MERLEAU-PONTY: UMA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA COMO SER-NO-MUNDO RESUMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MERLEAU-PONTY: UMA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA COMO SER-NO-MUNDO RESUMO"

Transcrição

1 962 MERLEAU-PONTY: UMA CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA COMO SER-NO-MUNDO Silvano Severino Dias Universidade Federal de Uberlândia Faculdade Católica de Uberlândia ESAMC RESUMO Objetivamos compreender, na perspectiva de Merleau-Ponty ( ), a construção do mundo da criança e a sua constituição como ser-no-mundo. Esta compreensão é um contraponto às visões formuladas pelas ciências humanas (Psicologia, Sociologia, História e Antropologia), que se consolidava desde meados do século XIX e início do século XX. Nesse período emergiu a crise do paradigma da subjetividade e o nascimento das ciências humanas. O primeiro, apresentava a verdade como derivada do sujeito pensante, que não consegue ser mantida quando o pensamento se volta agora não mais sobre si mesmo, mas sobre o mundo natural, visando alcançar uma realidade objetiva. O segundo, apoiadas em bases empíricas experimentais, elaborava hipóteses e leis, cuja exatidão era comprovada pela observação e experiência, garantindo-lhes uma certa objetividade científica. Entretanto, as ciências humanas, tomaram por objeto o sujeito e, reduziram o sujeito a objeto, situando-o entre os seus objetos de estudos, o considera como sendo um dado. Isto provoca nas ciências humanas uma crise de cunho epistemológico insolúvel: como fazer do sujeito um objeto, sem deixar de conhecê-lo como sujeito? Assistimos, estas crises alteraram o nosso modo de compreender e interpretar o mundo, a natureza, o homem e a nós mesmos. Opondo-se às concepções das ciências humanas e ao paradigma subjetivista, Merleau-Ponty, situa a existência, o comportamento existencial do homem nem como efeito, nem o mundo como causa, mas concebe o fenômeno humano como ser-no-mundo. A fenomenologia, nessa perspectiva, repõe as essências na existência, o homem passa a ser compreendido, a partir de sua facticidade, no contato com o mundo, onde se dá o relato do espaço, do tempo, do mundo vividos., o autor denuncia que a tradição naturalista concebe a criança como produto das causalidades do mundo, não entende o seu desenvolvimento como uma emergência de formas novas, opondo-se a uma teoria da aprendizagem, não compreendendo que há uma ação recíproca entre interior e exterior. Assim sendo, consideramos que, em Merleau-Ponty, a concepção de mundo, de sociedade e de homem, parte do horizonte da história e da cultura. Em vista de um posicionamento metodológico, primeiramente investigou-se a concepção de percepção e de ser-no-mundo a partir do campo fenomênico do autor. Segundo evidenciamos as críticas à visão naturalista de homem, presentes nas interpretações das ciências humanas, as quais estão fundamentalmente presentes nas seguintes obras: A Estrutura do Comportamento (1942), Fenomenologia da Percepção (1945), O Primado da Percepção e suas Conseqüências Filosóficas (1947), Os cursos: Merleau-Ponty: resumos de curso: resumos de curso: Psicossociologia e filosofia e Merleau-Ponty na Sorbonne: resumo de cursos: Filosofia e linguagem. A concepção de infância em Merleau-Ponty se configura com mais precisão a partir dessas obras. Nestas obras, a criança passa a ser compreendida não como um ser faltante, inacabado, não de forma negativa, mas a partir de sua condição de criança, ou seja, como um ser-no-mundo e, por sua vez, o mundo da criança pode ser afetado por instabilidades e incoerências, as quais não têm sua gênese no exterior. Para apresentar a sua psicologia da criança, nos restringiremos a alguns tópicos relacionados a seguir: não condensar a condição de criança em uma mentalidade infantil nem considerar a criança como não participante da vida humana. a originalidade da mentalidade infantil, não é preciso por isso condensá-la numa estrutura natural que seria opaca para nós adultos; o adulto deve ser retirado da educação? Não. A educação de pura imanência onde a criança é deixada às suas próprias forças não é melhor que a educação autoritária. A criança não pode adquirir as técnicas da vida se é deixada a si mesma ou submetida a seus educadores. Nos sistemas escolares, onde a criança está sempre diante da criança, o puerilismo desenvolve-se e reina certo aborrecimento; a criança devemos reintegrá-la tal qual concebemos no todo social e histórico dentro do

2 963 qual ela se apresenta. É nesse processo que ocorrerá possibilidades para a criança vivenciar conflitos e episódios que antecipam seus poderes físicos ou intelectuais. Sua idade, de repente, define-se relativamente a pessoas e instituições; Relações de identificações a relação entre a criança e o adulto é uma relação singular de identificação. A criança se vê nos outros (como os outros se vêem nela). A criança vê nos seus pais seu destino, ela será como eles. Há nela tensão particular entre aquele que não pode viver ainda segundo o modelo e o modelo. É a partir dessa dinâmica que ela desenvolve a sua conduta infantil; e, finalmente, a maneira de fazer entrar a criança na herança cultural no ensino secundário, o sistema socrático (encontrar tudo pelos pensamentos que partem dos alunos) não deu resultados, pois se percebe que os alunos aprendem imitando os modos de falar e de pensar do professor. Ou seja, eles não entram na herança cultural somente por meio da inteligência, mas também por meios quase dramáticos da imitação do adulto.o retorno às essências é posto anterior ao campo das ciências. Considerações Iniciais TRABALHO COMPLETO Resumidamente, não há uma essência, uma idéia que não se atenha a um domínio de história e geografia, não que esteja nele encerrada, e inacessível para os outros, mas porque o espaço ou o tempo da cultura, como o da natureza, não são sobrevoáveis, e a comunicação de uma cultura constituída com outra se faz por meio da região selvagem onde todos nasceram. Em tudo isso, onde está a essência? Onde está a existência? (...) Nunca temos diante de nós puros indivíduos, geleiras de seres insecáveis, nem essências sem lugar e sem data, não que exista alhures, para além do nosso alcance, mas porque somos experiências, isto é, pensamentos que experimentam, atrás deles, o peso do espaço, do tempo, do próprio Ser que eles pensam, que, portanto, não têm sob o seu olhar um espaço e um tempo serial, nem a pura idéia das séries, tendo, entretanto, em torno de si mesmos um tempo e um espaço de empilhamento, de proliferação, de imbricação, de promiscuidade perpétua pregnância, parto perpétuo, geratividade e generalidade, essência bruta e existência bruta que são os ventres e os nós da mesma vibração ontológica. (Merleau-Ponty, 2005:114). Trata-se de evidenciar a compreensão de Merleau-Ponty ( ) sobre o mundo da criança. Essa visão é um contraponto às perspectivas de infância e de criança alicerçadas tanto na tradição subjetivista, quanto na perspectiva das explicações das ciências humanas. A perspectiva subjetivista, que apresenta a verdade como derivada do sujeito pensante, não consegue ser mantida quando o pensamento se volta não mais sobre si mesmo, mas sobre o mundo natural, visando conhecer uma realidade objetiva. A perspectiva naturalista, racionalista que fundamenta as explicações científicas e define o campo e o objeto de estudo específico das áreas das ciências humanas (Sociologia, História, Psicologia), ao tomarem por objeto o sujeito reduzem o sujeito a objeto, situando-o entre os seus objetos de estudos, o considera como sendo um dado. Esta última perspectiva provoca nas ciências humanas uma crise de cunho epistemológico insolúvel: como fazer do sujeito um objeto, sem deixar de conhecê-lo como sujeito? Além do mais, para Merleau-Ponty, as explicações científicas, no início do século XX, encontravam-se eivadas de mitos, são eles: a) o mito das leis da natureza, que se situa meio caminho das normas e dos fatos; e, b) o mito da explicação científica, que acena para um dia transformar numa proporção idêntica e evidente a própria

3 964 existência do mundo. (1961: 160). Este esforço da ciência em ser a porta voz da razão confundia a razão com o conhecimento das causas, com isso, reconduzia o estudo de um fato à sua causa. As ciências humanas, desse modo, ao trazerem no subsolo de suas explicações a noção de Natureza, não conseguem compreender e formular para si mesmas a noção de liberdade humana. Se essas ciências fixam e concebem a Natureza como propedêutica para se chegar ao Ser, às coisas, elas se encontram diante do velho problema, ou seja, da relação entre sujeito-objeto, situando o pesquisador como estando fora, exterior, um ao lado do outro, numa relação de continuidade. Isto retoma as posições dualistas, tais como: sujeito/objeto, objetividade/subjetividade, dentro/fora, interior/exterior. Merleau- Ponty compreende a natureza como uma estrutura onde tudo se encontra tecido junto. Merleau-Ponty: a fenomenologia da gênese A proposta filosófica de Merleau-Ponty busca desvelar a existência de fato e a do mundo. Para ele, a filosofia da existência não se reduz em colocar no homem a liberdade antes da essência, mas aponta que a liberdade só é liberdade se encarnada no mundo e, como sendo uma atividade humana realizada sobre uma situação de fato. Assim, o existir, para Merleau-Ponty, não consiste somente num termo antropológico, pois a existência desvela, em face da liberdade, o mundo como uma promessa e uma ameaça para ela, esse mundo é o mesmo que nós existimos e habitamos. Seguindo este itinerário, Merleau-Ponty compôs a sua filosofia a partir de duas perspectivas, a da dialética e a da intuição. Ambas convergem para a fenomenologia da gênese, ou seja, buscam apreender a subjetividade em sua relação efetiva com o mundo (1961: 171). É a partir desse pressuposto que apreenderemos o sentido do nascimento da reflexão que, por princípio, separa-se e apenas separa-se para apreender o irrefletido (1961: 172). Desse modo, a fenomenologia de Merleau-Ponty (1999:1) repõe as essências na existência, o homem passa a ser compreendido, a partir de sua facticidade, no contato com o mundo, onde se dá o relato do espaço, do tempo, do mundo vividos. Daí o autor apontar que a experiência originária no mundo percebido como uma consciência perceptiva encontra-se imbricada na relação com o vivido, do pré-reflexivo, do imediato. É originária não por ser anterior às outras experiências, mas porque as torna possíveis. A fenomenologia, compreendida assim, instaura a percepção como um mundo fenomenal, ou seja, faz surgir um mundo em que aparece tal como foi percebido. Merleau-Ponty situa o mundo como sendo o campo específico da experiência humana. Essa contínua busca do imediato não é o contrário da mediação, pois o imediato é o reconhecimento de um paradoxo a que a intuição está sujeita: (...) para possuir a si mesmo, é preciso começar por sair de si, para ver o próprio mundo, é preciso antes afastar-se dele (1961: 172). Mas, como o homem se encontra entrelaçado ao mundo, é neste afastamento de si que o homem descobre o outro e o outro o descobre. Assim, o ego e o alter passam a ter sentido quando este homem encarnado se compreende como uma consciência entre as outras consciências. O cogito me descobre em situação, e é somente nesta condição que a subjetividade se desabrocha em intersubjetividade. A existência assim entendida é a própria essência do homem: não há homem sem mundo, nem mundo sem homem. O homem é um tecido na textura do mundo que ele habita. Isto posto, dizemos que a subjetividade torna intersubjetividade, o eu relaciona-se com os outros e vice-versa, com as coisas, com os signos num contato imediato, de entrelaçamento, de mistura, de tal modo que a definição, a conceituação não consegue alcançar o sentido dessas inter-relações. Daí deriva o foco de nossa discussão: como se dá a construção do mundo da criança, tendo esta como ser-no-mundo? Como será possível compreendermos a infância nessa perspectiva? A discussão sobre o modo como é estudada a criança é analisado por Merleau-Ponty em várias de suas obras, com as suas datas de publicação, respectivamente. São elas: A Estrutura do Comportamento (1942), A Fenomenologia da Percepção (1945), O Primado da Percepção e suas Conseqüências

4 965 Filosóficas (1947), Merleau-Ponty na Sorbonne: resumo de cursos Filosofia e Linguagem ( ), Merleau-Ponty na Sorbonne: resumo de cursos Psicossociologia e Filosofia ( ), Ciências do Homem e Fenomenologia ( ), O Visível e o Invisível (1960) e, por fim, A Prosa do Mundo (1969). Os manuscritos deixados pelo autor resultaram nas edições das duas últimas obras. Análise crítica da noção de desenvolvimento e das dificuldades de se estudar a criança Embora os estudos de Merleau-Ponty sobre a infância e a criança perpassam por grande parte de suas obras, é, notadamente, no período de 1948 a 1952, quando foi titular da cadeira de Psicologia da Criança e Pedagogia ministrando os cursos de Filosofia e Linguagem e de Psicossociologia e Filosofia, que esta temática teve mais ênfase. No curso sobre Psicossociologia e Filosofia, ele analisa duas noções de desenvolvimento. A primeira foi caracterizada como mecanicista, que pode ser ilustrada com o pensamento de Pavlov. A segunda é caracterizada como idealista ou logicista, pois considera as atividades da criança em uma série de regulações perceptivas pré-intelectuais. A concepção mecanicista vinha sendo discutida por Merleau-Ponty em sua obra: A Estrutura do Comportamento desde Nesta obra, Merleau-Ponty já tecia uma análise crítica sobre o modo como os psicólogos behavioristas concebiam a consciência infantil. Merleau-Ponty (1942: 204-5) apontava que a consciência Receberia de fora suas estruturas privilegiadas pela ação de uma causalidade sociológica ou fisiológica. Se essas estruturas não estivessem de alguma forma prefiguradas na consciência da criança, o objeto de uso e outro não se exprimiriam nela senão por edifícios de sensações dos quais uma interpretação não reencontrasse na criança que ouve falar, alguma predisposição ao ato da palavra, a linguagem permaneceria muito tempo para ela um fenômeno sonoro entre outros, seria importante sobre o mosaico de sensações de que disporia a consciência infantil., não se compreenderia que pudesse desempenhar, na constituição do mundo do percebido, o papel diretor que os psicólogos concordam em lhe conhecer. A consciência da criança se forma na medida em que a criança vê utilizar objetos humanos e começa a utilizá-los e, por sua vez, torna-se capaz de compreender nesses atos e nesses objetos o sentido do trabalho que o produziu. A socialização da criança, nesta perspectiva, é vista como sendo uma inserção mecânica, pois o meio social intervém do exterior sem preparação e sem apelo da criança. Ou seja, a integração na vida social se daria por meio de proibições inibidoras. A criança é vista como um organismo sensível a certas excitações exteriores às quais ele responde em forma do circuito reflexo. Este pode ser modificado quando o estímulo natural é freqüentemente associado a um estímulo condicionado; a reação é obtida pela substituição de um estímulo por outro, sem que haja uma tomada de consciência desta mudança. Assim, a resposta das crianças seria cada vez mais variada e a própria conduta simbólica derivaria desse mecanismo. Para Merleau-Ponty, essa concepção, num primeiro momento, aponta que as respostas dadas pelo organismo dependem essencialmente de fenômenos exteriores. Não há condição interna, apenas anatômica da recepção. Apesar disso, não se pode considerar o indivíduo como sendo passivo. A resposta é condicionada tanto pelo número e qualidade desses estímulos quanto pela atitude do organismo a seu respeito, pois estes selecionam, eles mesmos, os elementos operantes do meio que os cerca. Desse modo, o organismo seria modificado pelo meio. Contudo, segundo Merleau-Ponty, ocorrem modificações do organismo anteriormente à influência do meio. Para este autor, não há uma adaptação de

5 966 um organismo passivo a um único meio ativo, mas uma pré-adaptação ativa, pois o organismo tende a se estabilizar num meio apropriado para desenvolver as suas possibilidades. Tanto a noção de adaptação quanto a de reflexo, são equívocas, pois o que ocorre é uma reciprocidade entre o organismo e o meio. Em segundo lugar esta concepção do desenvolvimento indica que entre o antecedente e o subseqüente (estímulo e a resposta) há uma simples diferença de graus e, todo o desenvolvimento da criança resultaria de uma soma de mudanças. Contudo, para Merleau-Ponty, o desenvolvimento não é um contínuo, nem tampouco o hábito pode ser uma soma de reflexos, pois se assim fosse, não se compreenderia como é possível transferir um hábito sem ter necessidade de um aprendizado. O hábito tem sempre um caráter de relativa generalidade. O que é adquirido pelo hábito não é uma série de movimentos determinados, mas uma possibilidade, uma aptidão para inventar uma solução sólida para uma situação que não pode sobrepor-se àquela do aprendizado. Embora de modo diferente, a concepção do desenvolvimento idealista insiste no fato de que o desenvolvimento não é, no ser humano, um registro no seu sistema nervoso de certas respostas a certos estímulos. Para esta perspectiva, o desenvolvimento supõe uma tomada de consciência, uma compreensão da situação que ignora o ponto de vista mecanicista. Este não cede lugar ao papel da inteligência. Segundo a atitude idealista, todo desenvolvimento é direcionado por uma série de atos de ideação que intervêm na ruptura com o que precede. A tomada de consciência de uma situação em um plano intelectual supõe, então, uma certa reversibilidade do espírito. A criança alcança o advento de um pensamento, não ainda aplicado a um ponto de seu raciocínio, mas que possa transportar-se para um ponto completamente diferente. Essas duas concepções, idealista e mecanicista, não se excluem. Num sentido são complementares. No que diz respeito ao desenvolvimento da criança são insuficientes, pois: A inteligência e a percepção manifestam-se de maneira diferente. Na percepção da profundeza o número dos erros é inversamente proporcional à quantidade de objetos dados no campo; para a inteligência há apenas uma diferença de grau entre essas diferentes coisas. Para a percepção, perceber dois pedaços giz é qualitativamente diferente de perceber um conjunto de cinco pedaços de giz. Os gestaltistas diriam que cada objeto é visto em relação ao conjunto. A presença de cinco pedaços de giz intui igualmente um fenômeno de nível, onde a dimensão e a distância dos objetos são mais bem determinados. O que, do ponto de vista do julgamento, era equivalente tornar-se muito diferente na percepção [...]. Porém, não é só isso; observamos uma interação que confere a cada um dos termos das propriedades do grupo uma transformação, um autodesenvolvimento que não aparece na experiência do reflexo condicionado. Para os gestaltistas, nem toda forma é estática; existe uma forma temporal. A percepção desenvolve-se no tempo (a melodia é qualitativamente diferente das notas que a compõem). (MERLEAU-PONTY, 1960: 10). Além dessas críticas às perspectivas, mecanicista (behaviorista) e idealista, Merleau-Ponty evidencia as dificuldades da Psicologia sobre o estudo da criança, dentre os quais destacamos: a) o objeto a ser conhecido está numa situação diversa daquela do observador, o que torna difícil compreendê-lo assim como ele se apresenta. O que observamos é a imagem da criança vista numa certa relação com o adulto (observador); b) há uma desigualdade entre o observador e o observado e, por fim, c)a criança reage à nossa atitude com uma certa prontidão, que nós não nos inteiramos da mudança que nossa presença de adulto produz nas suas reações. Para Merleau-Ponty, para se estudar a criança é preciso que renunciemos a fazer anotações dos fatos, para que haja conhecimento científico do outro ; que o que era fundo se torne figura; que deixemos de ver como fatum o que provém de nós mesmos; que consideremos a criança não como nosso ponto de

6 967 vista ou de um ponto de vista diferente do nosso. Portanto, precisamos reconstruir uma dinâmica interpessoal e não dispor os traços de uma natureza infantil. Desse modo, dizemos que o desenvolvimento da criança constitui um momento numa dinâmica de conjunto, o que torna impossível distinguir as condições fisiológicas das psicológicas, na conduta. Assim, o desenvolvimento não é nem causal nem final, mas trata-se de um fenômeno de ordem relativamente contingente. Ou seja, ele é tão pouco um destino quanto uma liberdade incondicionada. Contudo, é sempre num campo corporal que o indivíduo cumpre o ato decisivo do desenvolvimento. Apoiando-se em Hegel, Merleau-Ponty aponta que o indivíduo só ultrapassa seus primeiros estados se consente em conservá-los. Daí o caráter da dinâmica pessoal e interpessoal do desenvolvimento. A noção de criança em Merleau-Ponty A concepção de criança de Merleau-Ponty que se emerge dessa visão de desenvolvimento é de cunho positivo. Para ele, aquelas perspectivas não compreendiam a criança como sendo ativa, que não pode desenvolver-se sem engajamento, sem ação externa, sem liberdade como dinâmica da criança levando em conta a constituição da sua subjetividade e da sua constituição como ser-no-mundo. A tradição naturalista concebe a criança como produto das causalidades do mundo, não entende o seu desenvolvimento como uma emergência de formas novas, opondo-se a uma teoria da aprendizagem, não compreendendo que há uma ação recíproca entre interior e exterior. A criança antecipa a condição da criança, como um ser-no-mundo e, por sua vez o mundo da criança pode ser afetado por instabilidades e incoerências, as quais não têm sua gênese no exterior. Para apresentar a sua psicologia da criança, nos restringiremos a alguns tópicos relacionados a seguir: a) não condensar a condição de criança em uma mentalidade infantil nem considerar a criança como não participante da vida humana. a originalidade da mentalidade infantil, não é preciso por isso condensá-la numa estrutura natural que seria opaca para nós adultos; b) o adulto deve ser retirado da educação? Não. A educação de pura imanência onde a criança é deixada às suas próprias forças não é melhor que a educação autoritária. A criança não pode adquirir as técnicas da vida se é deixada a si mesma ou submetida a seus educadores. Nos sistemas escolares, onde a criança está sempre diante da criança, o puerilismo desenvolve-se e reina certo aborrecimento; c) a criança devemos reintegrá-la tal qual concebemos no todo social e histórico dentro do qual ela se apresenta. É nesse processo que ocorrerá possibilidades para a criança vivenciarem conflitos e episódios que antecipam seus poderes físicos ou intelectuais. Sua idade, de repente, define-se relativamente a pessoas e instituições; d) Relações de identificações a relação entre a criança e o adulto é uma relação singular de identificação. A criança se vê nos outros (como os outros se vêem nela). A criança vê nos seus pais seu destino, ela será como eles. Há nela tensão particular entre aquele que não pode viver ainda segundo o modelo e o modelo. É a partir dessa dinâmica que ela desenvolve a sua conduta infantil; e, finalmente, e) a maneira de fazer entrar a criança na herança cultural no ensino secundário, o sistema socrático (encontrar tudo pelos pensamentos que partem dos alunos) não deu resultados famosos (extrema lentidão dos progressos, estagnação no mesmo lugar). Os alunos aprendem imitando os modos de falar e de pensar do professor. Portanto, eles entram na herança cultural não somente por meio da inteligência, mas também por meios quase dramáticos da imitação do adulto. A consciência da criança é diferente, não somente no conteúdo como, também, na sua organização. A formação da consciência da consciência acontece a partir das relações que esta estabelece som os seres, os animais, os outros e com a natureza. Assim, é nessa relação com o campo do vivido, vivenciando as coisas que a criança vai organizando e constituindo a sua consciência. É através dessa experiência concreta da realidade que a criança explora o mundo. Essa consciência expressa um sentido. Pois, desde cedo a criança é acolhida numa teia de relações, nasce num contexto social, que é constituído pelas relações parentais. Por sua vez, esse contexto

7 968 oferece também resistência à sua ação, à sua liberdade. A conduta infantil é formada por conflitos, que são resultantes tanto da fatalidade de sua idade mental, quanto dos determinantes da história, ou seja, dos acontecimentos da infância que explicam a sua mentalidade. Compreendendo a criança em relação com o mundo e os seus determinantes, os objetos, os animais etc, ela debita ao mundo seus sonhos assim como suas percepções, pois ela acredita que o sonho se passa no quarto, ao pé de sua cama, e só é visível para aqueles que dormem. Neste primeiro momento, o mundo é ainda o lugar vago de todas as experiências. MERLEAU-PONTY, 1999: 464). Ao relacionar-se com o mundo, com as coisas guiadas pela percepção, a criança experimenta, também, a inerência de sua consciência ao seu corpo e ao de outra consciência perceptiva, como um ser no mundo. Na verdade, a percepção do outro e do mundo subjetivo só representam problema para o adulto. A criança vive em um mundo que ela acredita imediatamente acessível a todos aqueles que a circundam, ela não tem nenhuma consciência de si mesma, nem tampouco dos outros, como subjetividades privadas, ela não suspeita que nós todos e ela mesma estejamos limitados a certo ponto de vista sobre o mundo. É por isso que ela não submete à crítica nem seus pensamentos, nos quais crê na medida em que eles se apresentam e sem procurar ligá-los, nem nossas falas. Ela não tem ciência dos pontos de vista. Para ela, os homens são cabeças vazias dirigidas a um mundo único, um mundo evidente em que tudo se passa, mesmo os sonhos que, ela acredita estão no quarto, mesmo os pensamentos, já que ele se distingue das fadas. Para a criança, os outros são olhares que inspecionam as coisas, pois, para ela, eles têm uma experiência quase material, a ponto de uma criança se perguntar como os olhares não se quebram ao se cruzarem. Por volta dos 12 (doze) anos, diz Piaget, que a criança efetua o cogito e encontra a verdade do racionalismo. Ela se descobriria ao mesmo tempo como consciência sensível e como consciência intelectual, como ponto de vista sobre o mundo e como chamada a ultrapassar este pondo de vista, a construir uma objetividade no nível do juízo. Considerações Finais As pesquisas de Piaget diferem das de Merleau-Ponty, pois elas conduzem a criança até a idade da razão como se os pensamentos do adulto se bastassem e suprimissem todas as contradições. Mas, na realidade, é preciso que de alguma maneira as crianças tenham razão contra os adultos ou contra Piaget, e que os pensamentos bárbaros da primeira idade permaneçam sob os pensamentos da idade adulta como um saber indispensável, se é que deve haver para o adulto um mundo único e intersubjetivo. Ao trazer os fundamentos da filosofia para o campo do pré-reflexivo, Merleau-Ponty compreende a criança a partir dessa relação com o mundo, com os outros, consigo mesma. É nesta relação que ela formará a sua conduta, o seu ser. O campo reflexivo e, portanto, da valorização do aspecto racional, compreende o mundo vivido como sendo pobre, sem forma. Segundo esta visão, a única forma de conhecer a realidade se dá pela razão, pelo raciocínio. Assim, fundamentar uma noção de desenvolvimento e de criança nesta perspectiva é, concebê-la como sendo semelhante ao adulto. Daí que a proposta de Merleau-Ponty é compreender a criança a partir do seu próprio mundo, da sua relação com os demais homens, com os animais, com os objetos e, portanto, com o seu corpo. A consciência da criança se forma nessa constante imbricação entre ela e o mundo, ela e os adultos, ela e as demais crianças, ela e os animais. Portanto, o pensamento de Merleau-Ponty repõe a concepção de desenvolvimento e de criança em outras bases, de uma dinâmica pessoal e interpessoal. Referências Bibliográficas MERLEAU-PONTY, M. Merleau-Ponty na Sorbonne: resumo de cursos: : Filosofia e Linguagem. Trad. Constança Marcondes César. Campinas, SP: Papirus, 1990a.

8 969 MERLEAU-PONTY, M. Merleau-Ponty na Sorbonne: resumo de curso: : Psicossociologia e Filosofia. Trad. Constança Marcondes César. Campinas, SP: Papirus, 1990b. MERLEAU-PONTY, M. A Estrutura do Comportamento. Trad. José de Anchieta Corrêa. Belo Horizonte, MG: Interlivros, MERLEAU-PONTY, M. A Prosa do mundo. Trad. Paulo Neves. São Paulo: Cosac & Naify, MERLEAU-PONTY, M. Ciências do homem e a fenomenologia. Trad. Salma Tannus Muchail. São Paulo: Saraiva, MERLEAU-PONTY, M. Em toda e em nenhuma parte. Trad. Marilena Chauí e Pedro de Souza Moraes. São Paulo: Nova Cultural, (Os Pensadores) MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Trad. Carlos Alberto Ribeiro de Moura. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes, MERLEAU-PONTY, M. O primado da percepção e suas conseqüências filosóficas. Trad. Constança Marcondes César. Campinas, SP: Papirus, MERLEAU-PONTY, M. Signos. Trad. Maria Ermantina G. Pereira. São Paulo: Martins Fontes, MERLEAU-PONTY, M. O Visível e o invisível. Trad. José Artur Gianotti & Armando Mora d Oliveira. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, MOURA, Carlo Alberto Ribeiro. Racionalidade e crise: estudos de história da filosofia moderna e contemporânea. São Paulo: Discurso editorial e editora da UFPR, 2001.

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia I Natureza Humana * Qual a natureza humana? Ou seja, qual é a ontologia humana? - Uma teoria da natureza humana busca especificar

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Cognição: Piaget e Vygotsky

Cognição: Piaget e Vygotsky Cognição: Piaget e Vygotsky - 1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA - ERGONOMIA COGNITIVA Cognição: Piaget e Vygotsky Professor: Francisco Antônio

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

A Sociologia de Weber

A Sociologia de Weber Material de apoio para Monitoria 1. (UFU 2011) A questão do método nas ciências humanas (também denominadas ciências históricas, ciências sociais, ciências do espírito, ciências da cultura) foi objeto

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS O JOGO SEGUNDO A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE WALLON Cleudo Alves Freire Daiane Soares da Costa Ronnáli da Costa Rodrigues Rozeli Maria de Almeida Raimunda Ercilia Fernandes S. de Melo Graduandos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO

PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Unidade I PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO EDAAPRENDIZAGEM APRENDIZAGEM Prof. Wanderlei Sergio da Silva Conceito PDA estudo sobre o crescimento mental do indivíduo, desde o nascimento até a adolescência;

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA Casou-se em 1924. Pesquisou profundamente sobre o comportamento e desenvolvimento humanos. Dizia que o conhecimento é decorrente da interação da história social e pessoal. Escreveu

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado

Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado distinto por cada pessoa. o conhecimento do mundo se obtém

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO

TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO TOCAR E VER: O CORPO TORNANDO-SE SUJEITO Iraquitan de Oliveira Caminha 1 O objetivo desse estudo é analisar a experiência de tocar e de ver, considerando a pulsão de domínio, concebida por Freud, e a motricidade

Leia mais

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira

Sociologia. Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira Sociologia Professor: Matheus Bortoleto Rodrigues E-mail: bortoletomatheus@yahoo.com.br Escola: Dr. José Ferreira [...] tudo o que é real tem uma natureza definida que se impõe, com a qual é preciso contar,

Leia mais

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado A pesquisa e o tema da subjetividade em educação Fernando Luis González Rey 1 A subjetividade representa um macroconceito orientado à compreensão da psique

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco

Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco Universidade Estadual Paulista ''Júlio de Mesquita Filho'' UNESP Campus Bauru/SP Antropologia Visual Graduação em Artes Visuais Antropologia Estrutural Claude Levi-Strauss Linguagem e Parentesco ANDREIA

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO NA FORMAÇÃO DE Universidade Estadual De Maringá gasparin01@brturbo.com.br INTRODUÇÃO Ao pensarmos em nosso trabalho profissional, muitas vezes,

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os Teoria cognitivista Piaget utilizou os princípios conhecidos como o conceito da adaptação biológica para desenvolver esta teoria; Ela diz que o desenvolvimento da inteligência dos indivíduos acontece à

Leia mais

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação

A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação A constituição do sujeito em Michel Foucault: práticas de sujeição e práticas de subjetivação Marcela Alves de Araújo França CASTANHEIRA Adriano CORREIA Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Filosofia

Leia mais

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo

O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo O Determinismo na Educação hoje Lino de Macedo 2010 Parece, a muitos de nós, que apenas, ou principalmente, o construtivismo seja a ideia dominante na Educação Básica, hoje. Penso, ao contrário, que, sempre

Leia mais

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica

Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica Filosofia - Introdução à Reflexão Filosófica 0 O que é Filosofia? Essa pergunta permite muitas respostas... Alguns podem apontar que a Filosofia é o estudo de tudo ou o nada que pretende abarcar tudo.

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

Antropologia Personalista (texto recortado e re-construído a partir da obra BIOÉTICA de José Roque Junges, Editora Unisinos).

Antropologia Personalista (texto recortado e re-construído a partir da obra BIOÉTICA de José Roque Junges, Editora Unisinos). Antropologia Personalista (texto recortado e re-construído a partir da obra BIOÉTICA de José Roque Junges, Editora Unisinos). A sistematização antropológica que segue corresponde à perspectiva apresentada

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA COMPRENDER Y HACERSE COMPRENDER: COMO REFORZAR LA LEGITIMIDADE INTERNA Y EXTERNA DE LOS ESTUDIOS CUALITATIVOS

Leia mais

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM.

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. Maria Rafaela de Oliveira Graduanda FECLESC/UECE Géssica Cryslânia da Silva Graduanda FECLESC/UECE Janete Rodrigues de Lima

Leia mais

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE Inicialmente faz-se necessário entender o que é grupo social, a sua importância e contribuição na vida de uma pessoa, para posteriormente

Leia mais

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA

UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA 1 UMA RELEITURA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA NO CONTEXTO ESCOLAR MARIA MAZARELO RODRIGUES DE LIMA INTRODUÇÃO Compreende-se que na promoção de ações de estímulo à leitura, a escola tem como instrumento

Leia mais

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática PROF. MS. JOSÉ JOÃO DE MELO (josejoaomelo@gmail.com) PROF ESP. AUGUSTO RATTI FILHO (gutoratti@outlook.com.br) PROF DR. ROGERIO

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL

SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL SOCIEDADE E TEORIA DA AÇÃO SOCIAL INTRODUÇÃO O conceito de ação social está presente em diversas fontes, porém, no que se refere aos materiais desta disciplina o mesmo será esclarecido com base nas idéias

Leia mais

REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS

REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS Rafael Echeverría REVALORIZAR AS COMPETÊNCIAS CONVERSACIONAIS São chaves para as pessoas e as organizações, porque são as únicas que apoiam as grandes transformações pelas quais a sociedade e o mundo estão

Leia mais

Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg

Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg 5. Estágio pré-operatório (2 a 6 anos) Fonte: www.cantocidadao.org.br/.../blog/criancas.jpg Esse período é marcado pela passagem da inteligência sensório-motora para a inteligência representativa. A criança

Leia mais

A Teoria de Campo Gestalt

A Teoria de Campo Gestalt A Teoria de Campo Gestalt MARIA APPARECIDA MAMEDE NEVES A Teoria de Campo Gestalt foi inicialmente desenvolvida de modo formal no início da década de 20, pelo filósofo e psicólogo alemão Max Wertheimer

Leia mais

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA

O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA Nome: Dilma Célia Mallard Scaldaferri GT do Ensino de História e Educação Área temática: Teoria, historiografia e metodologia - Simpósio 37 O CONCEITO DE TEMPO: DA ABORDAGEM COGNITIVA À PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA...

Leia mais

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais)

Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) UFPR SETOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Ementas aprovadas nos Departamentos (as disciplinas obrigatórias semestrais estão indicadas; as demais são anuais) 1º ANO

Leia mais

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas

O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA. PALAVRAS-CHAVE: docência universitária, formação docente, representações, perspectivas paradigmáticas O BOM PROFESSOR DA PÓS-GRADUAÇÃO E SUA PRÁTICA Núbia Vieira TEIXEIRA; Solange Martins Oliveira MAGALHÃES Mestrado - Programa de Pós - Graduação em Educação - FE/UFG vitenubia@yahoo.com.br;solufg@hotmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR 1 MOTRICIDADE DIALÓGICA: COMPARTILHANDO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Clayton da Silva Carmo Luiz Gonçalves Junior (O) Mestrado Práticas Sociais e Processos Educativos Resumo

Leia mais

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica

PRAXIS. EscoladeGestoresdaEducaçãoBásica PRAXIS A palavra práxis é comumente utilizada como sinônimo ou equivalente ao termo prático. Todavia, se recorrermos à acepção marxista de práxis, observaremos que práxis e prática são conceitos diferentes.

Leia mais

Considerações Finais. Resultados do estudo

Considerações Finais. Resultados do estudo Considerações Finais Tendo em conta os objetivos definidos, as questões de pesquisa que nos orientaram, e realizada a apresentação e análise interpretativa dos dados, bem como a sua síntese final, passamos

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Isaias Holowate (isaiasholowate@gmail.com) Silvana Maura Batista de Carvalho. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

Isaias Holowate (isaiasholowate@gmail.com) Silvana Maura Batista de Carvalho. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia

Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia 1 Resenha de Fundamentação Existencial da Pedagogia Luís Washington Vita (1955) DELFIM SANTOS, Fundamentação Existencial da Pedagogia, Limeira, Letras da Província, 1951-115; Revista Brasileira de Filosofia

Leia mais

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag

Autor: Rabbi Yehuda Ashlag Autor: Rabbi Yehuda Ashlag A Kabbalah ensina a correlação entre causa e efeito de nossas fontes espirituais. Estas fontes se interligam de acordo com regras perenes e absolutas objetivando gols maiores

Leia mais

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I).

Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). Aula 8: Modelos clássicos da análise e compreensão da sociedade e das instituições sociais e políticas: A Sociologia de Max Weber (I). CCJ0001 - Fundamentos das Ciências Sociais Profa. Ivana Schnitman

Leia mais

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO

O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO O ERRO COMO ELEMENTO PARTICIPATIVO DO PROCESSO DO APRENDER: UM RECORTE DE ESTÁGIO BÁSICO Autora: Maria Carolina Santana de Castro*, *Acadêmica do Curso Bacharelado em Psicologia da Faculdade Santa Maria

Leia mais

ENSINO DE FILOSOFIA O DESAFIO EM TRANSITAR ENTRE A HISTÓRIA E OS TEMAS DO COTIDIANO

ENSINO DE FILOSOFIA O DESAFIO EM TRANSITAR ENTRE A HISTÓRIA E OS TEMAS DO COTIDIANO ENSINO DE FILOSOFIA O DESAFIO EM TRANSITAR ENTRE A HISTÓRIA E OS TEMAS DO COTIDIANO HOFFMANN, Mara Lúcia Schuster Bolsista do Capes - PIBID/UNIFRA Acadêmica do Curso de Filosofia UNIFRA Email: maraluciahoffmann@yahoo.com.br

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO. Surge na Alemanha por entre 1910-1920 KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) MAX WERTHEIMER (1880 1943)

CONTEXTUALIZAÇÃO. Surge na Alemanha por entre 1910-1920 KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) MAX WERTHEIMER (1880 1943) GESTALT CONTEXTUALIZAÇÃO Surge na Alemanha por entre 1910-1920 MAX WERTHEIMER (1880 1943) KURT KOFFKA (1886 1941) WOLFGANG KÖHLER (1887 1967) Eu faço as minhas coisas Você faz as suas. Não estou neste

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas DOMÍNIO E IMAGEM DE UMA FUNÇÃO: UMA ABORDAGEM POR MEIO DO JOGO BINGO DAS FUNÇÕES Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio (EMAIEFEM) GT 10 ADELSON CARLOS MADRUGA Universidade

Leia mais

ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET

ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET ABORDAGEM INTERACIONISTA COGNITIVISTA: A EPISTEMOLOGIA GENÉTICA DE PIAGET 1- QUEM FOI JEAN PIAGET? Piaget nasceu em 9 de agosto de 1896, na Suíça. Foi psicólogo do desenvolvimento e, anteriormente, biólogo.

Leia mais

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?)

Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ler em família: viagens partilhadas (com a escola?) Ação nº41/2012 Formadora: Madalena Moniz Faria Lobo San-Bento Formanda: Rosemary Amaral Cabral de Frias Introdução Para se contar histórias a crianças,

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Aprendizagem na Educação Musical

Aprendizagem na Educação Musical Aprendizagem na Educação Musical Flávia Rizzon Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo: O presente texto refere-se à importância de reavaliar a didática na área da Educação Musical, relacionando-a

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira MATEMÁTICA E MÚSICA ESTRUTURA MUSICAL EM ESCALA MATEMÁTICA Área de Concentração: Matemática, Ciências Naturais e Teoria Musical Disciplina de Concentração: Matemática

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC.

CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC. CIDADANIA LEGAL: DESAFIO E ENFRENTAMENTO DA FORMAÇÃO DE LIDERANÇA SOCIAL NA CIDADE DE LAGES, SC. Neusa Maria Zangelini - Universidade do Planalto Catarinense Agência Financiadora: Prefeitura de Lages/SC

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento.

Palavras chaves: Criança, Educação Infantil, Corpo e Movimento. CORPO E MOVIMENTO: CONCEPÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES NA EDUCAÇÃO INFANTIL Tamiris Andrade dos Santos (UEL) tamiris_152@hotmail.com Gilmara Lupion Moreno gilmaralupion@uel.br RESUMO: Sabe-se da importância

Leia mais

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro.

PROJETO. A relação professor x aluno é de grande importância para a formação de um cidadão crítico e consciente no futuro. UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES Projeto: A vez do Mestre Curso: Psicopedagogia Aluna: Valeria Raquel dos Santos PROJETO Tema: Avaliação na Pré-escola. Problema: O processo de avaliação na pré-escola é utilizado

Leia mais

Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia de sociedade de risco.

Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia de sociedade de risco. VI Encontro Nacional da Anppas 18 a 21 de setembro de 2012 Belém - PA Brasil Filosofia da natureza, Teoria social e Ambiente Ideia de criação na natureza, Percepção de crise do capitalismo e a Ideologia

Leia mais

DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO?

DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO? DA CALIGRAFIA À ESCRITA: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA. COMO MELHORAR A ESCRITA NO CADERNO? Fábia da Silva de Oliveira Educadora do Ensino Fundamental I na Escola La Salle, Águas Claras/DF, Pedagoga com

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

O Indivíduo em Sociedade

O Indivíduo em Sociedade O Indivíduo em Sociedade A Sociologia não trata o indivíduo como um dado da natureza isolado, livre e absoluto, mas como produto social. A individualidade é construída historicamente. Os indivíduos são

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Profª Drª Maria Aparecida Baccega

Profª Drª Maria Aparecida Baccega Profª Drª Maria Aparecida Baccega http://lattes.cnpq.br/8872152033316612 Elizabeth Moraes Gonçalves - UMESP Alguns dados de currículo Livre Docente em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da

Leia mais

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico:

Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: 1 Jusnaturalismo ou Positivismo Jurídico: Uma breve aproximação Clodoveo Ghidolin 1 Um tema de constante debate na história do direito é a caracterização e distinção entre jusnaturalismo e positivismo

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

Palavras-chave: Aprendizagem dialógica, aprendizagem escolar, conteúdos-escolares.

Palavras-chave: Aprendizagem dialógica, aprendizagem escolar, conteúdos-escolares. APRENDIZAGEM ESCOLAR NA PRIMEIRA DÉCADA DO SÉCULO XXI: POSSÍVEIS ENCONTROS COM A APRENDIZAGEM DIALÓGICA NOS CADERNOS DE PESQUISA 1 Adrielle Fernandes Dias 2 Vanessa Gabassa 3 Pôster - Diálogos Abertos

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais