Termos para indexação: Cerrado, conservação, extrativismo, Norte de Minas Gerais

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1 ANÁLISE DA DIVERSIDADE E FITOSSOCIOLOGIA DE UM CERRADO SENSU STRICTO PARA SUBSIDIAR A CRIAÇÃO DE UMA RESERVA EXTRATIVISTA NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO Galiana da Silveira Lindoso 1,2, Gabriel Damasco do Vale 2, Aryanne Gonçalves Amaral 2, Gustavo Henrique de Oliveira 3, Gabriel Henrique Pires de Mello Ribeiro 4, Jeanine Maria Felfili 2 ( 1 CRAD - Centro de Referência em Conservação da Natureza e Recuperação de Áreas Degradadas 2 Universidade de Brasília, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Brasília-DF. 3 Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, DIUSP, SCEN Trecho 2, Ed. Sede Cx. Postal nº 09870, CEP Brasília-DF, 4 Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, Av. André Araújo, 2936, Aleixo, CEP , Manaus - AM). Termos para indexação: Cerrado, conservação, extrativismo, Norte de Minas Gerais Introdução Quase todas as plantas que ocorrem no bioma Cerrado são utilizadas para fins extrativistas que culminam em produtos de uso comercial, como frutos, doces, licores, temperos, conservas, artesanatos e plantas medicinais. O conhecimento extrativista pode ser uma importante ferramenta na conservação de determinadas áreas no Cerrado, onde comunidades tradicionais podem tornar-se importantes aliadas na conservação destas áreas e na manutenção de sua historia e conhecimento. O presente trabalho objetiva trazer subsídios para a criação de uma Reserva Extrativista na Bacia do Rio São Francisco, no município de Buritizeiro, norte de Minas Gerais, baseados no estudo da estrutura e composição florística, no potencial extrativista da vegetação e no conhecimento da população local sobre a utilização de recursos extraídos do Cerrado. Material e métodos O município de Buritizeiro, que se encontra na margem esquerda do Rio São Francisco no Estado de Minas Gerais, é delimitado pelas coordenadas geográficas 17 o S e 44 o W e pertence à mesorregião do Norte de Minas Gerais e Alto Médio São Francisco. O clima regional é do tipo Aw, segundo a classificação de Köppen e com precipitação média anual de mm e temperatura média anual de 23,4 o C.

2 A vegetação da região é formada por um mosaico de fitofisionomias que englobam áreas de cerrado sensu stricto, cerradão, vereda, floresta estacional e mata de galeria, além de pastagens e áreas cultivadas (MMA 2007). Para avaliar a composição florística e a estrutura da vegetação lenhosa, foram realizados levantamentos fitossociológicos nas áreas utilizadas para a coleta de frutos do Cerrado pelos habitantes de Buritizeiro, indicadas pelo grupo Chico Fulô, que fabrica produtos alimentícios com recursos oriundos da vegetação local. O levantamento da vegetação foi realizado em quatro áreas de cerrado sensu stricto (s.s), com diferentes níveis de perturbação: cerrado perturbado, com vegetação mais esparsa (Área 1); cerrado em regeneração por aproximadamente 30 anos (Área 2); cerrado sem indícios de distúrbios (Área 3); cerrado sem distúrbios e sem uso extrativista (Área 4). Para a realização do levantamento fitossociológico foram identificados fragmentos de cerrado, com auxílio de imagem de satélite e levantamento exploratório em campo. Em cada área foram alocadas dez parcelas de 20 m x 50 m (totalizando 4 ha amostrados), delimitadas conforme metodologia recomendada pela Rede de Parcelas Permanentes dos Biomas Cerrado e Pantanal (Felfili et al. 2005), onde foram identificados e amostrados todos os indivíduos lenhosos com diâmetro igual ou superior a 5 cm, a 30 cm de altura do solo. Para a análise da estrutura comunitária foram realizadas, em cada área, análises de densidade, freqüência e dominância e calculado o índice de valor de importância para cada espécie (Mueller-Dombois & Ellenberg 2002), além do cálculo dos índices de diversidade de Shannon e de equabilidade de Pielou (Magurran 1988). A distribuição dos diâmetros e alturas dos indivíduos amostrados em cada comunidade também foi estudada, com intervalos de classe definidos através da fórmula de Spiegel (Felfili & Rezende 2003). Para o estudo etnobotânico, foram realizadas entrevistas com representantes da comunidade extrativista, sobre as principais espécies utilizadas, os produtos fabricados, métodos de fabricação e a parte da planta utilizada. Resultados e discussão

3 No levantamento fitossociológico realizado nas quatro áreas citadas, foram registradas 92 espécies arbóreas, distribuídas em 70 gêneros e 38 famílias botânicas. A riqueza florística das quatro áreas amostradas (Tabela 1) está intimamente relacionada com o grau de perturbação do ambiente: a Área 1, referente ao cerrado perturbado por pecuária e queimadas, apresentou 48 espécies, enquanto a Área 4, considerada a mais preservada, apresentou 72 espécies, sendo 50% mais rica floristicamente. Isso implica que as atividades econômicas predominantes na região estão contribuindo para a diminuição da biodiversidade, uma vez que grandes áreas estão sendo desmatadas para a produção de carvão, monocultura e criação de gado. A densidade estimada para as quatro áreas amostradas variou de 607 a 1450 indivíduos por hectare (Tabela 1). As estimativas de área basal variaram de 6,9 a 13,4 m 2.ha -1 (Tabela 1) sendo que nas áreas mais conservadas, foram relativamente altos quando comparados com estudos em cerrados s.s (Felfili et al. 1994, 2004). Os valores dos índices de diversidade de Shannon e equabilidade de Pielou obtidos para as áreas amostradas encontram-se na Tabela 1. Estes índices sugerem elevada diversidade e equivalem aos valores encontrados em vários estudos fitossociológicos em cerrado s.s (Felfili et al. 1994, 2004). Tabela 1. Número de espécies (N spp), densidade, área basal, índices de diversidade de Shannon (H ) e equabilidade de Pielou (J) nas quatro áreas de cerrado sensu stricto amostradas no município de Buritizeiro, Minas Gerais. Área N spp Densidade (indiv. ha -1 ) Área basal (m 2.ha -1 ) H J ,929 3,22 0, ,194 2,93 0, ,859 3,22 0, ,454 3,60 0,84 Entre as espécies com maior índice de valor de importância (IVI) em cada área, mais de 50% são utilizadas pelos coletores tanto para a fabricação de produtos alimentícios, quanto para uso medicinal. Caryocar brasiliense Cambess. (pequi), Eugenia dysenterica DC. (cagaita), Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne (jatobá) e Qualea grandiflora Mart. (pauterra) encontraram-se entre as dez espécies com maior IVI em todas as áreas amostradas.

4 Annona crassiflora Mart. (panã), Pterodon emarginatus Vogel (sucupira-branca), Pouteria ramiflora (Mart.) Radlk. (curriola), Lafoensia pacari A. St-Hil.(pacarí), Diospyros burchellii Hiern. (caqui-do-cerrado), Simarouba versicolor A. St-Hil. (mata-cachorro) e Astronium fraxinifolium Schott ex Spreng (gonçalo-alves) são espécies utilizadas por coletores e também encontram-se entre as espécies com maior IVI na região. De acordo com a distribuição diamétrica dos indivíduos lenhosos amostrados nas quatro áreas, a maior parte está incluída nas menores classes de diâmetro (Figura 1A), em um padrão de J-invertido, indicando o padrão estrutural comum ao cerrado s.s. Na Área 1 é possível perceber as conseqüências dos distúrbios sofridos pela área pois há uma grande diminuição dos indivíduos nas classes diamétricas a partir de 7,5 cm, indicando a retirada de árvores com maior porte. A Área 4, considerada a mais conservada dentre as áreas estudadas, apresentou maior número de indivíduos nas classes superiores de altura (Figura 1B). A B Figura 1. Distribuição diamétrica (A) e de altura (B) dos indivíduos lenhosos para as quatro áreas amostradas no município de Buritizeiro, Minas Gerais. É de fundamental importância a conservação das áreas menos perturbadas na região, como as áreas 3 e 4, que podem funcionar como matriz de reposição das espécies utilizadas, assim como a conservação da área mais degradada (Área 1). Esta área degradada é bastante utilizada para a coleta de frutos devido à maior visibilidade e facilidade de acesso aos frutos e que também possui potencial regenerativo, como observado na distribuição dos indivíduos nas classes de diâmetro e altura (Figura 1).

5 Tal fato indica que os produtores locais aproveitam satisfatoriamente os recursos naturais presentes no cerrado s.s., com impactos ambientais considerados irrisórios frente às atividades de pecuária e produção de carvão vegetal comuns na região. É possível viabilizar atividades econômicas rentáveis para a população local, caso haja a consideração de outras potencialidades de uso menos impactantes da vegetação presente na região, como por exemplo, confecção de artesanato, produção de cortiça, mel, óleos e mudas. O cerrado manejado pode ser uma fonte de renda complementar importante na economia familiar e o manejo com fins extrativistas pode também contribuir para a manutenção da cultura, dos hábitos alimentares e da biodiversidade. No levantamento etnobotânico realizado foram identificadas 47 espécies distribuídas em 27 famílias botânicas e 46 gêneros, utilizadas pela comunidade. A família com maior riqueza florística foi Fabaceae com 14 espécies (29,8%), enquanto Anacardiaceae, Annonaceae, Myrtaceae e Rubiaceae contribuíram com 15% para a riqueza das espécies utilizadas. Uma das espécies de destaque é a cagaita (Eugenia dysenterica Myrtaceae), que é largamente utilizada pela comunidade local, tanto para usos terapêuticos como fins alimentícios, in natura, suco, licor e doces, que são comercializados em eventos e feiras populares na região do Cerrado. Do total de preparações caseiras registradas para fins terapêuticos, as folhas foram empregadas em 34,9% delas. As demais partes vegetais utilizadas estiveram distribuídas da seguinte forma: entrecasca (19%); fruto (14,3%); semente e casca (9,5%); raiz e exsudação (6,3%). As espécies de utilização terapêutica são catalogadas e armazenadas em uma farmácia popular pela comunidade Vila Maria, que confecciona e distribui remédios naturais através da marca Ipê Roxo, vinculado ao Projeto Graal Brasil, no município de Buritizeiro. Ao analisar a diversidade de espécies nativas na região, o conhecimento e uso etnobotânicos e as ameaças para a manutenção dessas populações, devido à crescente degradação das áreas para a produção de carvão vegetal e atividades agropecuárias, considerase que é de extrema importância que a região estudada seja legalmente protegida em uma Unidade de Conservação (UC), para garantir a conservação da biodiversidade local e parte do bioma. Devido à existência de comunidades tradicionais na região, que utilizam recursos

6 naturais tanto para a comercialização de produtos (como doces), como para a fabricação de remédios e demais usos sem fins comerciais (como a utilização de raízes e frutos), é recomendável e solicitado localmente, que esta UC seja uma Reserva Extrativista. Desta forma, pela dependência direta desses recursos, a população poderá ajudar na conservação da região, utilizando os recursos de forma menos impactante. Conclusões As áreas indicadas como locais efetivos de coleta no município de Buritizeiro apresentam um grande potencial extrativista para a coleta de frutos e utilização medicinal. Grande parte das espécies de uso popular freqüente se encontra presente entre as mais importantes da análise estrutural da comunidade lenhosa da região. A comunidade de Buritizeiro, além de apresentar um grande conhecimento sobre as espécies nativas do cerrado, também utiliza amplamente seus recursos vegetais nativos, apresentando uma considerável dependência dos mesmos para sua subsistência. Essas atividades geram fonte de renda para parte da população, que está ligada direta ou indiretamente às atividades de coleta das plantas e frutos. Esses fatores ressaltam a importância da criação de uma Reserva Extrativista na região, pois grande parte do Cerrado no norte mineiro está sendo destruído pela expansão das atividades agropecuárias e pela produção de carvão. Sem a criação de uma UC, grande parte dessa área de cerrado na região estará ameaçada pelo desmatamento, o que prejudicará irreversivelmente as atividades tradicionais de coleta da comunidade local e a preservação da diversidade da região. Com a efetivação de uma Reserva Extrativista, o que inclui a implementação, fiscalização, orientação e acompanhamento técnico-científica que vise a sustentabilidade do uso dos recursos naturais, surge a possibilidade de conciliar a conservação da natureza de na região do Norte de Minas Gerais, aliada à conservação da cultura e dos conhecimentos tradicionais. Agradecimentos

7 Os autores agradecem ao Ministério do Meio Ambiente, ICMBio, CRAD UnB, CNPq e membros da comunidade de Buritizeiro, pelo apoio recebido para a realização deste trabalho. Referências bibliográficas FELFILI, J.M; CARVALHO, F.A.; HAIDAR, R.F. Manual para o monitoramento de parcelas permanentes nos biomas Cerrado e Pantanal. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, p. FELFILI, J.M. & REZENDE R.P. Conceitos e Métodos em Fitossociologia. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, p. FELFILI, J.M.; FILGUEIRAS, T.S.; HARIDASAN, M.; SILVA JÚNIOR, M.C.; MENDONÇA; R. & REZENDE, A.V. Projeto Biogeografia do Bioma Cerrado: vegetação e solos. Cadernos de Geociências do IBGE, v.12, p , FELFILI, J.M.; SILVA JÚNIOR, M.C.; SEVILHA, A.C.; FAGG, C.W.; WALTER, B.M.T.W.; NOGUEIRA, P.E; REZENDE, A.V. Diversity, floristic and structural patterns of cerrado vegetation in Central Brazil. Plant Ecology, v.175, p.37-46, FERREIRA, M.B. Plantas portadoras de substâncias medicamentosas, de uso popular, nos cerrados de Minas Gerais. Informes Agropecuários, v.6, p.19-23, MAGURRAN, A.E. Ecological diversity and its measurement. London: Croom Helm, p. MMA Ministério do Meio Ambiente. Mapa de Cobertura Vegetal de Buritizeiro, Minas Gerais. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, PROBIO, Disponível em MUELLER-DOMBOIS, D. & ELLEMBERG, H Aims and methods of vegetation ecology. New York: Blackburn Press, p.

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