Guia de Documentação - Siebel

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1 Guia de Documentação - Siebel Guia de Projecto - Siebel Versão 2.1 / Maio 2013 DSI-Arquitetura Aplicacional DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 1 de 14

2 Controlo de Versões V1 Actualização da informação Rui Miguel (DSI) Ricardo Torres(HP) V1.1 Inclusão do PIARQD Rui Miguel (DSI) V1.2 Inclusão do PIARQT Rui Miguel (DSI) V.1.3 Inclusão do documento Change Order - HP Rui Ventura (DSI) v.1.4 Substituição do PIARQT314 por PIGENT313 e inclusão do PIARQT314 como Modelo de Entidades Rui Ventura (DSI) v.1.5 Alteração da forma de obtenção do PIARQT Rui Ventura (DSI) v.1.6 Inclusão de PIARQT351 e PIGENT Rui Miguel(DSI) v.2.0 Remoção das componentes referenciadas no Guia de Projeto Geral Rui Miguel(DSI) v.2.1 Adequação ao novo acordo ortográfico. Alteração da designação do PIGENT Rui Ventura (DSI) Direitos Autorais Documento inédito com todos os direitos reservados. A inscrição COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA foi atribuída a este documento para, em caso de publicação acidental, proteger os direitos da Galp Energia SA. Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sob qualquer forma, inclusive fotocópia ou transmissão eletrónica para qualquer computador, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. Confidencialidade As informações contidas neste documento são confidenciais e da propriedade exclusiva da Galp Energia SA, não podendo ser utilizadas, divulgadas, ou cedidas a terceiras partes, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 2 de 14

3 Índice 1 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO E OBJETIVO DO DOCUMENTO DOCUMENTOS DE SUPORTE ARQUITECTURA TÉCNICA DOS AMBIENTES DESENVOLVIMENTO PROJETO QUALIDADE PRODUÇÃO FORMAÇÃO NORMAS, STANDARDS E MELHORES PRÁTICAS NORMAS STANDARDS DEPLOYMENT DOCUMENTOS DO PROJETO DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 3 de 14

4 1 Introdução 1.1 Introdução e Objetivo do Documento No sentido de garantir a existência de uma base de conhecimento sobre todas as capacidades implementadas na plataforma Siebel e que essa mesma base de conhecimento está acessível às partes interessadas, este documento define as regras a serem seguidas pelas equipas de projeto e de manutenção aquando da criação/alteração de funcionalidades existentes. Nesse sentido, o documento aborda as seguintes vertentes: Ambiente de trabalho Modelo de Referência da Galp Energia Normas, Standards e Melhores Práticas Documentação do Projeto Este documento é complementar ao documento Guia de Projeto Geral, sendo que toda a informação e documentação que não é específica da plataforma Siebel encontra-se vertida no documento supra. Assim, aconselha-se a leitura do referido documento Guia de Projeto Geral antes de continuar a leitura deste guia específico da plataforma Siebel. Só com o cumprimento das regras definidas é que projetos ou ações de manutenção poderão ser aceites no que respeita a passagem das respetivas capacidades pelos vários ambientes (desenvolvimento, qualidade e produção). DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 4 de 14

5 1.2 Documentos de Suporte Os documentos associados são os seguintes: PIARQD301; PIARQD303; PIARQD312; PIARQD322; PIARQT011; PIARQT313; PIGENT004; PIGENT005; PIGENT010; PIGENT022; PIGENT313; PIGENT315; PIGENT319; PIGENT326; PIQASD001; PIQAST001; PIQAST003; Change Order DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 5 de 14

6 2 Arquitectura Técnica dos Ambientes Os ambientes disponíveis na plataforma Siebel são os seguintes: Desenvolvimento Projeto; Qualidade; Produção; Formação. 2.1 Desenvolvimento Projeto Por norma, no início do projeto será atribuído, um ambiente de desenvolvimento à equipa de projeto com as permissões necessárias à utilização das ferramentas de desenvolvimento. O software a utilizar pelo projeto deverá ser solicitado à Área de Arquitectura Aplicacional. Qualquer software adicional ao disponibilizado, que seja necessário ao projeto, deverá ser identificado e solicitado à Galp Energia com a devida antecedência. A instalação do mesmo é da responsabilidade da Galp Energia. Necessidades de alterações às parametrizações base do software deverão ser solicitadas à Galp Energia que avaliará os impactos da solicitação e respetiva alteração. O ambiente de desenvolvimento será configurado com os serviços transversais necessários ao projeto de modo a que possam ser vistos e usados de forma standard pela equipa de projeto. Todas as sources e bibliotecas serão disponibilizadas via ferramenta TFS ( Team Foundation Server) da Microsoft. Para maiores detalhes sobre a sua utilização ver documento PIARQD322 Siebel Regras de Utilização do TFS, disponível no site Arquitectura e Análise Funcional, na pasta 01. Guias e Normas. A utilização de códigos de erro e respetivos descritivos deverá ser previamente aprovado pela Área de Arquitectura Aplicacional. Após a realização com sucesso dos objetos os mesmos ficarão para utilização por outras equipas, passando a constar da lista de objetos existentes para (re)utilização. 2.2 Qualidade O ambiente de qualidade disponibilizado tenta refletir, tanto quanto possível, a arquitetura técnica e respetiva infraestrutura de servidores de produção. É o primeiro ambiente onde as questões de cariz de infraestrutura (rede, clusters, switches, balanceamento de carga, etc.) se encontram pela primeira vez disponíveis às equipas de desenvolvimento, permitindo a estas conduzirem ciclos e condições de teste específicos (por exemplo testes de performance aplicacional ou testes de exceção/falha de um dos servidores em balanceamento de carga) que no ambiente de desenvolvimento tipicamente não são controladas. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 6 de 14

7 A colocação das componentes desenvolvidas no âmbito do projeto neste ambiente é da responsabilidade da equipa de projeto, com a supervisão da equipa de manutenção. De qualquer forma, as componentes só deverão passar para qualidade após a realização dos testes que garantam que a funcionalidade implementada corresponde a todas as especificações efetuadas. O acompanhamento por parte da equipa de manutenção, tem como objetivo validar o plano de instalação fornecido, previamente, pela equipa de projeto. Após a instalação do projeto neste ambiente, a garantia de funcionamento (levantar e baixar serviços) dos serviços é da responsabilidade da equipa de manutenção com o apoio da equipa de projeto. Adicionalmente, é o ambiente onde as soluções desenvolvidas são testadas de forma integrada com uma garantia mínima de controlo sobre as alterações a componentes que, tipicamente, num ambiente de desenvolvimento, se encontram sujeitos a um maior número de atualizações. Neste ambiente e antes de se proceder aos testes de aceitação por parte dos utilizadores deverá ser garantido a realização dos vários tipos de testes constantes no documento PIQASD001 Metodologia de Testes. 2.3 Produção A colocação das componentes desenvolvidas no âmbito do projeto neste ambiente é da responsabilidade da equipa de manutenção com o apoio da equipa de projeto. O mesmo só poderá ser efetuado com a prévia autorização da Área de Arquitectura. Para isso toda a documentação terá que estar entregue e validada e terão que ser apresentadas evidências dos vários tipos de testes efetuados (integração, técnicos, funcionais, aceitação, carga). Aquando da passagem a produção, a equipa de projeto deverá efetuar o acompanhamento durante um período mínimo de 15 dias, sendo que neste período deverá ser garantido que todas as funcionalidades implementadas/alteradas foram alvo de utilização. O acompanhamento por parte da equipa de projeto, tem como objetivos garantir a correta instalação das componentes desenvolvidas, assegurar que todas as componentes estão a funcionar corretamente e assegurar a passagem do know-how para a equipa de manutenção. Após o período de transição a equipa de manutenção será, ao nível aplicacional, a entidade responsável pela operacionalidade das componentes que foram desenvolvidas no âmbito do projeto. No entanto, qualquer situação em que se verifique a existência de erros decorrentes de uma falha de implementação e caso esteja a decorrer o período de garantia, a responsabilidade pela correção do erro é da responsabilidade da equipa de projeto. 2.4 Formação A colocação das componentes desenvolvidas no âmbito do projeto neste ambiente é da responsabilidade da equipa de manutenção com o apoio da equipa de projeto. Este ambiente tem como objetivo possibilitar a disponibilização de um ambiente em que os utilizadores DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 7 de 14

8 possam simular as funcionalidades existentes em produção sem preocupações de alterar informação de negócio. Este ambiente destina-se em primeiro lugar à formação dos operadores de Contact-Center. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 8 de 14

9 3 Normas, Standards e Melhores Práticas No sentido de garantir a eficiência e eficácia dos recursos utilizados ao nível da plataforma Siebel foram definidas normas, standards e melhores práticas a utilizar no âmbito do desenvolvimento de projetos na componente de integração. 3.1 Normas PIQASD001 Metodologia de testes PIQASD002 Gestão da Configuração PIARQD303 Normas Funcionais e Técnicas PIARQD321 Regras de Promoção entre Ambientes PIARQD322 Regras de utilização do TFS 3.2 Standards PIARQD301 Standards de Programação 3.3 Deployment PIARQD314 Regras de Deployment DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 9 de 14

10 Guia de Projecto Siebel 4 Documentos do Projeto As equipas não poderão assumir a aceitação tácita da documentação apresentada em caso de não resposta por parte da Área de Arquitectura Aplicacional. Sempre que haja atraso na resposta, é da responsabilidade das equipas alertar os responsáveis do projeto, por parte da Galp, para a obtenção das aprovações necessárias. De acordo com as fases definidas para a realização de um projeto de SI na Galp Energia, apresenta-se de seguida a documentação que deverá ser elaborada/atualizada em cada fase: Fase Documento Definição Conceptual Desenho Detalhado Construção da Solução Teste e Aceitação Passagem a Produção Exploração PIARQT011 Checklist Projeto C A A A PIGENT004 Análise de Gap's C A A PIGENT005 Requisitos Técnicos C/A A A A PAF03 Relatório de Desenho Funcional C A A A PIGENT311 Definição Desenho Técnico Alto nível C A A A A PIGENT022 Checklist Deploy C A A PIGENT315 Inventário de Erros_Avisos_Monitorização A A A PIQAST001 Plano de abordagem ao teste C A A A PIQAST003 Plano de testes C A A A PIARQT312 Tempos Siebel C A A A PIGENT326 Manual de Exploração A A A A PIARQT012 Métricas de projeto A A A A PIARQT351 Métricas da Plataforma C A A A PIARQT313 Modelo de Entidades C A A A A PIARQT319 Especificação de Objecto C A A A A PIARQT320 Document Server Template C A A A A PIGENT313 Deployment C A A Change Order Passagem a Produção (15 dias antes) C (C)riar; (A)tualizar. Documentos a laranja são os documentos específicos da plataforma Siebel. DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 10 de 14

11 Guia de Projecto Siebel De notar que a entrega desta documentação, por parte da Equipa de Projeto, é fundamental para se assegurar a total aceitação do sistema por parte do fornecedor de manutenção aplicacional, e que servirá de base ao bom cumprimento das suas funções. Em virtude de em muitas situações os projetos juntarem, em termos de plano, a fase de Desenho Conceptual e com a fase de Desenho Detalhado deverá ser garantido que antes de avançar com a produção/atualização da documentação associada à fase de Desenho Detalhado existe uma validação, por parte da equipa de Arquitectura Aplicacional, de: Processos a serem implementados via Siebel; Serviços e entidades a serem implementadas\utilizadas. Para efetuar este trabalho é necessário o preenchimento dos documentos: 1ª Fase o o PIGENT005 Inventário de Requisitos; PIGENT311 Definição do Desenho Funcional/Técnico da Solução (alto nível); 2ª Fase o PIARQT011 Checklist de Projeto ( 2ª fase) PIARQT011 CHECKLIST DE PROJETO Neste documento deverão estar também identificadas as entradas no log por parte do ETL. Isto deverá ser efetuado na folha para registo dos serviços\interfaces do Tibco PIGENT311 DESENHO TÉCNICO ALTO NÍVEL Este documento tem como objetivo dar uma visão alto nível da arquitetura técnica aplicacional a ser implementada. PIGENT022 CHECKLIST DEPLOY Deverá ser criado com as ações de todas as equipas de forma a que se possa assegurar que nenhum ponto seja esquecido aquando a passagem a qualidade/produção. PIGENT315 INVENTÁRIO DE ERROS E AVISOS Documento com a sistematização dos erros que podem ocorrer, das causas, impactos, criticidade e respectivas ações a desencadear. Este documento é Único e deverá ser atualizado aquando a conclusão de desenho de um novo projeto PIARQT313 MODELO DE ENTIDADES Documento com a identificação do modelo de entidades que irá suportar o projeto. Neste documento deverá DSI Arquitectura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 11 de 14

12 ser identificado o AS-IS e o TO-BE, com a respetiva justificação das alterações a implementar. Associado ao documento, deverá ser também entregue à DSI/Área de Arquitectura os visios correspondentes aos modelos. PIGENT326 MANUAL DE EXPLORAÇÃO Este documento tem como objetivo garantir que todas as operações que têm que ser realizadas por parte da manutenção estão claramente documentadas (procedimentos). Este documento poderá ser consultado no site da Arquitectura e Análise Funcional em 03 Arquitetura»10. Siebel» 05. Manual de Exploração. MANUAL DE FORMAÇÃO Este documento tem como objetivo garantir a formação dos utilizadores numa óptica de gestão de mudança. O manual deverá ser orientado ao processo, identificando caso seja relevante o processo antigo e o novo processo. PIARQT319 ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO Cada Documento conterá o desenho funcional e regras específicas do objeto indicando: Os projetos onde o objeto é utilizado A Lógica (workflow) do objeto O contexto onde o objeto é usado Regras específicas do objeto Alterações que o objeto foi sofrendo Nota: Para alguns dos objetos Siebel existem templates PIARQT319 específicos. PIARQT320 DOCUMENT SERVER TEMPLATE Cada Documento conterá a especificação da geração de documento associado a um template. Esta é uma situação especial em que não deverá ser usado o documento PIARQT319 Especificação do Objeto. Deverá ser definido Nome do modelo; Identificação das várias secções que poderão compor o documento final; Condições de inclusão da secção no documento, caso existam; Nome do template associado à secção; DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 12 de 14

13 Ficheiro associado. PIGENT312 DEFINIÇÃO DESENHO TÉCNICO DA SOLUÇÃO Neste documento é efetuada a especificação da arquitetura técnica nas suas várias componente de uma forma detalhada, é efetuado o desenho dos vários processos e das suas componentes. PIGENT313 DEPLOYMENT Deverá ser preenchido sempre que um projeto passe de ambiente (Qualidade e Produção). Este documento conterá regras, variáveis e nomenclaturas adicionais que não se encontrem já definidas no documento de Deployment Global PIARQD014, nomeadamente: Arquitectura; Pré-requisitos de instalação; Identificação das componentes a instalar e respetiva localização; Variáveis globais utilizadas; Valores específicos utilizados; Distribuição dos objetos/serviços pelas máquinas; Instruções de instalação; Instruções de verificação da instalação; Análise de carga. PIARQT012 MÉTRICAS DE PROJETO Para os processos de integração via TIBCO e via ETL, deverão ser recolhidos os respetivos tempos através do template PIART012 Tempos de Execução. Este documento será gerado pela Arquitetura após o preenchimento por parte do projeto da folha de Integração-Métricas (PIARQT012) disponível no PIARQT011 Checklist de Projeto. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 13 de 14

14 DOCUMENTOS EM DEFINIÇÃO Os documentos abaixo identificados encontram-se em fase de definição pela Arquitectura Aplicacional. Enquanto tal não acontece deverá ser acordado com a mesma e com a equipa de manutenção aplicacional a documentação a usar em sua substituição. PIARQT351 TEMPOS SIEBEL Este documento tem como objetivo dar visibilidade sobre os resultados dos testes efetuados em cada um dos ambientes. Este documento é obrigatório para a autorização de passagem de ambiente, sendo que sempre que é efetuado um ciclo de testes os resultados dos mesmos devem ser incluídos no documento, sendo que o mesmo é complementar ao PIQAST003. Os dados recolhidos irão permitir efetuar avaliação dos tempos médios que as funcionalidades demoram a ser executadas. Caso o número de operações disponibilizadas pelo projeto sejam bastante elevadas dever-se-ão selecionar para efeitos de reporting: o As operações que sejam mais importantes em termos de tempos de resposta por parte dos vários intervenientes (Negócio, DSI, Equipa de Manutenção Aplicacional): Deverão ser consideradas operações mais importantes as operações: Pelo seu perfil são pesadas para a plataforma; São críticas para o negócio; São executadas com muita frequência e que caso não estejam otimizadas poderão ter um impacto significativo na operação. o As que sejam facilmente obtidas por via da utilização de ferramentas da própria base de dados, da plataforma de CRM, ou outra que seja disponibilizada. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2011 Galp Energia, SA 14 de 14

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