Tabela de Codificação quanto as Causas de Rejeição (CR) - Referência para o SHTWEB (Portaria 2712/2013-MS e RDC 34/2014-ANVISA) Cód.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tabela de Codificação quanto as Causas de Rejeição (CR) - Referência para o SHTWEB (Portaria 2712/2013-MS e RDC 34/2014-ANVISA) Cód."

Transcrição

1 Tabela de Codificação quanto as Causas de Rejeição (CR) - Referência para o SHTWEB (Portaria 2712/2013-MS e RDC 34/2014-ANVISA) Cód. Tempo Descrição Sem Rejeição Def. Idade superior a 69 anos 11 meses e 29 dias 02 Temp. Idade inferior a 16 anos 03 Temp. Doação há menos de 60 dias- homens 04 Temp. Doação há menos de 90 dias-mulheres 05 Temp. 4 doações em 12 meses- homens 06 Temp. 3 doações em 12 meses-mulheres 07 Temp. Anemia 08 Temp. Febre 09 Temp. Inacessibilidade de veias/fluxo insuficiente 10 Temp. Peso inferior a 50kg 11 Temp. Doença grave há menos de 1 mês 12 Temp. Manifestações gripais 13 Temp. Perda de peso acima de 10% do peso normal nos últimos 3 meses

2 14 Temp. Vacina para Gripe por Influenza H1N1, Hepatite, Doença Meningocócica, Cólera, Difteria, Pneumococo, Haemophilus Influenza 48 horas. 15 Temp. Vacina para Poliomielite,Varíola, Febre Amarela, Varicela, Febre Tifóide, Rubéola, Influenza (Gripe)- nas ultimas 4 semanas 16 Temp. Mononucleose- 6 meses apos a cura 17 Temp. Vacina ativa para Sarampo ou BCG há menos de 4 semanas 18 Temp. Toxoplasmose - 1 ano após a cura 19 Temp. Vacina Anti-rábica profilática (soro animal) - nas ultimas 4 semanas 20 Temp. Imunoterapia passiva homologa (soro humano) nos últimos 12 meses 21 Temp. Intervenção cirúrgica de pequeno ou grande porte 22 Temp. Exclusão medica 23 Temp. Extração dentaria há menos de 7 dias 24 Temp. Gestação atual 25 Temp. Parto/aborto há menos de 3 meses 26 Temp. Uso de medicação 27 Temp. Alterações menstruais/hipermenorréia 28 Temp. Aleitamento materno até 12 meses após o parto 29 Temp. Pulso acima de 100 batimentos por minuto

3 30 Temp. Pulso abaixo de 50 batimentos por minuto 31 Temp. Hipertensão arterial sistólica ou diastólica 32 Temp. Hipotensão arterial sistólica ou diastólica 33 Temp. Pressão divergente ou convergente 34 Temp. Outras patologias de inaptidão temporária 35 Temp. Transfusão de sangue/componentes/hemoderivados há menos de 12 meses 36 Def. Doença cardiaca 37 Def. Doença renal cronica 38 Def. Colagenoses 39 Def. Diabetes 40 Temp. Lesões de pele 41 Def. Hipertireoidismo 42 Def. Câncer- exceto antecedente de carcinoma in situ de cervix uterina e de carcinoma basocelular de pele 43 Def. Tuberculose extrapulmonar 44 Def. Hanseníase 45 Def. Doença pulmonar grave

4 46 Def. Doença neurológica/acidente Vascular Cerebral 47 Temp. Manifestações alérgicas ativas 48 Def. Doença hematológica 49 Def. Hemoglobinopatias 50 Def. Doença auto-imune 51 Temp. Epilepsia ou convulsão 52 Temp. Tendência de lipotimia 53 Def. Alcoolismo habitual 54 Temp. Brucelose - 1 ano após o tratamento ou 8 semanas após exposição 55 Temp. Ulcera péptica 56 Def. Doença hepática 57 Temp. Inconclusivo 58 Def. Hbs Ag(+) e Anti Hbc (-) 59 Def. Hbs Ag(+) e Anti Hbc (+) 60 Def. Hbs Ag(-) e Anti Hbc (+) Anti Hbs(+) 61 Def. Hbs Ag (-) e Anti Hbc (+) Anti Hbs(-) 62 Def. Hbs Ag(-) e Anti Hbc (+)

5 63 Def. Anti HCV(+) 64 Temp. ALT/TGP acima do valor de referencia 65 Temp. ALT/TGP 2 vezes maior que o valor da normalidade em mais de uma ocasião 66 Def. Sífilis sorologia reagente 67 Def. Doença de Chagas sorologia reagente 68 Def. HIV - sorologia reagente 69 Def. HTLV I e II - sorologia reagente 70 Temp. Malaria nos últimos 12 meses e/ou sorologia reagente 71 Def. Chagas e HIV 72 Def. Chagas e Hepatite 73 Def. Chagas e Sífilis 74 Def. HIV e Hepatite 75 Def. HIV e Sífilis 76 Def. Hepatite e Sífilis 77 Def. Chagas, HIV, Hepatite e Sifilis 78 Def. Chagas, HIV, Hepatite

6 79 Def. Chagas, Sífilis e HIV 80 Def. HIV, Sífilis e Hepatite 81 Def. Hepatite, Sífilis e Chagas 82 Def. Outras associações sorológicas 83 Temp. Uso excessivo de bebida alcoólica no dia da doação 84 Temp. Convivência com portadores de Hepatite B nos últimos 12 meses 85 Temp. Convivência com portadores de Hepatite C nos últimos 12 meses 86 Def. Historia clinica de Hepatite após os 11 anos de idade - (exceto Hepatite A com comprovação) 87 Temp. Historia Clinica de Sífilis 88 Def. Historia Clinica de Doença de Chagas 89 Temp. Comportamento de risco para HIV nos últimos 12 meses 90 Def. Outras patologias de inaptidão definitiva 91 Temp. Parceiro com comportamento de risco nos últimos 12 meses 92 Temp. Contato sexual com parceiro(a) não fixo(a) 93 Temp. Auto- exclusão

7 94 Def.. Malária, infecção por Plasmodium malariae ( Febre Quartã) 95 Temp. Passagem por zona endêmica de Malária nos últimos 12 meses 96 Temp. Acidente com material biológico/piercing/tatuagem/maquiagem definitiva nos últimos 12 meses 97 Temp. Impossibilidade de interromper atividades nas quais a doação acarretaria risco para si ou para outros (operadores de maquinas de corte, motoristas, páraquedistas, etc...) 98 Temp. Doador que consta na relação de doadores inaptos definitivamente 99 - Sem rejeição Intervalo entre doações reduzido por motivo de autotransfusão ou aférese

PARECER CREMEB Nº 45/10 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 07/10/2010)

PARECER CREMEB Nº 45/10 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 07/10/2010) PARECER CREMEB Nº 45/10 (Aprovado em Sessão da 1ª Câmara de 07/10/2010) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 185.906/2010 ASSUNTO: Avaliação/Triagem de potenciais doadores de sangue RELATOR: Cons. José Abelardo Garcia

Leia mais

BANCO DE SANGUE COLETA E TESTES SOROLÓGICOS

BANCO DE SANGUE COLETA E TESTES SOROLÓGICOS BANCO DE SANGUE COLETA E TESTES SOROLÓGICOS Resolução da Diretoria Colegiada RDC no 57, de 16 de dezembro de 2010. Determina o Regulamento Sanitário para Serviços que desenvolvem atividades relacionadas

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES. Doar sangue engorda ou faz emagrecer? Ao doar sangue você não engorda nem emagrece.

DÚVIDAS FREQUENTES. Doar sangue engorda ou faz emagrecer? Ao doar sangue você não engorda nem emagrece. DÚVIDAS FREQUENTES Existe regulamento sobre doações de sangue? Sim. Todas as unidades coletoras seguem extensa regulamentação da Anvisa e pode ser encontrada no site: www.saude.gov.br Doar sangue engorda

Leia mais

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM

CALENDÁRIOS VACINAIS. Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM CALENDÁRIOS VACINAIS Renato de Ávila Kfouri Sociedade Brasileira de Imunizações SBIM VACINA É PARA A VIDA TODA... Oportunidades para a Vacinação criança adolescente adulto Programa infantil Catch up (repescagem)

Leia mais

a) do Serviço de Hemoterapia para a Vigilância Sanitária Municipal, até o 10º dia útil subsequente ao mês/período informado;

a) do Serviço de Hemoterapia para a Vigilância Sanitária Municipal, até o 10º dia útil subsequente ao mês/período informado; Republicada no D.O. de 22/8/01 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11, inciso IV, do Regulamento da ANVISA, aprovado pelo Decreto

Leia mais

NORMA PROCEDIMENTAL REALIZAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS

NORMA PROCEDIMENTAL REALIZAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS 10.03.002 1/09 1. FINALIDADE Estabelecer procedimentos e disciplinar o processo para realização de exames laboratoriais no Hospital de Clínicas - HC. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Todas as unidades do HC, em

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR III ENCONTRO DE ENFERMAGEM EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA DO HEMOCE HEMOVIGILÂNCIA RETROVIGILÂNCIA : IDENTIFICANDO UMA SOROCONVERSÃO Enfª

Leia mais

rim medula óssea familiar tecidos córneas tecidos órgãos fígado fígado pulmão pulmão pâncreas pâncreas intestino intestino pâncreas pâncreas

rim medula óssea familiar tecidos córneas tecidos órgãos fígado fígado pulmão pulmão pâncreas pâncreas intestino intestino pâncreas pâncreas familiar rim medula óssea fígado fígado pulmão pulmão pâncreas pâncreas intestino intestino tecidos córneas rim rim pâncreas pâncreas fígado fígado pulmão pulmão órgãos tecidos órgãos rins rins coração

Leia mais

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01/2013

EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 01/2013 EDITAL DE RETIFICAÇÃO N 0/203 A PREFEITURA MUNICIPAL DE TABOAO DA SERRA, no uso de suas prerrogativas e atribuições legais, torna pública a retificação e inclusão de cargo no Concurso Público Nº 0/203,

Leia mais

Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação

Instrumento Administrativo Política Institucional Nº 02.03 Política de Vacinação Rev: 03 Data: 19/07/2010 Página 1 de 5 Anexo I - Rol de Vacinas cobertas por esta Política Vacina Nome da Droga Pré-requisitos para cobertura Documentação necessária Observação Crianças de 1 a 12 anos:

Leia mais

Vigilância Epidemiológica: Informar para conhecer

Vigilância Epidemiológica: Informar para conhecer Vigilância Epidemiológica: Informar para conhecer Vigilância epidemiológica no Brasil 1990: Sistema de Informação de Agravos de Notificação SINAN 2007 SINAN Net - http://dtr2004.saude.gov.br/sinanweb/

Leia mais

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança

Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Calendário de Vacinação do Prematuro e da Criança Central de Atendimento: (61) 3329-8000 Calendário de Vacinação do Prematuro Vacinas BCG ID (intradérmica) Hepatite B (HBV) Pneumocócica conjugada Recomendações

Leia mais

Política de Vacinação

Política de Vacinação Rol de s cobertas por esta Política Catapora ou Varicela contra Varicela Biken Crianças de 1 a 12 anos: esquema vacinal em dose única. Pacientes imunocomprometidos: portadores de leucemia linfóide aguda

Leia mais

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação

UNIMED GOIÂNIA. Centro de Vacinação UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO 2013 PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS RECURSOS E SERVIÇOS PRÓPRIOS 20 de outubro de 2012 Centro de Vacinação SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

Leia mais

MENINGOCÓCICA C (CONJUGADA) DOSE < DE1ANO 1ANO 2a4 ANOS 5 a 8ANOS 9 a 12ANOS 13 a 19ANOS 20 a 59ANOS D1 VIP/VOP (SEQUENCIAL) DTP/HB/HIB (PENTA)

MENINGOCÓCICA C (CONJUGADA) DOSE < DE1ANO 1ANO 2a4 ANOS 5 a 8ANOS 9 a 12ANOS 13 a 19ANOS 20 a 59ANOS D1 VIP/VOP (SEQUENCIAL) DTP/HB/HIB (PENTA) IDENTIFICAÇÃO BOLETIM MENSAL DE S APLICADAS SI - API VERSÃO 10 MÊS ANO CÓDIGO DA UNIDADE NOME DA UNIDADE UF REGIONAL CÓDIGO DO MUNICÍPIO NOME DO MUNICÍPIO BCG ROTINA MENOR DE 1 ANO 1 ANO 2 ANOS 3 ANOS

Leia mais

PROJETO DA CAMPANHA: ASSOCIADO SANGUE BOM

PROJETO DA CAMPANHA: ASSOCIADO SANGUE BOM PROJETO DA CAMPANHA: ASSOCIADO SANGUE BOM JULHO/2012 Nome do Programa: ASSOCIADO SANGUE BOM QUAL O OBJETIVO DO PROGRAMA? Fazer com que ao menos 2 representantes de cada empresa associada ao DEATEC ou Nucleado

Leia mais

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV)

ANEXO II. 1 HEPATITE B VÍRUS DA HEPATITE B (Hepatitis B Vírus HBV) ANEXO II ANEXO DA RESOLUÇÃO SESA Nº.../2009 MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ALTERAÇÃO DA CAUSA DE REJEIÇÃO DO CÓDIGO 57 (INCONCLUSIVO), PELOS SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA NO SHTWEB. 1. Segundo a RDC nº 153 de 14

Leia mais

Câmara Municipal de Itápolis 1

Câmara Municipal de Itápolis 1 Câmara Municipal de Itápolis 1 Apresentação Prezado Cidadão, Esta é a Cartilha da Boa Saúde de Itápolis, uma publicação da Câmara Municipal de Vereadores que tem por objetivo trazer à população informações

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO POVOS INDÍGENAS O presente instrumento estabelece as normatizações técnicas do Programa Nacional de Imunizações referentes ao Calendário

Leia mais

Cefaléias e Enxaqueca Convulsões febris. Desidratação. Crescimento e do desenvolvimento

Cefaléias e Enxaqueca Convulsões febris. Desidratação. Crescimento e do desenvolvimento Saúde da Criança Alimentação o Aleitamento materno Orientações gerais e manejo das principais dificuldades o Alimentação saudável o Desnutrição energético-protéica o Distúrbios da absorção o Anemia ferropriva

Leia mais

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010

PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.946, DE 19 DE JULHO DE 2010 Institui, em todo o território nacional, o Calendário de vacinação para os Povos Indígenas. O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

PROVA PRÁTICA ACS CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE MARACANAÚ

PROVA PRÁTICA ACS CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA MUNICIPAL DE MARACANAÚ QUESTÃO 01 O Agente Comunitário de Saúde tem como objetivo principal contribuir para a qualidade de vida das pessoas e da comunidade. Analise as opções abaixo e marque a alternativa incorreta: A) Conhecer

Leia mais

Calendário de Vacinas 2011

Calendário de Vacinas 2011 Calendário de Vacinas 2011 Untitled-2 1 4/4/11 4:59 PM Atualizações + atualizações_arquivo.indd 1 2 Atualizações Calendário Básico de Vacinação 2011 Idade Vacina Dose Doenças evitadas Ao nascer BCG-ID

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA- CALENDÁRIO VACINAL 2013 IDADE Ao 2m 3m 4m 5m 6m 7m 12m 15m 18m 4 a 6 11 14 a 16 Nascer anos anos anos BCG ID 1 Hepatite B 2 DTP / DTPa 3 dt/dtpa 4 Hib 5 VIP / VOP 6 Pneumo

Leia mais

Portaria Conjunta SE/SAS n 10 de 11 de maio de 2000

Portaria Conjunta SE/SAS n 10 de 11 de maio de 2000 Página 1 de 7 Portaria Conjunta SE/SAS n 10 de 11 de maio de 2000 O Secretário Executivo e o Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria GM/MS nº 3410, de 05

Leia mais

Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas & Gravidez

Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas & Gravidez 2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas & Gravidez 2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas & Gravidez Módulo I Infecções, Viagens & Gravidez Moderadores: Clara Soares & Fernando Maltez 2º Curso

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA.

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA. A IMPORTÂNCIA DA ESCOLHA DO PRÉ-NATAL E DO PRÉ- NATALISTA. Um atendimento pré-natal de qualidade é fundamental para a saúde da gestante e de seu bebê. Logo que você constatar que está grávida, deve procurar

Leia mais

SÍNDROME DE DOWN Diário Oficial do Estado Nº 197, Seção 1 sexta-feira, 17 de outubro de 2014

SÍNDROME DE DOWN Diário Oficial do Estado Nº 197, Seção 1 sexta-feira, 17 de outubro de 2014 Circular 565/2014 São Paulo, 20 de Outubro de 2014. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) "CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO" PARA OS PORTADORES DA SÍNDROME DE DOWN Diário Oficial do Estado Nº 197, Seção 1 sexta-feira, 17

Leia mais

Imunização ativa x passiva

Imunização ativa x passiva A IMUNIZAÇÃO É DEFINIDA COMO A AQUISIÇÃO DE PROTEÇÃO IMUNOLÓGICA CONTRA UMA DOENÇA INFECCIOSA. Imunização ativa x passiva A imunização ativa ocorre quando o próprio sistema imune da criança, ao entrar

Leia mais

2001 - MINISTÉRIO DA SAÚDE

2001 - MINISTÉRIO DA SAÚDE 2001 - MINISTÉRIO DA SAÚDE Autores Alcione Maria de Pinho Maria Inês Vasconcelos Lopes Maria José dos Reis Lima Vagner de Castro Maristela Arantes Marteleto (pedagogia) Colaboradores: Luis Amorim Maria

Leia mais

Lista de Tabulação CID-BR

Lista de Tabulação CID-BR Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Esta classificação foi elaborada a partir da Lista de Tabulação da CID-BR-9, uma versão da Lista Básica de Tabulação da Classificação Internacional de Doenças

Leia mais

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ,

Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ. Professor Adjunto de Infectologia Pediátrica da UFRJ, VACINAÇÃO DE GESTANTES Isabella Ballalai (MD) Diretora Médica da VACCINI - Clínica de Vacinação Professora do curso de extensão em vacinas da UFRJ Edimilson Migowski (MD, PhD, MSc) Professor Adjunto de

Leia mais

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996

Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 Índice dos Boletins Epidemiológicos de Porto Alegre de 2014 a 1996 XV 55 Novembro de 2014 Especial Vigilância Ambiental da Dengue em Porto Alegre XV 54 Fevereiro de 2014 Atual Cenário Epidemiológica da

Leia mais

NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR

NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR NÚCLEO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR Enfª Dda. Verginia Rossato Enfª Danieli Bandeira Santa Maria, 2012 Portaria GM/MS nº 2529, de 23 de novembro de 2004 Institui o Subsistema Nacional de Vigilância

Leia mais

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE)

INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) SUBPAV/SVS COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE IMUNIZAÇÕES INDICAÇÃO DE VACINAS ESPECIAIS (CRIE) VACINA INATIVADA CONTRA POLIOMIELITE (VIP) Crianças imunocomprometidas (com deficiência imunológica congênita ou

Leia mais

Pref e i t u r a M u n i c i p a l d e S a n t o E x p e d i t o

Pref e i t u r a M u n i c i p a l d e S a n t o E x p e d i t o ANEXO II DO CONCURSO PÚBLICO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ENSINO SUPERIOR Para os Cargos de: 01. Médico PSF, 02. Médico I, 03. Médico II. 01. MÉDICO PSF Programa: I. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: 01. Abordagem

Leia mais

ANEXO I - Lista de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória (LDNC). 1. Acidente com exposição a material biológico relacionado ao trabalho;

ANEXO I - Lista de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória (LDNC). 1. Acidente com exposição a material biológico relacionado ao trabalho; ANEXO I - Lista de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória (LDNC). 1 Caso suspeito ou confirmado de: 1. Acidente com exposição a material biológico relacionado ao trabalho; 2. Acidente de Trabalho

Leia mais

Sumario de Assuntos por Boletim Epidemiológico NÚMERO DO BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Sumario de Assuntos por Boletim Epidemiológico NÚMERO DO BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO Sumario de Assuntos por Boletim Epidemiológico AGRAVO NÚMERO DO BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO AIDS 3-4 - 13-14 - 17-18 - 28-34 - 36-38 - 42-44 - 45 Cobertura Vacinal 7-8 - 9-10 - 12-14 - 16-18 - 19-22 - 23-25

Leia mais

Assista & Reflita do Club 33

Assista & Reflita do Club 33 Doar sangue é vital Assista & Reflita do Club 33 Com a chegada das férias e do inverno, os estoques do Banco de Sangue ficam críticos. Por isso, precisamos muito da sua colaboração nas próximas semanas,

Leia mais

IMUNIZAÇÕES. Jacy Amaral Freire de Andrade (*)

IMUNIZAÇÕES. Jacy Amaral Freire de Andrade (*) IMUNIZAÇÕES Jacy Amaral Freire de Andrade (*) Imunização é um campo crescente do conhecimento científico que tem exigido um repensar constante do calendário ideal de vacinação, o qual deve ser adaptado

Leia mais

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE

Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos. Copyright AMBULATÓRIO DE PSORÍASE MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE Monitorização do Paciente em uso de Imunobiológicos MARCELO ARNONE AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL MARCELO DAS CLÍNICAS ARNONE FMUSP AMBULATÓRIO DE PSORÍASE HOSPITAL DAS CLÍNICAS FMUSP Moduladores de

Leia mais

13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO

13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO 13 RESUMO DAS INDICAÇÕES DOS CRIES, POR IMUNOBIOLÓGICO Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)/MS Manual dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais 2014 1 Vacina inativada poliomielite (VIP)

Leia mais

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Viva intensamente. Cuide-se DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nossos órgãos internos HÁBITOS SAUDÁVEIS Para se ter qualidade com aumento da expectativa de vida,precisa-se manter hábitos saudáveis: Alimentação balanceada

Leia mais

CÓLERA/ DIARRÉIA DO VIAJANTE

CÓLERA/ DIARRÉIA DO VIAJANTE ANTITETÂNICA Indicada para prevenção do tétano. Utilizada para imunização de adultos e idosos, inclusive gestantes (após a 12ª semana). Contraindicação: Não há, exceto àquelas comuns a todas as vacinas:

Leia mais

UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS 16-10-2010.

UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS 16-10-2010. UNIMED GOIÂNIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO PROCESSO SELETIVO PARA PREENCHIMENTO DE VAGAS NOS SERVIÇOS E RECURSOS PRÓPRIOS 16-10-2010 Vacinas SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO LEIA ATENTAMENTE AS

Leia mais

Assistência ao parto

Assistência ao parto Assistência ao parto FATORES DE RISCO NA GESTAÇÃO Características individuais e condições sociodemográficas desfavoráveis: Idade menor que 15 e maior que 35 anos; Ocupação: esforço físico excessivo, carga

Leia mais

PROGRAMA DA DISCIPLINA. Disciplina: ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS (TEORIA) Fase: 6ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos:

PROGRAMA DA DISCIPLINA. Disciplina: ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS (TEORIA) Fase: 6ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos: 21cir FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecimento: Portaria nº 604, de 31 de maio de 1995 E-mail: denf@unir.br Campus Porto Velho/RO. BR 364,

Leia mais

Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR

Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Mortalidade CID-10 Lista de Tabulação CID-BR Esta classificação foi elaborada a partir da Lista de Tabulação da CID-BR-9, uma versão da Lista Básica de Tabulação da Classificação Internacional de Doenças

Leia mais

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde?

Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? DICAS DE SAÚDE 2 Promova a sua saúde. Você sabe os fatores que interferem na sua saúde? Veja o gráfico : 53% ao estilo de vida 17% a fatores hereditários 20% a condições ambientais 10% à assistência médica

Leia mais

Hemoterapia 100 Questões Potenciais

Hemoterapia 100 Questões Potenciais Especial Hemoterapia Parte 1 Preparação Enfermagem HEMOCENTRO SES-DF Hemoterapia 100 Questões Potenciais 1 PORTARIA Nº 2.712, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013 Art. 42. No momento da seleção, será determinada

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição; e

O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e II do parágrafo único do art. 87 da Constituição; e PORTARIA Nº- 3.318, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 Institui em todo o território nacional, o Calendário Básico de Vacinação da Criança, o Calendário do Adolescente e o Calendário do Adulto e Idoso. O MINISTRO

Leia mais

A S S I S T Ê N C I A P R É - N A T A L. O diagnóstico da gravidez pode ser feito pelo médico ou pelo enfermeiro da unidade básica, de acordo com:

A S S I S T Ê N C I A P R É - N A T A L. O diagnóstico da gravidez pode ser feito pelo médico ou pelo enfermeiro da unidade básica, de acordo com: A S S I S T Ê N C I A P R É - N A T A L 3.1. Diagnóstico da Gravidez O diagnóstico da gravidez pode ser feito pelo médico ou pelo enfermeiro da unidade básica, de acordo com: Após confirmação da gravidez

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Centro de Informações Estratégias e Resposta em

Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Centro de Informações Estratégias e Resposta em Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Centro de Informações Estratégias e Resposta em Vigilância em Saúde Gerência Técnica do SINAN FLUXO DE RETORNO

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E SAÚDE

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E SAÚDE VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX TRABALHO E SAÚDE Orientador Empresarial Vacinação - Calendário Básico - Criança, Adolescente, Adulto e Idoso Revogação da Portaria

Leia mais

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS A prática do aconselhamento desempenha um papel importante no diagnóstico da infecção pelo HIV/ outras DST e na qualidade da atenção à saúde. Contribui para a promoção

Leia mais

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde

GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL. Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde GESTANTE HIV* ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL Profª.Marília da Glória Martins Recomendações do Ministério da Saúde Abordagem inicial a Os serviços que hoje são considerados porta de entrada para o diagnóstico

Leia mais

Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC: 0800 749 0148 / www.unimedextremooeste.com.br D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E Identificação:

Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC: 0800 749 0148 / www.unimedextremooeste.com.br D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E Identificação: Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC: 0800 749 0148 / www.unimedextremooeste.com.br D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E Identificação: Nome do Titular: Dependente 01: Dependente 02: Dependente 03:

Leia mais

CARTÃO DA GESTANTE. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala

CARTÃO DA GESTANTE. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala CARTÃO DA GESTANTE Nome Endereço Bairro Município UF Telefone Nome da Operadora Registro ANS Agendamento Hora Nome do profissional Sala 1 Carta de Informação à Gestante O parto é um momento muito especial,

Leia mais

Síndrome DST Agente Tipo Transmissã o Sexual Vaginose bacteriana Candidíase

Síndrome DST Agente Tipo Transmissã o Sexual Vaginose bacteriana Candidíase Síndrome DST Agente Tipo Transmissã o Sexual Vaginose bacteriana Candidíase Corrimentos Gonorréia Clamídia Tricomonías e múltiplos bactéria NÃO SIM Candida albicans Neisseria gonorrhoeae Chlamydia trachomatis

Leia mais

Deixe-se levar por esta ideia

Deixe-se levar por esta ideia Requisitos básicos para Doação de Sangue Estar em boas condições de saúde; Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos; Para os menores de 18 anos é necessário autorização

Leia mais

CARTÃO DA GESTANTE. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala

CARTÃO DA GESTANTE. Agendamento. Nome. Endereço. Bairro Município UF. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. Data Hora Nome do profissional Sala CARTÃO DA GESTANTE Nome Endereço Bairro Município UF Telefone Nome da Operadora Registro ANS Agendamento Hora Nome do profissional Sala 1 Carta de Informação à Gestante O parto é um momento muito especial,

Leia mais

Heternormatividade: uma análise dos critérios que inviabilizam a doação de sangue no Brasil por parte do grupo LGBTT

Heternormatividade: uma análise dos critérios que inviabilizam a doação de sangue no Brasil por parte do grupo LGBTT Heternormatividade: uma análise dos critérios que inviabilizam a doação de sangue no Brasil por parte do grupo LGBTT Stephanie Alves de Oliveira Silva 1 RESUMO Este artigo analisa critérios e políticas

Leia mais

Resolução SES Nº 674 DE 12/07/2013

Resolução SES Nº 674 DE 12/07/2013 Resolução SES Nº 674 DE 12/07/2013 Publicado no DOE em 16 jul 2013 Redefine a relação de doenças e agravos de notificação compulsória no âmbito do Estado do Rio de Janeiro. O Secretário de Estado de Saúde,

Leia mais

VACINAS. Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194

VACINAS. Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 VACINAS Monitor: Alessandro Almeida Sumário 1 Introdução... 1 2

Leia mais

Epidemiologia Hospitalar

Epidemiologia Hospitalar Epidemiologia Hospitalar Construindo um novo pensar na Vigilância Epidemiológica... Secretaria da Saúde A implantação dos NHE Márcia Sampaio Sá SESAB/SUVISA/DIVEP Setembro-2009 I Encontro Nacional de Vigilância

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 088/05 CIB/RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando:

RESOLUÇÃO Nº 088/05 CIB/RS. A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando: RESOLUÇÃO Nº 088/05 CIB/RS A Comissão Intergestores Bipartite/RS, no uso de suas atribuições legais, e considerando: a avaliação do Pacto de Indicadores da Atenção Básica 2004, Anexo I desta Resolução;

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO DICIONÁRIO DE DADOS SINAN NET

SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO DICIONÁRIO DE DADOS SINAN NET MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO GERAL DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS GT SINAN SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVO DE NOTIFICAÇÃO DICIONÁRIO

Leia mais

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos.

A morte cerebral é diferente da morte cardíaca: a primeira permite a doação de órgãos e tecidos; a segunda, só a doação de tecidos. Doação de órgãos A doação de órgãos é um ato de caridade e amor ao próximo. A cada ano, muitas vidas são salvas por esse gesto altruísta. A conscientização da população sobre a importância da doação de

Leia mais

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO?

Suspeita clínic a de doença celíaca. + IgA sérica POSITIVO 3? Anti-gliadina IgG POSITIVO? DOENÇA CELÍACA Suspeita clínic a de doença celíaca ttg 1 IgA ou Antiendomísio (AEM) IgA 2 + IgA sérica 3? Probabilidade de doença celíaca é baixa Probabilidade de doença celíaca é alta Deficiência de IgA?

Leia mais

PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS

PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE LABORATÓRIO CENTRAL Dr. ARISTEU LOPES - LACEN/AL FONE/FAX:XX(82)315-2702 PRAZO DE ENTREGA DE AGRAVOS Prazo Entrega Responsável Fone Eventos adversos pós

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande FURG VACINAS AULA II. Prof. Edison Luiz Devos Barlem ebarlem@gmail.com

Universidade Federal do Rio Grande FURG VACINAS AULA II. Prof. Edison Luiz Devos Barlem ebarlem@gmail.com Universidade Federal do Rio Grande FURG VACINAS AULA II Prof. Edison Luiz Devos Barlem ebarlem@gmail.com Calendário de Vacinação Infantil 2011 1. BCG (contra Tuberculose); 2. Vacina contra Hepatite B;

Leia mais

BENTO GONÇALVES SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES

BENTO GONÇALVES SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES BENTO GONÇALVES SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES Serviço de Vigilância em Saúde (SVS) A partir da criação do SVS, em junho de 2003, todas as ações

Leia mais

PROJECTO PARA OBJECTIVOS DE CONSULTA APENAS

PROJECTO PARA OBJECTIVOS DE CONSULTA APENAS REQUISITOS TÉCNICOS PROPOSTOS SANGUE E COMPONENTES DO SANGUE Ficheiro 1 PROJECTO PARA OBJECTIVOS DE CONSULTA APENAS ANEXO I REQUISITOS EM MATÉRIA DE INFORMAÇÃO A. INFORMAÇÕES A FORNECER AOS DADORES 1.

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul

Estado do Rio Grande do Sul Município de Caxias do Sul DECRETO Nº 17.276, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2014. Regulamenta o inciso III do art. 8º da Lei Complementar nº 298, de 20 de dezembro de 2007, acrescido pela Lei Complementar nº 475, de 27 de novembro de 2014.

Leia mais

D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E

D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E SAC: 0800-483500 / www.unimedflorianopolis.com.br D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E Identificação: Nome: Data Nasc.: / / Grau de Parentesco Titular Esposo (a) Companheiro (a) Filho (a) Enteado (a) Agregado

Leia mais

D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E. Nome: Data Nasc.: / / Grau de Parentesco Titular Esposo (a) Companheiro (a)

D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E. Nome: Data Nasc.: / / Grau de Parentesco Titular Esposo (a) Companheiro (a) Identificação: D E C L A R A Ç Ã O D E S A Ú D E Nome: Data Nasc.: / / Grau de Parentesco Titular Esposo (a) Companheiro (a) Filho (a) Enteado (a) Instrução Gerais: 1. A presente declaração de saúde deverá

Leia mais

{ Idade } { Vacinas e respectivas doenças } { Outras Imunizações } 5 meses. Dieta e exercício. Dieta e exercício. Uso de substâncias nocivas

{ Idade } { Vacinas e respectivas doenças } { Outras Imunizações } 5 meses. Dieta e exercício. Dieta e exercício. Uso de substâncias nocivas { Idade } recém-nascido 2 meses { Vacinas e respectivas doenças } DTPa = 1.ª dose (Difteria, Tétano, Tosse Convulsa) : regularmente ao longo da infância*; tensão arterial: periodicamente ao longo da infância*;

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome ASSINALE A RESPOSTA

Leia mais

ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL

ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL Agenda aberta à qualquer hora, para atendimento pré-natal por médico ou enfermeiro treinado, ou para atividades em grupo, ampliando-se as possibilidades de recepção e ingresso da

Leia mais

PORTARIA MS Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014

PORTARIA MS Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014 PORTARIA MS Nº 1.271, DE 6 DE JUNHO DE 2014 Define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território

Leia mais

INFORMAÇÕES AO DOADOR

INFORMAÇÕES AO DOADOR COLSAN ASSOCIAÇÃO BNFICNT D COLTA D SANGU INFORMAÇÕS AO DOADOR www.colsan.org.br Antes da doação você deve passar por um processo de triagem clínica sigilosa, no qual responderá perguntas de ordem pessoal

Leia mais

Atividade 3 os anos Marcos/Juliano ago/09

Atividade 3 os anos Marcos/Juliano ago/09 Biologia Atividade 3 os anos Marcos/Juliano ago/09 Nome: Nº: Turma: Caríssimas e caríssimos! Dando continuidade ao nosso trabalho, mantida a distância corporal entre nós (prevenção), mas preservada a lembrança

Leia mais

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS

Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN. Lucia Mardini DVAS Encerramentos de Casos de Hepatites Virais no SINAN Lucia Mardini DVAS Programa Estadual para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais/RS CEVS Rua Domingos Crescêncio Nº 132 sala 310 hepatites@saude.rs.gov.br

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 35 Departamentos Científicos da SPSP, gestão 2007-2009. Departamento de Pneumologia Infecção respiratória por vírus emergentes Calendário de vacinação 2007 Sociedade

Leia mais

Termo de Responsabilidade

Termo de Responsabilidade GERÊNCIA DE SAÚDE E PREVENÇÃO - GESPRE EXAME ADMISSIONAL Termo de Responsabilidade (Deverá ser preenchido pelo candidato com letra de forma legível) Eu, [nome completo do candidato] CPF n.º RG n.º. Candidato(a)

Leia mais

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA Manual das ações programáticas 1 M o d e l o S a ú d e T o d o D i a PROGRAMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE AGRAVOS TRANSMISSÍVEIS INDICE INTRODUÇÃO... 5 FLUXOGRAMA DO ENVIO

Leia mais

Hepatite C Casos Clínicos

Hepatite C Casos Clínicos DIA MUNDIAL DE ENFRENTAMENTO DAS HEPATITES VIRAIS Hepatite C Casos Clínicos Dr. Bernardo Machado de Almeida Hospital de Clínicas UFPR H. Municipal São José dos Pinhais Curitiba, 28 de julho de 2014 Para

Leia mais

O Processo de Doação Transplante Introdução

O Processo de Doação Transplante Introdução O Processo de Doação Transplante Introdução Desde o início da história dos transplantes, inúmeras dificuldades são enfrentadas para efetiva implantação desta prática terapêutica, essencialmente no que

Leia mais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais

Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Programa Nacional para a Prevenção e o Controle das Hepatites Virais Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Gerusa Maria Figueiredo gerusa.figueiredo@saude.gov.br I CONGRESSO BRASILEIRO

Leia mais

RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL

RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL RESTRIÇÃO DE CRESCIMENTO FETAL José de Arimatéa Barreto DEFINIÇÃO Para evitar correlação com função mental anormal, atualmente, o termo preferido é restrição de crescimento fetal (RCF), em substituição

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

1. Motivos biológicos como imunodepressão, asplenia, transplante, AIDS;

1. Motivos biológicos como imunodepressão, asplenia, transplante, AIDS; IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS São produtos (vacinas e Imunoglobulinas), destinados aos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais CRIES, objetivando facilitar o acesso de usuários portadores de quadros

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR Considerações sobre o diagnóstico de doenças transmitidas pelo sangue Ms. Paulo Germano de Carvalho O sangue é uma porta de entrada para

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO

INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA REFERENTE AO CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO O presente instrumento estabelece as normatizações técnicas do Programa Nacional de Imunizações referentes ao Calendário Nacional de Vacinação,

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 78

PROVA ESPECÍFICA Cargo 78 11 PROVA ESPECÍFICA Cargo 78 QUESTÃO 26 As normas ISO 9000(2000) e ISO 9004(2000) apresentam os oito princípios de gestão da qualidade. De acordo com a ABNT/CB-25,0 (2000), os oito princípios da gestão

Leia mais

INSPEÇÃO SANITÁRIA EM SERVIÇO DE HEMOTERAPIA CICLO DO SANGUE. Captação, Recepção/Registro, Triagem Clínica e Coleta

INSPEÇÃO SANITÁRIA EM SERVIÇO DE HEMOTERAPIA CICLO DO SANGUE. Captação, Recepção/Registro, Triagem Clínica e Coleta INSPEÇÃO SANITÁRIA EM SERVIÇO DE HEMOTERAPIA CICLO DO SANGUE Captação, Recepção/Registro, Triagem Clínica e Coleta DEFINIÇÃO DE CICLO DO SANGUE ART. 2º RDC N 34, DE 11 DE JUNHO DE 2014 Captação e seleção

Leia mais

ASPECTOS MÉDICOS M DOAÇÃO DE TICA HEMATOPOÉTICA. Daniela Carinhanha Setubal Serviço o de Transplante de Medula Óssea UFPR 29/03/2008

ASPECTOS MÉDICOS M DOAÇÃO DE TICA HEMATOPOÉTICA. Daniela Carinhanha Setubal Serviço o de Transplante de Medula Óssea UFPR 29/03/2008 ASPECTOS MÉDICOS M DA DOAÇÃO DE CÉLULA-TRONCO HEMATOPOÉ Daniela Carinhanha Setubal Serviço o de Transplante de Medula Óssea UFPR 29/03/2008 TRANSPLANTE DE CÉLULA-TRONCO HEMATOPOÉ INTRODUÇÃO ; TRANSPLANTE

Leia mais

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Doenças Sexualmente Transmissíveis são aquelas que são mais comumente transmitidas através da relação sexual. PRINCIPAIS DOENÇAS SEXUALMENTE

Leia mais