O que é Ser Adulto Ari Batista de Oliveira Mestre em Andragogia pela University of Minnesota - USA

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1 X SÉRIE: FACILITAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1. Introdução 2. A Educação do Adulto 3. O que é Ser Adulto 4. A Aprendizagem de Adulto 5. Compartilhamento de Adultos 6. Conclusão/Bibliografia O que é Ser Adulto Ari Batista de Oliveira Mestre em Andragogia pela University of Minnesota - USA O conceito de adulto que defendemos é, de forma simplificada e resumida: indivíduo maduro o suficiente para assumir as responsabilidades por seus atos diante da sociedade. Entretanto, a maturidade humana apresenta uma certa complexidade para a definição dos seus limites e por isso varia de cultura para cultura. Para a elaboração de um conceito mais completo e objetivo devemos considerar, pelo menos, quatro aspectos da complexidade humana: sociológico, biológico, psicológico e jurídico. O aspeto sociológico diz respeito aos padrões que a sociedade estabelece para reconhecer a independência do indivíduo para assumir sua responsabilidade produtiva. É relacionada, portanto, ao plano econômico. O aspecto biológico refere-se à potencialidade de reprodução da espécie. Essa fase é marcada pela puberdade, ou seja o menino é capaz de ejacular e a menina de menstruar, o que anuncia a maturidade física, e conseqüente capacidade de procriação. O aspecto psicológico está ligado à independência psíquica do indivíduo. É caracterizada pela competência autoadministrativa, que permite ao indivíduo estabelecer seu próprio equilíbrio, resultante dos conflitos cognitivos que são gerados pelas forças dissonantes e consonantes do seu processo mental. O aspecto jurídico é relacionado às normas legais para o relacionamento público do cidadão. Nessa esfera, ele é considerado apto ou não para responder por seus atos que, por ventura venham a infringir os padrões morais de convivência social. Expandindo o conceito de adulto que apresentamos anteriormente, de acordo com os quatro aspectos definidos acima, poderíamos recolocá-lo da seguinte forma: Adulto é aquele indivíduo que ocupa o status definido pela sociedade, por ser maduro o suficiente para dar continuidade à espécie e, cognitivamente, autodirigido, que o torna capaz de responder pelos seus atos diante da sociedade. A discussão sobre a definição do ser adulto, deve lembrar que não podemos divorciar tal conceito do contexto social. A definição estabelecida pela sociedade tem peso decisivo na classificação da pessoa adulta. Se ela, por exemplo, não reconhece que uma pessoa está apta (maturidade) a possuir carteira de motorista antes dos 18 anos, é inútil julgarmos o contrário individualmente, que esse menor estará infringindo a lei, se dirigir um veículo. Daí o conceito de maturidade poder variar de sociedade para sociedade.

2 Para caracterizar bem a pessoa adulta, contrastamos, no quadro a seguir, algumas das suas dimensões de maturação que caracterizam sua passagem da fase infantil para a adulta: DIMENSÕES DA MATURAÇÃO INFANTIL dependente passividade subjetividade ignorância pequenas habilidades poucas responsabilidades pequenos interesses egoísmo auto-rejeição identidade indefinida focalização no particular preocupações superficiais imitação necessidade de certeza impulsividade autonomia ação objetividade conhecimento grandes habilidades muitas responsabilidades variedade de interesses altruísmo auto-aceitação identidade integrada focalização em princípios preocupações profundas originalidade tolerância à ambigüidade racionalização ADULTO 2.1. Desenvolvimento cognitivo Jean Piaget estudou o desenvolvimento cognitivo da criança que é o suporte dos atuais posicionamentos educacionais. Segundo ele, esse desenvolvimento pode ser resumido em quatro etapas que se conclui na faixa etária dos 16 anos, conforme resumo a seguir: ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTOCOGNITIVO: 1. Sensório motor: 0 a 2 anos = = 2. Pré-operatório: 2 a 6 anos = 3. Operatório concreto: 6 a 12 anos = 4. Operatório formal: 11 a 16 anos = d = m v De forma bem resumida, podemos interpretar a classificação de Piaget assim: Na primeira fase, sensório motor, a criança não vê distinção entre ela e as coisas que estão à sua volta. Na fase pré-operatório ela consegue distinguir que ela é diferente das coisas que estão à sua volta. Na operatório concreto, a criança, não só percebe a diferença entre ela e as coisas, como é capaz de pontuar os requintes diferenciais. A última fase, operatório formal, o indivíduo atinge o ápice do seu desenvolvimento cognitivo, quando é capaz de operar com as abstrações, como por exemplo, descrever um fenômeno físico através de fórmula matemática.

3 Essa classificação de Piaget é passiva de crítica porque os estudos andragógicos têm provado que o indivíduo continua o seu desenvolvimento cognitivo ao entrar na fase adulta. Daí a necessidade de uma nova faixa de desenvolvimento que Rybash, Hoyer e Roodin denominaram de Pós-operatório. O quadro, a seguir, contrasta as diferenças: OPERATÓRIO FORMAL Lógica para solução problemas Possibilidade de abstração Realidade física Sistema fechado Separação e análise Solução de problemas Sistemas simples Desconhecimento de si PÓS-OPERATÓRIO FORMAL Múltiplas soluções Prática do dia-a-dia Significado pessoal Fronteiras obscuras Mistura de variáveis Criação de problemas Múltiplos sistemas Consciência de si Desenvolvimento cognitivo do adulto Uma pessoa, ao tornar-se adulta, experimenta sete fases distintas na sua vida, o que pode ser chamado de ciclo de vida de desenvolvimento. Cada uma dessas fases, ou estágios, apresenta ao indivíduo grandes oportunidades de aprendizagem; daí o seu desenvolvimento ter continuidade até à morte. a) Declarando a independência - entre 18 e 22 anos Ainda que não faça parte geral da cultura brasileira, como é nos Estados Unidos, o jovem nessa idade começa a buscar sua independência da tutela e da autoridade dos pais. Nessa fase o jovem adulto busca: Quebrar os laços psicológicos Escolher sua carreira Começar a trabalhar Arranjar parceiro para experiência afetiva Administrar suas coisas e seu tempo Ajustar-se à sua própria vida b) Tornando-se adulto - entre 23 e 28 anos As características da personalidade adulta despontam-se com clareza nessa faixa etária, quando familiares, amigos e autoridades percebem que a pessoa pode ser considerada responsável plena pelos seus atos. Nesse estágio o adulto objetiva: Selecionar o parceiro para uma relação permanente Começar a carreira profissional num trabalho fixo Tornar-se pai ou mãe Envolver-se com a comunidade Consumir de forma racional Comprar um imóvel Interagir na sociedade Ter total autonomia c) Sentindo-se adulto pleno - entre 29 e 34 anos Após o indivíduo atingir essa idade, ele se sente plenamente maduro e não admite qualquer questionamento quanto a esse fato, seja em qual for a área da sua vida. Nessa fase o adulto convicto busca: Pesquisar seus valores pessoais Reavaliar suas relações amorosas Progredir na carreira profissional Acompanhar o crescimento de filhos Estabelecer raízes e adquirir casa permanente d) Começando a vida média - entre 35 e 43 anos O indivíduo passa a reexaminar os valores adquiridos involuntariamente dos parentes e da sociedade. Nessa fase o adulto busca: Pesquisar significados

4 Reavaliar o casamento Reexaminar o trabalho profissional Relacionar-se com filhos adolescentes Lidar com parentes idosos Reavaliar prioridades e valores pessoais Ajustar-se à vida de divorciado e) Reestabilizando a vida - entre 44 e 55 anos A pessoa faz uma grande avaliação de suas experiências vividas, confrontando suas teorias com a prática da vida para descartar os antigos valores não sustentáveis com a essência de viver. Nesse estágio ela busca: Ajustar-se às realidades do trabalho Liberar os filhos jovens adultos Ajustar-se ao ninho vazio deixado pelos filhos Envolver-se mais com a vida social Participar ativamente das preocupações comunitárias Dar suporte às grandes necessidades de pais idosos Administrar orçamento para ajudar estudo de filhos e doença de parentes Ajustar-se ao endereço de moradia definitiva f) Preparando-se para aposentadoria - entre 56 e 64 anos A pessoa enxerga em si os indícios de velhice, com o aparecimento dos seus primeiros sintomas de indisposição física. Nessa fase ela busca: Ajustar-se aos problemas de doença Aprofundar relacionamentos pessoais Preparar para aposentar-se Expandir interesses não vocacionais Administrar folga orçamentaria Ajustar-se à perda de parceiro g) Aposentando-se - acima de 65 anos A pessoa começa a mais dramática experiência de sua vida. Por um lado as frustrações provocadas pelas suas limitações físicas e por outro a sabedoria que lhe é reservada pelo acúmulo de experiências. Nessa fase o indivíduo busca: Desligar-se do trabalho onde realizou-se profissionalmente Administrar o excesso de tempo livre Administrar sua folga financeira Preocupar-se com a saúde Pesquisar alternativas de auto realização Ajustar-se às demandas de maior aproximação do cônjuge Pesquisar pelos significado das coisas Afinar-se com a realidade da proximidade da morte NOTA: apesar da aposentadoria no Brasil ocorrer precocemente, com a nova lei a ser aprovada ainda neste ano, a faixa etária para aposentadoria deverá ser equivalente à Americana A experiência do adulto Talvez o fator de maior importância nas características da pessoa adulta é a sua experiência. Por mais simples que seja a vida de um adulto, mesmo que tenha passado toda sua vida distante dos bancos escolares, sua experiência acumulada é um fato inegável. Essa experiência é que lhe proporciona o saber, ou melhor, o sabor da vida! À medida que os anos vão se passando diante de nós, nossa capacidade interpretativa dos fatos vai se alterando, baseada nas experiências anteriores, de modo a nos fornecer um novo banco de dados renovado que nos permite uma avaliação mais sábia. Considerando a importância dessa experiência para o adulto, é quase uma crueldade privar-lhe da oportunidade de compartilhar suas vivências num relacionamento social, principalmente, de aprendizagem. O adulto tem necessidade de falar de suas experiências, como tem de respirar! Portanto, o ambiente educacional do adulto deve ser permeado de narrativas individuais de vida, onde o diálogo é o maior estimulador motivacional.

5 É interessante observar que a experiência da pessoa adulta a torna um ser pragmático, ou seja de conhecimento imediatista. Vamos explicar o que isso quer dizer: a tolerância de uma criança quanto a um conhecimento que deve ser adquirido no presente para ser usado somente num futuro, mesmo que longínquo, não lhe causa nenhuma angústia. Ela é capaz de estudar e memorizar fórmulas e mais fórmulas, na expectativa de que, quando se tornar um engenheiro, médico, analista, etc., venha a utilizar tais conhecimentos. O mesmo não ocorre com o adulto. Ele não tolera adquirir um conhecimento que não tenha sentido para o dia-a-dia, hoje. Neste sentido a pessoa adulta é um indivíduo imediatista! Concluindo sobre a experiência do adulto, queremos destacar que não podemos analisar com ingenuidade esta questão, desprezando a pessoa simples, que não freqüentou a escola, pressupondo que, por esse motivo, ela não tenha sabedoria, por não possuir o conhecimento culto. Da mesma forma, não podemos superestimar a pessoa culta, que vive debruçada nos livros, como uma pessoa de experiência superior. Isso porque uma pessoa pode estar repetindo uma mesma experiência anos a fio, sem sair do lugar. Por exemplo, um profissional poderá ter 10 anos numa profissão, desempenhando uma determinada função, o que pode significar 10 anos de repetição de uma mesma experiência. Matematicamente, sua experiência seria apenas de 1 ano naquela função! A maior fonte de motivação do adulto é a sua própria experiência

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