Propriedades da madeira para fins de energia. Poder Calorífico

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Propriedades da madeira para fins de energia. Poder Calorífico"

Transcrição

1 Propriedades da madeira para fins de energia Poder Calorífico

2 Tópicos já abordados: Umidade Densidade Composição química elementar Composição química imediata

3 Poder calorifico é a quantidade de calor liberada pela combustão completa de unidade de massa do combustível. Unidades kcal kg kj kg

4 Poder calorífico superior (PCS) Valor teórico; PCS = 81,4 (C) (H - 0/8) + 25 (S) Poder calorífico inferior (PCI) É o calor efetivamente possível de ser utilizado; PCI = PCS-600*9H/100 Poder calorífico útil (PCU) PCU = PCI 6*(Ubu)

5 Propriedades da madeira para fins de energia Determinação do poder calorífico Em laboratório

6 Biomassa Nome popular Poder calorifico (kcal/kg) Celulose Lignina Araucaria angustifólia Pinheiro do Paraná 4788 Eucalyptus triantha Eucalyptus grandis Mimosa scabrella Bracatinga 4890 Pinus sp Couratari stellata Tauarí 4735 Dalbergia miscolobium Jacarandá do cerrado 4896 Eriotheca globosa Punga colorada Bagaço de cana 3700 Mezilaurus itauba Itaúba 5263

7 Biomassa PCS (kcal/kg) PCU (kcal/kg) Ubu (%) Briquete ,4 Eucalyptus sp ,5 Pinus sp ,9 Cajui ,5

8 Propriedades da madeira para fins de energia Determinação do poder calorífico Calculo PCS = 81,4 (C) (H - 0/8) + 25 (S) Exemplo: C 52,3 % H 6,00 % O 40,0 % PCS = 81, 4 52, , 0 40, N 0,20 % S 0,00 % PCS = 4602 kcal kg Medido na bomba 4622 kcal/kg Erro de 0,5%

9 Poder calorifico x outras propriedades Componentes elementares Teor de cinzas Teor de umidade

10 Poder calorifico x teor de umidade (base seca)

11 Poder calorifico x teor de umidade (base úmida) ,00 10,00 20,00 30,00 40,00 50,00 60,00

12 Composição do combustível Massa combustível Massa seca Massa de trabalho

13 Massa fornecida De trabalho 1 Seca Combustível Coeficiente para conversão de base para massa De trabalho Seca Combustível 100 U bu (U bu + Cinzas) U bu 100 (U bu + Cinzas) Cinzas Cinzas 1

14 Dada uma espécie de madeira que apresenta massa seca com C=48,2%; H=5,92%; N=0,39%; S=0,01%; O=44,2%; A=1,28%. Pede-se: a) Calcular a massa de trabalho e a massa combustível. Dado U=30%. b) Calcular o PCS, PCI e PCU da madeira com 30% de umidade. c) Calcular as massas de madeira necessárias para aquecer e ferver 1ton de agua inicialmente a 25 C. Calcule para as umidades de 30% e 0%. Dados c agua =1 kcal/kg C L agua = 540kcal/kg. Considere uma eficiência de 100%. Fórmulas Q = mcδt Q = ml PCS = 81,4 (C) (H - 0/8) + 25 (S) PCI = PCS-600*9H/100 PCU = PCI 6*(Ubu)

15 Leitura Vargas-moreno, J.M.; Callejón-ferre, A. J.; Pérez-alonso, J.; Velázquez-martí, B. A review of the mathematical models for predicting the heating value of biomass materials. Renewable and Sustainable Energy Reviews

16 Formas de obtenção de energia da madeira Combustão

17 Combustão É a forma mais simples e antiga de obtenção de energia da biomassa. É necessário: Combustível: lenha, carvão vegetal, pellets e briquetes; Comburente: oxigênio Temperatura de ignição: madeira aprox. 300 C

18 Combustão É uma reação de oxidação que o combustível sofre, ocorrendo quando a quantidade de O² é suficiente para transformá-lo em gases; É uma reação exotérmica liberação de energia. Resíduo óxidos minerais (cinzas).

19 Combustão O calor resultante desta transformação pode ser utilizado para: Aquecimento; Produção de vapor em caldeiras; processo de cogeração produzindo simultaneamente energia térmica e elétrica no setor de base florestal.

20 Combustão A combustão pode ser divida em : 1 Evaporação da água; 2 Queima dos compostos voláteis; 3 Queima do carbono fixo.

21 Combustão Existem duas formas de combustão: a) Combustão completa ou direta, que ocorre na presença de O² em excesso e; b) Combustão incompleta ou indireta, que ocorre na presença controlada de O².

22 Combustão A combustão envolve uma série de reações químicas que ocorrem simultaneamente. Conversão Reação Química Calor de reação (kcal/kg) Combustão completa do carbono Combustão incompleta do carbono Combustão do hidrogênio C + O 2 CO C + ½ O 2 CO H 2 + ½ O 2 H 2 O Combustão do enxofre S + O 2 SO

23 Combustão Leitura VANDENBROEK,R.; Biomass combustion for power generation. Biomass and Bioenergy Ragland, K.W. Aerts, D.J. Baker, A.J. Properties of wood for combustion analysis. Biomass and Bioenergy. 1991

Combustão é uma reação química de óxido-redução entre um combustível e um comburente, sendo obtido calor (energia) e sub-produtos.

Combustão é uma reação química de óxido-redução entre um combustível e um comburente, sendo obtido calor (energia) e sub-produtos. Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: Uma das formas mais empregadas para produção

Leia mais

Curso Engenharia de Energia

Curso Engenharia de Energia UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye omarseye@ufgd.edu.br Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS A analise energética é fundamental

Leia mais

COMBUSTÍVEIS E REDUTORES

COMBUSTÍVEIS E REDUTORES COMBUSTÍVEIS E REDUTORES Combustíveis e redutores usados em metalugia são as matérias primas responsáveis pelo fornecimento de energia, e pela redução dos minérios oxidados a metal A origem destas matéria

Leia mais

Introdução. Definição

Introdução. Definição Introdução Definição O carvão vegetal é um subproduto florestal resultante da pirólise da madeira, também conhecida como carbonização ou destilação seca da madeira. É um método destrutivo. No processo

Leia mais

Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA

Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA Combustíveis e Redutores ENERGIA PARA METALURGIA Energia para Metalurgia Principal fonte energética: Carbono Carvão mineral e carvão vegetal C + O 2 >> CO 2 + energia Portanto, carbono é redutor, usado

Leia mais

COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA

COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA COMBUSTÃO DEFINIÇÃO COMBUSTÍVEL - COMBURENTE - TEMPERATURA Quadro 1 - Entalpia de combustão ( H), a 25ºC, de algumas substâncias encontradas nos principais combustíveis utilizados. Componente. g/mol kj/mol

Leia mais

Energia da Biomassa Células a combustível

Energia da Biomassa Células a combustível PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula de Fontes Energia da Biomassa Células a combustível slide 1 / 19 BIOMASSA Oleoginosas (palma, canola, girassol, dendê, mamona, etc) Esmagamento Óleos

Leia mais

Curso Engenharia de Energia

Curso Engenharia de Energia UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye omarseye@ufgd.edu.br Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS Definição Reações de combustão

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

Um dos mais importantes campos de estudo no conjunto das ciências e da tecnologia é, sem dúvida, o dos combustíveis.

Um dos mais importantes campos de estudo no conjunto das ciências e da tecnologia é, sem dúvida, o dos combustíveis. Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-056 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 INTRODUÇÃO: Um dos mais importantes campos de estudo

Leia mais

Cálculos Estequiométricos

Cálculos Estequiométricos Estequiometria significa medida de um elemento Com base numa equação química, podemos calcular o número de mols, o número de moléculas, a massa, o volume de uma ou mais substâncias, em função de algum

Leia mais

Potencial da biomassa florestal para produção de energia térmica

Potencial da biomassa florestal para produção de energia térmica Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Florestal Potencial da biomassa florestal para produção de energia térmica Marcos Antonio da Silva Miranda Orientador:

Leia mais

NOME: ANO: 2º ENSINO: MÉDIO TURMA: DATA: / / PROF(ª).: Luciano Raposo Freitas EXERCÍCIOS TERMOQUÍMICA QUÍMICA II (2º BIM)

NOME: ANO: 2º ENSINO: MÉDIO TURMA: DATA: / / PROF(ª).: Luciano Raposo Freitas EXERCÍCIOS TERMOQUÍMICA QUÍMICA II (2º BIM) NOME: ANO: 2º ENSINO: MÉDIO TURMA: DATA: / / PROF(ª).: Luciano Raposo Freitas EXERCÍCIOS TERMOQUÍMICA QUÍMICA II (2º BIM) 1. Nos motores de explosão existentes hoje em dia utiliza-se uma mistura de gasolina

Leia mais

Balanço de massa e energia da Caldeira de Recuperação 3 da Fíbria - Jacareí 24/05/12

Balanço de massa e energia da Caldeira de Recuperação 3 da Fíbria - Jacareí 24/05/12 Balanço de massa e energia da Caldeira de Recuperação 3 da Fíbria - Jacareí 24/05/12 OBSERVAÇÃO INICIAL Este trabalho faz parte da monografia do curso de Especialização em Celulose e Papel da UFV. O trabalho

Leia mais

DISPONIBILIDADE, CARACTERIZAÇÃO, COLETA E PRÉ-TRATAMENTO DA BIOMASSA 13

DISPONIBILIDADE, CARACTERIZAÇÃO, COLETA E PRÉ-TRATAMENTO DA BIOMASSA 13 S U M Á R IO PREFÁCIO...11 DISPONIBILIDADE, CARACTERIZAÇÃO, COLETA E PRÉ-TRATAMENTO DA BIOMASSA 13 1 BIOMASSA NO BRASIL E NO MUNDO 15 1.1 Introdução...15 1.2 Fontes da biomassa...18 1.3 Biomassa no Brasil...

Leia mais

Apresentação AHK Comissão de Sustentabilidade Ecogerma. Eng. Francisco Tofanetto (Gerente de Engenharia) São Paulo, 01 de Outubro 2015

Apresentação AHK Comissão de Sustentabilidade Ecogerma. Eng. Francisco Tofanetto (Gerente de Engenharia) São Paulo, 01 de Outubro 2015 Apresentação AHK Comissão de Sustentabilidade Ecogerma Eng. Francisco Tofanetto (Gerente de Engenharia) São Paulo, 01 de Outubro 2015 LANXESS Porto Feliz Uma importante unidade da área de produção de IPG

Leia mais

Termoquímica Entalpia e Lei de Hess

Termoquímica Entalpia e Lei de Hess Química Geral e Inorgânica QGI0001 Eng a. de Produção e Sistemas Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Termoquímica Entalpia e Lei de Hess Sistemas a Pressão Constante Quando o volume do sistema não é constante,

Leia mais

ESTUDO PRELIMINAR DO POTENCIAL ENERGÉTICO DE VARIEDADES DE EUCALIPTO CULTIVADAS NO RIO GRANDE DO SUL

ESTUDO PRELIMINAR DO POTENCIAL ENERGÉTICO DE VARIEDADES DE EUCALIPTO CULTIVADAS NO RIO GRANDE DO SUL ESTUDO PRELIMINAR DO POTENCIAL ENERGÉTICO DE VARIEDADES DE EUCALIPTO CULTIVADAS NO RIO GRANDE DO SUL Marcilio Toledo*; Fernando Santos; Nei Marçal; Marcos Espinoza; Paulo Eichler; Jonatan Vuelma; Davi

Leia mais

TERMOQUÍMICA. Prof. Neif Nagib.

TERMOQUÍMICA. Prof. Neif Nagib. TERMOQUÍMICA Prof. Neif Nagib neifnagib@yahoo.com.br Os princípios fundamentais do calor e do trabalho se aplicam no estudo de uma reação química e nas mudanças do estado físico de uma substância. Nesses

Leia mais

02)Numa reação endotérmica, há [1] de calor, a entalpia final (produtos) é [2] que a entalpia inicial (reagentes) e a

02)Numa reação endotérmica, há [1] de calor, a entalpia final (produtos) é [2] que a entalpia inicial (reagentes) e a 01)Numa reação exotérmica, há [1] de calor, a entalpia final (produtos) é [2] que a entalpia inicial (reagentes) e a variação de entalpia é [3] que zero. Completa-se corretamente essa frase substituindo-se

Leia mais

Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland.

Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland. Estudo do uso de carvão vegetal de resíduos de biomassa no sistema de aquecimento dos fornos de produção do clínquer de cimento portland. Aluno: Bruno Damacena de Souza Orientador: Francisco José Moura

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE CARACTERÍSTICAS DA BIOMASSA PARA GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA CALDEIRA

CORRELAÇÃO ENTRE CARACTERÍSTICAS DA BIOMASSA PARA GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA CALDEIRA CORRELAÇÃO ENTRE CARACTERÍSTICAS DA BIOMASSA PARA GERAÇÃO DE VAPOR EM UMA CALDEIRA Rosa, Marcos da Costa Discente Eng. Florestal FAIT/ACEG OLIVEIRA JUNIOR, Ezer Dias Docente FAIT/ACEG RESUMO O presente

Leia mais

O combustível e a Combustão

O combustível e a Combustão CAPITULO 3 O combustível e a Combustão Motores a GASOLINA / ÁLCOOL com ignição por centelha Volvo Powertrain Julio Lodetti Revisão sobre as características gerais A COMBUSTÃO consiste na etapa essencial

Leia mais

TERMOQUÍMICA EXERCÍCIOS PARA TREINO

TERMOQUÍMICA EXERCÍCIOS PARA TREINO TERMOQUÍMICA EXERCÍCIOS PARA TREINO 1 - Considere a seguinte reação termoquímica: 2NO(g) + O 2 (g) 2NO 2 (g) H = -13,5 kcal / mol de NO e assinale a alternativa falsa. a) A reação é exotérmica. b) São

Leia mais

Um dos grandes problemas mundiais é constante necessidade de geração de energia.

Um dos grandes problemas mundiais é constante necessidade de geração de energia. Termoquímica 1 2 Introdução Um dos grandes problemas mundiais é constante necessidade de geração de energia. A Termoquímica possibilita uma solução viável (econômica e ecológica) para esta crescente demanda.

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO E COMBUSTÃO DA CASCA DO CACAU

CARACTERIZAÇÃO E COMBUSTÃO DA CASCA DO CACAU CARACTERIZAÇÃO E COMBUSTÃO DA CASCA DO CACAU G. C. CORREA¹*, B. P. NASCIMENTO¹, C. M. GALDINO¹**, M. M. N. SANTOS 2, A. P. MENEGUELO 3, L. S. ARRIECHE 3 1 Graduandas em Engenharia Química (**Bolsista PIVIC)

Leia mais

11ª LISTA - EXERCÍCIOS DE PROVAS Energia Livre

11ª LISTA - EXERCÍCIOS DE PROVAS Energia Livre Pg. 1/5 1ª. Questão Considere o processo de sublimação (eq. 1) e a reação de dissociação (eq. 2) do iodo e responda o que se pede. Sublimação do iodo: I 2 (s) I 2 (g) eq. 1 Reação de dissociação do iodo:

Leia mais

COLÉGIO SANTA CRISTINA - DAMAS AULÃO. ENERGIA Do fogo a energia elétrica. Prof. Márcio Marinho

COLÉGIO SANTA CRISTINA - DAMAS AULÃO. ENERGIA Do fogo a energia elétrica. Prof. Márcio Marinho COLÉGIO SANTA CRISTINA - DAMAS AULÃO ENERGIA Do fogo a energia elétrica O fogo O fogo é a rápida oxidação de um material combustível liberando calor, luz e produtos de reação, tais como o dióxido de carbono

Leia mais

Termoquímica. Química 10/08/2015. Enem 15 Semanas. 1. Observando o diagrama a seguir, é correto afirmar que:

Termoquímica. Química 10/08/2015. Enem 15 Semanas. 1. Observando o diagrama a seguir, é correto afirmar que: Termoquímica 1. Observando o diagrama a seguir, é correto afirmar que: [Dadas as massas molares (g/mol): H=1 e O=16] a) para vaporizar 18g de água são liberados 10,5 kcal. b) o calor de reação, na síntese

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA DE COMBUSTÃO EM LEITO FLUIDIZADO DE CARVÃO MINERAL RESIDUAL PROVENIENTE DE LAVADORES DE CARVÃO TIPO JIGUE

VIABILIDADE TÉCNICA DE COMBUSTÃO EM LEITO FLUIDIZADO DE CARVÃO MINERAL RESIDUAL PROVENIENTE DE LAVADORES DE CARVÃO TIPO JIGUE VIABILIDADE TÉCNICA DE COMBUSTÃO EM LEITO FLUIDIZADO DE CARVÃO MINERAL RESIDUAL PROVENIENTE DE LAVADORES DE CARVÃO TIPO JIGUE Leandro Dalla Zen Cientec/Unisinos, Rua Washington Luiz 675, Porto Alegre,RS

Leia mais

Carvoejamento, Carbonização e Pirólise

Carvoejamento, Carbonização e Pirólise I Seminário Madeira Energética MADEN 2008 ABC - RJ, 2 e 3 de setembro de 2008 Carvoejamento, Carbonização e Pirólise José Dilcio da Rocha Pesquisador da EMBRAPA - Agroenergia O que é Carvoejamento, Carbonização,

Leia mais

Gestão de energia : 2009/2010

Gestão de energia : 2009/2010 Gestão de energia : 2009/2010 Aula # P2 Transformação de energia Prof. Miguel Águas miguel.aguas@ist.utl.pt Problema 1: Central térmica Considere que uma central térmica tem um rendimento de 40% e que

Leia mais

Química C Extensivo V. 4

Química C Extensivo V. 4 Química C Extensivo V 4 Exercícios 01) C 02) D I Errada degelo de um freezer (fusão do gelo) é um processo que absorve energia (endotérmico) II Errada A sublimação ocorre com absorção de energia (endotérmico)

Leia mais

6 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

6 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 79 6 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 6.1. Amostra O spent potliner, estudado neste trabalho, foi fornecido pela Valesul Alumínio S.A., empresa que produz e comercializa alumínio primário e ligas para a indústria

Leia mais

Fontes de Energias Renováveis e Não Renováveis. Aluna : Ana Cardoso

Fontes de Energias Renováveis e Não Renováveis. Aluna : Ana Cardoso Fontes de Energias Renováveis e Não Renováveis Aluna : Ana Cardoso Fontes de Energias Renováveis As fontes de energia renováveis são aquelas que vem de recursos naturais e que se renovam continuamente

Leia mais

Universidade Federal do Acre Engenharia Agronômica PET- Programa de Ensino Tutorial. Termoquímica

Universidade Federal do Acre Engenharia Agronômica PET- Programa de Ensino Tutorial. Termoquímica Universidade Federal do Acre Engenharia Agronômica PET- Programa de Ensino Tutorial Termoquímica Bolsista: Joyce de Q. Barbosa Tutor: Dr. José Ribamar Silva Termodinâmica Conceitos Básicos Termoquímica

Leia mais

Aproveitamento da Palha de Cana de Açúcar Planta CTC Palha Flex

Aproveitamento da Palha de Cana de Açúcar Planta CTC Palha Flex Aproveitamento da Palha de Cana de Açúcar Planta CTC Palha Flex 16 SBA Seminário Brasileiro Agroindustrial A Usina da Recuperação Francisco Linero Ribeirão Preto 29 de outubro de 2015 Agenda Recuperação

Leia mais

TERMOQUÍMICA Folha 3.2 Prof.: João Roberto Mazzei 01- (ufrs-2004) Considere as seguintes reações, na temperatura de 25 C.

TERMOQUÍMICA Folha 3.2 Prof.: João Roberto Mazzei 01- (ufrs-2004) Considere as seguintes reações, na temperatura de 25 C. 01- (ufrs-2004) Considere as seguintes reações, na temperatura de 25 C. H (g) + 1/2 O (g) ë H O(Ø) (ÐH) H (g) + 1/2 O (g) ë H O(s) (ÐH) A diferença entre os efeitos térmicos, (ÐH) - (ÐH), é igual a) a

Leia mais

Química Aplicada. QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin

Química Aplicada. QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin Química Aplicada QAP0001 Licenciatura em Química Prof a. Dr a. Carla Dalmolin carla.dalmolin@udesc.br carla.dalmolin@gmail.com Combustíveis Reações de Combustão Reação química entre uma substância (combustível)

Leia mais

ANÁLISE CALORIMETRICA, TERMOGRAVIMETRICA E ELEMENTAR DAS FOLHAS DO Bambusa vulgaris

ANÁLISE CALORIMETRICA, TERMOGRAVIMETRICA E ELEMENTAR DAS FOLHAS DO Bambusa vulgaris ANÁLISE CALORIMETRICA, TERMOGRAVIMETRICA E ELEMENTAR DAS FOLHAS DO Bambusa vulgaris Lacerda Filho, C.; Nascimento Jr., A. F.; Cardoso, A.; Drummond; A. R.; Peres, S. POLICOM Laboratório de Combustíveis

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Uma das formas mais empregadas para produção

Leia mais

Termo-conversão e produção de carvão vegetal

Termo-conversão e produção de carvão vegetal Termo-conversão e produção de carvão vegetal Efeito do calor sobre os materiais lignocelulósicos ref básica: Cap 12. Fengel and Wegener Em muitos processos de conversão, a biomassa vegetal é submetida

Leia mais

Processamento da Energia de Biocombustíveis

Processamento da Energia de Biocombustíveis Processamento da Energia de Biocombustíveis Professor: Marcello Mezaroba Dr. Email: marcello.mezaroba@udesc.br Junho de 2016 Sumário I. Biomassa II. Cogeração de energia a partir de biocombustíveis III.

Leia mais

Prof. Gonçalo Rendeiro

Prof. Gonçalo Rendeiro UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA GRUPO DE ENERGIA, BIOMASSA & MEIO AMBIENTE 2º SEMINÁRIO ESTUDANTIL SOBRE ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Leia mais

Prof. Luís Fernando Pagotti

Prof. Luís Fernando Pagotti Laboratório de Qualidade e Racionalização da Energia Elétrica Prof. Luís Fernando Pagotti energia não pode ser criada nem destruída, só pode ser transformada! Como Converter Energia? Combustores;

Leia mais

USO DA BIOMASSA FLORESTAL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA. Thiago Oliveira Rodrigues, MsC. Ciências Florestais, UnB/Funtec Dr. Patrick Rousset, CIRAD/LPF/SFB

USO DA BIOMASSA FLORESTAL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA. Thiago Oliveira Rodrigues, MsC. Ciências Florestais, UnB/Funtec Dr. Patrick Rousset, CIRAD/LPF/SFB USO DA BIOMASSA FLORESTAL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA Thiago Oliveira Rodrigues, MsC. Ciências Florestais, UnB/Funtec Dr. Patrick Rousset, CIRAD/LPF/SFB Brasília, 22 de setembro de 2009 Sumário Matriz Energética

Leia mais

9ª LISTA - EXERCÍCIOS DE PROVAS 1 a. Lei da Termodinâmica

9ª LISTA - EXERCÍCIOS DE PROVAS 1 a. Lei da Termodinâmica Pg. 1/5 1 a Questão Na combustão completa de 1,00 L de gás natural, a 25,0 C e pressão constante de 1,00 atm, houve liberação de 43,6 kj de calor. Sabendo que este gás é uma mistura contendo metano, CH

Leia mais

Análise da Produção Energética e de Carvão Vegetal de Espécies de Eucalipto

Análise da Produção Energética e de Carvão Vegetal de Espécies de Eucalipto IPEF, n.23, p.53-56, abr.1983 Análise da Produção Energética e de Carvão Vegetal de Espécies de Eucalipto J.O. BRITO, L. E. G. BARRICHELO e F. SEIXAS ESALQ - USP, Depto. de Silvicultura - 13.400 - Piracicaba

Leia mais

Fornalha. Aparelho de combustão Câmara de combustão. Atmosfera: Local onde se queima o combustível

Fornalha. Aparelho de combustão Câmara de combustão. Atmosfera: Local onde se queima o combustível FORNALHAS Fornalha Local onde se queima o combustível Aparelho de combustão Câmara de combustão Atmosfera: Uma boa combustão se processa sempre com excesso de ar. A atmosfera de uma fornalha é oxidante.

Leia mais

Um dos componentes do GLP (gás liquefeito do petróleo) é o propano (C3H8). A sua combustão pode ser representada pela seguinte equação química:

Um dos componentes do GLP (gás liquefeito do petróleo) é o propano (C3H8). A sua combustão pode ser representada pela seguinte equação química: Atividade extra Exercício 1 Cecierj 2013 Um dos componentes do GLP (gás liquefeito do petróleo) é o propano (C3H8). A sua combustão pode ser representada pela seguinte equação química: C3H8(ℓ) + 5 O2 6

Leia mais

Cooperação Brasil Alemanha Programa Energia

Cooperação Brasil Alemanha Programa Energia Cooperação Brasil Alemanha Programa Energia MAPEAMENTO PARA PUBLIC-PRIVATE-PARTNERSHIPS NOS SETORES DE ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ENTRE O BRASIL E A ALEMANHA Raymundo Aragão Anima Projetos

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@gmail.com INTRODUÇÃO: Um dos mais importantes campos de estudo no

Leia mais

Programa de Retomada de Conteúdo 2º bimestre 2º ano Química

Programa de Retomada de Conteúdo 2º bimestre 2º ano Química Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio Regular, Rua Cantagalo, 339 Tatuapé Fones: 2293-9393 e 2293-9166 Diretoria de Ensino Região LESTE 5 Programa de Retomada de Conteúdo 2º bimestre 2º

Leia mais

Combustão. Método mais antigo de aproveitamento de energia contida na biomassa vegetal

Combustão. Método mais antigo de aproveitamento de energia contida na biomassa vegetal Combustão COMBUSTÃO Combustão Método mais antigo de aproveitamento de energia contida na biomassa vegetal Reacção química exotérmica de oxidação-redução entre duas ou mais substâncias, combustível e comburente

Leia mais

EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS. Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br

EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS. Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br EFICIÊNCIA EM PROCESSOS DE COMBUSTÃO À GÁS Apresentação Eng Wagner Branco wagnerbranco@zetecambiental.com.br Principais atividades da Zetec Tecnologia Ambiental Engenharia de Combustão Diagnósticos energéticos.

Leia mais

II FÓRUM NACIONAL DE CARVÃO VEGETAL QUALIDADE DA MADEIRA PARA

II FÓRUM NACIONAL DE CARVÃO VEGETAL QUALIDADE DA MADEIRA PARA II FÓRUM NACIONAL DE CARVÃO VEGETAL QUALIDADE DA MADEIRA PARA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL Angélica de Cássia O. Carneiro Viçosa- MG 1. Aspectos econômicos do setor Fonte: Anuário, 2009 - AMS Fonte: Anuário,

Leia mais

Pb 2e Pb E 0,13 v. Ag 2e Ag E +0,80 v. Zn 2e Zn E 0,76 v. Al 3e Al E 1,06 v. Mg 2e Mg E 2,4 v. Cu 2e Cu E +0,34 v

Pb 2e Pb E 0,13 v. Ag 2e Ag E +0,80 v. Zn 2e Zn E 0,76 v. Al 3e Al E 1,06 v. Mg 2e Mg E 2,4 v. Cu 2e Cu E +0,34 v QUÍMICA 1ª QUESTÃO Umas das reações possíveis para obtenção do anidrido sulfúrico é a oxidação do anidrido sulfuroso por um agente oxidante forte em meio aquoso ácido, como segue a reação. Anidrido sulfuroso

Leia mais

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL 1º SEMINÁRIO PARANAENSE DE ENERGIA DE BIOMASSA RESIDUAL AGRÍCOLA 06 DE DEZEMBRO DE 2013 LOCAL: SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

Leia mais

O H.D.B. NÃO é briquete. O H.D.B. é MADEIRA DENSIFICADA.

O H.D.B. NÃO é briquete. O H.D.B. é MADEIRA DENSIFICADA. É É uma madeira densificada, 100% natural, com altíssima concentração energética. É, portanto, um combustível ecologicamente correto. Energia limpa e renovável. O H.D.B. NÃO é briquete. O H.D.B. é MADEIRA

Leia mais

TAREFA DA SEMANA DE 24 a 28 DE FEVEREIRO

TAREFA DA SEMANA DE 24 a 28 DE FEVEREIRO TAREFA DA SEMANA DE 4 a 8 DE FEVEREIRO QUÍMICA 3ª SÉRIE. (Upe) Um dos contaminantes do petróleo e do gás natural brutos é o H S. O gás sulfídrico é originário de processos geológicos, baseados em diversos

Leia mais

Aula 7 Entalpia e Lei de Hess

Aula 7 Entalpia e Lei de Hess Universidade Tecnológica Federal do Paraná Departamento Acadêmico de Química e Biologia Aula 7 Entalpia e Lei de Hess Dr. Tiago P. Camargo Entalpia Termodinâmica Num sistema de paredes rígidas V const.

Leia mais

CIAS LIO TÂNC CIAN. Prof. Msc João Neto 2

CIAS LIO TÂNC CIAN. Prof. Msc João Neto 2 Prof. Msc João Neto 2 DIFERENC CIAN DO SUBS TÂNC CIAS DE MISTURA AS COM AUXÍL LIO DAS CURVAS DE AQ QUEC CIME ENTO Prof. Msc João Neto 3 1 L 0,4 mol 0,1L x x 0, 04mol 0,0404 mol 100mL solução / L 900mL

Leia mais

Análise Energética Da Madeira E Do Carvão Vegetal A Partir Da Espécie Piptadenia gonoacantha (Mart.) J. F. Macbr

Análise Energética Da Madeira E Do Carvão Vegetal A Partir Da Espécie Piptadenia gonoacantha (Mart.) J. F. Macbr Análise Energética Da Madeira E Do Carvão Vegetal A Partir Da Espécie Piptadenia gonoacantha (Mart.) J. F. Macbr Larissa Cardoso Kuster (1) ; Martha Andreia Brand (2) ; Adriel Furtado de Carvalho (3) ;

Leia mais

UNIP Universidade Paulista

UNIP Universidade Paulista UNIP Universidade Paulista ANÁLISE IMEDIATA DO CARVÃO e COMBUSTÃO de DIFERENTES ÁLCOOIS Alunos:... RA:...... RA:...... RA:...... RA:...... RA:... 2 o Semestre 2010 Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia

Leia mais

Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa

Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa BIJ-0207 Bases Conceituais da Energia Aula 02 Fontes de energia primária, cadeia energética e hidrelétrica, eólica, nuclear e biomassa Prof. João Moreira CECS - Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências

Leia mais

Calorimetria Entalpia de Formação

Calorimetria Entalpia de Formação Entalpia de Formação A entalpia de formação (ΔH f 0 ) de um composto químico é a variação da entalpia da reação de formação deste composto a partir de suas espécies elementares que o compõem, na sua forma

Leia mais

Emissão de gases poluentes com a queima de casca de café

Emissão de gases poluentes com a queima de casca de café Emissão de gases poluentes com a queima de casca de café J. E. F. CIESLINSKI 1, M. A. M. COSTA 2, J. J. P. MELO 3, F. A. FILHO 4 1 Professora Doutora - UNESP Campus de Itapeva - Engenharia Industrial Madeireira

Leia mais

Termo-conversão e produção de carvão vegetal

Termo-conversão e produção de carvão vegetal Termo-conversão e produção de carvão vegetal Efeito do calor sobre os materiais lignocelulósicos Em muitos processos de conversão, a biomassa vegetal é submetida a temperaturas elevadas: a) secagem / estabilização

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 A forma mais empregada para assegurar o fornecimento do calor necessário à produção de vapor é por meio da queima

Leia mais

GERADORES DE VAPOR FOGOTUBULARES. Tecnologia

GERADORES DE VAPOR FOGOTUBULARES. Tecnologia GERADORES DE VAPOR FOGOTUBULARES Geradores de Vapor Definição 2 Geradores de vapor, ou simplesmente caldeira, é um trocador de calor complexo, que produz energia térmica em forma de vapor, a partir de

Leia mais

Com base nesses dados, calcule: a) Concentração em g/l. b) Título em massa.

Com base nesses dados, calcule: a) Concentração em g/l. b) Título em massa. ALUNO(a): Nº: SÉRIE: ª TURMA: UNIDADE: VV JC JP PC DATA: / /06 Obs.: Esta lista deve ser entregue apenas ao professor no dia da aula de Recuperação Valor: 5,0. Uma solução contendo 4 g de cloreto de sódio

Leia mais

Briquetagem e Peletização de Resíduos Agrícolas e Florestais

Briquetagem e Peletização de Resíduos Agrícolas e Florestais Briquetagem e Peletização de Resíduos Agrícolas e Florestais Daniela Collares Briquetagem e Peletização As tecnologias de briquetagem e de peletização são capazes de transformar a biomassa na sua forma

Leia mais

Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira

Máquinas Térmicas. Transferência de Calor na Caldeira Máquinas Térmicas Transferência de Calor na Caldeira Dimensionamento térmico Objetivo: minimizar investimentos em material e buscar o aproveitamento racional da eneria. Abordaem: combinação de fundamentos

Leia mais

Estimativa do Potencial Energético de Resíduos Celulósicos de Fabricação de Papel Através de Análise Imediata¹

Estimativa do Potencial Energético de Resíduos Celulósicos de Fabricação de Papel Através de Análise Imediata¹ Revista Brasileira de Energias Renováveis Estimativa do Potencial Energético de Resíduos Celulósicos de Fabricação de Papel Através de Análise Imediata¹ Italo Tadeu M. Ferreira², Waldir Nagel Schirmer³,

Leia mais

Briquetagem e os processos termoquímicos de importância para a agricultura familiar

Briquetagem e os processos termoquímicos de importância para a agricultura familiar Simpósio de Agroenergia para Agricultura Familiar 17 e 18 de Março de 2014, Teresina PI Briquetagem e os processos termoquímicos de importância para a agricultura familiar José Dilcio Rocha Tópicos da

Leia mais

COMBUSTÃO COMBUSTÍVEL + COMBURENTE (O2)

COMBUSTÃO COMBUSTÍVEL + COMBURENTE (O2) SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 3º TURMA(S):

Leia mais

Curso Engenharia de Energia

Curso Engenharia de Energia UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS - UFGD FACULDADE DE ENGENHARIA Curso Engenharia de Energia Prof. Dr. Omar Seye omarseye@ufgd.edu.br Disciplina: COMBUSTÃO E COMBUSTÍVEIS Definição Toda substância

Leia mais

Fotossíntese das plantas, o sol fornece energia

Fotossíntese das plantas, o sol fornece energia Unidade 6 - Conteúdo 13 - Termoquímica As transformações físicas e as reações químicas quase sempre estão envolvidas em perda ou ganho de calor. O calor é uma das formas de energia mais comum que se conhece.

Leia mais

HOLOS ISSN: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Brasil

HOLOS ISSN: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte. Brasil HOLOS ISSN: 1518-1634 holos@ifrn.edu.br Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Brasil TAVARES, M. A. M. E.; TAVARES, S. R. L. PRECIFICAÇÃO DA ENERGIA DISPONÍVEL NO BRIQUETE

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br 1 HISTÓRICO: O desenvolvimento da tecnologia de cogeração

Leia mais

Rendimento e qualidade do carvão produzido pela carbonização em um novo forno metálico. RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO

Rendimento e qualidade do carvão produzido pela carbonização em um novo forno metálico. RESUMO ABSTRACT INTRODUÇÃO Rendimento e qualidade do carvão produzido pela carbonização em um novo forno metálico. Riccardo Loffredo Joubert Alexandro Machado Washington Luiz Esteves Magalhães Edson Alves de Lima RESUMO Foram caracterizados

Leia mais

Entalpia. O trabalho realizado por esta reação é denominado trabalho de pressão-volume (trabalho PV)

Entalpia. O trabalho realizado por esta reação é denominado trabalho de pressão-volume (trabalho PV) Entalpia As reações químicas podem absorver ou liberar calor e também podem provocar a realização de trabalho. Quando um gás é produzido, ele pode ser utilizado para empurrar um pistão: Zn(s) + 2H + (aq)

Leia mais

CAPÍTULO 09 COMBATE A INCÊNDIO

CAPÍTULO 09 COMBATE A INCÊNDIO CAPÍTULO 09 COMBATE A INCÊNDIO Tirando-se um dos elementos desse triângulo a combustão será eliminada. Assim, para combatermos um incêndio, temos três (3) regras básicas: A remoção do material combustível

Leia mais

48 CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA CURITIBA PR 29/06/04

48 CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA CURITIBA PR 29/06/04 48 CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA CURITIBA PR 29/06/04 2 OS BENEFÍCIOS DO GÁS NATURAL PARA A INDÚSTRIA CERÂMICA HUDSON BRITO 3 COMGÁS - Fundada em 28/08/1872 Segunda distribuidora mais antiga do Brasil

Leia mais

EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I

EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I EB: QUÍMICA GERAL/ EQB: QUÍMICA GERAL I Capítulo 6. Termoquímica Ficha de exercícios 1. Uma amostra de azoto gasoso expande-se do seu volume inicial de 1.6 L para 5.4 L, a temperatura constante. Calcule

Leia mais

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica Geração de Energia Elétrica 1º Seminário sobre a Utilização de Energias Renováveis veis para Eletrificação Rural do Norte e Nordeste do Brasil Dr. Osvaldo Stella Martins Centro Nacional de Referência em

Leia mais

ENERGIA movimentando a vida

ENERGIA movimentando a vida ENERGIA movimentando a vida Renováveis: é a energia que vem de recursos naturais como sol, vento, chuva e biomassa. Não-renováveis: é a energia que vem de recursos naturais, que, quando utilizados não

Leia mais

Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível

Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível Estudo e Levantamento das Melhores Soluções Técnicas para uma Unidade de Valorização de Biomassa como Combustível 1. Enquadramento De acordo com a prestação de serviços para o Desenvolvimento de uma unidade

Leia mais

Fonte Características Vantagens Desvantagens

Fonte Características Vantagens Desvantagens Fonte Características Vantagens Desvantagens Hidrelétrica Uso da força dos rios para produção de energia elétrica Fonte não poluente e renovável Alto custo de implantação e grande impacto ambiental e econômico

Leia mais

Avaliação da queima de serragem em fornalha

Avaliação da queima de serragem em fornalha Avaliação da queima de serragem em fornalha Adriano Divino Lima Afonso 1, Helton Aparecido Rosa 2, Gustavo Veloso 2, Danilo Bonini de Souza 2, Cledemar Busnello 2 37 1 Eng. Agrícola, Prof. Doutor Departamento

Leia mais

Variação de entalpia nas mudanças de estado físico. Prof. Msc.. João Neto

Variação de entalpia nas mudanças de estado físico. Prof. Msc.. João Neto Variação de entalpia nas mudanças de estado físico Prof. Msc.. João Neto Processo Endotérmico Sólido Líquido Gasoso Processo Exotérmico 2 3 Processo inverso: Solidificação da água A variação de entalpia

Leia mais

Cogeração na indústria: os benefícios e os ganhos energéticos

Cogeração na indústria: os benefícios e os ganhos energéticos Cogeração na indústria: os benefícios e os ganhos energéticos Grupo Light Distribuição Geração Serviços de Energia Restrita a parte do estado do RJ (incluindo a Grande Rio) Light Energia Itaocara Paracambi

Leia mais

COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR

COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR ASSESSORIA TÉCNICA Processo Avaliativo Recuperação - 3º Bimestre/2015 Disciplina: QUÍMICA 3ª série EM A/B Nome do aluno Nº Turma A Recuperação deve ser entregue no dia 08/09/2015.

Leia mais

reações químicas Oxidação-redução

reações químicas Oxidação-redução reações químicas Oxidação-redução 8º ano JCR 11 Evolução dos conceitos Reacções de oxidação redução como troca de oxigénio Durante muito tempo, os químicos consideraram reacções de oxidação, qualquer reacção

Leia mais

DENSIDADE ENERGÉTICA DE RESÍDUOS VEGETAIS 1

DENSIDADE ENERGÉTICA DE RESÍDUOS VEGETAIS 1 113 DENSIDADE ENERGÉTICA DE RESÍDUOS VEGETAIS 1 Energy Density of Plant Residues Giorgiana Freitas Pinheiro 2, Gonçalo Rendeiro 3 e João Tavares Pinho 4 Resumo: Este trabalho apresenta os resultados de

Leia mais

Energy Management :: 2007/2008

Energy Management :: 2007/2008 :: 2007/2008 Class # T2 Energy Transformation Prof. João Parente joao.parente@dem.ist.utl.pt Formas de Energia Formas de Energia Os processos de transformação de energia são inúmeros, assim como são variadas

Leia mais

O MERCADO E AS INDÚSTRIAS DE PELLETS NO BRASIL. Eng. Dorival Pinheiro Garcia Presidente da ABIPEL

O MERCADO E AS INDÚSTRIAS DE PELLETS NO BRASIL. Eng. Dorival Pinheiro Garcia Presidente da ABIPEL O MERCADO E AS INDÚSTRIAS DE PELLETS NO BRASIL Eng. Dorival Pinheiro Garcia Presidente da ABIPEL www.abipel.com.br abipel@abipel.com.br OO ABIPEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE PELLETS Obtenção

Leia mais

COLÉGIO EUCARÍSTICO Fixando o Conteúdo

COLÉGIO EUCARÍSTICO Fixando o Conteúdo COLÉGIO EUCARÍSTICO Fixando o Conteúdo 1. Considere as informações: I) A + B C + D Hº = - 10,0 kcal II) C + D E Hº = +15,0 kcal 2 Bimestre Calcule o H para cada uma das reações a seguir: a) C + D A + B

Leia mais

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará

Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará 1 Potencial de Geração de Energia Utilizando Biomassa de Resíduos no Estado do Pará G. Pinheiro, CELPA e G. Rendeiro, UFPA Resumo - Este trabalho apresenta dados referentes ao potencial de geração de energia

Leia mais