CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho de Administração

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho de Administração"

Transcrição

1 CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho de Administração

2 CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho de Administração CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS Artigo Primeiro (Objeto) O presente regulamento tem por objeto fixar os princípios de atuação do Conselho de Administração da CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. ( Sociedade ou CIMPOR ), as regras básicas da sua organização e funcionamento e as normas de conduta dos seus membros. CAPÍTULO II VALORES E PRINCÍPIOS GERAIS Artigo Segundo (Critérios de atuação e Interesses) 1. Tendo em consideração os interesses de longo prazo dos seus acionistas, o Conselho de Administração da Cimpor deve atuar com o intuito de maximizar o valor da Sociedade e do Grupo CIMPOR, ponderando devidamente os interesses e as legítimas expectativas de outros grupos essenciais para o sucesso da empresa, de entre os quais se destacam os seus trabalhadores, os seus clientes, os seus credores e demais contrapartes relevantes. 2. Para efeitos do previsto no número anterior, o Conselho de Administração pautar-se-á por critérios de desenvolvimento sustentável, adotando as melhores práticas conhecidas nas suas vertentes económica, social e ambiental, no estrito respeito pelo Direito, pelo princípio da boa-fé e por elevados princípios éticos de integridade, lealdade, honestidade e responsabilidade, a observar por quem representa e conduz o destino do Grupo CIMPOR.

3 Artigo Terceiro (Deveres fundamentais) 1. Os membros do Conselho de Administração devem observar deveres de cuidado, revelando a disponibilidade, a competência técnica e o conhecimento da atividade da Sociedade e do Grupo CIMPOR adequados às suas funções e empregando, nesse âmbito, o zelo de um gestor criterioso e ordenado. 2. Os membros do Conselho de Administração devem igualmente cumprir as obrigações resultantes dos deveres de diligência, lealdade e confidencialidade, zelando pela aplicação dos mesmos princípios em todas as sociedades do Grupo CIMPOR. 3. No exercício das suas funções, é dever de cada um dos membros do Conselho de Administração: a) De forma atempada e diligente praticar os actos e exercer os mandatos que lhe tenham sido conferidos pelo Conselho. b) Participar nas reuniões do Conselho e das Comissões Internas que venha a integrar; c) Cumprir e fazer cumprir pelos seus colaboradores todas as normas internamente instituídas, nomeadamente, o Regulamento de Comunicações de Irregularidades e o Código de Ética adotado pelo Grupo CIMPOR; d) Guardar segredo das deliberações do Conselho de Administração, não revelando, em circunstância alguma, as informações a que tenha tido acesso no exercício do seu cargo, salvo as que, de boa fé, tenham de ser reveladas por força da lei ou por ordem de qualquer autoridade competente, e ainda assim, na estrita medida do necessário. CAPÍTULO III CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Artigo Quarto (Composição) 1. O Conselho de Administração tem a composição que for deliberada em Assembleia Geral dentro dos limites estabelecidos nos Estatutos, sendo um Presidente e os restantes vogais. 2. Para efeitos da declaração a incluir no relatório anual sobre o governo da Sociedade e da apreciação da respetiva independência pelo Conselho de Administração, os seus membros deverão individualmente, aquando da sua eleição e até 31 de Janeiro de cada ano, preencher um questionário periodicamente aprovado pela Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade e remetê-lo ao Presidente do Conselho de Administração. Artigo Quinto (Competências do Presidente do Conselho de Administração) 1. O Conselho de Administração é presidido e representado pelo respectivo Presidente eleito pela Assembleia Geral. 2. Sem prejuízo das demais competências legalmente estabelecidas, compete especialmente ao Presidente do Conselho de Administração: a) Coordenar a atividade do Conselho de Administração; b) Convocar o Conselho de Administração, fixar a ordem do dia das reuniões e dirigir os

4 debates e decidir sobre todas as questões que respeitem ao seu funcionamento; c) Promover a comunicação entre a Sociedade e todos os seus stakeholders; d) Acompanhar e consultar a Comissão Executiva sobre o desempenho das competências nesta delegadas; e e) Contribuir para o efetivo desempenho das suas funções e competências por parte dos Administradores não executivos e das Comissões Internas do Conselho de Administração. 3. Salvo em situações excecionais e mediante deliberação expressa do Conselho de Administração, o Presidente do Conselho não deve exercer funções executivas. 4. Nas ausências e impedimentos temporários do Presidente, as suas funções serão desempenhadas pelo Administrador vogal a quem o Presidente tenha delegado a representação ou, não sendo esse o caso, pelo Administrador vogal que venha a ser designado pela maioria dos restantes membros do Conselho. Em qualquer dos casos, a este Administrador vogal competirá exercer todas as funções inerentes ao cargo de Presidente do Conselho, na reunião em apreço. Artigo Sexto (Competência do Conselho de Administração) 1. O Conselho de Administração tem exclusivos e plenos poderes de representação da Sociedade, competindo-lhe gerir as atividades desta, nos termos previstos na lei e nos Estatutos da Sociedade. 2. No âmbito dos poderes de deliberação sobre qualquer assunto de administração da Sociedade, compete ao Conselho de Administração, designadamente: a) Proceder à cooptação de Administradores para o preenchimento das vagas que venham a ocorrer; b) Apresentar pedidos de convocação das Assembleias Gerais; c) Aprovar os relatórios e contas anuais, o relatório de sustentabilidade assim como os relatórios de gestão trimestrais e semestrais; d) Aprovar o orçamento e os planos de atividades e financeiros anuais assim como os planos de negócios trienais, incluindo o plano de investimento; e) Deliberar sobre a prestação de cauções e de garantias pessoais ou reais pela Sociedade; f) Deliberar sobre a mudança de sede e aumentos de capital nos termos previstos nos Estatutos; g) Deliberar sobre projetos de fusão, de cisão e de transformação da Sociedade a submeter à Assembleia Geral; h) Designar o Secretário da Sociedade e o respetivo suplente; i) Adquirir, alienar e onerar direitos ou bens imóveis; j) Deliberar sobre a abertura ou encerramento de estabelecimentos ou de partes importantes destes; k) Deliberar sobre extensões ou reduções importantes da atividade da Sociedade; l) Deliberar sobre modificações importantes na organização da empresa; m) Deliberar sobre o estabelecimento ou a cessação de cooperação duradoura e importante com outras empresas;

5 n) Constituir mandatários para a prática de determinados atos, ou categoria de atos, definindo a extensão dos respetivos mandatos; o) Deliberar sobre a emissão de ações preferenciais sem voto, de warrants autónomos sobre valores mobiliários próprios e de obrigações ou outros títulos de dívida, nos termos previstos nos Estatutos da Sociedade; p) Deliberar sobre qualquer outro assunto relativamente ao qual algum Administrador requeira deliberação do Conselho; q) Exercer as demais competências que lhe sejam atribuídas por lei ou pela Assembleia Geral. Artigo Sétimo (Reuniões) 1. As reuniões do Conselho de Administração terão lugar na sede social, se outro lugar não for escolhido por conveniência do Conselho, sendo admitida a participação por recurso a videoconferência ou conferência telefónica. 2. O Conselho de Administração fixará a periodicidade das suas reuniões ordinárias, sendo, no entanto, obrigatória a realização de uma reunião trimestral. 3. As reuniões ordinárias serão convocadas pelo Presidente através de comunicação escrita (carta, fax, telegrama ou correio eletrónico) dirigida aos restantes membros com a antecedência mínima de três dias úteis em relação à data marcada. 4. O Presidente do Conselho de Administração poderá, em caso de urgência, convocar o Conselho de Administração sem a antecedência referida no número anterior. 5. A convocatória incluirá sempre a ordem do dia da reunião e, bem assim, os documentos que o Presidente entenda conveniente remeter previamente aos restantes membros do Conselho. 6. Sempre que se mostre necessário, poderá o Conselho de Administração reunir extraordinariamente, sem cumprimento dos requisitos prévios previstos nos números anteriores. 7. Sempre que possível, o Conselho elaborará um plano anual das sessões ordinárias, que será acompanhado de uma indicação formal das matérias que serão objeto de tratamento. 8. Podem ser chamados a intervir nas reuniões quadros da Sociedade ou de outras sociedades do Grupo CIMPOR, sempre que tal convenha ao bom andamento dos trabalhos. 9. Em caso de três faltas seguidas ou de cinco faltas interpoladas a reuniões ordinárias, no decurso do mandato, por qualquer Administrador, sem justificação aceite pelo Conselho, verificar-se-á a falta definitiva do Administrador, a qual deverá ser declarada por este órgão. Artigo Oitavo (Quórum e Deliberações) 1. O Conselho não poderá deliberar sem que esteja presente ou representada a maioria dos seus membros. 2. Os Administradores podem fazer-se representar nas reuniões por outro Administrador mediante carta dirigida ao Presidente do Conselho para cada reunião, mas cada Administrador apenas poderá representar um membro do Conselho de Administração. 3. O Presidente organizará o debate procurando promover a participação dos membros nas

6 deliberações do órgão. 4. As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos Administradores presentes ou representados, tendo o Presidente voto de qualidade. 5. De cada reunião será lavrada uma ata pelo Secretário da Sociedade, assinada por todos os que nela tenham participado. Artigo Nono (Conflito de interesses) 1. Os Administradores não podem participar nem votar em deliberações do Conselho sobre assuntos em que tenham, por conta própria ou de terceiro, um interesse em conflito com o(s) interesse(s) da Sociedade. Em caso de conflito, o Administrador em causa deve informar o Presidente. 2. No caso de ser o Presidente do Conselho a fazer-se representar na reunião por outro Administrador ou no caso de ter um interesse em conflito com o da Sociedade, a comunicação deverá ser dirigida ao Conselho de Administração. CAPÍTULO IV COMISSÃO EXECUTIVA Artigo Décimo (Composição) 1. O Conselho de Administração pode delegar a gestão corrente da Sociedade numa Comissão Executiva, a qual será composta por um número máximo de cinco administradores, sendo um deles o Presidente. 2. Os vogais da Comissão Executiva e, de entre eles, o seu Presidente, serão designados pelo Conselho de Administração, devendo ser escolhidos de entre profissionais de reconhecida reputação, sólidos conhecimentos e comprovada experiência na gestão de empresas, preferencialmente do mesmo setor de atividade da Sociedade e/ou suas subsidiárias. 3. O Conselho de Administração poderá autorizar a Comissão Executiva a encarregar um ou mais dos seus membros de se ocuparem de certas matérias e de subdelegar em um ou mais dos seus membros o exercício de alguns dos poderes que lhe sejam delegados. Artigo Décimo Primeiro (Delegação de Poderes) 1. O Conselho de Administração fixa as atribuições da Comissão Executiva, podendo delegar nela todas as matérias que entenda conveniente, com respeito pelos limites legais à delegação. 2. A deliberação do Conselho de Administração deve fixar os limites da delegação de poderes à Comissão Executiva. na qual não podem ser incluídas as seguintes matérias: a) Aprovação das estratégias e práticas gerais da Sociedade; b) Aprovação da estrutura empresarial do Grupo CIMPOR; c) A aprovação de regulamentos, bem como normas de aplicação generalizada, de natureza ética, bem como a alteração deste Regulamento;

7 d) Aprovação da Política Financeira da CIMPOR, bem como de outros instrumentos de carácter estratégico; e) Decisões que devam ser consideradas estratégicas devido ao seu montante, risco ou às suas características especiais, em que se incluem as seguintes: (i) (ii) Aquisições de participações ou ativos físicos: a. fora do contexto da atividade principal do Grupo CIMPOR; b. em países onde o Grupo CIMPOR não tenha ainda presença; ou c. cujo valor por operação supere o limiar fixado pelo Conselho de Administração; Alienações de participações ou ativos físicos cujo valor por operação supere o limiar fixado para o efeito pelo Conselho de Administração; (iii) A realização de investimentos de desenvolvimento previstos em orçamento previamente aprovado pelo Conselho de Administração, cujo valor supere o limiar por investimento fixado para o efeito por este órgão; (iv) (v) (vi) A realização de investimentos de desenvolvimento não previstos em orçamento previamente aprovado pelo Conselho de Administração, cujo valor supere os limiares por investimento e acumulado anual fixados para o efeito por este órgão; A concessão de crédito a clientes cujo valor supere o limiar por cliente fixado para o efeito pelo Conselho de Administração; ou A realização de operações financeiras não conformes com a Política Financeira aprovada pelo Conselho de Administração; f) Todas as matérias da competência do Conselho de Administração referidas nas alíneas a) a h) do número 2 do Artigo Sexto, assim como todas as matérias da competência ou confiadas a comissões internas do Conselho de Administração constituídas ou previstas nos termos dos Artigos Décimo Quinto e seguintes. 3. As limitações à delegação de competências na Comissão Executiva estabelecida pelo Conselho de Administração abrangem tanto o âmbito da Sociedade como o exercício da função acionista e das orientações de gestão das empresas integrantes do Grupo CIMPOR. 4. Sem prejuízo do disposto no número 2 do Artigo Sexto, sempre que seja necessário à defesa do interesse social deliberar sobre qualquer das matérias que porventura não tenha competência delegada pelo Conselho de Administração, mas não haja possibilidade de convocar o Conselho de Administração em tempo útil, a Comissão Executiva pode deliberar sobre a matéria em questão desde que tenha, através do Presidente do Conselho de Administração, previamente submetido o assunto a todos os membros do Conselho e recolhido o parecer favorável da maioria destes. 5. A Comissão Executiva deverá submeter ao Conselho de Administração quaisquer negócios, compromissos, contratos, acordos e convenções a celebrar entre, por um lado, qualquer titular de participação qualificada igual ou superior a 2% dos direitos de voto correspondentes ao capital social da CIMPOR ( Titular de Participação Qualificada ) ou entidade que com ele esteja em qualquer das situações previstas no Artigo 20.º do Código dos Valores Mobiliários, na sua redação em cada momento em vigor ( Entidade Relacionada ), e, por outro, a CIMPOR ou qualquer sociedade com esta em relação de domínio ou de grupo. 6. O disposto no número anterior não é aplicável quando os negócios, compromissos, contratos, acordos ou convenções em causa, tendo em conta a sua natureza ou os montantes envolvidos, sejam considerados assunto corrente ou compreendido no comércio da Sociedade e desde que nenhuma vantagem especial seja concedida ao Titular

8 de Participação Qualificada ou à Entidade Relacionada. Artigo Décimo Segundo (Reuniões) 1. A Comissão Executiva fixará a periodicidade das suas reuniões, as quais serão convocadas pelo respetivo Presidente, sendo, no entanto, obrigatória a realização de uma reunião mensal, em data e local a fixar pelo mesmo. 2. As reuniões são coordenadas e dirigidas pelo seu Presidente. 3. É admitida a participação nas reuniões da Comissão Executiva por recurso a videoconferência ou conferência telefónica. Artigo Décimo Terceiro (Quórum e Deliberações) 1. A Comissão Executiva não poderá deliberar sem que esteja presente ou representada a maioria dos seus membros, não sendo permitida a representação de mais de um Administrador em cada reunião. 2. As deliberações da Comissão Executiva são tomadas por maioria dos presentes ou representados e o seu Presidente tem voto de qualidade,. 3. De cada reunião, será lavrada ata pelo Secretário da Sociedade ou pelo seu Suplente, o qual assiste às reuniões, devendo os que nela tenham participado assinar aquela ata. Artigo Décimo Quarto (Organização da Comissão Executiva e articulação com os diversos órgãos sociais) 1. À Comissão Executiva incumbe o exercício colegial das funções que lhe são delegadas, mas a cada um dos seus membros pode ser especialmente cometida a responsabilidade pelo acompanhamento de determinadas áreas funcionais. 2. Compete especialmente ao Presidente da Comissão Executiva, para além do disposto no número 6 do Artigo 407.º do Código das Sociedades Comerciais: a) Representar a Comissão Executiva; b) Convocar e dirigir as reuniões da Comissão Executiva; c) Coordenar a atividade da Comissão Executiva, distribuindo entre os seus membros a preparação ou acompanhamento dos assuntos que devam ser objecto de apreciação ou decisão pela Comissão Executiva; d) Propor ao Conselho de Administração o elenco de matérias de administração de que deve encarregar-se especialmente cada um dos membros da Comissão Executiva; e) Zelar pela correta execução das deliberações da Comissão Executiva. 3. O Presidente da Comissão Executiva deve: a) Assegurar que seja prestada toda a informação aos demais membros do Conselho de Administração relativamente à atividade e às deliberações da Comissão Executiva; b) Assegurar o cumprimento dos limites da delegação, da estratégia da Sociedade e dos deveres de colaboração perante o Presidente do Conselho de Administração. 4. A delegação de poderes prevista no Artigo Décimo Primeiro supra não exclui a

9 competência do Conselho de Administração para tomar resoluções sobre os mesmos assuntos. Os Administradores não executivos são responsáveis, nos termos da lei, pela vigilância geral da actuação da Comissão Executiva da Sociedade e, bem assim, pelos prejuízos causados por actos ou omissões destes, quando, tendo conhecimento de tais actos ou omissões ou do propósito de os praticar, não provoquem a intervenção do Conselho para tomar as medidas adequadas. 5. De forma a assegurar que todos os membros do Conselho de Administração e dos demais órgãos sociais conheçam as decisões tomadas pela Comissão Executiva, existem os seguintes procedimentos: a) As atas da Comissão Executiva e as convocatórias das respectivas reuniões são distribuídas aos membros do Conselho de Administração; b) Nas reuniões do Conselho de Administração, a Comissão Executiva apresenta um sumário dos aspectos considerados relevantes da atividade desenvolvida desde a última reunião. c) A Comissão Executiva faculta aos membros do Conselho de Administração os esclarecimentos e informações adicionais ou complementares que forem solicitados. CAPÍTULO V COMISSÕES INTERNAS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Artigo Décimo Quinto (Comissões internas) 1. O Conselho de Administração constituirá Comissões Internas encarregues, de forma permanente, do acompanhamento de matérias específicas, incluindo para a gestão de operações, unidades de negócio ou ativos específicos do grupo, as quais serão presididas obrigatoriamente por um membro do Conselho. Tais Comissões Internas serão constituídas por deliberação do Conselho de Administração, a qual indicará, nomeadamente, a composição, competências e poderes das mesmas, e apenas poderão ser alteradas ou extintas por deliberação do Conselho de Administração aprovada com a maioria prevista no Artigo Vigésimo Primeiro, número 3 infra. 2. Sem prejuízo de outras comissões internas que venham a ser criadas, o Conselho de Administração constitui uma Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade e uma Comissão de Nomeações e Avaliação. 3. A Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade e a Comissão de Nomeações e Avaliação serão compostas por três a sete membros não executivos do Conselho de Administração, sendo um deles o Presidente, e, pelo menos, um dos seus membros respeitará os critérios de independência aplicáveis aos membros do órgão de administração, nos termos das disposições legais e regulamentares em cada momento aplicáveis. 4. O mandato dos membros das Comissões Internas coincide com o mandato do Conselho de Administração. 5. Sempre que tal convenha ao bom andamento dos trabalhos, os Administradores executivos e os quadros da Sociedade ou de outras sociedades do Grupo CIMPOR podem ser chamados a intervir nas reuniões das Comissões Internas do Conselho. 6. As Comissões Internas referidas no presente Artigo deverão, sempre que se revele necessário, informar de forma adequada os restantes membros do Conselho de

10 Administração sobre os factos relevantes relacionados com a execução dos poderes que lhes tenham sido delegados, devendo, ainda, prestar atempada e adequadamente, as informações adicionais que lhes sejam solicitadas. 7. Estas Comissões Internas podem contratar consultores externos especializados em áreas devidamente justificáveis com vista à prossecução das suas funções. Artigo Décimo Sexto (Reuniões) 1. As Comissões Internas referidas no número 2 do Artigo anterior reunirão sempre que se justifique e em princípio, uma vez por trimestre, em data e local estabelecidos pelo respetivo Presidente, sendo admitida a participação nas suas reuniões por recurso a videoconferência ou conferência telefónica. 2. Sem prejuízo de situações excecionais e imprevisíveis, as reuniões das Comissões Internas serão convocadas, no mínimo, com três dias úteis de antecedência, pela mesma forma que as reuniões do Conselho de Administração e com menção expressa dos assuntos sobre os quais cada reunião versará. Artigo Décimo Sétimo (Quórum e Deliberações) 1. As Comissões Internas não podem deliberar sem que esteja presente ou representada a maioria dos seus membros, não sendo permitida a representação de mais de um Administrador em cada reunião. 2. As deliberações das Comissões Internas são tomadas por maioria dos votos emitidos, tendo o respetivo Presidente voto de qualidade. 3. As deliberações tomadas no âmbito das reuniões das Comissões Internas serão registadas em ata, a qual será assinada por todos os membros presentes. Artigo Décimo Oitavo (Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade) 1. A Comissão de Governo Societário e Sustentabilidade ( Comissão de Governo Societário ) tem como funções assistir o Conselho de Administração em matéria de governo societário e de normas de conduta e, bem assim, de desenvolvimento sustentado e responsabilidade social do Grupo CIMPOR. 2. Para efeitos do número anterior, a Comissão de Governo Societário tem como funções assistir o CA nas seguintes matérias: a) A avaliação do modelo, princípios e práticas de governo societário da Sociedade e das participadas relevantes do Grupo CIMPOR (tal como venham a ser definidas pelo Conselho de Administração e adiante designadas Participadas Relevantes ), com vista ao seu permanente aperfeiçoamento e à apresentação de propostas ao Conselho nesse âmbito, designadamente no que respeita ao funcionamento e competências do Conselho e das suas comissões internas e à sua articulação com os demais órgãos sociais e estruturas de gestão, bem como à prevenção de conflitos de interesses e à disciplina da informação; b) A definição das linhas orientadoras das políticas que permitam o desenvolvimento sustentado da Sociedade e do Grupo CIMPOR e a promoção da responsabilidade social

11 e proteção ambiental; c) A definição, colaboração na implementação e fiscalização do cumprimento de normas de conduta adequadas à observância de rigorosos princípios éticos e deontológicos no desempenho das funções atribuídas aos membros dos órgãos sociais e colaboradores do Grupo CIMPOR; d) O aperfeiçoamento e atualização do Regulamento de Comunicações de Irregularidades e do Código de Ética adotado pelo Grupo CIMPOR, apresentando, quando justificável, ao Conselho de Administração propostas nesse sentido; e) A orientação da elaboração do relatório anual sobre o governo da Sociedade nas áreas da sua competência e a apresentação ao Conselho de propostas quanto às declarações a incluir naquele relatório acerca da eficácia do modelo de governo adotado, das normas de conduta e dos sistemas de controlo interno e de gestão de riscos; f) A apresentação de propostas ao Conselho para efeitos da adoção das diligências necessárias ao cumprimento pela Sociedade dos requisitos legais e regulamentares, das recomendações e das boas práticas, em cada momento aplicáveis, em matéria de governo societário, normas de conduta, sustentabilidade e responsabilidade social. Artigo Décimo Nono (Comissão de Nomeações e Avaliação) 1. A Comissão de Nomeações e Avaliação tem como funções assistir o Conselho de Administração nas seguintes matérias: a) Preenchimento das vagas ocorridas no Conselho de Administração, nos termos legal e estatutariamente previstos; b) Acompanhamento dos processos de seleção e nomeação dos quadros superiores da Sociedade e Participadas Relevantes e dos membros dos órgãos sociais das Participadas Relevantes, informando o Conselho de Administração sobre tais processos; c) Processo de avaliação anual do desempenho global do Conselho e das respetivas Comissões Internas e, bem assim, dos membros da Comissão Executiva da Sociedade, neste último caso, ouvido o respetivo Presidente; d) Elaboração de pareceres a submeter à Comissão de Fixação de Remunerações no que respeita à fixação das remunerações dos membros da Comissão Executiva. 2. No desempenho das suas funções referidas nas alíneas a) e b) do número anterior, compete, designadamente, à Comissão de Nomeações e Avaliação: a) Manter informação atualizada sobre as qualificações, conhecimentos, experiência profissional e independência necessários para o desempenho das funções de Administrador da Sociedade; b) Assistir o Conselho de Administração e a Comissão Executiva na aprovação e implementação de plano de sucessão dos membros dos órgãos de administração e dos quadros superiores da Sociedade e das Participadas Relevantes; c) Sempre que se venha a revelar necessário, elaborar parecer fundamentado para efeitos da cooptação ou designação dos membros do Conselho de Administração, identificando as entidades e/ou pessoas que, em seu entender, apresentem o perfil mais adequado ao desempenho de determinado cargo. 3. No desempenho das suas funções referidas nas alíneas c) e d) do número 1 deste Artigo, compete, designadamente, à Comissão de Nomeações e Avaliação:

12 a) Propor ao Conselho de Administração os critérios a utilizar no processo de avaliação, numa base anual e por mandato; b) Propor à Comissão de Fixação de Remunerações os critérios a utilizar para efeitos da fixação da remuneração variável, numa base anual e por mandato, designadamente os objetivos de desempenho individual, neste último caso ouvido o Presidente da Comissão Executiva; c) Propor ou dar parecer anualmente ao Conselho de Administração e à Comissão de Fixação de Remunerações, consoante aplicável, sobre a política de remunerações e princípios remuneratórios dos órgãos de administração e fiscalização e dos demais dirigentes da Sociedade e sobre a declaração anual a apresentar à Assembleia Geral a este propósito. 4. No desempenho das funções e competências acima referidas, a Comissão de Nomeações e Avaliação deverá, ainda, apresentar ao Conselho de Administração e à Comissão de Fixação de Remunerações, consoante aplicável, as propostas que julgue necessárias para efeitos do cumprimento pela Sociedade dos requisitos legais e regulamentares, das recomendações e das boas práticas, em cada momento aplicáveis, em matéria de nomeações e remunerações. 5. O Presidente da Comissão Executiva integra, por inerência de funções, a Comissão de Nomeações e Avaliação; no entanto, estará impedido de participar e de votar nas deliberações relacionadas com o processo de seleção de Administradores não executivos e, bem assim, de votar nas deliberações relacionadas com a avaliação de desempenho e a determinação da remuneração e respetivos critérios dos Administradores executivos da Sociedade. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo Vigésimo (Relações com os stakeholders) 1. As relações, os direitos e as obrigações da Sociedade com todos os seus stakeholders e o seu conteúdo e limites regem-se pela legislação em vigor, pelos Estatutos da Sociedade e pelo Código de Ética do Grupo CIMPOR. 2. O Conselho de Administração implementará os mecanismos adequados para assegurar que os negócios a celebrar entre, por um lado, qualquer Titular de Participação Qualificada ou Entidade Relacionada e, por outro, a CIMPOR ou qualquer sociedade com esta em relação de domínio ou de grupo, sejam realizados em condições normais de mercado. 4. Sem prejuízo do disposto no número anterior os negócios de relevância significativa, nos termos a definir pela Comissão de Auditoria, sob proposta do Conselho de Administração, a celebrar entre, por um lado, qualquer Titular de Participação Qualificada ou Entidade Relacionada e, por outro, a CIMPOR ou qualquer sociedade com esta em relação de domínio ou de grupo, devem ser submetidos a parecer prévio da Comissão de Auditoria. Artigo Vigésimo Primeiro (Aprovação e Alterações) 1. O presente regulamento do Conselho de Administração foi aprovado por unanimidade dos seus membros, na reunião de 16 de agosto de 2012 e entra em vigor a partir desta data.

13 2. O presente regulamento só poderá ser alterado mediante solicitação de dois ou mais membros do Conselho de Administração, os quais deverão fundamentar o pedido de alteração junto do Presidente do Conselho, fazendo-o acompanhar de uma proposta de alteração. 3. A aprovação da deliberação sobre a alteração do presente regulamento, quer por modificação ou supressão de alguma das suas cláusulas, quer por introdução de uma nova cláusula, deverá ser tomada por uma maioria qualificada de 80% dos membros do Conselho de Administração. Artigo Vigésimo Segundo (Vinculação automática) Qualquer membro do Conselho de Administração que venha a ser eleito ou designado obrigase a cumprir na íntegra o presente regulamento durante todo o seu mandato.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. Fevereiro 2012 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade aberta com o Capital Social: 12.000.000,00 (doze milhões de euros) Sede: Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, n.º 17, 6.º andar, 1070-313 Lisboa Registada

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A.

Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. Regulamento do Conselho de Administração Banco BIC Português, S.A. ARTIGO 1.º - OBJETO 1. O presente regulamento estabelece as regras de organização e de funcionamento do Conselho de Administração do Banco

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS Artigo Primeiro (Objecto) O presente regulamento tem por objecto fixar os princípios de actuação do Conselho de Administração

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 ÍNDICE 2 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES OBJECTO O presente Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA. Jerónimo Martins SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO DA SOCIEDADE E DE RESPONSABILIDADE CORPORATIVA Jerónimo Martins SGPS, S.A. ARTIGO 1.º (Atribuições) 1. A Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO EXECUTIVA DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Designação e Objecto) A Comissão Executiva é designada pelo Conselho de Administração e tem como objectivo deliberar sobre as matérias

Leia mais

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES

E DA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO. O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de Sociedade do BES REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E DA COMISSÃO EXECUTIVA DO BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. («BES») ARTIGO PRIMEIRO OBJECTO O presente Regulamento completa o disposto na lei geral e no contrato de

Leia mais

REGULAMENTO NOS, SGPS, S.A.

REGULAMENTO NOS, SGPS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA E FINANÇAS NOS, SGPS, S.A. 1/5 O presente instrumento regulamenta o exercício de competências e deveres, e o funcionamento, da Comissão de Auditoria e Finanças da NOS

Leia mais

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Minuta de 18.04.2004 Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão do GRUPO NEOENERGIA, o qual é constituído pela NEOENERGIA S.A. e por suas

Leia mais

16 de Junho de 2017 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES DA ASSEMBLEIA GERAL CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A.

16 de Junho de 2017 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES DA ASSEMBLEIA GERAL CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES DA ASSEMBLEIA GERAL da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. ÍNDICE 2 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE REMUNERAÇÕES DA ASSEMBLEIA GERAL OBJECTO O presente Regulamento da Comissão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO DA PORTUCEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) 1. A Comissão de Controlo do Governo Societário (CCGS) é designada pelo Conselho de Administração

Leia mais

Regimento do Comitê Financeiro. Grupo NEOENERGIA

Regimento do Comitê Financeiro. Grupo NEOENERGIA Regimento do Comitê Financeiro Grupo NEOENERGIA Regimento do Comitê Financeiro do Grupo NEOENERGIA constituído por decisão do Conselho de Administração da NEOENERGIA S.A O presente Regimento foi aprovado

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Estatuto Social da Ser Educacional S.A. ( Companhia ), estabelece procedimentos a serem observados

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS APROVADO EM RCA DE 27/07/2016 CAPÍTULO I DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS Art. 1º. O Comitê de Gestão de Pessoas ( Comitê ) é um órgão não estatutário, subordinado

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 ÍNDICE OBJECTO... 4 APROVAÇÃO E VIGÊNCIA... 4 CARÁCTER VINCULATIVO... 4 COMPETÊNCIAS... 4 NOMEAÇÃO E COMPOSIÇÃO... 5 ÁREAS DE RESPONSABILIDADE...

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA REGIMENTO INTERNO DA DIRETORIA DO INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA SUMÁRIO Capítulo I Objeto do Regimento Interno... 3 Capítulo II Missão da Diretoria... 3 Capítulo III Competência... 3 Capítulo

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

Agrupamento de Escolas Júdice Fialho Portimão Conselho Geral REGIMENTO. Artigo 1º Objeto Artigo 2º Definição Artigo 3º Composição...

Agrupamento de Escolas Júdice Fialho Portimão Conselho Geral REGIMENTO. Artigo 1º Objeto Artigo 2º Definição Artigo 3º Composição... Agrupamento de Escolas Júdice Fialho Portimão Conselho Geral REGIMENTO Índice Artigo 1º Objeto... 2 Artigo 2º Definição... 2 Artigo 3º Composição... 2 Artigo 4º Eleição... 2 Artigo 5º Competências... 3

Leia mais

Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA

Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA Anexo I REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE GESTÃO DE PESSOAS E GOVERNANÇA CORPORATIVA Artigo 1 : O Comitê de Gestão de Pessoas e Governança Corporativa ( Comitê ) é um órgão de apoio ao Conselho de Administração

Leia mais

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANCO BPI, S.A. REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho de Administração de 24 de Abril de 2003 com as alterações introduzidas nas reuniões do Conselho de Administração

Leia mais

Estatutos da Sociedade

Estatutos da Sociedade Estatutos da Sociedade Estatutos da sociedade Oitante, S.A. Capítulo I- Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação, natureza e duração 1 - A Oitante,S.A., é um veículo de gestão de ativos constituído nos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ TÉCNICO ESTATUTÁRIO DE GOVERNANÇA E CONFORMIDADE 1. Finalidade O Comitê Técnico Estatutário de Governança e Conformidade ( Comitê ) é um órgão estatutário de caráter permanente,

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ÍNDICE Instituição da Comissão de Vencimentos...

Leia mais

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo

Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo Regimento do Departamento Curricular do 1º Ciclo 2013-2017 O departamento curricular do 1º ciclo, nos termos do Regulamento Interno, aprova o seguinte regimento, definindo as respetivas regras de organização

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE GOVERNO CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 17 de novembro de 2016 ÍNDICE - 2 - REGULAMENTO DA OBJECTO O presente Regulamento da Comissão de Governo da Caixa Geral de Depósitos, S.A. ( CGD ) estabelece as suas regras

Leia mais

Estatutos da Musikarisma Associaça o

Estatutos da Musikarisma Associaça o Estatutos da Musikarisma Associaça o SECÇÃO I DA ASSOCIAÇÃO Artigo 1º A Musikarisma é uma Associação Cultural, Sem Fins Lucrativos, tendo a sua sede na Rua José Estêvão, com o número cento e treze, na

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO

REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO O Conselho de Administração da BM&FBOVESPA (respectivamente o Conselho e a Companhia ) será assessorado por quatro comitês permanentes: Auditoria; Governança

Leia mais

Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo Primeiro (Firma)

Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo Primeiro (Firma) Celbi ESTATUTOS DO AGRUPAMENTO COMPLEMENTAR DE EMPRESAS - ACE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo Primeiro (Firma) O Agrupamento Complementar de Empresas adoptará a denominação AFOCELCA Agrupamento Complementar

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS

GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS GLOBALEDA - Telecomunicações e Sistemas de Informação, S.A. ESTATUTOS (De acordo com as alterações aprovadas pela Assembleia Geral nas reuniões de 13 de março de 2007, de 12 de agosto de 2008, de 14 de

Leia mais

CONSELHO GERAL - REGIMENTO -

CONSELHO GERAL - REGIMENTO - CONSELHO GERAL - REGIMENTO - 2013-2017 Aprovado em reunião plenária de 30 de outubro de 2013 Preâmbulo O Regimento do Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Carcavelos tem por objetivo definir os

Leia mais

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Regulamento da Comissão de Avaliação Interna da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Preâmbulo Nos termos do Art. 12, n.º 1 dos Estatutos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, homologados

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adota a denominação ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. 2. A

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

b. Na análise e definição das linhas de orientação das políticas de sustentabilidade e de responsabilidade social.

b. Na análise e definição das linhas de orientação das políticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. Banif Banco Internacional do Funchal, SA Regulamento da Comissão Interna Especializada de Governo Societário do Conselho de Administração Artigo 1.º Missão: 1. A Comissão Interna Especializada de Governo

Leia mais

CIMPOR - CIMENTOS DE PORTUGAL SGPS, S.A.

CIMPOR - CIMENTOS DE PORTUGAL SGPS, S.A. CIMPOR - CIMENTOS DE PORTUGAL SGPS, S.A. ESTATUTOS 1/9 CAPITULO I FIRMA, SEDE, OBJECTO ARTIGO PRIMEIRO A sociedade adota a forma de sociedade anónima, a denominação social de CIMPOR - Cimentos de Portugal,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO CAPÍTULO I DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO CAPÍTULO I DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO CAPÍTULO I DO COMITÊ DE PESSOAS E REMUNERAÇÃO 1. O Comitê de Pessoas e Remuneração (o "Comitê") é um órgão colegiado de assessoramento e instrução,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A DEFESA DO CONSUMIDOR DECO 9 de outubro de 2014 ESTATUTOS CAPITULO I Nome, sede, âmbito e objeto Artigo 1º. A Associação, denominada Associação Portuguesa para

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES

REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES REGULAMENTO DA ASSEMBLEIA DE REPRESENTANTES Aprovado na Assembleia de Representantes de 25 de Março de 2000 CAPÍTULO I Natureza e composição Artigo 1.º Natureza

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO

COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO Aprovado na Reunião do Conselho de Administração realizada em 8 de maio de 2015 COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS REGIMENTO INTERNO 1. Regimento. O presente Regimento

Leia mais

ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A.

ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A. ESTATUTOS DA EDA - ELECTRICIDADE DOS AÇORES, S.A. Aprovados na Assembleia Geral de 28 de maio de 2015 Capítulo I Firma, Sede e Objeto Artigo 1.º Firma A sociedade anónima adota a denominação de EDA - Electricidade

Leia mais

SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO

SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO SUMOL+COMPAL, SA. REGULAMENTO DO CONSELHO FISCAL 1.º ÂMBITO O presente regulamento estabelece as regras de funcionamento do Conselho Fiscal da SUMOL+COMPAL, S.A., tendo por objectivo o cumprimento da lei

Leia mais

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos.

a. O Conselho Pedagógico é composto por docentes e discentes, eleitos pelos membros de cada um dos respectivos cursos. Regulamento Interno do Conselho Pedagógico da ESAP (Nº de Membros para o biénio 2013/2015: 14) Aprovado por unanimidade na reunião de 27.02.2014 1. Funcionamento a. O Conselho Pedagógico é composto por

Leia mais

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A.

ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. ESTATUTOS DA IMPRENSA NACIONAL-CASA DA MOEDA, S. A. CAPÍTULO I Natureza, denominação, duração, sede e objeto Artigo 1.º Natureza e denominação A sociedade tem a natureza de sociedade anónima de capitais

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS E REMUNERAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS E REMUNERAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS E REMUNERAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE RECURSOS HUMANOS E REMUNERAÇÃO DA VIA VAREJO S.A. Art. 1º. O Comitê de Recursos Humanos e Remuneração ( Comitê

Leia mais

Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A.

Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A. Regulamento do Conselho Fiscal GALP ENERGIA, SGPS, S.A. CAPÍTULO I (Disposições Gerais) Artigo 1º (Objecto) O presente instrumento regulamenta o exercício de competências e deveres, e o funcionamento,

Leia mais

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Sede e Duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de Alentejo de Excelência - Associação para a Competitividade,

Leia mais

Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ

Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Versão aprovada em Conselho de Direcção de 9 de Julho de 2015 Documento Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Data 05/07/2015 Conselho de Direcção 09/07/2015

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO. Regimento do Conselho Geral

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO. Regimento do Conselho Geral AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE EIXO Regimento do Conselho Geral Artigo 1.º Definição 1. O conselho geral é o órgão de direção estratégica responsável pela definição das linhas orientadoras da atividade da escola,

Leia mais

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna

A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna Competências da Assembleia A competência legal da Assembleia de Freguesia desdobra-se nas seguintes vertentes: a) Competência de organização interna ex.: elaboração do regimento; comissões ou grupos de

Leia mais

s. R. TRIBUNAL DA COMARCA DE LISBOA Rua Marquês de Fronteira - Palácio da Justiça de Lisboa - Edifício Norte (Piso 4) Lisboa

s. R. TRIBUNAL DA COMARCA DE LISBOA Rua Marquês de Fronteira - Palácio da Justiça de Lisboa - Edifício Norte (Piso 4) Lisboa s. R. Regulamento do Conselho de Gestão da Comarca de Lisboa \0~ I'~, - ~.... J.. a->: Preâmbulo A Lei 62/2013, de 26 de Agosto, que estabelece as normas de enquadramento e de organização do sistema judiciário,

Leia mais

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Escola de Engenharia REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA (Fevereiro de 2010) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1 (Definição) O Departamento de Engenharia Mecânica, a seguir designado por

Leia mais

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO

CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO CÂMARA DO COMÉRCIO DE ANGRA DO HEROÍSMO Regulamento do Núcleo Empresarial da Ilha da Graciosa (Aprovado em Assembleia Geral de 1999) Princípios Gerais Artigo 1º O Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA

ASSOCIAÇÃO de ATLETAS OLÍMPICOS DE ANGOLA ESTATUTO Artigo 1º (Definição) A Associação de Atletas Olimpicos de Angola, abreviadamente designada de AAOA é uma Instituição não governamental, de caracter associativo, autonóma e sem fins lucrativos,

Leia mais

Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora

Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora O Conselho Geral da Universidade de Évora, adiante designado por Conselho Geral, é o órgão de governo previsto no n.º 1 da alínea a) do artigo 11.º

Leia mais

REGULAMENTO DO PREÂMBULO

REGULAMENTO DO PREÂMBULO REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SEGURANÇA DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO A Lei n.º 33/98 de 18 de Julho institui os Conselhos Municipais de Segurança, os quais deverão ser criados no âmbito dos Municípios

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. (Versão consolidada com as alterações aprovadas na reunião da Assembleia Geral de 10 de Abril de 2008) CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS

Leia mais

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014)

ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO DOS LIONS DE PORTUGAL (Despacho da Presidência Conselho de Ministros de 23.10.2014) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS Artigo Primeiro A Fundação dos Lions de Portugal é uma

Leia mais

Regulamento da Comissão de Ética para a Saúde do Hospital de Santa Maria

Regulamento da Comissão de Ética para a Saúde do Hospital de Santa Maria Regulamento da Comissão de Ética para a Saúde do Hospital de Santa Maria Tendo presente a deliberação nº 34/06 do Conselho de Administração deste Hospital, referente à nomeação dos membros da comissão

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA PRINCÍPIOS GERAIS O presente regulamento define as normas de funcionamento da Assembleia de Parceiros do Grupo de

Leia mais

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE

ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Quadriénio 2009/2013 ÍNDICE PREÂMBULO...3 Artigo 1º OBJECTO E ÂMBITO...4 Artigo 2º -COMPOSIÇÃO...4 Artigo 3º -QUADRO DE COMPETÊNCIAS...4 Artigo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DA CIELO S.A. ( Regimento )

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DA CIELO S.A. ( Regimento ) REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE PESSOAS DA CIELO S.A. ( Regimento ) I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Capítulo VI do Estatuto Social da Cielo S.A. ( Companhia ), estabelece

Leia mais

Conselho das Comunidades Portuguesas

Conselho das Comunidades Portuguesas Regulamento Interno do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na América do Norte Aprovado nos termos do número 3 do artigo 39.º-A e do número 1 do artigo 39.º-C da Lei n.º 66- A/2007, de 11 de

Leia mais

VAA VISTA ALEGRE ATLANTIS, SGPS SA.

VAA VISTA ALEGRE ATLANTIS, SGPS SA. VAA VISTA ALEGRE ATLANTIS, SGPS SA. Sociedade aberta Sede: Lugar da Vista Alegre, 3830-292 Ílhavo Matriculada na C.R.C. de Ílhavo - NIPC: 500.978.654 Capital social: 92.507.861,92 Euros -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social

CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social CONTRATO DE SOCIEDADE DO BANCO PORTUGUÊS DE INVESTIMENTO, S.A. Capítulo I Firma, sede e objecto social Artigo Primeiro A sociedade adopta a firma Banco Português de Investimento, S.A. Artigo Segundo 1.

Leia mais

ESTATUTOS. (Nova redação dos artigos 9º, 10º, 11º, 12º e 16º)

ESTATUTOS. (Nova redação dos artigos 9º, 10º, 11º, 12º e 16º) ESTATUTOS (Nova redação dos artigos 9º, 10º, 11º, 12º e 16º) Artigo 1.º A Fundação D. Anna de Sommer Champalimaud e Dr. Carlos Montez Champalimaud (Fundação), criada por António de Sommer Champalimaud

Leia mais

FUTEBOL CLUBE DO PORTO Futebol, SAD

FUTEBOL CLUBE DO PORTO Futebol, SAD ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA Aviso Convocatório Nos termos do disposto no artigo 22.º dos Estatutos da Futebol Clube do Porto Futebol, SAD ( Sociedade ) e no artigo 377.º do Código das Sociedades Comerciais,

Leia mais

Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS

Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS CAPITULO PRIMEIRO Denominação, sede, objectivo e duração ARTIGO PRIMEIRO (Denominação Social) A sociedade adopta a denominação de Reditus

Leia mais

Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se. informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua reunião do dia

Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se. informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua reunião do dia ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE LEIRIA COMUNICADO OFICIAL N.º 155 Data: 09.12.2015 Para conhecimento dos Clubes, Árbitros filiados e demais interessados se informa que a Direção da A.F. Leiria aprovou em sua

Leia mais

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS)

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) Preâmbulo De acordo com a legislação em vigor e o regulamento

Leia mais

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP

Estatutos da Associação de Estudantes da ETPZP CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, âmbito e sede 1. A Associação de Estudantes adiante designada por Associação, é a organização representativa dos alunos da (ETPZP). 2. A presente Associação,

Leia mais

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa

Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa Regimento do Conselho Geral do Fórum Académico para a Informação e Representação Externa CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Natureza O Conselho Geral é o órgão deliberativo intermédio do Fórum Académico

Leia mais

Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil. Escola Básica de Campelo [REGIMENTO DO CONSELHO DE DOCENTES]

Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil. Escola Básica de Campelo [REGIMENTO DO CONSELHO DE DOCENTES] 2012 Agrupamento de Escolas do Vale de Ovil Escola Básica de Campelo [REGIMENTO DO CONSELHO DE DOCENTES] Artigo 1º Âmbito e Aplicação 1. O presente Regimento regulamenta a atividade do Departamento do

Leia mais

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social

ESTATUTOS DA PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (SGPS), S.A. CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objecto social Texto actualizado dos Estatutos da sociedade anónima PARPÚBLICA - PARTICIPAÇÕES PÚBLICAS (S.G.P.S.) S.A., elaborado nos termos do disposto no artigo 59, n. 2, do Código do Registo Comercial, em virtude

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE REMUNERAÇÃO Capítulo I - Objeto Art. 1º O presente Regimento Interno disciplina o funcionamento do Comitê de Remuneração, observadas as disposições do Estatuto Social, as

Leia mais

FUNDAÇÃO DE AURÉLIO AMARO DINIZ

FUNDAÇÃO DE AURÉLIO AMARO DINIZ FUNDAÇÃO DE AURÉLIO AMARO DINIZ ESTATUTOS: DA FUNDAÇÃO DE AURÉLIO AMARO DINIZ Da Denominação, Natureza e Fins CAPITULO I Artigo 1º - 1 A Fundação Aurélio Amaro Diniz é uma Fundação de Solidariedade Social,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Julho/2015 REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUIÇÃO Art. 1º. O Comitê de Desenvolvimento

Leia mais

Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER

Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER 2008 Martifer SGPS, SA REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA DA MARTIFER SGPS/GRUPO MARTIFER REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA E CONDUTA Martifer SGPS, S.A., sociedade aberta ARTIGO 1º (Composição)

Leia mais

Artigo 1º. Composição. 1. Integram o Conselho Municipal de Segurança de Braga: a) O Presidente da Câmara Municipal de Braga;

Artigo 1º. Composição. 1. Integram o Conselho Municipal de Segurança de Braga: a) O Presidente da Câmara Municipal de Braga; REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE SEGURANÇA DE BRAGA A lei n.º 33/98, de 18 de Julho veio criar os conselhos municipais de segurança que, segundo a terminologia utilizada pelo legislador, são entidades

Leia mais

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS

BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO, S.A ESTATUTOS A ser apresentado para aprovação na Assembleia Geral de 24 de Abril de 2015, com integração, no corpo dos Estatutos, das alterações já aprovadas em Assembleia

Leia mais

REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO INTERNA DA CAAJ CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1º. Objeto

REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO INTERNA DA CAAJ CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1º. Objeto REGULAMENTO DE ORGANIZAÇÃO INTERNA DA CAAJ CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Objeto O presente regulamento de organização interna, abreviadamente designado regulamento, estabelece as funções, competências

Leia mais

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA

REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA REGULAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA índice Páginas 5 1. OBJETO E ÂMBITO DO REGULAMENTO 2. COMPOSIÇÃO DO COMITÉ DE ÉTICA 6 7 8 3. COMPETÊNCIAS DO COMITÉ DE ÉTICA 4. FUNCIONAMENTO DO COMITÉ DE ÉTICA 5. SUPERVISÃO

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Segurança. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo 1.º Conselho Municipal de Segurança

Regulamento do Conselho Municipal de Segurança. Capítulo I Princípios Gerais. Artigo 1.º Conselho Municipal de Segurança Regulamento do Conselho Municipal de Segurança Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1.º Conselho Municipal de Segurança O Conselho Municipal de Segurança do Porto, adiante designado por conselho, é urna

Leia mais

NORMAS ORIENTADORAS DA SUBCOMISSÃO DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS (SECSH)

NORMAS ORIENTADORAS DA SUBCOMISSÃO DE ÉTICA PARA AS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS (SECSH) CEUM/SECSH NORMAS ORIENTADORAS DA SUBCOMISSÃO DE ÉTICA (SECSH) (Aprovadas pelo Despacho RT-07/2015, de 26 de janeiro) Capítulo I Definição, missão e atribuições Artigo 1º Objeto Artigo 2º Definição e missão

Leia mais

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração

LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade. CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração LITHO FORMAS, S.A. Contrato de Sociedade CAPÍTULO I Denominação social, forma e duração Artigo 1º 1. A sociedade tem a denominação de Litho Formas, S.A., e teve o seu início em 5 de Dezembro de 1966. 2.

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU. Artigo 1.º Disposições gerais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU. Artigo 1.º Disposições gerais REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA ESCOLA SUPERIOR AGRÁRIA DE VISEU Artigo 1.º Disposições gerais O presente regulamento completa as disposições dos estatutos da Escola Superior Agrária

Leia mais

DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA

DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO ENGENHARIA MECÂNICA Setembro 2001 REGULAMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA CAPÍTULO I Natureza e objectivos Artigo 1º O Departamento de Engenharia Mecânica,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS DA CIELO S.A. ( Regimento )

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS DA CIELO S.A. ( Regimento ) REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS DA CIELO S.A. ( Regimento ) I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Capítulo VI do Estatuto Social da Cielo S.A. ( Companhia ), estabelece

Leia mais

ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º

ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º ESTATUTOS DA SOCIEDADE ANÓNIMA Capitulo I Firma, sede, objecto e duração Artigo 1º Firma A Sociedade adopta o tipo de Sociedade anónima, com a firma EDAB Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja,

Leia mais

REGISTO DE ALTERAÇÕES

REGISTO DE ALTERAÇÕES Versão Nº REGISTO DE ALTERAÇÕES Data de elaboração Data de divulgação 1 2008.07.23 2008.08.01 2 2012.02.15 2012.06.01 Elaborado por António Gomes, Celeste Mendes, Carlos Falcão, Ganda Cêncio, Herculana

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ORIENTAÇÃO. Artigo 1.º Âmbito dos poderes do Conselho Fiscal

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE ORIENTAÇÃO. Artigo 1.º Âmbito dos poderes do Conselho Fiscal Justificação: O Conselho Fiscal da FPO vem apresentar o seu Regimento Interno à Assembleia Geral da FPO para homologação, com vista dar cumprimento às disposições estatutárias, possibilitar o regular e

Leia mais

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DE ELEIÇÃO E DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº2 DE BEJA Artigo 1.º Objeto 1 - O

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DO GRUPO MEDIA CAPITAL SGPS, S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO. Denominação, sede e objecto. Artigo 1º

CONTRATO DE SOCIEDADE DO GRUPO MEDIA CAPITAL SGPS, S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO. Denominação, sede e objecto. Artigo 1º CONTRATO DE SOCIEDADE DO GRUPO MEDIA CAPITAL SGPS, S.A. CAPÍTULO PRIMEIRO Denominação, sede e objecto Artigo 1º A sociedade adopta a denominação de Grupo Media Capital, SGPS, S.A. Artigo 2º Um - A sociedade

Leia mais

ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

ESTATUTO DA AAPCEU. ART. 2º - A ASSOCIAÇÃO tem sede e foro na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. ESTATUTO DA AAPCEU TÍTULO I - DA ENTIDADE Capítulo Único - Da Denominação, Sede e Objeto ART. 1º - A Associação dos Aposentados e Pensionistas da Caixa dos Empregados da Usiminas, doravante denominada

Leia mais

CTT- CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. ESTATUTOS. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Duração e Objeto. Artigo 1º Denominação

CTT- CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. ESTATUTOS. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Duração e Objeto. Artigo 1º Denominação CTT- CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, Sede, Duração e Objeto Artigo 1º Denominação A sociedade adota a forma de sociedade anónima e a denominação de CTT - Correios de Portugal,

Leia mais