4. NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL

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1 . NATALIDADE E MORTALIDADE INFANTIL

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3 .. Introdução A taxa de natalidade e a taxa de mortalidade infantil são indicadores frequentemente utilizados na caracterização da população. O estudo da taxa de natalidade, a qual representa a relação entre nados vivos e a população residente, permite obter uma perspectiva sobre a forma como a população está a evoluir. A mortalidade infantil é geralmente analisada em função de duas componentes: a mortalidade neonatal, que se refere aos óbitos de crianças com menos de 8 dias de idade, e a mortalidade pós-neonatal, relativa aos óbitos entre os 8 dias e o primeiro ano de vida. A análise destas duas componentes permite separar a mortalidade mais associada às malformações da criança ou a complicações da gravidez e do parto (mortalidade neonatal), e a mortalidade mais associada às condições de vida, deficiências sanitárias e causas externas (mortalidade pós-neonatal)... Taxa de Natalidade Os distritos da região Norte que, no seu conjunto, no final da década de 9 apresentavam taxas de natalidade superiores ao total nacional, apresentaram no período entre 999 e um decréscimo acentuado da natalidade, e em a taxa de natalidade atingiu um valor semelhante ao do total nacional (Figura ). 6 Natalidade por residência da mãe (/ habitantes) 8 6 TOTAL REGIÃO NORTE BRAGA BRAGANÇA PORTO VIANA DO CASTELO VILA REAL Figura Evolução da taxa de natalidade (/ habitantes) entre 999 e, total Nacional, região Norte e por distrito da região Norte

4 O decréscimo no número de nados vivos e consequentemente na taxa de natalidade observada na região Norte ocorreu essencialmente à custa do decréscimo nos distritos de Braga e Porto, que são as regiões onde a taxa de natalidade é maior (Quadros e 5). Quadro - Número de nados vivos por local de residência da mãe, nacional, região Norte e distritos da região Norte Nacional Braga Bragança Porto Viana do Castelo Vila Real Quadro 5 Taxa de natalidade (/ habitantes) por local de residência da mãe, nacional, região Norte e distritos da região Norte Nacional,,7,,,8,,5,,,5 Braga,5,7,5,, Bragança 7,9 7,9 7,6 7, 7, Porto,,,8,,8 Viana do Castelo 9,5 9,8 9, 9, 8,8 Vila Real 8,9 9, 8,7 8,9 9,.. Nados-vivos segundo a idade da mãe Considerando o total de nados vivos em Portugal no período de 997 a, verificou-se uma diminuição da proporção de nados vivos de mães com idade compreendida entre os e os anos, e, pelo contrário, um acentuado aumento dessa proporção nas mães com idade compreendida entre os os 9 anos (Figura 5).

5 Proporção de nados vivos, segundo idade da mãe (/ nados-vivos) Portugal 5 Proporção de nados vivos (%) 5 5 menos 9 anos De a anos De 5 a 9 anos De a anos De 5 a 9 anos anos ou mais Fonte: INE Figura 5 Evolução da proporção de nados vivos (%) entre 997 e, segundo a idade da mãe em Portugal Na região Norte também se verificou uma tendência na diminuição da proporção de nados vivos de mães adolescentes, mas o aumento da proporção de nados vivos de mulheres com idade superior aos 9 anos, que no país apresenta uma tendência crescente, não foi observada na região Norte (Figura 6) proporção de nados vivos (%) 5 < anos > 9 anos Portugal Portugal Portugal Fonte: INE Figura 6 Proporção (%) de nados vivos de gravidez na adolescência (idade< anos) e gravidez tardia (idade>9 anos)

6 Apesar da tendência de redução da proporção de nados vivos de mães adolescentes, o peso relativo é três vezes superior ao das mães com idade superior aos 9 anos, e o número total é ainda muito elevado (n=6 em ) (Quadro 6). Embora algumas gravidezes na adolescência sejam resultado de atitudes planeadas e não possam ser consideradas gravidezes indesejadas, pelas consequências que têm no desenvolvimento do recém-nascido e no projecto de vida das mães adolescentes, é de enorme importância criar e desenvolver condições que permitam a redução destes números. Quadro 6 - Número de nados vivos segundo a idade da mãe, no período de a, em Portugal e na região Norte Portugal Idade da Mãe (anos) Total Ignorada Fonte: INE

7 .. Óbitos e mortalidade infantil... Óbitos e mortalidade infantil entre 999 e A taxa de mortalidade infantil decresceu entre 999 e, de 5,6 para,/ nados vivos a nível nacional. Na região Norte este decréscimo foi ainda mais acentuado, em 999 a taxa de mortalidade infantil era superior ao nacional, tendo em atingido um valor semelhante (Figura 7 e Quadro 7). 7 Taxa de mortalidade infantil por residência da mãe (/ nados vivos) 6 5 Total Figura 7 Evolução da taxa de mortalidade infantil (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 7 Número de óbitos e taxa de mortalidade infantil, nacional e na região Norte, por distrito de residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 65 5, ,5 57 5, 58 5, 7, 7 6, 8 6, 8 6, 8 5,6 5, Braga 86 8, 69 6, 5 5, 5 5,, Bragança 9 7,8 5, 9, 5,6 8 7,5 Porto 8 5,7 5,9 7 6, 9 6, 9,5 Viana do Castelo,6 5,7 6 7, 5,,5 Vila Real 6, 7 7,9 6,8 9,6 5,

8 A mortalidade pós-neonatal está mais associada às condições de vida, deficiências sanitárias e causas externas e, por isso mesmo, mais permeável a intervenções que permitam melhorar este indicador. Verificamos que no período em análise houve uma redução, quer nacional quer na, situando-se em em,5/ nados vivos (Figura 8 e Quadro 8). Taxa de mortalidade pós-neonatal por residência da mãe (/ nados vivos),5,5 Total,5 Figura 8 Evolução da taxa de mortalidade pós-neonatal (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 8 Número de óbitos e taxa de mortalidade pós-neonatal por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 6, 55, 8, 87,6 65,5 9, 9, 86, 6,7 5,5 Braga 5, 6,,, 9,9 Bragança,,9,8,8,8 Porto 5, 8, 9,,6 9, Viana do Castelo,7 5, 8,5 5, 7, Vila Real 6,9 5, 6,, 5, A mortalidade neonatal (óbitos de crianças com menos de 8 dias de idade) está habitualmente associada a anomalias congénitas da criança ou a complicações da gravidez ou/e do parto. Na região Norte, o valor que em 999 era muito superior ao

9 nacional (,7 vs.,6/ nados vivos), convergiu até para valores semelhantes aos nacionais, mantendo depois uma tendência análoga ao nacional (Figura 9 e Quadro 9). 5 Taxa de mortalidade neonatal por residência da mãe (/ nados vivos),5,5,5 Total,5,5 Figura 9 Evolução da taxa de mortalidade neonatal (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro 9 Número de óbitos e taxa de mortalidade neonatal por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 7,6,, 9, 5,7 5,7 7,9, 5,, Braga 5,, 7,,8,7 Bragança 5,7,8 8,7, 5, Porto 8,9 85,7 78,5 95, 6, Viana do Castelo 7, 9,8 8,6 7,6,9 Vila Real 7,8 6, 7, 7, 6, A taxa de mortalidade neonatal pode ainda ser decomposta em neonatal precoce (óbitos de crianças com menos de 7 dias de vida). Verifica-se que na região Norte os valores foram superiores ao nacional, mas em foram semelhantes (Figura, Quadro ). No entanto, deve ter-se em atenção que a análise anual pode estar sujeita a grandes variações devido ao número reduzido de óbitos que ocorre nesta idade.

10 Taxa de mortalidade neonatal precoce por residência da mãe (/ nados vivos),5,5,5 Total,5 Figura Evolução da taxa de mortalidade neonatal precoce (/ nados vivos) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de óbitos e taxa de mortalidade neonatal precoce por residência da mãe (/ nados vivos) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total,7,5, 99,6,,9 8,,8 7, 75, Braga 9,6 7, 7,6 5,5 7,8 Bragança,9, 6 5,,8 5,7 Porto 6,7 65,9 6,9 76,5 6, Viana do Castelo 5, 8, 7, 6,6, Vila Real 5,,9, 7,6,9 Na taxa de mortalidade perinatal, verifica-se um decréscimo durante o período analisado, mais acentuado nos últimos anos, na essa diminuição foi ainda maior que a do global nacional (Figura, Quadro ), sobretudo pela redução na taxa mortalidade fetal tardia (Figura, Quadro ), o que pode reflectir uma melhoria nos cuidados assistenciais à mulher grávida.

11 Taxa de mortalidade perinatal por residência da mãe por (nados-vivos + fetos mortos de 8 e + semanas) Total Figura Evolução da taxa de mortalidade perinatal (/ nados vivos+fetos mortos de 8 e mais semanas) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de óbitos perinatais e taxa de mortalidade perinatal, por residência da mãe (/ nados vivos + fetos mortos de 8 e mais semanas) Total Braga Bragança Porto Viana do Castelo Vila Real

12 Taxa de mortalidade fetal tardia por residência da mãe (por nados-vivos + fetos mortos de 8 e mais semanas),5,5 Total,5,5 Figura Evolução da taxa de mortalidade fetal tardia (/ nados vivos+fetos mortos de 8 e mais semanas) entre 999 e, Total Nacional e Quadro Número de fetos-mortos e taxa de mortalidade fetal tardia, por residência da mãe (/ nados vivos+ fetos mortos de 8 e mais semanas) n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa n Taxa Total 7,8 5,7 9,5 8, 5,,5,, 6,9 75, Braga 8,5 6,,,, Bragança 6 5,,,9,8,7 Porto 7, 6,8 7, 6,9 5,5 Viana do Castelo,6 6, 7, 5, 5, Vila Real 5, 5, 9,7 6,,

13 ... Óbitos no primeiro ano de vida em Para avaliar o peso relativo de cada causa de morte na mortalidade infantil recorremos aos dados do ano (Figura ). Devido à impossibilidade de obter os dados sobre as causas de morte no primeiro ano de vida desagregados por concelho, apresentamos o número de óbitos ocorridos no Norte (NUT II). Verificamos que em houve 67 óbitos, a distribuição pelas diferentes causas consideradas implica um número reduzido de óbitos em algumas causas. Por este motivo a distribuição pelas diferentes causas de óbito poderá apresentar uma grande variabilidade relativamente a anos anteriores. Proporção (%) e número de óbitos de menos de ano de idade por causa de morte, 6 5 % Doenças infecciosas e parasitárias Tumores malignos Restante de doenças do sistema nervoso Afecções respiratórias do recém-nascido Transtornos hemorrágicos e hematológicos do feto ou do recém-nascido Factores maternos e complicações da gravidez, do trabalho de parto e do parto Restante de afecções perinatais Malformações congénitas Outras sintomas, sinais e resultados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte Todas as outras doenças Causas externas Fonte: INE Figura Proporção (%) e número de óbitos com menos de ano, por causa de morte,

14 No ano referido, a maior proporção de óbitos ocorreu por malformações congénitas (7,%), o que torna difícil a implementação de medidas para a melhoria deste indicador. As afecções respiratórias do recém-nascido são responsáveis por 7,% dos óbitos, particularmente o desconforto (angústia) respiratório(a) do recém-nascido (8,%) e a hipóxia intra-uterina e asfixia ao nascer (,6%). A existência de casos de hipoxia intrauterina, aqui referida como causa de morte, poderá indicar que a detecção precoce de sofrimento fetal poderá melhorar a intervenção atempada de cuidado de saúde, que além de reduzir a mortalidade pode prevenir as lesões irreversíveis resultantes da anoxia cerebral. Há ainda a realçar que 9,% dos óbitos ocorrem por doenças infecciosas e parasitárias, das quais metade, são por septicemia bacteriana do recém-nascido. A segunda causa de morte neste grupo etário foram os Factores maternos e por complicações da gravidez, do trabalho de parto e do parto, que na sua maioria (5% dos 9%) estão classificados como Transtornos relacionados com a duração da gravidez e com o crescimento fetal. Esta classificação demasiado vaga e que não permite a identificação da provável causa de morte, indispensável ao planeamento de medidas que permitissem a melhoria deste indicador, poderá ser consequência do facto de o médico assistente ter de estabelecer uma causa de morte sem ter havido uma pesquisa aprofundada da causa, nomeadamente, uma autopsia anatomo-patológica, ou revelar a existência de dificuldades no preenchimento do certificado de óbito.

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