais

Aspectos práticos da psicofarmacoterapia em crianças e adolescentes

Aspectos práticos da psicofarmacoterapia em crianças e adolescentes Aspectos práticos da psicofarmacoterapia em crianças e adolescentes Heloisa Helena Alves Brasil Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Psiquiatria. Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade

Leia mais

DIGEPLUS. Aché Laboratórios Farmacêuticos. Cápsula 7mg + 40mg + 50 mg

DIGEPLUS. Aché Laboratórios Farmacêuticos. Cápsula 7mg + 40mg + 50 mg DIGEPLUS Aché Laboratórios Farmacêuticos Cápsula 7mg + 40mg + 50 mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO DIGEPLUS cloridrato de metoclopramida

Leia mais

EXIT. (piracetam + cinarizina)

EXIT. (piracetam + cinarizina) EXIT (piracetam + cinarizina) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A. Comprimido revestido 400mg + 25mg I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: EXIT piracetam + cinarizina APRESENTAÇÕES Embalagem

Leia mais

Seminário Grandes Síndromes

Seminário Grandes Síndromes Seminário Grandes Síndromes TEMA: DISPEPSIA Residente: Paloma Porto Preceptor: Dr. Fortunato Cardoso DEFINIÇÃO De acordo com os critérios de Roma III, dispepsia é definida por 1 ou mais dos seguintes sintomas:

Leia mais

TO 281 ANGELO FRANCISCO MARTINS HIPERPROLACTINEMIA EM PACIENTES FEMININAS: ESTUDO DE SEIS CASOS F LORLANÓPOLIS - SANTA CATARINA

TO 281 ANGELO FRANCISCO MARTINS HIPERPROLACTINEMIA EM PACIENTES FEMININAS: ESTUDO DE SEIS CASOS F LORLANÓPOLIS - SANTA CATARINA ANGELO FRANCISCO MARTINS TO 281 HIPERPROLACTINEMIA EM PACIENTES FEMININAS: ESTUDO DE SEIS CASOS Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina para a conclusão do Curso de Graduação em Medicina.

Leia mais

Dr. Marco Demange.

Dr. Marco Demange. Hipertireoidismo A doença decorre do excesso de hormônios (tiroxina -T4- e a triiodotironina -T3) produzidos pela tireoide. Esses hormônios são imprescindíveis para o metabolismo celular, funções cardíacas,

Leia mais

COMPLEX(IDADE) DA PSICOFARMACOLOGIA NOS ADULTOS DE IDADE AVANÇADA

COMPLEX(IDADE) DA PSICOFARMACOLOGIA NOS ADULTOS DE IDADE AVANÇADA COMPLEX(IDADE) DA PSICOFARMACOLOGIA NOS ADULTOS DE IDADE AVANÇADA Trabalho de Curso Ano lectivo 2008/09 Catarina Mendes Portela Vera Martins Estudantes do Mestrado Integrado em Psicogerontologia Clínica

Leia mais

Perturbações do ciclo menstrual, infertilidade feminina - situações de hiperprolactinémia ou normoprolactinémia aparente relacionadas com a prolactina

Perturbações do ciclo menstrual, infertilidade feminina - situações de hiperprolactinémia ou normoprolactinémia aparente relacionadas com a prolactina Folheto informativo: Informação para o doente PARLODEL 2,5 mg comprimidos PARLODEL 5 mg cápsulas PARLODEL 10 mg cápsulas Bromocriptina Leia com atenção todo este folheto antes de começar a tomar este medicamento

Leia mais

Farmacologia dos sedativos-hipnóticos

Farmacologia dos sedativos-hipnóticos Faculdade Mauricio de Nassau Disciplina: Farmacologia I Farmacologia dos sedativos-hipnóticos Profª. Me. Rosalina Coelho Jácome Campina Grande Insônia Ansiedade e tratamento Dificuldade em iniciar e/ou

Leia mais

Diagnóstico da Doença de Cushing. Giselle F. Taboada Professora Adjunta de Endocrinologia

Diagnóstico da Doença de Cushing. Giselle F. Taboada Professora Adjunta de Endocrinologia Diagnóstico da Doença de Cushing Giselle F. Taboada Professora Adjunta de Endocrinologia giselle.taboada@terra.com.br Arch Endocrinol Metab 2016; 60:267-86. Um pouco de história... Descrição do Basofilismo

Leia mais

Obesidade Mórbida Protocolos

Obesidade Mórbida Protocolos Obesidade Mórbida Protocolos Para análise da solicitação de cirurgia de Obesidade Mórbida, é imprescindível o envio à CABESP da relação completa dos documentos descritos abaixo: 1- Protocolo 01 - solicitação

Leia mais

A MACROPROLACTINEMIA Da Determinação Laboratorial ao seu Significado Clínico

A MACROPROLACTINEMIA Da Determinação Laboratorial ao seu Significado Clínico ARTIGO DE REVISÃO Acta Med Port 2011; 24: 929-938 A MACROPROLACTINEMIA Da Determinação Laboratorial ao seu Significado Clínico Catarina MATOS, Maria Lopes PEREIRA, João Tiago GUIMARÃES R E S U M O Desde

Leia mais

Transtornos podem ser considerados como Psíquicos Psiquiátricos

Transtornos podem ser considerados como Psíquicos Psiquiátricos Transtornos podem ser considerados como Psíquicos Psiquiátricos Alguns autores colocam como alterações de comportamento não acompanhadas de alterações de consciência Conceito de neurose Conceito de psicose

Leia mais

Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos

Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix (cabergolina) APRESENTAÇÕES Comprimidos 0,5 mg: embalagem com 2 ou 8 comprimidos. USO ORAL USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cabertrix 0,5 mg: Cada comprimido

Leia mais

EUTÍMICO EUTÍMICO 03/02/2014

EUTÍMICO EUTÍMICO 03/02/2014 Prof. José Reinaldo do Amaral EUTÍMICO Eficaz no controle da maniae da hipomania Eficaz no controle da depressão Sempioraro póloopostoda doença Eficaz naprofilaxiada maniae da depressão Estabiliza o humor

Leia mais

Macroprolactinemia e hiperprolactinemia intermediária: manifestações clínicas e achados radiológicos

Macroprolactinemia e hiperprolactinemia intermediária: manifestações clínicas e achados radiológicos An a Ca r o l i n a Ja p u r d e Sá Ro s a-e-si l v a 1 Ma r i a n i Mendes Madisson 2 Ma r c o s Felipe Si l v a d e-sá 1 Ro s a n a Ma r i a Reis 1 Ju l i o Ce s a r Ro s a -e-si l v a 1 Lu c i a Al

Leia mais

Macroprolactinemia. José Gilberto H. Vieira RESUMO ABSTRACT

Macroprolactinemia. José Gilberto H. Vieira RESUMO ABSTRACT Macroprolactinemia Serum prolactin measurement is a routine test in several conditions in every day clinical practice, and the finding of hyperprolactinemia can induce complex and expensive imaging studies.

Leia mais

Síndrome de Cushing. Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo CHLN-Hospital Santa Maria, EPE

Síndrome de Cushing. Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo CHLN-Hospital Santa Maria, EPE Síndrome de Cushing Fernando Baptista Serviço de Endocrinologia Diabetes e Metabolismo CHLN-Hospital Santa Maria, EPE Síndrome de Cushing Exposição prolongada e inadequada a quantidades excessivas de glucocorticóides

Leia mais

ACRONOR Núcleo de Estudos em Acromegalia e Doenças Relacionadas do Norte - Nordeste Brasileiro ACROMEGALIA PARA A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

ACRONOR Núcleo de Estudos em Acromegalia e Doenças Relacionadas do Norte - Nordeste Brasileiro ACROMEGALIA PARA A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE ACRONOR Núcleo de Estudos em Acromegalia e Doenças Relacionadas do Norte - Nordeste Brasileiro ACROMEGALIA PARA A ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EXPEDIENTE COORDENADOR DO PROJETO: Dr. Renan Magalhães Montenegro

Leia mais

Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos

Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix 0,5 mg cabergolina 2 e 8 Comprimidos Cabertrix (cabergolina) MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE AO MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA APRESENTAÇÕES Cabertrix 0,5 mg em embalagens contendo 2 ou 8 comprimidos.

Leia mais

PSICOFÁRMACOS NO DOENTE COM COMORBILIDADES

PSICOFÁRMACOS NO DOENTE COM COMORBILIDADES PSICOFÁRMACOS NO DOENTE COM COMORBILIDADES Adriana Carapucinha Hospital Garcia de Orta, E.P.E. 17/18 Abril 2017 ÍNDICE Porquê falar de comorbilidade? Antidepressivos e Benzodiazepinas Breve revisão Utilização

Leia mais

51 - São causas de hipertireoidismo com bócio difuso: 52 - Os achados ultrassonográficos que sugerem malignidade em um nódulo de tireóide são:

51 - São causas de hipertireoidismo com bócio difuso: 52 - Os achados ultrassonográficos que sugerem malignidade em um nódulo de tireóide são: Questões do TEEM 2009 51 a 75 51 - São causas de hipertireoidismo com bócio difuso: a) RN de mãe com doença tireoideana autoimune, Basedow-Graves e resistência periférica aos hormônios tireoideanos. b)

Leia mais

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO ANEXO I RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 17 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO Finilac 50 microgramas/ml solução oral para cães e gatos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA 1 ml

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 414/2014 Síndrome de La Tourette

RESPOSTA RÁPIDA 414/2014 Síndrome de La Tourette RESPOSTA RÁPIDA 414/2014 Síndrome de La Tourette SOLICITANTE Dr. Andre Ladeira da Rocha Leão. Juiz de Direito/Titular do Juizado Especial da Comarca de Muriaé/MG. NÚMERO DO PROCESSO 0439 14 009135-6 DATA

Leia mais

27/05/2017. É um sintoma fundamental de muitos distúrbios psiquiátricos e um componente de muitas condições clínicas e cirúrgicas.

27/05/2017. É um sintoma fundamental de muitos distúrbios psiquiátricos e um componente de muitas condições clínicas e cirúrgicas. Psicofarmacologia Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia PSICOFARMACOLOGIA Distúrbios Psiquiátricos - Tratamento : 1950 10 a 15% de prescrições - EUA Brasil prevalência de transtornos

Leia mais

ESTERÓIDES ANABOLIZANTES: INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E DOPING

ESTERÓIDES ANABOLIZANTES: INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E DOPING ESTERÓIDES ANABOLIZANTES: INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS E DOPING USO CLÍNICO (TERAPÊUTICO) 1. Reposição hormonal Hipogonadismo masculino (doença hipofisária ou testicular) Hipossexualidade feminina (após ovariectomia)

Leia mais

Fármacos AntiDepressivos

Fármacos AntiDepressivos Fármacos AntiDepressivos Prof. Dr. Marcos Moreira Prof. Adjunto de Farmacologia, ICB/UFJF Prof. Adjunto de Neurologia, FCMS/JF/SUPREMA Roteiro de Apresentação Definição de depressão; Histórico dos antidepressivos;

Leia mais

Data Versão/Revisões Descrição Autor 06/06/ Proposta inicial F.A.A.C; M.C.V, S.R.P.T

Data Versão/Revisões Descrição Autor 06/06/ Proposta inicial F.A.A.C; M.C.V, S.R.P.T UTIPrCL06 1 de 6 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial F.A.A.C; M.C.V, S.R.P.T 1 Objetivo Fornecer um sistema seguro de administração de heparina por

Leia mais

Depressão neurótica. Depressão Maior

Depressão neurótica. Depressão Maior Depressão neurótica Depressão Maior Eficácia dos ISRS vs. placebo na depressão maior (131 trials, >27000 pacientes) Equivaleu a uma melhora de 2,25 pontos na Hamilton depression de 17 itens (varia de 0

Leia mais

TYROX 0,2 mg. Levotiroxina sódica mcg. Uso Veterinário

TYROX 0,2 mg. Levotiroxina sódica mcg. Uso Veterinário TYROX 0,2 mg Levotiroxina sódica - 200 mcg Uso Veterinário FÓRMULA: Cada comprimido de 150 mg contém: Levotiroxina sódica...0,2 mg Excipiente q.s.p....150,0 mg GENERALIDADES: A levotiroxina sódica é uma

Leia mais

1 Aspectos gerais do diagnóstico e tratamento do diabetes mellitus tipo Lourena Rodrigues Lima, Aline Guerra Correia e Francisco Bandeira

1 Aspectos gerais do diagnóstico e tratamento do diabetes mellitus tipo Lourena Rodrigues Lima, Aline Guerra Correia e Francisco Bandeira Sumário Parte 1 Diabetes mellitus... 1 1 Aspectos gerais do diagnóstico e tratamento do diabetes mellitus tipo 2... 3 Lourena Rodrigues Lima, Aline Guerra Correia e Francisco Bandeira 2 Diabetes gestacional...

Leia mais

Questão 26: Menina 3a; panturrilha D endurecida há 1 ano, indolor, sem sinais flogísticos, progressivo. Nega trauma. Refere VC e peso.

Questão 26: Menina 3a; panturrilha D endurecida há 1 ano, indolor, sem sinais flogísticos, progressivo. Nega trauma. Refere VC e peso. Questão 26: Menina 3a; panturrilha D endurecida há 1 ano, indolor, sem sinais flogísticos, progressivo. Nega trauma. Refere VC e peso. Parto normal, termo, PN: 2.980 g, CN:50 cm. Sem intercorrências; DNPM

Leia mais

AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011

AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011 AMENORRÉIA Cynthia Salgado Lucena Caso Clínico/ Abril- 2011 ASPECTOS GERAIS: Mamas presentes/ FSH nl/ útero ausente: Agenesia mülleriana e sínd de resistência completa aos androgênios. Dosar testosterona.

Leia mais

HIV 1 E 2 - ANTICORPOS - CLIA - TESTE DE TRIAGEM

HIV 1 E 2 - ANTICORPOS - CLIA - TESTE DE TRIAGEM HIV 1 E 2 - ANTICORPOS - CLIA - TESTE DE TRIAGEM Material...: Método...: Soro Quimioluminescência - Imunoensaio de 4ª geração Leitura...: 0,13 Não reagente: Inferior a 1,00 Reagente...: Superior ou igual

Leia mais

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES

MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES MANEJO DOS CASOS SUSPEITOS E CONFIRMADOS DE INFLUENZA NO HIAE E UNIDADES AVANÇADAS Maio de 2013 Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Conteúdo Definições atualmente utilizadas Diagnóstico Tratamento

Leia mais

Farmacologia do Sistema Nervoso Central

Farmacologia do Sistema Nervoso Central Farmacologia do SNC Farmacologia do Sistema Nervoso Central Prof. Me. Rondinelle Gomes Pereira Farmacêutico UFOP Mestrado Química Orgânica Produtos Naturais UFMG Doutorando Química Orgânica Produtos Naturais

Leia mais

Espessamento da haste hipofisária: relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report

Espessamento da haste hipofisária: relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report Revista de Medicina e Saúde de Brasília RELATO DE CASO : relato de caso Thickening of the pituitary stalk: a case report Gleim Dias de Souza 1, Luciana Rodrigues Queiroz de Souza 2, Anna Carla de Queiros

Leia mais

FARMACOLOGIA CURSO DE FARMÁCIA. SISTEMA NERVOSO CENTRAL Prof. Cezar

FARMACOLOGIA CURSO DE FARMÁCIA. SISTEMA NERVOSO CENTRAL Prof. Cezar FARMACOLOGIA CURSO DE FARMÁCIA SISTEMA NERVOSO CENTRAL Prof. Cezar DROGAS PSICOTRÓPICAS Conceito: drogas com tropismo para o SNC e que afetam o humor e o comportamento. Classificação-sugerida pela OMS

Leia mais

Prof. Msc. Carlos Renato Nogueira Mestre em Neurofarmacologia (UFC)

Prof. Msc. Carlos Renato Nogueira Mestre em Neurofarmacologia (UFC) Prof. Msc. Carlos Renato Nogueira Mestre em Neurofarmacologia (UFC) O termo psicose define um grande número de distúrbios mentais. A esquizofrenia é um tipo de psicose, caracterizado por uma percepção

Leia mais