Polícia Rodoviária Federal. Exercícios de Física Aula 1 de 5. Prof. Dirceu Pereira UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES. 1) Não são grandezas vetoriais:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Polícia Rodoviária Federal. Exercícios de Física Aula 1 de 5. Prof. Dirceu Pereira UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES. 1) Não são grandezas vetoriais:"

Transcrição

1 UNIDADE 1 - NOÇÕES SOBRE VETORES 1) Não são gandezas vetoiais: a) tempo, deslocamento e foça. b) foça, velocidade e aceleação. c) tempo, tempeatua e volume. d) tempeatua, velocidade e volume. ) (Unitau-SP) Uma gandeza física vetoial fica pefeitamente definida quando dela se conhecem: a) valo numéico, desvio e unidade. b) valo numéico, desvio, unidade e dieção. c) valo numéico, desvio, unidade e sentido. d) valo numéico, unidade, dieção e sentido. e) desvio, dieção, sentido e unidade. 3) (PUC-MG) Paa o diagama vetoial abaixo, a única igualdade coeta e : a) a + b = c b) b a = c c) a b = c d) b + c = a e) c b = a 4) (UCSal-BA) Dados os vetoes a, b, c e d, epesentados no esquema abaixo, vale a seguinte elação: a) a + b = c + d b) a + b + c + d = 0 c) a + b + c = d d) a + b + d = c e) a + c = b + d a) u, e sua oientação é vetical, paa cima. b) u, e sua oientação é vetical, paa baixo. c) 4u, e sua oientação é hoizontal, paa a dieita. d) u, e sua oientação foma 45º com a hoizontal, no sentido hoáio. e) u, e sua oientação foma 45º com a hoizontal, no sentido anti-hoáio. 7) (PUC-Campinas-SP) A soma de dois vetoes otogonais, isto é, pependiculaes ente si, um de módulo 1 e outo de módulo 16, teá módulo igual a: a) 4 b) um valo compeendido ente 1 e 16 c) 0 d) 8 e) um valo maio que 8 8) (Fatec-SP) No gáfico estão epesentados os vetoes a, b e c. Os vetoes i e j são unitáios. 5) (Mackenzie-SP) Com seis vetoes de módulos iguais a 8 u, constuiu-se o hexágono egula abaixo. O módulo do vetoesultante desses seis vetoes é: a) 40 u b) 3 u c) 4 u d) 16 u e) zeo 6) (Unifesp-SP) Na figua, são dados os vetoes a, b e c. Sendo u a unidade de medida do módulo desses vetoes, pode-se afima que o veto d = a b + c tem módulo: Analise as expessões: I. a = i + 3 j II. b = i III. b + c = + 1 i Podemos afima que: a) são coetas apenas a I e a II. b) são coetas apenas a II e a III. c) são coetas apenas a I e a III. d) são todas coetas. e) há apenas uma coeta. 9) (UFMS) Considee o veto F, que foma um ângulo θ com o eixo x, confome figua abaixo. Neste cuso os melhoes alunos estão sendo pepaados pelos melhoes Pofessoes 1

2 Assinale a afimativa que apesenta a notação coeta paa a componente de F no eixo x. a) F X = F cosθ d) F X = F cosθ b) F X = F cosθ e) F X = F cosθ c) = F cosθ F X 10) Uma lancha se desloca numa dieção que faz um ângulo de 60º com a dieção leste-oeste, indo de no sentido nodeste, com velocidade de 50 m/s. Detemine as componentes da velocidade da lancha nas dieções note-sul e leste-oeste e constua um gáfico em coodenadas catesianas demonstando os vetoes envolvidos. São dados: sen60º = 0,866 e cos60º = 0,500. 1) b ) d 3) b 4) a 5) b 6) b 7) c 8) d 9) b 10) V X = 5 m/s e V Y = 43,3 m/s UNIDADE VELOCIDADE 1) Analise como vedadeio ou falso as afimativas abaixo: I - Uma patícula em movimento em elação a um efeencial pode esta em epouso em elação a outo. II - A foma da tajetóia de uma patícula independe do efeencial usado. III - Dois ônibus se deslocam po uma estada eta, com velocidade constante. Sendo assim, um está em epouso em elação ao outo. ) Uma fomiga A caminha adialmente sobe um disco de vitola, do eixo paa a peifeia, quando o disco gia. a) Qual a tajetóia da fomiga A paa um obsevado em epouso situado foa do disco? b) Qual a tajetóia da fomiga A paa outa fomiga B, situada sobe o disco, em epouso em elação a ele? 3) A velocidade escala média de um ceto ponto mateial, num dado intevalo de tempo, é de 180 km/h. Expima essa velocidade em m/s. 4) Um móvel se desloca de A à B (AB = d) com velocidade de 10 m/s e de B a C (BC = d) com velocidade média de 30 m/s. Detemine a velocidade média desse móvel no pecuso AC. 5) Maque com V de vedadeio o u F de falso: a. Um ponto mateial tem massa despezível em elação às massas dos outos copos consideados no movimento. b. Só tem significado falamos de movimento e epouso de uma patícula se levamos em consideação um efeencial. c. A foma da tajetóia depende do efeencial adotado. d. A coodenada de posição de um ponto mateial num deteminado instante indica quanto o ponto mateial pecoeu até este instante. e. O fato de a coodenada de posição se negativa indica que o ponto mateial se desloca conta a oientação da tajetóia. f. Deslocamento positivo indica que o ponto mateial movimentou-se unicamente no sentido positivo da tajetóia. g. Velocidade média positiva indica que o ponto mateial deslocou-se unicamente no sentido positivo. 6) Um homem ao inclina-se sobe a janela do vagão de um tem que se move com velocidade constante, deixa cai seu elógio. A tajetóia do elógio vista pelo homem do tem é (despeze a esistência do a): a) uma eta b) uma paábola c) um quato de cicunfeência d) uma hipébole e) n..a. 7) A velocidade de um avião é de 360 km/h. Qual das seguintes altenativas expessa esta mesma velocidade em m/s? a) 100 m/s b) 600 m/s c) m/s d) m/s e) m/s 8) Um automóvel pecoe um techo etilíneo de estada indo da cidade A até a cidade B distante 150 km da pimeia. Saindo as 10 h de A, paa as 11 h em um estauante situado no ponto médio do techo AB, onde gasta exatamente 1 h paa almoça. A segui possegue a viagem e gasta mais uma hoa paa chega à cidade B. Sua velocidade média no techo AB foi: a) 75 km/h b) 50 km/h c) 150 km/h d) 69 km/h e) 70 km/h 9) Um ponto mateial move-se em linha eta pecoendo dois techos MN e NP. O techo MN é pecoido com uma velocidade igual a 0 km/h e o techo NP com velocidade igual a 60 km/h. O techo NP é o dobo do techo MN. Pode-se afima que a velocidade média no techo MP foi de: a) 36 km/h b) 40 km/h c) 37,3 km/h d) 4 km/h e) n..a. 10) Um automóvel e um tem saem de São Paulo com destino ao Rio de Janeio e ealizam o tajeto com velocidades médias espectivamente iguais a 80 km/h e 100 km/h. O tem pecoe uma distância de 500 km e o automóvel de 400 km até atingi o Rio. Pode-se afima que: a) a duação da viagem paa o tem é maio poque a distância a se pecoida é maio. b) a duação da viagem paa o automóvel é maio poque a velocidade do automóvel é meno. c) a duação da viagem paa ambos é a mesma. d) o tempo que o tem gasta no pecuso é de 7 hoas. Neste cuso os melhoes alunos estão sendo pepaados pelos melhoes Pofessoes

3 e) o tempo que o automóvel gasta no pecuso é de 8 hoas. 1) V / F / F ) a) espialada b) etilínea 3) 50 m/s 4) 18 m/s 5) a) F b) V c) V d) F e) F f) F g) F 6) a 7) a 8) b 9) a 10) c UNIDADE MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME 1) Dado o gáfico da tajetóia de um móvel, assinale a altenativa coeta. 7) Duas locomotivas, uma de 80m e outa de 10m de compimento movem-se paalelamente uma à outa. Quando elas caminham no mesmo sentido são necessáios 0 s paa a ultapassagem e quando caminham em sentidos opostos, 10 s são suficientes paa a ultapassagem. Calcule a velocidade das locomotivas sabendo que a maio é a mais veloz. 8) Um tem de 150 metos de compimento, com velocidade de 90 km/h, leva 0,5 minuto paa atavessa um túnel. Detemine o compimento do túnel. 9) Dois móveis, A e B, deslocam-se segundo tajetóias pependiculaes ente si com MRU e velocidades V A = 7 km/h e V B = 108 km/h. No instante inicial, o móvel A enconta-se na posição 0 e o móvel B na posição +10 m. Detemine o instante em que a distância ente eles é m. Assinale a altenativa incoeta: a) ente 0 e t 1 o movimento é pogessivo; b) ente t 1 e t o móvel está em epouso; c) ente t e t 3 o movimento é etógado; d) os itens a e b são incoetos; e) n..a. ) Dois móveis patem das posições -30m e +10m espectivamente, ambos em MRU. Sabendo-se que a velocidade de A é 18m/s e de B é 6 m/s, qual o instante em que eles vão se enconta? Em que posição isto ocoe? 3) A distância de dois automóveis é de 5 km. Se eles andam um ao enconto do outo com 60 km/h e 90 km/h, ao fim de quantas hoas se encontaão? a) 1 hoa b) 1h 15min c) 1h 30min d) 1h 50min e) h 30min 4) Dois móveis A e B patem simultaneamente do mesmo ponto, com velocidades constantes iguais a 6 m/s e 8 m/s. Qual a distância ente eles em metos, depois de 5 s, se eles se movem na mesma dieção e no mesmo sentido? a)10 b) 30 c) 50 d) 70 e) 90 5) Um atiado aciona o gatilho de sua espingada que aponta paa um alvo fixo na tea. Depois de 1 s ele ouve o baulho da bala atingindo o alvo. Qual a distância do atiado ao alvo? Sabe-se que a velocidade da bala ao deixa a espingada é m/s e que a velocidade do som é 340 m/s. 6) Um tem de compimento 130 metos e um automóvel de compimento despezível caminham paalelamente num mesmo sentido em um techo etilíneo. Seus movimentos são unifomes e a velocidade do automóvel é o dobo da velocidade do tem. Pegunta-se: Qual a distância pecoida pelo automóvel desde o instante em que alcança o tem até o instante em que o ultapassa? 10) Um motoista deseja pecoe uma ceta distância com a velocidade média de 16 km/h. Pecoe a pimeia metade mantendo uma velocidade de 10 km/h. Com que velocidade ele deve completa o pecuso? 1) e ) 3,3s e 30m 3) c 4) a 5) 54 m 6) 60 m 7) 5 m/s e 15 m/s 8) 600 m 9) 1s 10) 40 km/h UNIDADE MOV. RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO 1) Coloque V de vedadeio ou F de falso: 1. No MRUV a aceleação do móvel vaia lineamente com o tempo.. No MRUV a velocidade vaia lineamente com o tempo. 3. Um cao em macha a é não pode ealiza movimento aceleado. 4. No movimento unifomemente etadado a velocidade e a aceleação têm sinais opostos. 5. No MRUV o diagama e x t fonece uma eta inclinada em elação ao eixo dos tempos. 6. A declividade da eta que você obtém ao constui o diagama v x t indica a aceleação do móvel. 7. A velocidade média do móvel que ealiza MRUV, ente dois instantes, vale a média aitmética das velocidades instantâneas que o móvel apesenta nos citados instantes. 8. O movimento unifomemente aceleado não pode seetógado. ) Um móvel pecoe o segmento de eta AC com velocidade constante, passando po um ponto B, onde AB BC. Se t 1 e t são os tempos gastos nos pecuso AB e BC, é vedadeia a seguinte elação: a) AB / t 1 = BC / t b) AB / BC = t / t 1 c) AB / BC = (t / t 1 ) d) AC = (AB / t 1 ) + ( BC / t ) e) AC = (AB + BC) t 1 t 3) É conhecida a função das velocidades de um ponto mateial que caminha em MUV como v = - 8t (unidades no SI). Sabendo-se que o móvel patiu da oigem, pede-se: Neste cuso os melhoes alunos estão sendo pepaados pelos melhoes Pofessoes 3

4 a) a função hoáia do móvel; b) o instante em que sua velocidade é nula; c) o instante em que o móvel passa pela posição -6 m. 4) Um automóvel tafega sobe uma avenida em MRU quando é obigado a fea buscamente paa não bate em um poste. Sabendo-se que sua velocidade antes de fea ea 0 m/s e que ele paa em s, e supondo que a aceleação imposta pelos feios é constante, qual a distância que ele pecoe duante a fenagem? 5) Um fuzil é acionado e sabe-se que a bala sai do cano com velocidade de 500 m/s. Sabe-se também que o compimento do cano é 0,7 m. Calcule: a) a aceleação da bala dento do cano (suposta constante); b) o tempo de pecuso da bala dento do cano. 6) Um motoista quando enxega um obstáculo e pecisa fea, leva ceca de 0,7s paa aciona os feios. Se um motoista diige a 0 m/s, que distância iá pecoe após enxega um obstáculo e fea (paa)? Suponha que os feios do cao impimam ao veículo uma aceleação de 5 m/s.7 Dado o gáfico seguinte, que epesenta a vaiação do espaço de uma patícula em elação ao tempo, esponda às questões de 7 a 16 de acodo com o seguinte código: 13) De t a t 3 o movimento é pogessivo PORQUE de t a t 3 a aceleação é positiva. 14) De t a t 3 o movimento é aceleado PORQUE de t a t 3 a velocidade aumenta em módulo. 15) De t 3 a t 4 o móvel está em epouso PORQUE de t 3 a t 4 a aceleação é nula. 16) De t 3 a t 4 o movimento é unifome PORQUE de t 3 a t 4 o espaço vaia lineamente com o tempo. 1) 1.F.V 3.F 4.V 5.F 6.V 7.V 8.F ) a 3) a) S = t - 4t b) 0,5s c) 1,5s 4) 0m 5) a) ,4 m/s b) 0,008s 6) 54 m 7) b 8) c 9) c 10) a 11) a 1) c 13) b 14) a 15) d 16) a UNIDADE MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME 1) (UEL-PR) Considee uma antigo elógio de bolso com ponteios das hoas e dos segundos. A velocidade angula do ponteio dos segundos, cujo compimento é 0,50 cm, em ad/s, e a velocidade linea de um ponto na extemidade de tal ponteio, em cm/s, são, espectivamente, iguais a: a. A assetiva e a azão são poposições coetas e a azão é justificativa da assetiva. b. A assetiva e a azão são poposições coetas, poém a azão não é justificativa coeta da assetiva. c. A assetiva está coeta e a azão incoeta. d. A assetiva está incoeta e a azão coeta. a) e b) e 4 c) d) e e) e e 15 3) (Mackenzie-SP) Um menino pecoe, de bicicleta, uma pista cicula. Sua velocidade escala é constante e a feqüência do movimento é igual à do ponteio dos segundos, de um elógio convencional que funciona nomalmente. O aio da tajetóia descita é 96 m e o espaço pecoido pelo menino, duante 1,0 minuto, é apoximadamente: a) 1,6 10 m b) 6,0 10 m c) 9,6 10 m 3 4 d) 1,0 10 m e) 3,8 10 m 7) De 0 a t 1 o móvel está se apoximando da oigem dos espaços PORQUE de 0 a t 1 a velocidade é negativa. 8) De 0 a t 1 o movimento é aceleado PORQUE de 0 a t 1 a aceleação é positiva. 4) (FURG-RS) A feqüência de otação das pás de um ventilado é 600 otações po minuto. O diâmeto fomado pelo gio das pás é 40 cm. Qual o valo da aceleação centípeta dos pontos na peifeia? a) 60.² m/s² b) 80.² m/s² c) 600.² m/s² d) 700.² m/s² e) 800.² m/s² 9) De 0 a t 1 o movimento é unifomemente vaiado PORQUE a velocidade é função do º gau em elação ao tempo. 10) De 0 a t 1 o movimento é etógado PORQUE de 0 a t 1 a velocidade é negativa. 11) De t 1 a t o movimento é etadado PORQUE de t 1 a t a velocidade diminui em módulo. 1) De t 1 a t o móvel se afasta da oigem dos espaços PORQUE no instante t = s a aceleação é nula. 5) (UFMG-MG) Um disco de aio R gia com velocidade angula constante ω. Com elação a um ponto P situado na boda do disco, é coeto afima que: a) o tempo gasto paa o ponto P da uma volta ϖ R completa é. ϖ b) a velocidade do ponto P é. c) a aceleação centípeta do ponto P é ϖ R. Neste cuso os melhoes alunos estão sendo pepaados pelos melhoes Pofessoes 4

5 d) a velocidade V do ponto P não depende do aio do disco. e) o tempo gasto pelo ponto P paa da uma volta completa não depende do aio do disco. 6) (UFC-CE) Considee um elógio de pulso em que o ponteio dos segundos tem um compimento R S = 7 mm, e o ponteio dos minutos tem um compimento R m = 5 mm, ambos medidos a pati do eixo cental do elógio. Sejam V S a velocidade da extemidade do ponteio dos segundos e V m a velocidade da extemidade do ponteio dos minutos. A azão V S / V m é igual a: a) 35 b) 4 c) 70 d) 84 e) 96 7) (PUC-RJ) Um disco está giando com uma otação constante em tono de um eixo vetical que passa pelo seu cento. Um ceto ponto Q está duas vezes mais afastado deste cento do que um outo ponto P. A velocidade angula de Q, num ceto instante, é: a) a mesma que a de P; b) duas vezes maio que a de P; c) metade da de P; d) quato vezes maio que a de P; e) um quato da de P. 8) (Fuvest-SP) Em uma estada, dois caos, A e B, entam simultaneamente em cuvas paalelas, com aios R A e R B. Os velocímetos de ambos os caos indicam, ao longo de todo o techo cuvo, valoes constantes V A e V B. Se os caos saem das cuvas ao mesmo tempo, a elação ente V A e V B é: V A R A V a) V A = VB b) = c) A R A = VB RB V B R B V A RB V d) = e) A RB = VB R A V B R A 9) (Uniio-RJ) Na figua um sistema mecânico é fomado po uma oda R, uma haste H, e um êmbolo E, que desliza ente as guias G1 e G. As extemidades da haste H são aticuladas em P e P, o que pemite que o movimento cicula da oda R poduza um movimento de vai-e-vem de P, ente os pontos A e B, macados no eixo x. Consideando que a oda R desceve 40 otações po minuto, o meno intevalo de tempo necessáio paa que o ponto P se desloque de A até B é: b) podemos obte o mesmo fenômeno em outas feqüências? Quais? 1) d ) 0,7 voltas 3) b 4) b 5) e 6) d 7) a 8) b 9) d 10) a) 30 pm b) sim feqüências múltiplas de 30 UNIDADE MOV. CIRCULAR UNIFORMEMENTE VARIADO 1) (Mackenzie-SP) Detemine o númeo de otações que uma oda volante faz em 0 s, se sua velocidade angula vaia nesse intevalo de tempo de 3 ad/s paa 10 ad/s, com aceleação angula constante. ) Um ponto mateial, patindo do epouso, pecoe uma cicunfeência de aio 50 cm em movimento unifomemente vaiado de aceleação linea m/s². Detemine: a) a aceleação angula do movimento; b) a velocidade angula e a velocidade linea 10 s após o ponto te patido. 3) Um ponto desceve um MCUV na peifeia de um disco de diâmeto 10 cm, patindo do epouso. Após 10 s, sua velocidade angula é 0 ad/s. Detemine quantas voltas o ponto ealizou nesse intevalo de tempo. 4) Uma oda é unifomemente aceleada a pati do epouso e atinge uma velocidade angula ω = 0 ad/s efetuando 10 voltas depois do início da otação. detemine a aceleação angula da oda. 5) Um ponto mateial, patindo do epouso, pecoe uma cicunfeência com aio de 10 cm em MCUV. Duante os dois pimeios segundos o ponto desceve um ângulo de 45º. Detemine: a) a aceleação angula e a aceleação linea do movimento; b) a velocidade angula e a velocidade linea no instante t = 4 s. 1) 0,7 voltas ) a) 4 ad/s² b) 40 ad/s e 0 m/s 3) 15,9 voltas 4) 3,18 ad/s² 5 5) a) ad / s e cm / s 8 4 b) ad / s e 5 cm / s a) s b) 1 s c) 0,5 s d) 0,15 s e) 0,065 s 10) (UFPE-PE) Uma ama dispaa 30 balas po minuto. Essas balas atingem um disco giando sempe no mesmo ponto atavessando um oifício. a) qual é a feqüência do disco, em otações po minuto? Neste cuso os melhoes alunos estão sendo pepaados pelos melhoes Pofessoes 5

r r r r r S 2 O vetor deslocamento(vetor diferença) é aquele que mostra o módulo, a direção e o sentido do menor deslocamento entre duas posições.

r r r r r S 2 O vetor deslocamento(vetor diferença) é aquele que mostra o módulo, a direção e o sentido do menor deslocamento entre duas posições. d d A Cinemática Escala estuda as gandezas: Posição, Deslocamento, Velocidade Média, Velocidade Instantânea, Aceleação Média e Instantânea, dando a elas um tatamento apenas numéico, escala. A Cinemática

Leia mais

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm)

Exercício 1 Escreva as coordenadas cartesianas de cada um dos pontos indicados na figura abaixo. Exemplo: A=(1,1). y (cm) INTRODUÇÃO À FÍSICA tuma MAN / pofa Mata F Baoso EXERCÍCIOS Eecício Esceva as coodenadas catesianas de cada um dos pontos indicados na figua abaio Eemplo: A=(,) (cm) F E B A - O (cm) - D C - - Eecício

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Escola de Engenharia. 1 Cinemática 2 Dinâmica 3 Estática

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Escola de Engenharia. 1 Cinemática 2 Dinâmica 3 Estática UNIVERSIDDE PRESITERIN MKENZIE Escola de Engenhaia 1 inemática 2 Dinâmica 3 Estática 1ºs/2006 1) Uma patícula movimenta-se, pecoendo uma tajetóia etilínea, duante 30 min com uma velocidade de 80 km/h.

Leia mais

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE

MECÂNICA. F cp. F t. Dinâmica Força resultante e suas componentes AULA 7 1- FORÇA RESULTANTE AULA 7 MECÂICA Dinâmica oça esultante e suas componentes 1- ORÇA RESULTATE oça esultante é o somatóio vetoial de todas as foças que atuam em um copo É impotante lemba que a foça esultante não é mais uma

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Polícia Rodoviáia Fedeal Pof. Diceu Peeia Aula de 5 UNIDADE NOÇÕES SOBRE ETORES.. DIREÇÃO E SENTIDO Considee um conjunto de etas paalelas a uma dada eta R (figua ). aceleação, foça, toque, etc. As gandezas

Leia mais

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS

VETORES GRANDEZAS VETORIAIS VETORES GRANDEZAS VETORIAIS Gandezas físicas que não ficam totalmente deteminadas com um valo e uma unidade são denominadas gandezas vetoiais. As gandezas que ficam totalmente expessas po um valo e uma

Leia mais

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular*

APOSTILA. AGA Física da Terra e do Universo 1º semestre de 2014 Profa. Jane Gregorio-Hetem. CAPÍTULO 4 Movimento Circular* 48 APOSTILA AGA0501 - Física da Tea e do Univeso 1º semeste de 014 Pofa. Jane Gegoio-Hetem CAPÍTULO 4 Movimento Cicula* 4.1 O movimento cicula unifome 4. Mudança paa coodenadas polaes 4.3 Pojeções do movimento

Leia mais

Movimento unidimensional com aceleração constante

Movimento unidimensional com aceleração constante Movimento unidimensional com aceleação constante Movimento Unifomemente Vaiado Pof. Luís C. Pena MOVIMENTO VARIADO Os movimentos que conhecemos da vida diáia não são unifomes. As velocidades dos móveis

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO AULA 10 IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO 1- INTRODUÇÃO Nesta aula estudaemos Impulso de uma foça e a Quantidade de Movimento de uma patícula. Veemos que estas gandezas são vetoiais e que possuem a mesma

Leia mais

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia)

Universidade de Évora Departamento de Física Ficha de exercícios para Física I (Biologia) Univesidade de Évoa Depatamento de Física Ficha de eecícios paa Física I (Biologia) 4- SISTEMA DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE ROTAÇÃO A- Sistema de patículas 1. O objecto epesentado na figua 1 é feito de

Leia mais

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO

MECÂNICA. Dinâmica Atrito e plano inclinado AULA 6 1- INTRODUÇÃO AULA 6 MECÂNICA Dinâmica Atito e plano inclinado 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de

Leia mais

MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE

MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE I-MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE II-MOVIMENTO DE QUEDA COM RESISTÊNCIA DO AR MOVIMENTO DE QUEDA LIVRE 1 1 QUEDA LIVRE A queda live é um movimento de um copo que, patindo do epouso, apenas está sujeito à inteacção

Leia mais

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA

Departamento de Física - Universidade do Algarve FORÇA CENTRÍFUGA FORÇA CENTRÍFUGA 1. Resumo Um copo desceve um movimento cicula unifome. Faz-se vaia a sua velocidade de otação e a distância ao eixo de otação, medindo-se a foça centífuga em função destes dois paâmetos..

Leia mais

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas.

Grandezas vetoriais: Além do módulo, necessitam da direção e do sentido para serem compreendidas. NOME: Nº Ensino Médio TURMA: Data: / DISCIPLINA: Física PROF. : Glênon Duta ASSUNTO: Gandezas Vetoiais e Gandezas Escalaes Em nossas aulas anteioes vimos que gandeza é tudo aquilo que pode se medido. As

Leia mais

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força.

TRABALHO E POTÊNCIA. O trabalho pode ser positivo ou motor, quando o corpo está recebendo energia através da ação da força. AULA 08 TRABALHO E POTÊNCIA 1- INTRODUÇÃO Uma foça ealiza tabalho quando ela tansfee enegia de um copo paa outo e quando tansfoma uma modalidade de enegia em outa. 2- TRABALHO DE UMA FORÇA CONSTANTE. Um

Leia mais

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO

DINÂMICA ATRITO E PLANO INCLINADO AULA 06 DINÂMICA ATRITO E LANO INCLINADO 1- INTRODUÇÃO Quando nós temos, po exemplo, duas supefícies em contato em que há a popensão de uma desliza sobe a outa, podemos obseva aí, a apaição de foças tangentes

Leia mais

Componente de Física

Componente de Física Disciplina de Física e Química A 11º ano de escolaidade Componente de Física Componente de Física 1..8 Movimento de queda, na vetical, com efeito da esistência do a apeciável É um facto que nem sempe se

Leia mais

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos.

DA TERRA À LUA. Uma interação entre dois corpos significa uma ação recíproca entre os mesmos. DA TEA À LUA INTEAÇÃO ENTE COPOS Uma inteação ente dois copos significa uma ação ecípoca ente os mesmos. As inteações, em Física, são taduzidas pelas foças que atuam ente os copos. Estas foças podem se

Leia mais

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico

Energia no movimento de uma carga em campo elétrico O potencial elético Imagine dois objetos eletizados, com cagas de mesmo sinal, inicialmente afastados. Paa apoximá-los, é necessáia a ação de uma foça extena, capaz de vence a epulsão elética ente eles.

Leia mais

XForça. Um corpo, sobre o qual não age nenhuma força, tende a manter seu estado de movimento ou de repouso. Leis de Newton. Princípio da Inércia

XForça. Um corpo, sobre o qual não age nenhuma força, tende a manter seu estado de movimento ou de repouso. Leis de Newton. Princípio da Inércia Física Aistotélica of. Roseli Constantino Schwez constantino@utfp.edu.b Aistóteles: Um copo só enta em movimento ou pemanece em movimento se houve alguma foça atuando sobe ele. Aistóteles (384 a.c. - 3

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 5 Vetor Posição, Aplicações do Produto Escalar. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues ula 5 Veto Posição, plicações do Poduto Escala Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos bodados Nesta ula Vetoes Posição. Veto Foça Oientado ao Longo de

Leia mais

Sistemas de Referência Diferença entre Movimentos Cinética. EESC-USP M. Becker /58

Sistemas de Referência Diferença entre Movimentos Cinética. EESC-USP M. Becker /58 SEM4 - Aula 2 Cinemática e Cinética de Patículas no Plano e no Espaço Pof D Macelo ecke SEM - EESC - USP Sumáio da Aula ntodução Sistemas de Refeência Difeença ente Movimentos Cinética EESC-USP M ecke

Leia mais

setor 1202 Aulas 39 e 40 ESTUDO DO CAMPO ELÉTRICO

setor 1202 Aulas 39 e 40 ESTUDO DO CAMPO ELÉTRICO seto 10 100508 ulas 39 e 40 ESTUDO DO CMPO ELÉTRICO CMPO DE UM CRG PUNTIFORME P E p = f (, P) Intensidade: E K = Dieção: eta (, P) Sentido: 0 (afastamento) 0 (apoximação). (FUVEST) O campo elético de uma

Leia mais

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria

APÊNDICE. Revisão de Trigonometria E APÊNDICE Revisão de Tigonometia FUNÇÕES E IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS ÂNGULOS Os ângulos em um plano podem se geados pela otação de um aio (semi-eta) em tono de sua etemidade. A posição inicial do aio

Leia mais

1ª Ficha Global de Física 12º ano

1ª Ficha Global de Física 12º ano 1ª Ficha Global de Física 1º ano Duação: 10 minutos Toleância: não há. Todos os cálculos devem se apesentados de modo clao e sucinto Note: 1º - as figuas não estão desenhadas a escala; º - o enunciado

Leia mais

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E

. Essa força é a soma vectorial das forças individuais exercidas em q 0 pelas várias cargas que produzem o campo E r. Segue que a força q E 7. Potencial Eléctico Tópicos do Capítulo 7.1. Difeença de Potencial e Potencial Eléctico 7.2. Difeenças de Potencial num Campo Eléctico Unifome 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas

Leia mais

Cap.12: Rotação de um Corpo Rígido

Cap.12: Rotação de um Corpo Rígido Cap.1: Rotação de um Copo Rígido Do pofesso paa o aluno ajudando na avaliação de compeensão do capítulo. Fundamental que o aluno tenha lido o capítulo. 1.8 Equilíbio Estático Estudamos que uma patícula

Leia mais

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força

E = F/q onde E é o campo elétrico, F a força Campo Elético DISCIPLINA: Física NOE: N O : TURA: PROFESSOR: Glênon Duta DATA: Campo elético NOTA: É a egião do espaço em ue uma foça elética pode sugi em uma caga elética. Toda caga elética cia em tono

Leia mais

Capítulo 29: Campos Magnéticos Produzidos por Correntes

Capítulo 29: Campos Magnéticos Produzidos por Correntes Capítulo 9: Campos Magnéticos Poduzidos po Coentes Cap. 9: Campos Magnéticos Poduzidos po Coentes Índice Lei de iot-savat; Cálculo do Campo Poduzido po uma Coente; Foça Ente duas Coentes Paalelas; Lei

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO

ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO FÍSICA e QUÍMICA A 11º ano /1.º Ano 3º este de Avaliação Sumativa Feveeio 007 vesão Nome nº uma Data / / Duação: 90 minutos Pof. I Paa que se possa entende a lei descobeta

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE GRADUAÇÃO FÍSICA CONCURSO DE DMISSÃO O CURSO DE GRDUÇÃO FÍSIC CDERNO DE QUESTÕES 2008 1 a QUESTÃO Valo: 1,0 Uma bóia náutica é constituída de um copo cilíndico vazado, com seção tansvesal de áea e massa m, e de um tonco

Leia mais

Dinâmica do Movimento Circular

Dinâmica do Movimento Circular Dinâmica do Movimento Cicula Gabaito: Resposta da questão 1: [E] A fita F 1 impede que a gaota da cicunfeência extena saia pela tangente, enquanto que a fita F impede que as duas gaotas saiam pela tangente.

Leia mais

Movimentos dos Satélites Geostacionários

Movimentos dos Satélites Geostacionários Movimentos dos Satélites Geostaionáios Os satélites geostaionáios são satélites que se enontam paados elativamente a um ponto fixo sobe a Tea, gealmente sobe a linha do equado. 6 hoas mais tade Movimentos

Leia mais

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista.

Caro cursista, Todas as dúvidas deste curso podem ser esclarecidas através do nosso plantão de atendimento ao cursista. Cao cusista, Todas as dúvidas deste cuso podem se esclaecidas atavés do nosso plantão de atendimento ao cusista. Plantão de Atendimento Hoáio: quatas e quintas-feias das 14:00 às 15:30 MSN: lizado@if.uff.b

Leia mais

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F

- B - - Esse ponto fica à esquerda das cargas nos esquemas a) I e II b) I e III c) I e IV d) II e III e) III e IV. b. F. a. F LIST 03 LTROSTÁTIC PROSSOR MÁRCIO 01 (URJ) Duas patículas eleticamente caegadas estão sepaadas po uma distância. O gáfico que melho expessa a vaiação do módulo da foça eletostática ente elas, em função

Leia mais

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO

CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO Capítulo 4 - Cinemática Invesa de Posição 4 CAPÍTULO 04 CINEMÁTICA INVERSA DE POSIÇÃO 4.1 INTRODUÇÃO No capítulo anteio foi visto como detemina a posição e a oientação do ógão teminal em temos das vaiáveis

Leia mais

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica

Cap014 - Campo magnético gerado por corrente elétrica ap014 - ampo magnético geado po coente elética 14.1 NTRODUÇÃO S.J.Toise Até agoa os fenômenos eléticos e magnéticos foam apesentados como fatos isolados. Veemos a pati de agoa que os mesmos fazem pate

Leia mais

20 Exercícios Revisão

20 Exercícios Revisão 0 Execícios Revisão Nome Nº 1ª séie Física Beth/Reinaldo Data / / T cte. G. M. m F v a cp v G. M T.. v R Tea = 6,4 x 10 6 m M Tea = 6,0 x 10 4 kg G = 6,7 x 10 11 N.m /kg g = 10 m/s P = m.g M = F. d m d

Leia mais

Credenciamento Portaria MEC 3.613, de D.O.U

Credenciamento Portaria MEC 3.613, de D.O.U edenciamento Potaia ME 3.63, de 8..4 - D.O.U. 9..4. MATEMÁTIA, LIENIATURA / Geometia Analítica Unidade de apendizagem Geometia Analítica em meio digital Pof. Lucas Nunes Ogliai Quest(iii) - [8/9/4] onteúdos

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 5 9 1. Quando a velocidade de um eléton é v = (,x1 6 m/s)i + (3,x1 6 m/s)j, ele sofe ação de um campo magnético B = (,3T) i (,15T) j.(a) Qual é a foça

Leia mais

Figura 14.0(inicio do capítulo)

Figura 14.0(inicio do capítulo) NOTA DE AULA 05 UNIVESIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPATAMENTO DE MATEMÁTICA E FÍSICA Disciplina: FÍSICA GEAL E EXPEIMENTAL II (MAF 0) Coodenação: Pof. D. Elias Calixto Caijo CAPÍTULO 14 GAVITAÇÃO 1. O MUNDO

Leia mais

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear).

TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linear). TEXTO DE REVISÃO 13 Impulso e Quantidade de Movimento (ou Momento Linea). Cao Aluno: Este texto de evisão apesenta um dos conceitos mais impotantes da física, o conceito de quantidade de movimento. Adotamos

Leia mais

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos

4.4 Mais da geometria analítica de retas e planos 07 4.4 Mais da geometia analítica de etas e planos Equações da eta na foma simética Lembemos que uma eta, no planos casos acima, a foma simética é um caso paticula da equação na eta na foma geal ou no

Leia mais

Campo Gravítico da Terra

Campo Gravítico da Terra Campo Gavítico da Tea 3. otencial Gavítico O campo gavítico é um campo vectoial (gandeza com 3 componentes) Seá mais fácil tabalha com uma gandeza escala, que assume apenas um valo em cada ponto Seá possível

Leia mais

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES

CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES CAMPO ELÉCTRICO NO EXTERIOR DE CONDUTORES LINEARES 1. Resumo A coente que passa po um conduto poduz um campo magnético à sua volta. No pesente tabalho estuda-se a vaiação do campo magnético em função da

Leia mais

Os Fundamentos da Física

Os Fundamentos da Física TEMA ESPECAL DNÂMCA DAS TAÇÕES 1 s Fundamentos da Física (8 a edição) AMALH, NCLAU E TLED Tema especial DNÂMCA DAS TAÇÕES 1. Momento angula de um ponto mateial, 1 2. Momento angula de um sistema de pontos

Leia mais

Série II - Resoluções sucintas Energia

Série II - Resoluções sucintas Energia Mecânica e Ondas, 0 Semeste 006-007, LEIC Séie II - Resoluções sucintas Enegia. A enegia da patícula é igual à sua enegia potencial, uma vez que a velocidade inicial é nula: V o mg h 4 mg R a As velocidades

Leia mais

O perímetro da circunferência

O perímetro da circunferência Univesidade de Basília Depatamento de Matemática Cálculo 1 O peímeto da cicunfeência O peímeto de um polígono de n lados é a soma do compimento dos seus lados. Dado um polígono qualque, você pode sempe

Leia mais

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade:

ESCOAMENTO POTENCIAL. rot. Escoamento de fluido não viscoso, 0. Equação de Euler: Escoamento de fluido incompressível cte. Equação da continuidade: ESCOAMENTO POTENCIAL Escoamento de fluido não viso, Equação de Eule: DV ρ ρg gad P Dt Escoamento de fluido incompessível cte Equação da continuidade: divv Escoamento Iotacional ot V V Se o escoamento fo

Leia mais

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11

Mecânica. Conceito de campo Gravitação 2ª Parte Prof. Luís Perna 2010/11 Mecânica Gavitação 2ª Pate Pof. Luís Pena 2010/11 Conceito de campo O conceito de campo foi intoduzido, pela pimeia vez po Faaday no estudo das inteacções elécticas e magnéticas. Michael Faaday (1791-1867)

Leia mais

Vetores Cartesianos. Marcio Varela

Vetores Cartesianos. Marcio Varela Vetoes Catesianos Macio Vaela Sistemas de Coodenadas Utilizando a Rega da Mão Dieita. Esse sistema seá usado paa desenvolve a teoia da álgeba vetoial. Componentes Retangulaes de um Veto Um veto pode te

Leia mais

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I RESOLUÇÃO DA LISTA I

FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I RESOLUÇÃO DA LISTA I FÍSICA GERAL E EPERIMENTAL I RESOLUÇÃO DA LISTA I UNIERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Depataento de Mateática e Física Disciplina: Física Geal e Epeiental I (MAF ) RESOLUÇÃO DA LISTA II ) Consideando os deslocaentos,

Leia mais

Prova de Física 1 o Série 1 a Mensal 1 o Trimestre TIPO - A

Prova de Física 1 o Série 1 a Mensal 1 o Trimestre TIPO - A Pova de Física 1 o Séie 1 a Mensal 1 o Timeste TIPO - A 01) A fómula matemática a segui mosta a elação que existe ente volume,, em m, de uma pessoa e sua massa, m, em kg. m a) Utilizando a fómula, calcule

Leia mais

Polarização Circular e Elíptica e Birrefringência

Polarização Circular e Elíptica e Birrefringência UNIVRSIDAD D SÃO PAULO Polaização Cicula e líptica e Biefingência Nessa pática estudaemos a polaização cicula e elíptica da luz enfatizando as lâminas defasadoas e a sua utilização como instumento paa

Leia mais

Geometria: Perímetro, Área e Volume

Geometria: Perímetro, Área e Volume Geometia: Peímeto, Áea e Volume Refoço de Matemática ásica - Pofesso: Macio Sabino - 1 Semeste 2015 1. Noções ásicas de Geometia Inicialmente iemos defini as noções e notações de alguns elementos básicos

Leia mais

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss

n θ E Lei de Gauss Fluxo Eletrico e Lei de Gauss Fundamentos de Fisica Clasica Pof icado Lei de Gauss A Lei de Gauss utiliza o conceito de linhas de foça paa calcula o campo elético onde existe um alto gau de simetia Po exemplo: caga elética pontual,

Leia mais

- Física e Segurança no Trânsito -

- Física e Segurança no Trânsito - - Física e Seguança no Tânsito - - COLISÕES E MOMENTUM LINEAR - COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES COLISÕES O QUE É MELHOR: - Se atopelado

Leia mais

SISTEMA DE COORDENADAS

SISTEMA DE COORDENADAS ELETROMAGNETISMO I 1 0 ANÁLISE VETORIAL Este capítulo ofeece uma ecapitulação aos conhecimentos de álgeba vetoial, já vistos em outos cusos. Estando po isto numeado com o eo, não fa pate de fato dos nossos

Leia mais

CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru

CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru Luiz Fancisco da Cuz Depatamento de Matemática Unesp/Bauu EXERCÍCIOS SOBRE CÁLCULO VETOTIL E GEOMETRI NLÍTIC 01) Demonste vetoialmente que o segmento que une os pontos médios dos lados não paalelos de

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Aula de UNIDADE - MOVIMENTO VERTICAL NO VÁCUO 1) (UFJF-MG) Um astonauta está na supefície da Lua quando solta, simultaneamente, duas bolas maciças, uma de chumbo e outa de madeia, de uma altua de,0 m em

Leia mais

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico

Resolução da Prova de Raciocínio Lógico ESAF/ANA/2009 da Pova de Raciocínio Lógico (Refeência: Pova Objetiva 1 comum a todos os cagos). Opus Pi. Rio de Janeio, maço de 2009. Opus Pi. opuspi@ymail.com 1 21 Um io pincipal tem, ao passa em deteminado

Leia mais

Dinâmica de um Sistema de Partículas 4 - MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME

Dinâmica de um Sistema de Partículas 4 - MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME Dinâmica de um Sistema de atículas Da. Diana Andade, Da. Angela Kabbe, D. Caius Lucius & D. Ségio illing 4 MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME Se um onto se moe numa cicunfeência, seu moimento é cicula, odendo

Leia mais

Leitura obrigatória Mecânica Vetorial para Engenheiros, 5ª edição revisada, Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr.

Leitura obrigatória Mecânica Vetorial para Engenheiros, 5ª edição revisada, Ferdinand P. Beer, E. Russell Johnston, Jr. UC - Goiás Cuso: Engenhaia Civil Disciplina: ecânica Vetoial Copo Docente: Geisa ies lano de Aula Leitua obigatóia ecânica Vetoial paa Engenheios, 5ª edição evisada, edinand. Bee, E. Russell Johnston,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A figua acima ilusta um sistema constuído de dois blocos de massas M e m, com M > m, ligados po um fio que passa po uma polia de aio R de massa não despezível. Os blocos, ao se

Leia mais

Carga Elétrica e Campo Elétrico

Carga Elétrica e Campo Elétrico Aula 1_ Caga lética e Campo lético Física Geal e peimental III Pof. Cláudio Gaça Capítulo 1 Pincípios fundamentais da letostática 1. Consevação da caga elética. Quantização da caga elética 3. Lei de Coulomb

Leia mais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais

7.3. Potencial Eléctrico e Energia Potencial Eléctrica de Cargas Pontuais 7.3. Potencial Eléctico e Enegia Potencial Eléctica de Cagas Pontuais Ao estabelece o conceito de potencial eléctico, imaginamos coloca uma patícula de pova num campo eléctico poduzido po algumas cagas

Leia mais

Campo Magnético produzido por Bobinas Helmholtz

Campo Magnético produzido por Bobinas Helmholtz defi depatamento de física Laboatóios de Física www.defi.isep.ipp.pt Campo Magnético poduzido po Bobinas Helmholtz Instituto Supeio de Engenhaia do Poto- Depatamento de Física ua D. António Benadino de

Leia mais

setor 1214 Aulas 35 e 36

setor 1214 Aulas 35 e 36 seto 114 1140509 1140509-SP Aulas 35 e 36 LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO O oviento de u copo lançado hoizontalente no vácuo (ou e cicunstâncias tais que a esistência do a possa se despezada) é a coposição

Leia mais

Prof. Dirceu Pereira

Prof. Dirceu Pereira Polícia odoviáia edeal Pof. Diceu Peeia ísica 3.4. OÇAS EM TAJETÓIAS CUILÍNEAS Se lançamos um copo hoizontalmente, póximo a supefície da Tea, com uma velocidade inicial de gande intensidade, da odem de

Leia mais

MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO

MATEMÁTICA 3 A SÉRIE - E. MÉDIO 1 MTEMÁTIC 3 SÉRIE - E. MÉDIO Pof. Rogéio Rodigues ELEMENTOS PRIMITIVOS / ÂNGULOS NOME :... NÚMERO :... TURM :... 2 I) ELEMENTOS PRIMITIVOS ÂNGULOS Os elementos pimitivos da Geometia são O Ponto, eta e

Leia mais

Adriano Pedreira Cattai

Adriano Pedreira Cattai Adiano Pedeia Cattai apcattai@yahoocomb didisuf@gmailcom Univesidade Fedeal da Bahia UFBA :: 006 Depatamento de Matemática Cálculo II (MAT 04) Coodenadas polaes Tansfomações ente coodenadas polaes e coodenadas

Leia mais

3. Estática dos Corpos Rígidos. Sistemas de vectores

3. Estática dos Corpos Rígidos. Sistemas de vectores Secção de Mecânica Estutual e Estutuas Depatamento de Engenhaia Civil e Aquitectua ESTÁTICA Aquitectua 2006/07 3. Estática dos Copos ígidos. Sistemas de vectoes 3.1 Genealidades Conceito de Copo ígido

Leia mais

IF Eletricidade e Magnetismo I

IF Eletricidade e Magnetismo I IF 437 Eleticidade e Magnetismo I Enegia potencial elética Já tatamos de enegia em divesos aspectos: enegia cinética, gavitacional, enegia potencial elástica e enegia témica. segui vamos adiciona a enegia

Leia mais

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I

FGE0270 Eletricidade e Magnetismo I FGE7 Eleticidade e Magnetismo I Lista de execícios 9 1. Uma placa condutoa uadada fina cujo lado mede 5, cm enconta-se no plano xy. Uma caga de 4, 1 8 C é colocada na placa. Enconte (a) a densidade de

Leia mais

Um pouco de cálculo 1 UM POUCO DE CÁLCULO. 1.1 Introdução aos vetores. S. C. Zilio e V. S. Bagnato Mecânica, calor e ondas

Um pouco de cálculo 1 UM POUCO DE CÁLCULO. 1.1 Introdução aos vetores. S. C. Zilio e V. S. Bagnato Mecânica, calor e ondas Um pouco de cálculo UM POUCO DE CÁLCULO. Intodução aos vetoes Eistem gandezas físicas que podem se especificadas fonecendo-se apenas um númeo. Assim, po eemplo, quando dizemos que a tempeatua de uma sala

Leia mais

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra

3.1 Potencial gravitacional na superfície da Terra 3. Potencial gavitacional na supefície da Tea Deive a expessão U(h) = mgh paa o potencial gavitacional na supefície da Tea. Solução: A pati da lei de Newton usando a expansão de Taylo: U( ) = GMm, U( +

Leia mais

APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL

APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA TEXTO DE APOIO ÀS AULAS PRÁTICAS DE FÍSICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL Rui Lança, Eq. Pofesso Adjunto David Peeia, Eq. Pofesso Adjunto SETEMBRO DE

Leia mais

Áreas parte 2. Rodrigo Lucio Isabelle Araújo

Áreas parte 2. Rodrigo Lucio Isabelle Araújo Áeas pate Rodigo Lucio Isabelle Aaújo Áea do Cículo Veja o cículo inscito em um quadado. Medida do lado do quadado:. Áea da egião quadada: () = 4. Então, a áea do cículo com aio de medida é meno do que

Leia mais

FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CONDUTORES

FORÇA MAGNÉTICA SOBRE CONDUTORES ELETROMAGNETSMO 95 11 FORÇA MAGNÉTCA SOBRE CONDUTORES Até então, nossos estudos sobe campos magnéticos o enfatiaam como sendo oiginado pela ciculação de uma coente elética em um meio conduto. No entanto,

Leia mais

Dinâmica Trabalho e Energia

Dinâmica Trabalho e Energia CELV Colégio Estadual Luiz Vianna Física 1 diano do Valle Pág. 1 Enegia Enegia está elacionada à capacidade de ealiza movimento. Um dos pincípios básicos da Física diz que a enegia pode se tansfomada ou

Leia mais

a) 3,6 b) 18 c) 1,0 d) 6,0 e) 10

a) 3,6 b) 18 c) 1,0 d) 6,0 e) 10 Questão - (FUVEST) Um acobata, de massa M A = 60kg, que ealiza uma apesentação em que, seguando uma coda suspensa em um ponto Q fixo, petende descee um cículo de aio = 4,9m, de tal foma que a coda mantenha

Leia mais

&255(17((/e75,&$ (6.1) Se a carga é livre para se mover, ela sofrerá uma aceleração que, de acordo com a segunda lei de Newton é dada por : r r (6.

&255(17((/e75,&$ (6.1) Se a carga é livre para se mover, ela sofrerá uma aceleração que, de acordo com a segunda lei de Newton é dada por : r r (6. 9 &55(1((/e5,&$ Nos capítulos anteioes estudamos os campos eletostáticos, geados a pati de distibuições de cagas eléticas estáticas. Neste capítulo iniciaemos o estudo da coente elética, que nada mais

Leia mais

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2

/(,'(%,276$9$57()/8;2 0$*1e7,&2 67 /(,'(%,76$9$57()/8; 0$*1e7,& Ao final deste capítulo você deveá se capaz de: ½ Explica a elação ente coente elética e campo magnético. ½ Equaciona a elação ente coente elética e campo magnético, atavés

Leia mais

O sofrimento é passageiro. Desistir é pra sempre! Gravitação

O sofrimento é passageiro. Desistir é pra sempre! Gravitação O sofimento é passageio. Desisti é pa sempe! Gavitação 1. (Upe 015) A figua a segui ilusta dois satélites, 1 e, que obitam um planeta de massa M em tajetóias ciculaes e concênticas, de aios 1 e, espectivamente.

Leia mais

O Paradoxo de Bertrand para um Experimento Probabilístico Geométrico

O Paradoxo de Bertrand para um Experimento Probabilístico Geométrico O Paadoxo de etand paa um Expeimento Pobabilístico Geomético maildo de Vicente 1 1 Colegiado do Cuso de Matemática Cento de Ciências Exatas e Tecnológicas da Univesidade Estadual do Oeste do Paaná Caixa

Leia mais

CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO

CÁLCULO VETORIAL E GEOMETRIA ANALÍTICA Luiz Francisco da Cruz Departamento de Matemática Unesp/Bauru CAPÍTULO 2 VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO Lui Fancisco da Cu Depatamento de Matemática Unesp/Bauu CAPÍTULO VETORES NO PLANO E NO ESPAÇO Vetoes no plano O plano geomético, também chamado de R, simbolicamente escevemos: R RR {(,), e R}, é o conunto

Leia mais

ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER

ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER 16 ASPECTOS GERAIS E AS LEIS DE KEPLER Gil da Costa Maques Dinâmica do Movimento dos Copos 16.1 Intodução 16. Foças Centais 16.3 Dinâmica do movimento 16.4 Consevação do Momento Angula 16.5 Enegias positivas,

Leia mais

Colégio Santa Catarina Unidade II: Movimento Uniforme (MU) 7 Unidade II: Movimento Uniforme (M.U.)

Colégio Santa Catarina Unidade II: Movimento Uniforme (MU) 7 Unidade II: Movimento Uniforme (M.U.) Colégio Santa Catarina Unidade II: Movimento Uniforme (MU) 7 Unidade II: Movimento Uniforme (M.U.) O movimento de uma partícula é uniforme quando ela percorre ao longo de sua trajetória, espaços iguais

Leia mais

Movimentos: Variações e Conservações

Movimentos: Variações e Conservações Movimentos: Vaiações e Consevações Volume único Calos Magno S. da Conceição Licinio Potugal Lizado H. C. M. Nunes Raphael N. Púbio Maia Apoio: Fundação Ceciej / Extensão Rua Visconde de Niteói, 1364 Mangueia

Leia mais

Quasi-Neutralidade e Oscilações de Plasma

Quasi-Neutralidade e Oscilações de Plasma Quasi-Neutalidade e Oscilações de Plasma No pocesso de ionização, como é poduzido um pa eléton-íon em cada ionização, é de se espea que o plasma seja macoscopicamente uto, ou seja, que haja tantos elétons

Leia mais

Exercícios. setor Aula 25. Separando as esferas. afastando a barra A ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO E A ATRAÇÃO DE CORPOS NEUTROS

Exercícios. setor Aula 25. Separando as esferas. afastando a barra A ELETRIZAÇÃO POR INDUÇÃO E A ATRAÇÃO DE CORPOS NEUTROS seto 116 1160409 1160409-SP ula 5 ELETIZÇÃO PO INDUÇÃO E TÇÃO DE COPOS NEUTOS = conduto ou isolante, inicialmente eletizado (induto) = conduto, inicialmente neuto (induzido) Passo 1: Passo : Passo 3: Passo

Leia mais

Mecânica Técnica. Aula 4 Adição e Subtração de Vetores Cartesianos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues

Mecânica Técnica. Aula 4 Adição e Subtração de Vetores Cartesianos. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues Aula 4 Adição e Subtação de Vetoes Catesianos Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Pof. MSc. Luiz Eduado Mianda J. Rodigues Tópicos Abodados Nesta Aula Opeações com Vetoes Catesianos. Veto Unitáio.

Leia mais

Bola, taco, sinuca e física

Bola, taco, sinuca e física Revista Basileia de Ensino de ísica, v. 29, n. 2, p. 225-229, (2007) www.sfisica.og. Bola, taco, sinuca e física (Ball, cue, snooke and physics) Eden V. Costa 1 Instituto de ísica, Univesidade edeal luminense,

Leia mais

Escola Secundária/3 da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Matemática Ano Lectivo 2003/04 Geometria 2 - Revisões 11.º Ano

Escola Secundária/3 da Sé-Lamego Ficha de Trabalho de Matemática Ano Lectivo 2003/04 Geometria 2 - Revisões 11.º Ano Escola Secundáia/ da Sé-Lamego Ficha de Tabalho de Matemática Ano Lectivo 00/04 Geometia - Revisões º Ano Nome: Nº: Tuma: A egião do espaço definida, num efeencial otonomado, po + + = é: [A] a cicunfeência

Leia mais

Problema de três corpos. Caso: Circular e Restrito

Problema de três corpos. Caso: Circular e Restrito Poblema de tês copos Caso: Cicula e Restito Tópicos Intodução Aplicações do Poblema de tês copos Equações Geais Fomulação do Poblema Outas vaiantes Equações do Poblema Restito-Plano-Cicula Integal de Jacobi

Leia mais

Matemática do Ensino Médio vol.2

Matemática do Ensino Médio vol.2 Matemática do Ensino Médio vol.2 Cap.11 Soluções 1) a) = 10 1, = 9m = 9000 litos. b) A áea do fundo é 10 = 0m 2 e a áea das paedes é (10 + + 10 + ) 1, = 51,2m 2. Como a áea que seá ladilhada é 0 + 51,2

Leia mais

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados

Cap03 - Estudo da força de interação entre corpos eletrizados ap03 - Estudo da foça de inteação ente copos eletizados 3.1 INTRODUÇÃO S.J.Toise omo foi dito na intodução, a Física utiliza como método de tabalho a medida das qandezas envolvidas em cada fenômeno que

Leia mais

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Circuitos Corrente Variável, Equações de Maxwell

Eletromagnetismo e Ótica (MEAer/LEAN) Circuitos Corrente Variável, Equações de Maxwell Eletomagnetismo e Ótica (MEAe/EAN) icuitos oente Vaiável, Equações de Maxwell 11ª Semana Pobl. 1) (evisão) Moste que a pessão (foça po unidade de áea) na supefície ente dois meios de pemeabilidades difeentes

Leia mais

A tentativa de violação de qualquer regra abaixo anulará

A tentativa de violação de qualquer regra abaixo anulará Pova REC da Denise Nome: Infomações: Duação de 2:00. Pode come e bebe duante a pova. Pode faze a pova à lápis. Pode usa calculadoa (sem texto. A pova tem complexidade pogessiva. A tentativa de violação

Leia mais

GEOMETRIA DINÂMICA E O ESTUDO DE TANGENTES AO CÍRCULO

GEOMETRIA DINÂMICA E O ESTUDO DE TANGENTES AO CÍRCULO GEMETRIA DINÂMICA E ESTUD DE TANGENTES A CÍRCUL Luiz Calos Guimaães, Elizabeth Belfot e Leo Akio Yokoyama Instituto de Matemática UFRJ lcg@labma.ufj.b, beth@im.ufj.b, leoakyo@yahoo.com.b INTRDUÇÃ: CÍRCULS,

Leia mais