NA VISTORIA REALIZADA, FORAM CONSTATADAS AS IRREGULARIDADES ASSINALADAS A SEGUIR:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NA VISTORIA REALIZADA, FORAM CONSTATADAS AS IRREGULARIDADES ASSINALADAS A SEGUIR:"

Transcrição

1 NA VISTORIA REALIZADA, FORAM CONSTATADAS AS IRREGULARIDADES ASSINALADAS A SEGUIR: I- PASSEIO CIRCUNDANTE AO LOTE 01 - Falta construir o passeio circundante ao lote. (Dec /98. Art.50, 1º, V) 02 - A largura do passeio é inferior a 1,50 m. (Lei 2.105/98. Art.131- A) e (Dec /2012- Anexo II, Tabela I) 03 - O passeio possui obstáculo pontual implantado pelo proprietário sem garantir uma largura livre mínima de 1,20 m. (item e Dec /98. Art.137, 3º) 04 - Falta sinalização tátil de alerta no piso contornando o elemento suspenso entre 0,60 m e 2,10 m Existe elemento interferindo no passeio com altura inferior a 2,10 m (toldo, placas informativas, galhos de árvore etc) Tampas de caixas de inspeção/visita não estão niveladas com o piso e /ou suas frestas estão com dimensão maior de 1,5 cm e/ou não estão firmes ou estáveis. (item 6.3.6) 07 - Falta grelha de proteção em área drenante próxima ao passeio. (item 8.8.3) 08 - A grelha não está nivelada em relação ao piso adjacente. (item 8.8.3) 09 - O passeio não acompanha a declividade da via, no sentido longitudinal A inclinação transversal do passeio está acima de 3 % O passeio possui superfície irregular e/ou trepidante para dispositivos com rodas O passeio possui superfície derrapante Nos locais de acesso de veículo ao lote, existe interrupção do passeio ou desnível. (O passeio não pode ser rebaixamento e nem elevado para acesso de veículo e deve acompanhar a declividade da via no sentido longitudinal). (ABNT NBR 9050 item e Dec /1998. Art.139A) 14 - Nos locais de acesso de veículo ao lote, o passeio não possui largura mínima de 1,20 m Nos locais de acesso de veículo ao lote, o passeio tem inclinação transversal superior a 3% O portão de acesso á garagem abre sobre a faixa livre de circulação de pedestre. (item 6.15 ) 17 - A escada localizada em área pública para acesso ao lote não atende a legislação de acessibilidade A rampa de pedestre localizada em área pública para acesso ao lote não atende a legislação de acessibilidade Nos lotes de esquina, em vias locais, falta rebaixamento para travessia de pedestre a no mínimo 3 metros do ponto de curva Nos lotes de esquina, em vias arteriais ou coletoras, falta rebaixamento para travessia de pedestre quando houver faixa de travessia e/ou sinalização de travessia implantados pelo Detran Rebaixamento de calçada para travessia de pedestre não tem largura mínima de 1,50 m e/ou inclinação máxima de 8,33 % na rampa central e/ou inclinação máxima de 8,33 % na rampa das abas laterais. (item ) 22 - Falta sinalização tátil de alerta no rebaixamento de calçada ou a sinalização não dista 50 cm da via e/ou não tem largura entre 40 cm e 60 cm. (ABNT NBR 16537/2016 item 6.6) 23 - A faixa livre de circulação lindeira ao rebaixamento da calçada é inferior a 1,20 m de largura No rebaixamento total da calçada para travessia de pedestre, a inclinação das rampas laterais é superior a 8,33%, e/ou a largura da parte rebaixada é inferior a 1,50 m e/ou inclinação superior de 3 %. (item ) (O rebaixamento total da calçada só será admitido quando não for possível executar o rebaixamento parcial da calçada). 1

2 25 - No rebaixamento total da calçada para travessia de pedestre, falta sinalização tátil de alerta junto ás rampas laterais (nas partes mais altas) e/ou na parte rebaixada e/ou a sinalização da parte rebaixada não dista 50 cm da via e/ou a largura da sinalização não tem entre 40 cm e 60 cm (Item e NBR 16537/2016 ITEM 6.6) Existe desnível entre o término do rebaixamento da calçada e o leito carroçável (Item ) Há vegetação com espinhos em área adjacente à rota acessível e /ou em área de circulação de pedestre. (item 8.8.2) 28 - Em trechos junto a desnível de altura igual ou inferior a 0,60 m, falta espaço com no mínimo 0,60 m de largura entre a faixa de circulação de pedestre e o desnível ou falta mureta de proteção contra queda, com altura mínima de 0,15 m e com a cor do topo contrastante com a cor do topo constate com a cor do caminho. (Item 4.3.7) 29 - Em trechos junto a desníveis de altura superior a 0,60 m, falta guarda-corpo com altura de 1,10 m ao longo da circulação de pedestre. (Item 4.3.7) 30 - Abertura de janelas com altura inferior a 2,10 m, incidindo na largura da circulação. II - ACESSO E CIRCULAÇÃO 1 - Não há alarme visual/sonoro na saída de garagem ou estacionamento. (itens e 6.15) 2 - Altura da campainha ou interfone está acima de 1,20 m. (item fig. 22) 3 - O acesso de pedestre ao lote está sendo feito pelo menos local do acesso de veículos. Falta rota acessível sinalizada que garanta a circulação do pedestre com segurança. (item ) 4 - Existe elemento na parte inferior do portão, que não está nivelado com a superfície do piso, se tornando uma barreira ao acesso de pessoas em cadeira de rodas. (item 6.2.3) 5 - Capachos não estão embutidos no piso e nivelados de maneira que não exceda 0,5 cm do piso, e/ou não estão com suas as bordas firmemente fixadas ao piso. (item 6.3.7) 6 - A largura do vão de acesso é inferior a 0,80 m. (Decreto /98. Art 126, I) 7 - Rampa em desníveis de soleiras com largura inferior a 0,90m (em desnível de soleiras de portas ou de vãos de passagem admite-se largura mínima de 0,90 m). (item ) 8 - Há desníveis entre 0,5 cm e 2 cm que não possuem acabamento chanfrado na proporção de 1:2. (item ) 9 - Existe desnível superior a 2 cm não associado à rampa. (Desníveis superiores a 2 cm é considerado degrau isolado). (item e item 6.7 e item 6.7.2) 10 - Existem desníveis e/ou fresta e/ou ressaltos no piso da circulação da rota acessível (item ) Circulação de uso comum, de extensão até 4,00 m, com largura inferior a 0,90 m. (NBR 9050 item a) 12 - Circulação em áreas comuns com largura inferior a 1,20 m. (Lei 2105/98, Anexos I,II e III). É permitida largura mínima de 0,80 m no estreitamento da circulação com até 0,40 m de extensão e a largura mínima de 0,90m para transposição de obstáculos isolados com extensão acima de 0,40 m. (item 4.3.2) 13 - Há portas abrindo para a circulação de largura menor que 1,50 m. (item Figura 82) 14 - Os vãos das grelhas no piso estão com dimensão superior a 1,5 cm e /ou a grelha não está nivelada com piso e/ou não está firme ou estável. (item 6.3.5) 15 - Tampas de caixas de inspeção e de visita não estão niveladas com o piso e/ou suas frestas estão com dimensão maior de 1,5 cm e/ou não estão firmes ou estáveis e/ou antiderrapantes. (item 6.3.6) 2

3 16 - Não há rampas ou equipamentos eletromecânicos para vencer o desnível da edificação e/ou do terreno (Para vencer o desnível da edificação de dever haver pelo menos duas formas de circulação vertical: escadas - rampas -equipamentos eletromecânicos) 17 - Existem elementos suspensos ou fixados em parede /teto/piso (toldos, vigas, luminárias, arandelas, etc.) com altura inferior a 2,10 m. (item e 6.2.2) 18 - Abertura de janelas, com altura inferior a 2,10 m, incidindo na largura da circulação Nem todas as estradas e /ou saídas da edificação estão acessíveis. (itens e 6.2.2) III - SINALIZAÇÃO VISUAL - é composta por mensagens de texto, contrastes, símbolos e figuras 01 - Falta sinalização visual informativa e direcional da localização das entradas e saídas acessíveis. (item 6.2.8) 02 - Falta sinalização visual para indicar os locais de interesse do público em geral - exemplos: bilheteria, balcão de informação, acessos vertical e horizontal, sanitários, rota de fuga, número de pavimentos, etc. (Itens e ) 03 - A sinalização visual suspensa está instalada abaixo de 2,10 m de altura A sinalização visual não tem ícones claros e fácil entendimento. (Dec /98. Art.135) 05 - Falta sinalização visual na porta ou na parede adjacente da porta/passagem. (item 5.4.1) 06 - A sinalização visual na porta ou parede adjacente não está com altura entre 1,20 m e 1,60 m do piso. (item 5.4.1) IV - SINALIZAÇÃO TÁTIL - é composto por informações em relevo, como textos, símbolos e Braille 01 - Faltam elementos de orientação e direcionamento ou estes elementos não estão instalados com forma lógica de orientação, quando não houver guias/linhas de balizamento. (Itens e ) 02 - Mapa tátil existente não apresenta correspondência de seu gráfico tátil com a sinalização tátil de piso e/ou com os compartimentos indicados A sinalização tátil direcional não encaminha primeiramente ao mapa tátil. (Se a sinalização tátil direcional conduz direto ao ponto de interesse, sem bifurcação, não há necessidade de mapa tátil) 04 - Sinalização tátil direcional incompleta (faltando peças) 05 - Sinalização tátil de alerta incompleta e/ou em descordo com a legislação de acessibilidade Falta sinalização tátil (caracteres em relevo, Braille ou figuras em relevo) para indicar os locais de interesse do público em geral - exemplos: acessos vertical e horizontal, sanitários, rota de fuga, pavimentos. (Item 5.2.7/Item /Item ) 07 - Placas informativas sem correspondência em braile e alto relevo. (Dec /98, Art.135) 08 - Deverá ser retirada a sinalização tátil de alerta do piso em frente ás portas, quando não há desnível Falta sinalização tátil de alerta junto a desníveis Mobiliário e equipamentos (extintores de incêndio, caixas de correio, suporte TV, orelhões, telefones, filtros, aparelhos de ar condicionado, equipamentos de registro de ponto, divisórias, tubulação, elementos estruturais, janelas basculantes com abertura altura entre 0,60 m e 2,10 m do piso e saliências com mais de 0,10 m estão sem sinalização tátil de alerta no para a circulação e etc.) fixados/suspensos a uma altura entre 0,60 m e 2,10 m do piso e saliências com mais de 0,10 m estão sem sinalização tátil de alerta no piso. (Item 4.3.3) 11 - Falta sinalização tátil na parede adjacente de porta/passagem ou no batente das portas. (Item 5.4.1) 3

4 12 - A sinalização tátil na parede adjacente das portas não está à altura entre 1,20 m e 1,60 m do piso. (Item 5.4.1) V - PORTAS 01 - Junto às catracas ou portas giratórias, falta local alternativo para passagem, com no mínimo 0,80 m de largura. (Item ) 02 - A porta não tem vão livre mínimo de 0,80 m. (válido para todos os tipos de portas: de abrir, de correr e sanfonadas) (Item )- (exceção para porta de lavabo quando no mesmo piso houver sanitário acessível) (Anexo III da Lei 2.105/980) A porta não tem vão livre mínimo de 1,00 m nos locais de prática de esportes. (item ) 04 - Portas de duas folhas sem, pelo menos, uma delas ter o vão livre de 0,80 m (item ) 05 - Falta emoldurar as portas em paredes envidraçadas para evidenciar o local de passagem. Quando não estiver evidenciado de alguma forma, utilizar faixa de sinalização visual de no mínimo 5 cm de largura. (item ) 06 - Falta sinalização visual nas portas e paredes de vidro e /ou a faixa contínua de no mínimo 5 cm não está instalada a uma altura entre 0,90 m e 1,00 m. (item ) 07 - Falta informação visual nas portas e/ou passagens associada à sinalização tátil. (Devem ser sinalizadas com números e/ou letras e/ou pictogramas e ter sinais com texto em relevo, incluindo Braille) (item 5.4.1) 08 - Trilho ou guia inferior da porta de correr/portão não está nivelado com a superfície do piso e /ou eventuais frestas resultantes da guia inferior tem largura superior a 15 mm. (item ) 09 - Maçanetas de portas não são do tipo alavanca, com no mínimo 10 cm de comprimento e/ou não está instalado à altura entre 0,80 m e 1,10 m do piso ao eixo. (item ) 10 - Puxador vertical de portas não tem comprimento mínimo de 0,30 m e/ou não está instalado à altura entre 0,80m e 1,10m do piso ao eixo. (item ) 11 - Puxador horizontal de portas não tem comprimento de 0,40 m e/ou não está instalado à altura entre 0,80 m e 1,10 m do piso ao eixo. (item ) 12 - Porta não possui informação visual, associada à sinalização tátil. Ver item sinalização visual e tátil. (item 5.4.1) 13 - Não existe espaço livre de 0,30 m, contíguo à maçaneta, entre a parede e a porta, quando esta abre no sentido do deslocamento de usuário ou falta equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor. (item ) 14 - Não existe espaço de 0,60 m, contíguo à maçaneta, entre a parede e a porta, quando esta abre no sentido oposto ao deslocamento do usuário ou falta equipamento de automação da abertura e fechamento das portas através de botoeira ou sensor. (item ) VI - ÁREA EXTERNA Á EDIFICAÇÃO - no interior do lote 01 - As calçadas e vias exclusivas de pedestres, dentro do lote, têm largura inferior a 1,20 m e/ou altura livre inferior a 1,20 m e /ou altura livre inferior a 2,10 m e /ou a inclinação transversal superior a 3% (itens / b) 02 - As calçadas e vias exclusivas de pedestres, dentro do lote, não têm piso com superfície regular, firme, estável, não trepidantes para dispositivos com rodas e antiderrapante, sob qualquer condição (seco ou molhado) e /ou não garantem uma faixa livre (passeio) para a circulação de pedestres de degraus. (item 6.3.2/6.12) 4

5 03 - Falta grelha de proteção em área drenante próxima ao passeio e /ou em área drenante de árvore que invade a faixa livre de circulação. (item 4.3.7, Figura 10 / item 8.8.3) 04 - A grelha não está nivelada em relação ao piso adjacente. (item 8.8.3) 05 - Há vegetação com espinhos em área adjacente à rota acessível e/ou em área de circulação de pedestre. (item a) 06 - Há raízes prejudicando o pavimento da faixa livre de circulação. (item b) 07 - Em trechos junto a desníveis de altura igual ou inferior a 0,60 m, falta espaço com no mínimo 0,60 m de largura entre a faixa de circulação de pedestre e o desnível ou falta mureta de proteção contra queda, com altura mínima de 0,15 m e com a cor do topo contraste com a cor do caminho. (item 4.3.7) 08 - Em trechos junto a desníveis de altura superior a 0,60 m, falta guarda-corpo com altura de 1,10 m ao longo da circulação de pedestre. (item 4.3.7) 09 - Caixas e/ou tampas de caixas de inspeção/ visita não estão niveladas com dimensão maior de 1,5 cm e/ou não estão firmes ou estáveis. VII - ESTACIONAMENTO INTERNO AO LOTE Estacionamento = local descoberto para guarda de veículos - Lei nº 2.105/98. Obs: Para cálculo do número de vagas, arredondar a fração para número inteiro imediatamente superior O número de vagas para pessoas com deficiência um espaço demarcado de 1,20 m de largura e /ou o espaço demarcado não tem 1,20 m Falta junto à vaga para pessoas com deficiência um espaço demarcado de 1,20 m de largura e/ou o espaço demarcado não tem 1,20 m Falta rebaixamento de calçada para acessar a vaga para pessoa com deficiência. (Lei 2.105/98. Art 131- A/ABNT 9050, item 6.6) 04 - Falta sinalização horizontal (no piso) e /ou vertical nas vagas para pessoas com deficiência e/ou pessoas idosas e/ou a sinalização não está conforme a legislação. (item ) 05 - A borda inferior da placa de sinalização vertical de vaga tem altura inferior a 2,10 m. (Item ) 06 - Vagas para pessoas com deficiência estão vinculadas ás unidades imobiliárias ou não estão disponibilizadas para visitantes Não há no mínimo 3 vagas reservadas para idosos nos estacionamentos com até 50 vagas. Lei 2.477/99. (Para habitação coletiva exigir vagas de idoso somente se existir vagas para visitantes) Não há no mínimo 5 % de vagas reservadas para idosos nos estacionamentos com mais de 50 vagas. Lei 2.477/99. (Para habitação coletiva existir vagas para visitantes) Falta sinalização da rota acessível na via de circulação de veículos compartilhada com pedestre, com no mínimo 1,20 m de largura, desde as vagas até o local de interesse. (item /item ) 10 - Rota acessível com piso irregular e/ou que trepida e/ou derrapante e/ou com desnível. (item 6.1/item 6.3.2/Dec /98. Art.123-A) 11 - Falta grelha na canaleta de drenagem do piso do estacionamento. VIII-GARAGEM Garagem ou abrigo = local coberto para guarda de veículo. Lei nº 2.105/98. Obs: Para cálculo do número de vagas, arredondar a fração para número inteiro imediatamente superior. 01- Piso irregular na garagem, causando trepidação. 02-O número de vagas para pessoas com deficiência é inferior a 2% do total das vagas Falta junto à vaga para pessoas com deficiência um espaço demarcado de 1,20 m de largura. 04- Falta sinalização horizontal (no piso) e/ou vertical nas vagas para pessoas com deficiência e/ou idosos. 5

6 05- A borda inferior da placa de sinalização vertical de vaga tem altura inferior a 2,10 m. (Nas garagens com pé-direito baixo a placa de sinalização pode estar a 1,50 m do piso) Vagas para pessoas com deficiência estão vinculadas ás unidades imobiliárias ou não estão disponibilizadas para visitantes O número de vagas para idosos é inferior a 5 % do total das vagas. (Para habitação coletiva exigir vagas de idoso somente se existir vagas para visitantes) Falta sinalização da rota acessível na via de circulação de veículos compartilhada com pedestre, com no mínimo 1,20 m de largura, desde as vagas até o local de interesse Rota acessível com piso irregular e/ou que trepida e/ou derrapante e/ou com desnível Falta grelha na canaleta do piso da garagem. XIX - RAMPAS (só é considerada rampa quando a inclinação for igual ou superior a 5 %: i= h x 100/c) 01 - Rampa com largura livre inferior a 1,20 m. (em reformas admite-se largura mínima de 0,90 m e com segmentos de no máximo 4,00 m de comprimento) Rampa de inclinação longitudinal superior a 8,33 %. (em reformas admite-se até 10% em cada segmento de rampa com altura até 20 cm e até 12,5 % para rampa com altura até 7,5 cm) Rampa em curva com inclinação superior a 8,33 % Rampa interna com inclinação transversal superior a 2 % ou rampa externa com inclinação transversal superior a 2 % ou rampa externa com inclinação transversal superior a 3 % 05 - Patamar intermediário, na mudança de direção, não tem comprimento igual à largura da rampa Faltam patamares no início e no término da rampa com dimensão longitudinal mínima de 1,20 m, sem avançar na circulação adjacente Falta guia de balizamento no piso e/ou corrimãos e/ou guarda-corpo nas bordas livres da rampa A guia de balizamento não tem altura mínima de 5,0 cm Faltam corrimãos instalados em ambos os lados da rampa Rampa com largura maior ou igual 2,4 cm sem corrimão intermediário é necessário a instalação de no mínimo 1 corrimão intermediário (garantindo faixa de circulação com largura mínima de 1,20 m em ambos os lados) Os corrimãos não estão firmes e fixados Os corrimãos não têm 2 alturas (0,70 m e 0,92 m medidos da face superior ao ponto central do patamar) O corrimão não permite passagem contínua da mão Os corrimãos não possuem prolongamento recurvado nas extremidades Os corrimãos não possuem acabamento recurvado nas extremidades Os corrimãos não têm seção circular com diâmetro entre 3,0 cm e 4,5 cm Os corrimãos laterais não são contínuos. (Não deve haver interrupção nos patamares.) 18 - As projeções dos corrimãos incidem na largura mínima da rampa mais de 10 cm em cada lado. (Nas rampas resultantes de reformas as projeções dos corrimãos não podem incidir na largura mínima admissível de 0,90 m) Faltam guarda - copos com altura mínima de 1,10 m ou não têm guarda corpos. (NBR 14718/2001 ITEM ) 20 - Existe, na face interna no guarda-corpo, componentes que propiciam escalada ou elementos verticais com espaçamento acima de 11 cm. (NBR 14718/2001 itens e ) 21 - Abertura de porta interfere na dimensão mínima do patamar da rampa Falta sinalização tátil de alerta no patamar do início e do final da rampa. 6

7 23 - A sinalização tátil de alerta na base e/ou no topo da rampa não tem largura entre 25 cm e 60 cm. (NBR item 6.4.4) 24 - Na base da rampa existe afastamento entre a sinalização tátil e o início do declive. (NBR item 6.4.4) 25 - No topo da rampa, a distância entre a sinalização tátil de alerta e o início do declive não está entre 25 cm e 32 cm. (NBR item 6.4.4) 26 - Falta sinalização tátil (caracteres em Braille e em relevo) nos prolongamentos dos corrimãos para indicar o pavimento Rampa com piso irregular O piso da rampa não é antiderrapante Falta sinalização tátil no piso na projeção da rampa com altura inferior a 2,10 m (Dec /98. Art.127) X - DEGRAU ISOLADO - A sequência de até 2 degraus é considerada degrau isolado 01 - Falta corrimão no degrau isolado Degrau isolado com corrimão em desacordo com a legislação. (Altura de 0,75 m medidos do seu eixo, e comprimento mínimo de 0,30 m) Falta sinalização tátil de alerta no degrau isolado. (Deverá ser sinalizado o início e término do degrau isolado) Em locais de tráfego intenso, a largura da sinalização tátil de piso é menor que 40 cm. (NBR item 6.4.3) 05 - A distância entre a sinalização tátil de alerta e o espelho do degrau inferior é maior que 25 cm. (NBR item 6.4.3) 06 - A largura da sinalização tátil de alerta no piso inferior é menor que 25 cm (NBR item ) 07 - No piso junto ao degrau inferior, a largura da sinalização tátil de alerta somada ao seu afastamento do espelho não está entre 50 cm e 60 cm. (NBR item 6.4.3) 08 - A distância entre a sinalização tátil de alerta e o espelho do último degrau é menor que 25 cm.(nbr item Tabela A largura da sinalização tátil de alerta no piso superior é menor que 25 cm. (NBR ITEM 6.4 Tabela 5) 10 - A largura da sinalização tátil de alerta do piso superior somada ao seu afastamento do espelho é menor que 50 cm. (NBR 1637 item ) 11 - Falta sinalização visual no degrau isolado. (Uma faixa contrastante de no mínimo 3,0 cm de largura na borda do piso e no espelho, em toda a extensão do degrau) As alturas dos espelhos dos degraus isolados não são iguais O piso dos degraus não é antiderrapante ou falta faixa de proteção antiderrapante ao longo do seu bordo. (Decreto Art.96.III) XI - ESCADAS 01 - Escada com largura inferior a 1,20 m O primeiro e o último degrau da escada não estão distante no mínimo 0,30 m da circulação adjacente. (em construções novas) 03 - Falta sinalização tátil de alerta no início e final da escada Em locais de tráfego intenso, a largura da sinalização tátil de piso é menor que 40 cm. (NBR item 6.4.1) 05 - A distância entre a sinalização tátil de alerta e o espelho do degrau inferior da escada é maior que a largura do degrau. (NBR16537 item 6.4 Tabela 5) 7

8 06 - A largura da sinalização tátil de alerta no piso inferior é menor que 25 cm (NBR item 6.4 Tabela 5) 07 - No piso junto ao degrau inferior, a largura da sinalização tátil de alerta somada ao seu afastamento do espelho não está entre 50 cm e 60 cm. (NBR item 6.4 Tabela 5) 08 - No piso superior da escada, a distância entre a sinalização tátil de alerta e o espelho do último degrau é menor que 25 cm. (A distância recomendada é igual á largura do degrau). (NBR16537 item 6.4 Tabela 5) 09 - A largura da sinalização tátil de alerta no piso superior é menor que 25 cm. (NBR item 6.4 Tabela 5) 10 - No piso superior da escada, a largura da sinalização tátil de alerta somada ao seu afastamento do espelho não está entre 50 cm e 65 cm. (NBR16537 item 6.4 Tabela 5) 11 - Falta sinalização visual, em cor contrastante, na borda do piso e no espelho dos degraus da escada, ou na projeção dos corrimãos Falta sinalização visual na parede indicando o pavimento Falta sinalização tátil (caracteres em Braille e em relevo) nos prolongamentos dos corrimãos para indicar o pavimento Faltam corrimãos ou não estão instalados em ambos os lados da escada e/ou falta corrimão intermediário, quando a largura da escada for superior a 2,40 m. O corrimão intermediário deverá ser duplo e com duas alturas, respeitando a largura da escada for superior a 2,40 m. (O corrimão intermediário deverá ser duplo e com duas alturas mínimas de 1,20 m em ambos os lados). As escadas internas das unidades comerciais ou habitacionais deverão estar de acordo com o projeto aprovado Os corrimãos não estão instalados com alturas de 0,70 m e de 0,92 m, medidas da face superior do corrimão até o ponto central do piso do degrau Escada com largura maior ou igual a 2,40 m somente com corrimãos laterais. Falta corrimão intermediário. (item 6.9.4) 17 - Os corrimãos laterais não são contínuos. (Não deve haver interrupção nos patamares) 18 - O corrimão não permite passagem contínua da mão Os corrimãos não estão firmemente fixados Os corrimãos não têm seção circular com diâmetro entre 3,0 cm e 4,5 cm Os corrimãos não têm acabamento recurvado nas extremidades Os corrimãos da escada não possuem prolongamento de 0,30 m nas extremidades A inclinação transversal dos degraus excede 1% em escadas internas ou 2% em escadas externas Falta guarda-corpo nas bordas livres da escada ou guarda-corpos não tem elemento de vedação Guarda-corpos não têm altura mínima de 1,10 m Existem no guarda-corpo componentes que propiciam escaladas ou elementos verticais com espaçamento superior a 11 cm As dimensões dos pisos e/ou espelhos não são constantes em toda a escada O piso dos degraus da escada não é antiderrapante ou falta faixa de proteção antiderrapante ao longo do seu bordo. (Decreto Art.96.III) 29 - Abertura de porta interfere na dimensão mínima do patamar da escada. (item 6.8.8) 30 - Falta elemento de proteção de no mínimo 70 cm de altura na projeção da escada em altura igual ou inferior a 2,10 m. (ABNT NBR 16537/2016-item 6.8.figura 37). XII - ELEVADOR/ESCADA ROLANTE Obs. - Elevador pode ser substituído por equipamento eletromecânico, com dimensões diferenciadas, conforme informações técnicas do fabricante. (Decreto Art. 129) 8

9 01 - Não há elevador ou o elevador não dá acesso a todos os pavimentos A cabina do elevador (edificações novas) possui dimensões inferiores a 1,10 m de largura por 1,40 m de profundidade. (NM 313/ item 5.3.1/Dec /98. Art.129) 03 - O elevador não tem porta automática. (Dec /98, Art 129) 04 - O elevador não tem espelho na face oposta à porta. (Dec /98.Art.129) 05 - Não há corrimãos não estão instalados entre 0,85 m e 0,90 m de altura, nos três lados da cabine do elevador, medidos na sua parte superior. (NM 313/2008 item 5321 e Dec /98. Art 129) 06 - Os corrimãos do elevador não tem diâmetro entre 3,0 cm e 4,5 cm. (NM 313/2008 item ) 07 - Corrimãos das cabines do elevador não são contínuos ou o espaçamento entre eles não está entre 4,0cm e 4,5 cm de distância e/ou a extremidade não está voltada para as paredes da cabina. (NM 313/2008 item ) 08 - A cor do piso da cabine não contrasta com a do piso do pavimento (as cores das soleiras não são consideradas). (NM 313/2008 item E.6.3) 09 - O revestimento do piso da cabine não tem superfície dura e/ou antiderrapante. (NM 313/2008 item E.6.3) 10 - A botoeira externa não está com altura entre 0,90 m e 1,10 m.(nm 313/2008 Tabela 2) 11 - A botoeira interna não está com altura de 0,90 m e 1,30 m.(nm 313/2008 Tabela 2) 12 - A botoeira da cabina e dos pavimentos não possui sinalização em Braille no lado esquerdo da parte ativa do botão ou sobre a parte ativa do botão correspondente. (Lei 2.536/2000. art 1º, III e NM 313/2008 Tabela 2,r) 13 - Faltam caracteres em alto-relevo nos comandos de acionamento internos e/ou externos dos elevadores. (Lei 1.042/96, art 1º e Lei 2.536/2000, art 1º,III) 14 - Falta externamente e/ou internamente aos elevadores sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) informado: instrução de uso fixada próximo à botoeira e/ou indicação dos pavimentos atendidos, nas botoeiras e batentes. Na altura entre 1,20 m e 1,60 m. (Item Tabela 8 e ) 15 - Falta externamente e /ou internamente aos elevadores sinalização visual informando: instrução de uso, fixada próxima à botoeira; indicação da posição para embarque; indicação dos pavimentos atendidos nas botoeiras e batentes. (itens Tabela 8 e ) 16 - Falta sinalização tátil de alerta no piso em frente á porta e/ou a sinalização não tem cor contrastante com a do piso e/ou não está com afastamento entre 25 cm a 32 cm do trilho da porta. (item Tabela 8 e NBR itens e 6.9.1) 17 - Falta dispositivo de comunicação para solicitação de auxílio nos elevadores e/ou nos pavimentos. (item Tabela 8) 18 - Falta exatidão de nivelamento da cabine em cada pavimento (com diferença máxima de 1,5 cm). (NBR NM 313 item ) 19 - A distância horizontal entre as soleiras do elevador e do pavimento é superior a 3,5 cm. (NBR NM 313 item ) 20 - Falta na escada rolante e/ou plataforma de elevação sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) e/ou visual informando: instrução de uso e indicação de pavimentos atendidos, dispositivo de comunicação de auxilio nos pavimentos e equipamento Falta externamente à esteira rolante sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) e/ou visual informando: instrução de uso, indicação da posição para embarque, indicação dos pavimentos atendidos. Na altura entre 1,20 m e 1,60 m. (item Tabela 8) 9

10 22 - Falta externamente á escada rolante sinalização visual informando: instrução de uso e/ou indicação da posição para embarque e/ou indicação dos pavimentos atendidos e/ou informando a condição de utilização. Na altura entre 1,20 m e 1,60 m.(item Tabela 8) 23 - A escada rolante e/ou esteira rolante e/ou plataforma de elevação não possui sinalização tátil de alerta no piso, localizada antes do início e após o término da escada rolante e/ou a sinalização não tem largura entre 25 cm e 60 cm (item Tabela 8 ) e (NBR item 6.4.5) XIII - SANITÁRIO 01 - Falta, na porta ou na parede adjacente, o símbolo representativo de sanitário e/ou não está colocado a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m A porta de acesso ao sanitário não tem vão livre mínimo de 80 cm Sinalizações, visual e tátil, nos vãos de passagens, devem ser instaladas na parede adjacente e/ou não está colocado a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m Falta sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) na parede, no lado da maçaneta, ou no batente, a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m Boxes comuns para bacia sanitária com portas menos que 80 cm. (Em edificações existentes admite - se porta com vão livre de 60 cm) 06 - Boxes comuns para bacia sanitária sem o espaço de no mínimo 60 cm de diâmetro entre a bacia sanitária e a área de varredura da porta As divisórias dos mictórios não estão a 0,30 m do piso e/ou não tem 1,20 m de altura e/ou não tem 0,40 m de profundidade e/ou a distância entre elas não e de 0,80 m A borda do mictório não está entre 60 cm e 65 cm do piso O ponto de acionamento da válvula de descarga do mictório não está a 1,00 m de altura do piso As barras de apoio do mictório não tem 70 cm de comprimento e/ou não estão a 75 cm do piso e/ou não estão a 30 cm do eixo do mictório (medidos do eixo das barras). XIV - SANITÁRIOS/BANHEIROS /VESTIÁRIOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OBS: Os valores identificados como máximos e mínimos neste item devem ser considerados absolutos, e demais dimensões devem ter tolerâncias de mais ou menos 1,0 cm Não há sanitário para pessoas com deficiência Faltam sanitários destinados a pessoas com deficiência com entrada independente (nas edificações existentes e edificações novas, um sanitário por sexo por pavimento/edificação). Nas edificações existentes um sanitário por pavimento/edificação). (Lei 2.105/98, Art.125 / Lei 4.317/2009, Art.117) 03 - Falta, na porta ou na parede adjacente, o símbolo representativo de sanitário para pessoa com deficiência e/ou não está colocado a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m Falta sinalização tátil (caracteres em relevo e em Braille) na parede, no lado da maçaneta, ou no batente da porta, e/ou não está a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m Porta de difícil abertura. (A porta deve ter condição de ser aberta com um único movimento). (item ) 06 - A porta não tem vão livre mínimo 0,80 m. (Nos locais de prática de esportes o vão livre mínimo é de 1,00m) A porta não tem puxador horizontal associado à maçaneta, instalado do lado interno do ambiente. (item ) 08 - O puxador horizontal não tem comprimento mínimo de 0,40 m e /ou não está localizado a 0,10 m da dobradiça e/ou não tem diâmetro entre 2,5 cm a 3,5 cm. (Item ) 10

11 09 - A maçaneta não é do tipo alavanca com no mínimo de 10 cm e/ou não está instalada a altura entre 0,80 m e 1,10 m. (Item /item ) 10 - A porta do sanitário não abre para o lado externo O dispositivo de travamento da porta não é do tipo alavanca ou do modelo tranqueta de fácil manuseio (que possa ser acionado com dorso da mão) Há desníveis entre 0,5 cm e 2,0 cm que não possuem acabamento chanfrado na proporção de 1: Existe desnível superior a 2,0 cm não associado à rampa O piso não é antiderrapante O sanitário não tem dimensão suficiente para permitir um giro de 360º com diâmetro de 1,50 m. (A área de giro pode ser utilizar no máximo 0,10 m sob a bacia sanitária e 0,30 m sob o lavatório) No caso de reforma ou de edificação já existente, o sanitário não tem dimensões mínimas de 1,20 m em frente ao vaso (pode incidir 10 cm sob o vaso) e a largura mínima de 1,50 m (o lavatório pode estar dentro dessa medida). 17- O comando da janela não é a uma altura entre 0,60 m e 1,20 m do piso O interruptor não está a uma altura entre 0,60 m e 1,00 m Os ralos e as grelhas estão posicionados na área de manobra e de transferência Falta dispositivo de alarme próximo á bacia sanitária e/ou não está instalado a 40 cm do piso Bacia sanitária (vaso) com abertura frontal A altura da bacia sanitária (vaso) não está a 46 cm - com assento, ou entre 43 cm e 45 cm - sem assento 23 - Falta assento na bacia sanitária Falta espaço de 0,80 m x 1,20 m para fazer a transferência lateral e/ou perpendicular e/ou diagonal para a bacia sanitária Faltam barras de apoio de bacias e/ou lavatórios Barras de apoio não estão firmemente fixadas O diâmetro das barras de apoio não está entre 3 cm e 4,5 cm As barras de apoio horizontais da bacia sanitária não tem comprimento mínimo de 0,80 m e /ou não estão instaladas a uma altura de 0,75 m medidos pelo eixo A barra de apoio horizontal, fixada na parede atrás da bacia sanitária com caixa acoplada, não tem comprimento mínimo de 0,80 m e /ou não estão instaladas a uma altura de até 0,89 m medidos pelo eixo, e/ou não está no mínimo a 4 cm acima da tampa da caixa acoplada A barra lateral articulada (que substitui a barra fixada na parede atrás da bacia sanitária com caixa acoplada), não se prolonga no mínimo a 10 cm para frente da borda frontal da bacia e/ou a distância entre a face lateral desta barra e o eixo da bacia não é 40 cm A barra horizontal de apoio, fixada na parede lateral da bacia sanitária, não está posicionada 50 cm pra frente da borda frontal da bacia. (medidos pelo eixo) 32 - A barra horizontal de apoio lateral (fixa ou articulada), fixada na parede no fundo, não ultrapassa, no mínimo, 20 cm da borda frontal da bacia A distância entre o eixo da bacia sanitária e a face da barra horizontal lateral não é 40 cm A barra vertical de apoio, na lateral da bacia sanitária, não tem no mínimo 70 cm de comprimento e/ou não tem no mínimo 70 cm de comprimento e/ou não está posicionada a 10 cm acima da barra horizontal e /ou não está posicionada a 10 cm acima da barra horizontal e/ou não está posicionada 30 cm pra frente da borda frontal da bacia (medidos pelo eixo) A barra horizontal de apoio, atrás da bacia, está com sua face externa afastada da parede mais de 11 cm. 11

12 36 - A barra horizontal de apoio, atrás da bacia, não está a 30 cm além do eixo da bacia em direção á barra lateral A válvula de descarga está com altura acima de 1,00 m e/ou não tem acionamento facilitado O lavatório está instalado com coluna O lavatório não possui altura entre 0,78 m e 0,80 m Não há sob o lavatório um espaço de 30 cm para possibilitar a aproximação de uma pessoa em cadeira de rodas. (No caso de lavatório de semi-encaixe, deve ser observado o espaço de 30 cm e a altura livre de no mínimo 73 cm sob o tambor) O sifão não tem proteção para uso de água quente A distância entre a borda frontal do lavatório e o acionamento da torneira é superior a 50 cm O espaçamento entre as barras e a parede e/ou qualquer outro objeto é menor que 4 cm As barras horizontais não estão na mesma altura do lavatório As barras horizontais e /ou verticais não estão recuadas mais de 20 cm da borda frontal do lavatório As barras verticais são menores que 40 cm e/ou não estão instaladas a 90 cm do piso As barras verticais estão a mais de 50 cm do eixo do lavatório A torneira do lavatório não é acionada por alavanca ou não tem sensor eletrônico O ponto de manuseio dos acessórios (toalheiro, saboneteira, cabide, porta-objetos) de sanitários não está entre 0,80 m e 1,20 m de altura Falta papeleira e/ou saboneteira e/ou espelho e/ou cabide A altura da borda inferior do espelho está a mais de 0,90 m do piso e/ou a borda superior menor de 1,80 m do piso A papeleira embutida não está afastada 20 cm da borda frontal da bacia e /ou não está a uma altura de 55 cm, medidos do eixo ao piso A papeleira de sobrepor não está alinhada com a borda frontal da bacia e/ou o acesso ao papel não está entre 1,00 m e 1,20 m O box de chuveiro não tem dimensões mínimas de 0,90 m x 0,95 m Registro de pressão (torneira do chuveiro ) não está a uma altura entre 0,80m e 1,20m e /ou não é acionado por alavanca.(item 4.6.9) 56 - Há desnível no piso do box do chuveiro. Deve estar em nível com piso adjacente. (item e 7.5) 57 - Falta banco articulado ou removível no box para chuveiro O banco do box do chuveiro não é antiderrapante e/ou tem profundidade menor que 45 cm e/ou tem comprimento menor que 70 cm e/ou não tem 46 cm de altura Não há área de transferência externa ao box para aproximação e entrada de cadeira de rodas O vão da porta do box de chuveiro é menor que 60 cm.(item ) 61 - O área de varredura da porta do box interfere na área de transferência da cadeira de rodas para o banco O chuveiro e o registro de pressão não estão afastados 45 cm da parede que está fixado o banco O chuveiro não está equipado com desviador para ducha manual e/ou ducha não está a 30 cm afastada da parede onde está fixado o banco A barra vertical de apoio, fixada na parede atrás do banco, tem menos de 70 cm de comprimento e/ou não está a 75 cm do piso /não está a 85cm da parede que está o chuveiro (medidos no eixo da barra) A barra de apoio em L, fixada na parede do chuveiro, tem menos de 70 cm na largura e na altura e na altura e/ou não está a 75 cm do piso e/ou a parte vertical não dista 85 cm da parede que esta o banco (medidos no eixo da barra). 12

13 66 - A barra de apoio horizontal, fixada na parede do chuveiro, tem menor de 70 cm na largura e na altura e/ou não está a 75 cm do piso e/ou seu ponto fixação (mais afastado da parede do banco) não dista 85 cm da parede que está o banco. (medidos no eixo da barra) 67 - A barra de apoio vertical, fixada na parede do chuveiro, tem menos de 60 cm de comprimento e/ou não dista 85 cm da parede que está o banco e/ou não está posicionada a 10 cm acima da barra horizontal. (Medidos no eixo da barra) O vestiário com banheiro acessível conjugado não tem dimensão suficiente para permitir um giro de 360º com diâmetro de 1,50 m No vestiário de funcionários não existe box de chuveiro para pessoa com deficiência, com quantidade mínima de 5% do total dos boxes. (item 7.4.5) 70 - No vestiário de funcionários não existe sanitário para pessoas com deficiência, com quantidade mínima de 5% do total dos boxes. (item 7.4.5) XV - VESTIÁRIO/CABINA INDIVIDUAL PARA CADEIRANTES 01- A porta não abre para o lado externo e/ou não tem vão livre 80 cm. (itens ) 02 - A porta da cabina não têm os requisitos de porta acessível. (itens / ) 03 - A cabina não tem 1,80 m por no mínimo 1,80 m A borda inferior do espelho não está a 30 cm do piso e/ou a borda superior está a menos de 1,80 m do piso A superfície para troca de roupa tem menos de 1,80 m de comprimento e/ou tem menos de 70 cm de profundidade e/ou não tem 46 cm de altura A cabina não tem 2 barras horizontais de apoio e/ou as barras não estão a 75 cm do piso e/ou as barras não tem 80 cm de comprimento 07 - A barra horizontal, fixada na parede atrás do banco, não dista 50 cm da parede adjacente A barra horizontal, fixada na parede adjacente ao banco, não dista 30 cm da parede atrás do banco. XVI - COZINHA EM UNIDADE ACESSÍVEL 01 - A pia da cozinha tem altura superior a 0,85 m A pia da cozinha não tem altura livre inferior de no mínimo 0,73 m A distancia entre a borda frontal da bancada /pia e o eixo da torneira é superior a 0,50 m A altura da torneira da pia é superior a 1,20 m A cozinha não tem espaço livre de no mínimo de 1,20 m, entre a bancada da pia e parede, para manobra de cadeira de rodas com rotação de 180º. (item 4.3.4) XVII - AUDITÓRIO /TEATRO /CINEMA/ESTÁGIO/SIMILARES 01 - Não há espaços sinalizados e reservados a pessoas em cadeira de rodas, equivalentes a 2% do total dos assentos do estabelecimento e/ou os espaços não têm dimensões mínimas de 0,80 m x 1,20 m e/ou os espaços não estão recuados 0,30 m em relação a cadeira vizinha e/ou os espaços não estão recuados 0,30 m em relação a cadeira vizinha e/ou os espaços não estão no mínimo a 0,30m de distância das cadeiras na fileira frontal e na posterior.(lei 2105/98.ART.126 /NBR 9050 item ) 02 - Não há 3% do total dos assentos do estabelecimento, sinalizado e reservado para pessoas com deficiência auditiva, visual, mobilidade reduzida e obesas. (Lei 2105/98. Art 126) 03 - Não há no mínimo um assento companheiro ao lado de cada espaço reservado para pessoa com deficiência e/ou ao lado dos assentos destinados ás pessoas com mobilidade reduzida e pessoas obesas. (item ) 13

14 04 - Não há identificação nas cadeiras para pessoa com dificuldade visual e/ou pessoa com mobilidade reduzida e/ou pessoa obesa e/ou no piso do espaço para pessoa em cadeira de rodas Não há sinalização da fileira e/ou do número dos assentos em Braille e/ou letra ampliada e/ou caracteres em relevo O espaço para pessoas em cadeira em rodas não demarcado e/ou sinalizado no piso e/ou não possui dimensões mínimas de 0,80 m por 1,20 m (módulo de referência) O espaço para pessoa em cadeira de rodas não está deslocado 30 cm para trás em relação ao encosto da cadeira ao lado Não há uma faixa livre de no mínimo 30 cm entre o módulo de referência (espaço para cadeira de rodas) e a fileira posterior e/ou entre o módulo de referência e a fileira frontal O assento para pessoas com mobilidade reduzida (PMR) não tem um espaço livre frontal de no mínimo 60 cm. (NBR 9050 item ) 10 - O assento para pessoas obesas (PO) não tem largura livre mínima de 75 cm e /ou não tem profundidade entre 47 cm e 51 cm Nas rampas dos degraus dos corredores da plateia não há pelo menos 1 corrimão (instalado só de um lado ou no meio da circulação) e/ou não está na altura de altura A rampa dos corredores da plateia tem inclinação superior a 12% Falta sinalização tátil de alerta junto a desníveis na circulação da plateia Falta rota acessível interligando os espaços para pessoas em cadeira de rodas ao palco e/ou bastidores Falta equipamento eletromecânico ou rampa vencer o desnível do palco A rampa para vencer desnível do palco está com largura inferior a 90 cm e/ou está sem guia de balizamento A rampa para vencer desnível do palco tem inclinação maior que 16,66% no caso de o palco estar com até 60 cm de altura A rampa para vencer desnível do palco tem inclinação maior que 10%, no caso de o palco ter altura superior a 60 cm Na escada para vencer desnível do palco falta sinalização no piso e espelho Falta sinalização tátil de alerta junto ao desnível do palco Falta sinalização tátil de alerta frontal ao equipamento eletromecânico e/ou escada e/ou rampa, para vencer desnível do polco Não há pelo menos 1 camarim acessível para cada sexo. XVIII - RESTAURANTE, REFEITÓRIOS, BARES E SIMILARES 01 - A quantidade de mesas acessíveis é inferior a 5% do total de mesas (no mínimo 1 mesa) Não há pelo menos 1 cardápio em Braille e em texto com caracteres ampliados (quando houver cardápio) As mesas ou superfícies de refeição acessíveis não estão identificadas e/ou não estão localizadas dentro de uma rota acessível e/ou não estão distribuídas por todo o espaço e/ou não há uma circulação adjacente com largura de no mínimo 1,20 m As mesas ou superfícies de refeição acessíveis não têm altura entre 0,75 a 0,85 m do piso e/ou não têm altura livre mínima de 0,73 m sob o tampo e/ou não têm altura livre mínima de 0,73 sob o tampo e/ou não têm largura livre mínima de 0,80 m sob o tampo e/ou não tem profundidade livre mínima de 0,50 m sob o tampo. 14

15 05 - As superfícies de apoio para bandeja ou similares não têm altura entre 0,75 m e 0,85 m do piso e/ou não tem espaço para circulação adjacente com largura de no mínimo 0,90 m Talheres, copos, pratos, alimentos e bebidas não estão dispostos na faixa de alcance manual. (Entre altura de 0,75 m a 1,20 m). (item A3 e13) XIX - PISCINAS - estas condições não se aplicam a piscina de competição 01 - O piso no entorno da piscina tem superfície escorregadia ou excessivamente abrasiva As bordas e/ou degraus de acesso á água e/ou corrimãos e/ou barras de apoio não têm acabamento arredondado Falta banco de transferência ou degraus submerso ou rampa submersa ou equipamento de transferência para acesso à piscina O banco de transferência para acesso á piscina não tem altura entre 0,40 m e 0,48 m e/ou não tem extensão de no mínimo 1,20m X 0,45m de profundidade e/ou não tem barra para a transferência para a piscina (quando forem instaladas 2 barras, a distância mínima entre elas de 0,60 m) O nível da água está no máximo a 0,10 m abaixo do nível do assento do banco A altura da barra do banco de transferência não está entre 0,10 m e 0,15 m A largura dos degraus submersos é menor que 0,60 m Os degraus submersos não têm piso com dimensão entre 0,43 m e/ou o espelho tem mais de 0,20 m de altura Os degraus submersos não têm corrimãos em um dos lados. O corrimão pode ser contínuo ou colocado em cada degrau. (item /figura 149) 10 - A altura dos corrimãos dos degraus submersos não está entre 0,10 m a 0,15 m (medidos na face externa dos corrimãos) O nível da água não está no mínimo a 0,45 m acima do piso do degrau mais baixo A inclinação da rampa de acesso á água tem mais de 8,33 % e/ou o piso não tem superfície regular, firme, estável e antiderrapante A rampa de acesso á água não tem corrimãos nos 2 lados e/ou os corrimãos não estão a 70 cm de altura do piso Existem equipamentos de transferência instalado em piscinas com profundidade maior que 1,20 m Altura do banco do equipamento de transferência não está entre 0,40 m e 0,48 m do piso do deck da piscina O eixo do encosto do banco do equipamento de transferência não está a 0,40 m da borda da piscina Falta um espaço com dimensões de 1,20 m x 0,80 m ao lado do banco do equipamento, para a aproximação e transferência A dimensão de 1,20m da área de transferência, ao lado do banco do equipamento, não inicia a 0,30 m atrás do encosto do banco, indo em direção á frente do equipamento A ducha da piscina não está garantindo o acesso de pessoa em cadeira de rodas (pelo menos uma das existentes). XX - BILHETERIA/BALCÃO DE INFORMAÇÕES 01 - A bilheteria/balcão de informação tem superfície com extensão menor que 0,90 m e/ou a altura não está entre 0,90 m e 1,05 m do piso e/ou a largura livre mínima sob a superfície é menor que 0,80 m. (item ) 02 - A bilheteria/balcão de informação tem altura livre sob a superfície menor que 0,73 m e/ou profundidade livre sob a superfície menor que 0,30 m. (item ) 15

16 03 - Em frente à bilheteria/balcão de informações não há espaço para manobra com dimensões de 1,50m x 1,20 m.(item e Item 4.3.4) 04 - O interior da bilheteria/balcão de informações não está acessível. (Item 9.2.4) 05 - Falta sinalização de atendimento prioritário ou sinalização insuficiente/inadequada Faltam sinalizações táteis de alerta em frente à bilheteria ou a sinalização não está afastada entre 0,25m a 0,32m e/ou não tem comprimento entre 0,75 m e 1,00 m e/ou não tem largura entre 0,75 m e 1,00 m e/ou não tem largura entre 0,25 m a 0,60 m. XXI- BALÇÃO DE ATENDIMENTO E DE CAIXA BANCÁRIO 01 - O balcão de atendimento /caixa bancário tem superfície com extensão menor que 0,90 m e/ou a altura não está entre 0,75 m e 0,85 m do piso e/ou a largura livre mínima sob a superfície é menor que 0,80 m. (item ) 02 - A balcão de atendimento/caixa bancário tem altura livre sob a superfície menor que 0,73 m e/ou profundidade livre sob a superfície menor que 0,30 m. ( ) 03 - Em frente ao balcão de atendimento/caixa bancário não há espaço para manobra com dimensões de 1,50 m x 1,20 m. (Item / Item 4.3.4) 04 - O interior do balcão de atendimento/caixa bancário não está acessível. (Quando houver mais de 6 postos de atendimento, um deles deverá estar acessível) (Item ) 05 - Falta sinalização tátil de alerta em frente a equipamento de autoatendimento ou a sinalização não está afastada entre 0,25 m a 0,60 m. XXII - MESAS OU SUPERFÍCIES DE TRABALHO 01 - As mesas ou superfícies de trabalho acessíveis não estão identificadas e/ou não estão localizadas dentro de uma rota acessível e/ou não estão distribuídas por todo o espaço e/ou não há uma circulação adjacente com largura de no mínimo 1,20 m As mesas ou superfícies de trabalho não estão á altura entre 0,75 m e 0,85 m do piso acabado e/ou não têm tampo com largura mínima de 0,90 m e/ou não têm altura livre mínima de 0,73 m sob o tampo e/ou não têm largura livre mínima 0,80 m sob o tampo e/ou não têm profundidade livre mínima de 0,50 m sob o tampo. XXIII - MÁQUINAS DE AUTOATENDIMENTO 01 - Falta pelo menos 1 máquina de autoatendimento acessível para cada tipo de serviço. (Item ) 02 - Nas máquinas de autoatendimento, os controles não estão com profundidade de no máximo 0,30 m em relação á face frontal externa do equipamento. (Item ) 03 - Nas máquinas de autoatendimento, os dispositivos para inserção de dinheiro e retirada de produtos não estão a altura entre 0,40 m e 1,20 m do piso e/ou não estão com profundidade de no máximo 0,30 m em relação á face frontal externa do equipamento e/ou não tem cor contrastante com a superfície de fundo. (Item ) 04 - Faltam instruções e informações visuais e auditivas ou táteis nas máquinas de autoatendimento. (Item ) XXIV - BEBEDOURO 16

ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA

ROTEIRO BÁSICO PARA VISTORIA M I N I S T É R I O P Ú B L I C O F E D E R A L PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO PROCURADORIAS DA REPÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Ações implementadas para a obtenção da acessibilidade

Leia mais

- A sinalização com piso tátil não seguia o Projeto de Padronização de Calçadas da Prefeitura de Belo Horizonte, o que deve ser regularizado;

- A sinalização com piso tátil não seguia o Projeto de Padronização de Calçadas da Prefeitura de Belo Horizonte, o que deve ser regularizado; LAUDO DE 3 DE JULHO DE 2013 1. CALÇADAS Não havia sinalização com piso tátil de alerta junto às entradas de alguns dos estacionamentos, em desacordo com a NBR 9050, bem como não havia sinalização sonora

Leia mais

Ambientes. Acessibilidade ao edifício

Ambientes. Acessibilidade ao edifício Acessibilidade ao edifício PROGRAMA ARQUITETÔNICO MÓDULO BÁSICO DATA Ciclo I - Ciclo II - Ensino Médio M1 - M2 - M3 - M4 - M5 - M6 Outubro/ 2008 Ambientes DIRETRIZES DE PROJETO Os aspectos de acessibilidade

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO 1. CALÇADA ANEXO II ROTEIRO BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ELEMENTOS DO PROJETO DE ACESSIBILIDADE a) Faixa livre para pedestre com

Leia mais

6.2 ACESSOS - Condições gerais

6.2 ACESSOS - Condições gerais 6.2 ACESSOS - Condições gerais 6.2.1 Nas edificações e equipamentos urbanos todas as entradas devem ser acessíveis, bem como as rotas de interligação às principais funções do edifício. 6.2.2 Na adaptação

Leia mais

4 Acessibilidade a Edificações

4 Acessibilidade a Edificações 4 Acessibilidade a Edificações 4.1 Introdução A norma brasileira NBR 9050 (2004) fixa critérios exigíveis para o projeto e detalhamento de espaços físicos destinados a portadores de necessidades especiais.

Leia mais

Acessibilidade e Desenho Universal

Acessibilidade e Desenho Universal Acessibilidade e Desenho Universal DESENHO UNIVERSAL De acordo com as definições de Ron Mace (1991), É a criação de ambientes e produtos que podem ser usados por todas as pessoas na sua máxima extensão

Leia mais

ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ACESSÍVEIS VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA

ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ACESSÍVEIS VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA ANEXO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ACESSÍVEIS VERSÃO PARA CONSULTA PÚBLICA ELEMENTOS DO PROJETO NORMA/LEI 1. CALÇADA a. Deve ter faixa livre para pedestres com largura mínima de 1,50 m, sendo admissível

Leia mais

ABNT NBR 9050 NORMA BRASILEIRA. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos

ABNT NBR 9050 NORMA BRASILEIRA. Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050 Segunda edição 31.05.2004 Válida a partir de 30.06.2004 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Acessibility to buildings, equipment and

Leia mais

MANUAL DE ACESSIBILIDADE

MANUAL DE ACESSIBILIDADE ACESSIBILIDADE A acessibilidade tem vantagens para todos os cidadãos, para a comunidade e para o Estado, pois permite o exercício pleno da e participação ativa nos diversos domínios de atividades da sociedade.

Leia mais

Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas

Rampas. Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas Rampas Fabrícia Mitiko Ikuta e Verônica de Freitas RAMPAS: CONCEITO De acordo com a Pontifícia Universidade Católica (2009), as rampas, diferentemente das escadas, podem se constituir meios de circulação

Leia mais

Regras de transição SMARU:

Regras de transição SMARU: REGULAÇÃO URBANA APLICABILIDADE: NBR 9050/2015 A alterações ocorridas na NBR 9050/2015 deverão ser observadas nos processos com protocolos acatados pós entrada em vigor da referida norma 11/10/2015. Todas

Leia mais

ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS

ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS ACESSIBILIDADE MANUAL DE TERMINAIS RODOVIÁRIOS Índice Apresentação 06 O que precisa ser adaptado 07 O custo das adaptações 10 Sinalização 12 Piso 14 Sinalização do piso 16 Rampas 18 Como deve ser uma

Leia mais

3. Que esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação;

3. Que esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação; RESOLUÇÃO CPA/SMPED-G/015/2008 A Comissão Permanente de Acessibilidade CPA, em sua 43ª Reunião Ordinária do corrente ano, realizada em 14 de novembro de 2008, Considerando as disposições do Decreto Municipal

Leia mais

ROTEIRO BÁSICO PARA AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO

ROTEIRO BÁSICO PARA AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO ROTEIRO BÁSICO PARA AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE NAS EDIFICAÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DADOS DA EDIFICAÇÃO Órgão: Endereço: Bairro: Município: Data: Uso do imóvel: Institucional: Comercial: Residencial:

Leia mais

GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE

GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE GUIA PRÁTICO DE ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES ÍNDICE APRESENTAÇÃO.......................................... 3 PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA OU COM MOBILIDADE REDUZIDA........................... 4 CIRCULAÇÃO

Leia mais

Acessibilidade nos Ambientes Escolares EMEI ( ) EMEF ( )

Acessibilidade nos Ambientes Escolares EMEI ( ) EMEF ( ) Acessibilidade nos Ambientes Escolares EMEI ( ) EMEF ( ) Nome: Endereço: Data: / 2.005 Vistoriado por: Características da Edificação : LEGISLAÇÃO DECRETO Nº 5.296 DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004 NBR 9050/2004;

Leia mais

Arquiteta Silvana Cambiaghi

Arquiteta Silvana Cambiaghi Novo ambiente regulatório nos projetos de arquitetura Revisão da NBR 9050:2015 Lei Brasileira da Inclusão nº. 13.146/2015 Arquiteta Silvana Cambiaghi ACESSIBILIDADE Possibilidade e condição de alcance,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 21/ 2009 Pelo presente instrumento, com fundamento no artigo 5º, 6º, da Lei nº 7.347/85, de 24 de julho de 1985, de um lado, o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Procuradora

Leia mais

NOTA TÉCNICA nº 06/ SEA ACESSIBILIDADE ETAPAS E CARTILHA

NOTA TÉCNICA nº 06/ SEA ACESSIBILIDADE ETAPAS E CARTILHA NOTA TÉCNICA nº 06/2016 - SEA ACESSIBILIDADE ETAPAS E CARTILHA MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA NOTA TÉCNICA nº 06 SEA 1. Título: Acessibilidade Etapas e Cartilha 2. Versão:

Leia mais

ANEXO 2 ACESSIBILIDADE INDICE

ANEXO 2 ACESSIBILIDADE INDICE INDICE 1. Objetivo...... 6 2. Conceito de acessibilidade... 6 3. Acessibilidade NA ART... 6 4. Normas e legislação... 7 5. Legislação federal 10.048/2000... 8 6. Legislação federal 10.098/2000... 8 7.

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SÃO PAULO Campus Presidente Epitácio DORMITÓRIOS - SUÍTES QUARTO + BANHEIRO ÁREA DE DESCANSO E HIGIENE Docente: Fabrícia Mitiko Ikuta Verônica de Freitas

Leia mais

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios

FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência em

Leia mais

Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário

Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário PREVENÇÃO SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visam o abandono seguro da população, em caso de incêndio ou pânico, e permitir o acesso de bombeiros

Leia mais

NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição Válida a partir de

NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição Válida a partir de NORMA BRASILEIRA - ABNT NBR 9050 Segunda edição 31.05.2004 Válida a partir de 30.06.2004 1 Objetivo ( NBR 9050 ) 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto,

Leia mais

REQUISITOS DE HABITABILIDADE

REQUISITOS DE HABITABILIDADE REQUISITOS DE HABITABILIDADE 1 - DEFINIÇÕES a) Espaço para Redes é o espaço destinado ao transporte de passageiros com redes armadas, sendo considerada a rede o único elemento de permanência do passageiro.

Leia mais

3. Alguns itens imprescindíveis na elaboração do projeto:

3. Alguns itens imprescindíveis na elaboração do projeto: 1. Introdução A acessibilidade é um direito de todos. Promover espaços, onde todas as pessoas possam usufruir com igualdade, liberdade e autonomia, é um compromisso de cada cidadão. Esta cartilha tem o

Leia mais

portadoras de necessidades especiais participem de atividades que incluem o usode produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso

portadoras de necessidades especiais participem de atividades que incluem o usode produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso O que é acessibilidade? Significa não apenas permitirque pessoas portadoras de necessidades especiais participem de atividades que incluem o usode produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão

Leia mais

ANÁLISE INDIVIDUAL DE PRODUTOS Relatório de Acessibilidade

ANÁLISE INDIVIDUAL DE PRODUTOS Relatório de Acessibilidade ANÁLISE INDIVIDUAL DE PRODUTOS Relatório de Acessibilidade 1. Conceito/objetivo do produto: O relatório destina-se a informar e orientar as condições de acesso e utilização de equipamentos e instalações

Leia mais

ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade

ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade ANEXO 2 Exemplos de boas práticas de acessibilidade Lista de verificação Algumas soluções implementadas em praias acessíveis, que poderão inspirar soluções a implementar nas zonas balneares Ponto 1 Chegada

Leia mais

Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais

Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais Adaptação de Espaços a Portadores de Necessidades Especiais... todas as pessoas têm uma necessidade especial, alguma coisa que sintam dificuldade em fazer... Acessibilidade Utilização, com segurança e

Leia mais

a) anel com textura contrastante com a superficie do corrimao, instalado 1,00 mantes das extremidades, conforme figura 57;

a) anel com textura contrastante com a superficie do corrimao, instalado 1,00 mantes das extremidades, conforme figura 57; 5.11.1 As superficies horizontais ou inclinadas (ate 15% em relayao ao piso) contendo informayoes em Braille, pianos e mapas tateis devem ser instaladas a altura entre 0,90 m e 1,10 m, conforme figura

Leia mais

ACESSIBILIDADE NOS PRODUTOS

ACESSIBILIDADE NOS PRODUTOS ACESSIBILIDADE NOS PRODUTOS Conceito do DESENHO UNIVERSAL Pensar em quem vai utilizar o espaço, e como. Deficientes físicos; Deficientes mentais; Cegos; Surdos; Pessoas com nanismo; Idosos; Gestantes;

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 240, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2015.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 240, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a aprovação do Plano de Acessibilidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba. O Presidente do DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA

Leia mais

Índice de Aferição de Acessibilidade Física

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Área de Aproximação à porta Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há área de manobra para cadeira de rodas? (raio mínimo=de 1,20m a 1,50m) Dimensões da área frontal à porta Dimensões

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING

MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING MEMORIAL DESCRITIVO DE ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA NO ITABORAÍ PLAZA SHOPPING MEMORIAL DESCRITIVO O Shopping Itaboraí, localizado na Rodovia BR-101, Km 295,5 Rio Aldeia

Leia mais

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Edificação (Interior)

Índice de Aferição de Acessibilidade Física Edificação (Interior) Interfere na faixa livre mínima? (faixa livre mín=0,90m) Há interferência das portas na faixa livre apenas nas áreas privativas da edificação Área de Aproximação à porta Há área de manobra para cadeira

Leia mais

Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica)

Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica) E-EQI-01 Anexo 1 Checklist de Acessibilidade, baseado em Aragão (2004) PCD: pessoas com deficiência Assinalar como V (Verdadeiro), F (Falso) ou NSA (Não Se Aplica) 1. Vias de Acesso As vias de acesso no

Leia mais

Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados como chanfradura, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76.

Desníveis superiores a 5 mm até 15 mm devem ser tratados como chanfradura, com inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura 76. 6 Circulação e Acessos Excluído: e Circulação Neste item será estabelecido os critérios orientativos básicos de acessibilidade nos acessos e circulação para as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Leia mais

Banheiro. 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha. 7.3.4.1 Área de transferência

Banheiro. 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha. 7.3.4.1 Área de transferência Banheiro 7.3.4 Boxes para chuveiro e ducha 7.3.4.1 Área de transferência Para boxes de chuveiros deve ser prevista área de transferência externa ao boxe, de forma a permitir a aproximação paralela, devendo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO COORDENADORIA DE ENGENHARIA E ARQUITETURA QUESTIONÁRIO DE ACESSIBILIDADE PARA AS PROCURADORIAS DA REPÚBLICA Procuradoria: Considerando a implantação

Leia mais

SINALIZAÇÃO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE NA MOBILIDADE URBANA E A NOVA NBR 9050 : 2015

SINALIZAÇÃO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE NA MOBILIDADE URBANA E A NOVA NBR 9050 : 2015 SINALIZAÇÃO UNIVERSAL ACESSIBILIDADE NA MOBILIDADE URBANA E A NOVA NBR 9050 : 2015 O SER HUMANO Estatística Alarmante "As quedas fatais entre idosos representam cerca de 12% de todos os óbitos na população

Leia mais

PROJETO. Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR

PROJETO. Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR PROJETO Vaso sanitário e lavatório Medidas das áreas de aproximação Banheiros e Vestiário VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR VISTA SUPERIOR Área para estacionamento da cadeira, para posteior transferência.

Leia mais

PROJETO DE NORMA BRASILEIRA

PROJETO DE NORMA BRASILEIRA PROJETO DE NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos Acessibility to buildings, equipment and the urban environment Palavras-chave: Descriptors:

Leia mais

Escadas. Profa Dra Sandra Martins

Escadas. Profa Dra Sandra Martins Escadas Profa Dra Sandra Martins Circulação Vertical A circulação vertical faz-se por meio de ESCADAS, RAMPAS e de EQUIPAMENTOS MECÂNICOS (elevador, monta carga e escada rolante). ESCADAS Para representação

Leia mais

As regras completas para a sinalização de emergência estão contidas na IT-20 Sinalização de Emergência.

As regras completas para a sinalização de emergência estão contidas na IT-20 Sinalização de Emergência. SINALIZAÇÃO As regras completas para a sinalização de emergência estão contidas na IT-20 Sinalização de Emergência. A sinalização de emergência tem como finalidade reduzir o risco de ocorrência de incêndio,

Leia mais

web CurSo 2015 InStALAção DE ProDutoS EConomIzADorES DE ÁguA ACESSIBILIDADE

web CurSo 2015 InStALAção DE ProDutoS EConomIzADorES DE ÁguA ACESSIBILIDADE web curso 2015 Instalação de Produtos Economizadores de Água ACESSIBILIDADE A Linha Benefit da Docol possui produtos adequados a pessoas com dificuldades de locomoção, deficientes físicos e crianças. Os

Leia mais

L A B O R A T Ó R I O A D A P T S E Escola de Arquitetura da UFMG. ROTEIRO DE INSPEÇÃO DA ACESSIBILIDADE Guia Acessível BH / RIZOMA CONSULTING14

L A B O R A T Ó R I O A D A P T S E Escola de Arquitetura da UFMG. ROTEIRO DE INSPEÇÃO DA ACESSIBILIDADE Guia Acessível BH / RIZOMA CONSULTING14 INTRODUÇÃO Este material tem o objetivo de avaliar a acessibilidade mínima de estabelecimentos comerciais e de serviço ao público. Ele avalia basicamente a acessibilidade física do local e as condições

Leia mais

ANÁLISE DE EMPREENDIMENTO PÓLO GERADOR DE TRÁFEGO (PGT) A análise pela SETTRANS dos PGT utiliza-se da seguinte metodologia:

ANÁLISE DE EMPREENDIMENTO PÓLO GERADOR DE TRÁFEGO (PGT) A análise pela SETTRANS dos PGT utiliza-se da seguinte metodologia: ANÁLISE DE EMPREENDIMENTO PÓLO GERADOR DE TRÁFEGO (PGT) A análise pela SETTRANS dos PGT utiliza-se da seguinte metodologia: Projeto arquitetônico da edificação: além de observar, no que cabe, as leis de

Leia mais

GGO - Grupo Gestor de Obras CPO - Coordenadoria de Projetos e Obras CHECKLIST - ANÁLISE Nº ACESSIBILIDADE (ABNT NBR 9050:2015)

GGO - Grupo Gestor de Obras CPO - Coordenadoria de Projetos e Obras CHECKLIST - ANÁLISE Nº ACESSIBILIDADE (ABNT NBR 9050:2015) GGO - Grupo Gestor de Obras CPO - Coordenadoria de Projetos e Obras Rua Bernardo Sayão, 38 Térreo - Cidade Universitária Zeferino Vaz - CEP 13083-866 - fone/fax: (19) 3521-4105 CHECKLIST - ANÁLISE Nº ACESSIBILIDADE

Leia mais

PARTE II ACESSIBILIDADE

PARTE II ACESSIBILIDADE PARTE II ACESSIBILIDADE Manual de Sinalização de Acessibilidade - Ano 2013 Detalhamento Técnico Especificações CAPA ACESSIBILIDADE REGRA GERAL PARA CONFECÇÃO DAS PLACAS VISUAL/BRAILLE 1- Todos os textos

Leia mais

ACESSIBILIDADE. Bairro CEP Município: UF. I.Largura da faixa pavimentada da calçada - NÃO FOI ENCONTRADA LARGURA MENOR DE 120 CM

ACESSIBILIDADE. Bairro CEP Município: UF. I.Largura da faixa pavimentada da calçada - NÃO FOI ENCONTRADA LARGURA MENOR DE 120 CM Fls: 1 / 9 Dados do Empreendimento Órgão/Empresa: Data: Endereço: NR Complemento Bairro CEP Município: UF Tipo de Utilização: Público Privado Representante Legal: Responsável pelas Informações: [nome/função/matrícula]

Leia mais

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários

TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 15 Instalações Prediais de Esgoto Sanitário Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento

Leia mais

/estudo preliminar análise da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050. Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera

/estudo preliminar análise da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050. Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera /estudo preliminar análise da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050 Gustavo Alves Rocha Zago Izabela Dalla Libera O objetivo desta norma é estabelecer critérios e parâmetros técnicos a serem observados

Leia mais

NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT

NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT NORMAS DE ACESSIBILIDADE - Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT 4.2 Pessoas em cadeira de rodas (P.C.R.) 4.2.1 Cadeira de rodas A figura 2 apresenta dimensões referenciais para cadeiras de rodas

Leia mais

PARTE I - SINALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO E SALVAMENTO

PARTE I - SINALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO E SALVAMENTO PARTE I - SINALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO E SALVAMENTO Produto Utilização Ref. Cm. Indica o sentido da saída nos locais planos e sem escadas, onde a orientação seja PV10231 seguir à direita a partir do ponto

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DE CONSTRUÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO DE CONSTRUÇÃO MEMORIAL DESCRITIVO DE CONSTRUÇÃO Obra: Residencial Ana Beatriz Local: Rua Adolfo Cattani, 775 - São Carlos-SP 1 CONSTITUÍDO: - O terreno com 1.746,58 m² tem acesso ao pavimento térreo pela Rua Adolfo

Leia mais

ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação

ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação ABNT NBR 9050/04 Reunião de revisão da Norma de Acessibilidade Item 6 Acessos e Circulação Resumo Reunião dia 30/07/08 Para dar início aos trabalhos, é preciso ter em mente que a ABNT tem como objetivo

Leia mais

Aula 04 Normas e Estratégias de Acessibilidade A NBR9050 Setembro, 2013

Aula 04 Normas e Estratégias de Acessibilidade A NBR9050 Setembro, 2013 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Curso de Especialização em Arquitetura da Habitação de Interesse Social ERGONOMIA E ACESSIBILIDADE Aplicada à

Leia mais

DECRETO N 11295/2012. O Prefeito Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições legais e,

DECRETO N 11295/2012. O Prefeito Municipal de Niterói, no uso de suas atribuições legais e, Publicado em 29 de dezembro de 2012 DECRETO N 11295/2012 Regulamenta a Lei nº 2.624, de 29 de dezembro de 2008, no que trata dos passeios públicos do Município de Niterói, instituindo a obrigatoriedade

Leia mais

Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016

Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016 Seminário de Mobilidade Urbana e Acessibilidade 23/11/2016 Lei de Uso e Ocupação do Solo Paulo Roberto Secretário de Planejamento Ponte Nova 31 99989-1636 23/11/2016 Mobilidade Urbana: é a condição em

Leia mais

PROJETO COMPLEMENTAR DE ACESSIBILIDADE (PCA1 RELATÓRIO DE ACESSIBILIDADE

PROJETO COMPLEMENTAR DE ACESSIBILIDADE (PCA1 RELATÓRIO DE ACESSIBILIDADE SERVIÇO PUBLICO FEDERAL Avenida Senador Salgado Filho, 1840 - Lagoa Nova - Natal-RN CEP: 59056-000 Tel.: (Oxx84) 4006-7200 Fax: (Oxx84)4006-7203 - E-mail: fiscalizacao@crea-rn.org.br PROJETO COMPLEMENTAR

Leia mais

Banheiros. - Banheiros e cozinhas - áreas mais caras de uma residência

Banheiros. - Banheiros e cozinhas - áreas mais caras de uma residência Banheiros - Banheiros e cozinhas - áreas mais caras de uma residência -EXIGÊNCIA LEGAL (Código de Obras do Rio de Janeiro) compartimento não habitável, de permanência temporária; exige ventilação (direta,

Leia mais

ELEVADORES VERSATILIDADE, TECNOLOGIA E BELEZA PARA PERCURSOS DE ATÉ 12 METROS

ELEVADORES VERSATILIDADE, TECNOLOGIA E BELEZA PARA PERCURSOS DE ATÉ 12 METROS ELEVADORES VERSATILIDADE, TECNOLOGIA E BELEZA PARA PERCURSOS DE ATÉ 12 METROS EL2000 Disponível para aplicação residencial unifamiliar ou exclusivo para acessibilidade em locais públicos Capacidade: 3

Leia mais

ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer

ESTADO DO CEARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE TAUÁ Administração Fazendo Acontecer LEI MUNICIPAL Nº 1425 DE 13 DE DEZEMBRO DE 2006. ASSEGURA DIREITOS ÀS PESSOAS DEFICIENTES E IDOSOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL DE TAUÁ, no uso de suas atribuições legais: Lei: Faço saber

Leia mais

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Norma Rodoviária DNER-PRO 176/94 Procedimento Página 1 de 23

MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. Norma Rodoviária DNER-PRO 176/94 Procedimento Página 1 de 23 Procedimento Página 1 de 23 RESUMO Este documento, que é uma norma técnica, fixa as condições que devem ser obedecidas no projeto e na execução de barreiras de segurança. ABSTRACT This document presents

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal n.º 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei Estadual

Leia mais

Sem ACESSIBILIDADE não tem inclusão! Cartilha de bolso. respeite o direito de ir e vir de cada um

Sem ACESSIBILIDADE não tem inclusão! Cartilha de bolso. respeite o direito de ir e vir de cada um Sem ACESSIBILIDADE não tem inclusão! Cartilha de bolso respeite o direito de ir e vir de cada um Fique sabendo: De acordo com o último senso realizado em 2010, 23,5% da população brasileira tem algum tipo

Leia mais

DAS CALÇADAS DESENHO, ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE

DAS CALÇADAS DESENHO, ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE DAS CALÇADAS DESENHO, ACESSIBILIDADE E MOBILIDADE NRM U-20001 15/06/2016 FINALIDADE: Regulamentar os arts. 18, 22, e o único do art. 30, da LC nº. 1.045/2016. ORIGEM: LC 1.045/2016; NBR Nº 9.050/2015;

Leia mais

Acessibilidade na gestão da cidade Arq. Adriana Romeiro de Almeida Prado

Acessibilidade na gestão da cidade Arq. Adriana Romeiro de Almeida Prado Acessibilidade na gestão da cidade Arq. Adriana Romeiro de Almeida Prado Porto Alegre, 1º de junho de 2015 Construção de um Plano Municipal de Acessibilidade Acessibilidade Desenho Universal Rota Acessível

Leia mais

Sistema vertical de transporte Tecnologia das construções Profª Bárbara Silvéria

Sistema vertical de transporte Tecnologia das construções Profª Bárbara Silvéria Sistema vertical de transporte Tecnologia das construções Profª Bárbara Silvéria As escadas servem para unir, por degraus sucessivos, os diferentes níveis de uma construção. Para isso deveremos seguir

Leia mais

Prefeitura da Cidade de São Paulo Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida

Prefeitura da Cidade de São Paulo Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS DE ACESSIBILIDADE PARA APOIO AO PROJETO ARQUITETÔNICO Manual de instruções técnicas de acessibilidade para apoio ao projeto arquitetônico PRINCÍPIOS BÁSICOS DIRETRIZES CHECK

Leia mais

ACESSIBILIDADE. Lista de Verificação Deficiência Motora. Órgão/Empresa: Fls: 1 / 18. Dados do Empreendimento. Data: Endereço: NR Complemento

ACESSIBILIDADE. Lista de Verificação Deficiência Motora. Órgão/Empresa: Fls: 1 / 18. Dados do Empreendimento. Data: Endereço: NR Complemento Fls: 1 / 18 Dados do Empreendimento Órgão/Empresa: Data: Endereço: NR Complemento Bairro CEP Município: UF Tipo de Utilização: Público Privado Representante Legal: Responsável pelas Informações: [nome/função/matrícula]

Leia mais

MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS

MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS MANUAL PARA CONSTRUÇÃO DE CALÇADAS Programa ELABORAÇÃO AMAVI COPLAN - COLEGIADO DE PLANEJAMENTO TERRITORIAL PROGRAMA CALÇADAS DO ALTO VALE Apresentação Atualmente os pedestres que caminham pelas calçadas

Leia mais

ANEXO IV - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICA

ANEXO IV - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICA ANEXO IV - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICA NOTA: 1 - Os fabricantes dos metais e louças sanitárias deverão ser participantes do Programa Brasileiro de Qualidade

Leia mais

CALÇAdA cidada. Conheça as regras para pavimentar sua calçada.

CALÇAdA cidada. Conheça as regras para pavimentar sua calçada. CALÇAdA cidada Essa publicação tem por objetivo divulgar o regramento de construção e manutenção das calçadas da cidade de Canoas. Apresentação Cuidar de sua calçada é um sinal de amor à cidade e de respeito

Leia mais

Biblioteca Delmita Batista Zimmermann

Biblioteca Delmita Batista Zimmermann Capa: Walter Soares Barbosa Rocha Filho Diagramação: Mariana Hunka Patrocinador da 2ª Tiragem (5.000 exemplares): CREA/RN Patrocinador da 1ª Tiragem (5.000 exemplares): CREA/RN. 2007 M622 MINISTÉRIO PÚBLICO

Leia mais

PLANO DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA DO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA

PLANO DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA DO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA PLANO DE ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA DO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA O Plano de Acessibilidade Arquitetônica é parte integrante da Política de Inclusão do Instituto Federal Farroupilha, em consonância

Leia mais

Recomendações sobre Acessibilidade em Instalações Portuárias

Recomendações sobre Acessibilidade em Instalações Portuárias Recomendações sobre Acessibilidade em Instalações Portuárias Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ GTT Náutico, 12 de novembro de 2014 Marco Legal de Acessibilidade Lei 10.048 Lei 10.098 Decreto

Leia mais

Guia de acessibilidade

Guia de acessibilidade Piso tátil Resumo do guia de calçadas de Campo Grande, para dar maior apoio e informação aos nossos clientes, sobre elaboração e execução das calçadas conforme a legislação da capital, atendendo as condições

Leia mais

Instalações Hidráulicas Prediais

Instalações Hidráulicas Prediais Instalações Hidráulicas Prediais Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário Aula -01 Prof.: Guilherme Nanni Grabowski Instalação predial de Esgoto Sanitário Tem por finalidade o transporte de todo o efluente

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 RESOLUÇÃO SESA nº 0318, DE 31 DE JULHO DE 2002 O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, de acordo com o disposto na Lei Federal n.º 8080/90, artigos 15, I e XI, 17, III e XI e na Lei

Leia mais

uso profissional linha conforto 237 acessórios deca hotel 242 porta sabão liquido 244 sistema construtivo 245

uso profissional linha conforto 237 acessórios deca hotel 242 porta sabão liquido 244 sistema construtivo 245 uso profissional linha conforto 237 acessórios deca hotel 242 porta sabão liquido 244 sistema construtivo 245 dry wall 246 235 2305 E BR barradeapoio52cm 2310 E BR barradeapoio82cm 520 80 820 80 70 33

Leia mais

Regras de acessibilidade ao meio físico para o deficiente

Regras de acessibilidade ao meio físico para o deficiente Regras de acessibilidade ao meio físico para o deficiente 151 Com a intenção de mostrar ao empresariado opções simples de adaptação do ambiente de trabalho para o deficiente físico, sugerimos em seguida

Leia mais

3. Edificado 3.7. Religioso. Capítulo II Levantamento e Diagnóstico. Plano Municipal de Acessibilidade Para Todos Município da Maia - Entrega Final

3. Edificado 3.7. Religioso. Capítulo II Levantamento e Diagnóstico. Plano Municipal de Acessibilidade Para Todos Município da Maia - Entrega Final - 3. Edificado 3.7. Religioso Março 2010 3.7.1. Cemitério e espaço público envolvente de Águas Santas Identificação Cemitério de Águas Santas Localização Rua do Mosteiro Descrição função e uso do edifício

Leia mais

Normativas Gerais da NR-18

Normativas Gerais da NR-18 Normativas Gerais da NR-18 18.12 - ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 2 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS - A transposição de pisos com diferença de nível superior a 40cm deve ser feita por meio de escadas ou rampas.

Leia mais

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PROJETO: INCÊNDIO Modelo: 3.000 m2 MAIO 2011 SUMÁRIO 1. Apresentação... 03 2. Extintores... 04 3. Iluminação de Emergência...

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Módulo 6 NR 08

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Módulo 6 NR 08 Curso Técnico Segurança do Trabalho Normas Regulamentadoras Normas Regulamentadoras Módulo 6 NR 08 Norma Regulamentadoras 8 (Edificações) Esta Norma Regulamentadora -NR estabelece requisitos técnicos mínimos

Leia mais

NBR Parte 1 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico Parte 1: Princípios de projeto

NBR Parte 1 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico Parte 1: Princípios de projeto ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas OUT:2001 Projeto de revisão NBR 13434 Parte 1 Sinalização de segurança contra incêndio e pânico Parte 1: Princípios de projeto Sede: Rio de Janeiro Av. Treze

Leia mais

Caderno de Diretrizes Técnicas de Acessibilidade Rio Versão 3. Janeiro 2014 Rio de Janeiro

Caderno de Diretrizes Técnicas de Acessibilidade Rio Versão 3. Janeiro 2014 Rio de Janeiro Caderno de Diretrizes Técnicas de Acessibilidade Rio 2016 Versão 3 Janeiro 2014 Rio de Janeiro Caderno de Diretrizes Técnicas de Acessibilidade Rio 2016 Versão 3 Dezembro 2013 Rio de Janeiro 1 2 3 Acessos

Leia mais

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO MÊS: Outubro / 2013

RELATÓRIO FOTOGRÁFICO MÊS: Outubro / 2013 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO MÊS: Outubro / 2013 OBRA: RESERVA DA LAGOA Informações da Obra: Att. Aos clientes do Reserva da Lagoa A Iguatemi Construções Ltda. tem a satisfação de informar aos nossos clientes

Leia mais

3 Medidas, Proporções e Cortes

3 Medidas, Proporções e Cortes 3 Medidas, Proporções e Cortes 3.1 Garagens A Figura 3.1 apresenta algumas dimensões que podem ser usadas para projetos de garagens. Em geral, para projetos residenciais, podem-se usar as dimensões de

Leia mais

PROGRAMA AÇÕES FISCAIS PARA ACESSIBILIDADE ESCLARECIMENTOS BÁSICOS PARA O PREENCHIMENTO DO RVH RELATIVOS À ACESSIBLIDADE

PROGRAMA AÇÕES FISCAIS PARA ACESSIBILIDADE ESCLARECIMENTOS BÁSICOS PARA O PREENCHIMENTO DO RVH RELATIVOS À ACESSIBLIDADE GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL AGÊNCIA DE FISCALIZAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Superintendência de Planejamento, Normas e Procedimentos PROGRAMA AÇÕES FISCAIS PARA ACESSIBILIDADE PROJETO : ACESSIBILIDADE EM PASSEIOS

Leia mais

MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES DE UNIVERSIDADES

MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES DE UNIVERSIDADES MÉTODO DE AVALIAÇÃO DA ACESSIBILIDADE EM EDIFICAÇÕES DE UNIVERSIDADES PASSOS, Edina Angelo 1, OLIVEIRA, Aline Damasceno 2, OLIVEIRA, Laisa da Costa 3, SILVA John Hebert 4, COSTA, Fernanda Nepomuceno 5.

Leia mais

Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico

Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico fonte: PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Las Dimensiones en los Espacios Interiores. Mexico: Gustavo Gili, 1996 [1979]. Pg

Leia mais

SECRETARIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO TIPOLOGIA: CASA

SECRETARIA DE HABITAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO TIPOLOGIA: CASA Especificações das Unidades Habitacionais PROJETO DIMENSÕES DOS CÔMODOS DORMITÓRIO CASAL DORMITÓRIO DUAS PESSOAS COZINHA SALA DE ESTAR/REFEIÇÃO BANHEIRO ÁREA DE SERVIÇO EM TODOS OS CÔMODOS CARACTERÍSTICAS

Leia mais

Colaboração de Guilherme Armond - armondg@net.em.com.br

Colaboração de Guilherme Armond - armondg@net.em.com.br ATENÇAO: Norma disponível aqui apenas à título de informação. Para aplicação desta Norma em projetos ou outra utilização oficial, adquira sempre a última edição junto à ABNT-ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS

Leia mais

LEI N.º10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000

LEI N.º10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000 LEI N.º10.098, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000 Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA APROVAÇÃO

PROCEDIMENTOS PARA APROVAÇÃO 1. PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE ARQUITETURA Para primeira análise: I. Levantamento Planialtimétrico; II. Projeto de Arquitetura; III. Memorial de Cálculo de Área Construída e Memorial de

Leia mais

Segurança, Qualidade e Inovação para as suas necessidades:

Segurança, Qualidade e Inovação para as suas necessidades: Plataformas Monta-Cargas Monta-Pratos Acessibilidades Segurança, Qualidade e Inovação para as suas necessidades: Modelo PO Capacidade: 100 kg a 10.000 kg. Velocidade: até 0,30 m/s. Curso Máximo: até 12

Leia mais