Quero ser uma menina uma aplicação da psicanálise

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1 Quero ser uma menina uma aplicação da psicanálise Cristina Drummond Palavras-chave: criança, tratamento, sexuação, psicanálise aplicada. Todo o movimento do Campo Freudiano em relação à psicanálise com crianças tem sido o de insistir no fato de que só existe uma psicanálise e que a criança, na expressão dos Lefort, é um analisante por inteiro. Isso quer dizer que se a psicanálise tem uma aplicação na terapêutica das crianças é porque, aqui também, tratamos do real e buscamos dar conta dele de uma maneira lógica. Para o tratamento das relações da criança com o gozo, nos orientamos primeiramente pela Nota sobre a criança i onde Lacan distingue duas posições da criança: como sintoma do par familiar ou como objeto do fantasma materno. Dando continuidade ao ensino de Lacan, Miller tomou suas diferentes formulações sobre o gozo e construiu a partir delas seis paradigmas. Lançando mão desses paradigmas do gozo propostos por Miller ii que nos orientam ainda mais em nosso trabalho, Eric Laurent iii formulou os seis paradigmas da criança, definindo a partir de cada um deles um lugar do psicanalista e uma resposta que este pode dar à criança no enfrentamento do gozo. Se Freud nos ensinou que o lugar de uma criança para sua mãe é o de falo, Lacan demonstrou que há um resto que não é metaforizado pelo Nome-do-Pai. Para Lacan a resposta de Freud é parcial e é preciso ir além no sentido de articular a criança à sexualidade feminina. A direção do tratamento aponta para a localização do gozo em uma ficção que permita à criança responder ao gozo da mãe, isto é, da mulher, sem que necessariamente essa solução seja uma identificação edípica. E é porque essa ficção pode ser construída no tratamento que podemos falar da aplicação da psicanálise na clínica com crianças. Freud nos deu as referências teóricas para articularmos o processo de sexuação da criança, nos indicando que a anatomia não é suficiente para que um menino se torne homem. Assim, cada sujeito deve fazer uma escolha forçada para se inscrever do lado homem ou do lado mulher nos quais os seres falantes, para quem a relação sexual não existe, se repartem. É só através da via simbólica, da relação lógica do menino com o falo,

2 significante próprio para representar a falta que regula a sexualidade, que o sujeito se porá na via da sexuação. É na construção dessa lógica que encontramos muitos sujeitos num impasse. Quero ser uma menina - O que poderia ser uma tal demanda por parte de um menino? Para esclarecer essa questão que penso não ser própria a uma determinada estrutura, mas nos apontar para o cerne de uma resposta para a criança que, às voltas com a subjetivação de seu sexo, encontra problemas para regular o gozo pela via simbólica, gostaria de discutir dois fragmentos de duas análises que tiveram início a partir dessa demanda. Não preciso dizer que é uma demanda que com certeza angustia os pais e que tem, por parte deles, uma resposta pedagógica. A imputação à criança de homossexualidade, esboço freqüente de feminização, por parte dos pais, da família e até mesmo da escola é tomada numa série de acusações que têm em comum uma alusão a um gozo desenfreado. Ser menina uma solução imaginária André tem cinco anos e seus pais se queixam de um comportamento bastante efeminado, muitas vezes rebolando, desmunhecando e falando de forma enfatuada. Eles se sentem bastante incomodados, não querem que seu filho seja discriminado. O pai lhe diz constantemente que esse não é um comportamento de homem e busca corrigi-lo. André é um menino criativo e tem um irmão dois anos mais novo. Quando o vejo pela primeira vez, ele me diz que tinha vindo para resolver um problema, mas que não queria me contar o que era. Diz-me que seu pai estudou no colégio perto de meu consultório. Ele estudou, depois ficou adolescente, depois estudou medicina, casou, saiu um neném da barriga da mamãe, dois nenéns e ele foi estudar sobre mamas. Fala que tem uma semente na barriga da mãe que cresce e vira neném. Tem um cordão que vai alimentando o bebê até ele crescer e depois corta. Como o bebê sai, sua mãe é que sabe. Se André não formula a questão de sua posição subjetiva da mesma maneira que seus pais, podemos observar que ele me diz que seu pai tem o olhar dirigido não para a mulher, mas para a mãe e que a questão da separação entre a criança e a mãe fica sob a jurisprudência da mãe. Ele se apresenta como um sintoma do casal sendo que a questão da assunção subjetiva de seu sexo está articulada à castração materna.

3 André me pergunta o que há atrás daquela porta. Digo que ele pode olhar. Abre a porta do banheiro e me diz que tinha pensado que ali havia um buraco no qual ele poderia cair. Temos aqui então colocado pelo sujeito a mãe, o pai, a criança e a falta que aparece no registro do falo imaginário, ou ainda como real, já que a articulação com o falo simbólico parece para ele problemática. Ele diz que quer fazer um desenho para mim. É o olhar do analista que ele busca de início capturar, a partir de sua habilidade em desenhar. Primeiro uma paisagem que ele sabe fazer muito bem e depois uma pintura. Pinta um vestido longo. Cai um pingo de tinta fora do vestido e ele me diz que aquilo era um buraquinho, mas que não ia nem ligar pra ele. Mais uma vez aqui aparece a falta como algo que ele sabe que existe mas que mesmo assim... ele encobre.vai misturando as tintas sobre o desenho e quando pergunto o que era aquilo, me diz que ele era um homem que não queria contar nada para uma menina curiosa. Um dia canta uma música como se fosse em outra língua: assombraumanautiesó a que eu pergunto o que, assombra uma noite só?. Ele continua cantando e desenha nuvens e fumaças saindo de plantas no meio da noite. A partir de então se mostra bastante silencioso muitas vezes fazendo mímicas para se comunicar. Parece que sobre o que acontece à noite André não quer falar. Gosta de fazer máscaras, óculos com os quais ele se fantasia para enganar a mãe.vai dessa maneira contornando esse objeto olhar que para ele é privilegiado. Como numa mascarada ele brinca de ser o falo. Busca se sentar confortavelmente fazendo uso de todas as almofadas, quase que como num trono e me dar ordens. Passa a querer levar sempre seus desenhos para a mãe. Numa ocasião desenha ele mesmo confortavelmente deitado em cima de uma montanha na beirada da praia. Estão presentes seus pais, tios, seu irmão e uma tia que traz seu filho agarrado nela. Termino a seção e digo que aquele desenho do filho agarrado na mãe iria ficar comigo. Ele fica transtornado, começa a chorar e a berrar que aquele desenho era para sua mãe. Dirijo-me à sua mãe e lhe digo que tenho certeza de que ela poderia ficar sem aquele desenho. Ela responde que sim, mas ele continua enfurecido. A tentativa aqui é a de fazer vacilar sua identificação com o falo, fazendo incidir a falta sobre a mãe.

4 Na seção seguinte ele quer novamente desenhar e derrama quase um vidro de cola sobre o papel. Vai se lavar e depois de sair de meu consultório se lembra que deixara seu desenho lá dentro. Digo que aquela cola poderia ficar ali. Ele sorri e sai tranqüilo. Ao voltar das férias, vem de óculos escuros. Pergunta-me se o buraco do banheiro continuava lá. Entra e volta dizendo que ele estava lá, mas que o havia enfeitado, me mostrando o ralo. Ao sair esquece seus óculos, sendo interpretado pelo próprio inconsciente. André continua me pedindo aquele desenho, mas passa a deixar comigo os outros que faz. Pede-me ajuda para fazer uma roupa que proteja da mordida de morcego. Eu desenho a roupa e ele risca o papel até fazer um buraco. Desenha por cima uma árvore e aquele buraco é como uma máscara por onde ele, escondido e protegido da mordida, pode olhar. Ser menina uma solução real Distinta é a posição de Bernardo. Quando seus pais me procuram se queixam de que ele se vestia de mulher, se interessava o tempo todo pelos objetos da mãe e dançava como a Xuxa. A mãe tem um irmão homossexual e fica sem saber se o menino já estaria fazendo uma escolha sexual ou se ela, por causa de sua estória é que estaria distorcendo as coisas. Ao contrário de André, Bernardo não tem nenhuma dificuldade em falar de seu interesse pelos objetos da mulher pelos quais ele tem um verdadeiro fascínio. Passa muito tempo construindo uma estória, um mito de dois mundos. Um, só para homens, outro só para mulheres, bem separados. O mundo só para homens era repleto de objetos desinteressantes ao passo que o só para mulheres era repleto de brilhos, dourados, sapatos altos, colares, enfim o mundo dos cosméticos. Trazia objetos para classificar como pertencentes a algum desses dois mundos. Os que cabiam no mundo dos homens eram restos. Trata-se de uma invenção de repartição sexual. Podemos supor aqui uma deficiência da metáfora paterna que é exatamente a operação que põe em conexão o pai e a mãe e uma busca do sujeito de inscrever uma separação aí onde, para ele, há relação sexual. Um dia ele chega com um cachorrinho com uma gravata borboleta. Pergunto logo: um cachorro só para homens? Ele me diz que na loja também havia uma cachorra mulher

5 com um cabelo amarelo de tranças, mas que ela era horrorosa. Com esse ao menos um essa necessidade de classificação desaparece. Ao mesmo tempo fala das roupas. Ele também desenha um vestido de mulher só que é um retrato de sua mãe de tomara que caia. Se o significante indica uma promessa, essa queda parece não ser uma operação possível para esse sujeito. Conta-me das roupas interessantes da mãe, dos sapatos, dos brincos, me chama sempre a atenção para suas próprias roupas. Entre as roupas começa a aparecer um casaco amarelo de engenheiro do avô. Ele vinha me falando de um medo à noite quando ouvia um barulho como que um uivo que ele pensava poder ser um ladrão. Pensava várias estratégias para não ter aquele medo e só fica mais pacificado quando começa a pensar que esse avô poderia enfrentar esse ladrão. Esse casaco amarelo surge também como uma pequena exceção no universo de vestimentas femininas. Um dia me diz que vai ser o padre no casamento da festa junina. Conta-me que um padre veste uma roupa que parece um vestido, mas que é de homem. Essa roupa, diz ele, é melhor do que qualquer vestido. A importância de falar das roupas nas seções diminui bastante. Parece que essa roupa poderia conjugar algo do que para ele parece impossível de se articular. Passa a uma posição de quem tem alguma piada para me contar, algo para me mostrar ou ensinar. Deixo-me ficar nessa posição. Na escola assim como no grupo de primos ou amigos, prefere a companhia das meninas, mas sempre numa posição de líder. Penso ser outra forma de fazer o lugar da exceção. Sobre seu pai, pouco fala. É um sujeito que é usuário de drogas e que teve complicações neurológicas depois das quais não conseguiu mais um trabalho fixo. Bernardo me conta que ele mora com a avó e está sempre lhe prometendo algum presente ou dinheiro. Suas questões giram sempre em torno de sua relação com sua mãe, ele não se incluindo nunca numa situação organizada edipianamente. Se a roupa parece dar um contorno a seu corpo, às vezes sua dificuldade em lidar com ele aparece de forma mais clara. Ao voltar de férias, por exemplo, me conta que um dia havia ficado enjoado, vomitando. A mãe ligou para a médica e sabe o que eles inventaram agora? Um remédio que não se toma pela boca, mas pelo bumbum. Mamãe pôs com luvas, é claro. No dia

6 seguinte ele continuava passando mal, mas não disse nada para não ter que tomar mais daquele remédio. Já pensou se eles inventarem um remédio de enfiar no pinto?. Relata-me que sua mãe teria que fazer uma operação à laser naquele lugar de ter neném. Ele antes queria ser médico, mas depois pensou que eles mandam os mortos para a faculdade de medicina para os estudantes abrir. Ele acha isso muito nojento. Imagina um médico abrindo a perereca para operar uma mulher. É horrível ter que ver aquelas coisas, olhar lá dentro. Pensou também em ser advogado como o pai, mas desistiu dessas duas profissões. Prefere mesmo é ser músico que todo mundo gosta e ainda pode ganhar muito dinheiro, para comprar vários objetos para a mãe ou para o pai: presentes, enfeites, um carro. Lacan que insistiu tanto em demarcar o momento do desencadeamento na psicose nos mostrou como ele é mais difícil de ser precisado em relação às crianças e que a posição psicótica da criança deve ser buscada em sua relação com o fantasma materno. Se não encontramos em Bernardo um desencadeamento, buscamos referências para determinar sua estrutura. O que falta a esse sujeito não é o uso das riquezas da língua, mas uma articulação regulada de seu ser de gozo com o campo da linguagem. Assim, se ele não apresenta fenômenos de imposição, tais como alucinações, em algumas ocasiões alguns fenômenos de borda, marginais em relação ao conjunto de questões que ele traz, podem ser observados. Por exemplo, ao chegar à análise ele disse à mãe que iria a uma ginecanalista. Uma vez ao desenhar um capeta o fez com uma capa preta e me disse se eu não sabia que ele chamava capeta porque usava uma capa preta. No final do ano passado a mãe chega bastante assustada me dizendo que Bernardo lhe havia dito que queria fazer uma operação para virar mulher. Aqui podemos pensar que por faltar a máscara do pai simbólico surge essa figura do gozo ilimitado que é A mulher. Bernardo me diz sobre isso que sua mãe lhe havia dito que aquilo era uma bobagem e que ele ficara pensando que ela tinha razão, já que ele não teria mais como fazer xixi. Digo que deveríamos falar mais sobre isso. Num sonho ele e os primos estavam brincando de procurar prêmios escondidos no jardim. Quando ele levanta um pano pensando em encontrar esse objeto precioso, o que ele encontra é uma pantera. Sua estratégia é fingir de morto e quando a pantera sai, ele corre para pegar uma menininha no colo e salva-la da pantera. Entra com as crianças na casa e lá

7 tampam todos os buraquinhos para ela não entrar. Quando pensam que não tem mais perigo, saem da casa, mas a pantera volta e pede a ele que lhe dê tudo de valioso senão ela iria comer todos. Ele pega umas coisinhas, brinquedos, dobraduras de papel dourado, salva os colares da mãe e entrega tudo dizendo que era ouro. A pantera lhe pergunta se ele estava querendo enganá-la. Ele diz que vai procurar outra coisa e encontra uma varinha mágica com a qual transforma a pantera num carneiro com dez filhotes e em seguida em formigas que ele mata com inseticida. Nesse sonho aparece de forma mais clara que esses objetos preciosos não são de grande valia para regular a boca devoradora do Outro. Mesmo assim, é essa a sua estratégia, interpor entre ele e o Outro objetos para que não seja preciso oferecer o real de seu corpo. Assim, se para André o querer ser uma menina se verificou ser uma forma de se mascarar de falo da mãe, para Bernardo querer ser uma menina é uma resposta ao gozo transsexualista desregulado que o invade. O tratamento, tal como a posição do analista, de forma diferente, buscaram uma nova articulação com o gozo para cada um desses sujeitos.

8 i J. Lacan, Autres Ecrits, Note sur l enfant, p. 373, Ed. Seuil. ii J-A. Miller, Os seis paradigmas do gozo, in Opção Lacaniana n º 26/27, p. 87. iii E.Laurent, Responder al niño del mañana, in Carretel n º 4.

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