CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS"

Transcrição

1 CURRÍCULO BASEADO NO PLANEJAMENTO DO ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS Yara A. F. Guimarães Universidade de São Paulo (USP), Marcelo Giordan Universidade de São Paulo (USP), Modalidade: Comunicação Oral Eixo Temático: 3. Formação de Educadores Resumo: Temos por objetivo discutir como a estrutura de um curso de formação em Ensino de Ciências fundamentado no planejamento do ensino, por meio da elaboração e validação de Sequências Didáticas (SD), pode promover o desenvolvimento profissional do professor. Consideramos que conforme age com a SD para ensinar e promover transformação nas formas de pensar e agir dos alunos, o professor transforma a si próprio a partir da análise e reflexão sobre suas ações mediadas pela SD, o que pode resultar em aprendizado profissional. Concluímos que quando a SD é assumida e utilizada no ensino como instrumento mediador da atividade educativa ela contribui tanto para o aprendizado do aluno, como para o do professor. Palavras-chave: Formação de Professores. Ensino de Ciências. Currículo. Planejamento do Ensino. Sequência Didática. 1 INTRODUÇÃO A formação do professor depende tanto dos conhecimentos abordados, quanto das práticas socialmente elaboras no curso. Não obstante, a histórica desarticulação entre os conhecimentos teóricos e práticos na formação sempre desvinculados do contexto social, político e cultural imporem limites à elaboração de saberes necessários à docência, e, por decorrência, influenciando no processo de formação inicial da práxis docente. Podemos considerar que cursos de formação podem representar um espaço de construção de uma identidade profissional e oferecer as condições necessárias para o 1

2 desenvolvimento da autonomia do docente. Entretanto, esta questão não é simples e nem unívoca. Consideramos que o currículo é uma construção social essencialmente histórica. Entretanto, para além de uma definição de currículo, em outro nível de percepção, o currículo desempenha distintas funções em níveis educativos diversos, segundo os diferentes agentes e suas ações. Isso significa dizer que, entender o currículo como uma prática social implica em considerar diversas ações que intervêm em sua configuração. O currículo na formação de professores se modela em um curso segundo contexto específico, sob condições concretas, dando-lhe significado real. Pacheco (2005) afirma que a práxis do currículo permeia diferentes fases do desenvolvimento curricular. O currículo é uma questão da cultura como qualquer outra construção humana. Ao eleger a cultura como componente primordial do currículo, buscamos caracterizar o objeto em estudo enquanto um artefato cultural. Assim, artefato cultural seria o mediador entre o sujeito e o objeto. Wertsch (1999) considera que a relação do homem com o mundo não se estabelece por meio da ação direta, mas é sempre mediada por instrumentos (ferramentas) que são construídos pelo próprio homem para servirem de mediadores desta relação. Nesse sentido a atividade humana, mediada pelas ferramentas culturais, possibilita condições para a transformação do mundo levando o homem ao desenvolvimento das funções superiores. Assim, ao mesmo tempo em que a atividade humana é meio para a transformação do mundo, ela é também fator para o desenvolvimento humano. Na formação inicial de professores, ao produzir o currículo somos também por ele produzidos. Por consequência, o currículo é uma construção de nós mesmos como professores. O currículo, ao lado de muitos outros discursos, faz-nos ser o que somos. Por isso o currículo é muito mais do que uma questão cognitiva, é muito mais do que uma construção do conhecimento, no sentido psicológico. O currículo é uma construção de nós mesmos como sujeitos (SILVA, 2011, p. 191). Então, o currículo pode ser compreendido pela análise das relações de poder implícitas na seleção dos elementos da cultura e na produção das identidades sociais. Assim, o objetivo central deste trabalho é discutir, tendo como referenciais aspectos relacionados à Teoria de Currículo e à Formação de Professores, como a estrutura de um curso de formação fundamentada no planejamento do ensino pode promover o desenvolvimento 2

3 profissional do professor. 2 METODOLOGIA E DADOS Neste trabalho investigamos o currículo do curso de Especialização em Ensino de Ciências do REDEFOR. O programa Rede São Paulo de Formação Docente (REDEFOR) resultou de um convênio entre a Secretaria Estadual da Educação de São Paulo (SEE/SP) e três universidades de São Paulo: a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), por meio do qual foram ofertados um conjunto de 16 cursos de Especialização, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu. O objetivo era a formação continuada dos professores através de cursos de especialização, em nível de pós-graduação, com duração de um ano, na modalidade a distância e com encontros presenciais. O curso era voltado para educadores do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, pertencentes do quadro do Magistério da SEESP: supervisores, diretores, professores-coordenadores, professores. Dentro do projeto REDEFOR, a USP ofereceu seis cursos: Ensino de Ciências; Ensino de Biologia; Sociologia; Gestão da Escola; Gestão da Rede Pública e Gestão do Currículo para Professores Coordenadores. Neste trabalho analisamos o currículo do curso de Especialização em Ensino de Ciências e sua correlação com o planejamento do ensino. Foram previstas duas oferta. A primeira oferta do Programa iniciou em 4/10/2010 e encerrou em 29/08/2011; a segunda iniciou em 26/09/2011 e encerrou em 17/09/2012. O Curso de Especialização em Ensino de Ciências (EEC-FEUSP-REDEFOR) contou com 936 matriculados na primeira oferta e 548 na segunda oferta tendo se formado 341 e 206 cursistas, respectivamente. O curso teve um total de 410 horas de carga horária, distribuídas em 40 horas de atividades presenciais e 320 horas a distância, além de duas provas presenciais com duração de duas horas cada. Cada aluno desenvolveu um trabalho de conclusão de curso (TCC) sobre o tema Sequência Didática que foi apresentado para uma banca arguidora. Todos os cursos do REDEFOR foram organizados em quatro módulos compostos por duas disciplinas cada um, os módulos tiveram duração de 10 semanas cada, totalizando 40 semanas de estudos presenciais e a distância. Houve ainda um prazo de 2 meses para elaboração, entrega e apresentação de 3

4 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Para o Curso de Especialização em Ensino de Ciências, em particular, foram ofertadas as seguintes disciplinas, sendo duas por módulo: Epistemologia das Ciências; Ambiente e Sociedade; Ser Humano e Educação em Ciências; Saúde e Educação em Ciências; Universo e Educação em Ciências; Tecnologia e Educação em Ciências; Terra e Educação em Ciências; Vida e Educação em Ciências. Os alunos tiveram ainda acesso a dois Estudos Dirigidos. O Estudo Dirigido de Iniciação ao TCC, onde foram propostas atividades que serviram como orientadoras para a condução da pesquisa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Basicamente o trabalho envolveu análise de artigos e trabalhos de congresso que serviram de exemplos para o TCC, bem como a reflexão sobre aspectos específicos da pesquisa de cada cursista. E o Estudo Dirigido de Iniciação a SD (EDISD) que teve função orientadora na compreensão da fundamentação teórica que envolveu a atividade de elaboração de Sequências Didáticas (SD) no Curso de Especialização em Ensino de Ciências (EEC). A EDISD teve papel fundamental no currículo do curso de EEC, pois cada cursista elaborou uma SD por módulo, totalizando mais de SD elaboradas ao longo das duas ofertas do curso; além do fato que todos os TCC foram desenvolvidos, necessariamente, sobre o tema das Sequências Didáticas. A composição do aproveitamento foi estruturada da seguinte maneira: o percentual de 30% atribuído às atividades presenciais; 20% para a produção das SD e 10% para participação em outras atividades, como fóruns, wikis, etc. Os estudos dirigidos não eram obrigatórios e nem compunham nota, serviam como suporte para o desenvolvimento das atividades de TCC e SD. A SD e o EDISD (Giordan,Guimarães, 2012) tiveram grande importância como elemento de intercâmbio entre o curso de especialização, a coordenação pedagógica e a aprendizagem do professor. Dentro da escola, a SD pode também desempenhar papel de agente integrador entre as diferentes disciplinas,podendo-se tornar importante mecanismo de socialização dos conhecimentos na escola, na comunidade escolar e na comunidade do entorno da escola. Conforme previsto no curso REDEFOR de Ensino de Ciências os cursistas elaboraram uma SD em cada um dos módulos, sobre os conteúdos nele [módulo] desenvolvidos em acordo com o currículo da escola (BRASIL, 1998) a ser aplicada nas séries que o cursista ministrava aulas. Assim, a SD toma para si uma 4

5 dupla função: a de agir como exercício prático ao relacionar os conteúdos e teorias abordados no curso de Especialização e a prática profissional do professor em sala de aula; e a de servir como elemento de investigação, pois que também é tema central para elaboração dos TCC a serem desenvolvidos por cada um dos cursistas. A organização e a análise da ação docente devem estar estruturadas segundo planejamento prévio e apoiadas em uma determinada fundamentação teórica, com o fim de garantir a intencionalidade de ensino pretendida pelo professor. Uma ação docente que busca um melhor desempenho do alunado está, necessariamente, atenta às formas de organização do ensino. O objetivo da ação de ensinar possui vínculo direto com a função docente, a definição dos conteúdos, identificação das condições de ensino e a seleção de dinâmicas e metodologias se materializam segundo um objeto de ensino. O produto desta atuação profissional do professor é o instrumento mediador (uma SD neste caso) do processo de ensino-aprendizagem que se deseja consolidar. A SD enquanto mediadora da prática docente pressupõe intencionalidade e se caracteriza pelos motivos, propósitos e ações subjacentes a sua elaboração. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Este movimento entre teoria e prática constitui essencialmente a práxis pedagógica do professor: pensar e agir na prática pedagógica segundo um escopo teórico. Compõe atividade docente elaborar propostas de ensino (SD) que promovam a ação do estudante na direção de aprender teoricamente e agir sobre a natureza e, por consequência, promover no estudante motivação especial para a atividade discente: estudar (MOURA, 2010). Ainda segundo Moura (2010), [...] é com essa intenção que o professor planeja a sua própria atividade e suas ações de orientação, organização e avaliação [...] tão importante quanto a atividade de ensino do professor é a atividade de aprendizagem que o estudante desenvolve. (MOURA, 2010, p. 90). As possíveis formas de condução das atividades também devem compor o planejamento do professor. O ensino precisa ser negociado entre professor e aluno em um processo dialógico. Ao conduzir as atividades didáticas (planejadas pelo professor) dialogicamente, o professor além de contribuir para elaboração de conceitos 5

6 sistematizados pelo aluno, também ele mesmo aprende. A atuação prática do sujeito sobre o mundo o transforma, sendo o produto dessa atuação a constituição de uma nova realidade. A atividade humana é desencadeada por diversos elementos históricos, sociais e culturais, a partir de motivações suscitadas pela sua interação com o mundo. É necessário que se realizem diversas ações para que a atividade se concretize, e cada uma dessas ações é direcionada por um objetivo específico. Logo, é necessário que motivo e objetivos sejam afins, uma vez que é esta relação que determinará quais operações serão realizadas na ação. (DANIELS, 2003). O objetivo da ação de ensinar possui vínculo direto com a função docente, a definição dos conteúdos, identificação das condições de ensino e a seleção de dinâmicas e metodologias se materializam segundo um objeto de ensino. O produto desta atuação profissional do professor é a elaboração de instrumento mediador (uma SD neste caso) dos processos de ensino e aprendizagem que se deseja consolidar. A SD enquanto mediadora da atividade de ensino pressupõe intencionalidade e se caracteriza pelos propósitos e ações subjacentes à sua proposta (GUIMARÃES e GIORDAN, 2013). A Figura 1 destaca uma representação da atividade de elaboração de uma Sequência Didática pelo professor no ensino de Ciências. Figura 1: Estrutura Do sistema de atividade de elaboração da SD, baseada no conceito de atividade de Engeström, 1999, p

7 Nesta representação, o Sujeito na Figura 1 representa um indivíduo pertencente ao grupo social, ou à Comunidade, que desenvolve a SD. Para o caso EEC-REDEFOR, a Comunidade seria o grupo de cursistas e o Tutor; ou o grupo de professores se considerássemos uma escola. Uma representação similar pode ser construída para cada um dos integrantes dessa Comunidade, cada qual com suas particularidades, ações e papel na divisão de trabalho. É importante observar que as Ferramentas Mediadoras são constituídas tanto pelos chamados materiais instrucionais, como também pelos próprios conceitos que serão trabalhados junto aos alunos. Concordamos com Engeström (1999) quando afirma que a Atividade é uma prática social e, portanto, a representação da Figura 1 toma significação real na Teoria da Atividade se interpretada em rede, considerando os diversos agentes da atividade. No sistema da atividade de ensino, as regras são estabelecidas pelos elementos que compõem a SD. Chamamos por elementos da SD os agentes do planejamento da intenção de ensino. (GUIMARÃES e GIORDAN, 2011). O produto desta atuação profissional do professor é a elaboração de instrumento mediador (uma SD neste caso) do processo de ensino/aprendizagem que se deseja consolidar. A SD enquanto mediadora da atividade de ensino pressupõe intencionalidade que se caracteriza pelos propósitos e motivos subjacentes sua elaboração. A relação do homem com o mundo não se estabelece por meio da ação direta, mas é sempre mediada por instrumentos (ferramentas) que são construídos pelo próprio homem para servirem de mediadores desta relação. Segundo Wertsch (1999), a atividade humana, mediada pelas ferramentas culturais possibilita condições para a transformação do mundo levando o homem ao desenvolvimento das funções superiores. Assim, ao mesmo tempo em que a atividade humana é meio para a transformação do mundo, ela é também fator para o desenvolvimento humano. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Concluímos que a SD, quando assumida e utilizada no ensino como instrumento mediador da atividade educativa segundo a perspectiva sociocultural, contribui tanto 7

8 para o aprendizado do aluno, como para o do professor. Contribui para o aprendizado do aluno pela sua estrutura e intencionalidade, segundo plano de ação estruturado segundo motivos e objetivos colineares. Também pela contextualização dos conteúdos, por considerar as interações do indivíduo com o mundo e o papel generalizante do aprendizado, que convida o aluno tomar para si os motivos e os propósitos do processo de aprendizagem. Havendo apropriação dos motivos e propósitos de aprendizado é que o aluno se torna ator de seu próprio processo de aprendizado, ganhando autonomia no ser e no aprender. Conforme age com a SD para ensinar e promover transformação nas formas de pensar e agir dos alunos, o professor transforma a si próprio a partir da análise e reflexão sobre suas ações mediadas pela SD, o que pode resultar em aprendizado profissional. Desta forma, consideramos que currículo baseado no planejamento do ensino (Elaboração de SD) pode promover novas representações acerca da práxis docente, podendo ter influência direta em seu desenvolvimento profissional. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais Ciências da Natureza. Brasília: MEC/SEF, DANIELS, Harry. Vygotsky e a pedagogia. São Paulo: Loyola, ENGESTRÖM, Y. Activity theory and individual and social transformation. In: Engeström, Y.; Miettinen, R. E.; Punamäki, R. L. (Orgs.). Perspectives on activity theory. New York, NY: Cambridge University Press, p GIORDAN, M.; GUIMARÃES, Y. A. F. Estudo Dirigido de Iniciação à Sequência Didática. São Paulo: Rede São Paulo de Formação Docente (REDEFOR)/Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, 2012.[curso de Especialização em Ensino de Ciências]. GUIMARÃES, Y.A.F.; GIORDAN, M. Instrumento para construção e validação de sequências didáticas em um curso a distância de formação continuada de professores. In: VIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENSINO DE CIÊNCIAS. Anais... Campinas, GUIMARÃES, Y.A.F.; GIORDAN, M.Elementos para Validação de Sequências Didáticas. In: IX ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENSINO DE CIÊNCIAS. Anais... Águas de Lindóia, SP,

9 MOURA, M. O. (Org.) A atividade pedagógica na teoria histórico-cultural. Brasília: Liber Livro, PACHECO, J.A. Escritos Curriculares. São Paulo: Cortez, SILVA, T.T. Currículo e identidade social: territórios contestados. In: SILVA, T. T. (Org.). Alienígenas na sala de aula. Petrópolis, RJ: Vozes, WERTSCH, James V. La mente en acción. Argentina: Aique,

ANEXO PLANO DE AÇÃO PROFESSOR

ANEXO PLANO DE AÇÃO PROFESSOR ANEXO 5.2.2. PLANO DE AÇÃO PROFESSOR Rua Bruxelas, nº 169 São Paulo - SP CEP 01259-020 Tel: (11) 2506-6570 escravonempensar@reporterbrasil.org.br www.escravonempensar.org.br O que é o plano de ação? O

Leia mais

Formando profissionais de saúde com as novas tecnologias: a experiência da ENSP/Fiocruz na educação à distância

Formando profissionais de saúde com as novas tecnologias: a experiência da ENSP/Fiocruz na educação à distância Seminário de Educação a Distância na Administração Pública: Cursos Mistos e Redes Virtuais Formando profissionais de saúde com as novas tecnologias: a experiência da ENSP/Fiocruz na educação à distância

Leia mais

Atribuições do professor-tutor da Seed/PR

Atribuições do professor-tutor da Seed/PR GESTÃO EM FOCO Programa de Fortalecimento da Gestão Escolar Secretaria de Estado da Educação do Paraná Governo do Paraná Atribuições do professor-tutor da Seed/PR Pauta da Reunião a) Edital de seleção

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CEDUC CURSO DE PEDAGOGIA DISCIPLINA: TIC S PROFESSORA: TERESA KÁTIA ALBUQUERQUE TV ESCOLA UM SALTO PARA O FUTURO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CEDUC CURSO DE PEDAGOGIA DISCIPLINA: TIC S PROFESSORA: TERESA KÁTIA ALBUQUERQUE TV ESCOLA UM SALTO PARA O FUTURO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA CEDUC CURSO DE PEDAGOGIA DISCIPLINA: TIC S PROFESSORA: TERESA KÁTIA ALBUQUERQUE TV ESCOLA UM SALTO PARA O FUTURO BOA VISTA RR 2010 1 CONCEIÇÃO SOUSA EDGARD GARCIA JOSILÉIA

Leia mais

Volta Redonda, março de 2009

Volta Redonda, março de 2009 Trabalho de Conclusão de Curso TCC Prof. José Maurício dos Santos Pinheiro Núcleo de Graduação Tecnológica Volta Redonda, março de 2009 Agenda Objetivos Alcance Coordenação Orientação O Aluno Pesquisador

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR DE GEOGRAFIA

ESTÁGIO SUPERVISIONADO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR DE GEOGRAFIA ESTÁGIO SUPERVISIONADO E SUA IMPORTÂNCIA NA FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR DE GEOGRAFIA Rudimar da Rocha Lyra Rebello 1 Claudiane da Costa 1 Jacieli Fatima Lyra Rebello 1* lyrarebello@outlook.com 1 Universidade

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE CENECISTA DE VARGINHA Administração e Ciências Contábeis: Reconhecimento pelo Decreto Federal Nº 76177/75 - D.O. 02/09/75 Ciências Econômicas: Reconhecimento através da Portaria Ministerial Nº

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE. Aula 3 3º ENCONTRO OS TEMAS TRANSVERSAIS E A INTERDISCIPLINARIDADE.

INTERDISCIPLINARIDADE. Aula 3 3º ENCONTRO OS TEMAS TRANSVERSAIS E A INTERDISCIPLINARIDADE. INTERDISCIPLINARIDADE Aula 3 3º ENCONTRO OS TEMAS TRANSVERSAIS E A INTERDISCIPLINARIDADE. Angela Maria de Souza Fabianovicz ObjeDvo: Demonstrar a importância dos temas transversais que propõe a organização

Leia mais

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO

A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E POLÍTICAS DE FORMAÇÃO Profa. Dra. Denise Maria de Carvalho Lopes UFRN Centro de Educação PPGEd/Curso de Pedagogia Fortaleza, abril de 2014. Docência na Educação Infantil

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Metodologia da Pesquisa Aplicada a Educação I Carga Horária Semestral: 40 h Semestre do Curso: 3º 1 - Ementa (sumário, resumo) A natureza

Leia mais

Versão: Dezembro/2012. O aluno poderá integralizar os créditos referentes às disciplinas ACH 2017 e ACH 2018 das seguintes formas:

Versão: Dezembro/2012. O aluno poderá integralizar os créditos referentes às disciplinas ACH 2017 e ACH 2018 das seguintes formas: Normas para Realização do Projeto Supervisionado ou Trabalho de Graduação para o Curso de Sistemas de Informação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades, da Universidade de São Paulo Versão: Dezembro/2012

Leia mais

SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais

SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira SAEB / Prova Brasil Metodologia, Estratégias e Resultados Matrizes, Itens, Escala e Materiais SAEB - Metodologia

Leia mais

Leônidas Siqueira Duarte 1 Universidade Estadual da Paraíba UEPB / leonidas.duarte@hotmail.com 1. INTRODUÇÃO

Leônidas Siqueira Duarte 1 Universidade Estadual da Paraíba UEPB / leonidas.duarte@hotmail.com 1. INTRODUÇÃO REFLEXÕES SOBRE ASPECTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DO ENSINO DE GEOGRAFIA PRATICADO POR PROFESSORES CURSISTAS DA ESPECIALIZAÇÃO EM FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO UEPB 2013/2014 Leônidas Siqueira Duarte 1 Universidade

Leia mais

Acreditamos no seu envolvimento e dedicação à sua realização e confiamos no seu sucesso.

Acreditamos no seu envolvimento e dedicação à sua realização e confiamos no seu sucesso. ATIVIDADE INTEGRADORA CURSO: LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GESTÃO ESCOLAR CIRCUITO: 9 PERIODO: 7º Caro (a) aluno (a), Esta atividade deverá ser desenvolvida individualmente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS Jaiana Cirino dos Santos Graduanda de Pedagogia CFP / UFCG jaianacz@hotmail.com Alzenira Cândida Alves Graduanda de Pedagogia CFP /UFCG

Leia mais

Rodrigo Claudino Diogo 1, Valéria A. Ribeiro de Lima 2, Vanusa Maria de Paula 3, Rosymeire Evangelista Dias 4

Rodrigo Claudino Diogo 1, Valéria A. Ribeiro de Lima 2, Vanusa Maria de Paula 3, Rosymeire Evangelista Dias 4 A formação docente em Ciência, Tecnologia, Sociedade e Educação Ambiental TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA SALA DE AULA: PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR MEIO DE SMARTPHONES COMO UMA POSSIBILIDADE VIÁVEL

Leia mais

Público Alvo: Investimento: Disciplinas:

Público Alvo: Investimento: Disciplinas: A Universidade Católica Dom Bosco - UCDB com mais de 50 anos de existência, é uma referência em educação salesiana no país, sendo reconhecida como a melhor universidade particular do Centro-Oeste (IGC/MEC).

Leia mais

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas

Leia mais

Especialização em Educação Especial: Deficiência Intelectual

Especialização em Educação Especial: Deficiência Intelectual Especialização em Educação Especial: Deficiência Intelectual 600 horas Curso Aprovado pela Secretaria do Estado de São Paulo Portaria CEE 356 de 18/09/2013. Escola Superior de Tecnologia e Educação de

Leia mais

A Interação entre a Educação Básica e a

A Interação entre a Educação Básica e a A Interação entre a Educação Básica e a Educação Superior: a visão do FOPROP (Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação das Universidades Brasileiras) Jorge Audy Presidente FOPROP Nacional audy@pucrs.br

Leia mais

Diretrizes para formação inicial e licenciaturas na UTFPR

Diretrizes para formação inicial e licenciaturas na UTFPR Diretrizes para formação inicial e licenciaturas na UTFPR Profa. Dra. Flávia Dias de Souza Docente do Departamento de Educação DEPED Universidade Tecnológica Federal do Paraná UTFPR Docente do Programa

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Avaliação do Ensino Aprendizagem Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 8º 1 - Ementa (sumário, resumo) Contextualização histórica

Leia mais

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos

Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar no Ensino de Conceitos Químicos UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA BOLSISTA: LIANE ALVES DA SILVA Avaliação dos Estudantes sobre o Uso de Imagens como Recurso Auxiliar

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS EJA. UNIDADE da UERGS em SÃO LUIZ GONZAGA JUSTIFICATIVA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS EJA. UNIDADE da UERGS em SÃO LUIZ GONZAGA JUSTIFICATIVA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS EJA UNIDADE da UERGS em SÃO LUIZ GONZAGA JUSTIFICATIVA A Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Uergs versa em sua missão promover o desenvolvimento

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECOLÓGICA DA BAHIA COORDENAÇÃO TÉCNICA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECOLÓGICA DA BAHIA COORDENAÇÃO TÉCNICA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECOLÓGICA DA BAHIA COORDENAÇÃO TÉCNICA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA NORMAS COMPLEMENTARES PARA CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DO CEFET-BA Normas adicionais

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 66/2014 CONSUNIV Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de História Segunda Licenciatura, oferecido pela UEA por meio do Centro de Estudos

Leia mais

CALENDÁRIO - PED LIBRAS - SISTEMA EAD Atualizado em 31/03/2011

CALENDÁRIO - PED LIBRAS - SISTEMA EAD Atualizado em 31/03/2011 CALENDÁRIO PED LIBRAS SISTEMA EAD Atualizado em 31/03/2011 Estrutura do Calendário Antes de utilizar o Calendário do Curso, leia atentamente o Manual do Aluno de EAD para que possa entender o processo

Leia mais

Orientações para Construção do Projeto Político Pedagógico. Lílian Lessa Andrade Lino

Orientações para Construção do Projeto Político Pedagógico. Lílian Lessa Andrade Lino Orientações para Construção do Projeto Político Pedagógico Lílian Lessa Andrade Lino Objetivos Discutir os objetivos do Projeto Político Pedagógico do Curso (PPC) baseado nas Diretrizes Curriculares do

Leia mais

Quadro sintético de ações na perspectiva da gestão democrática

Quadro sintético de ações na perspectiva da gestão democrática ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EM GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA/TCC (TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO) Prezado/a professor/a cursista, Como parte do Curso de Gestão Democrática, com

Leia mais

Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos

Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos O curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos visa a despertar o interesse de pessoas que queiram empreender na área social. Trata-se

Leia mais

Estágio Supervisionado em Química I

Estágio Supervisionado em Química I Estágio Supervisionado em Química I Profª Tathiane Milaré AULA 1 Planejamento das atividades Objetivos Gerais da Disciplina vivenciar situações do cotidiano da escola e, em especial, aquelas dirigidas

Leia mais

DESAFIOS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 1º ANO DO PROGRAMA BÁSICO DE

DESAFIOS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO 1º ANO DO PROGRAMA BÁSICO DE DESAFIOS E POSSIBILIDADES NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS ATUANDO COM CRIANÇAS NO 1º ANO DO PROGRAMA BÁSICO DE ALFABETIZAÇÃO CILIANE C. FABRI NÃO É NO SILÊNCIO QUE OS HOMENS SE FAZEM, MAS NAS PALAVRAS, NO TRABALHO,

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO

CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE TUTORES Modalidade On-line EDITAL DE SELEÇÃO CURSO DE EXTENSÃO ONLINE NOME DO CURSO FORMAÇÃO DE TUTORES COORDENAÇÃO Professor Mestre Ivan Carlos Alcântara de Oliveira ÁREA DO CONHECIMENTO

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE RELATO DE EXPERIÊNCIA

MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE RELATO DE EXPERIÊNCIA MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE RELATO DE EXPERIÊNCIA Gisele Cristina Tertuliano RESUMO Este artigo é um relato de experiência sobre o processo de aprendizagem de aprendizagem para

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFERÊNCIA EM FORMAÇÃO E

Leia mais

ORIENTAÇÕES AVALIAÇÃO DA EQUIPE PRONATEC

ORIENTAÇÕES AVALIAÇÃO DA EQUIPE PRONATEC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO E EMPREGO- PRONATEC

Leia mais

Eliana Lúcia Ferreira Coordenadora do Curso.

Eliana Lúcia Ferreira Coordenadora do Curso. BOAS VINDAS Prezado aluno, Seja bem vindo ao Curso de Licenciatura Plena em Educação Física, modalidade à Distância da Faculdade de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Juiz de Fora (FAEFID/UFJF).

Leia mais

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA FLORESTAL (TCC EF)

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA FLORESTAL (TCC EF) TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO EM ENGENHARIA FLORESTAL (TCC EF) I. DEFINIÇÃO Em atendimento às Diretrizes Curriculares do Ministério da Educação, todo aluno do Curso de Engenharia Florestal deverá, obrigatoriamente,

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Goiás. Adriely Felipe Tatagiba Sueli Correa

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Goiás. Adriely Felipe Tatagiba Sueli Correa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Goiás Adriely Felipe Tatagiba Sueli Correa Proeja no IFG - Campus Goiânia: os desafios do trabalho docente

Leia mais

I ENCONTRO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO

I ENCONTRO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NOS CURSOS DE LICENCIATURA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA: EM BUSCA DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DO PEDAGOGO Palavras-chave: Identidade do Pedagogo. Formação de Professores. Licenciatura em Pedagogia. LDB 9394/96. Introdução Este trabalho

Leia mais

SAÚDE MENTAL, PESQUISAS E PROGRAMAS

SAÚDE MENTAL, PESQUISAS E PROGRAMAS Seminário Motivações para o Início e o Fim do Consumo de Drogas: uma análise das comunidades virtuais relacionadas ao tema SAÚDE MENTAL, PESQUISAS E PROGRAMAS Arthur Guerra de Andrade Coordenação da Área

Leia mais

Um estudo do pensamento algébrico e da linguagem algébrica: uma perspectiva de relação dialética

Um estudo do pensamento algébrico e da linguagem algébrica: uma perspectiva de relação dialética Um estudo do pensamento algébrico e da linguagem algébrica: uma perspectiva de relação dialética Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Juciane Teixeira Silva 1 Marilene Ribeiro Resende 2

Leia mais

Foto Carga Horária: 15h presenciais. Facilitador: Sandro Barros. Objetivo:

Foto Carga Horária: 15h presenciais. Facilitador: Sandro Barros. Objetivo: Foto Calabor@tiva Carga Horária: 15h presenciais Facilitador: Sandro Barros Objetivo: O objetivo é estimular crianças e jovens a utilizar a linguagem fotográfica como elemento alternativo e visual, despertando

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM ELABORAÇÃO E PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UEG

CAPACITAÇÃO EM ELABORAÇÃO E PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UEG 1 CAPACITAÇÃO EM ELABORAÇÃO E PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UEG BRASIL, Melca Moura 1, CAMPOS, Valter Gomes 2, COLARES, Mirela Cavalcante 3,

Leia mais

Local: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Marquês de

Local: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Marquês de Data: 3 e 4 de dezembro de 2013 Local: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Marquês de Paranaguá Apresentação da Proposta: Nos dias 3 e 4 de dezembro de 2013 será realizado o 2o. FÓRUM

Leia mais

paulinhaven@hotmail.com Introdução

paulinhaven@hotmail.com Introdução DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NO ENSINO DE BIOLOGIA: REFLEXÃO A PARTIR DE SUBSTRATOS TEÓRICOS E PESQUISAS EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE PARNAÍBA/PI 1 Ana Paula Costa do Nascimento 1 Nailton de Souza

Leia mais

Manual de Acesso do Aluno

Manual de Acesso do Aluno Manual de Acesso do Aluno www.unip.br Sumário MANUAL DE ACESSO DO ALUNO 1. ACESSO AO SISTEMA DE DISCIPLINAS ON-LINE...2 2. AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM (AVA)...4 2.1 Vídeos Instrucionais...4 2.2 Atualização

Leia mais

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL

Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL Programas de pósgraduação UNIVERSIDAD SAN LORENZO UNISAL apresentação UNIBAM é o instituto brasileiro que possui a franquia da pós-graduação stricto sensu da UNISAL. Tem sede no Brasil e tem representação

Leia mais

MULTILETRAMENTOS EM ESCOLAS PÚBLICAS: UMA ALTERNATIVA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO

MULTILETRAMENTOS EM ESCOLAS PÚBLICAS: UMA ALTERNATIVA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL INTRODUÇÃO MULTILETRAMENTOS EM ESCOLAS PÚBLICAS: UMA ALTERNATIVA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL Alex Junior Bilhoto Faria 1, Yuka Garcia Kinoshita 2, Winnie Mandela de Paula Raimundo 3 Karina Oliveira Silva 4 Marieli

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq

FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq INTRODUÇÃO Este texto apresenta a pesquisa em andamento

Leia mais

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. CAMPUS CERES DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PROJETO DO

Leia mais

Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias

Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias Aplicação de jogos virtuais como temática de educação entre as matérias Autor: Bianca de Lima Co-autores: Danielle Costa Fernanda Jesus Orientador: José Vicente Robaina Co-Orientador: Ana Lúcia Bastos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CHRISTIANE MAIA DA SILVEIRA ORIENTADOR: PROFESSOR PAULO GUILHERMETI

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CHRISTIANE MAIA DA SILVEIRA ORIENTADOR: PROFESSOR PAULO GUILHERMETI UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE UNICENTRO MÍDIAS NA EDUCAÇÃO CHRISTIANE MAIA DA SILVEIRA ORIENTADOR: PROFESSOR PAULO GUILHERMETI O USO DAS MÍDIAS COMO FERRAMENTA DE ENSINO NO COTIDIANO ESCOLAR POLO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL Introdução ao Serviço Social A prática profissional no Serviço Social na atualidade: o espaço sócioocupacional que a particulariza e identifica;

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio em. Secretaria Escolar

Curso Técnico de Nível Médio em. Secretaria Escolar Curso Técnic Nível Médio em Secretaria APRESENTA O Projeto Pedagógico do Curso Técnic Nível Médio em Secretaria, na modalidade a distância, com momentos presenciais, pertencente ao eixo tecnológico Apoio

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA CLARI E AS ATITUDES POSITIVAS

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA CLARI E AS ATITUDES POSITIVAS SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA CLARI E AS ATITUDES POSITIVAS Resumo do Episódio: Clari e as atitudes positivas Em um tempo em que a profissão docente é assustada pela síndrome de Burnout, a escola apresentada

Leia mais

As Novas Tecnologias no Processo Ensino-Aprendizagem da Matemática

As Novas Tecnologias no Processo Ensino-Aprendizagem da Matemática A UTILIZAÇÃO DE BLOGs COMO RECURSO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Maria Angela Oliveira Oliveira Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho matematicangela2007@yahoo.com.br Resumo: O Mini-Curso

Leia mais

TRANSFORMAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: OS PRIMEIROS PASSOS DE UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL1 1

TRANSFORMAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: OS PRIMEIROS PASSOS DE UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL1 1 TRANSFORMAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: OS PRIMEIROS PASSOS DE UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL1 1 Isadora Somavila 2, Fernando Jaime González 3. 1 Trabalho vinculado ao projeto Transformação da Educação

Leia mais

EDITAL Nº 001/PIC/AU/2016

EDITAL Nº 001/PIC/AU/2016 EDITAL Nº 001/PIC/AU/2016 Estabelece os procedimentos para inscrição de acadêmicos no Programa de Iniciação Científica do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo da FACC Faculdade Concórdia. A

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática Curso de Bacharelado em Estatística

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática Curso de Bacharelado em Estatística Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Matemática Curso de Bacharelado em Estatística RESOLUÇÃO N o 01/2011, DO COLEGIADO DO CURSO DE BACHARELADO EM ESTATÍSTICA Regulamenta a composição, as competências

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.152, de 21/10/1966 São Luís - Maranhão. UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO Fundação Instituída nos termos da Lei nº 5.15, de 1/10/1966 São Luís - Maranhão. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GERONTOLOGIA SOCIAL

Leia mais

Dados de Identificação

Dados de Identificação MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS PLANO DE ENSINO NÃO FINALIZADO Dados de Identificação Componente Curricular:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS PLANO DE ENSINO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS PLANO DE ENSINO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE REGISTROS ACADÊMICOS PLANO DE ENSINO Dados de Identificação Componente Curricular: DSB2029-ECONOMIA

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE - DIRETOR

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE - DIRETOR ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE - DIRETOR Sendo assim, Diretor/Vice, o Conselho de Classe é uma reunião avaliativa em que você e o vice, o coordenador e os professores (em determinadas

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º As Atividades Complementares são exigidas para integralização da do

Leia mais

Desenvolvimento do trabalho

Desenvolvimento do trabalho Desenvolvimento do trabalho Manhã do dia 28.03 Conceitos e características da avaliação em larga escala. Principais aspectos do delineamento de uma proposta de avaliação. Desenvolvimento do trabalho Tarde

Leia mais

FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR

FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR FACULDADE JAUENSE REGULAMENTO PROJETO INTEGRADOR JAÚ/ SP - 2014 REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

Leia mais

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE. Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias

MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE. Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS Apresentação com material de apoio do evento Orientação Técnica sobre a recuperação paralela realizado nos dias 23, 24 e 25 de julho de 2008. AVALIAÇÃO Os objetivos

Leia mais

Coloque aqui o Título do seu Projeto de Pesquisa. Fulano de Tal

Coloque aqui o Título do seu Projeto de Pesquisa. Fulano de Tal ANEXO 1 (apague essa linha no seu projeto) Coloque aqui o Título do seu Projeto de Pesquisa Fulano de Tal fdtal@email.br Resumo O resumo deve conter entre 150 e 250 palavras e apresentar brevemente justificativa,

Leia mais

Processo de Seleção de Tutores para Vagas Remanescentes do Curso de Especialização em Gestão em Saúde, na modalidade a Distância

Processo de Seleção de Tutores para Vagas Remanescentes do Curso de Especialização em Gestão em Saúde, na modalidade a Distância MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL- REI SISTEMA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL/UAB NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DECRETO 5.800/2006 Res. 012/2008 CONSU Resolução CD/FNDE Nº 26/2009,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º IF663- COMPUTACAO L OBRIG 0 60 60 2.0 SF451- FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO OBRIG 60 0 60 4.0 INTRODUÇÃO À ANÁLISE E DISCUSSÃO DO FENÔMENO EDUCATUVO, CONSIDERANDO AS RELAÇÕES ENTRE EDUCAÇÃO E SOCIEDADE

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA SELEÇÂO DE BOLSISTA Nº13/2016 BOLSA DE DESENVOLVIMENTO PARA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Concentração

TERMO DE REFERÊNCIA PARA SELEÇÂO DE BOLSISTA Nº13/2016 BOLSA DE DESENVOLVIMENTO PARA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Concentração TERMO DE REFERÊNCIA PARA SELEÇÂO DE BOLSISTA Nº13/2016 BOLSA DE DESENVOLVIMENTO PARA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Área de Concentração Desenvolvimento Estrutural de CTI Linha de Desenvolvimento de CTI Estruturação

Leia mais

Período ATIVIDADE OBJETIVO Responsabilidade Local

Período ATIVIDADE OBJETIVO Responsabilidade Local Período ATIVIDADE OBJETIVO Responsabilidade Local Durante todo Estágio (Teórica e prática) Março a junho 2013 Mês de março e abril de 2013 25 a 31 março Preparação para o ingresso no Estágio Leitura obrigatória

Leia mais

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula

Mini-curso. Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Mini-curso Formação de professores e avaliação: instrumentos para avaliação processual em sala de aula Professor responsável Prof. Dr. Daniel Abud Seabra Matos (UFOP) Mariana 2014 2 Prezados/as professores/as,

Leia mais

A escrita que faz a diferença

A escrita que faz a diferença A escrita que faz a diferença Inclua a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em seu planejamento de ensino A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é uma iniciativa do Ministério

Leia mais

Informações Gerais do Projeto Rondon

Informações Gerais do Projeto Rondon PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS COORDENAÇÃO DE ASSUNTOS COMUNITÁRIOS EDITAL PROEXT Nº 07/2013 CHAMADA PARA SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O PROJETO RONDON A Pró-Reitora de Extensão e Assuntos

Leia mais

PORTARIA ESP-MG Nº 28, DE 29 DE JULHO DE 2014

PORTARIA ESP-MG Nº 28, DE 29 DE JULHO DE 2014 PORTARIA ESP-MG Nº 28, DE 29 DE JULHO DE 2014 Regulamenta a remuneração dos profissionais prestadores de serviços educacionais junto a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais. O Diretor Geral

Leia mais

TABLETS COMO RECURSO DE ENSINO: UM ESTUDO COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA NUMA ESCOLA PÚBLICA DA PARAÍBA

TABLETS COMO RECURSO DE ENSINO: UM ESTUDO COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA NUMA ESCOLA PÚBLICA DA PARAÍBA TABLETS COMO RECURSO DE ENSINO: UM ESTUDO COM PROFESSORES DE MATEMÁTICA NUMA ESCOLA PÚBLICA DA PARAÍBA 1-Introdução LUCAS, Leandro Mário UEPB leandrosl.pb@gmail.com MOITA, Filomena Maria UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014

GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014 GEOGRAFIA UNIFAL/MG 2014 ETAPAS DO EXAME 19/09 - Divulgação eletrônica da lista de estudantes inscritos e convocados ao Enade 2014 21/10 a 23/11 Período para resposta eletrônica ao Questionário do Estudante

Leia mais

EDITAL N 001/2015/UNA-SUS/UFSC

EDITAL N 001/2015/UNA-SUS/UFSC EDITAL N 001/2015/UNA-SUS/UFSC PROCESSO SELETIVO DE TUTORES PARA O CURSO DE ATUALIZAÇÃO EM SAÚDE MENTAL E TRABALHO EM REDE: ALCOOL E OUTRAS DROGAS DA COERÇÃO A COESÃO A Coordenação do Curso de Atualização

Leia mais

MUNICIPAL PROFESSOR LAÉRCIO FERNANDES NÍVEL DE ENSINO:

MUNICIPAL PROFESSOR LAÉRCIO FERNANDES NÍVEL DE ENSINO: UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE PIBID- Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência ESCOLA MUNICIPAL PROFESSOR LAÉRCIO FERNANDES NÍVEL DE ENSINO: Ensino Fundamental I- TURMA: 3º

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG

FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG FORMAÇÃO DOCENTE NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIRG Maria Wellitania de Oliveira Adriana de Miranda Santiago Terra Eduardo Fernandes de Miranda Sandra de Cássia Amorim Abrão

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA PLANO DE AÇÃO 2014

ESCOLA ESTADUAL IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA PLANO DE AÇÃO 2014 ESCOLA ESTADUAL IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA PLANO DE AÇÃO 2014 NOVA ANDRADINA MS DEZEMBRO/2013 ESCOLA IRMAN RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA PLANO DE AÇÃO 2014 Plano de ações previstas a serem executadas no

Leia mais

Plano de ensino. 2) Objetivos Promover a leitura e interpretação de artigos científicos com rigor acadêmico.

Plano de ensino. 2) Objetivos Promover a leitura e interpretação de artigos científicos com rigor acadêmico. Plano de ensino 1) Identificação Curso Nutrição Disciplina Leitura e Interpretação de Artigos Científicos na Área da Saúde Carga horária 34h Semestre letivo 01/2012 Professor Franceliane Jobim Benedetti

Leia mais

Curso Técnico em Agronegócio. Administração Rural Plano de Ensino

Curso Técnico em Agronegócio. Administração Rural Plano de Ensino Curso Técnico em Agronegócio Administração Rural Plano de Ensino Plano de Ensino Unidade Curricular Carga Horária Administração Rural 60 horas Objetivo geral Conhecer os princípios da administração com

Leia mais

Uma reflexão crítica

Uma reflexão crítica O USO DAS TICS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL Uma reflexão crítica Ana Cláudia G. Carvalho Ana Paula Fermin Gilmara R. Santos Patrícia Elaine B.R. Alecrim Telma Augusta da Cunha RESUMO Este

Leia mais

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú Catalogação: Cleide de Albuquerque Moreira Bibliotecária/CRB 1100 Revisão: Elias Januário Revisão Final: Karla Bento de Carvalho Consultor: Luís Donisete Benzi Grupioni Projeto Gráfico/Diagramação: Fernando

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO Av. João Naves de Ávila, 2121 = Campus Santa Mônica = Sala 1G156 = CEP:38.408-100 = Uberlândia/MG

Leia mais

República Federativa do Brasil Governo Federal. Educação a Distância. e as novas tecnologias

República Federativa do Brasil Governo Federal. Educação a Distância. e as novas tecnologias República Federativa do Brasil Governo Federal Ministério da Educação Educação a Distância e as novas tecnologias Educação Personalizada Vencendo as Barreiras Geográficas e Temporais EAD NO ENSINO PRESENCIAL

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: ressignificar a pesquisa na escola numa abordagem da relação de saberes LUCIANA VIEIRA DEMERY

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: ressignificar a pesquisa na escola numa abordagem da relação de saberes LUCIANA VIEIRA DEMERY 1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO: ressignificar a pesquisa na escola numa abordagem da relação de saberes LUCIANA VIEIRA DEMERY Introdução Este artigo é resultado de uma experiência com formação continuada

Leia mais

EDITAL N 021/2012/LETRAS-INGLÊS-EAD/UFSC PROCESSO SELETIVO DE BOLSISTAS UAB

EDITAL N 021/2012/LETRAS-INGLÊS-EAD/UFSC PROCESSO SELETIVO DE BOLSISTAS UAB EDITAL N 021/2012/LETRAS-INGLÊS-EAD/UFSC PROCESSO SELETIVO DE BOLSISTAS UAB O Coordenador do curso de Letras Inglês, modalidade a distância, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura

Leia mais

A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Timothy Mulholland

A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Timothy Mulholland A ATUALIDADE DO PLANO ORIENTADOR DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Timothy Mulholland O Plano Orientador de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro e o início da Universidade de Brasília 1962 Universidade de Brasília

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

SOFTWARE EDUCACIONAL PARA ELABORAÇÃO DE PROVAS E EXERCÍCIOS

SOFTWARE EDUCACIONAL PARA ELABORAÇÃO DE PROVAS E EXERCÍCIOS SUZETE KEINER SOFTWARE EDUCACIONAL PARA ELABORAÇÃO DE PROVAS E EXERCÍCIOS CIOS Orientador: Prof.. Carlos Eduardo Negrão Bizzotto ROTEIRO Introdução Objetivos Informática na Educação Etapas de Implantação

Leia mais

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO METODOLOGIA DA PESQUISA EM MATEMÁTICA PARA TCC CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO METODOLOGIA DA PESQUISA EM MATEMÁTICA PARA TCC CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO METODOLOGIA DA PESQUISA EM MATEMÁTICA PARA TCC CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM MATEMÁTICA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC) NA SALA DE AULA DE MATEMÁTICA Bruno

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL DEB EDITAL Nº 02/2009 CAPES/DEB PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À

Leia mais

GEOGRAFIA ESCOLAR E O LÚDICO: ALGUMAS APROXIMAÇÕES NO ENSINO FUNDAMENTAL II

GEOGRAFIA ESCOLAR E O LÚDICO: ALGUMAS APROXIMAÇÕES NO ENSINO FUNDAMENTAL II GEOGRAFIA ESCOLAR E O LÚDICO: ALGUMAS APROXIMAÇÕES NO ENSINO FUNDAMENTAL II Aluno: Jhonata da Silva de Jesus Matricula: 005805/06. Professor (Orientador/Preponente): Daniel Luiz Poio Roberti Matricula

Leia mais

EDITAL N. 11 /2013. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores. Curitiba, 15 de abril de 2013

EDITAL N. 11 /2013. Este edital entrará em vigor a partir desta data, revogando os dispositivos anteriores. Curitiba, 15 de abril de 2013 GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ Reconhecida pelo Decreto Governamental n.º 70.906 de 01/08/72 e Portaria n.º 1.062

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Biomédico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional da área

Leia mais