Política de Identificação de Clientes

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1 Plítica de Identificaçã de Clientes Índice 1. ENQUADRAMENTO OBJETIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO VERIFICAÇÃO DA IDENTIDADE Princípis básics Elements a bter ENTIDADES Pessas Singulares Pessas Cletivas (sciedades civis u cmerciais, assciações, fundações, etc) Centrs de Interesse Cletiv sem persnalidade jurídica SITUAÇÕES ESPECIAIS DE RISCO Execuçã pr terceirs de dever de identificaçã Beneficiári efetiv Depósits em numerári de valr igual u superir a ,00 u 5.000, Transações casinais de mntante igual u superir a , Prcediments cmplementares em perações realizadas à distância Bancs crrespndentes DOCUMENTAÇÃO Qualidade ds dcuments exigíveis Períds de atualizaçã e arquiv ds dcuments Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 1/13

2 1. ENQUADRAMENTO N cumpriment da legislaçã e regulamentaçã nacinais e da legislaçã eurpeia em vigr, em matéria de prevençã e cmbate a branqueament de capitais e a financiament d terrrism, tend em atençã as bas práticas internacinalmente recnhecidas e, ainda, as diretrizes, recmendações e rientações emanadas pr rganisms cm autridade técnica internacinalmente recnhecida nestas matérias, designadamente Cmité de Basileia, FATF/GAFI e Wlfsberg Grup, as instituições financeiras devem implementar um cnjunt de plíticas e prcediments que previnam a utilizaçã das suas perações para práticas de natureza criminsa e que pssam ser indutras de riscs peracinais e reputacinais acrescids. Neste sentid, Cmité de Basileia, ns seus guias de açã ( Custmer Due Diligence fr Banks, Basel Cmmittee n Banking Supervisin, Outubr de 2001), refere at de identificaçã ds Clientes cm um efetiv element na cnstruçã d prcess de KYC Knw Yur Custmer que s Bancs deverã implementar n seu sei, de frma a prtegê-ls cntra s riscs reputacinal, peracinal e legal, a mesm temp, cm instrument necessári para cumpriment ds requisits relativs a branqueament de capitais e financiament d terrrism. 2. OBJETIVO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO D cnjunt das plíticas sugeridas pel Cmité de Basileia e pelas autridades nacinais e internacinais que s Bancs devem implementar de frma a prmver elevads padrões étics e prfissinais na sua atuaçã inclui-se a Plítica de Identificaçã de Clientes, em que s Bancs estabelecem s elements fundamentais a respeitar ns prcediments de identificaçã ds seus Clientes, seus representantes e beneficiáris efetivs, que em cnjugaçã cm a aplicaçã ds princípis de KYC - Knw Yur Custmer criam cndições para uma crreta aplicaçã da Plítica de Aceitaçã de Clientes e sua subsequente mnitrizaçã. Nesta plítica definem-se, nmeadamente: i. s princípis básics a que deve bedecer a identificaçã de tdas as entidades cm quem s Bancs se relacinam em terms de negóci; i iv. cnjunt de dcuments a bter, para as diversas categrias de Clientes, pessas singulares, pessas cletivas u centrs de interesse cletiv sem persnalidade jurídica, que realizem transações cm s Bancs, ns terms definids n pnt 4.3; s requisits exigíveis a tds s dcuments presentes as Bancs cmprvativs ds diverss elements ds Clientes que prcuram atestar; a regularidade da atualizaçã ds dcuments inerentes à Plítica de Identificaçã de Cliente em pder ds Bancs, relativamente as Clientes cm quem tem relações cntinuadas de negóci e s períds mínims de manutençã e arquiv daqueles dcuments. A Plítica de Identificaçã de Clientes é aplicável transversalmente n Grup, quer em Prtugal, quer nas perações n estrangeir, nde pderã eventualmente ser necessárias adaptações a seu enquadrament legal e regulamentar lcal, sem prejuíz d brigatóri cumpriment ds ditames aplicáveis às relações de grup ns terms da Lei 1. Tds s Clabradres ds Bancs e das sciedades n perímetr de cnslidaçã d Grup Banc Cmercial Prtuguês estã sujeits a cumpriment desta plítica, segund s mais elevads padrões de ética e respeit pela cnfidencialidade da infrmaçã a que acedam n desempenh das suas funções. 1 Cf. Art.º 45 d Avis n.º 5/2013 d Banc de Prtugal. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 2/13

3 3. VERIFICAÇÃO DA IDENTIDADE 3.1. Princípis básics A identificaçã ds Clientes deve ser entendida n âmbit d relacinament bancári, num sentid lat, na medida em que s elements necessáris a estabeleciment de uma relaçã de negóci cntinuada e estável, n cumpriment das nrmas legais e ds mais elevads padrões de atuaçã ética e prfissinal, implicam cnheciment de um cnjunt de caraterísticas a seguir detalhadas que estã muit para além ds elements de identificaçã pessal, em sentid estrit. Os princípis da veracidade, da cmprvaçã, da especialidade e da atualidade sã elements fundamentais da Plítica de Identificaçã de Clientes. Neste sentid, independentemente da tiplgia e qualidade ds dcuments requerids as Clientes para cnfirmaçã da sua identidade, em sentid lat, princípi da veracidade implica que, em cada mment, se recnheça que nã existe qualquer suspeita de que s elements e infrmações que estã a ser frnecids as Bancs sfrem de falsidade, nem prcuram escnder realidades que, de utra frma, pudessem bstar a que a relaçã cmercial se estabelecesse ns mldes prpsts. Cnsequentemente, princípi da cmprvaçã briga a que as infrmações btidas e reclhidas n at de cnstituiçã da relaçã de clientela u da realizaçã da transaçã casinal, bem cm a lng da manutençã da relaçã de negóci e s elements frnecids pels Clientes tenham cm suprte s dcuments necessáris e suficientes para criar a prva efetiva da veracidade d prcess. D princípi da especialidade releva a necessidade de se tratarem s requisits de identificaçã de frma diferenciada, em funçã nã só da natureza da entidade cm quem s Bancs se prcuram relacinar, cm também das diversas caraterísticas assciadas a cada entidade que fazem diferenciar nível de risc de branqueament de capitais e de financiament d terrrism. Nesta perspetiva, at de identificaçã e de manutençã ds elements de identificaçã ds Clientes tem, identicamente a utras ações, uma natureza de risk based apprach que acresce as estrits requisits legais e regulamentares neste dmíni. Tant n mment d iníci da relaçã cmercial, cm na casiã da cncretizaçã da transaçã casinal, bem cm ainda n decrrer da relaçã de negóci, se se mantiver de frma duradura, princípi da atualidade impõe que s dcuments prbatóris ds elements cnstantes d prcess de identificaçã tenham sid redigids u btids em temp prtun, mais próxim pssível d at e das infrmações que prcuram cmprvar, nã send admissível que se aceitem cas estejam caducs u sejam inadequads para a cmprvaçã a que respeitem. Neste sentid, deve ser identicamente entendid que at de identificaçã e cmprvaçã ds elements de identificaçã nã se esgta n mment d estabeleciment da relaçã inicial, mas antes crrespnde a um prcess permanente de atualizaçã. Cmplementarmente, n âmbit da cnstituiçã d prcess de KYC - Knw Yur Custmer, s Bancs devem ainda bter infrmaçã clara, cmpleta e verdadeira sbre: i. a finalidade da relaçã de negóci que se pretende estabelecer; i iv. a rigem e destin ds funds que se quer mvimentar; as fntes de rendiment e de patrimóni d Cliente, ajuizand acerca da sua licitude e perfil transacinal expectável Elements a bter Quer a própria legislaçã quer a regulamentaçã nacinais (em cnsnância cm as melhres práticas internacinais) estabelecem um cnjunt de deveres de identificaçã ds Clientes que devem ser integrads ns respetivs prcesss de identificaçã/atualizaçã. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 3/13

4 Os Bancs ns seus nrmativs interns em vigr estabelecem s elements fundamentais a bter n iníci d relacinament de negóci, aquand da transaçã casinal e ainda durante a cntinuaçã da relaçã de negóci. Deste md, a seguir se enunciam s elements fundamentais d at de identificaçã das diversas categrias, detalhads de frma exaustiva nas nrmas de prcediments em vigr. 4. ENTIDADES 4.1. Pessas Singulares N cas das pessas singulares, s Bancs deverã bter d Cliente pel mens s seguintes elements identificativs: i. nme cmplet e assinatura, iii iv. data de nasciment, nacinalidade cnstante d dcument de identificaçã, u n cas de pluralidade de nacinalidades, declaraçã d própri relativamente às demais, mrada cmpleta de residência permanente e, quand diversa, a mrada cmpleta de residência fiscal, v. prfissã e entidade patrnal, vi. v cargs públics que exerça, tip, númer, data e entidade emitente d dcument de identificaçã, e vi naturalidade. A verificaçã, em sentid estrit, da identidade deve ser realizada através de dcument de identificaçã riginal válid pré-assinad e cm ftgrafia, d qual deve cnstar seu nme cmplet, data de nasciment e nacinalidade (cartã de cidadã, bilhete de identidade, passaprte, autrizaçã de residência em territóri nacinal u dcument públic equivalente que respeite s mesms requisits - de acrd cm as regras estabelecidas na NP0054). Relativamente as Clientes e às transações que pela sua natureza u caraterísticas pssam suscitar um mair risc de branqueament de capitais u financiament d terrrism, s Bancs prmvem um cnjunt de prcediments especiais e preparam um prcess de KYC e acmpanhament refrçads. Estã nesta situaçã, designadamente, estabeleciment de relações de negóci u perações realizadas à distância, assim cm as relações estabelecidas cm Pessas Pliticamente Expstas (PEP), residentes fra d territóri nacinal u cm titulares de utrs cargs plítics u públics (cf.os0036) Pessas Cletivas (sciedades civis u cmerciais, assciações, fundações, etc) N cas das pessas cletivas, s Bancs deverã bter d Cliente pel mens s seguintes elements infrmativs: i. denminaçã scial, i iv. bjet, endereç da sede, mrada cmpleta da sucursal u d estabeleciment estável; númer de identificaçã de pessa cletiva, v. identidade ds titulares d órgã de administraçã u órgã equivalente; vi. país de cnstituiçã; vi códig CAE (classificaçã de atividades ecnómicas). Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 4/13

5 N cas de pessas cletivas, s meis cmprvativs n que respeita as elements identificativs sã s seguintes: i. s elements denminaçã, bjet, mrada cmpleta da sede e mrada cmpleta da sucursal u d estabeleciment estável pdem ser cmprvads pr um ds seguintes meis: i iv. certidã d regist cmercial u utr dcument públic, em suprte físic u eletrónic, que cntenha s elements em causa; reclha e verificaçã ds respetivs dads eletrónics junt das entidades cmpetentes respnsáveis pela sua gestã; element númer de identificaçã de pessa cletiva pde ser cmprvad pr um ds seguintes meis: cartã de pessa cletiva, cartã da empresa u utr dcument públic que cntenha esse element, em suprte físic u eletrónic; dcument equivalente as referids na subalínea anterir, n cas de entidades nã dmiciliadas em Prtugal; reclha e verificaçã ds respetivs dads eletrónics junt das entidades cmpetentes respnsáveis pela sua gestã; element identidade ds titulares d órgã de administraçã u órgã equivalente pde ser cmprvad mediante simples declaraçã escrita, em suprte físic u eletrónic, emitida pela própria pessa cletiva, cntend s seguintes elements identificativs referentes àqueles titulares: nme cmplet, data de nasciment e nacinalidades; tip, númer, data de validade e entidade emitente d dcument de identificaçã; númer de identificaçã fiscal; element país de cnstituiçã e s elements relativs as códigs de atividade nã carecem de cmprvaçã dcumental, bastand infrmaçã da pessa cletiva quant as mesms. Sempre que um titular d órgã de administraçã u órgã equivalente de uma pessa cletiva atue cm representante da mesma n âmbit de cntas de depósit bancári, s Bancs prcedem a prcess cmplet de identificaçã previst para as pessas singulares. A cnfirmaçã da veracidade das infrmações btidas u slicitadas as representantes das entidades de natureza cletiva pde ainda, numa ótica de due diligence refrçada e ns terms legalmente admissíveis, ser cmplementada cm recurs a serviçs de infrmaçã cmercial, advgads, bases de dads de acess públic e independentes, referências bancárias, visitas às instalações das entidades e utras que se entendam adequadas e justificáveis. Em simultâne s Bancs devem assegurar-se da identidade e reputaçã de qualquer entidade que prcure iniciar uma relaçã de negóci em representaçã de uma entidade cletiva e, a mesm temp, cmprvar a veracidade ds dcuments de prva e ds pderes de representaçã. A verificaçã da identidade d Cliente deve ser realizada n mment d estabeleciment da relaçã cmercial, u previamente, nmeadamente ns cass de transações casinais. Os Bancs só pdem abrir cntas de depósit bancári quand, cumulativamente, lhes frem dispnibilizads tds s elements identificativs legal e regulamentarmente prevists e aplicáveis a cas cncret e tds s meis cmprvativs daqueles. A dispnibilizaçã d suprte cmprvativ ds elements identificativs cuja apresentaçã nã seja, indispensável para iníci da relaçã de negóci deve ter lugar n praz máxim de trinta dias após a data de abertura da cnta, praz durante qual a mesma permanece sujeita às restrições legais de mvimentaçã e cm a indispnibilidade absluta ds valres nela depsitads. N entant, para efeits de nã perturbaçã n prcess de abrdagem as Clientes, privilegiar-se-á a reclha de tds s dcuments atualmente exigíveis n at de iníci da relaçã cmercial. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 5/13

6 N cas da abertura de cntas de depósit bancári, enquadráveis n regime jurídic ds serviçs mínims bancáris, s Bancs pdem permitir estabeleciment da relaçã de negóci em mment anterir à apresentaçã de quaisquer ds suprtes cmprvativs ds elements identificativs, permanecend, cntud, a indispnibilidade absluta ds valres depsitads e a brigatriedade de apresentaçã ds suprtes cmprvativs em falta n praz máxim de trinta dias. 4.3.Centrs de Interesse Cletiv sem persnalidade jurídica Pr Centrs de Interesse Cletiv sem persnalidade jurídica entendem-se: s patrimónis autónms, s cndmínis de imóveis em prpriedade hrizntal, as heranças jacentes e s trusts de direit estrangeirs quand e ns terms em que frem recnhecids pela lei prtuguesa. Relativamente à abertura de cntas de depósit bancári tituladas pr centrs de interesse cletiv referidas n númer anterir (bem cm n cas de abertura de cntas de depósit tituladas pr estabeleciments individuais de respnsabilidade limitada) é aplicável, cm as devidas adaptações a cas cncret, a necessidade de reclha de elements identificativs tal cm previst para as pessas cletivas. 5. SITUAÇÕES ESPECIAIS DE RISCO Os Bancs cnsideram ter especial risc, em matéria de identificaçã de Clientes, as situações mencinadas infra, pel que adtam s prcediments seguintes. 5.1.Execuçã pr terceirs de dever de identificaçã Os Bancs pdem recrrer a uma instituiçã terceira para cumpriment d dever de identificaçã referente a Clientes seus, desde que esta última seja: i. uma das entidades previstas na Lei 2 cm exceçã das agências de câmbi, das instituições de pagament e das instituições de meda eletrónica; uma entidade, cm sede na Uniã Eurpeia u em país terceir equivalente, de natureza semelhante à das entidades previstas na alínea anterir. Cnsideram-se ainda cm terceirs habilitads a executar dever de identificaçã: i. as sucursais, estabelecidas em territóri nacinal, nutr Estad membr da Uniã Eurpeia u em país terceir equivalente, de entidades de natureza semelhante à das entidades previstas na lei cm exceçã das agências de câmbi, das instituições de pagament e das instituições de meda eletrónica; as entidades prestadras de serviçs pstais, na medida em que fereçam a públic serviçs financeirs relacinads cm matérias sujeitas à supervisã d Banc de Prtugal. Sempre que recrram à execuçã d dever de identificaçã pr terceirs, devem s Bancs: i. assegurar-se de que tais terceirs, pr se enquadrarem numa das categrias previstas acima, estã habilitads a executar dever de identificaçã; i avaliar, cm base em infrmaçã d dmíni públic, a reputaçã e a idneidade d terceir; assegurar-se de que terceir dispõe de um adequad sistema de cntrl intern em matéria de prevençã d branqueament de capitais e d financiament d terrrism; 2 Cf. n.º 1 d Art.º 3 da Lei 25/ Instituições de crédit, empresas de investiment e utras sciedades financeiras, entidades que tenham a seu carg a gestã u cmercializaçã de funds de capital de risc, rganisms de investiment cletiv que cmercializem as suas unidades de participaçã, empresas de segurs e mediadres de segurs que exerçam a atividade de mediaçã de segurs cm exceçã ds mediadres de segurs ligads, sciedades gestras de funds de pensões, sciedades de titularizaçã de crédits, sciedades e investidres de capital de risc, sciedades de cnsultria para investiment, sciedades que prssigam atividades que tenham pr bjet cntrats relativs a investiment em bens crpóres. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 6/13

7 iv. bter s necessáris elements identificativs em mment anterir a estabeleciment da relaçã de negóci, da execuçã da transaçã casinal u da realizaçã da peraçã, bem cm assegurarse de que terceir lhe envia respetiv suprte cmprvativ lg que mesm lhe seja slicitad; v. assegurar-se de que s elements identificativs fram reclhids pel terceir através de cntact diret e presencial cm Cliente; vi. cmplementar a infrmaçã reclhida pel terceir u prceder a uma nva identificaçã, cas a insuficiência da infrmaçã recebida u risc assciad justifique. A execuçã d dever de identificaçã, na qualidade de terceir, pelas entidades indicadas acima, deve bedecer as seguintes requisits: i. estar prevista em clausulad cntratual que reja as relações entre a instituiçã financeira e a instituiçã terceira; i ter lugar em espaçs físics própris; ser assegurada pr clabradres cm frmaçã adequada em matéria de prevençã d branqueament de capitais e d financiament d terrrism, em cnfrmidade cm dispst n legislaçã vigente. As relações de agência, de representaçã u de subcntrataçã nã cnfiguram a execuçã pr terceirs aqui prevista. Sem prejuíz da respnsabilidade ds terceirs na execuçã das nrmas legais, s Bancs, neste cas, mantêm a respnsabilidade pel exat cumpriment d dever de identificaçã executad pr aqueles terceirs, cm se fssem executantes direts daquele dever Beneficiári efetiv 1. O beneficiári efetiv (BEF) é sempre a pessa singular pr cnta de quem é realizada uma transaçã u atividade u que em última instância detém u cntrla Cliente. 2. Quand Cliente fr uma pessa cletiva u um centr de interesses cletivs sem persnalidade jurídica u, em qualquer cas, sempre que haja cnheciment u fundada suspeita de que um Cliente nã atua pr cnta própria, s Bancs adtam, para efeits de indagaçã de quem é BEF, s seguintes prcediments cumulativamente: i. bter a infrmaçã sbre a identidade d BEF e assegurar a reclha ds elements identificativs referids n pnt 4; adtar as medidas de cmprvaçã adequadas em funçã ds riscs de branqueament de capitais e de financiament d terrrism assciads a Cliente e à relaçã de negóci. 3. Sempre que grau de risc seja cnsiderad relevante, devem s Bancs reclher suprte cmprvativ da identidade e qualidade d BEF, a qual pde ser cmprvada mediante cópia simples ds dcuments referids n pnt 4.1. e definids exaustivamente na NP0054 u através de medida u diligência cnsiderada idónea e suficiente pels Bancs, em funçã d risc cncretamente identificad; 4. Para efeits da determinaçã d grau de risc relevante a que se refere númer anterir, s Bancs devem pnderar especialmente as situações indicativas de risc cnstantes d Anex I à Plítica de Gestã de Risc de Branqueament de Capitais e de Financiament de Terrrism (GR0006), sem prejuíz de utras situações que sejam classificadas internamente cm tal. 5. N prcess de identificaçã ds BEF, s Bancs devem slicitar dcuments riginais, em suprte físic u eletrónic, u cópias certificadas ds mesms sempre que: i. suprte referid n item 3 suscite dúvidas; existam suspeitas de branqueament de capitais u de financiament d terrrism; Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 7/13

8 i tal se mstre justificad pel perfil de risc definid para aquele Cliente u pr utra circunstância cnsiderada relevante. 6. Sem prejuíz de utras diligências que, pr sua iniciativa, s Bancs entendam efetuar autnmamente, a dcumentaçã u s regists de frmalizaçã d prcess de abertura de cnta de depósit bancári devem cnter brigatriamente camps de infrmaçã específics destinads a identificar s BEF pr cnta de quem s Clientes estejam a atuar u que, em última instância, cntrlem s Clientes. 7. Aquand da realizaçã das medidas de cmprvaçã referidas n item 2, devem s Bancs: i. na determinaçã ds BEF enquadráveis em pessa cletiva scietária, cnsiderar a percentagem de 25% aí referida cm um indíci a ter em cnta, sem prejuíz da pssibilidade de referid cntrl da gestã crrer através de utrs meis, inclusive através de participaçã scietária u detençã de direits de vt em númer inferir aquela; i na determinaçã ds BEF enquadráveis em pessa cletiva nã scietária em que s futurs beneficiáris nã tiverem sid ainda determinads, bter infrmações suficientes sbre s BEF de trusts de direit estrangeir que sejam definids em funçã de caraterísticas u classes, de md a garantir que estarã em cndições de apurar a respetiva identidade n mment d pagament u aquand d exercíci, pels BEF, ds respetivs direits adquirids; adtar utras medidas razáveis para cnhecer a estrutura de prpriedade e de cntrl d Cliente, quand este seja uma pessa cletiva u um centr de interesses cletivs sem persnalidade jurídica, aqui se incluind, sem prejuíz de utras diligências, a reclha de dcuments, dads u infrmações fiáveis sbre: a cadeia de participações, de dmíni u de cntrl; a identidade, n cas de trusts de direit estrangeir, d cnstituinte (settlr) d garante (prtectr) e ds mandatáris (trustees), quand a mesma nã resulte d cumpriment d dispst n pnt Depósits em numerári de valr igual u superir a ,00 u 5.000,00 N cas de depósits em numerári em cntas tituladas pr terceirs e sempre que s mntantes a depsitar sejam iguais u superires a ,00, s Bancs devem prceder à cnferência e a regist ds seguintes elements identificativs: i. nme d depsitante; tip, númer, data de validade e entidade emitente de dcument de identificaçã d depsitante. Sempre que s Bancs cnsiderem, em funçã ds seus critéris internamente definids, que um depósit em numerári em cnta titulada pr terceir representa um risc elevad de branqueament de capitais u de financiament d terrrism, devem adtar s mesms prcediments prevists n parágraf anterir quand mntante a depsitar seja igual u superir a 5.000,00. Sempre que s Bancs tenham razões para suspeitar da crrência de fracinament de depósits em numerári em cntas tituladas pr terceirs, pr frma a nã serem atingids s limites prevists ns parágrafs supra, devem prceder à extraçã de cópia d dcument de identificaçã d depsitante u à reclha ds dads eletrónics nele cntids. N cas de depósits em numerári em cntas tituladas pr empresáris em nme individual, pr estabeleciments individuais de respnsabilidade limitada u pr pessas cletivas de natureza scietária, pdem s Bancs dispensar a aplicaçã ds prcediments prevists ns primeir e segund parágrafs deste pnt quand s depósits sejam efetuads em cntas tituladas pr Cliente que, em funçã ds seus critéris internamente definids, seja classificad cm de baix risc. Para este efeit, nã se cnsideram terceirs depsitantes s membrs de órgãs sciais d titular da cnta de depósit bancári, s que nele exerçam funções de direçã, gerência u chefia, s seus Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 8/13

9 empregads, s mandatáris e utras pessas que lhe prestem serviç a títul permanente, temprári u casinal, incluind a atividade de transprte, guarda, tratament e distribuiçã de funds e valres. 5.4.Transações casinais de mntante igual u superir a ,00 Sempre que s Bancs se prpnham efetuar, presencialmente u cm recurs a meis de cmunicaçã à distância, transações casinais de mntante igual u superir a ,00, independentemente de a transaçã ser realizada através de uma única peraçã u de várias perações que aparentem estar relacinadas entre si, u transações casinais de qualquer valr relativamente às quais tenham suspeitas de uma pssível relaçã cm s crimes de branqueament u de financiament d terrrism, devem bter, pel mens, s seguintes elements identificativs sbre s seus Clientes e, send cas, sbre s respetivs representantes: i. n cas de pessas singulares: nme cmplet; data de nasciment; nacinalidade cnstante d dcument de identificaçã; tip, númer, data de validade e entidade emitente d dcument de identificaçã. n cas de pessas cletivas: denminaçã; bjet; númer de identificaçã de pessa cletiva; identidade ds titulares d órgã de administraçã u órgã equivalente. Quand, n cntext da realizaçã de transações casinais, se verifique que Cliente é uma pessa cletiva u um centr de interesses cletivs sem persnalidade jurídica u, sempre que haja cnheciment u a fundada suspeita de que um Cliente nã atua pr cnta própria, devem s Bancs bter também tda a infrmaçã sbre s beneficiáris efetivs (pnt 5.2). N cas de transações casinais em que risc assciad seja cnsiderad relevante, devem s Bancs slicitar s restantes elements identificativs prevists na lei, u quaisquer elements adicinais que permitam um acrescid grau de cnheciment d Cliente, d seu representante u d beneficiári efetiv. Para este efeit, e sem prejuíz de utras situações que sejam classificadas cm tal pels Bancs em funçã ds seus critéris internamente definids, devem ser especialmente pnderadas, para a classificaçã de um grau de risc cm relevante, pel mens, as situações indicativas de risc ptencialmente mais elevad enumeradas n Anex I d GR0006. N cas específic das transferências de funds dissciadas de qualquer cnta titulada, cnsante s cass, pel rdenante u pel beneficiári das mesmas e executadas presencialmente u cm recurs a meis de cmunicaçã à distância, devem s Bancs, sempre que atuem na qualidade de instituições rdenantes u de instituições beneficiárias: i. quand valr individual u agregad das transferências fr igual u superir a ,00, dar cumpriment a tdas as brigações previstas na lei para as transações casinais em geral, relativamente as rdenantes u as beneficiáris das mesmas; quand valr individual u agregad das transferências fr superir a 1.000,00 e inferir a ,00 e estas nã se encntrem abrangidas pelas exclusões previstas na regulamentaçã eurpeia 3, identificar s rdenantes u s beneficiáris das mesmas, executand integralmente prcess de identificaçã, estand brigadas a: 3 Regulament n.º 1781/2006 d Parlament Eurpeu e d Cnselh, de Art.º 3 - Âmbit de aplicaçã: Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 9/13

10 bter, pel mens, nme u denminaçã cmplets e tip e númer d dcument de identificaçã de pessa singular u cletiva; cmprvar a veracidade daqueles elements cm base em dcuments, dads u infrmações btids de uma fnte fiável e independente, cabend-lhes, em qualquer circunstância, demnstrar perante quaisquer autridades cmpetentes a adequaçã e a idneidade d suprte cmprvativ utilizad. Nestes cass, quand, n cntext da realizaçã da transferência, se verifique que Cliente é uma pessa cletiva u um centr de interesses cletivs sem persnalidade jurídica u, sempre que haja cnheciment u a fundada suspeita de que um Cliente nã atua pr cnta própria, devem s Bancs bter também tda a infrmaçã sbre s beneficiáris efetivs (pnt 5.2 desta Plítica). N cas de transferências deste tip em que risc assciad seja cnsiderad relevante, devem s Bancs slicitar s restantes elements identificativs prevists na lei, u quaisquer elements adicinais que permitam um acrescid grau de cnheciment d Cliente, d seu representante u d beneficiári efetiv. 1. O presente regulament é aplicável às transferências de funds, qualquer que seja a meda em que sejam efetuadas, recebidas u enviadas pr um prestadr de serviçs de pagament estabelecid na Cmunidade. 2. O presente regulament nã é aplicável a transferências de funds efetuadas pr mei de cartã de crédit u débit, desde que: a) beneficiári tenha cm prestadr de serviçs de pagament um acrd que lhe permita pagament de um frneciment de bens e prestaçã de serviçs; e b) a transferência de tais funds seja acmpanhada de um element identificadr únic, que permita que a peraçã seja rastreada até a rdenante. 3. Sempre que um Estad-Membr decida aplicar a exceçã prevista na alínea d) d n.º 5 d art.º 11 da Diretiva 2005/60/CE, presente regulament nã é aplicável a transferências de funds realizadas mediante a utilizaçã de meda eletrónica abrangidas pr aquela exceçã, except quand mntante transacinad fr superir a EUR. 4. Sem prejuíz d n.º 3, presente regulament nã é aplicável a transferências de funds efetuadas pr mei de telefnes móveis u de quaisquer utrs meis digitais u de tecnlgias da infrmaçã, desde que essas transferências sejam pré-pagas e nã ultrapassem mntante de 150 EUR. 5. O presente regulament nã é aplicável a transferências de funds efetuadas pr mei de telefnes móveis u de utrs meis digitais u de tecnlgias da infrmaçã, desde que essas transferências sejam pagas pós-peraçã e satisfaçam tdas as cndições seguintes: a) beneficiári tenha cm prestadr de serviçs de pagament um acrd que lhe permita pagament de um frneciment de bens e prestaçã de serviçs; b) a transferência de funds seja acmpanhada de um element identificadr únic, que permita que a peraçã seja rastreada até a rdenante; e c) prestadr de serviçs de pagament esteja sujeit às brigações cnstantes da Diretiva 2005/60/CE. 6. Os Estads-Membrs pdem decidir nã aplicar presente regulament às transferências de funds efetuadas n respetiv territóri para a cnta de um beneficiári para efeits de pagament de frneciments de bens u de prestações de serviçs, se: a) prestadr de serviçs de pagament d beneficiári estiver sujeit às brigações cnstantes da Diretiva 2005/60/CE; b) prestadr de serviçs de pagament d beneficiári puder, através de um númer de referência únic, rastrear, através d beneficiári, a transferência de funds efetuada pela pessa singular u cletiva que tem um cntrat de frneciment de bens u de prestaçã de serviçs cm beneficiári; e c) mntante transacinad fr igual u inferir a EUR. Os Estads-Membrs que apliquem esta exceçã devem infrmar a Cmissã desse fact. 7. O presente regulament nã é aplicável a transferências de funds: a) em que rdenante retira numerári da sua própria cnta; b) em que haja uma autrizaçã de débit entre duas partes, para efeit de pagaments entre elas através de cntas, desde que a transferência de funds seja acmpanhada de um element identificadr únic, de frma a permitir que a peraçã seja rastreada até à pessa singular u cletiva em causa; c) efetuadas através de cheques cruzads; d) destinadas a pagament, a autridades públicas, de impsts, multas e utras cntribuições, n interir de um Estad-Membr; e) em que tant rdenante cm beneficiári sejam prestadres de serviçs de pagament agind pr cnta própria. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 10/13

11 Também aqui para este efeit, e sem prejuíz de utras situações que sejam classificadas cm tal pels Bancs em funçã ds seus critéris internamente definids, devem ser especialmente pnderadas, para a classificaçã de um grau de risc cm relevante, pel mens, as situações indicativas de risc ptencialmente mais elevad enumeradas n Anex I d GR Plítica de Gestã de Risc de Branqueament de Capitais e de Financiament de Terrrism. As perações de trc e destrc sã cnsideradas transações casinais quand nã realizadas n âmbit de uma relaçã de negóci, estand as instituições financeiras brigadas a cumpriment d dever de identificaçã. 5.5.Prcediments cmplementares em perações realizadas à distância. Sempre que as instituições financeiras adtem prcediment cmplementar de verificaçã da identidade mediante a realizaçã d primeir pagament relativ à peraçã, através de uma cnta aberta em nme d Cliente junt de uma instituiçã de crédit, devem s Bancs slicitar a seu Cliente que primeir pagament relativ à peraçã seja efetuad através de transferência u débit diret cm rigem em cnta de depósit bancári aberta, em nme d Cliente, em banc cm sede u estabeleciment em Estad membr da Uniã Eurpeia u em país terceir equivalente. N cas de perações de transferência de funds para exterir nã enquadradas numa relaçã de negóci, é brigatóri que a dispnibilizaçã às instituições financeiras ds funds a remeter pr estas se prcesse sempre através de transferência u débit diret cm rigem em cnta de depósit bancári titulada pel rdenante, em banc cm sede u estabeleciment em Estad membr da Uniã Eurpeia u em país terceir equivalente, enquant a verificaçã ds elements identificativs d mesm nã fr efetuada pr uma das seguintes frmas: i. através de meis cmprvativs apresentads presencialmente junt da instituiçã financeira que prcessa a remessa ds funds; através de declaraçã escrita cnfirmativa da veracidade e atualidade das infrmações prestadas, a emitir pr entidade financeira cm sede u estabeleciment em Estad membr da Uniã Eurpeia u em país terceir equivalente u pr entidade financeira integrada n mesm grup, ns terms e cndições indicads acima. Sem prejuíz d dever de abstençã previst na lei, s Bancs devem evitar estabelecer relações de negóci u executar transações casinais cm recurs a meis de cmunicaçã à distância sempre que tenham razões para cnsiderar que Cliente, pr qualquer razã que nã seja clara, prcura deliberadamente evitar cntact presencial cm a instituiçã. 5.6.Bancs crrespndentes Os Bancs n cas de a relaçã de crrespndência envlver cntas crrespndentes de transferência, devem cnfirmar que fi verificada a identidade d Cliente que dispõe de acess diret à cnta, e que é bservad dever de diligência pr parte da instituiçã respndente, assegurand-se ainda que aqueles elements lhe pdem ser frnecids a sua slicitaçã, cumprind cm dispst na lei. 6.DOCUMENTAÇÃO 6.1.Qualidade ds dcuments exigíveis Os dcuments e elements de cnfirmaçã das infrmações de identificaçã definids pelas leis, pels regulaments e pels nrmativs interns aplicáveis devem ter sempre, aquand d primeir cntact cm Cliente, nmeadamente na abertura de cnta de depósit, a natureza de dcument riginal, em suprte físic u eletrónic, u cópia certificada ds mesms u mediante acess à respetiva infrmaçã eletrónica cm valr equivalente, designadamente através: Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 11/13

12 i. da utilizaçã eletrónica d Cartã de Cidadã, d recurs a platafrma de interperabilidade entre sistemas de infrmaçã da Administraçã Pública u a dispsitivs que cnfiram certificaçã qualificada u um idêntic grau de segurança; da reclha e verificaçã ds dads eletrónics junt das entidades cmpetentes respnsáveis pela sua gestã. Para a identidade das pessas singulares aquand da abertura de cnta de depósit bancári, s Bancs têm de exigir sempre a apresentaçã de dcument de identificaçã válid, cm ftgrafia e assinatura claras d titular d mesm, emitid pr autridade pública cmpetente (pr exempl, dcument de identidade nacinal, cartã d cidadã u passaprte). N cas de dcuments cm rigem fra d país da peraçã d Grup em que é apresentad, deve ser refrçad cuidad na análise da sua veracidade e da natureza respetiva. Os dcuments apresentads devem ser riginais u, tal cm quant as dcuments nacinais, cópias devidamente autenticadas pr entidades cm natureza pública neste dmíni. Neste cas, será, em geral e quand aplicável em funçã das gegrafias, slicitad que a cnfirmaçã das cópias inclua a apstilha de Haia cm element cmprvativ de autenticidade. Em cas algum serã aceites dcuments que apresentem rasuras, estrags u dans visíveis em partes fundamentais u, pr qualquer razã, pssam sugerir a suspeita de falsificaçã u vilaçã de elements. N cas de dcuments redigids em carateres nã rmânics, deverá ser slicitada uma transliteraçã ds seus terms para carateres rmânics, se nã existir utr md de cmprvaçã ds elements cnstantes nesses dcuments. Em geral, existind dúvidas sbre a veracidade u qualidade ds dcuments apresentads, deve at de identificaçã ds Clientes ser cnsiderad nã válid, até que Cmpliance dê seu acrd à cntinuaçã d prcess. A cmprvaçã dcumental da infrmaçã a atualizar pde ser efetuada pr cópia simples, devend, cntud, s Bancs slicitar dcuments riginais, em suprte físic u eletrónic, u cópias certificadas ds mesms, u, em alternativa, bter infrmaçã eletrónica cm valr equivalente, sempre que: i. a infrmaçã em causa nunca tenha sid bjet de qualquer cmprvaçã anterir, ns terms da legislaçã em vigr; i iv. s elements dispnibilizads pel Cliente para a atualizaçã ds dads fereçam dúvidas; as diligências de atualizaçã frem desencadeadas pr suspeitas de branqueament de capitais u de financiament d terrrism; tal se mstre justificad pel perfil de risc definid para aquele Cliente u pr utra circunstância cnsiderada relevante pela instituiçã financeira Períds de atualizaçã e arquiv ds dcuments Os Bancs prmvem a atualizaçã periódica da infrmaçã e respetivs dcuments cmprvativs, n máxim, a cada 5 ans. A priritizaçã da atualizaçã desta infrmaçã deverá ser definida em funçã d grau de risc assciad a cada Cliente pels Bancs, variand s intervals temprais na rdem inversa d grau de risc identificad, nã devend ser superir a 5 ans a peridicidade de atualizaçã da infrmaçã referente a Clientes de baix risc. Em qualquer cas, as instituições financeiras devem prceder de imediat às necessárias diligências de atualizaçã ds dads cnstantes ds seus regists sempre que: i. tenham razões para duvidar da sua veracidade, exatidã u atualidade; tenham suspeitas da prática ds crimes de branqueament u de financiament d terrrism, sem prejuíz d cumpriment d respetiv dever de cmunicaçã; Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 12/13

13 i tenham cnheciment da crrência de, pel mens, um ds seguintes facts relacinads cm Cliente, seu representante u beneficiári efetiv, cnsante s cass: alteraçã d órgã de administraçã u órgã equivalente; alteraçã da natureza da atividade u d mdel de negóci; alteraçã da lista de assinaturas autrizadas para a mvimentaçã de cntas; mdificaçã na estrutura de participações, dmíni u cntrl, quand suscetível de induzir a uma alteraçã d beneficiári efetiv; term d praz ds dcuments de identificaçã. O praz de arquiv/cnservaçã de dcumentaçã pderá ser de 5 ans mas em terms gerais e para situações cncretas previstas nas leis é necessári prceder a arquiv pr praz superir, cnfrme enunciad infra: quant à infrmaçã e declaraçã previstas n dever de identificaçã simplificada - devem cnstar de dcument u regist escrit, a cnservar em arquiv, pels Bancs, pr um períd de 7 ans após term da relaçã de negóci; realizaçã das diligências cmplementares adequadas à cabal cmprvaçã ds elements identificativs, designadamente através da cnsulta a bases de dads públicas, ns cass de utras relações de negóci distintas das cntas de depósit, deve estar dcumentalmente suprtada, ficand s Bancs brigads a cnservar respetiv suprte pr um períd mínim de 7 ans; n cas de relações casinais u relações de negóci cm pessas pliticamente expstas residentes fra d territóri nacinal deve haver suprte dcumental, ficand s Bancs brigads a cnservá-l pr um períd mínim de 7 ans; preenchiment ds váris requisits prevists para estabeleciment de relações de crrespndência deve estar dcumentalmente suprtad, ficand s Bancs brigads a cnservar respetiv suprte pr um períd mínim de 7 ans. Quand impress, este dcument cnstitui cópia nã cntrlada. Pág. 13/13

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