Estudo sobre a preservação de obras raras no RS

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1 TEMPO, TEMPO, TEMPO, TEMPO entro num acordo contigo... : Estudo sobre a preservação de obras raras no RS Maria Célia Azevedo Lopes Graduada em História - ULBRA Graduada em Biblioteconomia - UFRGS

2 RELAÇÃO DOS ACERVOS RAROS NO RS MUNICÍPIOS / BIBLIOTECAS CAXIAS DO SUL CRUZ ALTA FELIZ IJUÍ MONTENEGRO NOVA PRATA PASSO FUNDO PORTO ALEGRE RIO GRANDE SANTA MARIA SÃO LEOPOLDO - Biblioteca Pública Municipal Dr. Demétrio Niederauer; Biblioteca do Museu dos Capuchinhos; Museu e Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, Biblioteca Central da Universidade de Caxias do Sul ( 4) - Biblioteca Visconde de Mauá da Universidade. - Biblioteca Pública Municipal Pedro Hahn. - Biblioteca Universitária Mário Osório Marques da Universidade Regional do Noroeste do RS. - Biblioteca Pública Municipal Hélio Alves de Oliveira, Montenegro. - Biblioteca Pública Municipal Professora Adelina Cherubini Tomedi. - Museu Biblioteca Pública Municipal Histórico Regional. - Biblioteca Borges de Medeiros da Assembleia Legislativa do RS; Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul; Biblioteca do Instituto Cultural Judaico Marc Chagal; Biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico do RS; Biblioteca Central Irmão José Otão da Pontifícia Universidade Católica do RS; Centro Histórico e Cultural Santa Casa de Misericórdia ; Biblioteca Central da Universidade Federal do RS; Biblioteca de Ciências Sociais e Humanidades da Universidade Federal do RS; Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do RS, Biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade Federal do RS. (10) - Biblioteca Rio- Grandense. - Biblioteca Pública Municipal Henrique Bastide ; Biblioteca Central Manoel Marques de Souza da Universidade Federal de Santa Maria; (2) - Biblioteca da Escola Superior de Teologia; Biblioteca do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo; Biblioteca do Seminário Concórdia, Memorial Jesuíta Unisinos. ( 4) Fonte : Guia do patrimônio bibliográfico nacional de Acervo raro (BN, 2012)

3

4 Objeto de estudo BIBLIOTECA CENTRAL UCS BIBLIOTECA CENTRAL DA UFRGS Acervos participantes da pesquisa BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL DR. DEMÉTRIO NIEDERAUER BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO

5 OBJETIVO GERAL: Entender, através de um estudo qualitativo, como se dá preservação e conservação nas instituições do RS que possuem acervo raro OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) Descrever a formação dos acervos raros, as formas utilizadas para identificação do que é uma obra rara; b) Apresentar particularidades e obras que são expoentes o acervo analisado; c) Compreender as formas de preservação que são adotadas nas instituições; d) Identificar as práticas de conservação adotadas.

6 Caxias do Sul BIBLIOTECA CENTRAL UCS Acervo séculos XVI XIX ( Brasil ) Possui critérios de raridade Investimento da Universidade no acervo ( compra e ambiente planejado) Preservação: ocorre planejamento, projetos junto à Universidade. Conservação: segue a conservação preventiva ambiente de guarda favorável à conservação

7 Caxias do Sul BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL DR. DEMÉTRIO NIEDERAUER Acervo século XIX ( Brasil ) Acervo ligado à preservação da história da cidade Falta de recursos financeiros e humanos Preservação: realização de projetos, aguardando o recebimento de verbas para implementação de reformas Conservação: práticas e ambiente de guarda inadequados à conservação preventiva

8 PORTO ALEGRE BIBLIOTECA CENTRAL / UFRGS Acervo séculos XVI XVIII XIX ( Brasil) Coleção Eichemberg ( comprada pela instituição) Preservação: constante planejamento, projetos e elaboração de protocolos de ação Conservação: segue os pressupostos da conservação preventiva Laboratório de Conservação ( LACOR)

9 PORTO ALEGRE BIBLIOTECA PÚBLICA DO ESTADO Acervo séculos XVI XVIII XIX ( Brasil) Preservação: constante realização de projetos, planejamento de rotinas visando a conservação do acervo Conservação: conflito entre edificação tombada e conservação preventiva

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS Acervos são formados a partir da preocupação em preservar a informação e conservação dos suportes Falta de recursos humanos especializados na área e recursos finan- ceiros Constante participação em projetos para captação de recursos Profissionais proativos Desinformação nas práticas e rotinas de conservação Preservação ( caráter político ) Conservação ( caráter científico)

11 Referências CUTY, Jeniffer Alves. A gente sempre pensou em termos de planejamento: a cultura da preservação nas políticas urbanas em Porto Alegre, RS, Brasil. Porto Alegre: Tese de Doutorado em Planejamento urbano, PROPUR / UFRGS, FUNDAÇÃO BIBLIOTECA NACIONAL. Guia do patrimônio bibliográfico nacional de acervo raro. Rio de janeiro, GRANATO, Marcus; SANTOS, Cláudia Penha dos Santos e ROCHA, Cláudia Regina Alves da. Conservação de acervos/museu de Astronomia e Ciências Afins. Colloquia. Rio dejaneiro: MAST, GÜTHS, Saulo. Conservação preventiva: ambientes próprios para coleções. In: Conservação de Acervos / Museu de Astronomia e Ciências Afins. MAST Colloquia, volume 9. Rio de Janeiro: MAST,2007. PINHEIRO, Ana Virgínia Teixeira.O que é livro raro? uma metodologia para o estabelecimento de critérios de raridade bibliográfica.rio de Janeiro: Presença edições; Brasília: INL, RIZIO, Bruno Sant Ana. Critérios para definição de obras raras. Revista Online Biblioteca Professor Joel Martins, Campinas, v.2, n.3, p.1-18, jun Disponível em< Acesso em 15 set SOUZA, Luiz Antônio e FRONER, Yacy-Ara (org.). Roteiro de avaliação e diagnóstico de conservação preventiva. Tópicos em conservação preventiva 1. Projeto:Conservação preventiva: avaliação e diagnóstico de coleções. Programa de Cooperação Técnica: IPHAN e UFMG. Belo Horizonte: LACICOR EBA UFMG, SPINELLI, Jayme ; PEDERSOLI JR, José Luiz. Biblioteca Nacional: plano de gerenciamento de riscos: salvaguarda e emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.

12 Link do vídeo apresentado: Link do TCC:

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