Contrato Organizativo de Ação Pública Ensino Saúde

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1 Contrato Organizativo de Ação Pública Ensino Saúde

2 Base Legal Constituição Federal de 1988 Leis e de 1990 Lei de 20 de dezembro de 1996 (LDB) Lei de 22 de outubro de 2013: capítulos da Formação Médica no Brasil e Projeto Mais Médicos para o Brasil Portaria Interministerial Nº 10, de 20 de agosto de 2014

3 Lei que institui o Mais Médicos Contrato Organizativo da Ação Art. 12. As instituições de educação superior responsáveis pela oferta dos cursos de Medicina e dos Programas de Residência Médica poderão firmar Contrato Organizativo da Ação com os Secretários Municipais e Estaduais de Saúde, na qualidade de gestores, com a finalidade de viabilizar a reordenação da oferta de cursos de Medicina e de vagas de Residência Médica e a estrutura de serviços de saúde em condições de ofertar campo de prática suficiente e de qualidade, além de permitir a integração ensino-serviço na área da Atenção Básica.

4 1º O Contrato Organizativo poderá estabelecer: I - garantia de acesso a todos os estabelecimentos assistenciais sob a responsabilidade do gestor da área de saúde como cenário de práticas para a formação no âmbito da graduação e da residência médica; e II - outras obrigações mútuas entre as partes relacionadas ao funcionamento da integração ensino-serviço, cujos termos serão levados à deliberação das Comissões Intergestores Regionais, Comissões Intergestores Bipartite e Comissão Intergestores Tripartite, ouvidas as Comissões de Integração Ensino-Serviço. 2º No âmbito do Contrato Organizativo, caberão às autoridades mencionadas no caput, em acordo com a instituição de educação superior e os Programas de Residência Médica, designar médicos preceptores da rede de serviços de saúde e regulamentar a sua relação com a instituição responsável pelo curso de Medicina ou pelo Programa de Residência Médica. 3º Os Ministérios da Educação e da Saúde coordenarão as ações necessárias para assegurar a pactuação de Contratos Organizativos da Ação Pública Ensino- Saúde.

5 COMITÊ NACIONAL Portaria Interministerial Nº 10, de 20 de agosto de 2014 Composição: I - 1 (um) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP); II - 1 (um) da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH); III - 1 (um) da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP/MS); IV - 1 (um) do Conselho Nacional de Saúde (CNS); V - 1 (um) do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS); VI - 1 (um) do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS); VII - 1 (um) da Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM); e VIII - 1 (um) da Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (DENEM).

6 COMISSÃO EXECUTIVA Portaria Interministerial Nº 10, de 20 de agosto de 2014 Composição: I - do Ministério da Educação: a) 1 (um) da Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC); e b) 1 (um) da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES/MEC); II - do Ministério da Saúde: a) 1 (um) da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS); e b) 1 (um) da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS/MS).

7 Competências: I - definir padrão e diretrizes de contratualização entre as instituições de ensino superior e as gestões estaduais e municipais de saúde; II - definir sistema de avaliação e monitoramento da execução dos Contratos Organizativos de Ação ; III - tomar as medidas administrativas cabíveis frente ao descumprimento do contrato por alguma das partes; IV - recomendar procedimentos para melhor gestão do contrato; V - intermediar conflitos que porventura surjam entre as partes contratantes; VI - instituir comitês locais de integração ensino-serviço, responsáveis pelo acompanhamento dos Contratos Organizativos de Ação em seu âmbito territorial; VII - propor normas de constituição e funcionamento dos comitês locais de integração ensinoserviço; VIII - definir o aperfeiçoamento do sistema de avaliação de cursos de graduação, programas de residência médica e atividades de integração ensino-serviço; e IX - propor a disciplina da utilização da Rede de Atenção à Saúde pelas instituições de ensino superior.

8 Comissões de Integração ensinoserviço Comitês locais de integração ensino-serviço Comissões de Integração ensinoserviço Comitês locais de integração ensino-serviço Comitê nacional e comissão executiva Comitês locais de integração ensino-serviço Comissões de Integração ensinoserviço Comitês locais de integração ensino-serviço

9 EVOLUÇÃO E PERSPECTIVAS Portaria N o 58 de 08 de outubro de 2014 definiu os representantes no COAP- ES. Primeira Reunião dia 09 de outubro 2014 no MEC. Reunião do comitê nacional dos contratos organizativos de ação pública 4 encontros Reunião com as instituições de ensino dos outros cursos da área da saúde para apresentação do COAPES Elaboração de diretrizes de integração ensino saúde Elaboração das Diretrizes de Contratualização Elaboração do regimento interno do Comitê Nacional Elaboração de normas de constituição e funcionamento dos Comitês locais de integração ensino-serviço Apoio ao processo de pactuação dos COAPES e mecanismos de avaliação e monitoramento

10 DIRETRIZ DE INTEGRAÇÃO ENSINO SAÚDE - ESTRUTURA Introdução Diretrizes gerais do COAPES Diretizes organizativas do COAPES Atribuições do Ministério da Educação Atribuições do Ministério da Saúde Atribuições das Instituições de Ensino Superior (IES) ou Programas de Residências em Saúde Atribuições da gestão em saúde municipal/estadual Atribuições do controle social

11 Pontos chaves EVOLUÇÃO E PERSPECTIVAS COAPES articulado as politicas públicas de saúde e educação Processo dinâmico pautado pelo diálogo entre todos os atores envolvidos no processo descentralizado. Processo de avaliação e monitoramento simples e eficiente Incentivo que tornem o processo de adesão ao COAPES atrativos para todos os envolvidos. Processo público e transparente garantindo equidade nos processos de pactuação Pautado pela resposta as necessidades sociais em saúde e a melhoria do acesso e da qualidade.

12 A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A análise da realidade. Paulo Freire

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