REGISTRO DE DOSES APLICADAS Campanha de Vacinação contra a Influenza Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede de Frio

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REGISTRO DE DOSES APLICADAS Campanha de Vacinação contra a Influenza 2014. Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede de Frio"

Transcrição

1 REGISTRO DE DOSES APLICADAS Campanha de Vacinação contra a Influenza 2014 Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede de Frio

2 META E CRONOGRAMA O registro será realizado a partir do dia 22 de abril a 9 de maio de 2014; Dia D : 26 de abril. População: Meta: 80% de cobertura vacinal ( ) 1ª apuração: 13 h 2ª apuração: 17h

3 Registro de dados da vacinação Os dados serão registrados: SEMANALMENTE, todas as sextas-feiras até o dia 09 de MAIO de 2014; O registro de doses aplicadas será realizado SOMENTE por sala de vacina no site do PNI: pni.datasus.gov.br, campo Serviços Enviar Dados da Campanha. (Não digitar no SIPNI ou no APIWEB, pois ocorrerá duplicidade); Entretanto, fica mantido o registro no SIPNI ou APIWEB das doses administradas em penitenciárias e outras indicações do CRIE que porventura não se incluam dentro dos grupos elegíveis e que ocorram depois do período da campanha. Os registros deverão ser feitos considerando o grupo prioritário, no entanto, atentar para a prioridade do registro na CONDIÇÃO de GESTANTE ou PUÉRPERA, independente de ser Trabalhadora de Saúde ou Indígena.

4 Registro de dados da vacinação Doses administradas em Idosos, Indígenas, Trabalhadores de Saúde, Comorbidades, População Privada de Liberdade e Funcionários do Sistema Prisional deverão ser registradas em seus respectivos grupos considerando a faixa etária em cada grupo. O boletim para registro de doses aplicadas em criança é separado dos demais grupos prioritários considerando as especificidades do registro: - crianças entre 6 meses e < 5 anos PRIMOVACINADA, a dose será registrada no campo D1 e no campo D2. - crianças de 6 meses a < 5 anos indígenas ou com comorbidades, anteriormente VACINADAS, a dose será registrada no campo DU. A segunda dose em crianças indígenas e não indígenas, o site disponibilizará um novo campo exclusivo para esta ação. Estará em funcionamento de 22 de maio a 9 de junho de 2014.

5 Registro de dados da vacinação Doses administradas em Idosos, Indígenas e Trabalhadores de Saúde deverão ser registradas em seus respectivos grupos considerando a faixa etária em cada grupo. Exemplos: 1- O indígena com 60 anos e mais será digitado no grupo indígena no campo correspondente a sua faixa etária. Da mesma forma, a dose aplicada em trabalhador de saúde deverá ser registrada no grupo Trabalhador de Saúde no campo correspondente a faixa etária; 2- Pessoa de 18 anos obesa, o registro será feito no grupo obeso faixa etária de 10 a 19 anos; 3- Pessoa de 59 anos com hipertensão arterial sistêmica com comorbidade, o registro será feito no grupo Com Comorbidades Doença cardíaca crônica na faixa etária de 50 a 59 anos; 4- Pessoa de 60 anos e mais, independente de apresentar ou não comorbidade, o registro será feito no grupo Idoso na faixa etária de 60 a 64 anos de idade; 5 Gestante, independentemente de apresentar ou não comorbidade, o registro será feito no grupo de gestantes.

6 Consulta de dados da vacinação As informações serão disponibilizadas em tempo real (online) com consultas permitidas por sala de vacina, município, regional de saúde, unidade federada, região e Brasil (vacinômetros; relatórios de coberturas vacinais por UF, município, sala de vacina; relatórios de doses aplicadas por grupos prioritários, taxa de abandono e homogeneidade). Os relatórios de doses aplicadas por faixa etária e coberturas vacinais para os grupos prioritários: crianças, trabalhadores de saúde, gestantes, puérperas, idosos, indígenas e cobertura total serão disponibilizados no site. NÃO será estimada a cobertura vacinal por grupos de COMORBILIDADES, nem da População Privada de Liberdade e Funcionários do Sistema Prisional, para estes três grupos somente relatórios de doses aplicadas por faixa etária correspondente.

7

8

9

10

11

12

13 Registro no site de CAMPANHAS

14 Registro no site de CAMPANHAS

15 Consultas no site de CAMPANHAS

16

17 Operacionalização SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE Realizar o monitoramento e análise das informações referentes ás vacinações realizadas; Registrar a dose aplicada na caderneta de vacinação; Registrar as doses de vacinas aplicadas nos formulários utilizados pelo Programa Nacional de Imunizações. Acompanhar as doses aplicadas e coberturas vacinais;

18 Obrigada!

Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede de Frio

Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede de Frio REGISTRODE DEDOSES DOSESAPLICADAS APLICADAS REGISTRO Campanha de Vacinação contra a Influenza Campanha de Vacinação contra a Influenza - 2015 2015 Coordenação do SIPNI-GO Gerência de Imunizações e Rede

Leia mais

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência)

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Imunizações: SIPNI (nominal e procedência) Desenvolvido a partir de 2009: integra as bases de dados dos Sistemas de registros de aplicadas doses (SI-API), Eventos adversos (SI-EAPV), usuários de imunobiológicos

Leia mais

UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE.

UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde Diretoria Geral de Promoção, Monitoramento e Avaliação da Situação de Saúde UTILIZAÇÃO DOS INDICADORES DA PAVS PARA

Leia mais

Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza

Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza 2017 CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA A INFLUENZA 2017 1- INSTRUÇÕES PARA O REGISTRO DAS DOSES APLICADAS Para a Campanha de Vacinação Contra a Influenza

Leia mais

Experiência: Vozes cidadãs em aliança com a sociedade civil pelas imunizações

Experiência: Vozes cidadãs em aliança com a sociedade civil pelas imunizações Sessão de informação sobre vacinas Teatro Municipal Avenida Paulista Experiência: Vozes cidadãs em aliança com a sociedade civil pelas imunizações Maria Lígia B Ramos Nerger Subgerente de Imunização/CCD/COVISA

Leia mais

NOTAS TÉCNICAS. Propostas para 2013. Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS

NOTAS TÉCNICAS. Propostas para 2013. Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS NOTAS TÉCNICAS Propostas para 2013 Material elaborado pela Equipe da DIVEP/CEI baseado nas notas técnicas 173, 183 e 193/2012 CGPNI/DEVEP/SVS/MS NT Nº193/2012/ CGPNI/DEVEP/SVS/MS Alteração da idade para

Leia mais

Clipping Eletrônico - Terça-feira dia 10/03/2015

Clipping Eletrônico - Terça-feira dia 10/03/2015 Manaus AM Clipping Eletrônico - Terça-feira dia 10/03/2015 Jornal Acrítica Cidade Pág. C5 10 de março de 2015. Jornal Acrítica Cidades Pág. C3 10 de março de 2015. Av. Mário Ypiranga, 1695 Adrianópolis

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE

Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE Título do Projeto! JUNTOS PELA SAÚDE População Saudável Campanhas para realização dos exames preventivos Material Educativo Comunicação População Saudável Educação em Saúde: Esta ação tem como objetivo

Leia mais

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIPNI

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIPNI 1 Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIPNI Orientações para registro de dados do MONITORAMENTO RÁPIDO DE COBERTURAS VACINAIS - MRC Janeiro 2015 Este documento tem como objetivo auxiliar

Leia mais

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014.

Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Painel 2 Experiências Setoriais: o Monitoramento nas Áreas da Educação e Saúde Afonso Teixeira dos Reis MS Data: 14 e 15 de abril de 2014. Ministério da Saúde / Secretaria-Executiva Departamento de Monitoramento

Leia mais

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Fontes de informação: A. População Todos os dados de população foram obtidos a partir do existente no site do Datasus www.datasus.gov.br/cgi/ibge/popmap.htm.

Leia mais

Campanha para Atualização da Caderneta de Vacinação. Brasília - agosto de 2012

Campanha para Atualização da Caderneta de Vacinação. Brasília - agosto de 2012 Campanha para Atualização da Caderneta de Vacinação Brasília - agosto de 2012 18/08/2012 Atualização da Caderneta de Vacinação A campanha será realizada no período de 18 a 24 de agosto Dia da Mobilização

Leia mais

A. FORMULÁRIO DE CADASTRAMENTO DE PROGRAMAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE RISCOS E DOENÇAS (FC)

A. FORMULÁRIO DE CADASTRAMENTO DE PROGRAMAS PARA PROMOÇÃO DA SAÚDE E PREVENÇÃO DE RISCOS E DOENÇAS (FC) GLOSSÁRIO Quando a operadora desejar a aprovação do programa, deverá efetuar o cadastramento do programa para Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças. A. FORMULÁRIO DE CADASTRAMENTO DE PROGRAMAS

Leia mais

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros);

Identificar como funciona o sistema de gestão da rede (espaços de pactuação colegiado de gestão, PPI, CIR, CIB, entre outros); ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PLANO DE AÇÃO REGIONAL DAS LINHAS DE CUIDADO DAS PESSOAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA, COM DIABETES MELLITUS E/OU EXCESSO DE PESO NO CONTEXTO DA REDE DE ATENÇÃO

Leia mais

Pandemia Influenza. Márcia Regina Pacóla. GVE XVII Campinas SES - SP. http://www.cdc.gov/h1n1flu/images.htm

Pandemia Influenza. Márcia Regina Pacóla. GVE XVII Campinas SES - SP. http://www.cdc.gov/h1n1flu/images.htm Pandemia Influenza 1918 2009 http://www.cdc.gov/h1n1flu/images.htm Márcia Regina Pacóla GVE XVII Campinas SES - SP Pandemias: século XX H1N1 H2N2 PB1 HA NA H3N? PB1 HA PB2, PA NP, M, NS PB2, PA NP, NA,

Leia mais

Editoria: Geral Manaus Hoje

Editoria: Geral Manaus Hoje Editoria: Geral Manaus Hoje Beneficiários do Bolsa Família 12 Editoria: Notícias www.portalamazonia.com.br Campanha de vacinação contra H1N1 é prorrogada ( ) Press-release da assessoria de imprensa (X)

Leia mais

Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Saúde Ambiental Subcoordenação de Vigilância Epidemiológica Setor de Agravos Imunopreveníveis

Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Saúde Ambiental Subcoordenação de Vigilância Epidemiológica Setor de Agravos Imunopreveníveis Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Saúde Ambiental Subcoordenação de Vigilância Epidemiológica Setor de Agravos Imunopreveníveis Agosto - 2012 APRESENTAÇÃO O Sistema Único de Saúde (SUS) altera

Leia mais

Manual do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIIPNI

Manual do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIIPNI 1 Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações Manual do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações SIIPNI Fevereiro 2014 Este documento tem como objetivo auxiliar o usuário do

Leia mais

Mais de 1,2 milhão de visitantes únicos por mês, com mais de 3,5 milhões de visualizações mensais.

Mais de 1,2 milhão de visitantes únicos por mês, com mais de 3,5 milhões de visualizações mensais. Mais de 1,2 milhão de visitantes únicos por mês, com mais de 3,5 milhões de visualizações mensais. O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um Sistema

Leia mais

Papiloma Vírus Humano - HPV

Papiloma Vírus Humano - HPV VACINAÇÃO HPV 2015 Papiloma Vírus Humano - HPV O vírus HPV é altamente contagioso, sendo possível contaminar-se com uma única exposição. A sua transmissão se dá por contato direto com a pele ou mucosa

Leia mais

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde

Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Panoramas e Desafios da Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cheila Marina de

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO)

EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EM REGIME DE OVERBOOKING EIXO PRIORITÁRIO II SISTEMAS AMBIENTAIS E DE PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS (FUNDO DE COESÃO) DOMÍNIO DE INTERVENÇÃO PREVENÇÃO

Leia mais

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM CALENDÁRIOS VACINAIS Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM VACINA É PARA A VIDA TODA... Oportunidades para a Vacinação criança adolescente adulto Programa infantil Catch up (repescagem)

Leia mais

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações

Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações Ministério da Saúde Secretaria Executiva/ Secretaria de Vigilância a Saúde Departamento de Informática do SUS / Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações

Leia mais

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015 Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 37 de 2015 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância

Leia mais

Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia.

Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia. Monitoramento como Ferramenta Importante na Melhoria das Boas Práticas em Vacinação no SUS-Bahia. 9º Curso Básico de Imunizações Selma Ramos de Cerqueira O QUE É MONITORAMENTO? É O CONJUNTO DE ATIVIDADES

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES INFORME TÉCNICO CAMPANHA NACIONAL DE MULTIVACINAÇÃO

Leia mais

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração

Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Silvana Castellani Gerente de RH HCor Hospital do Coração Posicionamento Estratégico Hospital filantrópico de referência em Cardiologia Clínica e Cirúrgica. Atuando com destaque em Ortopedia e outras especialidades.

Leia mais

Avanços no Controle da Tuberculose no Brasil

Avanços no Controle da Tuberculose no Brasil Avanços no Controle da Tuberculose no Brasil CGPNCT / DEVEP Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde tuberculose@saude.gov.br Março/2015 Tuberculose no Mundo Um terço da população está infectada

Leia mais

Política brasileira para implantação da

Política brasileira para implantação da TROCANDO IDÉIAS XVII 29 a 31 de agosto de 2013 Política brasileira para implantação da vacinacliquecontra o HPV para editar o estilo do subtítulo mestre Maria Beatriz Kneipp Dias INCA/SAS/MS Contextualizando...

Leia mais

As Ações de Imunizações e o Programa de Saúde da Família

As Ações de Imunizações e o Programa de Saúde da Família As Ações de Imunizações e o Programa de Saúde da Família 1º. a 3 de junho de 2004 lourdes.maia@funasa.gov.br PNI. Dados Históricos No Brasil, vacina-se desde 1804. 1973 foi criado um Programa Nacional

Leia mais

Plano de Ação de Vigilância Sanitária

Plano de Ação de Vigilância Sanitária Plano de Ação de Vigilância Sanitária A construção e o seu desenvolvimento no município Salma Regina Rodrigues Balista Águas de São Pedro 10/06/2010 O PAVISA: em qual contexto Pacto pela Saúde: nova lógica

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Administração Central Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr Francisco Nogueira de Lima Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Ambiente, saúde e segurança Habilitação Profissional:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria Políticas de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos maio 2015 PANORAMA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS

Leia mais

5. Procedimentos para verificação da caderneta de vacinação e registro

5. Procedimentos para verificação da caderneta de vacinação e registro MINISTÉRIO DA SAÚDE Esplanada dos Ministérios Bloco G CEP 70.304-000 Brasília-DF Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis Coordenação Geral do Programa Nacional

Leia mais

Pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015. Videoconferências. Brasília-DF, 30 e 31 de março de 2015

Pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015. Videoconferências. Brasília-DF, 30 e 31 de março de 2015 Pactuação de Diretrizes, Objetivos, Metas e Indicadores 2013-2015 Videoconferências Brasília-DF, 30 e 31 de março de 2015 PAUTA Orientações sobre o processo de pactuação para o ano de 2015; Abertura do

Leia mais

Compromissos do setor saúde com a Ação Brasil Carinhoso

Compromissos do setor saúde com a Ação Brasil Carinhoso Compromissos do setor saúde com a Ação Brasil Carinhoso Secretaria de Atenção à Saúde Ministério da Saúde Encontro Nacional de Novos Prefeitos e Prefeitas Educação e Saúde no Brasil Sem Miséria Eixos de

Leia mais

Manual para registro de doses aplicadas no Sistema de Informação online de Avaliação do Programa de Imunizações APIWEB

Manual para registro de doses aplicadas no Sistema de Informação online de Avaliação do Programa de Imunizações APIWEB Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações GT- Análise e Informação em Imunizações Manual para

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ)

PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ) MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO A SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ) MANUAL INSTRUTIVO ANEXO FICHA DE QUALIFICAÇÃO

Leia mais

2) Qual a importância da vacina conter as duas linhagens de vírus B?

2) Qual a importância da vacina conter as duas linhagens de vírus B? VACINAS INFLUENZA NO BRASIL EM 2015 Renato Kfouri Vice-presidente da SBIm Juarez Cunha Diretor da SBIm 1) Como são as novas vacinas quadrivalentes? As vacinas influenza utilizadas em nosso país até o ano

Leia mais

Programa Estadual de Controle da Tuberculose. Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder

Programa Estadual de Controle da Tuberculose. Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder SANTA CATARINA Programa Estadual de Controle da Tuberculose Coordenadora: Nardele Maria Juncks Equipe: Márcia Aparecida Silva Sônia Maura Coelho Mariana Hoffelder tuberculose@saude.sc.gov.br SECRETARIA

Leia mais

F.13 Cobertura vacinal

F.13 Cobertura vacinal F.13 Cobertura vacinal Trata-se de um conjunto de 8 indicadores que avaliam a cobertura vacinal em menores de um ano para as seguintes doenças: hepatite B, sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano,

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS

QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS QUESTIONÁRIO SOBRE ATENÇÃO À SAÚDE DOS IDOSOS Denise Silveira, Anaclaudia Gastal Fassa, Maria Elizabeth Gastal Fassa, Elaine Tomasi, Luiz Augusto Facchini BLOCO A - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES INFORME TÉCNICO CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO CONTRA

Leia mais

UNIVERSALIDADE. O Modelo de Atenção á Saúde ESF INTEGRALIDADE

UNIVERSALIDADE. O Modelo de Atenção á Saúde ESF INTEGRALIDADE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE ALAGOAS SUPERINTENDÊNCIA DE ATENÇÃO A SAÚDE DIRETORIA DE ATENÇÃO BÁSICA GERÊNCIA DE ATENÇÃO A SAÚDE DE GRUPOS ESPECÍFICOS HIPERTENSOS E DIABÉTICOS CAPACITAÇÃO EM ATENÇÃO

Leia mais

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014 Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE SEÇÃO DE SAÚDE BUCAL

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE SEÇÃO DE SAÚDE BUCAL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES EM SAÚDE SEÇÃO DE SAÚDE BUCAL MANUAL PARA SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE BUCAL DO SUS PORTO ALEGRE Julho 2007 1- APRESENTAÇÃO Este

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) N.º e Título do Projeto BRA 06/005 A Educação Como Fator de Coesão Social Natureza do Serviço Modalidade Localidade de Trabalho Consultoria Produto Brasília/DF Objetivo da Contratação

Leia mais

SI-AIU SISTEMA DE APURAÇÂO DE IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS

SI-AIU SISTEMA DE APURAÇÂO DE IMUNOBIOLÓGICOS UTILIZADOS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES MS / - Departamento de Informática do SUS SIPPS - Equipe

Leia mais

INSTRUTIVO DE PREENCHIMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO, FORTALECIMENTO E/OU APERFEIÇOAMENTO DE INICIATIVAS

INSTRUTIVO DE PREENCHIMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO, FORTALECIMENTO E/OU APERFEIÇOAMENTO DE INICIATIVAS INSTRUTIVO DE PREENCHIMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO, FORTALECIMENTO E/OU APERFEIÇOAMENTO DE INICIATIVAS PRIORITÁRIAS DA POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM (PNAISH)

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ) MANUAL INSTRUTIVO ANEXO FICHA DE QUALIFICAÇÃO DOS INDICADORES

PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ) MANUAL INSTRUTIVO ANEXO FICHA DE QUALIFICAÇÃO DOS INDICADORES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO A SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA PROGRAMA NACIONAL DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE DA ATENÇÃO BÁSICA (PMAQ) MANUAL INSTRUTIVO ANEXO FICHA DE QUALIFICAÇÃO

Leia mais

Programa Segundo Tempo. Funcionamento de Núcleo de Esporte Educacional. Manual de Orientação de Cadastramento On-Line

Programa Segundo Tempo. Funcionamento de Núcleo de Esporte Educacional. Manual de Orientação de Cadastramento On-Line Programa Segundo Tempo Funcionamento de Núcleo de Esporte Educacional Manual de Orientação de Cadastramento On-Line SNEED-SE/SPOA/CGMI/ME Índice Introdução... 3 Apresentação de Pleitos... 4 Apresentação

Leia mais

FACULDADE PERNAMBUCANA - FAPE CLÍNICA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO

FACULDADE PERNAMBUCANA - FAPE CLÍNICA DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO 1 INTRODUÇÃO A atenção à saúde de um indivíduo e da população está focada em quatro importantes áreas assistenciais: a promoção e proteção da saúde, a prevenção de doenças, o diagnóstico

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS O presente instrumento estabelece as normatizações técnicas do Programa Nacional de Imunizações referentes ao Calendário

Leia mais

Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS

Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS Epidemia de Doenças Crônicas: Como enfrentar esse desafio? Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2010 Martha Oliveira Assessoria da Presidência- ANS I A ANS e a Saúde Suplementar I A ANS e a Saúde Suplementar

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO MUNICÍPIO QUANTO À VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

QUESTIONÁRIO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO MUNICÍPIO QUANTO À VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL QUESTIONÁRIO SOBRE SISTEMATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO MUNICÍPIO QUANTO À VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL IDENTIFICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO (ID) [ ] Questionário [ ] Entrevistador (bolsista): [ ] Pesquisador

Leia mais

1 Introdução. 2. Objetivos. 2.1. Geral

1 Introdução. 2. Objetivos. 2.1. Geral MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS COORDENAÇÃO GERAL DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO PROTOCOLO DE MONITORAMENTO RÁPIDO DE COBERTURA

Leia mais

Brasília - DF - Versão Julho/2012 -

Brasília - DF - Versão Julho/2012 - Brasília - DF - Versão Julho/2012-2 ALTERAÇÕES NO MANUAL INSTRUTIVO 1. Mudança no Título dos Indicadores 1.4 INDICADOR: Proporção de gestantes com pré natal no mês 1.6 INDICADOR: Razão entre exames citopatológicos

Leia mais

Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte

Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte Manual de Bolsas e Financiamentos Unimonte 1. FINANCIAMENTOS 1.1. PRAVALER O Crédito Universitário PRAVALER é um programa privado de financiamento de graduação presencial implantado em parceria com instituições

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PARACAMBI PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAUDE 2014 PROGRAMA: 06 Administração Governamental. Objetivo: Promover ações indispensáveis ao funcionamento administrativo e operacional

Leia mais

SITUAÇÃO DA GRIPE NO PARANÁ - 2013 BOLETIM INFORMATIVO - 02/2013 Atualizado em 06/06/2014

SITUAÇÃO DA GRIPE NO PARANÁ - 2013 BOLETIM INFORMATIVO - 02/2013 Atualizado em 06/06/2014 Governo do Estado do Paraná (SESA) Sala de Situação em Saúde SITUAÇÃO DA GRIPE NO PARANÁ - 2013 BOLETIM INFORMATIVO - 02/2013 Atualizado em 06/06/2014 No boletim quinzenal da gripe divulgado nesta sexta-feira

Leia mais

Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe

Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe Lista de documentos para comprovação das ações pela equipe Tabela 1: Documento para comprovação das ações das equipes de AB Módulo Módulo Documento Documento que conste o CNES da UBS, o código de área

Leia mais

Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza

Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza Resultados Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza Ana Vilma Leite Braga Núcleo de Imunizações NUIMU Coordenadoria de Promoção e Proteção à Saúde COPROM Secretaria Estadual de Saúde - SESA Campanha

Leia mais

MANUAL. Campanha de incentivo ao consumo de Frutas, Legumes e Verduras nas Centrais de Abastecimento. [Digite texto]

MANUAL. Campanha de incentivo ao consumo de Frutas, Legumes e Verduras nas Centrais de Abastecimento. [Digite texto] MANUAL Campanha de incentivo ao consumo de Frutas, Legumes e Verduras nas Centrais de Abastecimento [Digite texto] Grupo de Trabalho Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) Ministério

Leia mais

Campanha Rumo a Londres

Campanha Rumo a Londres Campanha Rumo a Londres Vivo Proteção Celular 1 Cronograma Maratona Março Abril Mai Semana 1 10-12 Semana 2 13-19 Semana 3 20-26 Semana 4 27-02 Semana 5 03-09 Semana 6 10-16 Semana 7 17-23 Semana 8 24-30

Leia mais

EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST

EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST Apresentação Este exemplo de planejamento do processo de capacitação dos monitores do PST deve servir como uma proposta inicial

Leia mais

19ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. De 17 de abril a 26 de maio

19ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. De 17 de abril a 26 de maio 19ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe De 17 de abril a 26 de maio A Vacina reduz hospitalizações e mortalidade relacionadas à influenza Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre:

Leia mais

Apresentação Corretor

Apresentação Corretor Apresentação Corretor Institucional Grupo Caixa Seguros Caixa Econômica 58 Milhões Clientes 62 Milhões contas Presença 100% municípios 44,6 mil pontos atendimento Grupo PAR Caixa Seguro Saúde GRUPO PAR

Leia mais

Programa Nacional de Imunizações Case: Operação Gota

Programa Nacional de Imunizações Case: Operação Gota Programa Nacional de Imunizações Case: Operação Gota Samia Samad Organização Panamericana da Saúde Operação Gota - Dados Históricos 1989 apoio informal da Força Aérea para ações de saúde no Estado do Amazonas;

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação: Auxiliar

Leia mais

Apresentação e contextualização do novo modelo de prestação de contas

Apresentação e contextualização do novo modelo de prestação de contas Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Diretoria Financeira Coordenação-Geral de Contabilidade e Acompanhamento de Prestação de Contas Apresentação e contextualização do novo modelo de prestação

Leia mais

INFORME TECNICO - Junho 2015

INFORME TECNICO - Junho 2015 GOVERNO DO ESTADO SECRETARIA DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROF. ALEXANDRE VRANJAC DIVISÃO DE DOENÇAS DE TRANSMISSÃO RESPIRATÓRIA INFORME TECNICO - Junho

Leia mais

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015

Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas. Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 Perspectivas para a indústria farmacêutica brasileira, seus investimentos e suas pesquisas Ministério da Saúde Brasília, 12 de agosto de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Define a assistência

Leia mais

CALENDÁRIO 2º SEMESTRE 2011 3º ANO DO ENSINO MÉDIO

CALENDÁRIO 2º SEMESTRE 2011 3º ANO DO ENSINO MÉDIO CALENDÁRIO 2º SEMESTRE 2011 3º ANO DO ENSINO MÉDIO DATA ATIVIDADE AGOSTO 01 Início das aulas-2º Semestre 1/8 à 15/9 Inscrições no ITA 8/8 à 12/8 Início da Apostila 01 13/8 à 15/10 A Hora do Vestibular-Biblioteca

Leia mais

Programa de Inovação. nas Pequenas Empresas ABINEE TEC 2009 ENITEE

Programa de Inovação. nas Pequenas Empresas ABINEE TEC 2009 ENITEE Programa de Inovação nas Pequenas Empresas ABINEE TEC 2009 ENITEE Inovação Competitividade Direcionamento do Sistema SEBRAE 2015 Promover a inovação nas MPE Incentivar a cultura de inovação nas MPE,buscando

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

PROPOSTA DE MODELO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS À COMISSÃO DE INTEGRAÇAO ENSINO-SERVIÇO DE ALAGOAS CIES/ESTADUAL.

PROPOSTA DE MODELO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS À COMISSÃO DE INTEGRAÇAO ENSINO-SERVIÇO DE ALAGOAS CIES/ESTADUAL. ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE/SESAU COMISSÃO ESTADUAL DE INTEGRAÇÃO ENSINO SERVIÇO CIES/ESTADUAL PROPOSTA DE MODELO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS À COMISSÃO DE INTEGRAÇAO ENSINO-SERVIÇO

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho

Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho Estimado(a) colaborador(a) Em 11 de maio, daremos início à Campanha

Leia mais

MESA REDONDA: O papel do MFC na Saúde Suplementar. A Experiência da Saúde da Família na CASSI GRAÇA MACHADO DIRETORA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

MESA REDONDA: O papel do MFC na Saúde Suplementar. A Experiência da Saúde da Família na CASSI GRAÇA MACHADO DIRETORA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO MESA REDONDA: O papel do MFC na Saúde Suplementar A Experiência da Saúde da Família na CASSI GRAÇA MACHADO DIRETORA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO A SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL SAÚDE SUPLEMENTAR NO BRASIL

Leia mais

Sucessos, Desafios e Perspectivas

Sucessos, Desafios e Perspectivas Sucessos, Desafios e Perspectivas Carla Magda A. S. Domingues Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Cenário Epidemiológico 1970 Doença

Leia mais

ranking o . bullying tabela tabela déficit Direitos Humanos e da Proteção Integral Doutrinas de em regime de semiliberdade, V inserção

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PEREIRA BARRETO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE PEREIRA BARRETO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO, FERRAMENTA DE GESTÃO PARA A REORGANIZAÇÃO DA ATENÇÃO BÁSICA Ubatuba, abril de 2014 EX PREFEITO MÉDICO DA ESF UNIDADES SUCATEADAS QUADRO DE SERVIDORES DESFALCADOS/INSUFICIENTE

Leia mais

Com a implantação do Módulo de Vacina, a população soteropolitana receberá vários benefícios que facilitarão a VIDA de todos nós.

Com a implantação do Módulo de Vacina, a população soteropolitana receberá vários benefícios que facilitarão a VIDA de todos nós. O Módulo de Vacina será um divisor de águas dentro da SMS do Salvador. Com a implantação do módulo, as salas de vacinas serão informatizadas, como também alguns de seus processos serão automatizados. Permitirá

Leia mais

vacina? se produz uma

vacina? se produz uma Como vacina? se produz uma A tecnologia Este é o Instituto Butantan, o maior produtor de vacinas e soros da América Latina e cujo maior cliente atualmente é o Ministério da Saúde. Já a tecnologia original

Leia mais

DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I

DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I DR. PEDRO JORGE GAYOSO DIRETORIA DE RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS I I Recursos e Serviços Próprios II Recursos e Serviços Próprios SAU II DIRETOR: DR. PEDRO JORGE LEITE GAYOSO DE SOUSA. COORDENADOR GERAL

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 37, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009. O SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO DO CEARÁ, no uso de suas atribuições legais;

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 37, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009. O SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO DO CEARÁ, no uso de suas atribuições legais; INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 37, DE 22 DE OUTUBRO DE 2009 * Publicada no DOE em 03/11/2009 Institui a Digitação On Line de Documentos Fiscais, relacionada com a campanha SUA NOTA VALE DINHEIRO, instituída pelo

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DO PROEX (2015)

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DO PROEX (2015) UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Instituto de Medicina Social Rua São Francisco Xavier, 524 / 7º andar / Bloco D - Maracanã CEP: 20550-013 - Rio de Janeiro - BRASIL TEL: 55-021- 2334-0235 FAX:

Leia mais

Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho

Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho Em resposta a uma ética da exclusão, estamos todos desafiados a praticar uma ética da solidariedade. Herbert José de Souza, o Betinho Estimado(a) colaborador(a) Em 06 de maio, daremos início à Campanha

Leia mais

Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais

Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais Incentivo às Ações de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, Aids e Hepatites Virais Departamento DST, Aids e Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde www.aids.gov.br Maio/2014

Leia mais

VACINAÇÃO: PERFIS E CONHECIMENTO DAS GESTANTES. Descritores: vacinação, gestantes, doenças infecciosas.

VACINAÇÃO: PERFIS E CONHECIMENTO DAS GESTANTES. Descritores: vacinação, gestantes, doenças infecciosas. VACINAÇÃO: PERFIS E CONHECIMENTO DAS GESTANTES Julianne Melo dos Santos 1, Auleliano Adonias dos Santos 1, Rosa Maria Nunes Galdino 2 Descritores: vacinação, gestantes, doenças infecciosas. Introdução

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Políticas e Programas de Graduação. Sistema de Seleção Unificada - SISU

Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Políticas e Programas de Graduação. Sistema de Seleção Unificada - SISU Perguntas Frequentes Ministério da Educação Secretaria de Educação Superior Diretoria de Políticas e Programas de Graduação Sistema de Seleção Unificada - SISU 1 - O que é o Sistema de Seleção Unificada

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais