Bem público-valor público A educação para os valores ambientais no Museu da Água da EPAL. Margarida Filipe Ramos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Bem público-valor público A educação para os valores ambientais no Museu da Água da EPAL. Margarida Filipe Ramos"

Transcrição

1 Bem público-valor público A educação para os valores ambientais no Museu da Água da EPAL Margarida Filipe Ramos

2 Apresentação do Museu da Água da EPAL Reservatório da Mãe d Água das Amoreiras Reservatório da Patriarcal Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos Aqueduto das Águas Livres

3 A educação para os valores ambientais no Objectivos do Estudo: Museu da Água da EPAL 1. Qual o papel do museu enquanto instituição educativa e cultural na educação para os valores? 2. Pode-se inferir dos trabalhos produzidos pelos alunos, a partir de uma proposta do Museu da Água, quais os valores e atitudes relativos ao ambiente expressos nos mesmos? 3. Quais as diferenças de atribuição de valor, do ponto de vista dos valores ambientais, entre os trabalhos realizados pelos alunos do 1º ciclo e do 2 ciclo do ensino básico?

4 Palavras-chave BEM PÚBLICO VALOR PÚBLICO Noção de Valor Educação Ambiental Atitudes Ambientais Noção de Valor Público Aprendizagem em museus

5 A educação ambiental enquanto valor Fig. 1 Principais perspectivas ambientalistas (adaptado de Almeida, 2007)

6 Atitudes Ambientais Antropocentrismo visão instrumental da natureza em que a acção humana de controlo e domínio da natureza está legitimada. Biocentrismo a vida e todos os seres vivos passam a ser o centro do valor, a especificidade do ser humano não pode servir de justificação para a desconsideração de outros seres vivos. Ecocentrismo - caracteriza-se pela atribuição de uma valor não instrumental à natureza; conduz à necessidade de repensar a postura do Homem, para além das relações com os seres vivos e estende-a a outros elementos como as rochas, o solo e a água.

7 Noção de Valor Público O Museu enquanto instituição cultural cumpre uma função social ao serviço da comunidade e do seu desenvolvimento, a qual coloca à disposição do público o seu acervo e que para além da conservação e estudo das suas peças tem em vista a educação e a fruição. (Internacional Council of Museums, 2001)

8 Incrementado gradualmente Teorias de conhecimento Teorias da Aprendizagem em museus O conhecimento existe fora do individuo Didáctico expositivo Estímulo resposta Teorias de Descoberta aprendizagem Construtivismo Acção direccionada e reestruturadora O conhecimento é construído pelo individuo de modo pessoal e socialmente Fig. 2 - Esquema traduzido e adaptado de George Hein (2011)

9 Serviço Pedagógico Águas Livres ( ) O Serviço Pedagógico Águas Livres é um serviço do Museu da Água da EPAL dirigido às escolas do ensino básico e secundário que funciona numa perspectiva nacional (cerca de escolas). A sua missão educativa tem como objectivos fundamentais divulgar junto da comunidade educativa: os valores ambientais através de conceitos como o uso eficiente da água, a preservação dos recursos naturais, a poluição, a biodiversidade, etc. os valores culturais através do conhecimento do património associado à história do abastecimento de água em Lisboa (nos Séc. XVIII e XIX).

10 Festa da Água - 21 a 25 de Março de 2011 Subida de árvores Hortas Verticais Atelier de sabonetes A semana da Festa da Água envolveu cerca de 600 crianças e jovens.

11 Dia Mundial da Criança - 1 de Junho de crianças 16 escolas premiadas Ao longo de 14 anos foram envolvidos: alunos professores

12 Resposta à Questão Qual o papel do museu enquanto instituição educativa e cultural na educação para os valores? Tendo em conta a premissa de que o museu presta um serviço público e é de valor público, entendemos que o museu é um espaço de educação não formal que funciona como um parceiro activo junto da comunidade educativa; Observamos que o Museu da Água apresenta nos seus objectivos uma preocupação de educação para os valores ambientais, através da sua actividade, a qual está intrinsecamente ligada à missão da sua tutela, a EPAL;

13 Resposta à questão 1 Cont. Neste sentido as acções dinamizadas junto do público escolar, através do seu serviço pedagógico, são um bom exemplo desta realização promovendo iniciativas interdisciplinares, e divulgando o tema da água e da problemática ambiental até cerca de escolas, como é o caso concreto do Concurso Anual Águas Livres.

14 Alvo do Estudo 40 Bandas Desenhadas No âmbito da 14ª edição do Concurso Anual Águas Livres, com o tema Água para Todos Uma missão global a cumprir, foram analisados 40 trabalhos dos 68 recebidos (20 de cada categoria: Poluição e Uso eficiente da água). 20 BD 1º Ciclo Ensino Básico (alunos 6 10 anos) 20 BD 2º Ciclo Ensino Básico (alunos anos) Para realizar a análise de conteúdo para cada categoria foram construídas duas grelhas: Dimensão verbal (8 indicadores) Água Ambiente Cidadania Dimensão visual (10 indicadores) Expressividade de ideias Indicadores visuais do tema Sensibilidade estética

15 Resultados da análise às Bd s Resposta à Questão Quais os valores e atitudes expressos nos trabalhos dos alunos realizados em contexto escolar? Valor Água na Categoria Poluição a maioria dos trabalhos denotam preocupações biocêntricas (valor de preservação da vida), enquanto que na Categoria Uso Eficiente surgem como antropocêntricos (fins utilitários ao Homem).

16 Valor Ambiente é apresentado de um modo geral com uma atitude biocêntrica maioritariamente no 1º ciclo e com maior destaque na categoria poluição. No caso do 2º ciclo as referências ao ambiente são mais genéricas, de preocupação com o planeta.

17 Valor Cidadania apresentam atitudes concretas de acção que estão presentes na maior parte das BD do 1º ciclo, no caso do tema poluição. Na categoria Uso eficiente a ocorrência é igual nos dois ciclos.

18 Resultados da análise às Bd s Resposta à questão Quais as diferenças de atribuição de valor, entre os trabalhos realizados pelos alunos do 1º ciclo e do 2º ciclo do ensino básico? Valor Água Ambiente Cidadania CATEGORIAS Indicadores POLUIÇÃO USO EFICIENTE 1º Ciclo 2º Ciclo 1º Ciclo 2º Ciclo Antropocêntrica Biocêntrica Ecocêntrica Como um divertimento Preocupação com impacto fauna/flora Apresentam preocupação com outros povos Reflexão sobre a situação (motivação) Apresentam propostas de intervenção (atitudes)

19 Conclusões O Museu deve assumir a sua função educativa dando a conhecer os diferentes valores da instituição, assim os serviços educativos terão de construir a sua oferta não só em torno do seu acervo, mas também deverão ter em mente os valores que pretendem transmitir (ambientais, culturais, cidadania, etc.). A questão da educação ambiental em museus é uma questão de responsabilidade social das organizações e um dever de toda a comunidade. O Museu enquanto parceiro social deve ir ao encontro da comunidade escolar criando ofertas educativas no âmbito da educação não formal.

20 Conclusões No que diz respeito aos valores propriamente ditos, estes são de facto o ponto de partida que motiva os indivíduos à tomada de decisão, podem ser ensinados, mas nada nos garante que estes ensinamentos irão passar da teoria à prática. Para isso, eles têm de ser vividos, é preciso que sejam criadas ligações afectivas com a Natureza e que sejam dadas oportunidades de descoberta aos jovens. Acreditamos que os museus também poderão dar o seu contributo nesta matéria.

21 Obrigada pela atenção.

Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos

Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos Museu da Água da EPAL Um equipamento para a educação ambiental Margarida Filipe Ramos 19.12.11 Apresentação do Museu da Água da EPAL Reservatório da Mãe d Água das Amoreiras Reservatório da Patriarcal

Leia mais

Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: Ano Lectivo 2010/2011

Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: Ano Lectivo 2010/2011 Plano Anual de Actividades Projecto Museu Escolar Dinamizado por: António Inácio e António Montezo Ano Lectivo 2010/2011 CALENDARIZAÇÃO ACTIVIDADES OBJECTIVOS ARTICULAÇÃO INTERDISCIPLINAR PÚBLICO-ALVO

Leia mais

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar

Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Iª JORNADAS IGOT DOS PROFESSORES DE GEOGRAFIA Educar para a Cidadania Contributo da Geografia Escolar Maria Helena Esteves 7 de Setembro de 2013 Apresentação O que é a Educação para a Cidadania Educação

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO. Identificação do avaliado ANEXO II AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO Identificação do avaliado Nome Categoria profissional actual Anos de serviço no ensino superior Anos de serviço na Unidade

Leia mais

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para

Leia mais

O Mar Perto de Ti Sistemas Dunares

O Mar Perto de Ti Sistemas Dunares O Mar Perto de Ti Sistemas Dunares Projeto dirigido aos alunos do 2º ciclo e 3º ciclo do ensino básico. Tem como principais objetivos a transmissão de conhecimentos relacionados com a conservação e proteção

Leia mais

Ciências Naturais 5º ano

Ciências Naturais 5º ano Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Escola E.B.,3 Dr. António Chora Barroso Ciências Naturais 5º ano Planificação a Longo Prazo 013/014 Planificação, finalidades e avaliação Grupo Disciplinar

Leia mais

Pretende-se com esta comunicação apresentar o Projecto Ideia/O Nosso Sonho na sua dimensão mais criativa.

Pretende-se com esta comunicação apresentar o Projecto Ideia/O Nosso Sonho na sua dimensão mais criativa. Pretende-se com esta comunicação apresentar o Projecto Ideia/O Nosso Sonho na sua dimensão mais criativa. A Cooperativa de Ensino O Nosso Sonho e a Ideia são duas Instituições associadas, sediadas na Freguesia

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto. Mar de Oportunidades

Ficha de Caracterização de Projecto. Mar de Oportunidades Ficha de Caracterização de Projecto Mar de Oportunidades 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Mar de Oportunidades Promotor(es): Aporvela e Casa Pia de Lisboa Sigla Mar de Oportunidades Morada

Leia mais

CONCURSO. Pensar os Afectos Viver em Igualdade

CONCURSO. Pensar os Afectos Viver em Igualdade CONCURSO Pensar os Afectos Viver em Igualdade O concurso Pensar os Afectos Viver em Igualdade pretende premiar produtos e acções de sensibilização produzidos por alunos e alunas dos 1º, 2º e 3º Ciclos

Leia mais

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR DIREÇÃO DE SERVIÇOS DO DESPORTO ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO O Desporto Escolar (DE) tem de ser entendido como uma responsabilidade da comunidade escolar e é à escola, que compete criar as condições necessárias

Leia mais

AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA

AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA AS PARCERIAS NO PROGRAMA ECO-ESCOLA ESCOLA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DO NORDESTE Lília Bergantim [1], Lúcia Carreiro [2] & Natália de Abreu [3] [1] lilia.bergantim@gmail.com [2] lucia_mr_carreiro@hotmail.com

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

Plano. para a Implementação Vertical. Ensino Experimental das Ciências

Plano. para a Implementação Vertical. Ensino Experimental das Ciências Plano para a Implementação Vertical Ensino Experimental das Ciências Panoias - Braga 2010/2011 ÍNDICE 1-INDRODUÇÃO--------------------------------------------------------------------------------- 3 2-OBJECTIVOS

Leia mais

Mar: Importância, ameaças e comunidade

Mar: Importância, ameaças e comunidade SEMINÁRIO NACIONAL ECO-ESCOLAS 2011 Teatro Municipal da Guarda 4, 5, 6 de Fevereiro 2011 Mar: Importância, ameaças e comunidade Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar Mónica Albuquerque O que é o

Leia mais

DOSSIER DE PATROCÍNIOS

DOSSIER DE PATROCÍNIOS DOSSIER DE PATROCÍNIOS 01 Índice 03 // O CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DE SINTRA 06 // ALGUMAS DAS NOSSAS CONQUISTAS MAIS ANTIGAS 08 // ALGUMAS DAS NOSSAS CONQUISTAS MAIS RECENTES 10 // PRECISAMOS DE MUDAR,

Leia mais

Plano Anual de Formação do Núcleo de Estágio de Matemática da Escola E/B 2,3 Dr. Francisco Sanches

Plano Anual de Formação do Núcleo de Estágio de Matemática da Escola E/B 2,3 Dr. Francisco Sanches Pl Anual de Formação do Núcleo de Estágio de Matemática da Escola E/B 2,3 Dr. Francisco Sanches Elementos do Núcleo: Olívia Silva (n.º 38553) olivia.silva@hotmail.com Responsável do Núcleo Margarida Vieira

Leia mais

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves

Ana Gonçalves. Curso: TSHT- Técnico de Segurança e Higiene no trabalho. CP: Cidadania e Profissionalidade. Formadora: Ana Gonçalves Descrição: Direitos e deveres adquiridos em cada fase da vida - criança, adulto e na velhice Objectivo: Cidadão/ Estado Critérios de Evidência; Reconhecer as responsabilidades inerentes à liberdade pessoal

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO

REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO REGULAMENTO DO CONCURSO ESCOLAR A MINHA ESCOLA ADOTA: UM MUSEU, UM PALÁCIO, UM MONUMENTO O concurso escolar A minha escola adota um museu, um palácio, um monumento... é uma iniciativa promovida conjuntamente

Leia mais

PROGRAMA PINHAL NOVO PALMELA E QUINTA DO ANJO MARATECA E POCEIRÃO

PROGRAMA PINHAL NOVO PALMELA E QUINTA DO ANJO MARATECA E POCEIRÃO PROGRAMA PINHAL NOVO PALMELA E QUINTA DO ANJO MARATECA E POCEIRÃO A diversidade dos espaços e dos tempos educativos remete cada vez mais para o conceito de Escola - Comunidade, aberta ao diálogo e à educação

Leia mais

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT

Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT Relatório de Avaliação Grau de Satisfação - Colaboradores CRIT - 2010 Grau de Satisfação para Colaboradores sobre a Satisfação Global Nº de inquéritos recebidos 90 P1. Imagem global da organização. 0 2

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA 2014 Plano de melhoria AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ÁGUEDA O Plano de Melhoria do Agrupamento de Escolas de Águeda surge na sequência do relatório da Avaliação Externa das Escolas realizada pela equipa de

Leia mais

Modelo Unificado do Saber a Desenvolver no Âmbito do ISCE CI.

Modelo Unificado do Saber a Desenvolver no Âmbito do ISCE CI. Modelo Unificado do Saber a Desenvolver no Âmbito do ISCE CI. Com vista a envolver todos os intervenientes institucionais (docentes do quadro, docentes convidados, estudantes dos diversos graus de ensino

Leia mais

A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL

A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL PARA UMA INCLUSÃO SUSTENTÁVEL Seminário 19.Novembro.2012 Amadora, Agência Portuguesa do Ambiente PERCURSOS PELO AMBIENTE Organização: CESIS & COOPERACTIVA Autoras:

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa

Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa Escola Básica do 1º Ciclo de Caia e Nave Longa Regresso à Escola "Baptismo" Facilitar a integração dos alunos e encarregados 01-09-2004 Alunos dos alunos do 1.ºano de educação na comunidade escolar Quadros

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes

Leia mais

Projecto de Promoção da Cidadania Activa entre jovens Moçambicanos

Projecto de Promoção da Cidadania Activa entre jovens Moçambicanos Projecto de Promoção da Cidadania Activa entre jovens Moçambicanos Programa de Apoio aos Actores não Estatais (PAANE), financiado pela União Europeia Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Contrato:

Leia mais

SEJA VOLUNTÁRIO! CONTRIBUA PARA O CRESCIMENTO DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA SOCIAL

SEJA VOLUNTÁRIO! CONTRIBUA PARA O CRESCIMENTO DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA SOCIAL SEJA VOLUNTÁRIO! CONTRIBUA PARA O CRESCIMENTO DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA SOCIAL Objectivos: Promover o encontro entre a oferta e a procura de voluntariado; Sensibilizar os cidadãos e as organizações para

Leia mais

A Educação para os Media em Portugal

A Educação para os Media em Portugal A Educação para os Media em Portugal Experiências, Actores e Contextos Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Novembro de 2009 1. Enquadramento Teórico A Educação para os Media é hoje uma área-chave

Leia mais

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa

BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo. Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa BIBLIOTECA ESCOLAR Organização do acervo Maria da Luz Antunes Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa mluz.antunes@estesl.ipl.pt Missão da Biblioteca Escolar A biblioteca escolar oferece um serviço

Leia mais

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente

Auto-Regulação e Melhoria das Escolas. Auto-avaliação - uma PRIORIDADE. Auto-avaliação do Agrupamento de Escolas de Gil Vicente Agrupamento de Escolas de Auto-Regulação e Melhoria das Escolas Auto-avaliação - uma PRIORIDADE Equipa de Avaliação Interna 2009/2010 1 Agrupamento de Escolas de Enquadramento legal Justificação Novo Paradigma

Leia mais

Exposição SONS EM MARCHA. Viagem ao mundo dos instrumentos.

Exposição SONS EM MARCHA. Viagem ao mundo dos instrumentos. Exposição SONS EM MARCHA Viagem ao mundo dos instrumentos. "EXPOSIÇÃO SONS EM MARCHA" Uma viagem ao mundo dos instrumentos. A Exposição Sons em Marcha continua o seu percurso por terras de Portugal. Desde

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra-

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- Tema / Capítulos Competências/Objectivos Estratégias / Actividades Recursos/ Materiais Avaliação Aulas previstas (45 min) Tema I Ecossistemas

Leia mais

E N T I D A D E DATA : 2014/03/31 EXECUÇÃO DO PLANO DE ACTIVIDADES MUNICIPAL ANO CONTABILÍSTICO 2013 MUNICIPIO DE BEJA HORA : 09:47:45

E N T I D A D E DATA : 2014/03/31 EXECUÇÃO DO PLANO DE ACTIVIDADES MUNICIPAL ANO CONTABILÍSTICO 2013 MUNICIPIO DE BEJA HORA : 09:47:45 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO - 2013/12/31 Pagina : 1 1. Funções gerais 692.793,77 700.893,77 502.238,97 494.714,37 442.264,06 425.619,24 425.619,24 198.654,80 69.095,13 60.73 60.73 100.00 1.1. Serviços gerais

Leia mais

...9º ano, o ano antes da grande mudança! O que ter em conta antes de escolher.

...9º ano, o ano antes da grande mudança! O que ter em conta antes de escolher. ...9º ano, o ano antes da grande mudança! O que ter em conta antes de escolher. http://aecc.ccems.pt/index.php/spo spo@aecoelhocastro.pt http://www.facebook.com/spo.fiaes Atualizado em 28.10.2016 9º ano

Leia mais

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola Disciplina de Oferta de Escola 7º e 8º anos do 3º ciclo do Ensino Básico Domínios temáticos, Conceitos, de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades José Carlos Morais Educação Ambiental para

Leia mais

ESCOLA S/3 DE CARVALHOS Quadros de Excelência, Honra, Valor e o Prémio Querer é Vencer. Introdução

ESCOLA S/3 DE CARVALHOS Quadros de Excelência, Honra, Valor e o Prémio Querer é Vencer. Introdução REGULAMENTO QUADRO DE EXCELÊNCIA, QUADRO DE HONRA, QUADRO DE VALOR E PRÉMIO QUERER É VENCER Introdução A Escola Secundária com 3º Ciclo de Carvalhos pretende contribuir para o desenvolvimento pleno e harmonioso

Leia mais

PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L INDÍCE

PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L INDÍCE PROJECTO PEDAGÓGICO C.A.T.L. 2011-2012 INDÍCE 1. Introdução 2. Organização e Gestão de tempo 3. Fundamentação Teórica 4. Competências Transversais 5. Competências Essenciais 6. Atividades a Desenvolver

Leia mais

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso 2005/2006. Agenda 21 Escolar. Um instrumento de cidadania

Agrupamento Vertical de Escolas do Viso 2005/2006. Agenda 21 Escolar. Um instrumento de cidadania Agrupamento Vertical de Escolas do Viso 2005/2006 Agenda 21 Escolar Um instrumento de cidadania A Escola Sede Situada em Ramalde, junto à Quinta do Rio, foi aqui que nasceu a ideia de implementar a Agenda

Leia mais

Orientações para a PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (PIP)

Orientações para a PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (PIP) Orientações para a PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA (PIP) Avaliação do Projeto de Intervenção O Projeto de Intervenção tem a ponderação de 30% na Avaliação Final do formando. PROPOSTA DE INTERVENÇÃO

Leia mais

Nova Rede de Transportes Urbanos de Chaves

Nova Rede de Transportes Urbanos de Chaves ISSN: 1645-7528 Nº 40 - Município de Chaves - Maio de 2010 - Distribuição gratuita - www.chaves.pt Nova Rede de Transportes Urbanos de Chaves pág. 12 Nova ETAR de Chaves pág. 3 Rede Ibérica de Entidades

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular EXPRESSÃO CORPORAL E ARTÍSTICA Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Ciências Humanas e Sociais (1º Ciclo) 2. Curso Motricidade Humana 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja

Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja Escola Secundária com 3º Ciclo D. Manuel I de Beja Psicologia B 12º ano Ano lectivo 2011/2012 Critérios de avaliação Competências: Equacionar a Psicologia no panorama geral das ciências; Capacidades de

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO

PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO PROGRAMA OPERACIONAL TEMÁTICO POTENCIAL HUMANO 2007-201 Apresentação da Proposta ÍNDICE 1 O PROBLEMA 2 A ESTRATÉGIA 4 PLANO DE FINANCIAMENTO 1 1 O PROBLEMA Taxa de emprego Emprego em média e alta tecnologia

Leia mais

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico

1º Ciclo. Competências Gerais do Ensino Básico 1º Ciclo Ao longo do 1º ciclo do Ensino Básico, todos os alunos devem desenvolver as competências gerais do Ensino Básico. Competências Gerais do Ensino Básico 1. Mobilizar saberes culturais, científicos

Leia mais

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2015 Refª: 070 Gabinete de Apoio Jovem Futuro + Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60

Leia mais

Letras e Outras Expressões

Letras e Outras Expressões I Encontro de Boas Práticas Educativas 19 e 20 de setembro de 2014 Letras e Outras Expressões Agrupamento de Escolas Emídio Garcia Bragança Agrupamento de Escolas Emídio Garcia Bragança Letras e Outras

Leia mais

Boas práticas para o Desenvolvimento Sustentável O contributo do Município de Mafra

Boas práticas para o Desenvolvimento Sustentável O contributo do Município de Mafra Seminário Eco-EscolasEscolas 2017 Boas práticas para o Desenvolvimento O contributo do Município de Mafra Câmara Municipal de Mafra Ílhavo - 20, 21 e 22 de janeiro de 2017 Seminário Eco-EscolasEscolas

Leia mais

André Miguel Gestor de projecto

André Miguel Gestor de projecto André Miguel Gestor de projecto andre.miguel@cm-cascais.pt A Agricultura Urbana (AU) é a agricultura praticada no interior (agricultura intra-urbana) ou na periferia (agricultura periurbana) de uma localidade

Leia mais

Praznik Formação Monitores 2016

Praznik Formação Monitores 2016 Praznik Formação Monitores 2016 Índice: 1 Programa 1.1 Objectivos 1.2 A quem se destina 2 O Formando 2.1 Direitos e deveres 2.2 Assiduidade 2.3 Avaliação 3 Plano de Formação 3.1 Áreas de formação e formador

Leia mais

CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO

CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO Tema Imagens Contra a Corrupção Tipo Concurso de vídeos de Curta duração Público-alvo Alunos dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e alunos do Ensino

Leia mais

Clube da Proteção Civil

Clube da Proteção Civil Agrupamento de Escolas das Taipas Clube da Proteção Civil 1. Estrutura organizacional Coordenadora: Paula Ribeiro da Silva Grupo de Recrutamento: 620 Departamento: Expressões Composição do grupo de trabalho:

Leia mais

Um olhar matemático sobre o património

Um olhar matemático sobre o património Um olhar matemático sobre o património do Concelho de Condeixa-a-Nova Concurso de fotografia Promovido pelo Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Em colaboração com o ATL da Escola Sec. Fernando

Leia mais

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ DEPARTAMENTO DE CULTURA, EDUCAÇÃO E ACÇÃO SOCIAL. Divisão de Cultura, Museu, Biblioteca e Arquivos

MUNICÍPIO DA FIGUEIRA DA FOZ DEPARTAMENTO DE CULTURA, EDUCAÇÃO E ACÇÃO SOCIAL. Divisão de Cultura, Museu, Biblioteca e Arquivos 1 de Junho Comemorações do Dia Mundial da Criança Integrado na Parceria cultural estabelecida entre Município da Figueira da Foz e o INTEP- Instituto Tecnológico e Profissional da Figueira da Foz, um grupo

Leia mais

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ).

A avaliação visa certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo ( ). Externato da Luz Ano Lectivo 2009 / 2010 Critérios de Avaliação Departamento de Ciências Humanas e Sociais Agrupamento História (3º Ciclo) Professor: Pedro Machado A avaliação é um elemento integrante

Leia mais

Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil

Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil Competências dos Ortoptistas no Rastreio Visual Infantil Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa IPL Carla Costa Lança carla.costa@estesl.ipl.pt 2010 Introdução As competências profissionais no

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO ESCOLA DE MUSICA

REGULAMENTO INTERNO ESCOLA DE MUSICA REGULAMENTO INTERNO DA ESCOLA DE MUSICA Artigo 1º Objecto A Associação Cultural Musimax é uma Escola do Ensino Artístico Especializado em Música, e tem como principal objecto o ensino da música. Artigo

Leia mais

IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional

IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional IMPLEMENTAR um projeto: Catequese Intergeracional Iniciar um projeto numa paróquia/grupo de catequese supõe: Condições prévias Estar consciente da realidade antropológica, social e eclesial envolvente

Leia mais

Indicador 10 Conservação da Natureza Biodiversidade e Geodiversidade Conhecer, Educar e Divulgar

Indicador 10 Conservação da Natureza Biodiversidade e Geodiversidade Conhecer, Educar e Divulgar Indicador 10 Conservação da Natureza Biodiversidade e Geodiversidade Conhecer, Educar e Divulgar César Garcia Museu Nacional de História Natural e da Ciência - Universidade de Lisboa Patrícia Tiago BioDiversity4All

Leia mais

1 CASA DO CORETO pág.3 Breve apresentação / Imagens. 2 LUA CHEIA teatro para todos pág.7 Missão e Objectivos / Áreas de Intervenção

1 CASA DO CORETO pág.3 Breve apresentação / Imagens. 2 LUA CHEIA teatro para todos pág.7 Missão e Objectivos / Áreas de Intervenção PREÂMBULO pág.2 1 CASA DO CORETO pág.3 Breve apresentação / Imagens 2 LUA CHEIA teatro para todos pág.7 Missão e Objectivos / Áreas de Intervenção 3 Declaração Relevância Cultural C.M.Lisboa pág.9 www.luacheia.pt

Leia mais

Descrição do Curso de Verão

Descrição do Curso de Verão Descrição do Curso de Verão Portugal - 1 de 7 - Introdução O BEST Board of European Students of Technology é uma associação sem fins lucrativos, políticos ou religiosos que reúne estudantes de Engenharia,

Leia mais

Currículo. Identificação de Aprendizagens Essenciais. 25/10/ Lisboa

Currículo. Identificação de Aprendizagens Essenciais. 25/10/ Lisboa Currículo Identificação de Aprendizagens Essenciais 25/10/2016 - Lisboa Enquadramento 12 anos da escolaridade obrigatória Características dos documentos curriculares Resultados do inquérito nacional aos

Leia mais

PARA QUEM? PARA QUÊ? Público-Alvo:

PARA QUEM? PARA QUÊ? Público-Alvo: PARA QUEM? PARA QUÊ? Público-Alvo: O SÁBADOS ACADÉMICOS destina-se aos Jovens que se encontram a frequentar as Escolas do Ensino Médio, em todo o Território Nacional Os candidatos aos SÁBADOS ACADÉMICOS

Leia mais

Escola Secundária de Valongo

Escola Secundária de Valongo Escola Secundária de Valongo PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 7º ANO Ano lectivo 2010/2011 TERRA NO ESPAÇO 1º PERÍODO ESCOLA SECUNDÁRIA DE VALONGO PROPOSTA DE PLANIFICAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 CIÊNCIAS

Leia mais

Respeito ao Meio Ambiente Programa de Educação Ambiental Eco-Social

Respeito ao Meio Ambiente Programa de Educação Ambiental Eco-Social Respeito ao Meio Ambiente Programa de Educação Ambiental Eco-Social Objetivos Objetivos Cognitivos sobre meio ambiente Levar os indivíduos e os grupos sociais a adquirirem largas experiências, contatos

Leia mais

Plano Anual de Atividades

Plano Anual de Atividades Plano Anual de Atividades ANO LECTIVO 2011 / 2012 Índice Introdução -------------------------------------------------------------------------------------------- 2 Procedimentos adoptados -----------------------------------------------------------------------

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO

PLANO DE FORMAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MIGUEL TORGA AMADORA PLANO DE FORMAÇÃO O plano de formação que a seguir se apresenta dá cumprimento ao despacho nº 18038/2008 de 4 de Julho, e o Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO DO ATL DE CHOUSELAS 2011/2012 OS 4 ELEMENTOS

PROJECTO EDUCATIVO DO ATL DE CHOUSELAS 2011/2012 OS 4 ELEMENTOS PROJECTO EDUCATIVO DO ATL DE CHOUSELAS 2011/2012 OS 4 ELEMENTOS Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OS 4 ELEMENTOS... 4 3. ESCOLHA DO TEMA... 4 4. OBJECTIVOS... 5 4.1 Objectivos gerais... 5 4.2 Objectivos específicos...

Leia mais

TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA

TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA TÓPICOS PARA A APRESENTAÇÃO DA ESCOLA CAMPOS DE ANÁLISE DE DESEMPENHO Como elemento fundamental de preparação da avaliação, solicita-se a cada escola 1 em processo de avaliação que elabore um texto que:

Leia mais

2º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 6º Ano

2º Ciclo do Ensino Básico Critérios de avaliação 6º Ano CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO A avaliação do aluno nas diferentes disciplinas e áreas curriculares disciplinares realiza-se em três domínios: afetivo, cognitivo, e psicomotor. Ou, usando uma terminologia

Leia mais

Problemática 1 Percurso na vida associativa. Dimensões Entrevista E2 Análise

Problemática 1 Percurso na vida associativa. Dimensões Entrevista E2 Análise Problemática 1 Percurso na vida associativa Início da prática associativa (local e idade) Tipo de trabalho desenvolvido Associações que está envolvido «Comecei aqui na JS ( )» (P.1) «18 anos( )» (P. 2)

Leia mais

FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE

FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO FORMULÁRIO E RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE IDENTIFICAÇÃOE Unidade Orgânica: Docente avaliado: Departamento

Leia mais

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO

DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO DAP DINÂMICAS DE ACÇÃO-PREVENÇÃO Apresentação do Projecto Escola E.B 2,3 Passos José OBJECTIVOS GERAIS Fomentar a integração dos alunos no contexto escolar, promovendo o sucesso educativo Agir preventiva

Leia mais

Encontro Inovação e Qualidade no Ensino Superior Universidade de Coimbra

Encontro Inovação e Qualidade no Ensino Superior Universidade de Coimbra Encontro Inovação e Qualidade no Ensino Superior Universidade de Coimbra INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Universidade Técnica de Lisboa 22 de Outubro de 2008 Isabel Gonçalves, Programa de Tutorado Conselho

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Gestão dos Recursos Humanos

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Gestão dos Recursos Humanos INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 30/3/2016 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 20/4/2016 Ficha de Unidade

Leia mais

CIDADANIA ACTIVA. Uma exigência! Perspectiva e Actividades

CIDADANIA ACTIVA. Uma exigência! Perspectiva e Actividades Uma exigência! Perspectiva e Actividades Um ponto de partida O Passeio Marítimo é um bom espaço mediador para o espírito de Cidadania Activa. A contemplação, o olhar atento, artístico e criativo como facilitador

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO Comissão Social de Freguesia de Odivelas. Aderentes à Comissão Social de Freguesia de Odivelas

PLANO DE ACÇÃO Comissão Social de Freguesia de Odivelas. Aderentes à Comissão Social de Freguesia de Odivelas Um Plano de Acção consiste num instrumento componente do Plano de Desenvolvimento Social, que define sistematicamente, as acções a desenvolver, o cronograma, os parceiros responsáveis e os recursos. 1

Leia mais

DO SOLDADO DESCONHECIDO AO SOLDADO CONHECIDO

DO SOLDADO DESCONHECIDO AO SOLDADO CONHECIDO CONCURSO ESCOLAE AR DO SOLDADO DESCONHECIDO AO SOLDADO CONHECIDO REGULAMENTO 1. Âmbito O concurso escolar Do Soldado Desconhecidoo ao Soldado Conhecido é uma iniciativaa promovida conjuntamentee pela Direção-Geral

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2016

PLANO DE ENSINO 2016 PLANO DE ENSINO 2016 1. INFORMAÇÕES GERAIS 1.1. PROFESSOR: JOSÉ ROBERTO MARQUES 1.2. DEPARTAMENTO: DIREITO PÚBLICO 1.3. DISCIPLINA: DIREITO AMBIENTAL 1.4. SÉRIE: 5ª TURMAS A e B 1.5. TURNOS: DIURNO E NOTURNO

Leia mais

IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2016/17

IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2016/17 IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2016/17 Tema Imagens Contra a Corrupção Tipo Concurso de vídeos de Curta duração Público-alvo Alunos dos Escolas do 2º e 3º ciclo e do Ensino Secundário

Leia mais

AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INTERNA TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO 7.º ANO. Ano letivo 2013/2014

AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INTERNA TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO 7.º ANO. Ano letivo 2013/2014 AVALIAÇÃO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO 7.º ANO Ano letivo 2013/2014 AVALIAÇÃO INTERNA A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa que permite a recolha

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Matemática Componente Curricular: Matemática Série: 1ª Eixo Tecnológico:

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direcção de Recursos Humanos

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direcção de Recursos Humanos INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 28/10/2015 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 16/12/2015 Ficha de

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL NO FINAL DO ANO LETIVO

CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL NO FINAL DO ANO LETIVO TEXTO 2 http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/2310-6.pdf acesso em http://pt.wikipedia.org/wiki/conselho_de_classe 09 de outubro de 2014 CONSELHO DE CLASSE: O ANO TODO E AGORA EM ESPECIAL

Leia mais

Pesquisa Jornal Primeiras Letras Fortaleza

Pesquisa Jornal Primeiras Letras Fortaleza Pesquisa Jornal Primeiras Letras Fortaleza Pesquisa realizada em fevereiro 2013, mediante questionários anônimos aplicados nas capacitações realizadas nesse mês. Participaram coordenadoras pedagógicas

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL 25 JANEIRO

ASSEMBLEIA GERAL 25 JANEIRO ASSEMBLEIA GERAL 25 JANEIRO 2008 @ http://www.cm-pvarzim.pt/cidades-geminadas Relatório de Actividades 2007 O ano que agora começa foi designado pela União Europeia como o Ano Europeu do Diálogo Intercultural,

Leia mais

GUIÃO DE APOIO AO RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES / RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA EM TÉCNICAS DE GERONTOLOGIA

GUIÃO DE APOIO AO RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES / RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA EM TÉCNICAS DE GERONTOLOGIA Campus Universitário de Viseu GUIÃO DE APOIO AO RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES / RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA EM TÉCNICAS DE GERONTOLOGIA Ano Letivo de 2012-2013 Aspetos a

Leia mais

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA

EB1/PE DE ÁGUA DE PENA EB1/PE DE ÁGUA DE PENA 2010 2014 1.Introdução 2.Enquadramento legal 3.Diagnóstico avaliação do projecto anterior 4.Identificação de prioridades de intervenção 5.Disposições finais 6.Avaliação 1.Introdução

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO

MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO MATRIZ DA PROVA DE EXAME A NÍVEL DE ESCOLA AO ABRIGO DO DECRETO LEI Nº 357/2007, DE 29 DE OUTUBRO (duração: 90 minutos + 30 minutos de tolerância) DIREITO 12º ANO (Cursos Científico Humanísticos Decreto

Leia mais

IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2015/16

IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2015/16 IMAGENS CONTRA A CORRUPÇÃO CONCURSO NACIONAL DE VÍDEOS 2015/16 Tema Imagens Contra a Corrupção Tipo Concurso de vídeos de Curta duração Público-alvo Alunos dos Escolas do 2º e 3º ciclo e do Ensino Secundário

Leia mais

DESENHO E MONTAGEM DE EXPOSIÇ ÕE

DESENHO E MONTAGEM DE EXPOSIÇ ÕE Fundamentos de DESENHO E MONTAGEM DE EXPOSIÇ ÕE S Formador Bruno Filipe Soares Cabede Pág. 1 de 9 0 INDÍCE DIAGNÓSTICO PÁG. 03 JUSTIFICAÇÃO PÁG. 04 ÁREA TEMÁTICA PÁG. 04 MODALIDADES PÁG. 04 PÚBLICOS-ALVO

Leia mais

PROJETO: A TERRA PEDE SOCORRO! PODEMOS AJUDAR?

PROJETO: A TERRA PEDE SOCORRO! PODEMOS AJUDAR? EMEF Professora Ubaldina Santo Amaro do Amaral PROJETO: A TERRA PEDE SOCORRO! PODEMOS AJUDAR? 1º TRIMESTRE Boa Esperança - ES 2015 PROJETO PEDAGÓGICO IDENTIFICAÇÃO: Escola: EMEF Professora Ubaldina Santo

Leia mais

CIÊNCIA, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DO 1º CICLO

CIÊNCIA, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DO 1º CICLO CIÊNCIA, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES DO 1º CICLO SÁ, PATRÍCIA & MARTINS, ISABEL Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa. Universidade de Aveiro.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÂO DA DISCIPLINA DE PORTUGUÊS 2º CICLO ANO LETIVO 2015 / 2016 DOMÍNIOS DE APRENDIZAGEM DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA PONDERAÇÃO INSTRUMENTOS DE

Leia mais

Museu da Abadia São Geraldo. Ação Educativa Extramuros Identidade e Comunidade - Aproximando Histórias

Museu da Abadia São Geraldo. Ação Educativa Extramuros Identidade e Comunidade - Aproximando Histórias Museu da Abadia São Geraldo Ação Educativa Extramuros Identidade e Comunidade - Aproximando Histórias Informações gerais Mantenedores Mosteiro São Geraldo Abadia São Geraldo Coordenação Dom Afonso Vieira,

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO O RÓMULO - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, localizado no Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, integrado no

Leia mais

REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E HONRA INSTITUTO DE PROMOÇÃO SOCIAL DE BUSTOS, S.A. COLÉGIO FREI GIL

REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E HONRA INSTITUTO DE PROMOÇÃO SOCIAL DE BUSTOS, S.A. COLÉGIO FREI GIL REGULAMENTO DOS QUADROS DE EXCELÊNCIA E HONRA 2012-2015 INSTITUTO DE PROMOÇÃO SOCIAL DE BUSTOS, S.A. COLÉGIO FREI GIL Índice Introdução...3 Capítulo I Regulamento...4 Introdução O presente Regulamento

Leia mais

Projecto Vitalidade XXI. FIPA Federação das Indústrias Agro-Alimentares. Conclusões do estudo. A Indústria Alimentar e os Estilos de Vida Saudáveis

Projecto Vitalidade XXI. FIPA Federação das Indústrias Agro-Alimentares. Conclusões do estudo. A Indústria Alimentar e os Estilos de Vida Saudáveis Projecto Vitalidade XXI FIPA Federação das Indústrias Agro-Alimentares Conclusões do estudo A Indústria Alimentar e os Estilos de Vida Saudáveis A Percepção das Partes Interessadas e Apresentação dos compromissos

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais