SONDAGEM INDUSTRIAL EXPECTATIVAS SÃO NEGATIVAS PARA O INÍCIO DE 2016

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3 SONDAGEM INDUSTRIAL ANO 16 #12 DEZ 2015 EXPECTATIVAS SÃO NEGATIVAS PARA O INÍCIO DE 2016 No encerramento de 2015 os indicadores da sondagem industrial mostraram que a atividade encerrou o ano em queda e, a princípio, sem sinais de recuperação para o começo de A queda na produção e no emprego continuou a ser sentida no último trimestre do ano. O nível de estoques de produtos finais registrou relativa estabilidade e na média encerrou o período de acordo com o planejado pelas empresas, mostrando que os empresários estão conseguindo ajustar os níveis de estoques a patamares mais baixos de produção e de vendas. A insatisfação com os indicadores financeiros é persistente e a alta carga tributária segue liderando o ranking dos principais problemas enfrentados. Diante desse cenário de atividade desaquecida e de crise econômica e política, as expectativas para o primeiro semestre do ano são negativas, e não existem sinais de recuperação da confiança no curto prazo NÍVEL DE ATIVIDADE ESTOQUES INDICADORES FINANCEIROS PRINCIPAIS PROBLEMAS EXPECTATIVAS

4 1 - NÍVEL DE ATIVIDADE EMPREGO PRODUÇÃO No mês de dezembro houve queda no indicador de emprego, com 41,6 pontos. Houve relativa estabilidade em relação ao índice de novembro (42,5 pontos) e na comparação com o índice alcançado em dezembro de 2014 (42,1 pontos). O indicador de produção de dezembro marcou 36,9 pontos, mostrando que as empresas continuam diminuindo a produção. Em relação ao índice do mês anterior (42,3 pontos) houve recuo de 5,4 pontos e na comparação com o mesmo mês de 2014 (35,9 pontos) houve relativa estabilidade, tendo em vista a margem de erro do indicador que é de 3,0 pontos para cima ou para baixo.

5 1 - NÍVEL DE ATIVIDADE UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA EFETIVA EM RELAÇÃO AO USUAL O nível de utilização da capacidade instalada operou abaixo do considerado usual pelas empresas para os meses de dezembro, com 31,3 pontos. O indicador mais baixo foi das empresas de pequeno porte (28,5 pontos), seguidas das grandes indústrias (29,2 pontos). O indicador das empresas de médio porte registrou 37,8 pontos. 31,3 Abaixo do usual Acima do usual

6 2 - ESTOQUES PRODUTOS FINAIS O indicador de nível de estoques de produtos finais mostrou relativa estabilidade em dezembro, com índice de 49,8 pontos. As empresas de pequeno e grande porte apresentaram elevação no nível de estoques finais, com índices de 51,6 e 52,6 pontos, respectivamente. Já as empresas de médio porte, com indicador de 43,1 pontos, tiveram queda nos estoques de produtos finais. EFETIVO/PLANEJADO Considerando a margem de erro de 3,0 pontos para cima ou para baixo, os estoques, de forma geral, encerraram o mês de dezembro conforme planejado pelas empresas (51,5 pontos), indicando que os empresários estão conseguindo ajustá-los aos níveis mais baixos da demanda do mercado. O resultado foi similar para as empresas de pequeno (49,5 pontos) e médio porte (47,0 pontos). Já as grandes indústrias tiveram acúmulo indesejado de estoques (55,3 pontos).

7 2 - ESTOQUES 53,7 DEZ/14 NOV/15 DEZ/15 51,5 Indústria Geral 50,0 48,9 49,6 46,9 49,8 Pequeno Porte 50,0 50,0 48,0 41,0 45,4 42,6 50,8 49,5 51,6 50 ESTOQUE FINAL EFETIVO/PLANEJADO Médio Porte 58,8 49,2 42,3 46,1 47,0 43,1 Grande Porte 50,0 53,5 56,3 55,3 50,0 52,6 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam evolução positiva ou estoque acima do planejado.

8 3 INDICADORES FINANCEIROS LUCRO OPERACIONAL SITUAÇÃO FINANCEIRA Após registrar o pior índice da série histórica no terceiro trimestre de 2015, o indicador de satisfação com o lucro operacional das empresas oscilou dentro de sua margem de erro (3,0 pontos) e no último trimestre de 2015 marcou 31,6 pontos. As pequenas indústrias (25,7 pontos) demonstraram maior insatisfação, seguidas das médias e das grandes empresas, com 33,0 e 34,3 pontos, respectivamente. A satisfação com a situação financeira foi avaliada de forma negativa (39,0 pontos) pelo 12º trimestre consecutivo. O desaquecimento na demanda associado à alta nos custos de insumos essenciais à produção industrial vem contribuindo para essa insatisfação. As pequenas (32,4 pontos) e médias indústrias (36,7 pontos) foram as mais descontentes. As grandes indústrias também manifestaram insatisfação (44,2 pontos). Satisfação 50,0 Insatisfação 50,9 48,9 49,2 46,1 46,1 46,3 46,6 46,3 44,8 43,4 42,7 43,6 41,9 45,2 43,4 44,1 41,2 40,8 40,2 39,6 40,5 41,5 36,6 37,4 37,2 34,4 39,4 39,9 38,4 39,0 34,3 32,6 31,6 29,7 IV-11 I-12 II-12 III-12 IV-12 I-13 II-13 III-13 IV-13 I-14 II-14 III-14 IV-14 I-15 II-15 III-15 IV-15 Lucro operacional Situação Financeira

9 3 INDICADORES FINANCEIROS ACESSO AO CRÉDITO O índice que mede a facilidade de acesso ao crédito mostrou pequena melhora em relação à última pesquisa, e marcou 31,6 pontos. O índice reflete as incertezas do cenário econômico atual e as elevações nas taxas de juros, que restringem o crédito. As pequenas e médias indústrias foram as mais descontentes, com 25,6 e 29,7 pontos, respectivamente. As grandes indústrias também manifestaram insatisfação (36,4 pontos). PREÇO MÉDIO DOS INSUMOS E MATÉRIAS-PRIMAS Os preços dos insumos industriais no quarto trimestre de 2015 continuou bem acima dos 50,0 pontos, pressionando os custos produtivos e a situação financeira das empresas. O índice de evolução dos preços de matérias-primas passou de 68,0 para 66,4 pontos. As empresas de pequeno (70,1 pontos) e médio porte (70,0 pontos) são as que mais sentem o problema. O indicador das grandes empresas marcou 62,2 pontos. 72,7 Fácil 50,0 Aumento 65,5 66,7 62,7 63,1 63,5 61,9 60,0 60,0 60,8 63,4 68,0 66,4 Difícil 43,0 45,2 44,1 36,8 50,0 30,3 31,6 IV-11 IV-12 IV-13 IV-14 IV-15 Queda IV-12 IV-13 IV-14 IV-15

10 4 PRINCIPAIS PROBLEMAS O principal problema enfrentado pela indústria no último trimestre de 2015 foi a elevada carga tributária, assinalado por 53,7% dos empresários. A demanda interna insuficiente manteve a segunda posição no ranking de principais problemas, citado por 48,1% dos empresários. Os percentuais refletem as dificuldades em relação à elevação de tributos e à retração da demanda. O item falta ou alto custo da energia permaneceu em terceiro lugar, com 29,0%, apesar da queda de votos. A taxa de juros elevada (24,7%) e a inadimplência dos clientes (24,7%), são problemas que também se destacaram no quarto trimestre de 2015.

11 5 EXPECTATIVAS DEMANDA O índice de expectativa com relação à demanda nos próximos seis meses mostrou melhora em relação à última pesquisa, marcando 42,4 pontos. No entanto, continua abaixo da linha divisória dos 50,0 pontos. O índice revela grande preocupação com a demanda interna, uma vez que a expectativa com exportações é otimista. As empresas de pequeno e de médio porte são as mais pessimistas, com índices de 39,9 e 40,3 pontos, respectivamente. INDÚSTRIA GERAL POR PORTES

12 5 EXPECTATIVAS COMPRA DE MATÉRIA-PRIMA POR PORTES Acompanhando a queda na demanda, os empresários mineiros acreditam que haverá retração na produção, reduzindo também a compra de matéria-prima, conforme índice de 42,4 pontos. O pessimismo está disseminado em todos os portes pesquisados. As pequenas empresas são as mais pessimistas, com 38,8 pontos, seguidas das médias e das grandes indústrias, que apresentaram indicador de 40,3 e 45,7 pontos, respectivamente. INDÚSTRIA GERAL

13 5 EXPECTATIVAS EMPREGO POR PORTES O índice de expectativas de contratações atingiu 40,9 pontos, alinhado com as perspectivas de recuo na demanda e na compra de matéria-prima. A redução no emprego é esperada em todos os portes empresariais, sendo as pequenas empresas as mais pessimistas (38,0 pontos), seguidas das médias e grandes indústrias, com índices de 39,5 e 43,5 pontos, respectivamente. INDÚSTRIA GERAL

14 5 EXPECTATIVAS EXPORTAÇÃO POR PORTES Os empresários esperam exportar mais nos próximos seis meses, conforme índice de 54,1 pontos. A desvalorização do Real frente às outras moedas contribui para o resultado. Esse sentimento de melhora das exportações é compartilhado pelas empresas de pequeno e grande porte, com índices de 55,0 e 56,9 pontos, respectivamente. Já o indicador das médias empresas registrou 48,1 pontos, demostrando que esse segmento espera redução nas vendas para o mercado externo. INDÚSTRIA GERAL

15 5 EXPECTATIVAS INTENÇÃO DE INVESTIMENTO¹ POR PORTES Pequeno Médio Grande O indicador de intenção de investimento mostrou elevação em janeiro, atingindo 40,1 pontos. As pequenas e as médias empresas mostraram indicadores muito baixos, de 30,5 e 33,9 pontos, respectivamente. Já as grandes indústrias mostraram maior intenção em investir (49,4 pontos). 49,4 33,9 30,5 jan/15 mai/15 set/15 jan/16 INDÚSTRIA GERAL 57,7 42,8 40,1 jan/14 mai/14 set/14 jan/15 mai/15 set/15 jan/16 ¹ - O índice de intenção de investimento visa pesquisar se a empresa pretende investir nos próximos seis meses (aquisição de máquinas e equipamentos, construção, pesquisa e desenvolvimento, inovação de produtos e processos, etc). O indicador varia de zero a 100, quanto maior o índice, maior é a propensão de investir.

16 TABELAS Total Pequenas Médias Grandes dez/14 nov/15 dez/15 dez/14 nov/15 dez/15 dez/14 nov/15 dez/15 dez/14 nov/15 dez/15 Nível de Atividade Produção 35,9 42,3 36,9 35,6 38,8 36,3 39,5 50,0 42,9 34,1 40,1 33,9 Emprego 42,1 42,5 41,6 42,6 41,3 41,8 38,2 45,3 40,0 44,0 41,7 42,4 UCI Efetiva/usual 35,5 30,8 31,3 33,2 32,1 28,5 37,5 33,2 37,8 35,8 28,6 29,2 Estoques Produtos Finais 48,9 46,9 49,8 41,0 42,6 51,6 49,2 46,1 43,1 53,5 50,0 52,6 Efetivo/Planejado 53,7 49,6 51,5 48,0 45,4 49,5 50,8 42,3 47,0 58,8 56,3 55,3 Total Pequenas Médias Grandes jan/15 dez/15 jan/16 jan/15 dez/15 jan/16 jan/15 dez/15 jan/16 jan/15 dez/15 jan/16 Expectativas Demanda 46,9 39,5 42,4 40,8 34,6 39,9 49,3 39,8 40,3 49,2 42,2 45,2 Quantidade Exportada 48,0 42,1 54,1 43,8 30,0 55,0 55,0 42,2 48,1 46,6 49,3 56,9 Compra de Matérias-Primas 45,7 39,9 42,4 40,2 35,2 38,8 49,3 39,8 40,3 46,9 42,7 45,7 Emprego 43,7 39,3 40,9 39,4 35,7 38,0 46,7 38,8 39,5 44,5 41,7 43,5 Intenção de Investimento 42,8 40,0 40,1 35,4 28,7 30,5 37,2 33,7 33,9 50,4 50,5 49,4

17 TABELAS Total Pequenas Médias Grandes III-14 II-15 III-15 III-14 II-15 III-15 III-14 II-15 III-15 III-14 II-15 III-15 Indicadores Financeiros Satisfação com a Margem de Lucro 37,2 29,7 31,6 38,5 26,5 25,7 33,6 27,7 33,0 38,4 32,7 34,3 Condições de Acesso ao Crédito 36,8 30,3 31,6 36,7 25,6 25,6 31,8 26,2 29,7 39,7 35,4 36,4 Satisfação com a Situação Financeira 43,6 38,4 39,0 44,2 32,1 32,4 37,8 33,8 36,7 46,5 44,9 44,2 Preço médio das Matérias-Primas 60,8 68,0 66,4 63,3 73,8 70,1 63,8 67,9 70,0 57,5 64,5 62,2 Total Pequena Média Grande Problemas (%) Elevada carga tributária 49,7 48,8 47,4 54,0 Demanda interna insuficiente 45,5 40,5 45,6 54,0 Falta ou alto custo de energia 31,9 31,0 33,3 32,0 Falta ou alto custo da matéria-prima 28,3 27,4 31,6 26,0 Taxas de juros elevadas 23,0 20,2 24,6 26,0 Inadimplência dos clientes 20,9 22,6 21,1 18,0 Competição desleal (informalidade, contrabando, dumping, etc.) 18,8 23,8 15,8 14,0 Falta de capital de giro 16,8 17,9 19,3 12,0 Taxa de câmbio 14,7 9,5 17,5 20,0 Demanda externa insuficiente 11,0 11,9 15,8 4,0 Competição com importados 6,8 6,0 8,8 6,0 Falta de financiamento de longo prazo 5,2 8,3 5,3 0,0 Burocracia excessiva 5,2 7,1 3,5 4,0 Falta ou alto custo de trabalhador qualificado 4,2 6,0 0,0 6,0 Dificuldades na logística de transporte (estradas, infraestrutura portuária, etc.) 2,6 3,6 1,8 2,0 Insegurança jurídica 1,6 1,2 0,0 4,0 Nenhum 1,0 1,2 1,8 0,0

18 SONDAGEM INDUSTRIAL ASSESSORIA ECONÔMICA DO SISTEMA FIEMG PERFIL DA AMOSTRA: 43 GRANDES EMPRESAS, 50 MÉDIAS E 73 PEQUENAS EMPRESAS. PERÍODO DE COLETA DAS INFORMAÇÕES: DE 04 A 13 DE JANEIRO DE NOTA METODOLÓGICA A Sondagem Industrial é elaborada pela Assessoria Econômica da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). As informações solicitadas são de natureza qualitativa e resultam do levantamento direto realizado com base em questionário próprio. Cada pergunta permite cinco alternativas (0, 25, 50, 75 e 100, da pior para a melhor, respectivamente) excludentes a respeito da evolução ou expectativa de evolução da variável em questão. As perguntas da sondagem relativas a nível de atividade e estoques têm como referência o mês anterior, e as de indicadores financeiros referem-se ao trimestre anterior. As questões relativas ao sentimento do empresário referem-se às de expectativas para os próximos seis meses. O indicador de cada questão é obtido ponderando-se os escores pelas respectivas frequências relativas das respostas. Cada indicador possui uma margem de erro diferente. A amostra considera o porte da empresa. São considerados três portes, definidos segundo o número de empregados da empresa: pequeno: com 10 a 49 empregados; médio: com 50 a 249 empregados; grande: com 250 ou mais empregados. A partir de janeiro de 2012 os portes das empresas foram redefinidos segundo a metodologia Eurostat. Coordenação: ASSESSORIA ECONÔMICA DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS - FIEMG Av. do Contorno, º andar - Bairro Funcionários - Belo Horizonte/MG - CEP: Tel.: (31) /fax:

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