Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº

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1 Estado do Espírito Santo DECRETO Nº Regulamenta as disposições legais relativas ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN, instituído pelo Município de Vitória. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, D E C R E T A: TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este Decreto regulamenta as disposições legais relativas ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN, instituído pelo Município de Vitória. Parágrafo único. O vocábulo imposto, quando mencionado neste Decreto, refere-se especificamente ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISSQN. TÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DOS ELEMENTOS ESSENCIAIS DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA - ISSQN SEÇÃO I Do fato gerador Art. 2º. O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 29 de dezembro de 2003, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador, cuja incidência

2 Decreto nº fls. 2 - independe da denominação dada ao serviço prestado, da sua destinação, da existência de estabelecimento fixo, do resultado financeiro do efetivo exercício da atividade e do cumprimento de quaisquer exigências legais, regulamentares ou administrativas. SEÇÃO II Do contribuinte Art. 3º. Contribuinte do imposto é o prestador de serviço, pessoa física ou jurídica ou a esta equiparada, para fins tributários que exerça em caráter permanente ou eventual, quaisquer das atividades constantes da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de SEÇÃO III Da base de cálculo SUBSEÇÃO I Do imposto calculado sobre o preço dos serviços Art. 4º. A base de cálculo do imposto é o preço do serviço, considerando-se preço tudo o que for cobrado em virtude da prestação do serviço, seja em dinheiro, bens, serviços ou direitos, na conta ou não, inclusive a título de reembolso, reajustamento ou dispêndio de qualquer natureza. 1º. Incluem-se na base de cálculo do imposto as vantagens financeiras decorrentes da prestação de serviço, inclusive as relacionadas com a retenção periódica de valores recebidos. 2º. Os valores relativos a descontos ou abatimentos, quando previamente contratados sob condição, deduzem-se do preço do serviço, desde que fique comprovado que a condição estipulada se realizou. 3º. Nos serviços contratados em moeda estrangeira o preço será o valor resultante da sua conversão em

3 Decreto nº fls. 3 - moeda nacional ao câmbio oficial do dia da ocorrência do fato gerador. 4º. Na falta de preço, será tomado por base de cálculo do imposto o valor cobrado dos usuários ou dos contratantes de serviços similares. 5º. O imposto é parte integrante e indissociável do preço do serviço, constituindo o seu destaque nos documentos fiscais mera indicação para fins de controle e esclarecimento do prestador ou do tomador de serviços. 6º. O valor do imposto, quando cobrado em separado, integrará a sua base de cálculo. SUBSEÇÃO II Da atividade de profissional autônomo Art. 5º. Quando se tratar de prestação de serviços sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte, o imposto será calculado, anualmente, em função da natureza dos serviços ou de outros fatores pertinentes. 1º. O imposto calculado na forma prevista no caput deste artigo terá os seguintes valores: I - quando a atividade exercida exigir nível de escolaridade superior: R$ 351,70 (trezentos e cinqüenta e um reais e setenta centavos) por ano; II - quando a atividade exercida exigir nível de escolaridade médio: R$ 175,85 (cento e setenta e cinco reais e oitenta e cinco centavos) por ano. 2º. Os valores constantes dos incisos I e II do 1º serão corrigidos, anualmente, a partir de 01 de janeiro de 2008, e no mesmo dia dos exercícios subseqüentes, pelo índice de atualização dos créditos da Fazenda Municipal.

4 Decreto nº fls. 4 - SUBSEÇÃO III Das atividades sujeitas ao regime de Estimativa Art. 6º. A base de cálculo do imposto sujeito ao regime de Estimativa será aferida mediante os critérios constantes da Seção II, do Capítulo III, do Título III deste Decreto. SUBSEÇÃO IV Da locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não, de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza. Art. 7º. Nos casos de prestação de serviços de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não, de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, cuja extensão da rodovia, da ferrovia, dos túneis, dos cabos, dos dutos e condutos de qualquer natureza ou o número de postes ultrapassar os limites do território deste Município, a base de cálculo do imposto será a parcela do preço do serviço correspondente à proporção existente entre a extensão ou o número desses bens, situados em seu território, e a sua totalidade, objeto da locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso. SUBSEÇÃO V Da exploração de rodovias, vias, estradas ou pontes Art. 8º. Nos casos de prestação de serviços de exploração de rodovias, vias, estradas ou pontes mediante cobrança de preço ou pedágio dos usuários, envolvendo a execução de serviços de conservação, manutenção, melhoramento, adequação da capacidade e segurança do trânsito, operação, monitoração, assistência aos usuários e outros serviços definidos em contratos, atos de concessão ou permissão ou em normas oficiais, cuja extensão das vias, estradas, rodovias ou pontes ultrapassar os limites do território deste Município, tomar-se-á por base de

5 Decreto nº fls. 5 - cálculo do imposto a parcela do preço do serviço correspondente à proporção existente entre a extensão desses bens situados em seu território e o total do percurso explorado. SUBSEÇÃO VI Das deduções relativas aos serviços de construção civil e assemelhados Art. 9º. Na prestação de serviços a que se referem os subitens 7.02, 7.05 e 7.17 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, executados sob regime de empreitada ou subempreitada, poderá ser deduzido da base de cálculo do imposto o percentual de 20% (vinte por cento) a título de materiais fornecidos pelo prestador. SUBSEÇÃO VII Das deduções relativas aos serviços de organização de viagens e excursões Art. 10. Nos casos de prestação de serviços de agenciamento, organização, promoção, intermediação e execução de programas de turismo, passeios, viagens, excursões e congêneres, as agências de turismo poderão deduzir do preço dos serviços contratados, os valores das passagens aéreas, terrestres e marítimas, bem como o valor da hospedagem dos viajantes ou excursionistas, devendo, contudo, incluir na base de cálculo do imposto, os valores das comissões e demais vantagens obtidas a título de reservas e pela venda das referidas passagens. SUBSEÇÃO VIII Das deduções relativas aos serviços de agenciamento na importação por conta e ordem de terceiros Art. 11. Excluem-se da base de cálculo do imposto devido pelas empresas de agenciamento na importação por conta e ordem de terceiros, os valores recebidos a título de reembolso de despesas com frete, armazenagem, despacho

6 Decreto nº fls. 6 - aduaneiro, capatazia e outras incorridas na operação, até a efetiva entrega da mercadoria ao adquirente encomendante. 1º. As deduções mencionadas no caput deste artigo, só poderão ser efetuadas mediante comprovação idônea das referidas despesas, bem como da emissão, pelo beneficiário, do correspondente documento fiscal devidamente autorizado pelo órgão competente deste Município. 2º. Os abatimentos referidos neste artigo não se aplicam aos seus beneficiários, quando se tratar de prestações de serviços distintos da importação por conta e ordem de terceiros. SUBSEÇÃO IX Das deduções relativas aos serviços de informática Art. 12. Do imposto a pagar devido a este Município, pelo tomador de serviços de análise e desenvolvimento de sistemas, programação, processamento de dados e congêneres, elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos, licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação, assessoria e consultoria em informática, suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados, planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, poderá ser deduzido o valor do imposto referente à prestação destes serviços, independentemente da atividade exercida pelo tomador. Parágrafo único. Tratando-se de prestação de serviços relacionados no caput deste artigo, será permitido ao prestador destes, deduzir do correspondente imposto a pagar, o valor do imposto devido pela prestação de serviços da mesma natureza, quando repassados a terceiros, desde que também devido a este Município.

7 Decreto nº fls. 7 - Art. 13. As deduções referidas no Art. 12, só serão admitidas quando satisfeitas, cumulativamente, as seguintes condições: I - o tomador e o prestador de serviços, beneficiários da dedução do imposto, mantenham contrato cujo objeto seja a prestação dos serviços mencionados no caput do Art. 12, celebrado em data anterior àquela em que se efetivar a dedução; II - o tomador e o prestador de serviços estejam regularmente inscritos no Cadastro Mobiliário Fiscal, para o exercício das atividades relacionadas no caput do Art. 12, que forem objeto das deduções; III - o valor do imposto a ser deduzido, tenha sido efetiva e comprovadamente recolhido à Fazenda Municipal de Vitória; IV - haja a emissão do respectivo documento fiscal, pelo seu prestador, autorizado pela Prefeitura Municipal de Vitória; V - o beneficiário da dedução esteja em situação de regularidade fiscal com a Fazenda Municipal de Vitória; VI - o prestador e o tomador dos serviços de que trata o caput do Art. 12 sejam pessoas jurídicas; VII - o objeto do contrato de prestação de serviço descreva, com clareza, a natureza dos serviços contratados. Parágrafo único. Para os efeitos deste artigo, considera-se regularmente inscrita no Cadastro Mobiliário Fiscal, a pessoa jurídica registrada de conformidade com a Lei nº 6.080, de 29 de dezembro de 2003 Código de Posturas e de Atividades Urbanas do Município de Vitória. SUBSEÇÃO X Das disposições gerais Art. 14. O emprego de quaisquer deduções previstas nesta Seção, exceto nas Subseções VI e VIII, não

8 Decreto nº fls. 8 - poderá resultar na apuração do imposto a pagar em valor inferior a 2% (dois por cento) da receita bruta correspondente ao respectivo serviço, apurada antes de efetuadas as referidas deduções, salvo quando se tratar de compensação de valores do imposto recolhidos indevidamente ou a maior, acrescidos ou não de correção monetária, e procedida em meses subseqüentes, de conformidade com a disciplina disposta nos artigos 135, da Lei Orgânica do Município de Vitória, e 50, da Lei nº 6.075, de SEÇÃO IV Das alíquotas Art. 15. O imposto será calculado aplicandose as seguintes alíquotas: I - arrendamento mercantil: 2,0%; II - serviços recreativos e esportivos, patrocinados por associações e clubes filiados à Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo ou às federações amadoras de esportes e organizações estudantis: 2,0%; III - concertos, recitais, shows, exibições cinematográficas e espetáculos similares, quando sua renda for destinada integralmente a entidades assistenciais sem fins lucrativos: 2,0%; IV - pesquisa, perfuração, cimentação, perfilagem, estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e a explotação de petróleo e gás natural: 2,0%; V - demais serviços: 5,0%. Parágrafo único. A aquisição da alíquota mencionada no inciso IV está condicionada ao registro do beneficiário no Cadastro Mobiliário Fiscal, cujas atividades compreendam, total ou parcialmente, a prestação dos serviços relacionados no referido inciso.

9 Decreto nº fls. 9 - SUBSEÇÃO I Das alíquotas previstas nos artigos 26 a 31 da Lei nº 6.075, de 2003 Art. 16. Para fins de apuração e cobrança do imposto, ficam as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público OSCIP s e as Organizações Não Governamentais ONG s, especializadas em oferecer linhas de crédito para empreendedores e empresas de pequeno porte da Região Metropolitana da Grande Vitória, assim classificadas de conformidade com a legislação pertinente, sujeitas à alíquota de 2,0% (dois por cento) sobre o preço dos serviços relacionados com suas finalidades essenciais. Art. 17. Para fins de apuração e cobrança do imposto, ficam as entidades, associações, federações e câmaras, representativas de segmento econômico, sujeitas à alíquota de 2,0% (dois por cento) sobre o preço dos serviços de informação, quando prestados aos seus associados, ficando, todavia, nos demais casos, sujeitas à alíquota de 5,0% (cinco por cento) sobre o preço dos serviços. Art. 18. Para fins de apuração e cobrança do imposto, ficam as empresas públicas ou sociedades de economia mista, vinculadas ao Poder Executivo, sujeitas à alíquota de 2,0% (dois por cento) sobre o preço dos serviços, quando prestados em decorrência de contratos ou convênios firmados com o Município de Vitória, ficando, todavia, nos demais casos, sujeitas à alíquota de 5,0% (cinco por cento) sobre o preço dos serviços. Art. 19. Para fins de apuração e cobrança do imposto, ficam as instituições criadas especificamente para o apoio às micro e pequenas empresas, sujeitas à alíquota de 2,0% (dois por cento) sobre o preço dos serviços de ensino, instrução, treinamento, assessoria e consultoria de qualquer natureza, que tenham estrita relação com suas finalidades estatutárias e, exclusivamente, nas hipóteses em que seu tomador

10 Decreto nº fls atenda aos requisitos de classificação de micro, pequeno e médio porte, nos termos da legislação pertinente. Art. 20. Para fins de apuração e cobrança do imposto, ficam as entidades, sem fins lucrativos, criadas especificamente, para promover o desenvolvimento tecnológico, científico e institucional, e bem assim fomentar a difusão dos avanços tecnológicos na área de tecnologia da informação, equipamentos e sistemas, sujeitas à alíquota de 2,0% (dois por cento) sobre o preço desses serviços. Art. 21. Ficam sujeitos à alíquota de 1% (um por cento), os serviços constantes dos subitens 7.02, 7.05, 7.17 e 7.19 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, executados através do Par Programa de Arrendamento Residencial ou de outros programas de objetivos assemelhados, promovidos pelo Município de Vitória, quando destinados a famílias de baixa renda, não sendo admitida, nestes casos, a dedução prevista no Art. 9º deste Decreto. 1º. A aquisição das alíquotas referidas nos artigos 20 e 21 deste Decreto far-se-á mediante requerimento endereçado à Coordenação de Tributos Mobiliários da Secretaria de Fazenda, em petição escrita e assinada pelo contribuinte ou por seu representante legal, e apresentada ao Protocolo Geral da Prefeitura, acompanhada de cópias dos seguintes documentos: I - instrumento de Constituição e respectivas alterações; II - Contrato de Prestação de Serviços objeto do pedido, nos casos previstos no Art. 21 deste Decreto; III - Cartão do CNPJ; IV - Comprovação dos requisitos exigidos à fruição do benefício, mediante documentação que razoavelmente a satisfaça, nos casos previstos no Art. 20 deste Decreto. 2º. O órgão responsável pela apreciação dos pedidos poderá solicitar dos interessados outros elementos

11 Decreto nº fls pertinentes, a fim de suprir informações que se façam necessárias. SUBSEÇÃO II Da alíquota prevista no inciso V, do artigo 25 da Lei nº 6.075, de 2003 Art. 22. A aquisição da alíquota de que trata o inciso V, do Art. 25 da Lei nº 6.075, de 2003, com as alterações das Leis nºs 6.236, de 09 de dezembro de 2004, 6.262, de 29 de dezembro de 2004, 6.527, de 29 de dezembro de 2005, e 6.808, de 15 de dezembro de 2006, far-se-á mediante as condições previstas nesta Subseção. 1º. Constitui requisito essencial à aquisição da alíquota referida no caput deste artigo, a inexistência de débitos com a Fazenda Municipal relativos ao imposto. 2º. Entende-se por débitos com a Fazenda Municipal, relativos ao imposto, aqueles constituídos pelo lançamento, bem como os não constituídos, decorrentes da falta de seu pagamento total ou parcial. Art. 23. Os contribuintes prestadores dos serviços relacionados nos subitens 4.01, 4.02, 4.03, 4.04, 4.05, 4.06, 4.07, 4.08, 4.09, 4.10, 4.11, 4.12, 4.13, 4.14, 4.15, 4.16, 4.18, 4.19, 4.20, 4.21, 4.22, 4.23, 7.03, 9.02, 10.01, 10.05, 13.05, 14.08, 17.03, 17.09, 17.14, 17.15, 17.16, 17.17, 17.18, 17.19, 17.20, 17.21, 17.24, 27.01, 29.01, 30.01, da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, poderão solicitar à Coordenação de Tributos Mobiliários da Secretaria de Fazenda, o enquadramento na alíquota de 2% (dois por cento), mencionada no Art. 22 deste Decreto, por meio de formulário próprio, apresentado ao Protocolo Geral, da Prefeitura. Art. 24. O formulário a que se refere o Art. 23, constante do Anexo I deste Decreto, deverá ser preenchido e

12 Decreto nº fls assinado pelo contribuinte ou por seu representante legal, se for o caso, devendo também ser acompanhado de cópias dos seguintes documentos: I - Contrato Social e respectivas alterações; II - Cartão do CNPJ. 1º. Sempre que necessário, e com a finalidade de melhor esclarecer a situação fático-jurídica do requerente, poderá o órgão responsável pela apreciação do pedido de enquadramento, solicitar do interessado outras informações e documentos pertinentes. 2º. Para os efeitos deste artigo, considera-se representante legal do contribuinte, a pessoa por ele investida de poderes específicos para postular a aquisição da referida alíquota, mediante instrumento de mandato idôneo. Art. 25. Tratando-se de contribuinte em débito com a Fazenda Municipal relativo ao imposto, a aquisição da alíquota referida no Art. 22 dste Decreto, ficará condicionada à regularização do mesmo, na forma da legislação pertinente, mediante as opções aplicáveis à natureza e situação de cada débito. Art. 26. A aquisição da alíquota de que trata esta Subseção, também, só será admitida para os contribuintes cujas atividades relacionadas no Art. 23 deste Decreto, constem, simultaneamente, do respectivo Contrato Social e do Cadastro Mobiliário Fiscal. Parágrafo único. Excluem-se do benefício a que se refere este artigo, os contribuintes registrados para efeitos fiscais. Art. 27. A concessão da alíquota reduzida será desconstituída, com o imediato retorno da sujeição do

13 Decreto nº fls contribuinte à alíquota de 5% (cinco por cento), sem prejuízo das sanções cabíveis, quando: I - da apuração de débito do imposto pela Fazenda Municipal, salvo nos casos de denúncia espontânea; II - nos casos de parcelamento de débito do imposto, o contribuinte der causa ao cancelamento do acordo pactuado, nos termos da legislação pertinente. Parágrafo único. Nos casos de apuração de débito de contribuintes beneficiários da alíquota reduzida, na forma do inciso I, poderão os mesmos preservar o benefício desde que procedam a sua regularização ou, se do lançamento do imposto houver impugnação ou recurso, adotem idêntico procedimento após o encerramento do contencioso fiscal, salvo se comprovada a existência de dolo, fraude ou simulação, hipótese em que a desconstituição do benefício retroagirá à data de sua concessão. Art. 28. A alíquota de que trata o Art. 22 deste Decreto, nos casos de pedidos de enquadramento formulados a partir da vigência da Lei nº 6.527, de 2005, quando deferidos, incidirá sobre os fatos geradores do imposto ocorridos a partir do mês subseqüente ao dos respectivos requerimentos. Parágrafo único. Tratando-se de requerimento indeferido e concluído até 31 de dezembro de 2005, aplicar-se-á o disposto neste artigo, caso haja renovação do pedido da alíquota reduzida. Art. 29. As declarações prestadas pelo contribuinte para fins de aquisição do benefício fiscal de que trata esta Subseção ter-se-ão por verdadeiras até prova em contrário. SUBSEÇÃO III Da alíquota de incentivo à revitalização do Centro de Vitória Art. 30. Será de 2,0% (dois por cento) a alíquota do imposto para os prestadores de serviços, pessoas

14 Decreto nº fls jurídicas, localizados e efetivamente exercendo, na área delimitada no Anexo II deste Decreto, as seguintes atividades: I - seguros, inclusive administração, agenciamento, corretagem ou intermediação; II - engenharia consultiva; III - arquitetura, urbanismo, paisagismo e congêneres; IV - ensino pré-escolar regular, fundamental, médio e superior, instrução, treinamento, orientação pedagógica e educacional e avaliação de conhecimentos de qualquer natureza; V - serviços de informática relativos a análise e desenvolvimento de sistemas, programação, processamento de dados e congêneres, elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos, licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação, assessoria e consultoria em informática, suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados e planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas; VI - advocacia, arbitragem de qualquer espécie, inclusive jurídica, auditoria, análise de organização e métodos, atuária e cálculos técnicos de qualquer natureza e contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares; VII - consultoria e assessoria econômica ou financeira; VIII - planejamento, coordenação, programação ou organização técnica, financeira ou administrativa; IX - bilhares, boliches e diversões eletrônicas ou não; X - call center, telemarketing e teleatendimento. 1º. Para efeito de aquisição do benefício de que trata o caput deste artigo, relativamente aos serviços relacionados nos incisos I a X, o respectivo estabelecimento deverá ser o único no território do Município de Vitória, exceto

15 Decreto nº fls nos casos em que, havendo mais de um estabelecimento, os mesmos se situarem na área delimitada no Anexo II, deste Decreto. 2º. Os serviços de engenharia consultiva, constantes do inciso II, referem-se à elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade, estudos organizacionais e outros, relacionados com obras e serviços de engenharia, e de anteprojetos, projetos básicos e projetos executivos para trabalhos de engenharia. 3º. Aplica-se a alíquota de 2% (dois por cento) prevista neste artigo, aos seguintes eventos realizados na área delimitada no Anexo II deste Decreto, independentemente, da localização do estabelecimento do prestador dos serviços: I - organização de festas e recepções, inclusive bufê; II - realização, promoção ou produção de competições esportivas ou de destreza física ou intelectual, espetáculos teatrais, eventos, espetáculos em geral, entrevistas, shows, ballet, danças, desfiles, bailes, teatros, óperas, concertos, recitais, festivais, feiras, exposições, congressos e congêneres; III - planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres. 4º. Os prestadores dos serviços elencados nos incisos I, II e III do 3º deste artigo, deverão requerer o benefício mencionado no caput deste artigo, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis da data de realização do evento. 5º. Aplica-se a alíquota de 2% (dois por cento) prevista neste artigo, quando executados na área delimitada no Anexo II deste Decreto, aos serviços de: I - guarda e estacionamento de veículos terrestres; II - reparação, conservação e reforma de edifícios.

16 Decreto nº fls Art. 31. A aquisição e a fruição do benefício referido no Art. 30 condicionam-se à regularidade fiscal do postulante com o Município de Vitória, e serão precedidas de requerimento, em formulário próprio, apresentado ao Protocolo Geral da Prefeitura, e dirigido à Coordenação de Tributos Mobiliários da Secretaria de Fazenda. Parágrafo único. A delimitação da área abrangida pela incidência da alíquota referida no Art. 30 deste Decreto, e bem assim o modelo do formulário específico de seu requerimento são partes integrantes deste Decreto, constante dos Anexos II e III. Art. 32. As disposições contidas nos artigos 30 e 31 deste Decreto, vigorarão pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados de 01 de agosto de 2006, podendo ser renovadas por igual período, sem prejuízo da ampliação ou restrição de seu conteúdo. SUBSEÇÃO IV Da alíquota de incentivo às atividades de informática Art. 33. Os serviços de análise e desenvolvimento de sistemas, programação, processamento de dados e congêneres, elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos, licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação, assessoria e consultoria em informática, suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados, planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas, bem como a comercialização de licenças de programas e sistemas de informática (próprios ou de terceiros), quando contratados com o Município de Vitória, serão tributados à alíquota de 2,0% (dois por cento) incidente sobre o preço dos serviços, exceto quando se tratar de contratos celebrados antes da vigência da Lei nº 5.145, de 25 de abril de 2000.

17 Decreto nº fls Art. 34. A alíquota de 2,5% (dois e meio por cento), prevista no Art. 35 da Lei nº 6.075, de 2003, aplicável aos serviços descritos no Art. 33 deste Decreto, será requerida por meio de formulário próprio, constante do Anexo IV deste Decreto, dirigido à Coordenação de Tributos Mobiliários da Secretaria de Fazenda e apresentado ao Protocolo Geral da Prefeitura. 1º. O requerimento mencionado no caput deste artigo deverá, necessariamente, sob pena de indeferimento de plano, ser acompanhado dos seguintes documentos: I - prova de obtenção dos Certificados de Sistemas de Garantias de Qualidade da Família NBR ISO 9000, SEI- CMM nível 2 ou superior, ou SGQ-TEC, em documento original ou cópia autenticada; II - Contrato Social e respectivas alterações; III - Cartão do CNPJ. 2º. A aplicação da alíquota referida neste artigo só vigorará no período de validade dos certificados mencionados no inciso I do 1º deste artigo, os quais, expirada a validade, deverão ser revalidados para fins de renovação do benefício. 3º. A renovação do benefício estará condicionada a requerimento autônomo formulado nos termos do caput deste artigo e seu 1º. 4º. A alíquota de que trata este artigo, quando deferida, incidirá sobre os fatos geradores do imposto a partir do mês subseqüente ao do respectivo requerimento. SUBSEÇÃO V Das disposições gerais Art. 35. Quanto aos pedidos de enquadramento nas alíquotas referidas nesta Seção, cujo deferimento dependa de requerimento prévio, observar-se-á o seguinte:

18 Decreto nº fls I - deferido o pedido, serão procedidos, relativamente ao requerente, os ajustes necessários no sistema de declarações para a fruição do benefício; II - a decisão que deferir ou indeferir o pedido será fundamentada, e dela terá ciência o requerente, cuja ocorrência será anotada em seu histórico cadastral. Art. 36. A aplicação das alíquotas de que trata esta Seção é de responsabilidade exclusiva do contribuinte ou responsável tributário, que ficará sujeito a cobranças complementares do imposto pelo seu emprego inadequado ou indevido. Art. 37. Nos casos de aplicação de alíquota inferior a 5% (cinco por cento), e tratando-se de hipótese de retenção do imposto na fonte, ficam os prestadores de serviços obrigados a exibir aos tomadores, o ato administrativo expedido pela autoridade competente deste Município que lhes concedeu tal redução, quando esta estiver condicionada a solicitação e deferimento. CAPÍTULO II DO LOCAL DE INCIDÊNCIA DO ISSQN Art. 38. O serviço considera-se prestado e o imposto devido neste Município quando, no seu território: I - situar-se o estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, o domicílio do prestador; II - situar-se o estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, o domicílio destes, nos casos de prestação de serviços provenientes do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País; III - houver extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não, conforme descrito no

19 Decreto nº fls subitem 3.04 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente à parcela desses bens situados no mesmo; IV - houver extensão de rodovia, via, estrada ou ponte, exploradas de conformidade com o subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente à parcela desses bens situada no mesmo; V - situar-se o estabelecimento do tomador ou, na falta de estabelecimento, o domicílio do mesmo, nos casos de prestação de serviço de fornecimento de mão-de-obra, constante do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; VI - ocorrer a realização da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir os serviços de planejamento, organização e administração constantes do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; VII - situar-se o estabelecimento prestador, nos casos de prestação de serviços em águas marítimas, exceto quando se tratar dos serviços a que se refere o subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; VIII - ocorrer a execução de: a) instalação de andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, conforme descrito no subitem 3.05 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; b) obra, no caso dos serviços constantes dos subitens 7.02 e 7.19 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; c) demolição, constante do subitem 7.04 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; d) reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres, constantes do subitem 7.05 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; e) varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer, constantes do subitem 7.09 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003;

20 Decreto nº fls f) limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres, constantes do subitem 7.10 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; g) decoração e jardinagem, corte e poda de árvores, constantes do subitem 7.11 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; h) controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos, constantes do subitem 7.12 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; i) florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres, constantes do subitem 7.16 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; j) escoramento, contenção de encostas e congêneres, constantes do subitem 7.17 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; l) limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos, lagoas, represas, açudes e congêneres, constantes do subitem 7.18 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; m) serviços constantes do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente ao bem localizado no mesmo, objeto de guarda ou estacionamento; n) serviços constantes do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente aos bens ou ao domicílio das pessoas localizados no mesmo, em relação aos quais forem prestados; o) serviços constantes do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente aos bens localizados no mesmo, objeto de armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda; p) serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres, constantes do item 12, exceto do subitem 12.13, da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003;

21 Decreto nº fls q) serviços de transporte de natureza municipal, constantes do subitem da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003; r) serviços portuários, aeroportuários, ferroportuários, ferroviários, de terminais rodoviários, ferroviários e metroviários constantes do item 20 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, relativamente ao porto, aeroporto, ferroporto e ao terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, localizados no mesmo. Art. 39. Para os fins do disposto neste Decreto, considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. Art. 40. Consideram-se circunstâncias indicativas da existência de unidade econômica ou profissional, a conjugação total ou parcial dos seguintes elementos: I - existência de pessoal, material, máquinas, instrumentos e equipamentos, próprios ou de terceiros, necessários à execução dos serviços; II - estrutura organizacional ou administrativa; III - inscrição nos órgãos previdenciários; IV - indicação como domicílio fiscal para efeito de outros tributos; V - atividade de prestação de serviços exteriorizada, inclusive, através da indicação do endereço em impressos, formulários, correspondências, site na internet, propaganda ou publicidade, contratos, contas telefônicas, de fornecimento de energia elétrica, água ou gás em nome do prestador ou de seu representante legal.

22 Decreto nº fls CAPÍTULO III DA RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Art. 41. Nas hipóteses previstas neste Capítulo, são os tomadores de serviços obrigados à retenção e ao recolhimento do ISSQN, ainda que não estabelecidos ou não domiciliados neste Município. Parágrafo único. A retenção e o recolhimento do imposto referidos no caput são obrigatórios quando se tratar de imposto devido neste Município. Art. 42. Toda pessoa jurídica ou a esta equiparada para fins tributários, tomadora ou intermediária de serviços, independentemente de sua condição de imune ou isenta, é responsável pela retenção e o recolhimento do imposto, quando: I - o prestador de serviços, sendo pessoa jurídica, não comprovar estar regularmente inscrito no Cadastro Mobiliário Fiscal, observado o disposto no 1º deste artigo, ou que descumprir a obrigação de emitir a respectiva nota fiscal ou outro documento autorizado pelo Município; II - o prestador de serviços for profissional autônomo, observado o disposto nos 2º e 3º deste artigo; III - da contratação ou intermediação dos seguintes serviços: IV - varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer; V - limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres; VI - vigilância, segurança ou monitoramento de bens e pessoas; VII - fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter temporário, inclusive de empregados ou trabalhadores, avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de serviço.

23 Decreto nº fls. 23-1º. Para efeito do disposto no inciso I deste artigo, considera-se regularmente inscrito no Cadastro Mobiliário Fiscal, o prestador de serviços nele registrado nos moldes da Lei nº 6.080, de 2003, ou para efeitos fiscais, e habilitado no sistema ISISS para prestar as declarações de estilo e recolher diretamente o imposto devido. 2º. O disposto no inciso II deste artigo, aplica-se ao prestador de serviços, profissional autônomo, que, domiciliado ou estabelecido neste Município, não comprovar estar regularmente inscrito no Cadastro Mobiliário Fiscal, na forma da Lei nº 6.080, de º. Fica também sujeito à retenção do imposto prevista no inciso II deste artigo, o prestador de serviços, profissional autônomo, que, não domiciliado ou não estabelecido neste Município, mas que nele preste serviço, não comprovar estar regularmente inscrito em outro Município. Art. 43. Também são responsáveis pela retenção e recolhimento do imposto, as pessoas jurídicas ou a estas equiparadas para fins tributários, independentemente de sua condição de imune ou isenta, quando da contratação ou intermediação dos serviços relacionados neste artigo, desde que o prestador não seja estabelecido neste Município: I - cessão de andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário; II - execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos; III - demolição; IV - reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres; V - decoração e jardinagem, inclusive corte e poda de árvores;

24 Decreto nº fls VI - controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos; VII - florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres; VIII - escoramento, contenção de encostas e serviços congêneres; IX - limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos, lagoas, represas, açudes e congêneres; X - acompanhamento e fiscalização da execução de obras de engenharia, arquitetura e urbanismo; XI - planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres. Art. 44. Sem prejuízo do disposto nos artigos 42 e 43 deste Decreto, são ainda responsáveis pela retenção e recolhimento do imposto: I - os órgãos da administração pública da União e do Estado, inclusive suas autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista, mediante a formalização de convênios com o Município de Vitória, quando da contratação de serviços sujeitos à incidência do imposto; II - os Poderes Executivo e Legislativo do Município de Vitória, inclusive suas autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista, quando da contratação de serviços sujeitos à incidência do imposto; III - o tomador ou intermediário de serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País; IV - as empresas de transporte aéreo, terrestre ou marítimo e os prestadores de serviços de hospedagem, pelo imposto incidente sobre as comissões pagas às agências e às operadoras de turismo, relativas a venda de passagens e de hospedagem; V - os bancos e demais entidades financeiras, pelo imposto devido pela prestação de serviços de guarda e vigilância, de conservação e limpeza, de transporte,

25 Decreto nº fls coleta e remessa ou entrega de valores e de correspondência bancária; VI - as empresas seguradoras, pelo imposto devido pelas comissões pagas a título de corretagem de seguros; VII - as empresas e entidades que exploram loterias e outros jogos, inclusive apostas, pelo imposto devido pelas comissões pagas, a qualquer título, aos seus agentes, revendedores ou concessionários; VIII - as operadoras de turismo, pelo imposto devido pelas comissões pagas a seus agentes e intermediários; IX - os prestadores de serviços de publicidade e propaganda, inclusive de agenciamento ou intermediação, pelo imposto incidente sobre os serviços elencados nos incisos I a VI do Art. 137, quando contratados de terceiros, realizados por conta e ordem do cliente; X - as empresas concessionárias dos serviços de energia elétrica, telefonia e de saneamento, pelo imposto devido por quaisquer comissões pagas, inclusive pela arrecadação de tarifas ou preços públicos; XI - os operadores de portos, aeroportos, ferroportos, terminais rodoviários, ferroviários, metroviários e congêneres, quando da contratação de serviços constantes do item 20 da Lista de Serviços anexa à Lei nº 6.075, de 2003, prestados em suas instalações ou a que elas se destinem ou se vinculem; XII - as empresas e entidades que exploram serviços postais, pelo imposto devido pelas comissões pagas, a qualquer título, aos seus agentes, revendedores ou concessionários; XIII - as operadoras de planos de medicina de grupo ou individual e convênios, prestadoras de assistência médica, hospitalar, odontológica e congêneres e de outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados, credenciados, cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do beneficiário, pelo imposto incidente sobre todos os serviços tomados, exceto os serviços prestados por profissionais autônomos.

26 Decreto nº fls. 26-1º. A retenção prevista nos incisos I, II, IV, V, VI, VII, VIII, IX, X, XI, XII e XIII deste artigo só é obrigatória quando se tratar de imposto devido neste Município, de conformidade com a disciplina contida no inciso I, do Art. 38, combinado com os artigos 39 e 40, deste Decreto. 2º. Na aplicação do disposto neste Capítulo, ficam os prestadores de serviços sujeitos às alíquotas estabelecidas na Lei nº 6.075, de Art. 45. Os responsáveis tributários a que se referem os artigos 42, 43 e 44 deste Decreto, estão obrigados ao recolhimento integral do imposto devido e, quando for o caso, de seus acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada a sua retenção na fonte. Art. 46. A retenção do imposto pelo tomador de serviços, procedida nos termos deste Capítulo, exclui a responsabilidade do prestador pelo seu recolhimento e respectivos acréscimos legais. 1º. Incide, no entanto, a responsabilidade subsidiária do prestador de serviços, nas hipóteses de não retenção do imposto devido ou de, não havendo o pagamento dos serviços prestados, o tomador não efetuar o recolhimento no prazo estipulado no inciso II do Art º. Considera-se subsidiária a responsabilidade do prestador de serviços, quando a Fazenda Municipal adota como ordem de preferência, para o lançamento e cobrança do imposto, inicialmente a pessoa do tomador, e, se esgotada esta possibilidade, supletivamente, a do prestador. 3º. O não recolhimento da importância retida no prazo regulamentar será considerada apropriação indébita, sujeitando-se o infrator às penalidades previstas em Lei.

27 Decreto nº fls Art. 47. Excluem-se das regras de retenção previstas neste Capítulo, os prestadores de serviços que se enquadram nas hipóteses de imunidade ou isenção ou de qualquer espécie legal de não incidência do imposto, observado o disposto no inciso II do Art. 50, deste Decreto. Parágrafo único. Ficam, entretanto, os prestadores de serviço referidos no caput deste artigo, obrigados a comprovar junto aos tomadores, através de decisão definitiva proferida na forma prevista na legislação do processo administrativo tributário, o reconhecimento da qualidade que os exonera do pagamento do imposto, sob pena de sua retenção. Art. 48. A retenção do imposto de que trata este Capítulo compete à fonte pagadora dos serviços e constitui obrigação tributária acessória, sujeitando-se o seu infrator às penalidades relativas à falta da retenção. Art. 49. A retenção do imposto é obrigatória: I - no ato do pagamento de quaisquer serviços prestados de conformidade com os artigos 42, 43 e 44, observado o disposto no inciso II, do Art. 111, deste Decreto; II - pelo cartório do juízo, no ato do pagamento ou do creditamento, ou no ato em que, por qualquer meio, o pagamento se torne disponível para o prestador, nos casos de serviços prestados no curso de processo judicial. Art. 50. A fonte pagadora é obrigada a recolher o imposto: I - mesmo que não o tenha retido; II - mesmo que, tratando-se de prestador enquadrado na hipótese do caput do Art. 47 deste Decreti, não tenha exigido a comprovação a que se refere o seu Parágrafo único. 1º. O disposto neste artigo também se aplica à fonte pagadora de serviços, ainda que se enquadre nas

28 Decreto nº fls hipóteses de imunidade ou isenção ou de qualquer espécie legal de não incidência do imposto. 2º. Se o responsável tributário comprovar que o prestador de serviços recolheu o imposto devido antes do pagamento dos mesmos, cessará a responsabilidade da fonte pagadora. Art. 51. Através do sistema ISISS, a fonte pagadora de serviços, quando da retenção do imposto, emitirá o respectivo documento comprobatório, do qual constará o nome do prestador, sua inscrição, se houver, endereço e ramo de atividade, a natureza e o montante dos serviços executados, o valor do imposto retido e o mês de referência. Parágrafo único. O documento a que se refere o caput deverá, obrigatoriamente, ser entregue ao prestador de serviços. TÍTULO III DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES RELATIVAS AO ISSQN CAPÍTULO I DO CADASTRO MOBILIÁRIO FISCAL SEÇÃO I Das disposições gerais Art. 52. O Cadastro Mobiliário Fiscal compreende os registros de pessoas físicas e jurídicas, contribuintes ou responsáveis tributários do ISSQN, formalizados nos termos da Lei nº 6.080, de 29 de dezembro de Código de Posturas e de Atividades Urbanas, bem como os registros e alterações cadastrais para efeitos fiscais, que reúnem informações de pessoas jurídicas tais como, nome ou razão social, endereço, objeto social, quadro societário e demais elementos pertinentes, ainda que não estabelecidas neste Município, mas que nele estejam sujeitas ao pagamento do imposto.

29 Decreto nº fls Art. 53. Consideram-se registros e alterações cadastrais para efeitos fiscais, aqueles efetuados com a finalidade de possibilitar o lançamento e o pagamento do imposto, sem, contudo, se cogitar do cumprimento de exigências de ordem administrativa ou regulamentar. SEÇÃO II Da inscrição Art. 54. Toda pessoa jurídica ou a esta equiparada para fins tributários, não inscrita nos moldes da Lei nº 6.080, de 2003, ainda que não estabelecida neste Município, mas que nele se sujeite ao pagamento do ISSQN, na condição de contribuinte ou responsável tributário, é obrigada a registrarse no Cadastro Mobiliário Fiscal, para efeitos fiscais. Art. 55. O registro no Cadastro Mobiliário Fiscal, para efeitos fiscais, será efetuado: I - por solicitação do interessado ou de seu representante legal, na forma estabelecida por ato do Secretário de Fazenda; II - de ofício ou através de recadastramento; III através de recadastramento. Parágrafo único. A pessoa jurídica ou a esta equiparada para fins tributários sem inscrição na forma da Lei nº 6.080, de 2003, quando alcançada pela ação do Fisco Municipal, será registrada de ofício no Cadastro Mobiliário Fiscal, para efeitos fiscais, independentemente de sua condição de contribuinte ou responsável tributário. Art. 56. O registro para efeitos fiscais referido no Art. 53 deste Decreto, não exonera os sujeitos passivos do imposto de inscreverem-se, quando obrigados, no Cadastro Mobiliário Fiscal, mediante o licenciamento e registro exigidos pela Lei nº 6.080, de 2003.

30 Decreto nº fls SEÇÃO III Do Recadastramento Art. 57. Sempre que necessário, e no interesse da fiscalização e arrecadação do imposto, a Secretaria de Fazenda poderá determinar, em caráter geral ou setorial, a atualização Cadastro Mobiliário Fiscal, mediante recadastramento dos respectivos sujeitos passivos. Art. 58. O recadastramento de que trata o Art. 57 deste Decreto, constitui obrigação tributária acessória, sujeitando-se os seus infratores às sanções previstas na legislação aplicável. SEÇÃO IV Da Suspensão Art. 59. A pessoa física ou jurídica, sujeita ao pagamento do imposto, poderá requerer a suspensão de sua inscrição no Cadastro Mobiliário Fiscal, quando da paralisação temporária de suas atividades, em virtude de: I - ocorrência de sinistro ou calamidade pública; II - fatos que, comprovadamente, venham a impedir o exercício da atividade desenvolvida; III - suspensão voluntária das atividades. Art. 60. Será suspensa, de ofício, a inscrição da pessoa física ou jurídica inscrita no Cadastro Mobiliário Fiscal, quando: I - convocada, não atender ao ato de recadastramento baixado pela Secretaria de Fazenda; II for constatada a ausência prolongada do titular ou de seus prepostos no endereço constante do cadastro ou a sua ocultação para frustrar as ações do Fisco Municipal; III - for verificado que não está exercendo suas atividades no local indicado no cadastro;

31 Decreto nº fls IV - constar do Cadastro de Pessoa Física CPF ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica CNPJ, da Secretaria da Receita Federal, na qualidade de cancelado, suspenso ou inapto; V - deixar de declarar a existência de movimento econômico tributável pelo imposto, por período de 12 (doze) meses consecutivos. Art. 61. A suspensão, de iniciativa do contribuinte ou de ofício, de que trata esta seção implicará na desabilitação da pessoa física ou jurídica no sistema de declarações ISISS, e poderá ser reativada por solicitação do interessado ao órgão responsável pela administração do Cadastro Mobiliário Fiscal, mediante formulário próprio, antes de expirado o prazo de duração da suspensão. Parágrafo único. Ato do Secretário de Fazenda disciplinará os procedimentos de suspensão de inscrições e respectiva reativação, bem como o prazo de duração da suspensão. SEÇÃO V Da Baixa Art. 62. Quando se tratar de sujeito passivo não registrado de conformidade com a Lei nº 6.080, de 2003, a baixa do Cadastro Mobiliário Fiscal será processada mediante requerimento encaminhado ao órgão responsável por sua administração, no prazo de 60 (sessenta) dias contados do encerramento das atividades ou da cessação das circunstâncias que motivaram o registro. Parágrafo único. Tratando-se, no entanto, de sujeito passivo registrado de acordo com a Lei nº 6.080, de 2003, a baixa do Cadastro Mobiliário Fiscal ficará submetida à disciplina estabelecida na legislação respectiva.

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