PERSPECTIVAS DA CRIAÇÃO DE PEIXES MARINHOS NO NORDESTE

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1 PERSPECTIVAS DA CRIAÇÃO DE PEIXES MARINHOS NO NORDESTE Alberto J.P. Nunes PEC NORDESTE de junho de 2015, 08:30-11:30 h Centro de Eventos de Fortaleza Auditório 2, Mezanino I, 1º andar Fortaleza, Ceará

2 ESPÉCIES ALVO PARA CULTIVO NO MUNDO Espécies marinhas de interesse para cultivo são carnívoras e bastante diversificadas Os principais grupos incluem: GRUPO Robalos Garoupas/Meros Arabaianas Pampo Pargos Dourada Linguados Atuns Beijupirá Tarpons Tainhas GÊNERO Centropomidae, Lates Epinephelus, Mycteroperca Seriola Trachynotus Lutjanus, Pagrus Sparus Paralichthys Thunnus Rachycentron Megalops Mugil Em contraste aos principais grupos aquícolas, o no. de espécies de peixes marinhos cultivados comercialmente continua a expandir Espécies cultivadas comercialmente 1. Arabaiana (Seriola quinqueradiata) 2. Dourada/seabream (Sparus aurata) 3. Robalo japonês (Lateolabrax japonicus) 4. Robalo europeu (Dicentrarchus labrax) 5. Beijupirá (Rachycentron canadum) 6. Barramundi (Lates calcarifer) 7. Pampo (Trachynotus blochii) 2

3 GAROUPAS FAMILIA: Serranidae SUB-FAMÍLIA: Epinephelinae GÊNEROS: Epinephelus, Plectropomus, Cromileptes 15 gêneros e 159 espécies: Epinephelus mais relevante (98 espécies, 71% Indo- Pacífico, 8% Pacífico Oriental, 11% Atlântico Oriental e 9% no Mediterrâneo) Hermafroditas sequenciais do tipo protogínico/corais, costas e estuários Epinephelus fuscoguttatus, Brown-marbled grouper Cromileptes altivelis, Humpback grouper Fotos extraídas do livro Fishes of Aquaculture in Taiwan XIV Epinephelus malabaricus, Malabar grouper Epinephelus lanceolatus, Giant grouper 3

4 GAROUPA HÍBRIDA Foto: GST Group, Penang, Malaysia TIGER GROUPER, Epinephelus fuscoguttatus x GIANT GROUPER, E. lanceolatus 4

5 RED SNAPPER (Lutjanus argentimaculatus) PARGO Foto: GST Group, Penang, Malaysia 5

6 BARRAMUNDI (Lates calcarifer) ROBALO ASIÁTICO Foto: GST Group, Penang, Malaysia 6

7 GOLDEN POMPANO (Trachynotus blochii) PAMPO 7

8 COBIA (Rachycentron canadum) BEIJUPIRA 8

9 CENTRO DE REPRODUTORES: VIETNÃ Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1 9

10 ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS ROBALO ASIÁTICO 10

11 ACASALAMENTO E REPRODUÇÃO EM GAIOLAS Research Institute for Aquaculture No 1 - RIA1 ALEVINOS DO ROBALO ASIÁTICO 11

12 ALEVINOS DE BARRAMUNDI: MALÁSIA Alevinos de 1 g do barramundi USD 0,30 0,40/unidade (média) Procedência da Tailândia: USD 0,15/unidade (85% do total) Malásia: USD 1,0/unidade (máximo)

13 LARVICULTURA EM LABORATÓRIO (ÁGUA CLARA) 13

14 LARVICULTURA EM ÁGUA VERDE (MESOCOSMO) INOCULAÇÃO DE ZOOPLÂNCTON COLETA DE ZOOPLÂNCTON 14

15 SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS INDUSTRIAIS FAZENDA MARINE FARMS VIETNAM Provincia de Khanh Hoa, foto: 20/03/ m 3 15

16 SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS ARTESANAIS Ria-Vûng Tàu, foto: 18/03/ m 3 16

17 CRIAÇÃO DE BARRAMUNDI EM VIVEIRO Viveiro de cultivo do barramundi na Malásia, sendo cheio para povoamento 17

18 RAÇÃO PEIXES MARINHOS SISTEMAS DE ENGORDA: GAIOLAS INDUSTRIAIS FCA 6 7 Custo por kg USD 3,0-3,5 FCA 2,0 2,5 Custo por kg USD 3,0-3,8 18

19 ALIMENTAÇÃO BARRAMUNDI Alimentação realizada a lanço predomina. Barramundi alimentado durante todo o ciclo apenas 2 vezes ao dia, início da manhã e após 17:00 hrs (escuro somente as 19:00 hrs) 19

20 CULTIVO DE SOLHA NA CORÉIA DO SUL 20

21 CULTIVO DE SOLHA NA CORÉIA DO SUL 21

22 RAÇÃO ÚMIDA PARA SOLHA 22

23 RAÇÃO SECA PARA SOLHA 23

24 +45 ANOS P&D COM PEIXES MARINHOS Bahia Pesca, IP-SP, UFSC, FURG, LABOMAR, UFRPE UFSC, FURG, Bahia Pesca UFAL, UFPE, UFSC, IPqM Tainhas Mugil brasiliensis Mugil curema Mugil liza Beijupirá, robalos, lutjanídeos e serranídeos Robalos e linguado Linguado: Paralichthys orbignyanus Robalo-peva: Centropomus parallelus Robalo-flecha: Centropomus undecimalis Cioba: Lutjanus analis Ariaco: Lutjanus synagris Beijupirá, Rachycentrum canadum Garoupa, Epinephelus marinatus

25 MODELOS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA Tambaqui - Colossoma macropomum Espécie Ambiente Sistema Prodtv. Ciclos/ano FCA Ração Proteína* *Engorda Tambaqui Água doce Viveiros 7 25 ton/ha/ciclo 1,5 2 1,0 1,7 Extrusada 28 32% SI Oniv. Foto: Nova Jaguaribara, Ceará

26 MODELOS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA Foto: Paulo Afonso, BA

27 MODELOS DE PRODUÇÃO AQUÍCOLA

28 Déficit / Superávit no Comércio DÉFICIT DE USD 1,2 BILHÕES EM Volume (ton. x 1.000) Valor (US$ FOB x ) 2 Fonte: Alice Web 2. MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior do Brasil). 3 Produção doméstica + importações exportações

29 APENAS 10% DO CONSUMO PER CAPITA ANO Proteína animal Kg* % Kg* % Kg* % Bovinos Suínos Aves Aquática TOTAL *consumo per capita 1 Dados da OECD-FAO Agricultural Outlook OECD, Economic Co-operation and Development. FAO, Food and Agriculture Organization (FAO) of the United Nations. 2 Pesca e aquicultura

30 BRASIL: PRODUÇÃO DOBRA A CADA 7 ANOS Ração para peixes (ton./ano) Ração para camarões (ton./ano) Produção aquícola* (ton./ano) % CRESCIMENTO ANUAL Fontes: SINDIRAÇÕES. Boletim Informativo do Setor. Maio/2014. file:///c:/users/alberto/documents/boletiminformativo-do-setor_vs-portugues_site pdf *FAO. Global Aquaculture Production (online query). 30

31 BAHIA PESCA SANTO AMARO, BA Getonilson e Gerônimo Fotos: Bahia Pesca

32 AQUALIDER MARICULTURA RECIFE, PE Fotos: Aqualider Maricultura, Manuel Tavares Recife, Pernambuco

33 CAMANOR - CANGUARETAMA, RN

34 UFSC/LAPMAR, FLORIANOPOLIS, SC Laboratório de Piscicultura Marinha (LAPMAR) Departamento de Aquicultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Coordenação: Prof. Dr. Vinicius Ronzani Cerqueira Foto: 24/10/2012

35 UFC/LABOMAR/CEAC EUSÉBIO, CE Guaiúba, Lutjanus chrysurus

36 REDEMAR ALEVINOS ILHABELA, SP Redemar Alevinos, Claudia Kerber ME Ilhabela, São Paulo

37 MARICULTURA ITAPEMA SÃO SEB., SP

38 RAÇÃO COMERCIAL PEIXES MARINHOS Ração para alevinagem e engorda do beijupira Ração Nutrilis Marine 48 E 45% Evialis Nutrição Animal Ltda. (SP)

39 LUTJANIDEOS: LABOMAR/CEAC CT = 36 cm; Peso = 420 g Fotos: Tarcísio Teixeira Alves Jr. Guaiúba, L. chrysurus CT = 49,5cm; Peso = g CT = 20,5 cm; Peso = 155 g Cioba, Lutjanus analis Dentão, L. jocu Ariacó, Lutjanus synagris CT = 29 cm; Peso = 310 g CT = 19 cm; Peso = 118 g Carapitanga, L. apodus

40 ARIACÓ: MATURAÇÃO PRECOCE Precoce, facilidade de desova

41 CIOBA: CRESCIMENTO RAZOÁVEL Rustica, voraz Aceita bem rações a base vegetal Dificuldade na maturação GPD Ganho de peso total SOBREVIVÊNCIA FCA DENSIDADE 0,60 g/dia (95 dias) 57,0 g / 3,2 meses FREITAS et al ,6 % 1,85 15 px./m³

42 BEIJUPIRÁ: CRESCIMENTO RÁPIDO Voraz, dócil, fácil manejo Facilidade de desovas Dependente de alta qualidade de água Vulnerável a parasitas e bactérias Crescimento rápido PINTO & NUNES não publicado GPD Ganho de peso total SOBREVIVÊNCIA FCA DENSIDADE 2,5 g/dia (70 dias) 2,5 g/dia (84 dias) 175 g / 2,3 meses 210 g / 2,8 meses 99,3% 2,00 10 px./m³ 97,6% 1,87 10 px./m³

43 BEIJUPIRÁ: GAIOLAS NEARSHORE FAZENDA MARINE FARMS VIETNAM Provincia de Khanh Hoa, foto: 20/03/2013

44 DIFICULDADES DO CULTIVO OFFSHORE

45 PISCICULTURA ESTUARINA 1. Amplas áreas disponíveis no Nordeste 2. Estruturas de cultivo já montadas (camarão marinho) 3. Facilidade de operação, logística, segurança 4. Possibilidade de diversificação e/ou alternância sazonal do cultivo de camarão marinho 5. Adaptável ao pequeno pescador ou cultivo familiar

46 PREÇO DA TAINHA, CEAGESP Produto Classifica ção Categoria: Pescado Data: 31/10/2014 Uni/Peso Menor Comun Maior Quilo TAINHA GRANDE 1/KG TAINHA MEDIA 1/KG TAINHA PEQUENA 1/KG

47 PREÇO DO ROBALO, CEAGESP Produto Classifica ção Categoria: Pescado Data: 31/10/2014 Uni/Peso Menor Comun Maior Quilo ROBALO 1/KG

48 Foto: Diego Apolinário CAMURIM DEMONSTRA TOLERÂNCIA Fazenda Nova Esperança, Beberibe, CE

49 ROBALO PEVA: CRESCIMENTO LENTO Rustico, tímido Não vem a superfície, nada em cardume Crescimento muito lento PINTO 2011 GPD 0,34 g/dia (96 dias) 0,27 g/dia (94 dias) Ganho de peso total SOBREVIVÊNCIA 32,6 g / 3,2 meses 25,4 g / 3,1 meses FCA DENSIDADE 100% 1,77 10 px./m³ 93,5% 2,55 10 px./m³

50 ROBALO FLECHA: CRESCIMENTO LENTO Rustico, tímido Não vem a superfície, nada em cardume Crescimento muito lento Susceptível ao Caligus sp. SILVÃO et al. não publicado GPD Ganho de peso total SOBREVIVÊNCIA FCA DENSIDADE 0,35 g/dia (84 dias) 0,38 g/dia (105 dias) 29,4 g / 2,8 meses 46,2 g / 3,5 meses 99,7% 2,01 10 px./m³ 98,8% 2,92 4,7 px./m³

51 BARRAMUNDI, Lates calcarifer Fonte:

52 Fase berçário Fase de engorda Ganho de peso diário BARRAMUNDI (Lates calcarifer) 10 g/1,5 a 2 meses 2 kg/12 meses 4 g / dia ROBALO (Centropomus spp.) Kungvankij et al. 1985; NICA g/3 meses Tucker 1987 Schipp et al Kungvankij 1987; Tiensongrusmee et al g/12 meses 0,38 g / dia 1,5 a 4,1 g / dia Sánchez-Zamora et al CEAC: Silvão 2013 (dados não publicados) Alvarez-Lajonchère and Tsuzuki 2008 Sobrevivência % Tucker et al % Tucker et al Produtividade 20 ton./ha Tucker et al ton./ha Dieta comercial 42% PB; 15,5 kj/g 50-55% PB; 20 kj/g FCA 1,2-2 Williams and Barlow (1999) Williams et al Rimmer & Russell 1998; Schipp et al % PB; 13-14% Lip.; 13-25% CHO 51,2% PB; 12,8 Lip.; 17,6 MJ/kg Sánchez Zamora et al Tucker 2005 Nunes et al ,1 Tucker ,9 CEAC: Silvão 2013 (dados não publicados)

53 LARVICULTURA DE BARRAMUNDI - JCU 70% DE SOBREVIVÊNCIA Chlorella Skimmer James Cook University, Townsville, Austrália

54 ACASALAMENTO LARVICULTURA E REPRODUÇÃO DE BARRAMUNDI EM GAIOLAS 3 SEMANAS DE CULTIVO DAE x 10 5 cels./ml Chlorella 0,5-2 inds./ml Cisto de Artemia recém-eclodido inds./ml Artemia enriquecida Dieta para peixes Rotiferos inds./ml

55 FASE DE BERÇÁRIO: 1 50 g EM 40 DIAS 2 x 3 x 1 m animais/m 3 1,5 m profundidade

56 FASE DE BERÇÁRIO: 10 g

57 ENGORDA EM ÁGUA DOCE - AUSTRÁLIA PEIXES DE 2-3 kg

58 VIVEIRO DE CULTIVO PÓS-DESPESCA 50 TON./HA/CICLO 18 cv/ha

59 VIVEIRO DE ENGORDA BARRAMUNDI TON./HA/CICLO PEIXES DE 500 g 120 dias de cultivo

60 VIVEIROS COMPARATIVO: CAMARÃO X PEIXES ITEM L. vannamei Barramundi UNID. Ração 1,0 1,3 USD/kg PL/Alevino 3,3 300 USD/mil FCA 1,5 1,5 Densidade 80 4 unids/m 2 Sobrevivência 65% 60% Produtividade kg/ha/ano Peso final 14,3 500 g Ciclos/ano 2,0 2,5 Prodt. Anual kg CUSTO TOTAL USD/ano Custo/kg 2,7 4,2 USD/kg Custo Ração Custo Alevinos Demais Custos (30%) Preço final 4,0 5,0 USD/kg RECEITA USD/ano LUCRO USD/ano por ha/ano por kg 1,35 0,79 Simulação para uma fazenda de 10 ha de lâmina d água

61 CURVA DE CRESCIMENTO Time Fish Feed Total Cuml. FCR (day) (g) (g/fish/d) (kg/d) (kg) (feed/gain) ,5 0, , ,9 0, , ,2 0, , ,6 0, , ,0 0, , ,4 0, , ,8 0, , ,2 0, , ,6 0, , ,0 0, , ,4 0, , ,8 0, , ,2 0, , Developed by Dr Brett Glencross o C DIAS DE CULTIVO

62 RAÇÕES: ASPECTOS FÍSICOS E NUTRICIONAIS ESPECIFICAÇÕES Matéria Seca (%) Proteína Bruta (%) Proteína Digestível (%) Extrato Etéreo (%) Amido (%) Cinzas/Filler (%) Energia Bruta (MJ/kg) Energia Digestível (MJ/kg) Proteína Dig.: Energia Dig. (g/mj) < 200 g ,0 16, kg ,5 18,0 23 > 1 kg ,5 18,0 23

63 RAÇÃO BARRAMUNDI NA ÁSIA VALOR: USD 1,5/kg (rações de engorda e terminação) PROTEÍNA BRUTA: entre 43 e 45% (níveis mínimos) GORDURA: entre 5 a 8% (níveis mínimos)

64 OPORTUNIDADES Pacote tecnológico consolidado (reprodução, larvicultura, engorda e nutrição) Espécie com cultivo emergente no Sudoeste Asiático Peixe com alto desempenho zootécnico, adaptada a cultivos intensivos, em viveiros ou gaiolas Cultivo em viveiros estuarinos de camarão ou canais, de forma sazonal, em policultivo ou monocultivo Preço Premium, mercado atraente, com demanda doméstica elevada

65

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