ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014"

Transcrição

1 ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014 EM FOCO O índice de preços das exportações encerrou o ano de 2013 com queda de 3,2% em relação ao ano anterior. A redução dos preços de exportação foi generalizada, afetando todas as classes de produtos. O recuo foi menos intenso nos produtos básicos (-1,4%), discreto no caso dos produtos manufaturados (-2,8%), mas bastante significativo nos semimanufaturados (-10,1%) [Tabela 1]. Fenômeno similar já tinha sido observado em 2012, quando o índice de preços das exportações brasileiras caiu 4,9% na comparação com o ano anterior. Na ocasião, foram os produtos básicos e os semimanufaturados a registrar as maiores quedas, pois o índice de preços dos manufaturados declinou apenas marginalmente. É preciso destacar, contudo, que os preços de exportação de 2011 foram generalizadamente elevados. Consequentemente, os níveis atuais não podem ser considerados baixos. A desagregação do índice de preços de exportação segundo categorias de uso destaca os bens duráveis de consumo como a única categoria a registrar aumento de preços (3,2%) em 2013, mas sua participação no valor exportado total é muito reduzida, da ordem de 3,3%. Os preços de exportação das demais categorias mostraram queda; combustíveis (-7,9%), bens intermediários (-3,0%), bens de consumo não duráveis (-2,9%,) e bens de capital (-1,2%) [Tabela 1]. É importante destacar que somente os bens intermediários e os bens de consumo não duráveis acumulam queda em seus preços de exportação pelo segundo ano, pois, as demais categorias registraram aumento de preços em 2012, comparativamente a No entanto, essas duas categorias respondem em conjunto por 78% das exportações totais brasileiras e detêm, portanto, grande peso no índice da exportação total. O quantum exportado (Tabela 2) registrou crescimento 3,1% em 2013, compensando assim a desfavorável evolução dos preços. O aumento das quantidades exportadas em 2013, após a ligeira queda ocorrida em 2012, é boa notícia, uma das poucas do ano que encerrou. O incremento do quantum é a razão pela qual o valor total das exportações permaneceu praticamente estagnado em 2013, registrando queda apenas marginal (- 0,2%) em relação a O incremento nas quantidades exportadas foi observado em todas as classes de produtos, com aumento de 5,6% nos manufaturados, 2,7% nos semimanufaturados e 1,1% nos básicos. A desagregação segundo categorias de uso (Tabela 2) mostra que o incremento nas quantidades exportadas foi particularmente significativo em bens de capital (20,8%) e em bens de consumo duráveis (26,7%), mas menos expressivo no caso dos bens intermediários (4,7%) e dos bens de consumo não duráveis (4,0%). Os combustíveis, por sua vez, foram a única categoria de uso a registrar queda no quantum de exportação. O recuo em relação a 2012 foi significativo (-25,5%) e é explicado pela estagnação da produção doméstica de petróleo, conforme destacado reiteradamente em boletins anteriores. Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ / Utilidade Pública Federal Decreto Tel.: (55.21)

2 O índice de preços das importações encerrou o ano com ligeira queda de 1,2% (Tabela 3). O exame das categorias de uso mostra que o declínio nos preços das compras brasileiras é explicado pelas quedas observadas nos bens intermediários (-2,2%) e, também, nos combustíveis (-2,6%). As demais categorias mostraram aumento de preços, ainda que pouco significativa. O índice quantum da importação total registrou, no entanto, incremento bastante expressivo em 2013, de 8,6% (Tabela 4). Os bens de consumo duráveis foram os únicos a registrar queda (-5,3%) no ano passado, enquanto as demais categorias de uso tiveram elevação bastante significativa, com destaque para os combustíveis (19,3%) e os bens intermediários (8,9%). A elevação das quantidades importadas de combustíveis é explicada, parcialmente, pelo registro estatístico em 2013 de importante volume (US$ 4,6 bilhões, em valor) de aquisições efetivamente realizadas em 2012, mas computadas nos primeiros meses do ano que encerrou. Já o incremento no quantum de importação dos bens intermediários (8,9%) mostra-se elevado à luz do fraco desempenho da produção industrial. De outro lado, o discreto incremento na quantidade importada de bens de capital (2,8%) constitui mais um dado pouco alentador. A desfavorável evolução dos preços de exportação em 2013 mostra-se também generalizada na desagregação de nossas vendas externas segundo atividades econômicas. De fato, apenas oito dos 29 setores da classificação CNAE 2.0 do IBGE registraram aumento dos preços de exportação, sendo que as elevações mais expressivas ocorreram em atividades com baixa representatividade na pauta, como Bebidas (17,5%), Indústrias diversas (8,7%) e Pesca e aquicultura (7,4%) [Tabela 5]. De outro lado, o recuo nos preços de exportação foi bastante significativo em setores como Extração de petróleo e gás natural (-7,7%), Derivados de petróleo (8,2%), Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-11,8%), Metalurgia (-7,9%) e Produtos de metal (-6,2%). Note-se que nesses últimos dois setores é importante o peso dos semimanufaturados, classe de produtos que observou a maior queda de preços de exportação em No que diz respeito ao quantum de exportação, o quadro foi bastante positivo, com 17 setores dentro os 29 considerados registrando incremento nas quantidades exportadas (Tabela 6). Cinco setores registraram aumentos de dois dígitos: Outros equipamentos de transporte (86,9%), Agricultura e pecuária (24,5%), Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (13,8%), Produtos de minerais não-metálicos (11,7%) e Bebidas (10,5%). É preciso esclarecer que o setor de Outros equipamentos de transporte é aquele que inclui a exportação das plataformas de extração e exploração de petróleo. Os destaques negativos em termos do quantum de exportação ficaram por conta de Produtos têxteis (32,6%), Impressão e reprodução de gravações (-32,3%), Extração de petróleo e gás natural (-31,2%), Máquinas e equipamentos (-13,7%) e Produtos de metal (-7,6%). Em síntese, no ano de 2013 o desempenho dos setores em termos do quantum de exportação foi bastante diferenciado, com expressivo número de atividades mostrando taxas de variação, positivas e negativas, bastante elevadas. Na importação, o exame desagregado segundo a classificação CNAE 2.0 do IBGE mostra que o índice de preços teve recuo em 17 dos 30 setores em 2013 (Tabela 7). Comportamento totalmente oposto foi registrado, no entanto, pelo índice de quantum, - 2/8 -

3 que cresceu 21 setores (Tabela 8). No acumulado do ano, o crescimento das quantidades importadas em alguns setores merece ser destacado: Extração de minerais metálicos (53,9%), Extração de Petróleo e gás natural (26,9%), Produtos de metal (12,9%), Máquinas e materiais elétricos (12,9%), Produtos químicos (12,6%), Derivados de petróleo (12,0%), Confecção de artigos de vestuário (11,3%) e Veículos automotores (10,2%). Em todos eles, o incremento do quantum foi acima do registrado pelo total das importações (8,6%). O índice de Termos de Troca mostrou deterioração de 2,0% em 2013, dando continuidade à trajetória observada desde 2012, A Razão de Quantum, índice que relaciona as quantidades exportadas com as importadas, registrou em 2013 redução mais significativa, de 4,9% (Tabela 9). Informações disponíveis até 23/01/ Atenção Estas e muitas outras estatísticas do comércio exterior brasileiro encontram-se no FUNCEXDATA. Para obter maiores informações, acesse ou envie mensagem para - 3/8 -

4 TABELAS Tabela 1 Índice de preço das exportações brasileiras total, classes de produtos e categorias de uso Classe de produtos Categoria de uso Total Semimanu- Manu- Bens de Bens Bens de Consumo exportado Básicos Combustíveis faturados faturados Capital Intermediários duráveis não duráveis dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação percentual (Em %) dez 13 / nov (0.5) (0.6) (0.5) dez 13 / dez 12 (2.2) (2.2) (9.2) (1.5) 6.2 (4.9) (6.1) Acumulado no ano (3.2) (1.4) (10.1) (2.8) (1.2) (3.0) 3.2 (2.9) (7.9) Acumulado 12 meses (3.2) (1.4) (10.1) (2.8) (1.2) (3.0) 3.2 (2.9) (7.9) Tabela 2 Índice de quantum das exportações brasileiras total, classes de produtos e categorias de uso Classe de produtos Categoria de uso Total Semimanu- Manu- Bens de Bens Bens de Consumo exportado Básicos Combustíveis faturados faturados Capital Intermediários duráveis não duráveis dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação percentual (Em %) dez 13 / nov 13 (0.8) (3.6) 10.9 (1.2) (1.1) (2.5) 5.3 (5.0) 14.1 dez 13 / dez (3.5) (19.5) Acumulado no ano (25.5) Acumulado 12 meses (25.5) - 4/8 -

5 Tabela 3 Índice de preço das importações brasileiras total e categorias de uso Categoria de uso Total importado Bens de Bens Bens de Consumo Combustíveis Capital Intermediários duráveis não duráveis dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação percentual (Em %) dez 13 / nov (0.4) (0.2) dez 13 / dez 12 (0.4) 7.1 (2.6) (2.4) Acumulado no ano (1.2) 1.9 (2.2) (2.6) Acumulado 12 meses (1.2) 1.9 (2.2) (2.6) Tabela 4 Índice de quantum das importações brasileiras total e categorias de uso Total importado Categoria de uso Bens de Bens Bens de Consumo Capital Intermediários duráveis não duráveis dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação percentual (Em %) dez 13 / nov 13 (5.4) 8.7 (13.7) (4.3) (4.4) 10.1 dez 13 / dez (20.8) Acumulado no ano (5.3) Acumulado 12 meses (5.3) Combustíveis - 5/8 -

6 Tabela 5 Índice de preço das exportações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) dez/13 No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária (18.8) (6.7) (6.7) Produção florestal (20.3) (20.3) Pesca e aqüicultura (15.1) Extração de petróleo e gás natural (8.0) (7.7) (7.7) Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos (0.5) (0.5) Produtos alimentícios (7.3) (5.0) (5.0) Bebidas (13.7) Produtos do fumo Produtos têxteis (1.9) (2.6) (2.6) Confecção de artigos do vestuário e acessórios (0.7) (0.7) Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Produtos de madeira Celulose, papel e produtos de papel (6.1) (0.1) (0.1) Impressão e reprodução de gravações (7.3) (5.7) (5.7) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque (8.2) (8.2) Produtos químicos (3.2) (2.6) (2.6) Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6.5) (11.8) (11.8) Produtos de borracha e de material plástico (0.3) (0.5) (0.5) Produtos de minerais não-metálicos (1.0) (1.0) Metalurgia (3.7) (7.9) (7.9) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (6.2) (6.2) Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (6.6) (3.3) (3.3) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4.3) (5.0) (5.0) Máquinas e equipamentos (1.4) (1.4) Veículos automotores, reboques e carrocerias Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (0.4) (0.4) Móveis (3.7) (4.0) (4.0) Indústrias diversas (0.8) Total (2.2) (3.2) (3.2) Tabela 6 Índice de quantum das exportações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) dez/13* No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária (8.0) Produção florestal Pesca e aqüicultura Extração de petróleo e gás natural (16.5) (31.2) (31.2) Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Produtos alimentícios Bebidas Produtos do fumo (20.2) (4.0) (4.0) Produtos têxteis (43.7) (32.6) (32.6) Confecção de artigos do vestuário e acessórios Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Produtos de madeira Celulose, papel e produtos de papel Impressão e reprodução de gravações (43.3) (32.3) (32.3) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque (29.5) (6.6) (6.6) Produtos químicos (10.6) (2.7) (2.7) Produtos farmoquímicos e farmacêuticos Produtos de borracha e de material plástico (4.3) (4.3) Produtos de minerais não-metálicos Metalurgia (4.5) (4.5) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (4.8) (7.6) (7.6) Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (10.9) (4.8) (4.8) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos Máquinas e equipamentos (13.7) (13.7) Veículos automotores, reboques e carrocerias Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores Móveis (7.3) Indústrias diversas (2.8) (2.8) Total /8 -

7 Tabela 7 Índice de preço das importações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) dez/13 No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária (3.0) Produção florestal (15.0) (8.7) (8.7) Pesca e aqüicultura Extração de carvão mineral (17.9) (25.6) (25.6) Extração de petróleo e gás natural (0.5) (0.8) (0.8) Extração de minerais metálicos (6.1) (7.3) (7.3) Extração de minerais não-metálicos (13.3) (17.3) (17.3) Produtos alimentícios Bebidas (0.1) Produtos do fumo Produtos têxteis (4.0) (4.2) (4.2) Confecção de artigos do vestuário e acessórios (2.0) (2.0) Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (5.8) Produtos de madeira (6.0) Celulose, papel e produtos de papel (0.6) (2.5) (2.5) Impressão e reprodução de gravações (11.5) (1.8) (1.8) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque (4.5) (5.4) (5.4) Produtos químicos (9.2) (4.8) (4.8) Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (0.8) (0.8) Produtos de borracha e de material plástico (0.8) (1.8) (1.8) Produtos de minerais não-metálicos Metalurgia (6.3) (6.3) (6.3) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (0.3) (0.3) Máquinas e equipamentos Veículos automotores, reboques e carrocerias (0.9) (1.6) (1.6) Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (14.8) Móveis Indústrias diversas (1.3) (1.3) Total (0.4) (1.2) (1.2) Tabela 8 Índice de quantum das importações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) dez/13 No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária Produção florestal (23.9) (1.1) (1.1) Pesca e aqüicultura Extração de carvão mineral (16.2) Extração de petróleo e gás natural (2.8) Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos (38.0) Produtos alimentícios (6.0) Bebidas (5.4) (2.8) (2.8) Produtos do fumo (68.6) (29.9) (29.9) Produtos têxteis Confecção de artigos do vestuário e acessórios Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados Produtos de madeira (1.0) (12.3) (12.3) Celulose, papel e produtos de papel (8.5) (3.1) (3.1) Impressão e reprodução de gravações (0.4) (0.4) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque Produtos químicos Produtos farmoquímicos e farmacêuticos (9.1) Produtos de borracha e de material plástico Produtos de minerais não-metálicos Metalurgia (1.1) (1.1) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (1.4) Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (0.1) (0.1) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6.4) Máquinas e equipamentos Veículos automotores, reboques e carrocerias (11.2) Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (1.1) (1.1) Móveis (0.1) Indústrias diversas (14.9) Total /8 -

8 Tabela 9 Índices de termo de troca e razão de quantum para o total brasileiro Termos de troca Razão de quantum dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Variação percentual dez 13 / nov dez 13 / dez 12 (1.8) 3.3 Acumulado no ano (2.0) (4.9) Acumulado 12 meses (2.0) (4.9) APÊNDICE METODOLÓGICO Índice de Preço e Quantum Elaborados a partir de dados básicos da Secretaria de Comércio Exterior Secex/MDIC, com valores dos produtos em dólares FOB correntes. Enquanto os índices de preço são calculados segundo Fisher, o quantum é obtido implicitamente, pela deflação da variação do valor e do preço calculados no período. Como a variação anual dos preços medida pela comparação das médias anuais dos índices mensais difere daquela indicada pelo índice anual, faz necessário realizar um ajuste nos índices mensais para evitar essa duplicidade de resultados. Esse ajuste impõe que os índices mensais divulgados regularmente tenham que ser corrigidos no início de um novo ano, após o cálculo do índice anual, devendo ser divulgada então a série mensal revista do ano anterior. A metodologia detalhada pode ser encontrada nos Textos para Discussão da Funcex, nos 121, 133 e 134. Índice de Termos de Troca, Preço e Quantum e Razão do Quantum Notação Elaborados a partir dos índices de preço e de quantum, ajustando-se a base para média de 2006 = 100. Os valores assinalados em negrito e itálico indicam correções em relação a valores divulgados no boletim anterior. Os valores assinalados entre parênteses indicam variações negativas. O ( ) indica que não houve declaração de valor nesse período. Os meses assinalados com asterisco (*) apresentam informações ainda preliminares. - 8/8 -

ano XVI, n 6, junho de 2012

ano XVI, n 6, junho de 2012 ,, junho de 2012 EM FOCO O índice de preços das exportações apresentou alta de 0,3% em maio na comparação com abril, causada pela evolução positiva em produtos básicos e manufaturados (0,4%). Contudo,

Leia mais

ano V, n 46, Fevereiro de 2015

ano V, n 46, Fevereiro de 2015 ,, Fevereiro de 2015 EM FOCO O Índice de rentabilidade das exportações registrou queda de 10,1% em janeiro de 2015 na comparação com janeiro de 2014 (Tabela 1). A queda do Índice resultou da forte diminuição

Leia mais

ano IV, n 40 agosto de 2014

ano IV, n 40 agosto de 2014 ano IV, n 40 agosto de 2014 SÍNTESE JULHO DE 2014 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Julho 23.024 21.450 1.574 Variação em relação a julho de 2013 10,7% - 5,5 % 3.473 Acumulado no ano

Leia mais

ano III, n 21, janeiro de 2013 Período Exportações Importações Saldo

ano III, n 21, janeiro de 2013 Período Exportações Importações Saldo ano III, n 21, janeiro de 2013 SÍNTESE DEZEMBRO DE 2012 (Em US$ milhões) Período Exportações Importações Saldo Dezembro de 2012 19.748 17.500 2.249 Variação em relação a dezembro de 2011-10,8 % - 4,4 %

Leia mais

ano V, n 47, Março de 2015

ano V, n 47, Março de 2015 ,, Março de 2015 EM FOCO Em fevereiro, o Índice de rentabilidade das exportações totais registrou aumento de 2,6%, em relação a janeiro. O aumento da Rentabilidade exportadora no mês foi devido ao impacto

Leia mais

ano IV, n 46 Fevereiro de 2015

ano IV, n 46 Fevereiro de 2015 ano IV, n 46 Fevereiro de 2015 SÍNTESE JANEIRO DE 2015 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Janeiro 13.704 16.878-3.174 Variação em relação a Janeiro de 2014-14,5 % -16,0 % 894 Acumulado

Leia mais

Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial. Brasília, julho de 2016

Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial. Brasília, julho de 2016 Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial Brasília, julho de 2016 Coeficientes de abertura comercial Estrutura 1. O que são os coeficientes de exportação e penetração de importações?

Leia mais

Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria

Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria Rede Setorial da Indústria Os desafios setoriais à competitividade da indústria brasileira Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria São Paulo, 10 de setembro de 2013 ROTEIRO

Leia mais

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS A INDÚSTRIA EM NÚMEROS Dezembro/2016 1. Desempenho conjuntural da indústria Principais indicadores da indústria Variável Out16/Set16 (%) dessaz. Out16/Out15 (%) Taxa acumulada nos últimos 12 meses; até

Leia mais

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Diretoria Adjunta de Análise e Disseminação de Informações Gerência de Indicadores Econômicos Em fevereiro de 2016, no acumulado de 12 meses,

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Junho de 2013 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Setembro de 2013 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Além da forte queda da indústria (-18,5%), ressalta-se o fato de que somente

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Agosto de 2014 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Junho de 2011 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Divulgação dos Resultados da Indústria Geral e Setorial 1º Trimestre de 2011 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior Maio de 2011 Objetivos Calcular

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2012 Unidade de Estudos Econômicos PRINCIPAIS ESTADOS EXPORTADORES NO MÊS jan/11 Part(%) jan/12 Part(%) Var (%) SAO PAULO 3.328 21,9% 3.672 22,7% 10,3% 344

Leia mais

Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões

Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões São Paulo, 18 de janeiro de 2016 NOVEMBRO DE 2015 Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões No acumulado até novembro, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram

Leia mais

Vale do Aço. Fevereiro/2016

Vale do Aço. Fevereiro/2016 Fevereiro/2016 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Gráfico 1 CE e PI da Indústria de transformação e taxa de câmbio real CE e PI(%) 20 A taxa média de câmbio efetiva real

Leia mais

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL exportações líquidas da indústria de transformação cai para -1% O coeficiente de exportação da indústria geral se mantém estável em 20. Já os coeficientes de penetração

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2016 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações O principal destaque negativo ficou por conta do impacto contracionista

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM AGOSTO Exportações As exportações da indústria registraram o nível mais baixo para o mês desde

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro 2013 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM 2013 Exportações A contabilização como exportação de três plataformas de petróleo e gás somou

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JULHO Exportações As exportações da indústria atingiram o nível mais baixo desde 2006 para o

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 10 novembro 2016 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Outubro de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL Março de 2015 + 3,0% + 10,3% - 0,3% -0,6 % +0,4% +1,0% +2,5% +6,2% 113 111 109 107 103 101 99 97 Atividade volta a crescer Com expressivos crescimentos do faturamento

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR

REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Fernando J. Ribeiro Economista-chefe chefe da FUNCEX Workshop CINDES Rio de Janeiro 5 de agosto de 2011 09/08/2011 VISÃO MACROECONÔMICA DA BALANÇA

Leia mais

Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES. Informações Econômicas e da Indústria de Transformação

Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES. Informações Econômicas e da Indústria de Transformação Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES Informações Econômicas e da Indústria de Última atualização em 16 de dezembro de 2016 A Diretoria Regional do CIESP de Mogi

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Dezembro/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Produção Industrial Maio de 2014

Produção Industrial Maio de 2014 Produção Industrial Maio de 214 PRODUÇÃO INDU S TRI AL DE SANTA C AT AR INA EM M AIO/14 A produção industrial de Santa Catarina ficou estável em maio (,%), em relação ao mesmo mês do ano anterior. Resultado

Leia mais

DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria

DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria Fevereiro de 2017 Este relatório visa a fornecer informações econômicas sobre a Indústria de Transformação

Leia mais

Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014

Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014 São Paulo, 06 de outubro de 2015 AGOSTO DE 2015 Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014 Até agosto de 2015, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram US$ 36,8 bilhões.

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Rio Grande Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,33% em abril

IGP-M registra variação de 0,33% em abril Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,33% em abril O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,33%, em abril. Em março, o índice variou 0,51%. Em abril de 2015, a variação foi

Leia mais

Indicadores selecionados do RS*

Indicadores selecionados do RS* 67 Indicadores selecionados do RS* Tabela 1 Taxas de crescimento da produção, da área colhida e da produtividade dos principais produtos da lavoura no Rio Grande do Sul /06 PRODUTOS / 2006/ (1) Produção

Leia mais

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013.

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Informativo trimestral 4º trimestre de 2013 Para mais informações www.fiesp.com.br São Paulo, 19 de fevereiro de 2014 Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Coeficiente

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,51% em março

IGP-M registra variação de 0,51% em março Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,51% em março O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,51%, em março. Em fevereiro, o índice variou 1,29%. Em março de 2015, a variação

Leia mais

MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF. Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN

MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF. Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN ROTEIRO O TRABALHO DE MAPEAMENTO DAS EMPRESAS PELA CODEPLAN E A FONTE DE DADOS O QUE JÁ CONHECEMOS SOBRE O MERCADO DE TRABALHO NO DISTRITO

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 12 janeiro 2017 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Dezembro de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 06 julho 2016 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Junho de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado de

Leia mais

Janeiro registrou ingresso de US$ 4,0 bi em IED

Janeiro registrou ingresso de US$ 4,0 bi em IED São Paulo, 25 de fevereiro de 2015. Janeiro de 2015 Janeiro registrou ingresso de US$ bi em IED No primeiro mês de 2015, o Brasil recebeu US$ 3,97 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (IED). O

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016 Março/2016 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 2,3% em Janeiro

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL. Estoques na indústria próximos do ajuste 47,1 50,6. ANÁLISE ECONÔMICA Retomada da atividade deverá ser lenta Pág.

SONDAGEM INDUSTRIAL. Estoques na indústria próximos do ajuste 47,1 50,6. ANÁLISE ECONÔMICA Retomada da atividade deverá ser lenta Pág. SONDAGEM INDUSTRIAL Informativo da Confederação Nacional da Indústria ISSN 1676-0212 Ano 15 Número 9 setembro de 2012 www.cni.org.br Estoques na indústria próximos do ajuste Em setembro, a indústria não

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016 BRASIL Abril/2016 A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 1,6% em fevereiro

Leia mais

Nos últimos 12 meses, a retração da indústria de SC foi de 7,9% e a brasileira de 9%.

Nos últimos 12 meses, a retração da indústria de SC foi de 7,9% e a brasileira de 9%. ABRIL/2016 Sumário Executivo Produção Industrial - Fevereiro 2016 Variação percentual mensal (Base: mês anterior): A indústria catarinense diminuiu a produção em 3,3%, ante uma contração da indústria nacional

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Resultados de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular São Paulo, 07 de fevereiro de 2012 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior -

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012 Período Dias Úteis US$ milhões FOB EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO CORR. COMÉRCIO SALDO Média Média Média Média Valor Valor Valor Valor p/dia útil p/dia útil p/dia útil

Leia mais

EMPREGO INDUSTRIAL SUMÁRIO EXECUTIVO EMPREGO FEVEREIRO DE Eego industrial FEVEREIRO DE 2013

EMPREGO INDUSTRIAL SUMÁRIO EXECUTIVO EMPREGO FEVEREIRO DE Eego industrial FEVEREIRO DE 2013 EMPREGO INDUSTRIAL FEVEREIRO DE 2013 FEVEREIRO DE 2013 Eego industrial SUMÁRIO EXECUTIVO O número de assalariados com carteira assinada da indústria de transformação catarinense cresceu 1,50% em fevereiro

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 1 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003:

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: CONDIÇÕES ADVERSAS DO MERCADO INTERNO LIMITAM A RECUPERAÇÃO INDUSTRIAL Segundo o IBGE, em novembro, a produção industrial cresceu 0,8% na comparação com o mês outubro,

Leia mais

A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016

A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016 ABR/2016 A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016 A indústria catarinense volta a registrar queda em sua produção industrial, -2,2% em relação ao mês de março de 2016. No ano, registra uma retração

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015 Abril/2015 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 0,8% em Fevereiro

Leia mais

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital William Figueiredo Divisão de Estudo Econômicos do Rio de Janeiro (DIERJ) Gerência de Estudos Econômicos (GEE) Rio de Janeiro, 27 de junho de 2017 Estado do

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL AGOSTO DE 2011 Novo crescimento não altera o quadro desfavorável Agosto de 2011 www.fiergs.org.br Os resultados dos Indicadores Industriais do RS referentes ao

Leia mais

COLETIVA DE IMPRENSA. Rafael Cervone Presidente da Abit

COLETIVA DE IMPRENSA. Rafael Cervone Presidente da Abit COLETIVA DE IMPRENSA Rafael Cervone Presidente da Abit RESULTADOS 2014 Var.% em relação ao mesmo período do ano anterior 2013 2014* Perfil 2014* Emprego +7.273-20.000 1,6 milhão Produção Vestuário -1,3%

Leia mais

PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA. Minas Gerais

PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA. Minas Gerais PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA Minas Gerais Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais FIEMG. Ficha Técnica Elaboração:

Leia mais

Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013

Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013 Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013 O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou o saldo comercial por município

Leia mais

COMENTÁRIOS. O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três. meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de

COMENTÁRIOS. O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três. meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de COMENTÁRIOS PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de influências sazonais. Esta

Leia mais

INFORME ESTATÍSTICO DA ECONOMIA BRASILEIRA

INFORME ESTATÍSTICO DA ECONOMIA BRASILEIRA Documento Interno para discussão Nº LC/BRS/R.289/Add.10-12 Outubro-Dezembro 2014 Original: Espanhol CEPAL COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE Escritório em Brasília INFORME ESTATÍSTICO

Leia mais

Setembro/2014. Resultados do PIB e da PIM e Perspectivas para os Próximos Trimestres. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

Setembro/2014. Resultados do PIB e da PIM e Perspectivas para os Próximos Trimestres. Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Setembro/2014 Resultados do PIB e da PIM e Perspectivas para os Próximos Trimestres Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos 1 Resultados do PIB no 2º Trimestre: Economia Brasileira em Recessão 2

Leia mais

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite Ano 7, n. 44 - Dezembro/2016 Embrapa Gado de Leite Rua Eugênio do Nascimento, 610 - Bairro Dom Bosco 36038-330 Juiz de Fora/MG Telefone: (32) 3311-7400 Fax: (32) 3311-7424 www.embrapa.br www.embrapa.br/fale-conosco/sac

Leia mais

ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE

ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA 2016 ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE Realização FIESC - CIESC - SESI - SENAI - IEL NÃO É SÓ APOIO. É UNIÃO. fiesc.com.br facebook.com/fiesc

Leia mais

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O

Leia mais

Reflexões sobre exportações e desempenho da indústria com base nos coeficientes de comércio exterior

Reflexões sobre exportações e desempenho da indústria com base nos coeficientes de comércio exterior comércio exterior e indústria Reflexões sobre exportações e desempenho da indústria com base nos coeficientes de comércio exterior Fernando J. Ribeiro e Henry Pourchet Este artigo tem dois objetivos. O

Leia mais

Projeto desenvolvido por:

Projeto desenvolvido por: Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Equipe Técnica Kennya Beatriz Siqueira - Pesquisadora Embrapa Gado de Leite Alziro Vasconcelos Carneiro - Analista Embrapa Gado de

Leia mais

Índice de Preços ao Produtor

Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Indústrias Extrativas e de Transformação Indústrias Extrativas e de Transformação Resultados Novembro de 2016 Principais Indicadores Indústria

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS Segundo o IBGE, a produção física industrial brasileira cresceu 0,8% em comparação com o mês de dezembro, descontadas as influências sazonais. Em

Leia mais

5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA. Álvaro Alves de Moura Jr.

5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA. Álvaro Alves de Moura Jr. 98 5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA Álvaro Alves de Moura Jr. O principal destaque na análise do nível de atividade econômica se refere à mudança na metodologia do cálculo do PIB, que passou a incluir informações

Leia mais

Divisão de Estudos Econômicos

Divisão de Estudos Econômicos nº 13 Índice FIRJAN de Produção Exportada 2010.1 O Índice FIRJAN de Produção Exportada (IFPE) mede a parcela exportada da produção brasileira da indústria de transformação no acumulado em 12 meses. É calculado

Leia mais

A produção industrial caiu 1,6% em junho: Quatorze meses de estagnação

A produção industrial caiu 1,6% em junho: Quatorze meses de estagnação A produção industrial caiu 1,6% em junho: Quatorze meses de estagnação Resumo * A produção industrial voltou a registrar fraco desempenho em junho. * Com o resultado de junho, completam-se quatorze meses

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Metropolitana

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Metropolitana Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Metropolitana Sebrae em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Diretor

Leia mais

índices da produção física da indústria no Brasil 1908/89 MINERAIS NflO-METALICOS 125,91 120,68 121,07 100,38 96,64 93,26

índices da produção física da indústria no Brasil 1908/89 MINERAIS NflO-METALICOS 125,91 120,68 121,07 100,38 96,64 93,26 índices da produção física da indústria no Brasil 18/89 INDÚSTRIA GERAL EXTRATIVA MINERAL TRANSFORMAÇÃO MINERAIS NflO-METALICOS METALÚRGICA 8ÍSICA OUTROS METALURGIA ELÉTRICO E COMUNICAÇÕES Nov. 3an..3un...

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Entorno do DF

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Entorno do DF Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Entorno do DF Sebrae em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Diretor

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Jequitinhonha

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Jequitinhonha PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Jequitinhonha Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas

Leia mais

INDICADOR DE COMÉRCIO EXTERIOR - ICOMEX

INDICADOR DE COMÉRCIO EXTERIOR - ICOMEX INDICADOR DE COMÉRCIO EXTERIOR - ICOMEX Icomex de julho, referente a junho de 2017 Número 3 12.junho.2017 Em junho, o volume exportado cresce forte e o importado desacelera. Destaques O primeiro destaque

Leia mais

Há três meses, inflação cresce

Há três meses, inflação cresce 1 São Paulo, 05 de junho de 2007. NOTA À IMPRENSA Há três meses, inflação cresce Em maio, o custo de vida no município de São Paulo apresentou variação de 0,63%, superior ao de abril (0,41%) em 0,22 pontos

Leia mais

Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Indústria Janeiro/2014

Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Indústria Janeiro/2014 EMPREGO INDUSTRIAL Janeiro de 2014 Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SUMÁRIO EXECUTIVO A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO APRESENTOU O MELHOR DESEMPENHO

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016 Junho/2016 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou queda de 0,1% em abril de 2016,

Leia mais

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC.

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC. O Gráfico 1 nos mostra a evolução das exportações do Brasil, estado de São Paulo e estado de São Paulo sem região metropolitana. O número 1 (um) após o nome de cada região na legenda da Figura 1 indica

Leia mais

Indicadores Econômicos da Indústria de Transformação e dos Setores do Sindicato

Indicadores Econômicos da Indústria de Transformação e dos Setores do Sindicato DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Indicadores Econômicos da Indústria de Transformação e dos Setores do Sindicato SIMEFRE Julho de 2016 Este relatório visa a fornecer informações econômicas

Leia mais

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Tópicos 1. Exportações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores de atividade CNAE 2.0 Principais destinos 2. Importações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012 US$ milhões FOB Período Dias Úteis EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO CORR. COMÉRCIO SALDO Média Média Média Média Valor Valor Valor Valor p/dia útil p/dia útil p/dia útil p/dia

Leia mais

Resultado Agregado. ASSESSORIA ECONÔMICA DO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS - Fone: (51) de Junho de 2015

Resultado Agregado. ASSESSORIA ECONÔMICA DO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS - Fone: (51) de Junho de 2015 01 de Junho de 2015 Resultado Agregado Índice de Vendas do Comércio Abril 2015 IVC IVA IVV Real Nominal Real Nominal Real Nominal Mensal -7,2-3,0-7,4-5,0-7,0-0,8 Acumulado no Ano -5,8-0,8-5,3-1,7-6,3 0,1

Leia mais

Desempenho da Indústria Catarinense

Desempenho da Indústria Catarinense FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Desempenho da Indústria Catarinense Florianópolis, 20 de março de 2015 SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2015 INDICADOR SANTA CATARINA

Leia mais

DESTAQUE: As exportações brasileiras e a evolução do comércio mundial

DESTAQUE: As exportações brasileiras e a evolução do comércio mundial O saldo comercial brasileiro em setembro voltou a superar a marca de US$ 3 bilhões. As exportações ficaram mais uma vez próximas de US$ 9 bilhões, com crescimento de 22,6% em relação ao mesmo mês de 2003.

Leia mais

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) PIB 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) 9.0 8.0 7.6 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0-1.0 4.4 1.3 3.1 1.2 5.7 3.1 4.0 6.0

Leia mais

EVOLUÇÃO RECENTE DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA

EVOLUÇÃO RECENTE DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA EVOLUÇÃO RECENTE DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA Pedro Garrido da Costa Lima Consultor Legislativo da Área IX Política e Planejamento Econômicos, Desenvolvimento Econômico e Economia Internacional ESTUDO TÉCNICO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Nov. 2015 Distribuição % do Emprego e Massa Salarial e Valor Adicionado na Capital Seção CNAE Empregados % Massa Salarial

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL DEZEMBRO DE 2013 Dezembro de 2013 www.fiergs.org.br Atividade industrial cresceu 4,5% em 2013, mas tendência é pouco animadora A atividade industrial gaúcha, segundo

Leia mais

PIB BRASILEIRO (variação anual, %)

PIB BRASILEIRO (variação anual, %) PIB PIB BRASILEIRO (variação anual, %) 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 7.5 7.0 5.0 3.0 1.0 4.4 1.4 3.1 1.1 5.8 3.2 4.0 6.1 5.1 4.0 1.9 3.0

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 0033_V1_2014 CADASTRO GERAL DE EMPREGO E DESEMPREGO DA CIDADE DE JARAGUÁ DO SUL - JUNHO DE

NOTA TÉCNICA Nº 0033_V1_2014 CADASTRO GERAL DE EMPREGO E DESEMPREGO DA CIDADE DE JARAGUÁ DO SUL - JUNHO DE NOTA TÉCNICA Nº 0033_V1_2014 CADASTRO GERAL DE EMPREGO E DESEMPREGO DA CIDADE DE JARAGUÁ DO SUL - JUNHO DE 2014 - Jaraguá do Sul (SC), Julho de 2014. ALINHAMENTO ESTRATÉGICO Jaraguá Ativa: Cidade inteligente

Leia mais

Balança comercial acumula saldo positivo de US$ 7,5 bilhões. Principais produtos exportados

Balança comercial acumula saldo positivo de US$ 7,5 bilhões. Principais produtos exportados São Paulo, 27 de setembro de 2013. Agosto 2013 Balança comercial com a China registra superávit de US$1,4 bilhão O resultado representou alta de pouco mais de 70% em relação a agosto de 2012. As exportações

Leia mais

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) PIB 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) 7.5 7.0 5.0 3.0 1.0 4.4 1.4 3.1 1.1 5.8 3.2 4.0 6.1 5.1 3.9 1.9 3.0

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Julho de 2015

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Julho de 2015 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Julho de 2015 Setembro/2015 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação cresceu 0,9% em julho de 2015, na comparação

Leia mais

EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013

EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013 EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013 Emprego industrial 28 de Janeiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SUMÁRIO EXECUTIVO INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO - no acumulado do ano, foi

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL ABRIL DE 2011 Abril de 2011 www.fiergs.org.br Atividade voltou a cair em abril Em abril, o IDI/RS apontou redução de 0,6% na variação mensal (dessazonalizado),

Leia mais

RETRATOS REGIONAIS - 7ª Edição. Expediente

RETRATOS REGIONAIS - 7ª Edição. Expediente RETRATOS REGIONAIS - 7ª Edição Expediente Sistema FIRJAN Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro PRESIDENTE Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira Diretoria de Desenvolvimento Econômico DIRETORA Luciana

Leia mais

Alimentos respondem pela inflação em agosto

Alimentos respondem pela inflação em agosto SÃO PAULO, 02 DE SETEMBRO DE 2004. Alimentos respondem pela inflação em agosto A alta nos preços dos alimentos foi o principal fator para que o Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo DIEESE - Departamento

Leia mais

ICV DIEESE: taxa é menor, mas serviços continuam a pressionar a inflação

ICV DIEESE: taxa é menor, mas serviços continuam a pressionar a inflação NOTA À IMPRENSA SÃO PAULO, 07 DE MARÇO DE 2005. ICV DIEESE: taxa é menor, mas serviços continuam a pressionar a inflação O custo de vida no município de São Paulo apresentou, em fevereiro, variação de

Leia mais