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1 Informe Publicação earense Nº 196 abril/maio/junho de 2012 de inecologia ficial da Associação e bstetrícia N 1 AÃ!, o s s i m eria, o r p om o e parc a uniã lecendo forta

2 2 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. emonstrativo Financeiro do Primeiro Ano de estão - AIAÇÃ ARN INLIA BRÍIA Período: 17/06/2011 a 30/04/2012 MNRAÇÃ A RIA Receitas Anuidades ,63 ursos/jornadas/ongressos ,00 Patrocínios 7.400, ,63 Receitas Financeiras Juros Recebidos 6.104,89 Rendimentos de Aplicações , ,11 RIA AL ,74 MNRAÇÃ A PA espesas com Pessoal alários e rdenados ,81 Alimentação 2.942,00 Férias 3.112,00 13º alário 2.180,00 IN 9.266,47 F 2.261,01 Vale transporte 1.138,07 Assistência Médica e ocial 4.769,50 Uniformes 161, ,95 cupação Aluguéis e ondomínios 5.908,00 Reforma/Benfeitorias 6.148,29 Manutenção e Reparos 2.560, ,29 Utilidades e erviços negia létrica 2.923,53 Xerox 16,60 elefone, Internet, Fax 6.623,33 orreios e Malotes 2.191, ,05 espesas erais Viagens e Representações 1.273,10 Material de scritório 1.614,81 Material de onsumo 3.716,00 Higiene e Limpeza 2.369,21 opa, ozinha e Refeitório 2.827,28 onduções 3.891,21 Legais e Judiciais 458,38 erviços de onsultoria/omunicação 622,00 Impressos gráfi cos 5.836,25 erviços de ontabilidade, Auditoria 6.848,00 erviços de onsultoria de Informática 6.498,90 ursos, ventos, Jornada/ , ,36 Impostos e axas axas Bancárias 1.607,83 IPU 527,07 axas Municipais/I 119,96 PI s/ fl. de pgto 282,63 IR/Aplic/IF , ,69 PA AL ,34 Parabéns! Parabenizamos o r Júlio Augusto urgel Alves pela conclusão do curso de outorado em aúde oletiva, Associação AMPLA U/UF/UNIFR. efendeu o seu projeto intitulado Predição de pré-eclâmpsia através da avaliação tríplice vascular. A sua banca de defesa foi composta pelo doutores: Prof. r. Fabrício da ilva osta; Prof. r. Helvécio Neves Feitosa; Prof. r. Francisco Herlânio. arvalho; Prof. r. Marcelo urgel arlos da ilva e Prof. r. José Wellington de liveira Lima. A ra. ilda Maria Leite de Araújo defendeu neste semestre a sua dissertação do urso de Mestrado Profissional em aúde da riança e do Adolescente, pela Universidade stadual do eará, e a monografia no urso de specialização em Auditoria para Profissionais de aúde, pela Universidade Federal do eará.

3 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. 3 ditorial Prezado(a) Associado(a), aros olegas, Marcamos nesta edição do Informe 01 ano de gestão, completado no mês de junho, por ocasião do ongresso earense de inecologia e bstetrícia. portunamente trazemos um demonstrativo contábil do primeiro ano de nossa administração, como marca da transparência e relação dialógica que mantemos com nossos sócios, a quem queremos reafirmar nossa abertura também para recebermos sugestões, críticas e colaboração, seja na forma de artigos ou matérias para nosso informativo, seja na disponibilidade de participar como palestrantes em nossos eventos, na organização de eventos em Fortaleza ou no interior do stado, ou ainda na forma de representação da própria ocego. estacamos com relação ao último ponto a composição plural e representativa da nova diretoria da ocego em obral, sob a liderança do r. Juvenal Linhares, já empenhada juntamente conosco, na organização de evento científico importante (Jornada earense de inecologia e bstetrícia e Jornada da anta asa de Misericórdia de obral), previsto para setembro deste ano, congregando principalmente os ginecologistas e obstetras da região norte do eará. Além dos programas de educação continuada, de caráter mensal, congresso cearense (bienal), jornadas no interior (Iguatu, Ubajara, Várzea Alegre, rateús e Juazeiro estão em nosso planejamento para este e para o próximo ano), estamos diversificando as oportunidades de formação permanente, através de cursos como ultrassonografia, uroginecologia e histeroscopia cirúrgica, ou simpósios como videolapararoscopia para uroginecologia e endometriose profunda, este último em parceria com a ociedade Brasileira de irurgia Laparoscópica (obracil), no eará. Nossos agradecimentos aos rs. verardo uanabara, Leonardo Robson e idney Pearce, coordenadores dos projetos. A parceria interinstitucional também ocorre com a ociedade de Mastologia, na figura de seu presidente r. Antonio de Pádua Almeida arneiro, acontecendo durante nosso congresso a Jornada earense de Mastologia. omo temos pontuado, nossa atuação tem também se preocupado com as questões relativas a melhores condições de trabalho e proventos em nossa especialidade. Neste sentido temos participado de todas as discussões, juntamente com outras associações, bem como com a Associação Médica earense e remec, acerca da justa remuneração pelo trabalho médico. a mesma forma, juntamente com a oopego nas negociações com a ecretaria de aúde do stado na renovação de contratos. e maneira inédita, durante o congresso, especialmente na quinta, dia 21, à tarde teremos simultaneamente um fórum para debatermos a defesa profissional, com participação do Presidente da Febrasgo, remec, indicato dos Médicos, oopego etc e um julgamento simulado do remec, com caso baseado na prática clínica da ocoginecologia. Marca ainda esta edição do informe ocego nesta mesma linha, uma entrevista com o r. Helly Pinheiro llery, discutindo a atenção hospitalar geral e obstétrica em Fortaleza. A ocego entende que há a necessidade de um amplo debate sobre a organização da rede assistencial obstétrica em Fortaleza e em todo o estado, ciente que é da sobrecarga de trabalho e superlotação da atenção terciária, em alguns casos também da secundária, da desarticulação entre os stamos empolgados e otimistas com os resultados já alcançados neste primeiro ano, mas também motivados a buscar sempre mais e melhores formas de responder ao compromisso assumido com os oco- inecologistas cearenses. níveis de atenção e da ainda sofrível referência e contra-referência entre interior e capital, além da resolubilidade e cobertura aquém das demandas colocadas para a atenção primária, com resultados insatisfatórios quando indicadores como mortalidade materna, morbidade materna grave ou acesso são analisados. stamos empolgados e otimistas com os resultados já alcançados neste primeiro ano, mas também motivados a buscar sempre mais e melhores formas de responder ao compromisso assumido com os oco-inecologistas cearenses. ontem conosco e sigamos! Um abraço fraterno, r. Flávio Ibiapina Presidente/ xpediente omissão ditorial José Aluizio da ilva oares (Presidente) Flávio Lúcio Pontes Ibiapina Liduina de Albuquerque Rocha e ousa IRRIA 2011/2014 Presidente Flávio Lúcio Pontes Ibiapina Vice-presidente Francisco José osta leutério 1º ecretário verardo de Macêdo uanabara 2º ecretária Liduina de Albuquerque Rocha e ousa iretora Financeira Joana Adalgisa F. M. Andrade iretor de Ética e efesa Profissional Helvécio Neves Feitosa 1º uplente: Francisco ilvan Bezerra dos antos Informativo trimestral, contendo artigos, entrevistas e matérias sobre a ocego. 2º uplente: Helly Pinheiro llery onselho Fiscal José leutério Júnior Arnaldo Afonso Alves de arvalho Juarez de ouza arvalho IRR INAI Juazeiro do Norte Francisco Humberto de Menezes Bezerra obral José Juvenal Linhares Iguatu Joab oares de Lima Fundador 1º Informe Francisco João da ilva apa e iagramação dtudio raphic esign Impressão xpressão ráfica iragem 800 exemplares s artigos publicados representam essencialmente os pontos de vista dos autores e não obrigatoriamente, o ponto de vista da iretoria da.

4 4 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. Artigoientífico H1N1 na ravidez novo vírus influenza A H1N1 surgiu no México no início de m seu primeiro ano de circulação, causou cerca de óbitos no mundo, óbitos e mais de 44 mil casos da doença no Brasil. A transmissão ocorre por meio de gotículas projetadas pelo ar a curta distância (menor que um metro) ou contato com fômites contaminados com materiais respiratórios ou gastrintestinais. Após um período de incubação de um a três dias, surgem os primeiros sintomas, que podem variar desde sintomas semelhantes aos de uma gripe sazonal (tosse, febre, mialgia, astenia, hiporexia, odinofagia e cefaleia) até pneumonia viral fulminante. grupo de indivíduos de maior risco para complicações inclui crianças menores de 5 anos, crianças e adolescentes recebendo tratamento com aspirina, idosos, imunossuprimidos, obesos, doentes crônicos e gestantes. Uma série de alterações fisiológicas do organismo materno favorece o risco. A imunidade comprometida é necessária para facilitar a tolerância materna aos antígenos fetais de origem paterna, mas torna a grávida mais suscetível aos patógenos. aumento da frequência cardíaca e respiratória e a diminuição da sua capacidade pulmonar tornam a gestante menos tolerantes a patologias respiratórias. Por fim, há uma importante diminuição da pressão oncótica no terceiro trimestre de gestação. endo assim, as gestantes infectadas podem desenvolver um rápido desequilíbrio hemodinâmico, que afeta a função pulmonar e favorece o desenvolvimento de pneumonia e outras enfermidades graves, como edema agudo de pulmão, síndrome da angústia respiratória do adulto e insuficiência renal aguda. Não há evidências de que o vírus da gripe seja teratogênico e a transmissão vertical parece ser rara. As complicações fetais mais frequentes são abortamento, sofrimento fetal agudo e nascimento pré-termo. método o diagnóstico de eleição é o PR convencional ou real-time PR de material de swabs nasofaríngeo, aspirado nasofaríngeo ou lavado nasal. A cultura, devido à demora do resultado, tem aplicação clínica limitada 1. s testes rápidos para influenza, embora amplamente disponíveis e com conclusão do resultado dentro de 15 minutos, não são confiáveis. mbora a doença costume ser autolimitada, no caso de gestantes, o recomenda tratamento antiviral imediato 5 com o oseltamivir, 75 mg duas vezes ao dia por 5 dias, de preferência em até 48h do início dos sintomas. s benefícios do tratamento excedem o risco potencial. A hospitalização é indicada em caso de doença crônica ou sinais de alerta (dispneia intensa, saturação de oxigênio inferior a 93%, hipotensão, taquicardia, tosse intensa com dor torácica, hemoptise, vômito ou diarreia persistente, febre igual ou superior a 40º, alteração do nível de consciência, de compensação hemodinâmica). m casos de 34 semanas ou mais de gestação, com síndrome da angústia respiratória aguda grave, a literatura sugere a interrupção eletiva da gestação, devido à melhora funcional após o parto. m pacientes instáveis, a via de parto mais adequada é a cesariana, considerando-se que o parto vaginal exige maior demanda de oxigênio tanto para a mãe quanto para o feto. e a opção for pelo parto vaginal, deve-se considerar a oxigenação materna e a o controle da dor durante o trabalho de parto. Independente da idade gestacional, deve-se orientar sobre a importância da vacinação. A vacina, composta pelo vírus inativado, deve ser administrada em uma dose. Alguns efeitos colaterais leves podem ocorrer, como dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação, febre baixa e náusea. A síndrome de uillain-barré é rara e pode ocorrer independente da vacinação. Bellei, N.; Melchior,. B. H1N1: pandemia e perspectiva atual. J Bras Patol Med Lab (6): MAHA A A. Infecção pelo vírus Influenza A (H1N1) de origem suína: como reconhecer, diagnosticar e prevenir. J Bras Pneumol. 2009;35(5): Lim ML, hong Y, ee W, Lim WY, hee JJ. Influenza A/H1N1 (2009) infection in pregnancy an Asian perspective. BJ. 2010;117(5): Miller A, afi F, Hussain, ubramanian RA, lamin M, inert R. Novel influenza A(H1N1) virus among gravid admissions. Arch Intern Med. 2010;170(10): Wright. ime to rethink the UK s response to swine flu? BMJ. 2009;338:b2093 enters for isease ontrol Health Alert Network (HAN) Info ervice Message [Internet]. Recommendations for early empiric antiviral treatment in persons with suspected influenza who are at increased risk of developing severe disease. Available from: Figueiró-Filho A, liveira ML, oelho LR, ouza BA. Infecção pelo vírus H1N1 e gestação. Femina. 2011; 39(2): Aline Veras Morais Brilhante ítulo de specialista em inecologia e bstetrícia pela FBRA Mestranda em aúde oletiva pela UNIFR ireção écnica: ra. Lara Maia RM/ 5666

5 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. 5 ntrevista r. Helly Pinheiro llery omo os colegas têm observado, a escolha dos entrevistados de nosso Informe é, preferencialmente, para aqueles que além de exercerem a especialidade, se dedicam a assistência médica em serviços públicos e privados e transmitem suas experiências. Hoje temos o prazer de ouvir as opiniões do r. Helly, que dispensa apresentação. om a responsabilidade de comandar o atendimento médico hospitalar de Fortaleza, quais as maiores dificuldades encontradas para o funcionamento da rede? esde que assumimos a gestão pública em saúde, inicialmente como diretor executivo do HM-José Walter, encontramos muitas dificuldades em toda a rede hospitalar de Fortaleza, u pontuaria como maiores dificuldades a questão de infraestrutura dos hospitais, quadro de pessoal insuficiente e, às vezes, até excessivo denotando má distribuição de profissionais, equipamentos antigos que criam dificuldades para o bom desempenho profissional. Além de tudo citado sinto necessidade de deixar claro, que considero o elemento humano importante fator para o bom funcionamento de qualquer serviço de saúde, logo com mais empenho de alguns gestores e de alguns profissionais teremos serviços mais qualificados para o atendimento da população. s Hospitais istritais para uma população crescente de nossa cidade estão, tanto quanto o IJF, sufocados com a demanda de pacientes procedentes do Interior. s postulados do U amparam a participação financeira, nessa estratégia de transferência. emos tido, resultados práticos? s hospitais distritais de Fortaleza sofrem com o excesso de pacientes tanto quanto os hospitais terciários, pois temos na cidade um déficit considerável de leitos de retaguarda, que garantiriam desafogar nossas emergências. obre os pacientes do interior todos sabemos que tanto as redes da atenção especializada como a rede hospitalar de Fortaleza, recebe grande quantidade de pacientes do interior, muitos inclusive registrados com endereço de amigos e familiares de Fortaleza. obre a câmara de compensação financeira, penso ser uma ferramenta qualificada para garantir às grandes cidades, recursos financeiros para que os seus munícipes não tenham dificuldade para sua assistência. apoio das Instituições Médicas é imprescindível na gestão de aúde, em qualquer nível de assistência. senhor tem diálogo permanente com referidas ntidades? urante toda nossa gestão procuramos manter bom diálogo com a categoria médica, seja nas conversas individuais com os médicos ou nas institucionais, onde os espaços físicos de gestão que tenho ocupado sempre estiveram de portas abertas para a escuta das sugestões e das críticas necessárias para a mudança de rotas e construção de novos caminhos, pensando sempre, primeiramente, no atendimento qualificado aos usuários e satisfação dos nossos profissionais. Lembro muito bem que logo no começo da nossa 1ª gestão, a M tentou abrir um centro de parto natural em uma unidade que não daria qualquer garantia à segurança de uma assistência obstétrica e neonatal qualificada, de imediato me associei ao RM e para rechaçarmos essa medida, que por intervenção dessas entidades, conseguimos sucesso. m várias outras ocasiões como no período da luta da categoria médica na votação do P de 2007, na manutenção do ódigo 7, no pagamento de gratificações atrasadas, na agilização de gratificações para os que estão assumindo o serviço público de saúde, além de várias outras ações em que sempre tendo como fulcro o interesse coletivo, busquei junto com as entidades médicas, contribuir para importantes ganhos para nossa categoria. Reconhecido como um tocoginecolgista de escol e muito respeitado pelos seus colegas, sua atividade profissional sofreu restrições com o atual cargo público? ntrei na gestão pública a convite do meu amigo-irmão Prof. r. dorico Monteiro, mas sempre disse a todos na gestão que não abriria mão de meu consultório e outras atividades assistências que desempenhava, naturalmente me envolvendo mais a cada dia com a gestão pública, tive que largar alguns compromissos que me davam grande prazer cumpri-los como o plantão na Maternidade do Hospital ura Ars, remunerado através do ódigo 7. Mas apesar das reduções não deixo minha atividade profissional em, posto que a considero como a minha principal e mais cara atividade. onclua neste espaço, quaisquer comentários que queira fazer. Aos colegas tocoginecologistas, gostaria em breves palavras concluir essa entrevista, sobre o grande esforço que fizemos para dar mais condição de trabalho aos colegas, e elencarei algumas delas como os novos equipamentos de UN, ardiotocógrafo, Mamógrafos, abertura de berçários e UI neonatal, Biópsia dirigida de mama, Videocolposcópios FVasconcelos, mesas cirúrgicas, aparelhos de eletrocauterização, carrinhos de anestesia com capnografia, novas camas hospitalares e muitas outras ações que melhoram as condições de trabalho e o necessário adensamento tecnológico para garantirmos melhor assistência aos que precisam do nosso trabalho. Quero finalizar agradecendo à na pessoa do r Aluizio oares, pela oportunidade de poder me dirigir aos colegas prestando contas do período que tenho passado à frente da gestão pública e reafirmar meu inegável compromisso com o U e com os nobres interesses da categoria médica. IRÇÃ ÉNIA MARU BA - RM/ 5397

6 6 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. II NR ARN INLIA BRÍIA 21 a 23 de Junho de 2012 HL VILA ALÉ - Fortaleza PRRAMAÇà INLIA QUINA-FIRA (21 JUNH) Manhã 8h 10h à A LÍNI: NMRI A I NMRI NA ALÊNIA iscussão A II NMRI INFRILIA iscussão A III NMRI PRFUNA iscussão A IV NMRI RIIVAN 10h 10h 30min VIIA A AN 10h 30min 11h 30min IMPÓI PARINA: NMRI 11h 30min 12h 15min IMPÓI PARINA: HIPRPRLAINMIA QUINA-FIRA (21 JUNH) arde 14h 15h 30min à A LÍNI: PALIA RVIAL 15h 30min 16h VIIA A AN 16h 17h NFRÊNIA: ÍNRM MABÓLIA INFRILIA 17h 18h 30min JULAMN IMULA XA-FIRA (22 JUNH) Manhã 8h 9h 30min MA RNA: XUALIA HUMANA esejo exual hipoativo: que é importante na anamnese Produtivo para diagnóstico onduta terapêutica aso clínico Visão do ginecologista Visão do psicólogo iscussão: 30 min. 9h 30min 10h 10min NFRÊNIA: ANINPÇà scolha dos progestógenos: vantagens e desvantagens: ituações especiais ritérios da M ebate 10h 10min 10h 30min VIIA A AN 10h 30min 11h 15min NFRÊNIA PARINAA: URINLIA 11h 15min 12h 15 min MA RNA: HIRMIA: QUAL A MLHR ÉNIA: MLHR INIAÇÕ/MPLIAÇÕ/VANAN VANAN Histerectomia Vaginal Histerectomia Abdominal Resultados/conclusão iscussão XA-FIRA (22 JUNH) arde 14h 16h à VÍ: VI HIRPIA VÍ I INÉQUIA INRA URINA VI II MIMMIA VI III PÓLIPMIA 16h 16h 30min VIIA A AN 16h 30min 18h MA RNA: NULA INLÓIA NA IVRA FA Adolescência Menacme limatério ÁBA (23 JUNH) Manhã 8h 9h 10min IMPÓI PARINA: LIMAÉRI 9h 10min 10h IMPÓI PARINA: MBLIZAÇà MIMA 10h 10h 30min VIIA A AN 10h 30 12h 30min A LÍNI: RPRUÇà HUMANA ÁBA (23 JUNH) arde 14h 15h 30min à INRAIVA: NINLIA 15h 30min 16h VIIA A AN 16h 17h IMPÓI PARINA: VAINA HPV PRRAMAÇà BRÍIA QUINA-FIRA (21 JUNH) Manhã 8h 9h 30min MA RNA: PRMAURIA 8h 8h 20min É possível diminuir a prematuridade? 8h 20min 8h 40min Papel do comprimento cervical na prevenção do parto prematuro 8h 40min 9h Inibição do trabalho de parto prematuro: qual o melhor esquema? 9h 9h 20min Assistência ao parto prematuro: quais os cuidados especiais? ebate 9h 30min 10h 10min IMPÓI PARINA: L ÚR RUZI 10h 10min 10h 30min VIIA A AN 10h 30min 11h 30min NFRÊNIA: RAPIA RANFUINAI: NAI: QUAN M FAZR? PRRAMAÇà IAL 21 JUNH QUINA-FIRA olenidade de Abertura Local: Hotel Vila alé Horário: 18h Apresentação do rupo los da Vida Você não pode perder! 22 JUNH XA-FIRA Jantar dos Professores Local: Viana s Buffet Horário: 20h Jantar oferecido aos professores, ao som de forró pé de serra. 23 JUNH ÁBA olenidade de ncerramento Local: Viana s Buffet Horário: 21h

7 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. 7 QUINA-FIRA (21 JUNH) arde 14h 15h 30min BA INFRMAL: NÇA ARIVAULAR RAVIZ 14h 14h 10min Assistência pré-natal à cardiopata: o que difere? 14h 10min 14h 20min Assistência ao parto da cardiopata: quais os principais cuidados 14h 20min 14h 30min Prevenção da endocardite bacteriana: quando fazer 14h 30min 14h 40min Prevenção do tromboembolismo na cardiopata: quando e como fazer? 14h 40min 15h 30min ebate 15h 30min 16h VIIA A AN 16h 18h FÓRUM FA PRFIINAL r. telvino de ouza rindade (FBRA) r. Márcio Alcântara osta (P) r. José Maria Pontes ias (IM) r. José Malbio Rolim (RM) XA-FIRA (22 JUNH) Manhã 8h 9h 30min BA INFRMAL: AIÊNIA A PAR: QU A LIRAURA M A FAVR NRA A ANALIA URIA 9h 30min 10h 15min IMPÓI PARINA: XPLAM NA AÇà 10h 15min 10h 30min VIIA A AN 10h 30min 12h NFRÊNIA: M QUM, QUAN M FAZR PRFILAXIA M PAIN N IL RAVÍI PURPRAL XA-FIRA (22 JUNH) arde 14h 16h BA INFRMAL: VIALIA FAL ebatedor 1: Vitalidade intra-parto ebatedor 2: Vitalidade em síndrome hipertensiva ebatedor 3: Vitalidade em diabetes 16h 16h 30min VIIA A AN 16h 30min 18h MA RNA: IAB RAVIZ 16h30 16h40 Avaliação dos protocolos de rastreio e diagnóstico 16h40 16h50 ontrole glicêmico, qual a opção mais segura à mãe e ao feto: dieta, insulina e hipoglicemiantes 16h50 17h Assistência ao parto e puerpério 17h 18h ebate ÁBA (23 JUNH) Manhã 08h 10h à INRAIVA: RAVIZ MÚLIPLA 8h 8h 30min indrome da transfusão feto-fetal: iagnóstico e conduta 8h 30min 9h Restrição do crescimento seletivo: quando suspeitar, como confirmar e como conduzir 9h 9h 30min Avaliação da vitalidade fetal e via de parto 9h 30min 10h iscussão 10h 10h 30min VIIA A AN 10h 30min 11h 30min NFRÊNIA: IMINUIÇà AN N ABRAMN INUR ÁBA (23 JUNH) arde 14h 15h 30min MA RNA: HIPRNà RAVIZ 14h 14h 10min Avanços na predição da pré eclâmpsia 14h 10min 14h 20min omo anda a prevenção? 14h 20min 14h 30min Uso de anti- hipertensivos na pré-eclâmpsia leve 14h 30min 14h 40min rise hipertensiva no puerpério: como conduzir 14h 40min 15h 30min ebate 15h 30min 16h VIIA A AN 16h 17h NFRÊNIA: RAPIA LÍNIA IRÚRIA N F: QU HÁ NV NRRAMN A omissão ocial elaborou uma Programação de ncerramento INQUÍVL. erá uma festa com muita descontração, comidas, trajes típicos e uma animada quadrilha. Programada para 300 pessoas, entre congressistas, palestrantes e patrocinadores, animada pela banda acimba de Aluá. onvite para acompanhante: R$ 50,00 NVIA NAINAI NFIRMA ra. Ana atherine onçalves (RN) r. André Malavasi (P) ra. élia Regina ilva (P) r. aniele Luminoso (P) r. duardo Fonseca (PB) r. lias Melo Jr. (P) r. telvino de ouza rindade (Presidente/FBRA) r. Hugo Maia (BA) r. James adidé (BA) r. Jorge Haddad (P) r. Joji Ueno (P) ra. Júnia ias de Lima (RJ) r. Marco Aurélio Albernaz () r. Marcos Messina (P) ra. Neila Maria de ois peck (P) r. limpio Barbosa de Moraes Filho (P) r. rlando omes Neto (P) ra. Walkiria Ávila (P) NVIA LAI NFIRMA ra. Aline Veras de Morais Brilhante () r. André ilva Nóbrega () r. Antônio avares da ilva () ra. Beatriz Helena Alencar de Andrade Luna () r. arlos Augusto Alencar Júnior () ra. ristina Figueiredo ampaio Façanha () ra. ybele ristine da ilva osta Monteiro () r. aniel Paes iógenes de Paula () ra. enise eixeira de Menezes () r. lmar Pereira Pequeno Filho () r. lson José de Almeida Júnior () r. verardo de Macedo uanabara() r. Fábio ugênio Magalhães Rodrigues () r. Flavio Lúcio Pontes Ibiapina () r. Francisco das hagas Medeiros () r. Francisco dson de Lucena Feitosa () r. Francisco Herlânio osta arvalho () r. Francisco Humberto de Menezes Bezerra () r. Francisco José osta leutério () r. Francisco Nogueira haves () ra. laúcia Valéria Resende de Brito () r. Helvécio Neves Feitosa () r. Jáder Rosas arvalho () r. Jaime Alencar Benevides Filho () r. João de Assis Martins Parente () r. Joaquim Luiz astro Moreira () r. José leutério Junior () r. José Fernandes Magalhães ampos () r. José Juvenal Linhares () r. Júlio Augusto urgel Alves () r. Juarez de ouza arvalho () r. Leocácio Barroso () r. Leonardo Robson Pinheiro obreira Bezerra () ra. Liduina de Albuquerque Rocha e ouza () r. Luis arlos Alcântara Weyne () ra. Maria de Lourdes altabiano Magalhães () r. Marcelo de Pontes Rocha () r. Marcelo ondin Rocha () r. Márcio Fragoso Vieira () r. Márcio Alcântara osta () r. Marcus Aurélio Bessa Paiva () r. Marinaldo avalcante Melo Júnior () r. Marnewton Pinheiro () r. Paulo Roberto uimarães ilva () r. Raimundo ésar Pinheiro () ra. Raquel Autran oelho () r. Ricardo Araújo () r. Ricardo Juaçaba () r. Rodney Paiva Vasconcelos () r. ebastião vangelista orquato Filho () r. everino Moacir Barbosa Mariz Filho () r. idney Pearce Furtado () ra. ânia Maria Louzada Ferraz Bulcão () ra. rícia Jereissati e Melo () r. úlio José eixeira omes () r. ulius Augustus Ferreira Freitas () r. Vicente Augusto () r. Vicente Ricardo Arrais Pinheiro Feitosa () ra. Zenilce Vieira Bruno () r. Zeus Peron Barbosa do Nascimento ()

8 8 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. Artigoientífico ntendendo o BIRA Fonte: BIRA, American ollege of Radiology, 4 a. ed acrônimo inglês BIRA (Breast Imaging Reporting and ata ystem), traduzido como istema de ados de Relatório e Imagenologia Mamária, foi criado em 1992 por vários comitês médicos norteamericanos, sendo uma marca registrada (M) do olegio Americano de Radiologia (AR). Vem se aprimorando ao longo dos anos, e incluiu além da mamografia a ecografia e a ressonância magnética mamaria em 2003 na sua 4ª edição. A 5ª edição esta sendo publicada neste ano de mbora no Brasil o seu uso não seja obrigatório, em 2004 o olégio Brasileiro de Radiologia conseguiu autorização do AR para sua tradução, e recomenda a sua utilização por ser uma ferramenta elaborada e consolidada após o seguimento de milhares de mamografias por vários anos com seus respectivos achados histológicos. om o objetivo de padronizar a descrição dos laudos dos exames de imagem, uniformizar a nomenclatura, fornecer uma conclusão diagnóstica e definir condutas, o mesmo foi dividido em categorias que expressam o valor preditivo positivo de malignidade. Permite ainda o arquivamento dos laudos e facilita auditorias e estudos ciêntificios com maior precisão. Léxico do BIRA define termos que devem ser usados na descrição do laudo, que incluem desde a composição do teor de gordura da glândula, até a forma de se descrever nódulos, microcalcificações e distorções. ategorias, exemplo de achados, valores preditivos positivos (VPP) e conduta sugerida: 0 - xame inconclusivo, o achado necessita incidência complementar ou exame adicional para conclusão diagnóstica (deve ser usado preferencialmente em exames de rastreio, sem achado clínico). 1 - xame negativo. VPP=0%. ontrole anual após os 40 anos. 2 - Achado benigno (Fibroadenomas calcificados, cistos oleosos, calcificações vasculares, linfonodo intra-mamario no Q, implantes). VPP=0%. ontrole anual após os 40 anos. 3 - Achado provavelmente benigno (nódulo sólido circunscrito não calcificado, assimetria focal, aglomerado de cistos, agrupamento de calcificações redondas). VPP<2%. ontrole com 6(unilateral),12 e 24 meses até definir estabilidade. Biopsiar em casos específicos. 4 - Achado suspeito (4A Nódulo sólido palpável, cisto complexo. 4B Nódulo parcialmente circunscrito, margens indistintas. 4 Nódulo sólido irregular, mal definido). VPP 2 94%%. Biopsia deve ser considerada. 5 - Achado altamente suspeito (Nódulo sólido irregular, espiculado, alta densidade). VPP >95%. Necessaria avaliação histológica 6 - Achado confirmado como malígno por biópsia. VPP=100%. onduta terapêutica adequada. PINIÃ PIALIA valor do BIRA vem se consolidando ao longo dos anos e nos stados Unidos o seu uso se tornou por Lei obrigatória nos laudos de exames de imagem mamária. É inexplicável que mesmo após estes 20 anos de aperfeiçoamento existam laudos que não o utilizam. Apesar de algumas classificações dependerem de interpretação individual, muito achado já vem descrito no seu conteúdo, facilitando ao laudador o seu enquadramento e assim se resguardando de possíveis resultados histológicos inesperados. m serviços com mais de um laudador, a calibragem interna comparando-se a frequência das respectivas categorias, é ferramenta útil para aperfeiçoamento interno, em especial quando se observa discrepância destas frequências em populações de usuárias semelhantes. Algumas metas são numericamente definidas como o achado de 2 a 10 cânceres/1000 exames, detecção de > 30% cânceres em estadios iniciais e < 10 % de taxa de retorno para exames de rastreio. Alguns detalhes operacionais como a autorização dos convênios para realização dos exames podem aumentar o número de laudos inconclusivos que facilmente poderiam ser classificados adequadamente caso fosse possível de imediato o exame adicional. evemos valorizar os laudos que utilizam o Léxico na sua descrição com precisão e concluem com a categoria compatível com o achado. ncontramos frequentemente laudos que concluem utilizando a categoria BIRA sem ter no seu corpo nenhuma das recomendações da ferramenta. inecologistas e Mastologitas, que lidam no cotidiano com laudos de exame de imagem mamária, precisam conhecer a ferramenta para poderem ter visão crítica e firmar parceria de cumplicidade segura com Radiologistas na conduta adequada de suas pacientes. r. rcio Ferreira omes ítulo de specialista em Mastologia Membro da oc. Brasileira de Mastologia Mastologista do Inst. do âncer do Mestre pela UF ireção técnica: r. Marcelo Rocha - RM: 1266 quipe médica: r. swaldo ias - RM: 2846 ra. Marjorie Mota - RM: 4667 r. Marcelo avalcante - RM: 6876 r. Marcelo ondim Rocha - RM: 9360 ra. Luciana Azôr ib - RM: ra. Ivana Pontes ias - RM: 11792

9 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. 9 Homenagem r. Francisco oares osta r. Janildo sintetiza a vida do nosso homenageado nesta edição. ubentendemos que a ação clínica do r. oares à população carente de planos ou recursos para atendimento privado, faz com que ele viva inteiramente nosso sistema de saúde (U) no interlanio e conheça com propriedade os pontos frágeis do referido sistema. Há anos vimos acompanhando o empenho em que se dedica a especialidade e procura levar para a sua cidade os avanços técnicos. Foi para mim motivo de alegria e satisfação escrever esta homenagem ao grande bstetra - inecologista e amigo r. Francisco oares osta. Natural de rateús eará, casado com Jorenilva Maria Viana osta, pai de três filhos: Amanda, Natasha e rone. Formado pela Universidade Federal do eará em 1975, com titulo de especialista pela Febrasgo (), presença certa em todos os P da, ongressos Nacionais e Regionais. Foi iretor da línica bstetra do Hospital de Referência ão Lucas e atualmente atende no entro de specialização entil Barreiras, ambulatório de ravidez de Alto Risco e em seu consultório particular. Homem simples, ético, exerce sua profissão com dedicação, zelo, competência e responsabilidade. Um grande conhecedor do seu oficio. r. oares, como é conhecido por todos, mantém um ótimo relacionamento com seus colegas e é admirado por toda a comunidade de rateús. r. Francisco Janildo Leal ireção técnica: r. Marcelo Rocha RM/ 5158 ireção clínica: r. Martinho Rodrigues RM/ 961

10 10 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. PRRAMA UAÇÃ NINUAA - P U QU INLIA PRIA ABR BR RI ARIVAULAR NA MULHR IMPA N IA A IA A PRRIÇÕ No dia 22 de março, fruto da parceria com o Laboratório M tivemos mais um programa de educação continuada, com o tema: udo que o inecologista precisa saber sobre os riscos cardiovasculares nas mulheres e o impacto no dia a dia das prescrições. enfoque dado pelo professor Marcelo Bertolami (Instituto ante Pazzanese- P), com moderação do debate pelo professor Rui Ferriani( UP/Ribeirão Preto), realçou a necessidade de que o ginecologista e obstetra hodiernamente se aproprie dos conhecimentos necessários e muitas vezes básicos da cardiologia para uma avaliação, aconselhamento e prescrição de qualidade para suas pacientes, atuando verdadeiramente como clínico das mulheres. e novidade foi que nossos palestrantes estavam em ão Paulo, com transmissão para o Auditório da ocego, além da possibilidade de acesso individual de qualquer computador com acesso à internet e o horário (à noite), modelo interessante que em breve pretendemos reprisar, face à maior flexibilidade e cobertura da audiência, beneficiando principalmente os colegas do interior do estado. HIPIRIIM AINAL INFRILIA P realizado no auditório da em 31.03, teve como tema Hipotiroidismo gestacional e infertilidade. A ra. ânia Bulcão - chefe da endocrinologia do HF-A - abordou os variados aspectos do Hipotiroidismo e suas repercussões no binômio maternofetal. estacou em sua alocução através de estudos bem desenhados os níveis normais de esperados de H materno nos vários estágios da gravidez (mais baixos no primeiro trimestre do que nos demais). ornou evidente que, FH >2.5 mui/l no primeiro trimestre e superior a 3.0 mui/l no segundo e terceiro trimestre, respectivamente, será indicativo de Hipotiroidismo. A ra. ânia analisou as principais complicações maternas (anemia, descolamento prematuro de placenta, abortamento e pre-eclampsia) e fetais (sofrimento fetal, prematuridade e restrição do crescimentofetal) resultantes da associação com o Hipotiroidismo. emonstrou também as várias formas de administrar levotiroxina durante o ciclo grávido puerperal. videnciou-se de maneira cabal a plena interação com os associados presentes, confirmandose uma vez mais o absoluto acerto de tal iniciativa de nossa. Registre-se, por fim, a saudável presença do laboratório ANFI como fiel parceiro do evento. UR BÁI M ULRANRAFIA INLÓIA BÉRIA M NFQU LÍNI urso Básico em Ultrassonografia inecológica e bstétrica com nfoque línico realizado pela é uma oportunidade ímpar para nós cearenses que queremos nos aprofundar na área sem termos que nos deslocar para outro estado do país. mesmo tem conteúdo teórico abrangente e a parte prática conta com monitores de altíssima qualidade. A e seus professores estão de parabéns. ra. Ana Vitória onçalves Lacerda Linard Holanda (aluna do curso) No segundo semestre a irá continuar ofertando cursos na área de ultrassonografia. Informações: (85) / e RX RANXUALIM s associados da foram brindados nesta P de 26 de maio, pela magistral apresentação do r. João abino de Lima Pinho Neto, sobre cirurgia do transexualismo. Foi de fato bastante interessante e proveitosa e contou com o apoio da A.

11 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. 11 PINIÃ: BR A QUÃ A MRALIA MARNA eará que representa no Nordeste um estado com crescente índice de desenvolvimento possui 07 (sete) Faculdades de Medicina (Públicas e Privadas) que oferecem ao mercado cerca de aproximadamente 500 (quinhentos) médicos por ano. Na área de ginecologia/obstetrícia existem em torno de 65 (sessenta e cinco) profissionais médicos cursando residência. Algo próximo a 1000 (um mil) obstetras encontram-se atuando em todo o estado do eará. programa de Assistência à Mulher do Ministério da aúde do overno Federal no que se refere ao acompanhamento da gestante, (prénatal, parto e puerpério), poderá constituir peça importante para a prevenção da Mortalidade Materna, desde que se abstraia dos interesses políticos dos gestores em aúde Pública. Há mais de 40 anos vivenciamos no dia-a-dia a medicina de assistência à mulher no nosso stado, onde a Razão da Mortalidade Materna (RMM) por 100 mil Nascidos Vivos continua elevada como mostra o MIÉ de Prevenção de Morte Materna do eará através de investigação epidemiológica nos últimos dezessete anos. ntendemos conjuntamente com edesco (1999), (de saudosa memória) - pré-natal é o ponto alto do atendimento obstétrico e AN RMM AN RMM , , , , , , , , , , , , , ,1 Média 17 anos 81,2 grande parcela dos elevados níveis de mortalidade materna e perinatal no Brasil é decorrente do atendimento inadequado para esse período. Isto não significa que o atendimento ao parto deva ser secundário, ao contrário, deve-se dispensar todos os cuidados e conhecimentos técnicos e científicos atualizados, pois de nada adiantaria ser o pré-natal realizado à perfeição se não se conduzi-lo adequadamente. evemos impor um trabalho sério, idôneo realizado por profissional médico capacitado. Por esta forma a atenção primária à gestante deve merecer todo cuidado do especialista,quando identifica os fatores de risco, e contribui assim com seus conhecimentos diagnósticos ou terapêuticos para a resolução satisfatória dos possíveis casos graves. A realidade sócio econômica das diversas regiões do nosso país induz aplicação de um planejamento voltado para cada realidade, assim os programas advindos dos órgãos federais necessitam de um estudo aprofundado de seus resultados, haja vista que o Projeto egonha e LARAÇÃ NJUNA e outros não parecem, numa primeira análise, sinalizar para a efetiva redução na mortalidade materna geral. Arnaldo Afonso Alves de arvalho Presidente da omissão de Promoção da aúde da Mulher e de Prevenção da Mortalidade Materna da. Literatura onsultada 1) J. J. A. Pré natal, suas indagações e as dúvidas do obstetra. In J. J. A. A grávida: ão Paulo Atheneu, )ados extraídos do omitê de Prevenção de Morte Materna do stado do eará 3)arvalho A. A. A. Perfil da Mortalidade materna no eará com ênfase nos óbitos ocorridos na Maternidade scola Assis hateaubriamd UF: 200 a 2003 Mensagem da omissão de Mortalidade Materna A omissão da Mortalidade Materna da, conclama os obstetras a melhorar a Assistência prénatal, identificando as gestantes de riscos reprodutivos por meio de individualização de consultas pré-natais em intervalos de tempo pré-determinado de forma que haja: consultas a cada 4 semanas nas primeiras 28 semanas de gravidez, a cada duas semanas até 36 semanas e, semanalmente até o término da gravidez. NA FALIMN Lamentamos profundamente a morte do líder FRANI XAVIR FRNAN MAIA. eixou como exemplo impecável o exercício de nossa especialidade. Atuou na política partidária tendo sido prefeito de sua cidade Aracati Lamentamos com profundo pesar falecimento precoce da RA. ÂMIA IXIRA AL, ginecologista de primeira grandeza, que fez de sua vida uma grande história de amor e dedicação a família e a profissão

12 12 - BL FIIAL: entrevista - artigos - eventos - curiosidades e muito mais. Nova iretoria eccional de obral onstituída nova diretoria da eccional de obral, triênio 2011/2014 Presidente: José Juvenal Linhares Vice-presidente: uarany Mont alverne de Arruda 1º ecretário: Márcio Fragoso Vieira iretora Financeira: arla Roberta Macêdo de ousa iretor de Ética e efesa Pro issional: Francisco Airton Rangel Filho Vem Aí!!! Nosso próximo ncontro no interior do stado 2º emestre XXXIII Jornada earense de inecologia e bstetrícia XV Jornada da Maternidade da anta asa de Misericórdia de obral ias 27, 28 e 29 de setembro de 2012 II NR ARN INLIA BRÍIA 21 a 23 de Junho de 2012 HL VILA ALÉ Fortaleza M, ANFI, AMIL UNIM, UNIR, P, BILAB, ARAZNA, JHNN & JHNN, BAYR, IFARMA/MABRA, MILL RUX, BIN, JANN, AMUN/ IMMÉIA, A PRÓVIA, LIVRARIA LIVR NR, FAULA HRIU, PFIZR, FARMQUIMIA, I, UNIFR AIAÇÃ AÇÃ ARN INLIA BRÍIA ÚNI UPLMN ALIMNAR minerais quelatos para gestantes 1 Referência bibliográfica: 1. Revista Kairos, maio/2011.

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