PLANEJAMENTO DA REGIONAL SUL-2 DA DIREÇÃO EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE MEDICINA

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1 PLANEJAMENTO DA REGIONAL SUL-2 DA DIREÇÃO EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE MEDICINA Frente: UNIVERSIDADE 1- Nó: A universidade não garante o tripé universitário socialmente referenciado, democracia no acesso e permanência, não garante democracia nas decisões distante das camadas populares. Ações e Diretrizes 1. Denunciar a estrutura burocrática e antidemocrática da universidade e fortalecer a representação discente nos órgãos deliberativos - Caderno de textos; - Visitas de regionais; 2. Discutir o acesso democrático e a permanência na universidade: - Seminário - Mesa em evento - Momento formativo em Reunião da Regional 3. Estimular maior apoio da universidade e conscientização dos docentes e discentes acerca da extensão e pesquisa socialmente referenciadas: CR., Eliane (CAAL) - Caderno de textos; - Incentivar a participação docente em mesas de discussão;

2 - Criar espaços nos encontros para discussão; 2- nó: A presença de reformas neo-liberais de governo no âmbito das políticas educacionais e sua propagação nas políticas internas das universidades publicas e privadas. Ações e Diretrizes: 4. Ampliar a discussão e analisar a aplicação das políticas neoliberais dentro da universidade: - Mesas em encontros e seminários, - Caderno de textos - Mídias (site, jornal) - Visita dos regionais 5. Lutar com os setores do movimento estudantil contra as reformas neo-liberais, as privatizações e a reforma universitária: - Enviar calendários das reuniões e manifestações para a regional - Auxiliar na capacitação das CL s sobre o tema - Fazer repasses constantes sobre os acontecimentos nas diversas instâncias relacionadas - Articulação junto a Frente de Lutas contra a reforma universitária - Participar, em 18, 19 e 20 de abril, do conselho estadual de entidades da UEE FRENTE REFORMA SANITÁRIA Ação 1

3 Capacitar e articular junto ao ME e aos movimentos sociais a luta contra as medidas privatizantes na saúde (terceirizações, OS s, fundações estatais de direito privado e privatizações do governo serra) responsável: CR - Participação nos atos - Visitas da CR - Site (2 semanas) - Caderno de textos (EREM) - Participação nos espaços da caravana da saúde da UNE de forma Critica Ação 2 Lutar pelo financiamento publico para a saúde, pela regulamentação da EC29 e defender que a união invista 10% das receitas correntes brutas. - CR - Participação nos atos; - Site em duas semanas - Jornal Ação 3 Priorizar a extensão popular como forma de aproximar da comunidade e descobrir sua percepção sobre o sistema publico de saúde. CR, DACA, Juliana (UNAERP), CARMA - Construir um questionário único que será aplicado pelos CA/DA s em seus ambulatórios e hospitais, questionando os funcionários e a população em relação as dificuldades do serviço e propostas de melhorias. (EREM) - Visita da CR

4 - Site - Espaços para discussão de extensão popular, educação popular em saúde e extensão universitária Ação 4 Estimular a participação dos CA/DA s nos grupos de controle social (conselhos), promovendo debates com os representantes da população, auxiliando, se necessário, sua capacitação, levando para as locais experiências e demandas existentes. CR, Marília, CARMA - Oficina/simulação; - Visitas da CR; - Site; - Jornal; Ação 5 Capacitação discente para que os estudantes se compreendam como atores sociais e capacitação desses e dos demais atores (como agentes comunitários) para entenderem tanto o movimento da reforma sanitária e seus princípios (universalidade, determinantes de saúde, descentralização e controle social), como os por quês da forma como o SUS foi implementado (forma incompleta e distorcida) CR, Marília - Oficinas; - Caderno de texto (EREM); - Site; - Jornal; FRENTE: EDUCAÇAO MEDICA

5 1º Nó crítico: Desarticulação da DENEM em relação às transformações curriculares que visam a formação de um médico socialmente referenciado. Ação 1: Fóruns no site para trocar experiências sobre as transformações curriculares Ação 2: Espaço para discussão sobre atividades extracurriculares na formação médica e o currículo, tendo como pressuposto que a discussão sobre atividades curriculares e extra curriculares é indissociável. Ação 3: Maior número de visitas às CL s (buscar financiamento para os regionais), que abordem discussões sobre a reforma curricular, suas características e a impressão/opinião dos estudantes sobre os efeitos da mudança e promover o intercâmbio das informações. Ação 4: Divulgação nacional do Fórum de Metodologias Ativas, auxílio na mobilização dos discentes, participação da DENEM na construção do Fórum e priorização da data do calendário. CR Diretriz: Desenvolvimento de meios de comunicação com linguagem sempre acessível, contendo, inclusive, um glossário e que veicule informações sobre transformações curriculares. 2º Nó crítico: Ausência de propostas adequadas de avaliação que contribuam para a melhoria da educação médica. * será rediscutido na próxima reunião da Regional.

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