O Prefeito Municipal de Charrua, Estado do Rio Grande do Sul, FAÇO SABER que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:

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1 LEI MUNICIPAL Nº 378, EM 11 DE OUTUBRO DE DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS PARA 2003 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Charrua, Estado do Rio Grande do Sul, FAÇO SABER que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Ficam estabelecidas, para elaboração do orçamento da administração pública municipal direta relativo ao exercício de 2003, as diretrizes de que trata esta Lei e as metas prioritárias constantes do ANEXO I. 1º - Ficam estabelecidos como parte integrante da presente Lei a previsão da receita para os exercício de 2003, 2004 e 2005 a realizada nos exercícios de 2000 e 2001 e a reestimada para o exercício corrente. Art. 2º - A partir das prioridades e objetivos constantes do ANEXO de Metas Prioritárias desta Lei, será elaborada a proposta orçamentária para 2003, de acordo com as disponibilidades de recursos financeiros que trata o art. 3º da presente Lei. sobre novos projetos. 1º - Os investimentos em fase de execução terão preferência 2º - A programação de novos projetos não poderá se dar à custa de anulação de dotações destinadas a investimentos em andamento, em concordância com o art. 45 da LC 101/ º - O pagamento dos serviços da dívida de pessoal e de seus encargos terão prioridade sobre as ações de expansão. Art. 3º - A receita prevista para o exercício 2003 está estimada em R$ ,00 (Quatro milhões e duzentos mil reais), devendo ter a seguinte destinação: a) para reserva de contingência, atendendo ao disposto no inciso III do art. 5º da LC , o percentual de 5 % da receita corrente líquida; b) para atendimento da manutenção da administração dos órgãos municipais, será no valor suficiente para atender as despesas de funcionamento dos órgãos.

2 c) para atendimento de programas de custeio, continuados ou não, dirigidos diretamente o atendimento da população e comunidade, será no valor que atenda aos programas propostos; e d) para investimentos até o montante do saldo dos recursos estimados. Único A reserva de contingência terá aplicação na forma da letra b, do inciso III do art. 5º da LC Art. 4º - Os projetos e atividades constantes da Lei Orçamentária deverão estar compatíveis com o Plano Plurianual e com esta Lei. Art. 5º - As receitas e as despesas dos orçamentos da Administração direta, serão classificados e demonstradas, segundo a legislação em vigor. 1º - Conforme art. 8º da LC 101/2000, deverá ser elaborado e publicado até 30 dias após a publicação da Lei orçamentária, a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. 2º - Atendendo ao art. 3º da LC 101/2000, no prazo estipulado no art. 8º, as receitas previstas serão desdobradas em metas bimestrais de arrecadação, com especificação em separado, quando cabível, das medidas de combate a evasão e à sonegação, da quantidade e valores de ações ajuizadas para cobrança da dívida ativa, bem como da evolução do montante dos créditos tributários passíveis de cobrança administrativa; 3º - Os recursos vinculados serão utilizados unicamente para atender os objetivos das suas vinculações, ainda que em exercício diverso daquele que aconteceu, de acordo com o Parágrafo Único do art. 8º da LC 101/ º - Conforme art. 9º da LC 101/2000, quando verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita não atendeu as metas de resultado primário e nominal, os poderes promoverão por ato próprio e nos montantes necessários, nos 30 dias subseqüentes, limitação de empenho e de movimentação financeira nos critérios estabelecidos nesta Lei. 5º - Para efeito de limitação de empenho que trata a letra b do inciso I, do art. 4º da LC 101/2000, será utilizado o seguinte critério: a) corte das despesas de manutenção dos órgãos; b) demissão de ocupantes de cargos em comissão; c) suspensão de programas de investimentos não iniciados.

3 6º - Para efeito do 2º, art. 9º e do 3º, art. 16 da Lei Complementar 101/2000, considerar-se-á irrelevante a despesa de caráter não continuado de até R$ 200,00 (Duzentos Reais) realizada na manutenção de órgãos municipais. 7º Ao final de cada semestre o Poder executivo demonstrará em audiência pública na Câmara Municipal o cumprimento das estimativas realizadas. Art. 6º - Na estimativa das receitas serão considerados os efeitos das alterações na legislação tributária, especificamente sobre: I consolidação da legislação vigente que regula cada tributo de competência do Município; II adequação da legislação tributária às eventuais modificações da legislação federal; III revisões dos índices já existentes que são indexadores de tributos, tarifas, multas e criação de novos índices; IV as isenções e incentivos fiscais, nos termos do art. 14 da LC 101/2000, virão acompanhadas de estimativa de impacto financeiro, demonstrando as medidas compensatórias sendo aceitos, apenas, o aumento permanente da receita e a diminuição permanente da despesa. Art. 7º - As alterações na legislação tributária vigente serão propostas mediante Projeto-de-Lei a ser encaminhado à Câmara Municipal até 2 (dois) meses antes do encerramento do exercício e deverão ser apreciadas antes da aprovação da proposta orçamentária. seguintes autorizações: Art. 8º - Nos Projetos-de-Lei orçamentário constarão as I para abertura de Créditos Suplementares; II para a realização de operações de crédito com destinação específica e vinculada ao projeto, nos termos da legislação em vigor, em especial a Seção IV, Subseção I, da LC 101/2000;

4 III para realização de operações de crédito por antecipação de receita orçamentária nos limites e prazos estabelecidos pela legislação em vigor, em especial a seção IV, subseção III, da LC 101/2000. Art. 9º - As transferências de recursos ou de benefícios a entidades e as pessoas, de acordo com o art. 26 da LC 101/2000, atenderão às exigências do plano de auxílios instituído por Lei Municipal e o Art. 116 da Lei Federal 8.666/93. Art. 10 Para haver contribuição para custeio de outros entes da federação deverá atender ao art. 116 da Lei Federal 8.666/93, ao art. 62 e a letra f do inciso I, do art. 4º, da LC 101/2000. autorizados: vigente; Art. 11 Ficam o Poder Executivo e o Poder Legislativo I prover cargos e funções vagos nos termos da legislação II conceder aumento de remuneração ou outras vantagens, mediante autorização legislativa específica. Art. 12 A criação de cargos, alteração de estrutura de carreira, admissão de pessoal a qualquer título, concessão de qualquer vantagem, ou aumento de remuneração só poderão ser feitas se houver prévia dotação orçamentária para atender às projeções de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes e atender ao disposto na Seção II e aos arts. 70 e 71 da LC 101/2000. Art. 13 As despesas com pessoal elencadas no art. 18 da LC 101/2000 não poderão exceder o limite previsto no art. 20, III, letras a e b da referida Lei. Art. 14 São considerados objetivos da Administração Municipal o desenvolvimento de programas visando: I proporcionar o desenvolvimento pessoal dos servidores através de programas informativos, educativos e culturais; II melhorar as condições de trabalho, especialmente no que concerne à saúde, alimentação e segurança; funções específicas; III capacitar os servidores para melhor desempenho das

5 IV racionalização dos recursos materiais e humanos visando diminuir custos e aumentar a produtividade e eficiência no atendimento dos serviços municipais. V o Poder Executivo deverá, em conformidade com a letra e, do inciso I, do art. 4º da LC 101/2000, devolver sistema gerencial e de apropriação de despesas, com objetivo de demonstrar o custo de cada ação orçamentária e o resultado alcançado. Art. 15 O Poder Executivo poderá firmar convênios com outras esferas do Governo para desenvolvimento de programas prioritários nas áreas de educação, cultura, saúde e assistência social, sem ônus para o Município, ou com contrapartida, constituindo-se em projetos específicos somente após o efetivo recebimento de recursos, conforme letra f do inciso I, do art. 4º, e do art. 62, da LC 101/2000. Art. 16 O Poder Executivo colocará à disposição do Poder Legislativo, no mínimo 30 dias antes do prazo final da elaboração da proposta orçamentária, os estudos e as estimativas da receita, inclusive da receita corrente líquida e as respectivas memórias de cálculo, do exercício em vigor, para que nos termos do art. 29-A da Emenda Constitucional nº 25 e do parágrafo 3º do art. 12, da LC 101/2000, possa encaminhar sua proposta orçamentária. Art. 17 No controle de custos e na avaliação de resultados dos programas constantes do orçamento municipal, será demonstrado através de normas de controles internos instituídos pelo Poder Executivo, de acordo com a letra e do inciso I, do art. 4º, da LC 101/2000, que vigorarão também no Poder Legislativo, conforme o caput do art. 31 da Constituição Federal. Art. 18 Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação. Art. 19 Revogam-se as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL, CHARRUA, 11 DE OUTUBRO DE REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE: EM: ADEMIR SCARIOT PREFEITO ARLINDO PEDRO MULINARI SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO.

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