#12. dez.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO FATURAMENTO REAL UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA

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1 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS #12 dez FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO EMPREGO MASSA SALARIAL E RENDIMENTO MÉDIO REAL UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA ANÁLISE SETORIAL

2 SUMÁRIO FIEMG INDEX. ano 25. #11. nov 2016 APRESENTAÇÃO RESUMO EXECUTIVO 03 VARIÁVEIS ANÁLISE SETORIAL VEÍCULOS 13 EXTRATIVO MINERAL 14 PRODUTOS DE METAL 15 MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 16 RESUMO SETORIAL 17 FATURAMENTO REAL 04 HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO 06 EMPREGO 08 MASSA SALARIAL REAL 10 RENDIMENTO MÉDIO REAL 11 UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA 12 OUTROS TABELAS 18 ECONOMIA EM PERSPECTIVA 19 NOTA METODOLÓGICA 20 GLOSSÁRIO 21

3 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS Indústria de Minas Gerais encerra 2016 com atividade desaquecida No fechamento de 2016, todos dos indicadores da indústria mineira apontaram recuo. O decréscimo no faturamento foi motivado pela queda nas vendas para o mercado doméstico e exportações. A retração foi de 11,6% no ano. As variáveis ligadas à produção - horas trabalhadas na produção e utilização da capacidade instalada e os indicadores do mercado de trabalho emprego, massa salarial e rendimento médio real também exibiram desempenho negativo. Dentre os setores industriais, os destaques negativos foram: veículos, extrativo mineral, produtos de metal e máquinas e equipamentos. Paralelamente, os setores de máquinas e materiais elétricos e derivados de petróleo e biocombustíveis registraram desempenho positivo no faturamento no período. INDICADORES (VAR%) DEZ/16 DEZ/16 DEZ/16 JAN-DEZ/16 ACUMULADO NOV/16 Dessazonalizado 3 FATURAMENTO REAL 1-3,7-3,9-9,5-11,6-11,6 HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO 0,2-6,4-0,6-5,0-5,0 EMPREGO -1,7-1,7-4,6-7,1-7,1 MASSA SALARIAL REAL 2 2,2 21,9-1,6-9,9-9,9 RENDIMENTO MÉDIO REAL 2 2,0 24,1 3,1-3,0-3,0 UCI - UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (%) NOV/16 DEZ/15 JAN-DEZ/15 NOV/16 DEZ/16 DEZ/15 JAN-DEZ/16 JAN-DEZ/15 ÚLTIMOS 12 MESES MÉDIA HISTÓRICA* ÍNDICE ORIGINAL 76,5 74,2 80,3 78,2 82,5 83,6 ÍNDICE DESSAZONALIZADO 76,2 75, Deflator IPA/OG FGV 2. Deflator INPC IBGE 3. As influências sazonais (ou sazonalidades) são comportamentos específicos de cada mês, que se repetem de acordo com determinado padrão e estão associadas a características como, por exemplo, número de dias úteis e condições climáticas. Para excluir essas influências, os indicadores passam pelo processo de dessazonalização, o que permite comparar resultados de meses diferentes. *Média dos índices desde janeiro de

4 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,7 % dessazonalizado FATURAMENTO REAL FATURAMENTO DECRESCEU NA SÉRIE DESSAZONALIZADA O faturamento real apresentou retração de 3,7% em dezembro, comparativamente a novembro, desconsiderando os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro de 2015, houve retração de 9,5% no indicador. No acumulado do ano, a variável decresceu 11,6%. 140,0 130,0 120,0 110,0 100,0 90,0 80,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 Faturamento Real Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 4

5 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,6 acumulado do ano % FATURAMENTO REAL VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O RESULTADO DO FATURAMENTO Em 2016, o setor de veículos automotores registrou a maior influência negativa (-8,05 pontos percentuais - p.p.) e a maior variação negativa (-40,7%) no indicador. PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.) Veículos Automotores Alimentos Máquinas e Equipamentos -1,59-0,81 VARIAÇÃO % -8,05 Máquinas e Materiais Elétricos Derivados de Petróleo e Biocombustíveis Têxteis Extrativa Mineral Vestuário e Acessórios Minerais Não Metálicos Metalurgia Produtos de Metal Couro e Calçados Bebidas Químicos Alimentos Celulose e Papel Farmacêuticos Máquinas e Equipamentos Veículos Automotores 9,0 7,2 3,4 2,2 0,4 VARIAÇÃO POSITIVA VARIAÇÃO NEGATIVA -1,2-2,3-3,4-3,6-6,4-6,4-11,9-13,0-19,3-25,0-40,7 Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria. 5

6 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,2 % dessazonalizado HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO HORAS TRABALHADAS FICARAM ESTÁVEIS NA SÉRIE DESSAZONALIZADA As horas trabalhadas na produção apresentaram relativa estabilidade na passagem de novembro para dezembro, após ajuste sazonal, com variação de 0,2%. Em relação ao mesmo mês de 2015, a variável registrou queda de 0,6%. Nessa base de comparação, essa foi a menor retração verificada no indicador ao longo de No acumulado do ano, houve decréscimo de 5,0% no índice. 130,0 125,0 120,0 115,0 110,0 105,0 100,0 95,0 90,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 Horas Trabalhadas Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 6

7 2 5,0 % acumulado do ano VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O RESULTADO DAS HORAS TRABALHADAS FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.) Em 2016, as maiores contribuições para o recuo nas horas trabalhadas foram dos setores de produtos de metal (influência de - 0,75 p.p. e variação de -18,0%) e de máquinas e equipamentos (influência de -0,71 p.p. e variação de -27,7%). Produtos de Metal Máquinas e Equipamentos Extrativa Mineral Veículos Automotores VARIAÇÃO % -0,75-0,71-0,57-0,53 A Químicos Couro e Calçados Celulose e Papel Alimentos Farmacêuticos Vestuário e Acessórios Bebidas Metalurgia Veículos Automotores Minerais Não Metálicos Extrativa Mineral Máquinas e Materiais Elétricos Têxteis Derivados de Petróleo e Biocombustíveis Produtos de Metal Máquinas e Equipamentos 1,4 0,3 VARIAÇÃO POSITIVA -0,5-2,0-2,1-2,8-3,3-3,9-5,7-5,9-6,1-6,9-9,0 VARIAÇÃO NEGATIVA -16,3-18,0-27,7 Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria. 7

8 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,7 % dessazonalizado jan a ago EMPREGO EMPREGO DECRESCEU EM TODAS AS BASES DE COMPARAÇÃO ANALISADAS O emprego apresentou queda de 1,7% em dezembro, frente a novembro, desconsiderando os efeitos sazonais. Em relação ao mesmo mês de 2015, a variável decresceu 4,6% e no acumulado do ano, o recuo foi de 7,1%. 130,0 125,0 120,0 115,0 110,0 105,0 100,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 Emprego Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 8

9 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,1 acumulado do ano % EMPREGO VEJA QUEM MAIS CONTRIBUIU PARA O RESULTADO DO EMPREGO Em 2016, o setor de produtos de metal contribuiu com a maior influência negativa (-2,23 p.p.), e também registrou a maior variação negativa (- 36,9%) no indicador. PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS (p.p.) Produtos de Metal Veículos Automotores Máquinas e Equipamentos -0,93-0,74 A VARIAÇÃO (%) -2,23 Químicos Alimentos Minerais Não Metálicos Celulose e Papel Couro e Calçados Farmacêuticos Extrativa Mineral Metalurgia Bebidas Vestuário e Acessórios Derivados de Petróleo e Biocombustíveis Veículos Automotores Máquinas e Materiais Elétricos Têxteis Máquinas e Equipamentos Produtos de Metal 0,0-2,1-2,3-2,3-2,5-2,6-3,8-4,7-5,7-6,0-7,6-7,8-8,7-13,3 VARIAÇÃO POSITIVA VARIAÇÃO NEGATIVA -20,9-36,9 Nota: Influência refere-se à contribuição do setor no resultado agregado da Indústria. 9

10 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,2 dessazonalizado % MASSA SALARIAL REAL MASSA SALARIAL APRESENTOU ELEVAÇÃO NA SÉRIE DESSAZONALIZADA Na série livre de efeitos sazonais, a massa salarial aumentou 2,2% em dezembro, na comparação com novembro. Em relação a igual mês de 2015, houve queda de 1,6% na variável. No acumulado do ano, o indicador registrou decréscimo de 9,9%. 160,0 150,0 140,0 130,0 120,0 110,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 Massa Salarial Real Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 10

11 RE N D IME NTO MÉDIO REAL FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,0 % dessazonalizado RENDIMENTO MÉDIO REAL RENDIMENTO MÉDIO REAL CRESCEU RETIRANDO-SE OS EFEITOS SAZONAIS O rendimento médio real apresentou elevação de 2,0%, em relação a novembro, desconsiderando os efeitos sazonais. Na comparação com dezembro do ano anterior, o indicador aumentou 3,1%. De janeiro a dezembro de 2016, houve retração de 3,0%. 120,0 100,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 Rendimento Médio Real Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 11

12 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ,0 p.p. dessazonalizado UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (%) UCI DECRESCEU NA SÉRIE DESSAZONALIZADA A utilização da capacidade instalada apresentou queda de 1,0 p.p. na passagem de novembro (76,2%) para dezembro (75,2%), na série livre de influências sazonais. Em relação a dezembro de 2015 (80,3%), a UCI recuou 6,0 p.p.. Na média de 2016 (78,2%), houve retração de 4,4 p.p. no indicador, na comparação com a média do ano anterior (82,5%). 90,0 85,0 80,0 75,0 70,0 65,0 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 set/15 dez/15 mar/16 jun/16 set/16 dez/16 UCI Média Móvel Semestral A série do gráfico usa os dados dessazonalizados. 12

13 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ANÁLISE SETORIAL INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE VEÍCULOS contra mesmo período do ano anterior (%) O faturamento do setor de veículos registrou diminuição expressiva (-40,7%) em 2016, devido à queda nas vendas para os mercados interno e externo. A demanda por veículos foi prejudicada pelo baixo dinamismo da atividade econômica, pelas condições desfavoráveis do mercado de trabalho e pela maior dificuldade de acesso ao crédito. O resultado é corroborado pelo decréscimo de 20,2% nos licenciamentos de veículos em 2016, comparativamente a 2015, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Em linha com o recuo nas vendas, houve redução no número de funcionários, com impacto negativo nas horas trabalhadas na produção, na utilização da capacidade instalada e na massa salarial. O rendimento médio real dos trabalhadores, contudo, apresentou incremento, dada a retração no nível de emprego em proporção superior à diminuição da massa salarial. 3,2-5,7-7,8-4,8-28,7-40,7 FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL REAL RENDIMENTO MÉDIO * UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual. 13

14 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ANÁLISE SETORIAL INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR EXTRATIVO MINERAL contra mesmo período do ano anterior (%) O faturamento real do setor extrativo cresceu em 2016, comparativamente ao ano anterior. O acréscimo foi explicado pelos aumentos nas receitas de vendas para o mercado nacional e nas exportações, motivados pela melhora no preço internacional do minério de ferro. Apesar do aumento nas receitas de vendas, a atividade produtiva do setor registrou queda no período. O acidente da barragem de Fundão, em Mariana, no final de 2015, explicou o recuo nas horas trabalhadas e no nível de utilização da capacidade instalada. Os indicadores ligados ao mercado de trabalho emprego, massa salarial e rendimento médio também apresentaram decréscimo. 2,2-6,1-2,4-3,8-7,3-3,5 FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL REAL RENDIMENTO MÉDIO * UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual. 14

15 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ANÁLISE SETORIAL INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE PRODUTOS DE METAL contra mesmo período do ano anterior (%) O faturamento real do setor, que até outubro acumulava crescimento de 8,2%, passou a apresentar queda em novembro e encerrou o ano com recuo, dado o decréscimo nas vendas para o mercado doméstico. O quadro econômico recessivo e o fraco desempenho do setor da construção, um dos principais demandantes de estruturas metálicas, motivou o resultado. Diante do baixo dinamismo da atividade, houve grande retração no nível de emprego, com consequente queda nas horas trabalhadas na produção, na massa salarial e no rendimento médio real dos trabalhadores. -3,4-2,7-7,3-18,0-36,9-41,1 FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL REAL RENDIMENTO MÉDIO * UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual. 15

16 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez ANÁLISE SETORIAL INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS contra mesmo período do ano anterior (%) Em 2016, o faturamento real apresentou recuo significativo (-25,0%) em função do decréscimo nas vendas para os mercados interno e externo. A redução na demanda por produtos do setor, causada, especialmente, pelo baixo nível de investimentos no país, provocou o recuo na produção, explicando o decréscimo no emprego, na massa salarial, nas horas trabalhadas e na utilização da capacidade instalada. Apenas o rendimento médio real aumentou no período, em decorrência da diminuição no emprego ter ocorrido em proporção superior à queda na massa salarial. 5,4-25,0-27,7-7,5-20,9-16,3 FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL REAL RENDIMENTO MÉDIO * UCI em p.p. Demais indicadores em variação percentual. 16

17 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 RESUMO SETORIAL Justificativas - Período de janeiro a dezembro de 2016 Variação Setor Justificativa Faturamento (-11,6%) -40,7% Veículos Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações. -25,0% Máquinas e equipamentos Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações. -19,3% Farmacêutico Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações. -13,0% Celulose e papel Baixa de demanda do mercado, em razão da crise. Recuo nas vendas nacionais e exportações. 9,0% Máquinas e materiais elétricos Aumento nas vendas nacionais e exportações. Vendas com maior valor agregado realizadas no ano. Horas Trabalhadas (-5,0%) -27,7% Máquinas e equipamentos Decréscimo no número de funcionários e cancelamento de turnos de trabalho. -18,0% Produtos de metal Decréscimo no número de funcionários. -16,3% Deriv. de petróleo e biocomb. Decréscimo no número de funcionários. -9,0% Têxtil Decréscimo no número de funcionários e maior concessão de férias coletivas. Emprego (-7,1%) -36,9% Produtos de metal Ajuste do quadro de funcionários à menor produção. -20,9% Máquinas e equipamentos Ajuste do quadro de funcionários à menor produção. -13,3% Têxtil Ajuste do quadro de funcionários à menor produção. 17

18 A N O 26. N º7. AG OSTO 2015 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS FATURAMENTO REAL (Var.%) HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO (Var.%) UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (Var. p.p.) EMPREGO (Var.%) MASSA SALARIAL REAL (Var.%) RENDIMENTO MÉDIO REAL (Var.%) Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Dez/16 Nov/16 Jan-Dez16 Jan-Dez/15 Indústria Geral -3,9-11,6-6,4-5,0-2,2-4,4-1,7-7,1 21,9-9,9 24,1-3,0 Extrativa 4,2 2,2-1,9-6,1-0,2-2,4 0,3-3,8 29,0-7,3 28,7-3,5 Transformação -4,7-12,8-6,8-5,0-2,3-4,5-1,9-7,4 21,4-10,1 23,7-2,9 POR SETOR Alimentos -5,4-11,9-3,1-2,0-5,9-4,7-1,9-2,1 25,4-1,9 27,9 0,3 Bebidas 20,3-6,4 0,5-3,3 6,5 1,9 0,3-5,7 7,0-6,5 6,7-0,7 Têxteis -24,2 3,4-21,3-9,0-11,7-0,9-1,9-13,3 36,0-10,8 38,7 2,2 Vestuário -10,4 0,4-19,8-2,8 0,1 1,7-0,9-6,0-2,9-5,1-2,0-0,1 Couro e Calçados -12,6-3,6-16,3 0,3-0,2-0,9-4,7-2,5 44,7-3,8 51,9-1,1 Celulose e Papel 38,3-13,0-13,6-0,5 0,7-0,3-1,1-2,3 59,2 2,9 61,0 5,2 Deriv. Petróleo e Biocombustíveis 1,1 7,2-10,0-16,3 0,9 8,5-3,9-7,6 96,2 5,4 104,1 15,0 Químicos -24,7-6,4-1,5 1,4 1,5 0,9-2,2 0,0 18,5-10,2 21,1-10,2 Farmacêuticos -16,3-19,3-0,9-2,1 0,0 0,4-1,2-2,6 33,1 4,3 34,7 7,0 Minerais Não Metálicos 10,1-1,2-10,0-5,9-3,6-7,0-1,8-2,3 27,7-39,8 30,0-38,4 Metalurgia -12,4-2,3-7,2-3,9-4,8-2,1-1,7-4,7 51,3-9,9 53,9-5,5 Produtos de Metal -25,9-3,4-8,5-18,0-3,3-2,7-8,2-36,9 33,3-41,1 45,2-7,3 Máq. e Materiais Elétricos 11,0 9,0-2,9-6,9-0,4-3,9-2,9-8,7 31,4-9,3 35,3-0,3 Máq. e Equipamentos 36,6-25,0-23,2-27,7-4,0-7,5-0,2-20,9 34,1-16,3 34,3 5,4 Veículos Automotores -0,1-40,7-9,6-5,7 3,0-28,7-0,7-7,8-41,0-4,8-40,5 3,2 18

19 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 ECONOMIA EM PERSPECTIVA VARIÁVEL PIB Mundial (variação %) 3,1 3,4 PIB Brasil (variação %) -3,49 0,5 Produção Industrial Brasil (variação %) -6,63 1,00 Produção Industrial Minas Gerais (variação %) -6,95 0,88 Faturamento Industrial Minas Gerais (variação %) -12,97 0,96 Balança Comercial (US$ bilhões) 47,7 46,0 Taxa de Câmbio (R$/US$ - fim do período) 3,25 3,39 IPCA (% a.a.) 6,29 4,81 Selic final período (% a.a.) 13,75 10,25 Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB) 45,15 50,67 Formação Bruta de Capital Fixo (% do PIB) 16,9 17,2 Fonte: FIEMG, Banco Central do Brasil, Tendências Consultoria e Banco Mundial 19

20 A N O 26. N º7. AG OSTO 2015 A N O 26. N º7. AG OSTO 2015 FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 NOTA METODOLÓGICA A PESQUISA INDICADORES INDUSTRIAIS é elaborada pela Assessoria Econômica da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). As informações referentes ao mês de dezembro de 2016 resultam de levantamento feito em 187 empresas. Os indicadores são divulgados na base média 2006=100 e obtidos através da média ponderada dos indicadores dos setores, onde os pesos representam a participação relativa dos mesmos na Indústria do estado, com base na média dos dados da PIA 2007 e São divulgados também os resultados dessazonalizados para todas as variáveis, a partir de modelos estruturais utilizando-se o sistema Tramo Seats. A partir de janeiro de 2013 a pesquisa Indicadores Industriais passou a ser divulgada de acordo com a CNAE 2.0. VARIÁVEIS PESQUISADAS: FATURAMENTO REAL Faturamento líquido, exclusive IPI, referente a produtos industrializados pela empresa. O deflator utilizado é o IPA/OG FGV. EMPREGO Total de pessoas empregadas no último dia do mês, remuneradas diretamente pela empresa, com ou sem vínculo empregatício, com contrato de trabalho por tempo indeterminado ou temporário, ligadas ou não ao processo produtivo. HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO Total de horas trabalhadas pelo pessoal empregado na produção. MASSA SALARIAL REAL Valor das remunerações pagas ao total de pessoal empregado na empresa. O deflator utilizado é o INPC IBGE. RENDIMENTO MÉDIO REAL Razão entre a massa salarial real e o emprego. UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA Percentual da capacidade de produção operacional utilizada no mês. 20

21 GLOSSÁRIO FIEMG INDEX. ano 25. #12. dez 2016 SETORES QUE INTEGRAM A PESQUISA INDICADORES INDUSTRIAIS ALIMENTOS: preparação do leite e fabricação de laticínios; produção de massas e biscoitos, açúcar, balas e chocolates; fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais; moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais; torrefação e moagem de café; fabricação de especiarias e condimentos; abate e fabricação de produtos de carne. BEBIDAS: fabricação e engarrafamento de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, como cervejas, vinhos, refrigerantes e água mineral. CELULOSE E PAPEL: fabricação de celulose, papel, cartolina e papelcartão e de artefatos. COURO E CALÇADOS: preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e de calçados. DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS: fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, inclusive álcool. EXTRATIVA MINERAL: extração de minerais metálicos, como o minério de ferro, e extração de minerais não metálicos, como fosfatos, calcário e outros. FARMACÊUTICOS: fabricação de medicamentos para uso humano e veterinário. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: fabricação de máquinas e equipamentos, inclusive componentes mecânicos, partes e peças para uso industrial, agrícola, extração mineral, construção e outros. MÁQUINAS E MATERIAIS ELÉTRICOS: fabricação de máquinas e aparelhos para geração, distribuição e controle de energia elétrica; pilhas, baterias, acumuladores elétricos; lâmpadas e outros equipamentos de iluminação e eletrodomésticos. METALURGIA: produção de ferrogusa e de ferroligas; siderurgia e elaboração de produtos siderúrgicos (perfis laminados, chapas e tubos de aço com ou sem costura); fundição de ferro e aço e de metais não ferrosos e suas ligas; metalurgia dos metais não ferrosos, como alumínio, zinco, cobre e metais preciosos. MINERAIS NÃO METÁLICOS: fabricação de produtos cerâmicos refratários e não refratários, cimento, vidro e cal. PRODUTOS DE METAL: fabricação de embalagens e estruturas metálicas; caldeiraria, forjaria e tratamento de metais; artigos de cutelaria, serralheria e ferramentas; armas, munições e equipamentos militares. QUÍMICOS: fabricação de produtos químicos inorgânicos como adubos e fertilizantes e gases industriais, e de produtos químicos orgânicos; produção de resinas, fibras artificiais e sintéticas, produtos de limpeza, cosméticos e tintas. TÊXTEIS: fiação e tecelagem de fibras e materiais têxteis de origens diversas. VEÍCULOS AUTOMOTORES: fabricação de veículos automotores, inclusive motores, peças e acessórios e material elétrico para automóveis. VESTUÁRIO: confecção de roupas, inclusive profissionais, e de acessórios do vestuário. 21

22 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS FICHA TÉCNICA Realização: SISTEMA FIEMG FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS Presidente: OLAVO MACHADO JUNIOR Responsável técnico: ASSESSORIA ECONÔMICA DA FIEMG

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