A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

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1 A CONTRIBUIÇÃO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA MONETÁRIA NA QUEDA DA DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL: uma análise a partir do rendimento domiciliar per capita no período Juliana Carolina Frigo Baptistella 1 Solange de Cassia Inforzato de Souza 2 Carlos Roberto Ferreira INTRODUÇÃO Após mais de uma década de estabilidade, o Brasil tem passado por modificações nas suas características distributivas a partir de A concentração de renda reduziu-se de forma expressiva e contínua e, contribuiu para a diminuição da pobreza. Entre 2001 e 2007 a queda da desigualdade de renda foi de 7%, o que significa uma taxa média de redução de 1,2% ao ano. O grau de desigualdade registrado em 2007 é o menor das últimas três décadas (IPEA, 2008) Simultaneamente, tem ocorrido no país uma notável expansão dos programas de transferência de renda, que passaram a integrar a agenda governamental nos anos 90, mas se consolidaram no início do século XXI após a unificação dos programas preexistentes e modificações nos critérios de seleção, concessão e coordenação dos benefícios, e a ampliação do gasto do governo Federal destinado à assistência social. Entretanto, a distribuição dos rendimentos no Brasil permanece ainda em níveis extremamente desiguais, de modo que essa intensidade da queda na disparidade de 1 Graduanda. Universidade Estadual de Londrina. 2 Doutora. Universidade Estadual de Londrina. 3 Doutor. Universidade Estadual de Londrina.

2 renda deve continuar por um longo período, para que o país possa sair do topo do ranking da desigualdade mundial. Diante disso, este trabalho tem por objetivo mensurar o efeito da expansão da renda proveniente dos programas de transferência de renda na composição do rendimento domiciliar per capita do Brasil, e descobrir se essa fonte de rendimento contribuiu para a queda da desigualdade de renda no pós O trabalho está organizado em cinco seções, incluindo esta introdução. A Seção 2 apresenta um panorama recente da desigualdade de renda e dos programas sociais no Brasil. Na Seção 3 é descrita a base de dados e metodologia da pesquisa. Na Seção 4 explora-se quantitativa e graficamente os resultados da pesquisa e a sua discussão para, finalmente, na Seção 5 serem apresentadas as conclusões. 2- DESIGUALDADE DE RENDA E POLÍTICAS SOCIAIS NO BRASIL PÓS 2000 Desde o início dos anos 2000 o Brasil tem apresentado um comportamento oposto ao registrado desde a década de 1960: houve uma inversão no comportamento distributivo, resultando em uma considerável desconcentração de renda no país. Entre 2001 e 2006 percebe-se que a renda dos estratos mais baixos da população elevou-se uma vez que a parcela da renda total em poder dos 50% mais pobres aumentou 16% (de 12,5% para 14,5%) e em contrapartida, a dos 10% mais ricos teve uma redução de 5,7% (de 47,2% para 44,5%). Além disso, os 10% mais pobres tiveram um incremento de renda nesse período de 57,47%, enquanto para os 10% ricos o aumento foi de apenas 6,84% (NERI, 2007). O desenvolvimento de uma rede de proteção social mais efetiva, a maior integração dos mercados de trabalho e as melhorias na qualificação da força de trabalho foram os fatores que mais se destacaram para que ocorresse essa melhoria distributiva no Brasil (IPEA, 2006, p. 53). Para Barros et al (2006) (apud SCHWARTZMAN, 2006) 20% da redução da desigualdade se deve aos programas de transferência de renda do governo, 12% seriam devidos à redução das desigualdades causados pelas variações na educação. Acredita-se que outros fatores como o aumento do salário e redução do desemprego compõe respectivamente 8% e 2% do conjunto. Os demais 58% ficariam como reflexo de outros fatores não identificados.

3 Lavinas et al (2006, p. 2) confirma que as causas prováveis dessa tendência favorável seriam tanto a elevação do salário mínimo em termos reais quanto o aumento do volume das transferências de renda compensatórias. Soares (2006) defende que o principal fator provém do mercado de trabalho mas, os programas de transferência de renda do governo assumem notável papel na redução da desigualdade e chegam a representar 25% dessa queda sendo que grande parte dessa conquista vem em resposta ao Programa Bolsa Família que teve grande expansão nos últimos anos. O Bolsa Família (BF) é um programa de transferência direta de renda lançado em outubro de 2003, que unificou os Programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Auxílio Gás e Cartão Alimentação. Tem como objetivo prioritário a redução das disparidades, beneficiando famílias em situação de pobreza (com renda mensal por pessoa de R$ 60,01 a R$ 120,00) com crianças de 0 a 15 anos e extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$ 60,00). Em contrapartida as famílias beneficiárias assumem condicionalidades: atividades nas áreas de educação, saúde e assistência social que devem cumprir para assegurar o direito de receber o benefício financeiro (BRASIL, 2005; 2008). Ao observar o Orçamento Social do Governo Federal de 2001 a 2004 (BRASIL, 2005) percebe-se que a parcela de recursos destinadas à Assistência Social tem crescido constantemente. Em 2004 essa despesa foi equivalente a 0,9% do PIB e 6,5% do gasto social direto do governo, sendo que entre 2001 e 2004 aumentou mais de 90% passando de R$ 8,506 bilhões para R$ 16,237 bilhões. Do gasto com Assistência Social, o Programa Bolsa Família foi a parcela que apresentou maior crescimento: de 13,5% para 29,4% passando de R$ milhões em 2001 para R$ milhões em Já em relação ao Gasto Social Direto esse benefício aumentou de 1,0% para 2,3% entre 2001 e De acordo com IBGE (2008) em 2006 cerca de 10 milhões de domicílios receberam dinheiro de programas sociais do governo, o que representa 18,33% dos domicílios particulares do Brasil. Em relação a 2004 em que esse percentual era de 15,6%, houve um incremento de 17,3% (ver Tabela 1). Tabela 1 - Brasil: domicílios particulares que receberam dinheiro de programa social do governo 2006 Recebimento de R$ de programa social* 18,33% Bolsa Família 81,08%

4 Benefício de Prestação Continuada 12,10% Progr. de Erradicação do Trab. Infantil 2,66% Outro Programa Social 12,01% Fonte: Elaboração própria a partir de IBGE (2008). Nota: Em um mesmo domicílio pode haver recebimento de mais de um programa de transferência de renda. *Em relação ao total de domicílios do país. Entre os programas sociais, o que mais se destaca é o Bolsa Família, uma vez que dentre os domicílios que receberam algum tipo de transferência monetária no Brasil em 2006 cerca de 81% eram provenientes do BF. Se considerarmos o total de domicílios do país, em 14,9% deles houve rendimentos desse programa em 2006, o que corresponde 8,1 milhões de domicílios (IBGE, 2008). De fato, a melhoria na distribuição de renda também provocou impactos significativos em relação à pobreza e miséria. A proporção da população em situação de extrema pobreza entre 2001 e 2007 caiu 37,15%, totalizando quase 2 milhões de pessoas melhorando de posição (FGV/CPS, 2008). Entretanto, ainda existem no Brasil cerca de 1,7 milhões de pessoas abaixo da linha de extrema pobreza e, 33,7 milhões de pessoas em situação de miséria. Além disso, de acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano 2006 (PNUD, 2006) o país é o 10º mais desigual numa lista com 126 nações. Assim, identificar os principais determinantes da redução da disparidade de renda no Brasil pode contribuir para avaliar a eficiência das políticas sociais adotadas pelo governo, de modo a verificar se os recursos gastos com essas políticas estão gerando efeito significativo sobre a desigualdade, ou, se devem ser alocados em outras medidas cujo impacto sobre a iniqüidade seja maior. Esta investigação avança no estudo da distribuição de renda no Brasil no pós 2000, pela análise da decomposição dos rendimentos domiciliares per capita, dando ênfase à participação do componente onde estão inseridos os programas de transferência monetária. 3- MATERIAIS E MÉTODOS A partir das informações das PNAD s Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de , utilizou-se a técnica da decomposição do rendimento domiciliar

5 per capita, através do índice de Gini, no período pós 2000 para o Brasil com base nos dados de Ferreira e Souza (2008). As PNAD s são pesquisas anuais realizadas desde 1971, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio de uma amostra de domicílios que abrange todo o país, exceto a área rural dos estados da antiga região Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima) 4. A pesquisa tem por objetivo investigar diversas características socioeconômicas da população, entre elas o rendimento domiciliar per capita, obtido através da divisão do rendimento mensal domiciliar pelo número de pessoas do domicílio, excluindo pensionistas, empregados domésticos e seus parentes. Os componentes do rendimento domiciliar são os provenientes do trabalho principal, de outros trabalhos, de aposentadorias e pensões, dos aluguéis, doações, juros, etc, apresentados para as pessoas de dez anos ou mais de idade. Considera-se rendimentos de trabalho os decorrentes dos pagamentos brutos mensais aos empregados, empregadores e conta própria, sejam advindos do trabalho principal ou dos demais trabalhos. Os rendimentos de aposentadorias e pensões são aqueles pagos pelo governo federal ou por instituto de previdência, entidades seguradoras ou fundos de pensão. As doações são provenientes de pessoas não-moradoras na unidade domiciliar e os rendimentos dos aluguéis incluem sublocação e arrendamento de móveis, imóveis, máquinas, equipamentos, animais etc. O componente denominado outros rendimentos abrange todas as outras fontes de renda como advinda de juros, decorrentes de aplicações financeiras em ativos financeiros de renda fixa, caderneta de poupança, etc; e programa oficial de auxílio educacional (como o bolsa-escola) ou social (renda mínima, bolsa-família, benefício assistencial de prestação continuada - BPC, programa de erradicação do trabalho infantil - PETI e outros) [(IBGE, 2008b); (HOFFMANN, 2006); (SCHWARTZMAN, 2006)]. A partir da participação percentual de cada componente no rendimento domiciliar per capita, será analisada qual a contribuição do rendimento advindo de programas de transferências de renda na composição da renda do Brasil. Já pela técnica da decomposição do rendimento domiciliar per capita através do índice de Gini, será investigada a contribuição desse componente para a desigualdade de renda no Brasil. Um 4 A partir de 2004, a PNAD alcançou a cobertura completa do território nacional.

6 componente contribui para reduzir a concentração de renda quando sua razão de concentração é menor que o índice de Gini total 5. O coeficiente de Gini utilizado na decomposição do rendimento domiciliar per capita é uma medida de concentração de renda que varia entre 0 e 1, sinalizando menor disparidade distributiva ao aproximar-se de 0 e completa desigualdade de renda ao igualarse a 1, ou seja, 0 significa, hipoteticamente, que todos os indivíduos têm a mesma renda e 1 mostra que apenas um indivíduo tem toda a renda de uma sociedade. 4- RESULTADOS E DISCUSSÃO A Tabela 2 mostra a participação percentual dos componentes do rendimento domiciliar per capita no Brasil. Observa-se que o trabalho principal foi o componente de maior importância no rendimento total da população em todo o período e vem apresentando redução nessa taxa de participação. O componente aposentadorias e pensões, que representa a segunda maior parcela, tem apresentado comportamento oposto. Essas duas fontes de rendimento representaram juntas, em média, 92,9% da renda domiciliar per capita do Brasil. Portanto, as outras parcelas foram responsáveis em média, por menos de 10% da composição do rendimento domiciliar per capita. Tabela 2 Participação percentual dos componentes do rendimento domiciliar per capita, Brasil de 2001 a 2006 Parcelas Brasil - Participação percentual dos rendimentos Δ% Trabalho Principal 74,7 74,2 73,6 73,3 72,7 72,8-2,54 Outros Trabalhos 3,2 3,2 3,1 3,1 3,2 3,2 0,00 Aposent. e Pensões 18,5 18,7 19,8 19,6 19,8 19,4 4,86 Aluguéis 1,9 1,9 1,7 1,7 1,8 1,7-10,53 Doações 0,7 0,8 0,7 0,7 0,7 0,7 0,00 Outros rendimentos 0,9 1,3 1,1 1,6 1,8 2,2 144,44 Fonte: Elaboração própria a partir de Ferreira e Souza (2008). Ao analisar o período como um todo, verifica-se que o componente outros rendimentos vem aumentando sua participação no rendimento total da população. Com 5 Ver detalhes sobre os procedimentos metodológicos em Ferreira e Souza (2007).

7 exceção de 2003, esse crescimento foi contínuo e de forma expressiva: passou de 0,9% em 2001 para 2,2% em 2006, totalizando uma elevação de 144,44%. Existem indicações de que o aumento da participação do componente outros rendimentos no pós 2000 deve-se grande parte à expansão dos programas de transferência monetária, sendo que é nesse período que ocorre a implantação do Programa Bolsa Família, responsável pela maior parte dos recursos destinados pelo governo federal à Assistência Social. Na Tabela 3 encontra-se a razão de concentração dos componentes do rendimento domiciliar per capita e o índice de Gini total para o período de 2001 a 2006 no Brasil. Os componentes rendas de outros trabalhos, aposentadorias e pensões e aluguéis colaboraram em todos os anos para elevar a desigualdade de renda no país uma vez que a razão de concentração desses rendimentos foi maior que o índice de Gini durante todo o período. Os componentes trabalho principal, doações e outros rendimentos tiveram comportamento oposto e, em todos os anos apresentaram razão de concentração menor que o índice de Gini contribuindo assim para diminuir a desigualdade nos rendimentos. Tabela 3 Razão de concentração (C) na decomposição do índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, Brasil de 2001 a 2006 Parcelas Brasil - Razão de concentração Δ% Trabalho Principal 0,581 0,575 0,570 0,558 0,556 0,555-4,48 Outros Trabalhos 0,785 0,777 0,768 0,773 0,763 0,760-3,18 Aposent. e Pensões 0,603 0,592 0,592 0,594 0,587 0,579-3,98 Aluguéis 0,797 0,803 0,801 0,786 0,789 0,792-0,63 Doações 0,395 0,429 0,403 0,462 0,414 0,445 12,66 Outros rendimentos 0,539 0,512 0,338 0,159 0,238 0,122-77,37 Gini Total 0,594 0,587 0,581 0,569 0,566 0,560-5,72 Fonte: Elaboração própria a partir de Ferreira e Souza (2008). Observando a evolução histórica do componente outros rendimentos, percebe-se que nos anos 90 seu comportamento era diferente ao dos anos recentes. A Tabela 4 mostra sua razão de concentração e o índice de Gini total de 1990 a 1999.

8 Razão de Concentração Tabela 4 Razão de concentração (C) do componente outros rendimentos e índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, Brasil de 1990 a 1999 Anos Δ% (C) Outros rendimentos 0,629 0,839 0,858 0,789 0,815 0,769 0,764 0,695 10,49 Gini Total 0,612 0,580 0,602 0,599 0,600 0,600 0,598 0,592-3,27 Fonte: Elaboração própria a partir de Baptistella et al (2007). Em todos os anos esse componente apresentou razão de concentração acima do Gini total colaborando portanto, durante toda a década de 90, para elevar a desigualdade na distribuição de renda do país. Apesar da razão de concentração ter-se ampliado significativamente em 1992 e 1993, considerando o período como um todo, encontra-se uma elevação de cerca de 10,5%. O índice de Gini apresentou uma queda de 3,27%. O Gráfico 1 mostra a razão de concentração (C) do componente outros rendimentos e o Índice de Gini Total do rendimento domiciliar per capita no Brasil entre 1990 e Nota-se que desde 1997 a razão de concentração desse componente apresenta tendência de queda, mas é no pós 2000 que esse processo acentua-se e os outros rendimentos passam a contribuir para a redução da desigualdade de renda no país. Sugere-se que os programas de transferência de renda, principalmente o Bolsa Família que corresponde a cerca de 81% dos benefícios sociais recebidos e atinge mais de 11 milhões de famílias, tem contribuído na maioria dos anos para reduzir a desigualdade na distribuição de renda. Assim, a continuidade desses programas seria além de uma forma de garantir a população menos favorecida o direito à alimentação, acesso a serviços essenciais, inclusão social e melhoria do bem estar, uma ferramenta no auxílio à redução da iniqüidade distributiva existente no país. 0,900 0,800 0,700 0,600 0,500 0,400 0,300 0,200 0,100 0, (C) Outros Rendimentos Gini Total

9 Fonte: Elaboração própria a partir de Baptistella et al (2007); Ferreira e Souza (2008). Gráfico 1 Índice de Gini Total e Razão de concentração (C) do componente outros rendimentos no rendimento domiciliar per capita no Brasil de 1990 a CONCLUSÃO Este trabalho mostrou através da análise da composição da renda domiciliar per capita que a participação do componente outros rendimentos no Brasil cresceu entre 2001 e 2006 e, a partir da decomposição do índice de Gini do rendimento domiciliar per capita evidenciou-se que essa fonte de rendimento colaborou durante todo o período para reduzir a desigualdade na distribuição de renda do país, uma vez que a razão de concentração foi inferior ao índice de Gini. Esse resultado torna-se ainda mais positivo quando comparado com a década de 90, em que o componente contribuiu em todos os anos para elevar a desigualdade de renda no Brasil. Enquanto a razão de concentração desse componente ampliou-se 10,49% durante a década de 90, no pós 2000 essa razão de concentração caiu 77,37%. Assim, tudo indica que a renda proveniente de outros rendimentos inverteu seu comportamento, cessando a sua contribuição para elevar a desigualdade da renda domiciliar per capita e passando a colaborar para a redução desta, justamente no período de expansão dos programas sociais. Isso sinaliza que esses programas tiveram participação especial na recente queda da disparidade de renda no Brasil. 6 REFERÊNCIAS BAPTISTELLA, J. C. F.; SOUZA, S. de C. I. de; FERREIRA, C. R. Concentração de renda nas Regiões Sul e Sudeste do Brasil: a contribuição das aposentadorias e pensões. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ESTUDOS REGIONAIS E URBANOS, 5, 2007, Recife. Anais... Recife: ABER, p. BRASIL. Ministério da Fazenda. Orçamento Social do Governo Federal Brasília, p. Disponível em: <http://www.fazenda.gov.br/portugues/ releases/2005/os200429abr.pdf>. Acesso em: 24 jul

10 . Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família. Disponível em: <http://www.mds.gov.br/bolsafamilia/o_programa_bolsa_familia>. Acesso em: 07 set FERREIRA, C. R.; SOUZA, S. de C. I. de. As aposentadorias e pensões e a concentração dos rendimentos domiciliares per capita no Brasil e na sua área rural: 1981 a Revista de Economia e Sociologia Rural, Rio de Janeiro, v. 45, p , out./dez Dados da decomposição do Índice de Gini do Brasil: 2001 a Londrina: UEL, (mimeo). FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Centro de Políticas Sociais. Panorama da Evolução Temporal Brasil: Disponível em: <http://www3.fgv.br/ibrecps/retcm/retcm_basicopnad/index.htm>. Acesso em: 15 out HOFFMANN, R. Transferências de renda e a redução da desigualdade no Brasil e cinco regiões entre 1997 e Econômica, Rio de Janeiro, v. 8, n. 1, p , jun Disponível em: <www.uff.br/cpgeconomia/v8n1/rodolfo.pdf>. Acesso em: 18 jul INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Acesso a Transferências de Renda de Programas Sociais Rio de Janeiro: Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2006/supleme ntos/renda/publicacao_renda.pdf>. Acesso em: 14 jul INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. Nota técnica sobre a recente queda da desigualdade de renda do Brasil. Brasília: 2006, 61 p. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/publicacoes/notastecnicas/notastecnicas9.pdf>. Acesso em: 20 mar Pobreza e mudança social. In: Comunicados da Presidência - PNAD 2007: Primeiras Análises. v. 1, set p. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/ comunicado_presidencia/08_09_21_pnad2007analisespobreza.pdf >. Acesso em: 08 out LAVINAS, L.; ALVES, J. E. D.; NICOLL, M. Pobreza, Trabalho e Desigualdades de Gênero: Conexões diversas. In: ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDOS POPULACIONAIS, 15, 2006, Caxambu. Anais... Caxambu: ABEP, p. Disponível em: <http://www.abep.nepo. unicamp.br/encontro2006/docspdf/abep2006_304.pdf>. Acesso em: 17 out NERI, M. C. Miséria, desigualdade e políticas de renda: o Real do Lula. Rio de Janeiro: p. Disponível em: < Acesso em: 15 set PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO. Relatório do Desenvolvimento Humano p. Disponível em: <http://hdr.undp.org/hdr2006/pdfs/report/portuguese/pt.zip>. Acesso em: 09 jun

11 SCHWARTZMAN, S. Redução da desigualdade, da pobreza, e os programas de transferência de renda p. Disponível em: <www.schwartzman.org.br/simon/2006_desig.pdf>. Acesso em: 15 out SOARES, S. S.D. Distribuição de renda no Brasil de 1976 a 2004, com ênfase no período entre 2001 e Brasília: p. Disponível em: <http://www.ipea.gov.br/pub/td/2006/td_1166.pdf>. Acesso em: 16 out

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