Desempenho Térmico de edificações Aula 12: Diretrizes Construtivas para Habitações no Brasil NBR 15575

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1 Desempenho Térmico de edificações NBR Roberto Lamberts ECV 5161 UFSC FLORIANÓPOLIS

2 + objetivos + NBR procedimentos de avaliação + prescritivo + simulação computacional + medição + prescritivo + simulação computacional estrutura introdução NBR desempenho térmico exemplos Requisitos Coberturas Simulação Computacional 2

3 INTRODUÇÃO + + objetivos + NBR Objetivos Normas de desempenho são estabelecidas buscando atender às exigências dos usuários. A Norma (ABNT 2013), refere-se aos sistemas que compõem os edifícios habitacionais, independentemente dos seus materiais constituintes e do sistema construtivo utilizado. Foco as exigências dos usuários para o edifício habitacional e seus sistemas, quanto ao seu comportamento em uso e não na prescrição de como os sistemas são construídos. 3

4 NBR15575 Elaborada pelo Comitê Brasileiro da Construção Civil, a NBR está dividida em 6 partes: 1.Requisitos gerais; 2.Requisitos para os sistemas estruturais; 3.Requisitos para os sistemas de pisos internos; 4.Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas; 5.Requisitos para os sistemas de cobertura; 6.Requisitos para os sistemas hidrossanitários. Escopo da disciplina: a relação entre as partes 1, 4 e 5 da norma NBR com o desempenho térmico em edificações. 4

5 NBR15575 requisito M mínimo requisito Para considerar que uma edificação satisfaz as exigências dos usuários, determinados requisitos devem ser atendidos, obedecendo critérios estabelecidos para cada um deles. Com o objetivo de satisfazer as necessidades básicas de desempenho, os diferentes sistemas têm requisitos mínimos de desempenho (M), os quais devem ser considerados e atendidos em todos os casos. Para incentivar a melhoria da qualidade das edificações, são estabelecidos níveis mais elevados do que o mínimo, denominados de intermediário (I) e superior (S), os quais devem atender requisitos respectivamente mais elevados. I intermediário requisito S superior 5

6 NBR DESEMEPENHO TÉRMICO + + procedimentos de avaliação + prescritivo + simulação computacional + medição Procedimentos de Avaliação A edificação habitacional deve reunir características que atendam às exigências de Procedimento 2 - Medição (informativo): verificação do atendimento desempenho térmico, aos requisitos e critérios estabelecidos na ABNT NBR , por considerando-se a meio da realização de medições em edificações ou protótipos zona bioclimática construídos. Este método é de caráter meramente informativo e não se definida na NBR sobrepõe aos procedimentos descritos no método simplificado (normativo). A parte 1 da NBR estabelece para avaliação da adequação de habitações: Procedimento 1 - Simplificado (normativo): atendimento aos requisitos e critérios para os sistemas de vedação e coberturas, conforme ABNT NBR e ABNT NBR Para os casos em que a avaliação de transmitância térmica e capacidade térmica, conforme os critérios e métodos estabelecidos nas ABNT NBR e ABNT NBR , resultem em desempenho térmico insatisfatório, o projetista deve avaliar o desempenho térmico da edificação como um todo pelo método da simulação computacional.

7 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas A parte 4 da NBR trata dos sistemas de vedações verticais internas e externas, que além da volumetria e da compartimentação dos espaços internos do imóvel, integram-se de forma muito estreita aos demais elementos da construção, recebendo influências e influenciando o desempenho do edifício habitacional. Requer uma análise conjunta do desempenho dos elementos que interagem. Funções de estanqueidade, à água, isolação térmica e acústica, capacidade de fixação de peças suspensas e compartimentação em casos de incêndio. 7

8 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas Requisito - Adequação de paredes externas Apresentar transmitância térmica e capacidade térmica que proporcionem pelo menos desempenho térmico mínimo estabelecido nos dois critérios para cada zona bioclimática. Critério - Transmitância térmica de paredes externas Método de Avaliação É feito através de cálculos conforme procedimentos apresentados na NBR

9 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas Critério - Capacidade térmica de paredes externas Método de Avaliação O método de avaliação é feito através de cálculos conforme procedimentos apresentados na NBR No caso de paredes que tenham na sua composição materiais isolantes térmicos de condutividade térmica menor ou igual a W/(m.K) e resistência térmica maior que 0.5 m2.k/w; o cálculo da capacidade térmica deve ser feito desprezando-se todos os materiais voltados para o ambiente externo, posicionados a partir do isolante ou espaço de ar. 9

10 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas Requisito - Aberturas para ventilação Apresentar aberturas, nas fachadas das habitações, com dimensões adequadas para proporcionar a ventilação interna dos ambientes. Só se aplica aos ambientes de longa permanência: salas, cozinhas e dormitórios. 10

11 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas Critério área mínima de ventilação Os ambientes de permanência prolongada devem ter aberturas para ventilação com áreas que atendam à legislação específica do local da obra Quando não houver exigências de ordem legal, para o local de implantação da obra, os valores mínimos admissíveis para as áreas de aberturas para ventilação de ambientes de longa permanência devem ser adotados conforme: 11

12 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de vedações verticais internas e externas Método de Avaliação área mínima de ventilação Consiste em fazer uma análise do projeto arquitetônico, considerando, para cada ambiente de longa permanência, a seguinte relação: Onde: Aa. é a área efetiva de abertura de ventilação do ambiente, somente são consideradas as aberturas que permitam a livre circulação do ar, devendo ser descontadas as áreas de perfis, vidros e de qualquer outro obstáculo; não são computadas as áreas de portas internas. Ap é a área de piso do ambiente. 12

13 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de Cobertura A parte 5 da NBR trata dos sistemas de coberturas. Funções importantes, desde a contribuição para preservação da saúde dos usuários até a própria proteção do corpo da construção, interferindo diretamente na durabilidade dos demais elementos que a compõem. Impedem a infiltração de umidade oriunda das intempéries para os ambientes habitáveis e previnem à proliferação de microorganismos patogênicos e de diversificados processos de degradação dos materiais de construção, incluindo apodrecimento, corrosão, fissuras de origem higrotérmica e outros. Parte mais exposta á radiação direta do sol, exerce predominante influência na carga térmica transmitida aos ambientes, influenciando diretamente no conforto térmico dos usuários e no consumo de energia para acionamento de equipamentos de ventilação forçada e/ou condicionamento artificial do ar. 13

14 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de Cobertura Requisito - Isolação térmica da cobertura Apresentar transmitância térmica e absortância à radiação solar que proporcionem um desempenho térmico apropriado para cada zona bioclimática. Critério - Transmitância térmica 14

15 Procedimento Prescritivo (normativo) Sistemas de Coberturas Método de Avaliação Transmitância Térmica de Coberturas O método de avaliação consiste na determinação da transmitância térmica, por meio de cálculo, conforme procedimentos apresentados na ABNT NBR Caso no projeto do sistema de cobertura haja previsão de isolação térmica, este deve fazer referência às Normas Brasileiras pertinentes. 15

16 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Para a realização das simulações computacionais devem ser utilizadas como referência as informações do Anexo da parte 1 da norma, sobre a localização geográfica de algumas cidades brasileiras e os dados climáticos correspondentes aos dias típicos de projeto de verão e de inverno. Na falta de dados para a cidade onde se encontra a habitação, recomenda-se utilizar os dados climáticos de uma cidade próxima com características climáticas semelhantes, na mesma Zona Bioclimática brasileira (conforme indicado na NBR Parte 3). Se o clima na cidade não for semelhante ao de nenhuma outra que tenha dados disponíveis, recomenda-se evitar o método da simulação computacional. 16

17 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Recomenda-se o emprego do programa EnergyPlus. Outros programas de simulação poderão ser utilizados, desde que permitam a determinação do comportamento térmico de edificações sob condições dinâmicas de exposição ao clima, sendo capazes de reproduzir os efeitos de inércia térmica e sejam validados pela ASHRAE Standard

18 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Para a geometria do modelo de simulação, deve ser considerada a habitação como um todo, considerando cada ambiente como uma zona térmica. Na composição de materiais para a simulação, devem-se utilizar os dados das propriedades térmicas dos materiais e/ou componentes construtivos: Obtidos em laboratório, através de método de ensaio normalizado. Na ausência destes dados ou na impossibilidade de obtê-los junto aos fabricantes, é permitido utilizar os dados disponibilizados NBR Parte 2 como referência. 18

19 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Para edificações em fase de projeto, a avaliação deve ser feita para um dia típico de projeto, de verão e de inverno. O procedimento de simulação deve ser aplicado para unidades habitacionais isoladas, ou para unidades habitacionais representativas, no caso de conjuntos habitacionais ou edifícios multipiso. Todos os recintos da unidade habitacional devem ser simulados, avaliação dos resultados para dormitórios e salas. Na entrada de dados, considerar que os recintos adjacentes, de outras unidades habitacionais, apresentam a mesma condição térmica do ambiente que está sendo simulado. A edificação deve ser orientada conforme a implantação. 19

20 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) A unidade habitacional da edificação escolhida para a simulação deve ser a mais crítica do ponto de vista térmico. Caso esta orientação da edificação não esteja definida, esta deve ser posicionada de tal forma que a unidade a ser avaliada tenha a condição mais crítica do ponto de vista térmico. Taxa de ventilação de 1 ren/h. A absortância das superfícies expostas conforme a cor e as características das superfícies externas da cobertura e das paredes expostas: cobertura: valor especificado no projeto parede: assumir o valor correspondente à cor definida no projeto. Caso a cor não esteja definida, simular para três alternativas de cor: cor clara: α= 0,3, cor média: α= 0,5, cor escura: α= 0,7 20

21 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) A unidade habitacional que não atender aos critérios estabelecidos para verão deve ser simulada novamente considerando-se as seguintes alterações: ventilação: configuração da taxa de ventilação de cinco renovações do volume de ar do ambiente por hora (5,0 Ren/h) e janelas sem sombreamento; sombreamento: inserção de proteção solar externa ou interna da esquadria externa com dispositivo capaz de cortar no mínimo 50 % da radiação solar direta que entraria pela janela, com taxa de uma renovação do volume de ar do ambiente por hora (1,0 ren/h); ventilação e sombreamento: combinação das duas estratégias anteriores, ou seja, inserção de dispositivo de proteção solar e taxa de renovação do ar de 5,0 ren/h. 21

22 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Requisito Exigências de desempenho no verão Apresentar condições térmicas no interior do edifício habitacional melhores ou iguais às do ambiente externo, à sombra, para o dia típico de verão. Critério Valores máximos de temperatura 22

23 Procedimento de Simulação Computacional (normativo) Requisito Exigências de desempenho no inverno Apresentar condições térmicas no interior do edifício habitacional melhores que do ambiente externo, no dia típico de inverno nas zonas bioclimáticas 1 a 5. Critério Valores mínimos de temperatura 23

24 Procedimento de Medição (informativo) É uma ferramenta adicional para avaliar, de forma menos criteriosa do que os métodos normativos descritos, o desempenho térmico da unidade habitacional. Por meio de medição, a temperatura de bulbo seco pode ser comparada com os critérios de temperatura estabelecidos no método de simulação computacional. A temperatura de bulbo seco do ar deve ser medida no centro dos recintos dormitórios e salas, a 1,20 m do piso. Para as medições de temperatura, seguir as especificações de equipamentos e montagem dos sensores, apresentadas na ISO Para avaliar edificações existentes, considerar as situações apresentadas: No caso de uma única unidade habitacional, medir nos recintos indicados tal como se apresentam; Em conjunto habitacional de unidades térreas e edifícios multipiso, escolher uma ou mais unidades, que possibilitem a avaliação nas condições estabelecidas como críticas termicamente, conforme orientado na norma. 24

25 Procedimento de Medição (informativo) Para avaliação em protótipos, recomenda-se que eles sejam construídos considerando-se as orientações estabelecidas pela norma, tendo em vista a avaliação em condições térmicas críticas. Sem obstrução por elementos externos, para paredes e janelas dos protótipos, sempre que possível. Deve-se reproduzir as condições mais semelhantes possíveis daquelas que serão obtidas pela edificação real, em relação às condições de sobreamentos ou ventilação. Período de medição, o dia tomado para análise deve corresponder a um dia típico de projeto, de verão ou de inverno, precedido por pelo menos um dia com características semelhantes. Recomenda-se trabalhar com uma seqüência de três dias de medição e analisar os dados do terceiro dia. 25

26 EXEMPLOS + + prescritivo + simulação computacional Procedimento prescritivo exemplo 1 Verificar se os critérios da NBR são atendidos por esta parede, para o caso de a parede ter absortância 0,5 e estar na Zona Bioclimática 3. α < 0,6 Uparede < Ulimite CTparede < CTmínima logo, OK! logo, faz-se necessária a SIMULAÇÃO! 26

27 Procedimento prescritivo exemplo 2 Verificar se os critérios da NBR são atendidos por esta parede, para para o caso de a parede ter absortância 0,5 e estar na Zona Bioclimática 8. α < 0,6 Uparede < Ulimite logo, OK! CTparede < CTmínima (sem exigência para a Zona Bioclimática 8) 27

28 Procedimento prescritivo exemplo 3 Verificar se os critérios da NBR são atendidos por esta parede, para o caso de a parede ter absortância 0,5 e estar na Zona Bioclimática 2. α = 0,5 (sem exigência para a Zona Bioclimática 2) Uparede > Ulimite logo, faz-se necessária a SIMULAÇÃO! CTparede < CTmínima logo, faz-se necessária a SIMULAÇÃO! Obs.: para ser necessária a simulação computacional, basta que UM dos requisitos acima não seja atendido. 28

29 Procedimento Simulação exemplo 1 Verificar se os critérios da NBR são atendidos por esta edificação residencial unifamiliar, pelo método prescritivo ou pelo método de simulação Características: Cinco zonas térmicas, sendo quatro zonas para os ambientes e uma para o ático da cobertura. Área construída: 36m² (6m x 6m); Pé direito: 2,8m. Ambientes: 2 dormitórios, banheiro, sala e cozinha conjugada; localização Brasília (zona bioclimática 4); aberturas para ventilação e iluminação é de 15% em relação à área do ambiente. 29

30 Procedimento Simulação exemplo 1 Verificação cobertura pelo método prescritivo: 1 cm telha de barro + 5 cm forro de madeira U= 1,7 W/m²K C= 75 kj/m²k alfa= 0,6 α = 0,6 Ucobertura < Ulimite logo, OK! 30

31 Procedimento Simulação exemplo 1 Verificação das paredes externas pelo método prescritivo: Paredes concreto 10 cm U= 4,40 W/m²K C= 240 kj/m²k alfa= 0,5 α = 0,5 Uparede > Ulimite logo, faz-se necessária a SIMULAÇÃO! CTparede < CTmínima logo, faz-se necessária a SIMULAÇÃO! 31

32 Procedimento Simulação exemplo 1? Nebulosidade: escala de 0 a 10, sendo 0 a condição de céu claro, 10 condição de céu totalmente encoberto? 32

33 Procedimento Simulação exemplo 1 Nebulosidade entra como claridade do céu: escala de 0 a 1, sendo 0 a condição de céu totalmente encoberto, 1 condição de céu claro. Temperatura mínima inverno: entra como TBS máxima= TBS mínima + amplitude diária 33

34 Temperatura ( C) Procedimento Simulação exemplo 1 Verificação do desempenho térmico da edificação pelo método de simulação ventilação de 1 renovação de ar por hora: 01 h 03 h 05 h 07 h 09 h 11 h 13 h 31,02 C, 31,38 C e 31,59 C 31,20 C 15 h 17 h TBS externa TBS int Quarto 1 TBS int Quarto 2 TBS int Sala 19 h 21 h 23 h Temperatura ( C) h 03 h 05 h 07 h 09 h 11 h 13 h 15 h 17 h 19 h TBS externa TBS int Quarto 1 TBS int Quarto 2 TBS int Sala Quarto1: 31,02 C< 31,20 C Quarto 2: 31,38 C> 31,20 C Quarto1: 16,86 C> 15,00 C (10 + 5) Quarto 2: 16,93 C> 15,00 C Sala: 31,59 C> 31,20 C Sala: 16,16 C> 15,00 C Logo, necessário SIMULAR novamente! Logo, OK nível de desempenho intermediário! 34 10,00 C 16,86 C, 16,93 C e 16,16 C 21 h 23 h

35 Temperatura ( C) Procedimento Simulação exemplo 1 Verificação do desempenho térmico da edificação pelo método de simulação ventilação de 5 renovações de ar por hora: 01 h 03 h 05 h 07 h 09 h 11 h 30, C, 30,43 C e 30,80 C 13 h 31,20 C 15 h 17 h 19 h TBS externa TBS int Quarto 1 21 h 23 h Temperatura ( C) h 03 h 10,0 C 05 h 14,79 C, 14,86 C e 14,23 C 07 h 09 h 11 h 13 h 15 h 17 h 19 h TBS externa TBS int Quarto 1 21 h 23 h TBS int Quarto 2 TBS int Sala TBS int Quarto 2 TBS int Sala Quarto1: 30, C> 31,20 C Quarto 2: 30,43 C< 31,20 C Quarto1: 14,79 C> 13,00 C (10 + 3) Quarto 2: 14,86 C> 13,00 C Sala: 30,80 C< 31,20 C Sala: 14,23 C> 13,00 C Logo, OK nível de desempenho minímo! Logo, OK nível de desempenho minímo! 35

36 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) A avaliação do desempenho térmico foi realizada em uma edificação residencial unifamiliar. A edificação foi modelada no programa EnergyPlus com cinco zonas térmicas, sendo quatro zonas para os ambientes e uma para o ático da cobertura. Área construída: 36m² (6m x 6m); Pé direito: 2,8m. Ambientes: 2 dormitórios, banheiro, sala e cozinha conjugada; localização Florianópolis (zona bioclimática 3). Referência SORGATO, M. J.; MELO, A. P.; LAMBERTS, R. Análise do Método de Simulação de Desempenho Térmico da Norma NBR Artigo submetido ao ENCAC LabEEE - Laboratório de Eficiência Energética em Edificações

37 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Propriedades da envoltória Cobertura: telha cerâmica, barreira radiante de alumínio e laje de concreto; Transmitância da cobertura U=1,09 [W/(m²K)]; Capacidade térmica da cobertura CT=113,0 [kj/m²k]; Absortância da cobertura é de 0,50. Paredes: concreto armado moldadas in loco, com espessura total de 5cm. Transmitância térmica da parede U=5,00 [W/(m²K)] Capacidade térmica CT=120,0 [kj/m²k] Absortância das paredes é 0,30. O tamanho da abertura para ventilação e iluminação é de 15% em relação à área do ambiente, as aberturas dos ambientes de permanência prolongada possuem dispositivos de sombreamento externo (venezianas). 37

38 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Padrão de ocupação Cada dormitório da edificação deve ser simulado com o padrão de ocupação de duas pessoas por ambiente, para o período noturno entre as 21h e 7h. A Sala de Estar da edificação deve ser simulada com um padrão de ocupação de 50% da edificação, no período diurno entre as 14h e 18h e no período das 18h às 21h, com 100% da ocupação dos dormitórios da edificação. Em função do tipo de atividade desempenhada em cada ambiente deve ser adotada a taxa metabólica para cada atividade. Para a atividade do Dormitório (dormindo ou descansando), devese simular com os valores de calor dissipado de 81 W por pessoa. Para a atividade da Sala (sentado ou assistido TV), o calor dissipado é de 108 W por pessoa. Padrão de uso da iluminação O padrão de uso da iluminação está vinculado em função do padrão de ocupação dos ambientes de permanência prolongada. Considera-se que os usuários utilizam a iluminação artificial nas primeiras horas da manhã, entre 6h às 7h, no período noturno entre as 21h as 23h no Dormitório. Na Sala de Estar os usuários utilizam a iluminação artificial durante o período das 17h as 21h. 38

39 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Critério de avaliação do desempenho térmico no verão O desempenho térmico do ambiente de permanência prolongada é classificado em três níveis: mínimo se (T int T ext ); intermediário se (T int T ext 2 C); superior se (T int T ext 4 C), para a Zona Bioclimática 3. Temperatura C INFLUÊNCIA DA DATA NO DIA TÍPICO DE VERÃO 21/12 - OK (desempenho mínimo) 05/03 - NÃO PASSOU Temperatura C h 03h 05h 07h 09h 11h Temp. Externa 13h 15h 17h 19h 21h 23h Dormitório Casal 18 01h 03h 05h 07h 09h 11h Temp. Externa 13h 15h 17h 19h 21h 23h Dormitório Casal 39

40 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Critério de avaliação do desempenho térmico no verão O desempenho térmico do ambiente de permanência prolongada é classificado em três níveis: mínimo se (T int T ext ); intermediário se (T int T ext 2 C); superior se (T int T ext 4 C), para a Zona Bioclimática 3. INFLUÊNCIA DO TIPO DE CÉU NO DIA TÍPICO DE VERÃO 70% de céu limpo - OK (desempenho min.) 30% de céu limpo - OK (desempenho sup.) Temperatura C Temperatura C h 03h 05h 07h 09h 11h Temp. Externa 13h 15h 17h 19h 21h 23h Dormitório Casal 18 01h 03h 05h 07h 09h 11h Temp. Externa 13h 15h 17h 19h 21h 23h Dormitório Casal 40

41 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Critério de avaliação do desempenho térmico no inverno O desempenho térmico do ambiente de permanência prolongada é classificado em três níveis: mínimo se (T int T ext + 3 C); intermediário se (T int T ext + 5 C); superior se (T int T ext + 7 C), para a Zona Bioclimática 3. Temperatura C INFLUÊNCIA DAS CARGAS INTERNAS NO DIA TÍPICO DE INVERNO sem cargas - OK (desempenho mín.) Temperatura C com cargas - OK (desempenho interm.) h 03h 05h 07h 09h 11h 13h 15h 17h 19h 21h 23h Temp. Externa Dormitório Casal h 03h 05h 07h 09h 11h 13h 15h 17h 19h 21h 23h Temp. Externa Dormitório Casal 41

42 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Avaliação do desempenho térmico da edificação Como proposta, foi desenvolvido e encaminhado um novo método de simulação durante a consulta pública da NBR A proposta do novo método busca avaliar o desempenho térmico da edificação através dos graus-hora de resfriamento e aquecimento. A modelagem da edificação sob avaliação deve estar de acordo com o projeto arquitetônico, geometria da edificação, aberturas, propriedades térmicas dos elementos construtivos (paredes, cobertura e piso) e a orientação conforme o projeto. As aberturas que proporcionam a ventilação (portas e janelas) devem possuir as mesmas coordenadas cartesianas do projeto sob avaliação. A modelagem da envoltória da edificação de referência deve atender os limites estabelecidos no método prescritivo da norma, para os valores de transmitância térmica da parede e cobertura conforme a zona bioclimática adotada. A temperatura base para graus-hora de resfriamento adotada foi de 26 C e de aquecimento de 18 C. 42

43 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Avaliação do desempenho térmico da edificação Os resultados da avaliação do desempenho térmico da edificação, através do método de simulação proposto na consulta pública da NBR 15575, são apresentados nas figuras abaixo. A edificação com parede de concreto de 5cm (parede sob avaliação) apresentou Ch de Resfriamento 70% superiores que a edificação com a parede de referência (atende os limites do prescritivo). O resultado de Ch de Aquecimento foi 60% superior que a edificação com a parede de referência. Ch Aquecimento Dormitório 1 Dormitório 2 Sala Parede Referência 1,112 Parede sob avaliação Ch Resfriamento , , Dormitório 1 Dormitório 2 Sala Parede Referência 1,189 Parede sob avaliação 43

44 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Principais críticas e correções sugeridas => Recomenda-se adotar uma nomenclatura padrão para o dia representativo utilizado na simulação. Um dia de projeto para verão ou inverno representa condições diferentes de um dia típico de verão ou inverno. O termo dia típico de projeto pode causar confusão. => Se o clima no local de implantação da edificação não for semelhante ao de nenhuma outra cidade que tenha dados disponíveis, o método da simulação computacional não deve ser utilizado para avaliação de desempenho térmico. => O programa utilizado para realizar as simulações computacionais deve ser capaz de modelar 8760 horas por ano, variações horárias de ocupação, cargas internas, modelar efeitos de inércia térmica e de multi-zonas térmicas. => Deve-se considerar as cargas internas da edificação para o verão e para o inverno, caso contrário, a simulação não representaria a realidade. 44

45 Procedimento Simulação exemplo 2 (análise crítica) Principais críticas e correções sugeridas =>As janelas dos dormitórios, para qualquer região climática, devem ter dispositivos de sombreamento, permitindo o controle do sombreamento e escurecimento, a critério do usuário. =>As aberturas dos dormitórios da edificação de referência devem ser modeladas com dispositivo de sombreamento. O período de sombreamento mínimo para as zonas bioclimáticas 1 a 4 é de 21 de setembro a 20 de marco (no horário das 8h as 18h), compreendendo a primavera e o verão. Já, para as zonas bioclimáticas 5 a 8 o período de sombreamento e o ano inteiro (no horário das 8h as 18h). Referência SORGATO, M. J.; MARINOSKI, D. L.; MELO, A. P.; LAMBERTS, R. Nota técnica referente a avaliação para a norma de desempenho NBR em consulta pública. LabEEE - Laboratório de Eficiência Energética em Edificações. 2012

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