ANO XXVII ª SEMANA DE JUNHO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 25/2016

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1 ANO XXVII ª SEMANA DE JUNHO DE 2016 BOLETIM INFORMARE Nº 25/2016 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA IRPF - COMUNICAÇÃO DE SAÍDA DEFINITIVA DO PAÍS NORMAS GERAIS... Pág. 360 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA DECLARAÇÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS EM MOEDA ESTRANGEIRA DECORRENTES DO RECEBIMENTO DE EXPORTAÇÕES DEREX - NORMAS DE APRESENTAÇÃO... Pág. 361

2 IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA Sumário IRPF - COMUNICAÇÃO DE SAÍDA DEFINITIVA DO PAÍS Normas Gerais 1. Introdução 2. Obrigatoriedade da Apresentação 3. Caracterização da Condição de Não Residente no Brasil 4. Prazo Para Apresentação 5. Forma de Envio da Comunicação de Saída Definitiva do País 1. INTRODUÇÃO Por intermédio do art. 2º da Instrução Normativa RFB nº 1.008/2010, que acrescenta o art. 11-A na Instrução Normativa SRF nº 208/2002, a Receita Federal do Brasil instituiu a Comunicação de Saída Definitiva do País, cujas normas gerais de apresentação examinaremos neste trabalho. 2. OBRIGATORIEDADE DA APRESENTAÇÃO Está obrigado a apresentar a Comunicação de Saída Definitiva do País o contribuinte que, em 2016, se retirar do Brasil em caráter definitivo ou passar à condição de não residente no Brasil, quando houver saído do território nacional em caráter temporário. A apresentação da Comunicação de Saída Definitiva do Brasil não dispensa: a) a apresentação da Declaração de Saída Definitiva do País, relativa ao período em que tenha permanecido na condição de residente no Brasil no ano-calendário da saída ou da caracterização da condição de não-residente, até o último dia útil do mês de abril do ano-calendário subsequente ao da saída definitiva ou da caracterização da condição de não-residente; b) a apresentação das declarações correspondentes a anos-calendário anteriores, se obrigatórias e ainda não entregues; c) recolher em quota única, até a data prevista para a entrega das declarações de que trata a letra a, o imposto nelas apurado e os demais créditos tributários ainda não quitados, cujos prazos para pagamento são considerados vencidos nesta data, se prazo menor não estiver estipulado na Legislação Tributária. 3. CARACTERIZAÇÃO DA CONDIÇÃO DE NÃO RESIDENTE NO BRASIL Considera-se não residente no Brasil, a pessoa física: a) que não resida no Brasil em caráter permanente; b) que se retire em caráter permanente do território nacional, na data da saída, ou após ter decorrido 12 meses consecutivos de ausência, no caso de não ter entregado a Comunicação de Saída Definitiva do País; c) que, na condição de não residente, ingresse no Brasil para prestar serviços como funcionário de órgão de governo estrangeiro situado no País. observação: será considerada residente, na data da chegada, a pessoa física brasileira que adquiriu a condição de não residente no Brasil e retorne ao País com ânimo definitivo. d) que ingresse no Brasil com visto temporário e permaneça até 183 dias, consecutivos ou não, em um período de até 12 meses; observação: para a contagem deste prazo, se, dentro de um período de 12 meses, a pessoa física não complete 184 dias, consecutivos ou não, de permanência no Brasil, um novo período de até 12 meses será contado da data do ingresso seguinte àquele em que se iniciou a contagem anterior. e) que se ausente do Brasil em caráter temporário, a partir do dia seguinte àquele em que complete 12 meses consecutivos de ausência. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JUNHO - 25/

3 4. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO A pessoa física residente no Brasil que se retire do território nacional deve apresentar a Comunicação de Saída Definitiva do País: a) a partir da data da saída e até o último dia do mês de fevereiro do ano-calendário subsequente, se esta ocorreu em caráter permanente; ou b) a partir da data da caracterização da condição de não-residente e até o último dia do mês de fevereiro do anocalendário subsequente, se a saída ocorreu em caráter temporário. Os dependentes, inscritos no CPF, que se retirem do território nacional na mesma data do titular da Comunicação de Saída Definitiva do País devem constar desta. 5. FORMA DE ENVIO DA COMUNICAÇÃO DE SAÍDA DEFINITIVA DO PAÍS Para enviar a Comunicação de Saída Definitiva do País em 2016, o contribuinte deverá preencher o formulário online disponibilizado na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) na Internet, no endereço Fundamentos Legais: Informações disponíveis no site da Receita Federal do Brasil e os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA DECLARAÇÃO SOBRE A UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS EM MOEDA ESTRANGEIRA DECORRENTES DO RECEBIMENTO DE EXPORTAÇÕES DEREX Normas de Apresentação Sumário 1. Introdução 2. Recursos em Moedas Estrangeira Relativos Aos Recebimentos de Exportações Brasileiras de Mercadorias e de Serviços Para o Exterior Comprovação do Ingresso Das Receitas de Exportação 2.2 Manutenção ou Utilização de Recursos no Exterior em Desacordo Com a Lei 2.3 Pis/Pasep e Cofins 3. Obrigatoriedade de Entrega da DEREX 4. Informações a Serem Prestadas na DEREX 4.1 Segregação Das Informações 5. Forma e Prazo de Apresentação 6. Falta de Apresentação 6.1 Valor Base Para Cálculo Das Multas 7. Guarda Dos Documentos 1. INTRODUÇÃO Foram instituídas, por meio da Instrução Normativa SRF nº 726, de 28 de fevereiro de 2007 (DOU de ), as normas para apresentação da Declaração sobre a Utilização dos Recursos em Moeda Estrangeira Decorrentes do Recebimento de Exportações (Derex), e por meio da Instrução Normativa SRF nº 737, de 02 de maio de 2007 (DOU de ), foi aprovado o programa multiplataforma para preenchimento da Declaração sobre a Utilização dos Recursos em Moeda Estrangeira Decorrentes do Recebimento de Exportações - (Derex Versão 1.0), cujas normas de apresentação examinaremos neste trabalho. 2. RECURSOS EM MOEDAS ESTRANGEIRA RELATIVOS AOS RECEBIMENTOS DE EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE MERCADORIAS E DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR Os recursos em moeda estrangeira relativos aos recebimentos de exportações brasileiras de mercadorias e de serviços para o exterior, realizadas por pessoas físicas ou jurídicas, poderão ser mantidos em instituição financeira no exterior, observados os limites fixados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), observado o seguinte: a) os recursos mantidos no exterior somente poderão ser utilizados para a realização de investimento, aplicação financeira ou pagamento de obrigação, próprios do exportador, vedada a realização de empréstimo ou mútuo de qualquer natureza; IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JUNHO - 25/

4 b) a pessoa jurídica que mantiver recursos no exterior fica obrigada a manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial, para evidenciar, destacadamente, os respectivos saldos e suas movimentações, independentemente do regime de apuração do imposto de renda adotado; c) a manutenção dos recursos no exterior implica a autorização para o fornecimento à Secretaria da Receita Federal (SRF), pela instituição financeira ou qualquer outro interveniente, residente, domiciliado ou com sede no exterior, das informações sobre a utilização de tais recursos Comprovação do Ingresso Das Receitas de Exportação A comprovação do ingresso das receitas de exportação, no limite fixado pelo CMN, será verificada a partir do somatório dos embarques efetuados no período de acompanhamento, considerando as liquidações de câmbio antecipadas e as liquidações de câmbio a prazo, realizadas entre as datas estabelecidas pela norma cambial, observado o seguinte: a) considera-se: a.1) embarque efetuado, o constante nos registros do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex); a.2) período de acompanhamento, o período compreendido entre o primeiro e o último dia de cada mês calendário; a.3) liquidação de câmbio antecipada, a realizada entre a data limite fixada pela norma cambial e o último dia do período de acompanhamento; a.4) liquidação de câmbio a prazo, a realizada entre o primeiro dia do período de acompanhamento e a data limite estabelecida pela norma cambial. b) as liquidações de câmbio antecipadas e a prazo serão as informadas pelas instituições financeiras ao Banco Central do Brasil e disponibilizadas à SRF na forma do disposto no art. 3º da Lei nº , de Manutenção ou Utilização de Recursos no Exterior em Desacordo Com a Lei A manutenção ou utilização de recursos no exterior em desacordo com o disposto no item 2 acarretará a aplicação de multa de 10% (dez por cento) incidente sobre o valor desses recursos, sem prejuízo da cobrança dos tributos devidos, observado o seguinte: a) a multa será aplicada autonomamente a cada uma das infrações, ainda que caracterizada a ocorrência de eventual concurso; b) a multa será exigida de acordo com o rito previsto no Decreto nº , de 6 de março de Pis/Pasep e Cofins Sobre as receitas mantidas no exterior na forma prevista no item 2, decorrentes da prestação de serviços para pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, não incidem a Contribuição para o PIS/Pasep e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). 3. OBRIGATORIEDADE DE ENTREGA DA DEREX A Declaração sobre a Utilização dos Recursos em Moeda Estrangeira Decorrentes do Recebimento de Exportações (Derex), cuja apresentação é obrigatória pelas pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil, que mantiverem no exterior recursos em moeda estrangeira na forma do item INFORMAÇÕES A SEREM PRESTADAS NA DEREX As pessoas físicas e jurídicas de que trata o item 3 prestarão, por intermédio da Derex, informações sobre a origem e a utilização dos recursos relativos: a) ao recebimento de exportações não ingressados no Brasil; b) às operações simultâneas de compra e venda de moeda estrangeira, contratadas na forma prevista no art. 2º da Lei nº , de 2006; e IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JUNHO - 25/

5 c) aos rendimentos auferidos no exterior decorrentes da utilização dos recursos mantidos fora do País. As informações serão prestadas discriminando as aplicações financeiras, os investimentos e os pagamentos de obrigações próprias do exportador e, no caso de pagamentos de obrigações próprias no exterior, especificando os valores destinados à aquisição de bens ou serviços, inclusive relativos a juros e a remuneração de direitos. 4.1 Segregação Das Informações As informações de que trata o item 4 deverão ser segregadas, mês a mês, por país, moeda e instituição financeira. Os dados referentes à instituição financeira compreenderão a identificação das contas bancárias e os respectivos procuradores, representantes ou agentes no exterior, responsáveis pela sua movimentação. 5. FORMA E PRAZO DE APRESENTAÇÃO A Derex deverá ser apresentada até o último dia útil do mês de junho, em relação ao ano-calendário imediatamente anterior, em meio digital, mediante a utilização de aplicativo a ser disponibilizado na página da RFB na Internet, no endereço eletrônico Para a apresentação da declaração, é obrigatória a assinatura digital mediante utilização de certificado digital válido. O programa denominado DEREX Versão 1.0, é de reprodução livre e estará disponível na página da Secretaria da Receita Federal do Brasil na Internet. 6. FALTA DE APRESENTAÇÃO A pessoa física ou jurídica que deixar de apresentar a Derex, ou que apresentá-la com incorreções ou omissões, sujeitar-se-á a aplicação de multa de 0,5% (cinco décimos por cento) ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o valor correspondente aos recursos mantidos ou utilizados no exterior e não informados à RFB no prazo estabelecido no item 5, limitada a 15% (quinze por cento), observado o seguinte: a) a multa será: a.1) reduzida à metade, quando a informação for prestada após o prazo, mas antes de qualquer procedimento de ofício; a.2) duplicada, inclusive quanto ao seu limite, em caso de fraude. b) a multa será exigida de acordo com o rito previsto no Decreto nº , de Valor Base Para Cálculo Das Multas O valor base para cálculo das multas será convertido em Reais tomando-se por base a taxa de câmbio da moeda do país de localização dos recursos, fixada pelo Banco Central do Brasil para a venda, correspondente ao primeiro dia útil seguinte ao previsto para: a) o ingresso no país ou a data da utilização indevida, na hipótese do subitem 2.2; b) a entrega da Derex, na hipótese do item 6. Caso a moeda do país de localização dos recursos não tenha cotação no Brasil, o seu valor será convertido em dólares dos Estados Unidos da América e, em seguida, em Reais. 7. GUARDA DOS DOCUMENTOS As pessoas físicas e jurídicas deverão conservar todos os documentos comprobatórios das operações realizadas no exterior, relativas à origem e à utilização dos recursos decorrentes do recebimento das exportações. A documentação deverá ser apresentada, quando solicitada, à autoridade fiscal da RFB. Fundamentos legais: os citados no texto. IMPOSTO DE RENDA E CONTABILIDADE JUNHO - 25/

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