NORMA REGULAMENTAR N.º 8/2009-R, DE 4 DE JUNHO MECANISMOS DE GOVERNAÇÃO NO ÂMBITO DOS FUNDOS DE PENSÕES GESTÃO DE RISCOS E CONTROLO INTERNO

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1 NORMA REGULAMENTAR N.º 8/2009-R, DE 4 DE JUNHO MECANISMOS DE GOVERNAÇÃO NO ÂMBITO DOS FUNDOS DE PENSÕES GESTÃO DE RISCOS E CONTROLO INTERNO

2 1. OBJECTIVOS DA NORMA REGULAMENTAR O que se pretende com a introdução desta Norma Regulamentar sobre os mecanismos de gestão de riscos e controlo interno? Fomentar uma cultura de orientação para a gestão e controlo do risco Estimular o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de uma gestão sã e prudente por parte das entidades gestoras de fundos de pensões Maximizar a protecção dos participantes e beneficiários dos fundos de pensões 2

3 2. LINHAS ORIENTADORAS DO PROCESSO REGULAMENTAR Aplicar regime coerente com o do sector segurador, mas considerar as especificidades dos fundos de pensões Estabelecer princípios de proporcionalidade e flexibilidade Prever a responsabilização da gestão (órgão de administração e directores de topo) Evitar a burocratização dos processos (a gestão de riscos e o controlo interno devem acrescentar valor...) Potenciar uma implementação efectiva dos princípios Criar condições para o reforço da supervisão orientada para o risco 3

4 Estrutura Organizacional Promover uma definição clara e objectiva da cadeia hierárquica e de responsabilidades e contemplar uma adequada segregação de deveres Promover um alto nível de integridade e estabelecer uma cultura que enfatize, em toda a estrutura organizacional, a importância da gestão dos riscos e do controlo interno Implementar sistemas de informação que produzam informação fiável, de qualidade, suficiente, atempada e relevante acerca da actividade desenvolvida pela entidade gestora 4

5 Gestão de riscos Processo e consequências práticas O processo de gestão de riscos deve ter uma influência activa na: Definição do perfil de risco correspondente à política de investimentos do fundo Monitorização Articulação com os benefícios abrangidos pelo plano pensões Tomada de decisão do órgão de administração e dos directores de topo, por si ou em conjunto com o Associado 5

6 Gestão de riscos Tipologia dos riscos a considerar Referentes aos fundos de pensões Risco de mercado Risco de crédito Risco de concentração Risco de liquidez Riscos específicos do plano de pensões Referentes à Entidade Gestora Risco de investimento Risco operacional Mortalidade e longevidade Invalidez e rotação da população Reforma antecipada e pré reforma Grau de dependência dos regimes de Segurança Social Outros, se materiais (por exemplo, risco estratégico e risco reputacional) 6

7 Gestão de riscos Consubstanciação prática Definir as regras e procedimentos para identificar e hierarquizar os riscos e as operações a eles associadas Efectuar análises qualitativas e quantitativas de risco adequadas, identificando as medidas de risco consideradas (inclui a realização de stress tests) Definir os níveis de tolerância a respeitar para cada risco Definir e monitorizar indicadores de alerta que permitam uma detecção atempada dos riscos potencialmente adversos 7

8 Controlo interno Quais os objectivos? Eficiência e eficácia das operações Disponibilização de informação fiável e completa Eficiência do sistema de gestão de riscos Correcta avaliação dos activos e responsabilidades da entidade gestora e dos fundos por ela geridos Desempenho prudente da actividade Cumprimento da legislação, regulamentação e procedimentos internos 8

9 Controlo interno Processo de Monitorização Tipos de monitorização Monitorização contínua Avaliações periódicas e extraordinárias Etapas de monitorização Identificação das falhas e fragilidades Registo e reporte interno das falhas e fragilidades detectadas Implementação das alterações consideradas necessárias Posterior acompanhamento das situações (follow-up) 9

10 Exemplo de documentação para dar cumprimento às exigências da Norma Regulamentar 1. Estrutura de governação e organizacional 2. Código de conduta 3. Relatório anual de auditoria interna 4. Relatório anual de compliance 5. Documento de formalização dos sistemas de gestão de risco e controlo interno 6. Relatório anual sobre a estrutura organizacional e os sistemas de gestão de risco e de controlo interno 10

11 Funções chave Elementos essenciais: Função de gestão de riscos Função actuarial Enfoque nas competências e não na estrutura organizacional Quadros competentes e qualificados Função de auditoria interna Função de compliance Acesso pleno a toda a informação necessária para o desempenho das suas tarefas Independência face às actividades operacionais, sujeita à aplicação do princípio da proporcionalidade (excepto auditoria interna) 11

12 4. FORMALIZAÇÃO E REPORTE AO ISP Formalização dos sistemas Pode ser efectuada num ou mais documentos específicos (flexibilidade) Deve incluir as principais estratégias, políticas e processos dos sistemas de gestão de riscos e controlo interno Deve identificar os sistemas de gestão de riscos e as actividades de controlo implementados Reporte ao ISP Relatório anual sobre a estrutura organizacional e os sistemas de gestão de riscos e de controlo interno (alínea b) do n.º1 do Art.º 4.º da Norma Regulamentar n.º 18/2008, de 23 de Dezembro) Inclui, no mínimo, um resumo explicativo das principais vicissitudes ocorridas durante o período, identificando as falhas e fragilidades detectadas e as medidas tomadas 12

13 5. PRÓXIMOS DESENVOLVIMENTOS Implementação pelas entidades gestoras até ao final de 2010 Final de Setembro de 2009: Reporte ao ISP do Plano de Implementação Detalhado, que identifique as actividades a desenvolver durante os anos de 2009 e de Abril de 2011: Reporte inicial dos documentos de formalização dos princípios de gestão de risco e controlo interno

14 5. PRÓXIMOS DESENVOLVIMENTOS Constituição de um grupo de trabalho com a tarefa de elaborar proposta de Orientação Técnica que estabeleça um conjunto de princípios operacionais relativos à gestão e ao controlo dos riscos inerentes aos fundos de pensões (a adoptar pelas entidades gestoras numa base de comply or explain) Integração no processo de supervisão da monitorização da implementação efectiva dos mecanismos de gestão de risco e controlo interno

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