O QUE ÉGESTÃO DAS OPERAÇÕES? ORGANIZAÇÃO PARA PRODUZIR BENS E SERVIÇOS PORQUÊ ESTUDAR GESTÃO DAS OPERAÇÕES? O QUE FAZEM OS GESTORES DE OPERAÇÕES 1-2

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O QUE ÉGESTÃO DAS OPERAÇÕES? ORGANIZAÇÃO PARA PRODUZIR BENS E SERVIÇOS PORQUÊ ESTUDAR GESTÃO DAS OPERAÇÕES? O QUE FAZEM OS GESTORES DE OPERAÇÕES 1-2"

Transcrição

1 1-1

2 O QUE ÉGESTÃO DAS OPERAÇÕES? ORGANIZAÇÃO PARA PRODUZIR BENS E SERVIÇOS PORQUÊ ESTUDAR GESTÃO DAS OPERAÇÕES? O QUE FAZEM OS GESTORES DE OPERAÇÕES 1-2

3 GESTÃO DE OPERAÇÕES HISTORIAL OPERAÇÕES NO SECTOR DOS SERVIÇOS NOVAS TENDÊNCIAS EM GESTÃO DE OPERAÇÕES 1-3

4 O DESAFIO DA PRODUTIVIDADE Medição da produtividade As Variáveis da Produtividade Produtividade no sector dos Serviços O DESAFIO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL 1-4

5 Identicar ou Definir: Produção e produtividade Gestão de Operações (GO) O que fazem os gestores de operações Serviços 1-5

6 Ao completar este capítulo, deveráser capaz de : Descrever ou explicar: O historial da gestão de operações O que fazem os gestores de operações O futuro desta disciplina A medição da produtividade 1-6

7 Produção éa criação de bens e serviços Gestão de Operações éo conjunto de actividades que criam valor na forma de bens e serviços, ao transformar Entradas (Inputs) em Saídas (Outputs) 1-7

8 1-8

9 Funções essenciais : Marketing gera procura Operações cria o produto Finanças / Contabilidade monitoriza o desempenho da organização, paga as contas, recolhe dinheiro 1-9

10 Marketing Arranja clientes Operações Cria o produto ou serviço Finanças /Contabilidade Obtem fundos Controla o dinheiro 1995 Corel Corp. 1-10

11 Airline T/Maker Co. Marketing Operações Finanças/ Contabilidade Operações de Voo Suporte em terra Manutenção Catering 1-11

12 Produção Marketing Operações Finanças Contabilidade Manufacturing Controle da Produção Controle da Qualidade Compras/ Aprovisionamento 1-12

13 1-13

14 A Gestão de Operações éuma das 3 maiores funções de qualquer organização. Queremos (e precisamos) saber como os bens e serviços são produzidos. Queremos compreender o que fazem os gestores de operações. A GO constitui uma parte bastante onerosa de qualquer organização. 1-14

15 Planear - Organizar - Pessoal - Liderar - Controlar 1-15

16 Concepção e produção de produtos e serviços Gestão da Qualidade Planeamento e cálculo do processo e capacidade Localização Projecto do Layout Recursos Humanos, organização e definição do trabalho (job design) Gestão da Cadeia de Abastecimento Gestão de Stocks Planeamento Manutenção 1-16

17 Gestão da Qualidade Quem é responsável pela Qualidade? Como se define qualidade? Concepção de produtos e serviços Que produto ou serviço se deve ofereçer? Como devemos conceber estes produtos e serviços? 1-17

18 Planeamento e cálculo da capacidade do processo Que processos requerem estes produtos e em que ordem sequencial? Que equipamento e tecnologia énecessário para estes processos? Localização Onde deverão situar-se as instalações? Em que critérios se deverábasear esta decisão? 1-18

19 Desenho do Layout Como deverá ser organizado o espaço? Qual a dimensão do espaço? Recursos humanos e definição de funções Como se proporciona um razoável posto de trabalho? Que produtividade poderemos esperar dos nossos trabalhadores? 1-19

20 Gestão da cadeia de abastecimento Devemos fazer ou comprar este item? Quem são os bons fornecedores e quantos devemos ter? Stock e planeamento de materiais (MRP) Quais as quantidades de cada item devemos ter em stock? Quando devemos re-encomendar? 1-20

21 Calendarização intermédia, de curto prazo e de projecto Será a sub-contratação da produção uma boa ideia? Devemos manter o pessoal quando háabrandamento da produção? Manutenção Quem é responsável pela manutenção? Quando devemos efectuar manutenção? 1-21

22 1-22

23 1-23

24 Divisãodo trabalho (Adam Smith 1776 and Charles Babbage 1852) Peças standard (Whitney 1800) Gestão Científica (Taylor 1881) Linha de montagem coordenada (Ford/Sorenson/Avery 1913) Gráficos de Gantt (Gantt 1916) Estudo do movimento (Frank and Lillian Gilbreth 1922 Controle de Qualidade (Shewhart 1924; Deming 1950) Computadores (Atanasoff 1938) CPM/PERT (DuPont 1957) 1-24

25 Planeamento das necessidades de material (Orlicky 1960) Computer aided design (CAD 1970) Sistema de produção flexível (FMS 1975) Prémios de Qualidade Baldrige (1980) Produção por computador (1990) Globalização(1992) Internet (1995) 1-25

26 1995 Corel Corp Em 1798, recebeu do governo um contrato para fabricar 10,000 mosquetes Mostrou que peças de máquinas podiam ir desde peças standarizadas até especificações exactas Diferentes peças de mosquetes podiam ser usadas em qualquer mosquete 1-26

27 Conhecido como o pai da Gestão Cientítica Em 1881, como engenheiro-chefe da empresa Midvale Steel, estudou como as tarefas eram executadas Começou os primeiros estudos do movimento & tempo Criou os princípios da eficiência 1995 Corel Corp. 1-27

28 Posicionar os empregados na função certa Forneçer formação adequada Forneçer métodos de trabalho e ferramentas adequadas Estabeleçer incentivos legítimos para o trabalho ser executado 1-28

29 Frank ( ); Lillian ( ) Equipa (casal) de engenheiros Desenvolveram os métodos de medição do trabalho Métodos de eficiência aplicada na sua casa e 12 filhos 1995 Corel Corp. 1-29

30 Em 1903, fundou a Ford Motor Company Em 1913, usou pela primeira vez a linha de montagem rolante para fabricar o Modelo T Produto inacabado movido por tapete rolante até posto de trabalho seguinte Pagava bem aos seus trabalhadores relativamente ao que se praticava em 1911 ($5/dia!) Make them all alike! 1995 Corel Corp. 1-30

31 Engenheiro & físico Ensinou ao Japão os métodos de controle de qualidade depois da 2ª Guerra Mundial Usou a estatística para a análise de processos Os seus métodos envolviam os trabalhadores nas decisões 1-31

32 Divisão do trabalho (Smith, 1776) Peças standarizadas (Whitney, 1800) Gestão Científica (Taylor, 1881) Linha de montagem coordenada (Ford 1913) Gráficos de Gantt (Gantt, 1916) Estudo do movimento(casal Gilbreth, 1922) Controle de Qualidade (Shewhart, 1924) 1-32

33 CPM/PERT (Dupont, 1957) MRP (Orlicky, 1960) CAD Sistemas de produção flexíveis (FMS) Protocolo Automático de Produção(MAP) Produçõao Integrada por Computador (CIM) 1-33

34 De: Para: Enfoque local ou nacional Expedições em lotes Compras a preço mais baixo Demorado desenvolvimento do produto Produtos standarizados Especialização da mão de obra Enfoque global Just-in-time Partilha da cadeia de abastecimento Alianças para desenvolvimento rápido do produto Responsabilização de empregados, equipas 1-34

35 . 1-35

36 Produto tangível Definição consistente de produto Produção normalmente separada do consumo Pode ser inventariado Baixa interacção com o cliente 1995 Corel Corp. 1-36

37 1995 Corel Corp. Produto intangível Produzido e consumido ao mesmo tempo Frequentemente único Elevada interacção com o cliente Definição de produto inconsistente Frequentemente baseado em know-how Frequentemente disperso 1-37

38 C ount r y 1-38

39 Bens Podem ser revendidos Podem ser inventariados Alguns aspectos da qualidade - mensuráveis A venda édistinta da produção Serviço Revenda pouco comum Difícil de inventariar Qualidade difícil de medir Vender é parte do serviço 1-39

40 Bens Produto é transportável Localização das instalações de importância para o custo Fácil de automatizar Rendimento gerado primeiramente por produto tangível Serviços Fornecedor, e não o produto, é transportável Localização das instalações importante para o contacto com cliente Difícil de automatizar Rendimento gerado primeiramente por produto tangível 1-40

41 Automobile Computer Installed Carpeting Fast-food Meal Restaurant Meal Auto Repair Hospital Care Advertising Agency Investment Management Consulting Service Counseling Percentagem do produto que é um Bem Percentagem do Produto que é um Serviço 1-41

42 80 % U.S. Employment, % Share Services as a Percent of GDP U.S. Exports of Services In Billions of Dollars United States Services Canada France Industry Italy Britain Japan Farming 50 W Germany Percent Year 2000 data is estimated 1-42

43 . 1-43

44 . 1-44

45 Medição do melhoramento do processo; Representa a saída em relação à entrada; Só através da produtividade pode aumentar o nosso padrão de vida Produtividade = Unidades produzidas Entrada utilizada 1-45

46 Produtividade = Saída Mão-de-obra + material + energia + capital + vários 1-46

47 Qualidadepode variar enquanto a quantidade de entradas e saídas permaneçe constante Elementos externospodem causar um aumento ou decréscimo da produção Unidades precisas de medida podem faltar 1-47

48 Mão de Obra -contribui em cerca de 10% do aumento anual; Capital contribui em cerca de 32% do aumento anual; Gestão contribui em cerca de 52% do aumento annual 1-48

Módulo 1 - Operações e Produtividade

Módulo 1 - Operações e Produtividade Gestão das Operações Módulo 1 - Operações e Produtividade 1-1 Sumário (1/2) 1. Perfil de uma empresa - HARD ROCK CAFE 2. O que é a Gestão das Operações? 3. Organização da produção de bens e serviços 4.

Leia mais

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Introdução aos estudos da Administração da Produção 1 Introdução aos estudos da Administração da Produção UNIDADE I Evolução Histórica Objeto de estudo: ambiente, contexto

Leia mais

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção Gestão de Operações Introdução a Engenharia de Produção Operações e Produtividade Produção: criação de bens e serviços Gestão de operações: conjunto de atividades que criam os bens e serviços por meio

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Dar exemplos de como a Internet e outras tecnologias da informação apoiam os processos de negócio nas seguintes funções empresariais: ƒ contabilidade; ƒ gestão financeira;

Leia mais

Gestão da Informação

Gestão da Informação Gestão da Informação Aplicações de suporte à Gestão da Informação na empresa Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Aveiro, Fevereiro de 2001 Sistemas de informação para empresas Manutenção e exploração de sistemas

Leia mais

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações.

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. GESTÃO DE OPERAÇÕES A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. Os Directores de Operações são os responsáveis pelo fornecimento de bens ou

Leia mais

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola

Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02. Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Politicas de Armazenagem Formador: João Matias TL02 Trabalho Realizado Por: Helena Pereira - Dora Costa - Armando Gonçalves Paulo Caiola Introdução A informação sempre foi importante, essencial mesmo,

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 22º Encontro - 11/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - CAPACIDADE E TURNOS DE TRABALHO. 02 Introdução

Leia mais

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem

LOGÍSTICA. Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem LOGÍSTICA Capítulo - 9 Movimentação de Materiais, Automatização e Questões Relacionadas com Embalagem Objectivos do Capítulo Mostrar de uma maneira geral os principais tipos de sistemas de movimentação,

Leia mais

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção

Sistemas de Transformação e Estratégia de produção Sistemas de Transformação e de produção A seleção do Processo de produção depende: -Tecnologia dos Processos de Transformaçã ção -Tecnologia dos meios auxiliares (dispositivos, ferramentas) -Tecnologia

Leia mais

... ... Exemplos de inovações de produto...3 Bens...3 Serviços...4

... ... Exemplos de inovações de produto...3 Bens...3 Serviços...4 E X E M P L O S D E I N O V A Ç Ã O 2 0 0 8 2 Exemplos de Inovação Apresentação de alguns exemplos relacionados com os vários tipos de inovação para ajuda no preenchimento das questões relacionadas com

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES CAPÍTULO 1 Gestão da produção: história, papel estratégico e objetivos Prof. Glauber Santos 1 GESTÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES 1.1 Gestão da produção: apresentação Produção

Leia mais

Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa. KAIZEN and GEMBAKAIZEN are trademarks of the KAIZEN Institute

Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa. KAIZEN and GEMBAKAIZEN are trademarks of the KAIZEN Institute Optimização da Cadeia de Valor KaizenInstitute, António Costa 2 KAIZEN - Significado K A I Mudar Z E N Melhor K A I Z E N = Melhoria Contínua Todas as Pessoas (Everybody)! Todos os Dias (Everyday)! Todas

Leia mais

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado

2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado 2. Função Produção/Operação/Valor Adicionado Conteúdo 1. Função Produção 3. Administração da Produção 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Introdução à Administração Eunice Lacava Kwasnicka - Editora

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração

Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração Antecedentes Históricos da Administração: Os primórdios da Administração No decorrer da história da humanidade sempre existiu alguma forma simples ou complexa de administrar as organizações. O desenvolvimento

Leia mais

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança

Loteamento: ajustes necessários. Planeamento Industrial Aula 14. Loteamento: ajustes necessários. Stock de segurança Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 14

Planeamento Industrial Aula 14 Planeamento Industrial Aula 14 Material Requirements Planning (MRP):. loteamento. actualização Capacity requirement planning (CRP) Extensões do MRP Loteamento: ajustes necessários 2 A dimensão dos lotes

Leia mais

Gestão da Produção Planeamento

Gestão da Produção Planeamento Planeamento José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O ciclo geral de planeamento O planeamento agregado O Director da Produção (PDP ou MPS) O Materials Requirement Planning (MRP)

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

Gestão e Teoria da Decisão

Gestão e Teoria da Decisão Gestão e Teoria da Decisão e Gestão de Stocks Licenciatura em Engenharia Civil Licenciatura em Engenharia do Território 1 Agenda 1. Introdução 2. Definição de 3. Evolução Histórica da 4. Integração - Aproximação

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 6 Objectivos Identificação das actividades de gestão de materiais; Familiarização do conceito de Gestão em Qualidade Total (TQM); Identificar e descrever uma variedade de filosofias

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

Teoria Geral da Administração (TGA)

Teoria Geral da Administração (TGA) Uma empresa é uma organização social que utiliza recursos a fim de atingir tais objetivos. O lucro, na visão moderna das empresas privadas, é conseqüência do processo produtivo e o retorno esperado pelos

Leia mais

Exemplos de Inovação. Inovações de produto: Exemplos de inovações de produto:

Exemplos de Inovação. Inovações de produto: Exemplos de inovações de produto: Exemplos de Inovação Neste documento apresenta-se uma descrição dos vários tipos de inovação e respectivos exemplos para ajuda no preenchimento das questões relacionadas com a introdução de inovações.

Leia mais

Centro de Engenharia e Computação. Trabalho de Administração e Organização Empresarial

Centro de Engenharia e Computação. Trabalho de Administração e Organização Empresarial Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Petrópolis 2012 Centro de Engenharia e Computação Trabalho de Administração e Organização Empresarial Gestão de Estoque

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO

PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO AULA 12 PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO OBJETIVOS: Explicar os princípios e as etapas do processo de organizar. Definir responsabilidade e autoridade e suas implicações especialização,

Leia mais

GESTÃO. 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão. 1.2- (breve) História do Pensamento sobre a Gestão DEG/FHC DEG 1

GESTÃO. 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão. 1.2- (breve) História do Pensamento sobre a Gestão DEG/FHC DEG 1 GESTÃO 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.2- (breve) História do Pensamento sobre a Gestão DEG/FHC DEG 1 1.2-História do Pensamento sobre a Gestão As organizações e a prática da Gestão foram,

Leia mais

Sistemas de Informação na Organização

Sistemas de Informação na Organização Sistemas de Informação na Organização Tipos de Sistemas de Informação TPS, KMS, MIS, DSS, ESS Perspectiva funcional dos SI Exemplos Perspectiva dos processos de negócio CRM SCM ERP Sistemas de Informação

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Apresentação. www.slog.pt

Apresentação. www.slog.pt Apresentação Quem Somos A S-LOG, Serviços e Logística, S.A., é uma empresa do Grupo Entreposto vocacionada para a prestação de serviços de logística nas suas várias componentes. A nossa actividade desenvolveu-se

Leia mais

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização

EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização 2014 EUROGEST Simplifique processos - rentabilize a sua organização MEE-IT, LDA 01-01-2014 1/1/2014 Índice EUROGEST... 2 Principais Módulos:... 5 Matérias Primas (Componentes)... 5 Modelos fichas Técnicas...

Leia mais

20/04/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Dinâmica nas Organizações. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 2.

20/04/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Dinâmica nas Organizações. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 2. Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Dinâmica nas Organizações Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 2.1 2 ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DA TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

4. Escolas Clássicas da Administração

4. Escolas Clássicas da Administração 4. Escolas Clássicas da Administração Conteúdo 1. Abordagem Clássica da Administração 2. Administração Científica - Frederick W. Taylor 3. Teoria Clássica - Henry Fayol 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto:

Leia mais

Modelos de Produção. 1 Empresas: Movimentos Ideológicos. 1.1 - Taylorismo:

Modelos de Produção. 1 Empresas: Movimentos Ideológicos. 1.1 - Taylorismo: Modelos de Produção 1 Empresas: Movimentos Ideológicos 1.1 - Taylorismo: Taylorismo ou Administração científica é o modelo de administração desenvolvido pelo engenheiro norte-americano Frederick Taylor

Leia mais

Gestão das Operações. Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1

Gestão das Operações. Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1 Gestão das Operações Módulo 6 Gestão de stocks consumo dependente (MRP) 6-1 Sumário 1. Requisitos do modelo de gestão de stocks de materiais com consumo dependente 2. O processo de planeamento da produção

Leia mais

1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão

1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.2- História do Pensamento sobre a Gestão 1 GESTÃO 1.-A Gestão e a evolução das teorias da Gestão 1.2- História do Pensamento sobre a Gestão 2 1.2-História

Leia mais

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT

FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT Estratégias Globais de Desenvolvimento do Sector de Componentes para a Indústria Automóvel QUESTIONÁRIO VERSÃO FINAL FEUP/ IAPMEI / ITEC / MIT ÍNDICE DE QUESTIONÁRIOS 1. Gestão de Topo - Características

Leia mais

Elementos das Organizações

Elementos das Organizações Elementos das Organizações > Teoria das Organizações > Teoria dos Sistemas (TGS) > Componentes das Organizações / Ambiente Recursos Estratégia Objectivos Estrutura Processos Regras Cultura Politica Pessoas

Leia mais

Planeamento Industrial Aula 04

Planeamento Industrial Aula 04 Planeamento Industrial Aula 04 Análise de processos:.fluxogramas;.tipos de processo;.medição do desempenho;.exemplos Análise de Processos 2 o Entender como os processos funcionam é fundamental para garantir

Leia mais

Implementação de Lean Manufacturing na fábrica de geradores EFACEC Energia, S.A. Unidade de Servicing

Implementação de Lean Manufacturing na fábrica de geradores EFACEC Energia, S.A. Unidade de Servicing Implementação de Lean Manufacturing na fábrica de geradores EFACEC Energia, S.A. Unidade de Servicing 28 ou 29 de Junho de 2011 (Consoante data da s/ intervenção) Nome da Apresentação (insira os dados

Leia mais

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA

22-05-2013 NUNO CASEIRO IPCB/ESA NUNO CASEIRO IPCB/ESA 1 Uma ideia não é um negócio!? Tempo Que restaurante? Onde? Para quem? Horário? Tenho uma ideia Um restaurante Como divulgar? O que preciso? Licenciamentos? Que tipo de comida? Horário?

Leia mais

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados 1 Secção I ƒ Sistemas empresariais cruzados Aplicações empresariais cruzadas 2 ƒ Combinações integradas de subsistemas de informação, que partilham recursos informativos e apoiam processos de negócio de

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão por Processos. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1

Gestão da Qualidade. Gestão por Processos. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Gestão da Qualidade Gestão por Processos 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Juntar-se é um começo, permanecer juntos é um processo e trabalhar juntos é um sucesso. Henry Ford 09-12-2009

Leia mais

1- Introdução ao Lean V1-2008

1- Introdução ao Lean V1-2008 1- Introdução ao Lean V1-2008 Autor: José Pedro A. Rodrigues da Silva 1 Programa 1- Introdução 2- Os 7 tipos de desperdício 3- Técnicas e ferramentas do Lean 4- Implementação do Lean 5- Conclusões Anexos

Leia mais

GESTÃO DE STOCKS. E INVENTÁRIOS Rentabilize a Sua Organização Melhorando os Procedimentos 3ª EDIÇÃO CURSO

GESTÃO DE STOCKS. E INVENTÁRIOS Rentabilize a Sua Organização Melhorando os Procedimentos 3ª EDIÇÃO CURSO 3ª EDIÇÃO CURSO Técnicas e Métodos Para Racionalizar os Custos GESTÃO DE STOCKS E INVENTÁRIOS Rentabilize a Sua Organização Melhorando os Procedimentos LUANDA 7 e 8 de JULHO de 2014 Saiba porque necessitamos

Leia mais

Técnico/a Especialista de Automação, Robótica e Controlo Industrial Nível 4

Técnico/a Especialista de Automação, Robótica e Controlo Industrial Nível 4 TÉCNICO/A ESPECIALISTA DE AUTOMAÇÃO, ROBÓTICA E CONTROLO INDUSTRIAL CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/7 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL Conceber, programar, planear e coordenar

Leia mais

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9

Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 Arquivo Título: Flexibilidade: Um Novo Formato das Organizações Autor: Thomas Stob Junior Professora Responsável: Profª Dra Nilda Maria de Clodoaldo Pinto Guerra Leone Número de Páginas: 9 RESUMO

Leia mais

1. Anexo 1. Quadro 1 Local de trabalho dos especialistas que possuem um conhecimento escasso dos temas de cenarização (Nº e %)

1. Anexo 1. Quadro 1 Local de trabalho dos especialistas que possuem um conhecimento escasso dos temas de cenarização (Nº e %) . Anexo Quadro Local de trabalho dos especialistas que possuem um conhecimento escasso dos temas de cenarização (Nº e %) Temas de Cenarização Q Utilização prática de aplicações lógicas de tradução de língua

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles Faz

Leia mais

1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19.

1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19. 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA FERROVIÁRIA... 20.19. ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 1 ARQUITECTURA DO PRODUTO - MODULARIZAÇÃO E SISTEMAS DE PLATAFORMAS NA INDUSTRIA

Leia mais

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes)

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes) Processo nº1-project Manager Construction Company Engenheiro Civil para ser Gerente de Projetos - Experiência de 5 anos em empresas relevantes (construção); Alto nível de habilidades organizacionais e

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais 1. Conceito - é a atividade de transformação (processo) de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. * Nenhuma organização sobrevive, a menos que produza alguma

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves

17/08/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves 17//2010 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenharia de Produção PPGEP/UFSCar

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

Rua da Nória, nº 5, 1ºDT, 5200-231, Mogadouro, Portugal 914363569 alvaroferreira@ua.pt www.aspferreira.pt

Rua da Nória, nº 5, 1ºDT, 5200-231, Mogadouro, Portugal 914363569 alvaroferreira@ua.pt www.aspferreira.pt Curriculum Vitae INFORMAÇÃO PESSOAL Álvaro Ferreira Rua da Nória, nº 5, 1ºDT, 5200-231, Mogadouro, Portugal 914363569 alvaroferreira@ua.pt www.aspferreira.pt Sexo Masculino Data de nascimento 09/12/1985

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO 12-10-2006

INTRODUÇÃO À GESTÃO 12-10-2006 INTRODUÇÃO À GESTÃO 12-10-2006 Algumas noções relativas à gestão: Uma Boa Hierarquia de funções é essencial para um bom projecto de gestão. Cada elemento na empresa tem que saber aplicar bem as suas funções

Leia mais

Estudo de Remuneração 2015

Estudo de Remuneração 2015 2015 information TECHNOLOGY Temporary & permanent recruitment www.pagepersonnel.pt Editorial Page Personnel ir ao encontro do talento A Page Personnel recruta para os seus clientes os melhores perfis qualificados,

Leia mais

Gestão por Processos ISO 9001: 2000

Gestão por Processos ISO 9001: 2000 Gestão por Processos 1 2 Existem três tipos de empresas: - as que fazem as coisas acontecer; - as que vêem as coisas acontecer; - as que não fazem ideia do que está a acontecer (Kotler) 3 Para o Sucesso

Leia mais

E- Marketing - Estratégia e Plano

E- Marketing - Estratégia e Plano E- Marketing - Estratégia e Plano dossier 2 http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 E-MARKETING ESTRATÉGIA E PLANO 2 VANTAGENS DE UM PLANO DE MARKETING 3 FASES DO PLANO DE E-MARKETING 4 ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição

Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição Canais: A Criação e Gestão dos Canais de Suprimento e Distribuição Starbucks vs. McDonalds A Starbucks tem lojas próprias As lojas do McDonalds geralmente são franqueadas As duas cadeias se preocupam com

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

Empilhador de armazenagem tridireccional ETX 513/515. Capacidade de carga de 1250/1500 kg.

Empilhador de armazenagem tridireccional ETX 513/515. Capacidade de carga de 1250/1500 kg. Empilhador de armazenagem tridireccional ETX 513/515. Capacidade de carga de 1250/1500 kg. ETX 513 com garfos telescópicos (opcional) Capacidade de carga 1250 kg Elevação máxima 10 000 mm ETX 515 com garfos

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 4 Missão e Objectivos. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 4 Missão e Objectivos João Pedro Couto ESTRATÉGIA EMPRESARIAL Pensamento Estratégico Análise do Meio Envolvente Análise da Empresa Análise Estratégica Missão, Objectivos

Leia mais

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores Gestão e Organização de Conferências e Reuniões Organização de conferências e reuniões, nos mais variados formatos, tais como reuniões educativas, encontros de negócios, convenções, recepções, eventos

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

Pode ser desdobrada em 2 orientações diferentes que se completam.

Pode ser desdobrada em 2 orientações diferentes que se completam. Evolução da Teoria Administrativa Escolas de Concepção Administrativa. Abordagem Clássica da Administração. Pode ser desdobrada em 2 orientações diferentes que se completam. 1 - Visão Americana: Liderada

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO.

OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO. OS BENEFÍCIOS DO RENTING NAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO. ÍNDICE INTRODUÇÃO OS BENEFÍCIOS DO RENTING VANTAGENS FISCAIS O RENTING REDUZ CUSTOS PERMITE MANTER A LIQUIDEZ E AS LINHAS DE CRÉDITO INTACTAS FINANCIAMENTO

Leia mais

Gestão da Produção Sincronização das Operações

Gestão da Produção Sincronização das Operações Sincronização das Operações Just In Time Business Process Reengineering José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 2006 1 Tópicos O stock esconde problemas Os cinco zeros e a TQM O Just In Time

Leia mais

Perspetivas de Evolução da Qualidade

Perspetivas de Evolução da Qualidade Perspetivas de Evolução da Qualidade Luis Fonseca luismiguelcfonseca@gmail.com lmf@isep.ipp.pt 1 1. Evolução da Qualidade Artesão: abordagem histórica desde a antiguidade e que ainda prevalece em certas

Leia mais

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial. CoP de Gestão do Conhecimento Notas da sessão presencial de 24 de Março de 2014 Realizou-se dia 24 de Março, na Maia, nas instalações da Sonae Learning Center, a 6ª sessão da CoP, desta vez presencial.

Leia mais

Projecto MELHOR ENERGIA Incentivos para a eficiência energética a nível empresarial

Projecto MELHOR ENERGIA Incentivos para a eficiência energética a nível empresarial Workshop Eficiência Energética nas Empresas e Redução da Factura Energética Painel 1: Eficiência Energética nas Empresas Projecto MELHOR ENERGIA Rui Perestrelo NERPOR Associação Empresarial da Região de

Leia mais

Gestão do conhecimento

Gestão do conhecimento Gestão do Exemplos e aplicações Luis Manuel Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Janeiro de 2002 O SI, a GI e o Negócio Gestão e pessoas GESTÃO DA INFORMAÇÃO Organização e procedimentos SISTEMA DE INFORMAÇÃO missão

Leia mais

GESTÃO LOGÍSTICA. Capítulo - 12. Organização para uma Logística Efectiva. Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho

GESTÃO LOGÍSTICA. Capítulo - 12. Organização para uma Logística Efectiva. Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 12 Organização para uma Logística Efectiva Objectivos do Capítulo Identificação do impacto de uma logística efectiva no desempenho eficaz e eficiente da empresa Descrição de

Leia mais

10 pontos mais importantes sobre finanças para. Pequenas Empresas:

10 pontos mais importantes sobre finanças para. Pequenas Empresas: 10 pontos mais importantes sobre finanças para Pequenas Empresas: Por Joseph Anthony Freqüentemente, contadores e consultores especializados em pequenas empresas dizem que estas não prestam atenção suficiente

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Bureau Veritas Certification Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco A introdução da gestão do risco na ISO

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos.

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. Contabilidade Contabilidade Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. É uma ciência de natureza económica, cujo objecto é a realidade

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP SENDYS - Copyright 2007 SENDYS é uma marca proprietária da Readsystem, Lda. 2 Universo

Leia mais

TPM. José Pedro A. R. Silva

TPM. José Pedro A. R. Silva CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Metodologias Avançadas para a Indústria e Serviços TPM José Pedro A. R. Silva 1 CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Ciclo de formação e treino em Lean TPM Ciclo de formação e

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Relatório Anual O presente relatório pretende demonstrar o acompanhamento e a forma como os diversos serviços do Município

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Tipos de SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução 2 n As organizações modernas competem entre si para satisfazer as necessidades dos seus clientes de um modo

Leia mais

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias.

Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. GoldMine QuickStart Implemente a sua solução de Gestão de Marketing, Vendas e Serviço de Clientes, em menos de 7 dias. O GoldMine é uma ferramenta de gestão da relação com os clientes (CRM-Costumer Relationship

Leia mais

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade

Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade COMO ORGANIZAR O SGQ SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que respeita à qualidade A Gestão da Qualidade foca o produto / a realização do serviço;

Leia mais

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos

CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos ADMINISTRAÇÃO GESTÃO DA PRODUÇÃO CAPÍTULO 4 Projeto e organização do trabalho e dos recursos físicos 4.1 Arranjo físico GESTÃO DA PRODUÇÃO É a maneira segundo a qual se encontram dispostos fisicamente

Leia mais

sistematizar e otimizar todos os processos de patrimoniação

sistematizar e otimizar todos os processos de patrimoniação A plataforma FAMS melhora ou substitui as funcionalidades da gestão patrimonial dos ERP mais implementados no mercado, integrando-se facilmente com eles através de processos automatizados. Sistema WebBased,

Leia mais

A Cidade Cognitiva. Antonio Pires Santos 1

A Cidade Cognitiva. Antonio Pires Santos 1 A Cidade Cognitiva Antonio Pires Santos 1 1 Vivemos num planeta mais inteligente INSTRUMENTADO INTERCONECTADO INTELIGENTE Sensores e outros instrumentos digitais estão a ser incorporados em cada objeto,

Leia mais

jac.cruz@uol.com.br Profº José Alves da Cruz - 01

jac.cruz@uol.com.br Profº José Alves da Cruz - 01 jac.cruz@uol.com.br Profº José Alves da Cruz - 01 NOVOS MODELOS DE GESTÃO GESTÃO DA PRODUTIVIDADE Professor: José Alves da Cruz 1 Evolução dos Sistemas Produtivos O Mestre Artesão Revolução Industrial

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais