CURSO TÉCNICO EM MINERAÇÃO RELATÓRIO DE CAMPO

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1 CURSO TÉCNICO EM MINERAÇÃO RELATÓRIO DE CAMPO PROFESSORA: MARILANE GONZAGA DE MELO DISCIPLINA: GEOLOGIA GERAL II DATA: 05/04/2013 Coordenação Pedagógica 2013

2 RELATÓRIO: TRABALHO DE CAMPO MARILANE GONZAGA DE MELO 1

3 SUMÁRIO Introdução... 3 Quadrilátero Ferrífero... 4 Atividades desempenhadas... 6 Conclusão... 7 Bibliografia

4 1 INTRODUÇÃO No dia 05/04/2013, os alunos do Curso Técnico em Mineração (módulo II - manhã) participaram de um trabalho de campo em Mariana (MG) com acompanhamento da professora Marilane Gonzaga de Melo, responsável pela disciplina de Geologia Geral II. A área escolhida para o desenvolvimento deste trabalho foi a passarela de caminhada que liga Mariana a passagem de Mariana na rodovia dos Inconfidentes (Figura 1), onde afloram alguns tipos de rochas do Quadrilátero Ferrífero. Figura 1 Localização da área estudada. (Fonte: Google Earth). O objetivo deste trabalho de campo foi identificar e descrever as características de algumas rochas, bem como observar os efeitos da dinâmica externa sobre as mesmas, na formação de solos e remodelamento da paisagem. Isso é importante, pois faz uma interação dos conhecimentos adquiridos pelos alunos nas disciplinas de Geologia Geral II e Petrografia. 3

5 2 QUADRILÁTERO FERRÍFERO O Quadrilátero Ferrífero abrange uma área aproximada de Km 2 situada na porção central do Estado de Minas Gerais (Figura 2). Este nome foi dado a essa região por Gonzaga de Campos, devido aos imensos depósitos de minério de ferro que ocorrem em uma área limitada que se estende entre as cidades de Itabira, Rio Piracicaba, Mariana, Congonhas do Campo, Casa Branca e Itaúna. Essa área é muito estudada por causa do seu grande potencial econômico (Dorr II, 1959). A coluna estratigráfica proposta por Alkmim e Marshak (1998) mostra que o Quadrilátero Ferrífero é constituído por quatro grandes unidades litoestratigráficas, sendo uma infracrustal de idade arqueana e três supracrustais (Figura 3). A unidade infracrustal é constituída pelo complexo metamórfico de granitosgnáissicos e as três unidades supracrustais são compostas pelo Supergrupo Rio das Velhas (constituído por rochas metavulcânicas, metapelitos, metarenitos, rochas carbonatadas e BIFs), Supergrupo Minas (constituído por metaconglomerados, metarenitos, metapelitos, BIFs, rochas carbonatadas e metavulcânicas) e o Grupo Itacolomi (constituído por metaconglomerados e metarenitos). Diques máficos cortam toda a estratigrafia do Quadrilátero Ferrífero. Há intrusões graníticas datadas em 2,9-3.2 Ga e Ga.. 4

6 Figura 2 Mapa geológico simplificado do Quadrilátero Ferrífero com as associações de litofácies do Supergrupo Rio das Velhas (modificado de Baltazar & Zucchetti, 2005, apud Baltazar et al. 2005). 5

7 Figura 3 Coluna estratigráfica do Quadrilátero Ferrífero proposta por Alkmin & Marshak (1998). 3 ATIVIDADES DESEMPENHADAS No início do campo foram formados grupos de 4 alunos, que receberam uma folha com a coluna estratigráfica do Quadrilátero Ferrífero (Figura 3). Essa coluna mostra a disposição das unidades litológicas ao longo do tempo geológico. 6

8 Para cada ponto visitado, os alunos fizeram as seguintes descrições: 1) Data; 2) Coordenadas geográficas; 3) Elevação; 4) Localização; 5) Geomorfologia; 6) Tipo de afloramento (rocha, saprólito, solo); 7) Litotipos (cor, textura, mineralogia, estrutura e nome da rocha); 8) Solo (cor, textura, horizonte e interpretação); 9) Unidade estratigráfica; 10) Perfil esquemático de rocha fresca, saprólito e outros horizontes de solo; 11) Fotos. O primeiro ponto contou com a participação de todos os alunos e serviu para explicar cada um dos itens acima a ser descrito pelos grupos. Após a descrição do primeiro ponto, cada grupo foi encaminhado para um determinado setor da passarela para a descrição do segundo afloramento (Figura 4). 4 - CONCLUSÃO O trabalho de campo realizado na passarela de caminhada entre Mariana e Passagem de Mariana (Rodovia dos Inconfidentes) permitiu aos alunos do Curso Técnico em Mineração a identificação de alguns litotipos ocorrentes no Quadrilátero Ferrífero, bem como a separação em campo de rochas inalteradas, saprólitos e solos. Reconhecer e compreender a formação desses materiais é de suma importância na formação técnica dos alunos, pois na prática todos os materiais que a civilização utiliza provêm das rochas e solos. 7

9 Figura 4 Turma do Curso Técnico em Mineração (Módulo II) em trabalho de campo. 8

10 5 BIBLIOGRAFIA Alkmim, F.F. & Marshak, S Transamazonian Orogeny in the Southern São Francisco Craton Region, Minas Gerais, Brazil: evidence for Paleoproterozoic collision and collapse in the Quadrilátero Ferrífero. Precambriam Research, 90: Dorr II, J.V.N Esboço Geológico do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, Brasil. In: DNPM-USGS. Publicação Especial 1. Baltazar, O.F.; Baars F.J.; Lobato, L.M.; Reis, L.B.; Achtschin, A.B.; Berni, G.V.; Silveira, V.D Mapa Geológico Mariana na Escala 1: com Nota Explicativa. In: Projeto Geologia do Quadrilátero Ferrífero - Integração e Correção Cartográfica em SIG com nota explicativa. Lobato et al. (2005) CODEMIG. Belo Horizonte. 9

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