ano XVI, n 6, junho de 2012

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ano XVI, n 6, junho de 2012"

Transcrição

1 ,, junho de 2012 EM FOCO O índice de preços das exportações apresentou alta de 0,3% em maio na comparação com abril, causada pela evolução positiva em produtos básicos e manufaturados (0,4%). Contudo, na comparação com maio de 2011, o índice teve queda de 3,6%. O quantum exportado registrou expressiva alta de 3,7% no mês, com a contribuição do crescimento em semimanufaturados e básicos. Os preços dos produtos importados tiveram queda em maio ante abril, de 1,0%, com destaque para a redução em Bens de consumo não duráveis (-4,1%). Contudo, tanto na comparação com o mesmo mês de 2011 como no acumulado do ano e em 12 meses, as variações são positivas, com destaque para os Combustíveis. O índice de quantum importado registrou crescimento de 2,3% em relação a maio de 2011, onde se destaca a alta em Bens de consumo não duráveis, Bens de capital e nos Combustíveis. Pela classificação CNAE 2.0, 16 setores apresentaram alta no índice de preços dos produtos exportados em maio ante o mesmo mês de No quantum, houve crescimento em 11 dos 29 setores. Nas importações, o índice de preços teve aumento em 14 dos 30 setores no mês. Já o índice de quantum importado registrou alta em 21 dos 30 setores analisados. O índice de termos de troca apresentou aumento de 1,3% no mês de maio em relação ao mês anterior. Porém, o índice registrou quedas em relação a maio do ano passado e no acumulado do ano, de 4,1% e 4,0%, respectivamente. A razão de quantum registrou crescimento de 1,4% em maio na comparação com o mesmo mês de 2011, acumulando alta de 1,6% no período janeiro-maio. PREÇO E QUANTUM DE EXPORTAÇÃO O índice de preços de exportação apresentou ligeiro crescimento em maio, de 0,3%, em relação a abril, com as contribuições dos produtos básicos (0,7%) e manufaturados (0,4%). Os semimanufaturados tiveram queda na mesma comparação, de 1,0%. Já em relação a maio do ano passado, houve quedas nos produtos básicos (-7,2%) e semimanufaturados (-5,2%), sendo os manufaturados a exceção, com alta de 2,8%. No ano, os manufaturados acumulam ganho nos preços de 2,8%, em contraste com os básicos (queda de 3,6%) e os semimanufaturados (-1,0%). Em 12 meses, todas as classes têm variações positivas: básicos, com 11,1%; semimanufaturados, 10,9%; e manufaturados, com 10,3% (Tabela 1). Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ / Utilidade Pública Federal Decreto Tel.: (55.21)

2 Segundo a classificação por categorias de uso, os Bens de capital tiveram alta 1,1% no índice de preços de exportação, sendo seguidos por Bens intermediários (1,0%), Combustíveis (0,7%) e Bens de consumo duráveis (0,1%). A única queda ocorreu em Bens de consumo não duráveis (-1,8%). No acumulado do ano, os Combustíveis tiveram a alta mais expressiva (12,4%), seguidos por Bens de consumo duráveis (5,2%), Bens de capital (4,2%) e Bens de consumo não duráveis, com 2,5%. Somente os Bens intermediários tiveram resultado negativo no, com queda de 3,5%. Já em 12 meses, todas as categorias tiveram crescimento nos preços, com destaque para os Combustíveis (27,5%). Com relação ao quantum, na comparação do mês de maio com o mesmo mês do ano passado houve crescimento nos semimanufaturados (6,0%) e básicos (5,4%,) e queda nos manufaturados (-0,1%). Tanto no acumulado do ano quanto em 12 meses, todas as variações no índice de quantum exportado por classes são positivas, com destaque para os produtos básicos, com alta de 7,0% no ano e 6,3% em doze meses (Tabela2). O Gráfico I ilustra a evolução positiva recente dos índices. Entre as categorias de uso, o destaque no índice de quantum no mês de maio na comparação com maio de 2011 ficou a cargo da forte queda ocorrida nos Combustíveis, de 21,4%, que contrastou com as altas em Bens de consumo não duráveis (15,5%) e Bens intermediários (7,3%). Os Bens de capital também tiveram queda no mês (-2,6%), No ano, destaca-se a queda registrada em Bens de consumo duráveis (-4,4%), em contraste com as variações positivas em Bens de capital (13,4%), Combustíveis (9,7%), Bens intermediários (2,4%) e Bens de consumo não duráveis (1,5%). No acumulado em 12 meses, os Bens de consumo duráveis também apresentaram queda (-2,3%), em conjunto com os não duráveis (-3,3%). PREÇO E QUANTUM DE IMPORTAÇÃO O índice de preços de importação (Tabela 3) registrou queda de 1,0% em maio em relação ao mesmo mês de 2011, contrastando com as altas acumuladas de 4,2% no ano e de 10,2% em 12 meses. A queda dos preços registrada no mês foi causada principalmente por Bens de consumo não duráveis (-4,1%), Combustíveis (-1,4%), Bens intermediários (-0,9%) e Bens de consumo duráveis (-0,7%). A única alta nesta comparação ocorreu em Bens de capital, com 1,5%. Já em relação a maio do ano passado, só houve queda de preços nos Bens intermediários (-2,3%), registrando-se crescimento em Bens de consumo duráveis (6,0%), Bens de capital (4,9%), Bens de consumo não duráveis (2,7%) e Combustíveis (2,4%). No acumulado do ano e nos últimos 12 meses, todas as categorias tiveram variações positivas nos preços, com destaque para Combustíveis (12,5% no ano e 27,5% em 12 meses), Bens de consumo duráveis (8,4% no ano e 6,3% em 12 meses) e não duráveis (3,1% no ano e 6,3% em 12 meses). - 2/9 -

3 O quantum de importações (Tabela 4) teve aumento de 2,3% em maio ante o mesmo mês de 2011, acumulando altas no ano e em 12 meses de 2,3% e 4,4%, respectivamente. É notável, contudo, a desaceleração desde meados do ano passado. Em 12 meses, o crescimento do quantum até maio foi de 2,3%, contrastando com a alta de 14,2% registrada até agosto de O crescimento do quantum importado no mês foi comandado por Bens de consumo não duráveis (13,1%), Bens de capital (9,2%) e Combustíveis (5,0%). Houve queda em Bens de consumo duráveis (-5,1%) e Bens intermediários (-1,3%). A significante redução no quantum dos Bens de consumo duráveis é observada também no acumulado do ano (-8,2%), e apresenta estabilização nos últimos meses, como se vê no Gráfico II. Os Bens intermediários também tiveram queda no ano (0,8%), refletindo o menor crescimento da produção industrial doméstica. Em 12 meses, contudo, todas as variações são positivas. SETORES DE ATIVIDADE CNAE 2.0 De acordo com a nova classificação CNAE 2.0, o índice de preços dos produtos exportados em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, aumentou em 16 dos 29 setores, com destaque para Pesca e aquicultura (39,7%), Impressão e reprodução de gravações (32,0%) e Bebidas (30,4%). Houve, porém, quedas significativas em setores como Extração de minerais metálicos (-22,3%), Celulose, papel e produtos de papel (-7,1%) e Metalurgia (-6,7%). No ano, apenas seis setores tiveram redução de preços. Em 12 meses, os destaques positivos são os setores de Produção florestal (33,9%), Extração de petróleo e gás natural (31,3%), Derivados de petróleo (28,2%) e Agricultura e pecuária (18,5%). Já no quantum exportado (Tabela 6), houve alta em 11 dos 29 setores em maio frente a maio de 2011, com destaque para Produtos têxteis (105,8%), Derivados de petróleo (51,0%) e Bebidas (38,7%). Registraram-se quedas importantes nos setores de Impressão e reprodução de gravações (-58,3%), Extração de petróleo e gás natural (-34,7%), Produção florestal (-20,8%) e Equipamentos de informática (-19,8%). No ano, mais da metade dos setores teve variação positiva. Em 12 meses, 14 setores tiveram queda, em contraste com os destaques positivos em Produtos têxteis (42,1%), Produtos do fumo (24,8%), Outros equipamentos de transporte (23,2%) e Derivados de petróleo (15,1%). Nas importações, o índice de preços registrou queda em 16 dos 30 setores em maio (Tabela 7), com destaque para Pesca e aquicultura (-31,3%), Produtos do fumo (-22,4%), Produção florestal (-21,6%) e Agricultura e pecuária (-20,6%). No acumulado do ano, 12 setores tiveram queda de preços. Em 12-3/9 -

4 meses, apenas quatro setores tiveram redução de preços, sendo destaques positivos os setores de Extração de minerais não metálicos (38,4%), Extração de petróleo e gás natural (31,5%), Derivados de petróleo (23,4%), Couros, artefatos de couro e calçados (19,1%) e Bebidas (18,8%). O índice de quantum importado registrou crescimento no mês de abril em 16 dos 30 setores (Tabela 8), sendo dignas de nota as altas em Extração de minerais não metálicos (54,8%), Derivados do petróleo (22,7%), Bebidas (18,2%), Produtos de metal (17,2%) e Móveis (17,1%). No acumulado do ano, 19 setores tiveram crescimento. Em 12 meses, contudo, o crescimento foi mais generalizado, havendo queda em apenas dez setores. TERMOS DE TROCA E RAZÃO DE QUANTUM Os termos de troca (Tabela 9) tiveram alta em maio na comparação com abril, de 1,3%. No entanto, em relação ao mesmo mês de 2011 e no acumulado do ano o índice registrou baixas de 4,1% e 4,0%, respectivamente. Na média dos últimos 12 meses ainda se verificou um aumento de 1,0%. No Gráfico III, pode-se observar a tendência de queda no índice de termos de troca nos últimos meses. A razão de quantum registrou aumento em maio ante o mesmo mês em 2011, de 1,4%. No ano, o índice teve crescimento de 1,6%, o que não se via há muito tempo, e reverte a trajetória na média móvel de 12 meses, como nota-se no Gráfico IV. Informações disponíveis até 18/06/ Atenção Estas e muitas outras estatísticas do comércio exterior brasileiro encontram-se no FUNCEXDATA. Para obter maiores informações, acesse ou envie mensagem para - 4/9 -

5 TABELAS Tabela 1 Índice de preço das exportações brasileiras total, classes de produtos e categorias de uso Classe de produtos Categoria de uso Total Semimanu- Manu- Bens de Bens Bens de Consumo exportado Básicos Combustíveis faturados faturados Capital Intermediários duráveis não duráveis ,6 161,8 138,9 126,0 116,6 143,4 119,4 141,0 155, ,9 133,4 110,8 118,6 119,6 127,2 121,6 119,2 97, ,7 174,0 142,9 128,7 120,2 156,3 126,6 138,0 135, ,5 228,4 172,9 146,8 132,1 193,6 129,3 169,3 185,5 Mai ,6 237,3 175,0 146,1 127,5 196,5 128,5 172,8 204,4 Jun ,3 237,7 175,0 146,4 129,0 198,8 129,1 170,3 191,5 Jul ,7 236,4 176,2 149,9 130,5 199,5 127,0 173,4 194,9 Ago ,3 240,6 176,8 152,1 137,4 202,8 127,6 173,2 197,6 Set ,5 239,6 180,5 150,1 138,4 204,0 131,9 174,0 178,9 Out ,5 238,8 176,2 149,7 135,4 201,4 133,2 171,2 193,3 Nov ,7 226,9 175,1 149,8 135,9 193,2 132,7 176,2 185,8 Dez ,3 217,3 171,9 149,0 135,8 185,0 132,4 173,9 190,3 Jan 12 * 172,0 208,8 167,5 147,9 134,2 180,2 131,0 166,4 192,4 Fev 12 * 170,7 205,5 167,0 147,2 136,9 177,5 133,9 167,6 188,9 Mar 12 * 173,3 210,3 165,8 150,4 135,7 179,5 136,8 169,7 201,4 Abr 12 * 176,5 218,7 167,7 149,6 132,4 183,7 134,7 169,8 210,1 Mai 12 * 177,0 220,2 166,0 150,2 133,8 185,5 134,8 166,7 211,6 Variação percentual (Em %) Mai 12 / Abr 12 0,3 0,7 (1,0) 0,4 1,1 1,0 0,1 (1,8) 0,7 Mai 12 / Mai 11 (3,6) (7,2) (5,2) 2,8 5,0 (5,6) 4,9 (3,5) 3,5 Acumulado no ano (0,1) (3,6) (1,0) 4,3 4,7 (3,5) 5,2 2,5 12,4 Acumulado 12 meses 11,2 11,1 10,9 10,3 8,6 8,6 3,4 13,4 27,5 Tabela 2 Índice de quantum das exportações brasileiras total, classes de produtos e categorias de uso Classe de produtos Categoria de uso Total Semimanu- Manu- Bens de Bens Bens de Consumo exportado Básicos Combustíveis faturados faturados Capital Intermediários duráveis não duráveis ,9 112,1 99,8 98,1 119,4 99,5 88,5 104,4 111, ,8 115,3 94,8 75,7 68,4 92,2 59,6 97,6 126, ,6 128,4 101,1 82,4 82,1 102,4 74,3 99,5 125, ,5 133,1 106,8 83,8 89,1 107,8 72,9 93,7 125,0 Mai ,4 152,7 104,7 83,5 88,6 116,9 71,6 87,7 151,0 Jun ,0 137,9 116,2 98,3 144,2 113,7 67,3 100,0 130,6 Jul ,3 135,2 116,3 83,3 69,2 111,9 70,1 97,7 131,3 Ago ,0 158,9 137,2 94,3 102,7 128,1 83,4 103,4 155,5 Set ,1 141,9 117,9 85,8 95,0 118,2 67,7 95,0 107,7 Out ,3 137,0 105,4 83,1 92,7 107,6 75,9 101,9 116,0 Nov ,3 132,8 119,4 84,2 89,3 110,5 84,7 98,4 112,5 Dez ,7 144,6 98,5 91,4 110,8 107,8 91,8 91,6 166,6 Jan 12 * 82,0 99,6 92,1 67,2 59,9 83,3 52,9 85,5 106,7 Fev 12 * 92,3 108,5 99,9 81,0 89,3 90,1 75,3 80,8 140,0 Mar 12 * 105,4 144,2 89,2 84,0 94,4 108,8 59,3 95,9 135,3 Abr 12 * 96,8 137,8 80,9 73,4 84,0 100,6 58,4 79,2 135,4 Mai 12 * 114,6 161,0 111,0 83,4 86,2 125,5 73,7 101,3 118,7 Variação percentual (Em %) Mai 12 / Abr 12 18,3 16,8 37,2 13,6 2,7 24,7 26,1 27,9 (12,4) Mai 12 / Mai 11 3,7 5,4 6,0 (0,1) (2,6) 7,3 2,9 15,5 (21,4) Acumulado no ano 3,7 7,0 0,6 0,9 13,4 2,4 (4,4) 1,5 9,7 Acumulado 12 meses 3,4 6,3 2,9 0,9 11,4 4,0 (2,3) (3,3) 5,1-5/9 -

6 Tabela 3 Índice de preço das importações brasileiras total e categorias de uso Categoria de uso Total importado Bens de Bens Bens de Consumo Combustíveis Capital Intermediários duráveis não duráveis ,9 113,3 130,2 109,1 131,1 162, ,2 112,2 122,2 108,5 127,0 98, ,7 109,9 123,1 112,5 136,1 122, ,1 114,8 138,8 119,0 148,8 169,5 Mai ,0 113,9 141,6 117,4 148,7 182,4 Jun ,4 114,8 140,9 121,3 144,4 178,5 Jul ,8 115,7 141,6 119,0 151,7 177,1 Ago ,4 117,5 142,8 122,6 155,5 176,6 Set ,6 110,2 141,1 122,4 145,8 175,0 Out ,0 110,0 139,5 124,8 151,4 170,9 Nov ,9 117,7 140,7 117,0 146,5 175,0 Dez ,5 120,6 140,4 121,5 148,3 172,4 Jan 12 * 138,5 115,4 136,6 126,3 143,0 172,2 Fev 12 * 140,1 116,8 136,4 126,4 157,8 174,8 Mar 12 * 142,6 118,3 138,6 126,2 152,1 186,8 Abr 12 * 144,2 117,7 139,6 125,3 159,2 189,5 Mai 12 * 142,8 119,4 138,3 124,4 152,7 186,9 Variação percentual (Em %) Mai 12 / Abr 12 (1,0) 1,5 (0,9) (0,7) (4,1) (1,4) Mai 12 / Mai 11 0,5 4,9 (2,3) 6,0 2,7 2,4 Acumulado no ano 4,2 2,8 1,7 8,4 3,1 12,5 Acumulado 12 meses 10,2 3,8 8,2 6,3 6,3 27,5 Tabela 4 Índice de quantum das importações brasileiras total e categorias de uso Total importado Categoria de uso Bens de Bens Bens de Consumo Capital Intermediários duráveis não duráveis ,6 177,7 141,1 215,5 126,8 122, ,3 156,8 108,2 214,2 130,3 109, ,5 219,3 151,1 316,5 160,7 138, ,0 247,7 160,9 402,2 185,2 143,8 Mai ,4 266,3 165,9 372,0 176,4 148,2 Jun ,4 252,6 163,9 378,0 179,1 144,9 Jul ,5 239,0 169,5 395,5 176,8 123,6 Ago ,6 287,2 188,6 433,5 202,3 160,5 Set ,2 252,3 172,1 376,0 207,7 161,6 Out ,1 253,1 160,8 393,4 194,5 181,9 Nov ,0 291,2 166,7 574,3 214,1 164,1 Dez ,4 249,7 146,2 442,7 199,3 135,6 Jan 12 * 165,7 226,2 154,4 338,7 203,2 117,2 Fev 12 * 153,3 225,7 137,4 306,1 187,7 115,5 Mar 12 * 174,2 229,2 158,6 359,4 215,8 137,1 Abr 12 * 170,5 239,1 142,6 326,2 152,0 184,1 Mai 12 * 186,7 290,8 163,7 352,9 199,5 155,5 Variação percentual (Em %) Mai 12 / Abr 12 9,5 21,6 14,8 8,2 31,2 (15,5) Mai 12 / Mai 11 2,3 9,2 (1,3) (5,1) 13,1 5,0 Acumulado no ano 2,3 5,6 (0,8) (8,2) 12,9 8,6 Acumulado 12 meses 4,4 5,1 1,7 9,3 13,3 7,1 Combustíveis - 6/9 -

7 Tabela 5 Índice de preço das exportações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) Mai/12* No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária 159,7 218,5 218,6 4,0 0,5 18,5 Produção florestal 188,8 237,0 276,5 16,4 39,1 33,9 Pesca e aqüicultura 174,8 188,8 229,3 39,7 17,4 12,3 Extração de petróleo e gás natural 137,7 192,4 217,1 1,9 15,4 31,3 Extração de minerais metálicos 245,5 330,6 272,7 (22,3) (16,2) 1,3 Extração de minerais não-metálicos 114,9 126,2 122,2 (3,2) 3,7 8,3 Produtos alimentícios 150,9 186,9 181,8 (2,9) (1,6) 11,4 Bebidas 156,4 172,3 200,9 30,4 10,8 12,8 Produtos do fumo 169,5 164,0 167,7 3,0 (6,2) (9,5) Produtos têxteis 135,6 171,2 161,2 (4,1) 4,5 17,3 Confecção de artigos do vestuário e acessórios 145,3 168,5 159,6 (4,1) 5,4 11,4 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados 125,7 143,7 139,0 (2,6) 1,8 9,6 Produtos de madeira 128,3 137,7 140,5 2,0 5,1 6,1 Celulose, papel e produtos de papel 130,9 138,8 132,9 (7,1) (5,2) (0,3) Impressão e reprodução de gravações 125,7 135,4 180,9 32,0 17,7 12,9 Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque 126,2 167,7 196,6 13,7 15,4 28,2 Produtos químicos 132,8 158,9 157,1 (4,9) 0,2 11,2 Produtos farmoquímicos e farmacêuticos 113,4 113,9 113,2 (3,0) 1,9 2,5 Produtos de borracha e de material plástico 139,7 160,6 174,8 10,8 14,1 15,9 Produtos de minerais não-metálicos 124,9 132,5 131,9 (0,6) 1,1 3,8 Metalurgia 127,5 152,6 146,3 (6,7) (1,7) 9,3 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 138,8 153,3 157,7 8,8 14,1 14,4 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 104,7 110,6 101,4 (3,5) 1,2 5,0 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 142,6 158,0 170,3 10,9 9,5 11,6 Máquinas e equipamentos 133,2 151,9 163,1 10,6 10,6 14,1 Veículos automotores, reboques e carrocerias 132,0 141,0 144,2 3,1 5,4 6,7 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores 110,7 114,6 112,2 (2,6) (3,3) (0,1) Móveis 121,5 127,6 128,1 1,6 1,8 4,0 Indústrias diversas 111,1 131,1 160,7 26,6 20,0 20,8 Total 145,7 179,5 177,0 (3,6) (0,1) 11,2 Tabela 6 Índice de quantum das exportações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) Mai/12* No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária 127,7 135,0 242,9 25,0 12,9 11,3 Produção florestal 102,2 101,1 102,4 (20,8) (9,2) (8,4) Pesca e aqüicultura 43,7 30,9 32,0 (11,2) (11,7) (27,0) Extração de petróleo e gás natural 171,6 163,1 144,4 (34,7) 0,9 (1,1) Extração de minerais metálicos 128,7 137,1 130,6 (0,1) (1,9) 3,3 Extração de minerais não-metálicos 100,8 100,7 117,9 4,5 2,2 0,6 Produtos alimentícios 110,8 106,8 118,2 17,7 2,4 (1,3) Bebidas 80,7 78,9 89,2 38,7 12,9 9,0 Produtos do fumo 93,4 102,1 125,2 17,2 35,0 24,8 Produtos têxteis 85,0 94,8 89,5 105,8 70,9 42,1 Confecção de artigos do vestuário e acessórios 44,0 40,1 34,6 (12,5) (12,3) (8,2) Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados 69,6 63,3 64,3 (7,7) (12,3) (12,5) Produtos de madeira 47,4 43,6 43,9 (8,5) (4,8) (8,2) Celulose, papel e produtos de papel 129,0 129,2 127,7 (0,7) (1,1) 0,6 Impressão e reprodução de gravações 50,8 56,4 27,8 (58,3) (42,1) (21,6) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque 62,8 68,2 83,8 51,0 21,1 15,1 Produtos químicos 104,9 106,0 106,6 0,3 2,2 2,8 Produtos farmoquímicos e farmacêuticos 177,3 203,8 219,8 (4,4) (2,3) 2,9 Produtos de borracha e de material plástico 98,5 100,9 97,1 (7,1) (7,2) (3,2) Produtos de minerais não-metálicos 68,6 65,5 77,9 0,9 1,0 (3,2) Metalurgia 81,4 90,1 95,4 (0,1) 0,9 3,7 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 101,1 105,8 132,4 7,7 6,3 3,7 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 57,1 52,2 48,0 (19,8) (17,5) (10,6) Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 74,8 70,7 80,2 5,7 3,8 (1,6) Máquinas e equipamentos 80,7 91,4 87,6 (7,7) 2,3 6,1 Veículos automotores, reboques e carrocerias 75,0 81,4 79,4 (6,2) (6,0) 0,8 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores 117,3 128,0 101,8 (12,0) 36,7 23,2 Móveis 65,0 59,4 60,2 (5,8) (7,0) (9,2) Indústrias diversas 108,6 103,5 85,5 (30,2) (20,5) (12,9) Total 100,6 103,5 114,6 3,7 3,7 3,4-7/9 -

8 Tabela 7 Índice de preço das importações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) Mai/12* No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária 161,4 205,7 173,0 (20,6) (16,7) 4,5 Produção florestal 171,0 242,8 207,2 (21,6) (15,8) 10,6 Pesca e aqüicultura 145,1 129,9 101,9 (31,3) (32,8) (28,1) Extração de carvão mineral 179,4 233,2 212,4 (9,8) (1,5) 14,9 Extração de petróleo e gás natural 123,5 173,3 195,9 6,3 17,4 31,5 Extração de minerais metálicos 112,6 125,8 129,7 (7,6) (2,5) (0,7) Extração de minerais não-metálicos 157,0 229,2 219,9 2,1 13,1 38,4 Produtos alimentícios 143,6 162,5 158,9 (4,7) (1,8) 5,9 Bebidas 148,1 172,9 184,1 1,2 10,9 18,8 Produtos do fumo 141,1 146,3 132,4 (22,4) (12,0) (6,1) Produtos têxteis 117,8 137,8 142,8 (2,4) 3,7 10,5 Confecção de artigos do vestuário e acessórios 133,3 151,0 152,3 3,6 6,2 11,2 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados 126,9 144,6 160,1 14,7 18,7 19,1 Produtos de madeira 122,1 138,3 129,8 0,6 1,9 8,5 Celulose, papel e produtos de papel 109,4 119,2 113,5 (5,7) (1,9) 2,3 Impressão e reprodução de gravações 111,5 98,4 106,2 (14,4) 3,8 (6,7) Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque 126,6 172,0 182,7 (2,4) 7,6 23,4 Produtos químicos 137,5 164,2 161,2 (1,3) 2,6 13,3 Produtos farmoquímicos e farmacêuticos 137,3 150,3 158,0 2,8 2,9 7,6 Produtos de borracha e de material plástico 118,9 132,1 134,8 0,8 4,1 8,4 Produtos de minerais não-metálicos 113,5 119,0 113,9 (5,6) (3,2) 2,0 Metalurgia 109,8 129,0 123,8 (5,0) (4,2) 7,0 Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 105,2 109,3 109,7 2,6 (1,9) 3,0 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 104,8 109,8 115,4 2,6 9,3 5,7 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 119,6 124,7 124,4 (0,1) 2,6 4,4 Máquinas e equipamentos 108,9 113,2 116,8 2,3 (0,2) 2,8 Veículos automotores, reboques e carrocerias 118,8 124,6 133,1 8,3 8,7 6,4 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores 111,5 119,1 124,4 6,7 0,9 4,2 Móveis 129,1 131,8 126,6 (11,4) 1,4 4,3 Indústrias diversas 135,8 143,3 150,3 1,9 2,4 3,6 Total 121,7 139,1 142,8 0,5 4,2 10,2 Tabela 8 Índice de quantum das importações brasileiras setor CNAE 2.0 Base Média 2006 = 100 Setores CNAE 2.0 Variação (Em %) Mai/12* No mês No ano 12 meses Agricultura e pecuária 116,0 113,0 138,5 17,3 5,6 1,8 Produção florestal 108,7 106,0 126,9 22,9 5,4 0,0 Pesca e aqüicultura 202,3 266,8 386,4 67,5 57,2 47,6 Extração de carvão mineral 109,8 124,1 104,8 (22,2) (33,2) (7,6) Extração de petróleo e gás natural 101,5 95,1 101,8 (1,7) (8,8) (12,2) Extração de minerais metálicos 80,1 79,8 55,4 (43,5) (26,8) (13,3) Extração de minerais não-metálicos 136,5 145,5 165,8 (4,5) 5,0 0,6 Produtos alimentícios 153,7 168,4 160,7 9,3 15,0 10,4 Bebidas 127,1 133,5 125,6 14,3 11,4 10,9 Produtos do fumo 180,8 84,2 105,9 13,1 24,3 (33,1) Produtos têxteis 212,4 228,8 195,2 (23,7) (18,3) (8,7) Confecção de artigos do vestuário e acessórios 230,7 325,8 349,4 32,9 30,9 35,9 Couros, artefatos de couro, artigos para viagem e calçados 159,3 182,6 211,3 23,4 (8,8) (1,5) Produtos de madeira 95,7 113,6 115,1 (8,8) 2,5 9,2 Celulose, papel e produtos de papel 154,4 158,9 161,1 3,8 (3,4) (4,2) Impressão e reprodução de gravações 148,6 212,0 176,4 32,3 20,7 38,3 Derivados do petróleo, biocombustíveis e coque 207,1 236,9 258,6 6,2 23,9 24,6 Produtos químicos 135,7 149,6 143,7 (6,6) (2,2) 3,2 Produtos farmoquímicos e farmacêuticos 164,3 158,5 173,2 14,8 11,4 5,8 Produtos de borracha e de material plástico 183,3 202,2 221,7 6,6 1,3 2,7 Produtos de minerais não-metálicos 213,5 280,0 316,6 13,7 16,1 18,9 Metalurgia 201,7 173,8 178,7 (1,1) 2,6 (10,3) Produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos 211,7 247,9 260,4 2,9 13,1 10,3 Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos 152,9 164,8 173,3 0,1 (2,6) 3,5 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos 192,0 216,8 237,3 12,1 3,9 6,1 Máquinas e equipamentos 206,0 240,7 292,6 9,4 9,4 7,6 Veículos automotores, reboques e carrocerias 238,3 292,1 267,2 (3,5) (4,7) 10,3 Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores 178,8 186,0 215,9 15,7 5,2 (2,7) Móveis 214,6 254,6 325,8 40,9 4,5 4,0 Indústrias diversas 179,2 207,5 239,6 23,5 12,4 12,4 Total 163,5 178,0 186,7 2,3 2,3 4,4-8/9 -

9 Tabela 9 Índices de termo de troca e razão de quantum para o total brasileiro Termos de troca Razão de quantum ,9 71, ,2 76, ,7 61, ,0 58,1 Mai ,3 60,4 Jun ,7 62,9 Jul ,3 59,2 Ago ,7 59,5 Set ,7 57,5 Out ,5 56,0 Nov ,2 53,1 Dez ,6 64,3 Jan 12 * 124,3 49,4 Fev 12 * 121,9 60,1 Mar 12 * 121,5 60,4 Abr 12 * 122,4 56,7 Mai 12 * 124,0 61,3 Variação percentual Mai 12 / Abr 12 1,3 8,0 Mai 12 / Mai 11 (4,1) 1,4 Acumulado no ano (4,0) 1,6 Acumulado 12 meses 1,0 (1,0) APÊNDICE METODOLÓGICO Índice de Preço e Quantum Elaborados a partir de dados básicos da Secretaria de Comércio Exterior Secex/MDIC, com valores dos produtos em dólares FOB correntes. Enquanto os índices de preço são calculados segundo Fisher, o quantum é obtido implicitamente, pela deflação da variação do valor e do preço calculados no período. Como a variação anual dos preços medida pela comparação das médias anuais dos índices mensais difere daquela indicada pelo índice anual, faz necessário realizar um ajuste nos índices mensais para evitar essa duplicidade de resultados. Esse ajuste impõe que os índices mensais divulgados regularmente tenham que ser corrigidos no início de um novo ano, após o cálculo do índice anual, devendo ser divulgada então a série mensal revista do ano anterior. A metodologia detalhada pode ser encontrada nos Textos para Discussão da Funcex, números 121, 133 e 134. Índice de Termos de Troca, Preço e Quantum e Razão do Quantum Elaborados a partir dos índices de preço e de quantum, ajustando-se a base para média de 2006 = 100. Notação Os valores assinalados em negrito e itálico indicam correções em relação a valores divulgados no boletim anterior. Os valores assinalados entre parênteses indicam variações negativas. O ( ) indica que não houve declaração de valor nesse período. Os meses assinalados com asterisco (*) apresentam informações ainda preliminares. - 9/9 -

ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014

ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014 ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014 EM FOCO O índice de preços das exportações encerrou o ano de 2013 com queda de 3,2% em relação ao ano anterior. A redução dos preços de exportação foi generalizada, afetando

Leia mais

ano V, n 46, Fevereiro de 2015

ano V, n 46, Fevereiro de 2015 ,, Fevereiro de 2015 EM FOCO O Índice de rentabilidade das exportações registrou queda de 10,1% em janeiro de 2015 na comparação com janeiro de 2014 (Tabela 1). A queda do Índice resultou da forte diminuição

Leia mais

ano IV, n 40 agosto de 2014

ano IV, n 40 agosto de 2014 ano IV, n 40 agosto de 2014 SÍNTESE JULHO DE 2014 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Julho 23.024 21.450 1.574 Variação em relação a julho de 2013 10,7% - 5,5 % 3.473 Acumulado no ano

Leia mais

ano V, n 47, Março de 2015

ano V, n 47, Março de 2015 ,, Março de 2015 EM FOCO Em fevereiro, o Índice de rentabilidade das exportações totais registrou aumento de 2,6%, em relação a janeiro. O aumento da Rentabilidade exportadora no mês foi devido ao impacto

Leia mais

ano III, n 21, janeiro de 2013 Período Exportações Importações Saldo

ano III, n 21, janeiro de 2013 Período Exportações Importações Saldo ano III, n 21, janeiro de 2013 SÍNTESE DEZEMBRO DE 2012 (Em US$ milhões) Período Exportações Importações Saldo Dezembro de 2012 19.748 17.500 2.249 Variação em relação a dezembro de 2011-10,8 % - 4,4 %

Leia mais

ano IV, n 46 Fevereiro de 2015

ano IV, n 46 Fevereiro de 2015 ano IV, n 46 Fevereiro de 2015 SÍNTESE JANEIRO DE 2015 Em US$ milhões Período Exportações Importações Saldo Janeiro 13.704 16.878-3.174 Variação em relação a Janeiro de 2014-14,5 % -16,0 % 894 Acumulado

Leia mais

Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial. Brasília, julho de 2016

Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial. Brasília, julho de 2016 Reformulação da metodologia dos Coeficientes de abertura comercial Brasília, julho de 2016 Coeficientes de abertura comercial Estrutura 1. O que são os coeficientes de exportação e penetração de importações?

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Agosto de 2014 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Setembro de 2013 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Junho de 2013 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP

Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP P E S Q U I S A Centro das Indústrias do Estado de São Paulo CIESP Nível de Emprego Regional da Indústria Diretorias do CIESP Resultados do mês de Junho de 2011 FIESP/CIESP - Pesquisa NIVEL DE EMPREGO

Leia mais

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016

Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Produto Interno Bruto Estado de São Paulo Fevereiro de 2016 Diretoria Adjunta de Análise e Disseminação de Informações Gerência de Indicadores Econômicos Em fevereiro de 2016, no acumulado de 12 meses,

Leia mais

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS

A INDÚSTRIA EM NÚMEROS A INDÚSTRIA EM NÚMEROS Dezembro/2016 1. Desempenho conjuntural da indústria Principais indicadores da indústria Variável Out16/Set16 (%) dessaz. Out16/Out15 (%) Taxa acumulada nos últimos 12 meses; até

Leia mais

Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria

Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria Rede Setorial da Indústria Os desafios setoriais à competitividade da indústria brasileira Economia brasileira: situação atual e desafios ao crescimento da indústria São Paulo, 10 de setembro de 2013 ROTEIRO

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2012 Unidade de Estudos Econômicos PRINCIPAIS ESTADOS EXPORTADORES NO MÊS jan/11 Part(%) jan/12 Part(%) Var (%) SAO PAULO 3.328 21,9% 3.672 22,7% 10,3% 344

Leia mais

Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões

Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões São Paulo, 18 de janeiro de 2016 NOVEMBRO DE 2015 Acumulado até novembro registra IED de US$ 52,7 bilhões No acumulado até novembro, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram

Leia mais

Produção Industrial Maio de 2014

Produção Industrial Maio de 2014 Produção Industrial Maio de 214 PRODUÇÃO INDU S TRI AL DE SANTA C AT AR INA EM M AIO/14 A produção industrial de Santa Catarina ficou estável em maio (,%), em relação ao mesmo mês do ano anterior. Resultado

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Divulgação dos Resultados da Indústria Geral e Setorial 1º Trimestre de 2011 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior Maio de 2011 Objetivos Calcular

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações Além da forte queda da indústria (-18,5%), ressalta-se o fato de que somente

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Janeiro 2016 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JANEIRO Exportações O principal destaque negativo ficou por conta do impacto contracionista

Leia mais

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação

Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Evolução dos coeficientes de exportação e importação da Indústria de Transformação Gráfico 1 CE e PI da Indústria de transformação e taxa de câmbio real CE e PI(%) 20 A taxa média de câmbio efetiva real

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 10 novembro 2016 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Outubro de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM AGOSTO Exportações As exportações da indústria registraram o nível mais baixo para o mês desde

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JULHO Exportações As exportações da indústria atingiram o nível mais baixo desde 2006 para o

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro 2013 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM 2013 Exportações A contabilização como exportação de três plataformas de petróleo e gás somou

Leia mais

Vale do Aço. Fevereiro/2016

Vale do Aço. Fevereiro/2016 Fevereiro/2016 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL Março de 2015 + 3,0% + 10,3% - 0,3% -0,6 % +0,4% +1,0% +2,5% +6,2% 113 111 109 107 103 101 99 97 Atividade volta a crescer Com expressivos crescimentos do faturamento

Leia mais

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL

COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL COEFICIENTES DE ABERTURA COMERCIAL exportações líquidas da indústria de transformação cai para -1% O coeficiente de exportação da indústria geral se mantém estável em 20. Já os coeficientes de penetração

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 06 julho 2016 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Junho de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado de

Leia mais

Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES. Informações Econômicas e da Indústria de Transformação

Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES. Informações Econômicas e da Indústria de Transformação Mogi das Cdr_mogi_das_cruzes 21 DIRETORIA REGIONAL DO CIESP DE MOGI DAS CRUZES Informações Econômicas e da Indústria de Última atualização em 16 de dezembro de 2016 A Diretoria Regional do CIESP de Mogi

Leia mais

Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014

Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014 São Paulo, 06 de outubro de 2015 AGOSTO DE 2015 Ingressos de IED diminuem 12,3% frente a 2014 Até agosto de 2015, os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED) no Brasil totalizaram US$ 36,8 bilhões.

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,51% em março

IGP-M registra variação de 0,51% em março Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,51% em março O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,51%, em março. Em fevereiro, o índice variou 1,29%. Em março de 2015, a variação

Leia mais

MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF. Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN

MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF. Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN MAPEAMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO DF Brasília, 16/02/2017 CODEPLAN ROTEIRO O TRABALHO DE MAPEAMENTO DAS EMPRESAS PELA CODEPLAN E A FONTE DE DADOS O QUE JÁ CONHECEMOS SOBRE O MERCADO DE TRABALHO NO DISTRITO

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,33% em abril

IGP-M registra variação de 0,33% em abril Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,33% em abril O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,33%, em abril. Em março, o índice variou 0,51%. Em abril de 2015, a variação foi

Leia mais

Indicadores selecionados do RS*

Indicadores selecionados do RS* 67 Indicadores selecionados do RS* Tabela 1 Taxas de crescimento da produção, da área colhida e da produtividade dos principais produtos da lavoura no Rio Grande do Sul /06 PRODUTOS / 2006/ (1) Produção

Leia mais

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais.

Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Dezembro/2014 OBJETIVO Estruturar informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria mineira no Estado de Minas Gerais e em suas Regionais. Permitir ainda, uma análise comparativa da evolução

Leia mais

Indicadores Conjunturais

Indicadores Conjunturais Ano 31 número 12 janeiro 2017 Indicadores Conjunturais SISTEMA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO PARANÁ - DEPARTAMENTO ECONÔMICO Resultados de Dezembro de 2016 Vendas Industriais página 04 O resultado

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Janeiro de 2016 Março/2016 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 2,3% em Janeiro

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Rio Grande PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Rio Grande Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais

Leia mais

Janeiro registrou ingresso de US$ 4,0 bi em IED

Janeiro registrou ingresso de US$ 4,0 bi em IED São Paulo, 25 de fevereiro de 2015. Janeiro de 2015 Janeiro registrou ingresso de US$ bi em IED No primeiro mês de 2015, o Brasil recebeu US$ 3,97 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (IED). O

Leia mais

SONDAGEM INDUSTRIAL. Estoques na indústria próximos do ajuste 47,1 50,6. ANÁLISE ECONÔMICA Retomada da atividade deverá ser lenta Pág.

SONDAGEM INDUSTRIAL. Estoques na indústria próximos do ajuste 47,1 50,6. ANÁLISE ECONÔMICA Retomada da atividade deverá ser lenta Pág. SONDAGEM INDUSTRIAL Informativo da Confederação Nacional da Indústria ISSN 1676-0212 Ano 15 Número 9 setembro de 2012 www.cni.org.br Estoques na indústria próximos do ajuste Em setembro, a indústria não

Leia mais

A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016

A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016 ABR/2016 A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016 A indústria catarinense volta a registrar queda em sua produção industrial, -2,2% em relação ao mês de março de 2016. No ano, registra uma retração

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Resultados de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular São Paulo, 07 de fevereiro de 2012 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior -

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA SETEMBRO 2012 Período Dias Úteis US$ milhões FOB EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO CORR. COMÉRCIO SALDO Média Média Média Média Valor Valor Valor Valor p/dia útil p/dia útil p/dia útil

Leia mais

Nos últimos 12 meses, a retração da indústria de SC foi de 7,9% e a brasileira de 9%.

Nos últimos 12 meses, a retração da indústria de SC foi de 7,9% e a brasileira de 9%. ABRIL/2016 Sumário Executivo Produção Industrial - Fevereiro 2016 Variação percentual mensal (Base: mês anterior): A indústria catarinense diminuiu a produção em 3,3%, ante uma contração da indústria nacional

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2016 BRASIL Abril/2016 A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 1,6% em fevereiro

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR

REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR REFLEXÕES SOBRE CÂMBIO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR Fernando J. Ribeiro Economista-chefe chefe da FUNCEX Workshop CINDES Rio de Janeiro 5 de agosto de 2011 09/08/2011 VISÃO MACROECONÔMICA DA BALANÇA

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011

AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre de 2011 1 AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS DO COMÉRCIO EXTERIOR SOBRE A GERAÇÃO DE EMPREGO NO BRASIL - 1º. Semestre

Leia mais

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013.

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Informativo trimestral 4º trimestre de 2013 Para mais informações www.fiesp.com.br São Paulo, 19 de fevereiro de 2014 Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Coeficiente

Leia mais

EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013

EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013 EMPREGO INDUSTRIAL Dezembro de 2013 Emprego industrial 28 de Janeiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SUMÁRIO EXECUTIVO INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO - no acumulado do ano, foi

Leia mais

PAINEL DO MERCADO DE TRABALHO

PAINEL DO MERCADO DE TRABALHO PAINEL DO MERCADO DE TRABALHO JANEIRO DE 212 - CAGED Emprego Formal na Economia Emprego no mês de Janeiro 213 - Ocorreu um saldo positivo de 28.9 postos de emprego e no comparativo dos meses de janeiro,

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003:

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: CONDIÇÕES ADVERSAS DO MERCADO INTERNO LIMITAM A RECUPERAÇÃO INDUSTRIAL Segundo o IBGE, em novembro, a produção industrial cresceu 0,8% na comparação com o mês outubro,

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Fevereiro de 2015 Abril/2015 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou uma queda de 0,8% em Fevereiro

Leia mais

ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE

ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA 2016 ANÁLISE DO COMÉRCIO INTERNACIONAL CATARINENSE Realização FIESC - CIESC - SESI - SENAI - IEL NÃO É SÓ APOIO. É UNIÃO. fiesc.com.br facebook.com/fiesc

Leia mais

INFORME ESTATÍSTICO DA ECONOMIA BRASILEIRA

INFORME ESTATÍSTICO DA ECONOMIA BRASILEIRA Documento Interno para discussão Nº LC/BRS/R.289/Add.10-12 Outubro-Dezembro 2014 Original: Espanhol CEPAL COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE Escritório em Brasília INFORME ESTATÍSTICO

Leia mais

Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Indústria Janeiro/2014

Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Indústria Janeiro/2014 EMPREGO INDUSTRIAL Janeiro de 2014 Emprego industrial 25 de Fevereiro de 2014 FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SUMÁRIO EXECUTIVO A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO APRESENTOU O MELHOR DESEMPENHO

Leia mais

Índice de Preços ao Produtor

Índice de Preços ao Produtor Diretoria de Pesquisas COIND Índice de Preços ao Produtor Indústrias Extrativas e de Transformação Indústrias Extrativas e de Transformação Resultados Novembro de 2016 Principais Indicadores Indústria

Leia mais

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL

INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL INDICADORES INDUSTRIAIS RIO GRANDE DO SUL AGOSTO DE 2011 Novo crescimento não altera o quadro desfavorável Agosto de 2011 www.fiergs.org.br Os resultados dos Indicadores Industriais do RS referentes ao

Leia mais

EMPREGO INDUSTRIAL SUMÁRIO EXECUTIVO EMPREGO FEVEREIRO DE Eego industrial FEVEREIRO DE 2013

EMPREGO INDUSTRIAL SUMÁRIO EXECUTIVO EMPREGO FEVEREIRO DE Eego industrial FEVEREIRO DE 2013 EMPREGO INDUSTRIAL FEVEREIRO DE 2013 FEVEREIRO DE 2013 Eego industrial SUMÁRIO EXECUTIVO O número de assalariados com carteira assinada da indústria de transformação catarinense cresceu 1,50% em fevereiro

Leia mais

COLETIVA DE IMPRENSA. Rafael Cervone Presidente da Abit

COLETIVA DE IMPRENSA. Rafael Cervone Presidente da Abit COLETIVA DE IMPRENSA Rafael Cervone Presidente da Abit RESULTADOS 2014 Var.% em relação ao mesmo período do ano anterior 2013 2014* Perfil 2014* Emprego +7.273-20.000 1,6 milhão Produção Vestuário -1,3%

Leia mais

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital

A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital A economia do Rio de Janeiro Estado e Capital William Figueiredo Divisão de Estudo Econômicos do Rio de Janeiro (DIERJ) Gerência de Estudos Econômicos (GEE) Rio de Janeiro, 27 de junho de 2017 Estado do

Leia mais

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC.

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC. O Gráfico 1 nos mostra a evolução das exportações do Brasil, estado de São Paulo e estado de São Paulo sem região metropolitana. O número 1 (um) após o nome de cada região na legenda da Figura 1 indica

Leia mais

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite

CIP-Brasil. Catalogação-na-publicação. Embrapa Gado de Leite Ano 7, n. 44 - Dezembro/2016 Embrapa Gado de Leite Rua Eugênio do Nascimento, 610 - Bairro Dom Bosco 36038-330 Juiz de Fora/MG Telefone: (32) 3311-7400 Fax: (32) 3311-7424 www.embrapa.br www.embrapa.br/fale-conosco/sac

Leia mais

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/11/2014. Dezembro 2014 Conjuntura Econômica I

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/11/2014. Dezembro 2014 Conjuntura Econômica I Índices Econômicos II Índices gerais II Índice de preços ao produtor amplo origem Brasil III Preços ao consumidor Brasil V Preços ao consumidor Rio de Janeiro V Preços ao consumidor São Paulo V Preços

Leia mais

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016

Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016 Produtividade Física do Trabalho na Indústria de Transformação em Abril de 2016 Junho/2016 BRASIL A produtividade física do trabalho da Indústria de Transformação apresentou queda de 0,1% em abril de 2016,

Leia mais

DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria

DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos. Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria DEPECON Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos Cenário Econômico e Desempenho Mensal da Indústria Fevereiro de 2017 Este relatório visa a fornecer informações econômicas sobre a Indústria de Transformação

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás N.39/Jul.2013

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás N.39/Jul.2013 Segue abaixo uma breve explicação sobre os indicadores analisados neste Boletim. Produção Industrial Mensal Produção Física (PIM-PF) A dinâmica da atividade econômica de uma região pode ser aferida de

Leia mais

Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013

Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013 Exportações do Estado de São Paulo Acumulado de janeiro a setembro de 2013 Novembro /2013 O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou o saldo comercial por município

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Metropolitana

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Metropolitana Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Metropolitana Sebrae em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Diretor

Leia mais

Divisão de Estudos Econômicos

Divisão de Estudos Econômicos nº 13 Índice FIRJAN de Produção Exportada 2010.1 O Índice FIRJAN de Produção Exportada (IFPE) mede a parcela exportada da produção brasileira da indústria de transformação no acumulado em 12 meses. É calculado

Leia mais

Índices de Obras Públicas IPOP

Índices de Obras Públicas IPOP Índices de Obras Públicas IPOP Tendência Crescente do Custo de Obras de Terraplenagem Continua! Denise Cyrillo (*) Vários acontecimentos continuam tumultuando a economia brasileira, como a piora do estado

Leia mais

COMENTÁRIOS. O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três. meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de

COMENTÁRIOS. O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três. meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de COMENTÁRIOS PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO O emprego industrial, que ficou praticamente estável nos últimos três meses, recuou 0,6% em novembro frente a outubro, na série livre de influências sazonais. Esta

Leia mais

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Tópicos 1. Exportações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores de atividade CNAE 2.0 Principais destinos 2. Importações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores

Leia mais

DESTAQUE: As exportações brasileiras e a evolução do comércio mundial

DESTAQUE: As exportações brasileiras e a evolução do comércio mundial O saldo comercial brasileiro em setembro voltou a superar a marca de US$ 3 bilhões. As exportações ficaram mais uma vez próximas de US$ 9 bilhões, com crescimento de 22,6% em relação ao mesmo mês de 2003.

Leia mais

Projeto desenvolvido por:

Projeto desenvolvido por: Coordenação Geral Kennya Beatriz Siqueira Alziro Vasconcelos Carneiro Equipe Técnica Kennya Beatriz Siqueira - Pesquisadora Embrapa Gado de Leite Alziro Vasconcelos Carneiro - Analista Embrapa Gado de

Leia mais

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC.

Fonte: Elaboração Própria com base nos dados do Alice Web / MDIC. O Gráfico 1 nos mostra a evolução das exportações do Brasil, estado de São Paulo e estado de São Paulo sem região metropolitana. O número 1 (um) após o nome de cada região na legenda da Figura 1 indica

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Entorno do DF

Unidade de Gestão Estratégica. Regional Entorno do DF Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Entorno do DF Sebrae em Goiás Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente Diretoria Executiva Manoel Xavier Ferreira Filho Diretor

Leia mais

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 31/12/2014. Janeiro 2015 Conjuntura Econômica I

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 31/12/2014. Janeiro 2015 Conjuntura Econômica I Índices Econômicos II Índices gerais II Índice de preços ao produtor amplo origem Brasil III Preços ao consumidor Brasil V Preços ao consumidor Rio de Janeiro V Preços ao consumidor São Paulo V Preços

Leia mais

PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA. Minas Gerais

PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA. Minas Gerais PAINEL DA INDÚSTRIA MINEIRA Minas Gerais Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas Regionais FIEMG. Ficha Técnica Elaboração:

Leia mais

O crescimento da produção industrial em maio não altera a perspectiva de fraco desempenho da indústria em 2011

O crescimento da produção industrial em maio não altera a perspectiva de fraco desempenho da indústria em 2011 O crescimento da produção industrial em maio não altera a perspectiva de fraco desempenho da indústria em 2011 Resumo * Em maio com relação a abril a produção industrial cresceu 1,3%, livre de efeitos

Leia mais

índices da produção física da indústria no Brasil 1908/89 MINERAIS NflO-METALICOS 125,91 120,68 121,07 100,38 96,64 93,26

índices da produção física da indústria no Brasil 1908/89 MINERAIS NflO-METALICOS 125,91 120,68 121,07 100,38 96,64 93,26 índices da produção física da indústria no Brasil 18/89 INDÚSTRIA GERAL EXTRATIVA MINERAL TRANSFORMAÇÃO MINERAIS NflO-METALICOS METALÚRGICA 8ÍSICA OUTROS METALURGIA ELÉTRICO E COMUNICAÇÕES Nov. 3an..3un...

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM JANEIRO DE 2004: AVANÇOS E RECUOS Segundo o IBGE, a produção física industrial brasileira cresceu 0,8% em comparação com o mês de dezembro, descontadas as influências sazonais. Em

Leia mais

Produção Industrial Julho de 2014

Produção Industrial Julho de 2014 Produção Industrial Julho de 2014 PRODUÇÃO INDUSTRIAL DE SANTA CATARINA EM JULHO/14 A produção da indústria catarinense recuou 2,7% em julho, enquanto a produção brasileira teve queda de 3,6%, ambos sobre

Leia mais

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012

BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012 BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ABRIL 2012 US$ milhões FOB Período Dias Úteis EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO CORR. COMÉRCIO SALDO Média Média Média Média Valor Valor Valor Valor p/dia útil p/dia útil p/dia útil p/dia

Leia mais

5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA. Álvaro Alves de Moura Jr.

5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA. Álvaro Alves de Moura Jr. 98 5. NÍVEL DE ATIVIDADE ECONÔMICA Álvaro Alves de Moura Jr. O principal destaque na análise do nível de atividade econômica se refere à mudança na metodologia do cálculo do PIB, que passou a incluir informações

Leia mais

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/4/2015. Maio 2015 Conjuntura Econômica I

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/4/2015. Maio 2015 Conjuntura Econômica I Índices Econômicos II Índices gerais II Índice de preços ao produtor amplo origem Brasil III Preços ao consumidor Brasil V Preços ao consumidor Rio de Janeiro V Preços ao consumidor São Paulo V Preços

Leia mais

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016

Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016 Desempenho do Comércio Exterior Paranaense Janeiro 2016 As exportações paranaenses, em janeiro, apresentaram queda de -23,15% em relação a dezembro/15. O valor exportado atingiu a US$ 871 milhões, ficando,

Leia mais

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Jequitinhonha

PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG. Vale do Jequitinhonha PAINEL REGIONAL DA INDÚSTRIA MINEIRA REGIONAIS FIEMG Vale do Jequitinhonha Julho/2016 Objetivo Prover informações econômicas básicas sobre a caracterização da indústria no Estado de Minas Gerais e nas

Leia mais

EMPREGO INDUSTRIAL Maio de 2014

EMPREGO INDUSTRIAL Maio de 2014 EMPREGO INDUSTRIAL Maio de 2014 EMPREGO INDUSTRIAL FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SUMÁRIO EXECUTIVO O mercado de trabalho catarinense não cresceu em maio. A INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO

Leia mais

Resultado Agregado. ASSESSORIA ECONÔMICA DO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS - Fone: (51) de Junho de 2015

Resultado Agregado. ASSESSORIA ECONÔMICA DO SISTEMA FECOMÉRCIO-RS - Fone: (51) de Junho de 2015 01 de Junho de 2015 Resultado Agregado Índice de Vendas do Comércio Abril 2015 IVC IVA IVV Real Nominal Real Nominal Real Nominal Mensal -7,2-3,0-7,4-5,0-7,0-0,8 Acumulado no Ano -5,8-0,8-5,3-1,7-6,3 0,1

Leia mais

Índices de Obras Públicas IPOP

Índices de Obras Públicas IPOP Índices de Obras Públicas IPOP Índices de Obras Públicas Estáveis ou em Queda? Denise Cyrillo (*) O mês de março foi bastante conturbado, politicamente, com o avanço do processo de impedimento da presidente

Leia mais

Desempenho da Indústria Catarinense

Desempenho da Indústria Catarinense FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA Desempenho da Indústria Catarinense Florianópolis, 20 de março de 2015 SANTA CATARINA e BRASIL Desempenho econômico em 2015 INDICADOR SANTA CATARINA

Leia mais

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira

Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira NÍVEL DE ATIVIDADE, INFLAÇÃO E POLÍTICA MONETÁRIA Inflação, nível de atividade e setor externo: o desempenho dos principais indicadores da economia brasileira Guilherme R. S. Souza e Silva * RESUMO - O

Leia mais

Há três meses, inflação cresce

Há três meses, inflação cresce 1 São Paulo, 05 de junho de 2007. NOTA À IMPRENSA Há três meses, inflação cresce Em maio, o custo de vida no município de São Paulo apresentou variação de 0,63%, superior ao de abril (0,41%) em 0,22 pontos

Leia mais

Emprego Industrial Dezembro de 2014

Emprego Industrial Dezembro de 2014 Emprego Industrial Dezembro de 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO No mês de dezembro de 2014, o saldo de empregos em Santa Catarina recuou em relação ao estoque de novembro (-36.691 postos e variação de -1,8%). A

Leia mais

Índices de Obras Públicas IPOP

Índices de Obras Públicas IPOP Índices de Obras Públicas IPOP Índices de Obras Públicas Registram Aceleração Generalizada! Denise Cyrillo (*) Neste início de ano, não se pode afirmar que as perspectivas da economia brasileira melhoraram.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO A IMPORTÂNCIA DO SETOR INDUSTRIAL NO CONTEXTO DO ZONEAMENTO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Nov. 2015 Distribuição % do Emprego e Massa Salarial e Valor Adicionado na Capital Seção CNAE Empregados % Massa Salarial

Leia mais

Comércio em Números. Brasil. meses.

Comércio em Números. Brasil. meses. Belo Horizonte MG Dezembro de 2015 O é um acompanhamento sistemático das estatísticas econômicas. Trata-se de um estudo que busca acompanhar o comportamento das variáveis de desempenho do consumo e das

Leia mais

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%)

VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) PIB 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 VARIAÇÃO ANUAL DO PIB BRASILEIRO (%) 9.0 8.0 7.6 7.0 6.0 5.0 4.0 3.0 2.0 1.0-1.0 4.4 1.3 3.1 1.2 5.7 3.1 4.0 6.0

Leia mais

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/12/2016. Janeiro 2017 Conjuntura Econômica I

Seção fechada com dados disponíveis até o dia 30/12/2016. Janeiro 2017 Conjuntura Econômica I Índices Econômicos II Índices gerais II Índice de preços ao produtor amplo origem Brasil III Preços ao consumidor Brasil V Preços ao consumidor Rio de Janeiro V Preços ao consumidor São Paulo V Preços

Leia mais