Aplicação de jogos nas empresas.

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1 Aplicação de jogos nas empresas. Explicações gerais e suas etapas, exemplos voltados a empresa. MATHEUS C. N. SOARES MARCELO N. SOARES

2 Sumário Título. Introdução. Estruturação/Criação. Exemplos e explicações(1 e 2). Conclusão Bibliografias e referências de sites.

3 Introdução O jogo foi criado pelo homem, nos primórdios da humanidade. Quando o homem ainda não sabia falar, fazia uso do jogo dos gestos e de sons para comunicar-se; ao descobrir a fala, teve início o jogo de palavras. Os jogos de empresa podem ser aplicados a fim de analisar o empregado ou o entrevistado e pode também ensinar. O jogo aplicado no ambiente não serve apenas para entretenimento, mas sim com o foco na análise de sinais que o subconsciente atua no consciente, que no caso, são as respostas das perguntas, ou movimentos involuntários. No caso de aprendizagem, você terá conhecimento de como treinar/ensinar alguém a fazer trabalhos dentro de uma empresa. A finalidade de um jogo de empresa, é a mesma que do jogo de palavras, citado no início do texto, porém mais específica. O objetivo é melhorar os atributos no ambiente aplicado, assim como na comunicação (jogo de palavras), que facilita a maneira em que o cidadão deseja demonstrar o que queira para o receptor. Mas o principal ponto é a maneira dele demonstrar.

4 Estruturação/Criação Para estruturar um jogo na empresa, primeiramente, devemos levar em consideração algumas dicas, tendo em vista o favorecimento da análise e desenvolvimento do empregado ou entrevistado. Ao concluir os estudos, você estará apto a analisar também em campos específicos, não apenas em algo generalizado. O primeiro passo, e um dos principais, é simplesmente respondendo uma pergunta: Qual o objetivo do jogo? Assim que saber a resposta, você saberá do que se trata o projeto.

5 Estruturação e criação Os jogos podem ser aplicados para uma pessoa até um grande grupo, por exemplo, algo que um professor aplica em sala de aula e um estagiário em um laboratório de ciências. Para tornar mais fácil a criação dele, busque auxílio técnico, como por exemplo, uma ficha técnica do setor onde será feito os estudos, tenha uma base do público em que você quer atingir, assim saberá o jogo poder ser mais impactante. Estude o ambiente onde o jogo será aplicado, principalmente os recursos disponíveis, pois não adianta fazer um vídeo com uma produção que pode ser comparada a de cinema, sendo que no lugar não tem projetor ou computador. Um outro fator é que nem sempre o mais caro e o mais moderno projeto será o melhor, um exemplo disso seria uma aplicação de um teatro com um excelente e atrativo cenário, sendo que as pessoas não vão prestar atenção na peça, mas sim no cenário.

6 Estruturação e criação Verifique o nível de complexidade da tarefa proposta. Se numa sala de aula onde os alunos são analfabetos, o grupo não terá capacidade de resolver um questionário sobre interpretação de texto. O ponto onde quero chegar é: Quando mais você conhecer a clientela, melhor será seu jogo. Ainda no ambiente, tenha certeza que há espaço disponível para fazer o jogo ou dinâmica, pois se precisar fazer um círculo com pelo menos 50 cadeiras, terá que verificar se é viável aplicar em uma sala onde cabe no máximo 30 cadeiras. Outra dica é fazer auto avaliação sobre o tema, quanto mais você mostrar conhecimento e dominância no assunto, mais o público se sentirá seguro, entretanto o apresentador deve ajudar, não atrapalhar ou confundir a clientela.

7 Estruturação e criação Não exagere em nada, não faça muitas explicações ou complique muito cenário, porque há chances prejudicar o público, pois eles não conseguirão usar a imaginação, ou aplicar o que está sendo ensinado da própria maneira, assim como não é viável forçar um canhoto a ser destro. Estre projeto não busca alienar o funcionário. Use a mecânica lúdica. Esta dica pode ajudar também aos professores em sala de aula, pois não é interessante aplicar um jogo, ou uma matéria no caso do professor, sem explicar direito a dinâmica, a matéria por trás. Assim como num esporte, não há jogo se não há regras.

8 Estruturação e criação Então chegamos a última dica, realize um laboratório teste, ou seja, teste tudo antes, equipamentos eletrônicos, a maneira que você vai falar em público, como você quer ensinar. Não se esqueça de sua primeira pergunta (Qual seu objetivo no jogo?), o jogo realmente respondeu à pergunta? Quando o jogo é vivenciado por todas as fazes, há grandes chances do sujeito conseguir aprender.

9 Exemplos (1 e 2) 1. A pergunta do objeto.

10 Primeiro exemplo Numa entrevista de emprego... O entrevistador perguntou para o entrevistado: - Qual objeto você seria? você tem 10 minutos para pensar. - Eu seria um objeto x. - Por que você seria o objeto x? agora você tem 15 minutos para pensar. - Eu seria o objeto x, porque...

11 Explicando o Primeiro exemplo O objetivo da dinâmica é conhecer o entrevistado. O segredo está na segunda pergunta, pois no subconsciente do entrevistado, quando ele explica o objeto, na verdade, está demonstrando quem ele é, ou gosta de fazer. É muito mais fácil falar de um objeto do que a si mesmo, não é? Na criação deste jogo, foi importante ter um domínio básico de psicologia. O objetivo não é relacionado a ensinar o empregado, mas sim a análise de um entrevistado, ou um empregado.

12 Segundo exemplo Uma vez, em um ambiente empresarial, o diretor da empresa reuniu 16 pessoas, afim de selecionar quem assumiria o cargo de líder. Então o diretor disse para todos que iria aplicar uma atividade que teriam 5 perguntas de alto nível, e teriam que responder em 10 minutos. Então após explicar a atividade, o diretor chamou 10 pessoas do grupo em uma sala, e pediu para eles fingirem que não iriam fazer nada, ou serem inconvenientes ou até mesmo serem agressivos (verbalmente), enquanto, as outras 6 pessoas não sabiam. Após avisar as 10 pessoas o que elas iriam atuar, as 16 pessoas se reuniram, então o diretor separou 4 grupos de 4 pessoas, e começaram a fazer as atividades em grupo. O objetivo do chefe era selecionar 2 líderes, então começara a reparar as reações das 6 pessoas que não sabiam que era apenas uma atuação, umas ficaram agressivas e estressadas, outras começaram a ignorar ou chamar a atenção.

13 Explicando o Segundo exemplo Nessa história, o diretor aplicou um jogo, com o objetivo de testar a capacidade de liderança e como as 6 pessoas reagiriam em um ambiente onde ninguém colaborava. O diretor pouco importava com as respostas, mas sim como era a comunicação, como eles iriam liderar o grupo. Para aplicar esse jogo, o diretor fez uma simples e rápida dinâmica, onde teve a participação de outras pessoas, diferentemente do primeiro exemplo, que foi aplicado individualmente.

14 Conclusão Quando os jogos de empresa são aplicados corretamente, podem resultar benefícios para a empresa. Eles são vistos como um meio de solucionar problemas, e não necessariamente são aplicados apenas para analisar o empregado, mas também podem ser aplicados dentro das empresas para treinar os empregados, como por exemplo, um jogo de raciocínio lógico. Assim tornara-o(a) mais ágil, pensará mais rápido.

15 Bibliografias Livros Gramigna, Maria Rita Miranda. "Jogos de empresa." Jogos de empresa. Makron Books do Brasil, Jacobi, Pedro. "Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade." Cadernos de pesquisa (2003): Galtung, Johan. "Teoria e métodos da investigação social." Novos Rumos Sociológicos 1.1 (2013).

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