BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

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1 Boletim Mensal Situação Monetária e Cambial Estudos Económicos Fevereiro 2016

2 Índice 1. Política Monetária e Financeira Evolução dos Agregados Monetários Base Monetária (BM) Massa Monetária (M3) Activo Externo Líquido Crédito à Economia Preços Sector Externo Reservas Internacionais Líquidas (RIL) Taxas de Câmbio Bilaterais e a Competitividade Externa... 7 ANEXOS ESTATÍSTICOS... 8 Tabela 1 Indicadores Monetários... 9 Tabela 2 Agregados monetários (M1, M2, M3)... 9 Tabela 3 Crédito à Economia... 9 Tabela 4 Inflação Tabela 5 Taxa de câmbio bilaterais Tabela 6 Taxa de câmbio efectiva nominal e real... 11

3 Índice de Gráficos GRÁFICO 1 - ESTRUTURA DA BASE MONETÁRIA E SUA VARIAÇÃO MENSAL... 2 GRÁFICO 2 - RESERVAS BANCÁRIAS (EM MIL MILHÕES DE DOBRAS... 2 GRÁFICO 3 - FACTORES DE EXPANSÃO DE LIQUIDEZ (VALORES EM % DA M3 DO MÊS ANTERIOR)... 3 GRÁFICO 4 - CRÉDITO À ECONOMIA (MILHÕES DE DOBRAS)... 3 GRÁFICO 5 - CRÉDITO AO SECTOR PRIVADO (VALORES EM %)... 4 GRÁFICO 6 - CRÉDITO LÍQUIDO AO GOVERNO (MILHÕES DE DOBRAS)... 4 GRÁFICO 7 - VARIAÇÃO EM CADEIA (%)... 5 GRÁFICO 8 - INFLAÇÃO HOMÓLOGA... 6 GRÁFICO 9 - RESERVAS INTERNACIONAIS LÍQUIDAS (MILHÕES USD)... 6 GRÁFICO 10 TAXA DE CÂMBIO EFECTIVA (VARIAÇÃO EM % FACE AO MÊS PRECEDENTE)... 7

4 Abreviaturas AEL Activo Externo Líquido BCSTP Banco Central de São Tomé e Príncipe CLE Crédito Líquido A Economia CNP Conta Nacional de Petróleo CPM Comité de Política Monetária Dbs Dobras EUR Euro FMI Fundo Monetário Internacional INE Instituto Nacional de Estatísticas IPC Índice de Preços no Consumidor ITCER Índice de taxa de câmbio efectiva real M0 Base Monetária M3 Massa Monetária ME Moeda Estrangeira MN Moeda Nacional OAP Outros Activos e Passivos RIB Reservas Internacionais Brutas RIL Reservas Internacionais Líquidas USD Dólar Americano

5 1. Política Monetária e Financeira Num contexto em que a transmissão da política monetária permanece condicionada pela persistência de elevados níveis de aversão ao risco de crédito, associado a fraca oportunidade de projectos que viabilizem a recuperação do crédito ao sector privado, a acumulação de reservas excedentárias tem constituído a principal fonte de preocupação do BCSTP. Os reflexos destes desenvolvimentos justificam sucesso da segunda emissão dos Bilhetes de Tesouro, embora a uma taxa de juro significativamente inferior (-3,2 pontos percentuais) a da primeira emissão realizada em Junho de 2015 (taxa de juro de 6,2%). Com efeito tem-se observado desde o mês Janeiro, uma redução tanto das taxas passivas 1, tendo estas passado de 6,3% em Dezembro de 2015, para 4,6% e 4,5% em Janeiro e Fevereiro de 2016 respectivamente. Paralelamente registou-se, uma redução das taxas activas, tendo apresentado em Dezembro uma taxa de juro activa de 23,2%, contra os 20,1% e 19,8% registados em Janeiro e Fevereiro de 2016 respectivamente Evolução dos Agregados Monetários Em Fevereiro de 2016, a oferta monetária continuou a reflectir a progressiva contracção da posição externa do país, bem como, a fraca e instável recuperação do crédito á economia Base Monetária (BM) No período em análise, a Base Monetária registou um valor de mil milhões de Dobras contra os mil milhões de Dobras observados em Janeiro de 2016, correspondendo um decréscimo de 78 mil milhões de Dobras (5%) (gráfico 1). A diminuição da BM, em Fevereiro do ano corrente, foi determinada pela à redução das reservas dos bancos no BC em 101 mil milhões de Dobras (9%), enquanto as notas e moedas em circulação apresentaram um aumento de 22 mil milhões de Dobras (9%). 1 Taxa média dos bancos com maturidade até um ano. Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 1

6 Gráfico 1 - Estrutura da Base Monetária e sua variação mensal Gráfico 2 - Reservas bancárias (Em mil milhões de Dobras 1 800, , , , ,00 800,00 600,00 400,00 200,00-20% 15% 10% 5% 0% -5% -10% -15% 1 400, , ,00 800,00 600,00 400,00 200,00 - Depósitos dos Bancos no BCSTP (eixo à esquerda) Notas e Moedas em Circulação (eixo à esquerda) Variação da BM (%) (eixo à direita) Relativamente as reservas dos bancos, constatou-se que, as reservas em moeda nacional com uma participação de mais de 76% no total das reservas, reduziram-se em 2.p.p em relação ao período anterior, determinadas pela subscrição pelos bancos comerciais dos títulos do tesouro. As reservas em moeda estrangeira apresentaram uma diminuição de aproximadamente 1,3%, resultante das operações de cobertura cambial destinadas ao pagamento das importações. Reservas bancárias em ME Reservas bancárias em MN 1.3. Massa Monetária (M3) A Oferta de moeda expressa pelo agregado monetário mais amplo (M3), registou uma redução de 16 mil milhões de Dobras (0,6%) em termos mensais em Fevereiro, determinada essencialmente pela contracção das disponibilidades externas do país em aproximadamente 8% Activo Externo Líquido No período em referência, o Activo Externo Líquido rondou os mil milhões de Dobras, o que corresponde a uma redução de 7,9% em relação ao registado no mês anterior. Esta diminuição é essencialmente determinada pela redução dos activos externos dos bancos comerciais (13%) destinados as operações de cobertura cambial, embora o activo externo do BCSTP tenha igualmente registado Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 2

7 uma redução de aproximadamente 5% destinados a cobertura cambial para os diversos pagamentos externos (Dívida externa, bolsas de estudo e outras importações de bens não energéticos). Gráfico 3 - Factores de expansão de liquidez (valores em % da M3 do mês anterior) 20,00 15,00 10,00 5,00 - (5,00) (10,00) (15,00) (20,00) AEL CLG CE OAP M Crédito à Economia Em Fevereiro de 2016, o Crédito à Economia situou-se nos mil milhões de Dobras contra mil milhões de Dobras observados em Janeiro de 2016, traduzindo um ligeiro decréscimo de 3 mil milhões de Dobras (0,17%) comparativamente ao mês anterior Gráfico 4 - Crédito à Economia (milhões de Dobras) 6,0% 4,0% 2,0% 0,0% -2,0% -4,0% Crédito à Economia Variação mensal CE (%) A componente do Crédito à Economia destinada ao sector privado diminuiu em 2 mil milhões de Dobras (0,13%) em comparação ao mês de Janeiro. Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 3

8 De Salientar que, em termos de estrutura, o crédito a economia denominada em moeda nacional apresentou um decréscimo de 3 mil milhões de Dobras (0,2%), correspondendo a 69% do total, enquanto a componente em moeda estrangeira registou um ligeiro crescimento de 0,1%. (gráfico 5). Gráfico 5 - Crédito ao Sector Privado (Valores em %) 10,0% 5,0% 0,0% -5,0% -10,0% -15,0% -20,0% Variação do Crédito em MN Variação do Crédito em ME Crédito Líquido ao Governo Em Janeiro de 2016, a situação líquida do Governo apresentou uma evolução negativa de 19,5% comparativamente a Janeiro do corrente ano, determinado essencialmente pelo crescimento do Crédito ao Governo em 143 milhões de Dobras (57,3%). Gráfico 6 - Crédito Líquido ao Governo (milhões de Dobras) , , , , , , ,00 - fev/15 mai/15 ago/15 nov/15 fev/16 Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 4

9 2. Preços Segundo os dados reportados pelo INE, a taxa de variação mensal foi de 0,2%, nível que significa um abrandamento comparativamente ao mês anterior e o período homólogo de 2015 (0,7% e 0,3% respectivamente) (cf. gráfico 7). Em termos acumulados, a taxa de inflação acelerou para 0,9%, em Fevereiro, contrariando o comportamento de abrandamento que a caracterizou em Fevereiro de 2015 (0,6%) e, reflectindo o efeito do novo índice introduzido no início do ano. Gráfico 7 - Variação em cadeia (%) ,0 2,0 1,0 0,0 Fonte: INE, Tratamento do BCSTP (0,3%). Relativamente as componentes das bebidas alcoólicas, registou-se um aumento em relação ao mês anterior, influenciado pela subida dos preços dos vinhos (branco em 4,3% e tinto em 1,4%). A evolução da classe habitação, energia e combustíveis, foi essencialmente determinada pelos preços de manutenção e reparação da habitação (em média 8,7% comparativamente a Janeiro de 2016). A dinâmica da classe dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, foi particularmente influenciada pela subida dos preços dos produtos hortícolas (em média 23%), frutos tropicais (em média 26%) e peixes fresco (em média 25%). De referir que, o efeito conjugado destas classes sobre a taxa de inflação registada em Fevereiro foi, atenuado pelo comportamento deflacionista dos bens e serviços que fazem parte das classes de restauração, cafés e hotéis (- 1,6%) e a classe de lazer e recreação (- 1,2%). A decomposição da inflação permite constatar que no mês de Fevereiro o desempenho do IPC foi determinado pela evolução das classes de bebidas alcoólicas (0,6%), habitação energia e combustíveis (0,4%) e os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 5

10 Jan-15 Fev-15 Mar-15 Abr-15 Mai-15 Jun-15 Jul-15 Ago-15 Set-15 Out-15 Nov-15 Dez-15 Jan-16 Feb-16 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Quanto a inflação homóloga, continuouse a registar a tendência descente iniciada desde 2008, decorrente das medidas implementadas para a adopção do regime cambial de paridade fixa da Dobra em relação ao Euro. Assim, a inflação homóloga fixou-se em 4,3% contra os 6,2% registados em Fevereiro de 2015 (6,2%). Gráfico 8 - Inflação homóloga final do período em causa, traduzindose numa redução de 4,7 milhões de Dólares (9,2%) em relação ao mês de Janeiro de O comportamento decrescente da RIL é justificado, por um lado, pelos atrasos verificados nos desembolsos de ajuda externa e, por outro, pela saída de reservas para pagamento das diversas despesas do Estado. Com efeito, o valor da RIL no final do período correspondeu a um rácio de cobertura de 2,9 meses de 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Variação Homóloga 2014/2013 Variação Homóloga 2015/2014 Variação Homóloga 2015/2016 importação de bens e serviços não factoriais, valor ligeiramente abaixo da meta programada. Gráfico 9 - Reservas Internacionais Líquidas (milhões USD) Reservas Internacionais Líquidas - milhões USD RIL em meses de Importação Fonte: INE, Tratamento do BCSTP 70, Sector Externo O sector externo permanece 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10, condicionado pela diminuição dos 0,0 0 activos externos líquidos Reservas Internacionais Líquidas (RIL) As Reservas Internacionais Líquidas totalizaram 47,1 milhões de dólares, no Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 6

11 Jan-15 Feb-15 Mar-15 Apr-15 May-15 Jun-15 Jul-15 Aug-15 Sep-15 Oct-15 Nov-15 Dec-15 Jan-16 Feb-16 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 3.2. Taxas de Câmbio Bilaterais e a Competitividade Externa No mercado cambial internacional, a taxa de câmbio do Euro face ao Dólar americano depreciou-se em 0,29% em Fevereiro de Este episódio de depreciação do euro face ao dólar é acompanhado por subsequente elevação das exportações europeias. Gráfico 10 Taxa de Câmbio Efectiva (variação em % face ao mês precedente) 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00-2,00-4,00 Índice Nominal Índice Real Com efeito, observou-se igualmente, uma depreciação da moeda nacional face ao Dólar Americano em 0,94%. Relativamente a evolução do Índice da Taxa de Câmbio Efectiva Real, os dados provisórios apontam uma possível depreciação de cerca de 0,56%, contra uma apreciação de 4,08 no mês precedente. Com a inclusão de novos parceiros comerciais, o ITCER reflecte uma condição competitiva mais favorável do que era indicada anteriormente. Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 7

12 ANEXOS ESTATÍSTICOS Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 8

13 Tabela 1 Indicadores Monetários Banco Central de S. Tomé e Príncipe (Indicadores Monetários) (Em mil milhões de Dobras) fev/15 abr/15 jun/15 ago/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 Base Monetária Total 1.114, , , , , , , , ,06 Base Monetária Moeda Nacional 940,12 925,42 980, , , , , , ,72 Notas e Moedas em Circulação 228,30 228,50 244,13 253,61 262,33 258,88 315,30 262,02 284,75 Depósitos dos Bancos no BCSTP 886,18 881,01 929, , , , , , ,31 Reservas Bancárias em Moeda Nacional 711,82 696,92 736,20 814,42 815,97 807,10 980,39 923,28 825,98 Reservas Bancárias em Moeda Estrangeira 174,36 184,08 193,07 274,15 269,91 274,65 266,16 248,60 245,34 Reservas Internacionais Líquidas - milhões USD 61,19 53,70 54,80 61,81 58,50 53,60 56,34 51,90 47,13 RIL em meses de Importação 6,42 5,63 5,75 6,48 6,14 5,62 5,91 3,25 2,95 Fonte: BCSTP Tabela 2 Agregados monetários (M1, M2, M3) Banco Central de S. Tomé e Príncipe Agregados Monetários (M1, M2,M3) (Em milhões de Dobras) fev/15 abr/15 jun/15 ago/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 M0 (Base Monetária) , , , , , , , , ,19 Emissão , , , , , , , , ,063 M , , , , , , , , ,63 Emissão ao Poder do Público , , , , , , , , ,17 Depositos (transferíveis) a ordem em MN , , , , , , , , ,45 M , , , , , , , , ,85 M , , , , , , , , ,63 Outros Depositos em MN , , , , , , , , ,23 M , , , , , , , , ,72 M , , , , , , , , ,85 Deposito em ME , , , , , , , , ,87 Fonte: BCSTP Tabela 3 Crédito à Economia Banco Central de S. Tomé e Príncipe Crédito à Economia (Em milhões de Dobras) fev/15 abr/15 jun/15 ago/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 Crédito à Economia , , , , , , , , ,36 Crédito ao Sector Privado , , , , , , , , ,39 Moeda Nacional , , , , , , , , ,39 Moeda Estrangeira , , , , , , , , ,39 Fonte: BCSTP, Bancos Comerciais Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 9

14 Tabela 4 Inflação Fonte: INE Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 10

15 Tabela 5 Taxa de câmbio bilaterais Banco Central de S. Tomé e Príncipe Taxa de Câmbio bilaterais Mês jul/15 ago/15 set/15 out/15 nov/15 dez/15 jan/16 fev/16 DBS/USD 22, , , , , , , , DBS/EUR 24, , , , , , , , USD/EUR Fonte: BCSTP Tabela 6 Taxa de câmbio efectiva nominal e real Taxa de Câmbio Efetiva Nominal e Real (taxas médias - anuais e mensais) STD/EUR STD/USD ITCEN1 ITCER1 Variação face ao período precedente, em % STD/EUR STD/USD ITCEN2 ITCER2 Dec-15 24, , Jan-16 24, , Feb-16 24, , Notas: (1) Índice da taxa de câmbio efetiva (ITCE, nominal e real; base 100: 2015), calculado a partir das taxas de câmbio oficiais praticadas para as moedas dos quatro maiores parceiros comerciais no período 2011/15 (2) Um aumento/diminuição do ITCE (nominal ou real) corresponde a uma apreciação/depreciação da Dobra Fonte: BCSTP Nota: dados provisórios de Fevereiro de 2016 Boletim mensal Fevereiro/2016 Página 11

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