arte manual do professor Componente cu rricular: arte HINO NACIONAL Letra: Joaquim Osório Duque Estrada Música: Francisco Manuel da Silva

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1 HINO NACIONAL Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao sol do Novo Mundo! Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida no teu seio mais amores. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve! Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula - Paz no futuro e glória no passado. Gigante pela própria natureza, És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Terra adorada, Entre outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil! ISBN Po r toda parte arte Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heroico o brado retumbante, E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Componente cu rricular: arte volume único Letra: Joaquim Osório Duque Estrada Música: Francisco Manuel da Silva manual do professor Componente cu rricular: arte E N S I N O M É D I O V O L U M E ú ni c o Solange Utuari Daniela Libâneo Fábio Sardo Pascoal Ferrari

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3 Componente curricular: Arte ENSINO MÉDIO VOLUME único manual do professor 1.ª edição São Paulo 2013 Solange dos Santos Utuari Ferrari Mestre em Artes (área: Artes visuais) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Licenciada em Educação Artística pela Universidade de Mogi das Cruzes. Especialização em Antropologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Especialização em Arte Educação pela Universidade de São Paulo. Artista plástica e ilustradora, formadora de educadores em Arte, assessora de projetos educativos e culturais, autora de materiais didáticos e de livros para formação em diversos níveis. Daniela Leonardi LibâNEO Mestre em Artes pela Universidade Estadual de Campinas. Licenciada em Pedagogia pela Pontifícia Universidade de São Paulo. Bailarina e professora de dança por 17 anos, professora universitária, gerente acadêmica, pesquisadora institucional e consultora educacional. Fábio Sardo Mestre em Artes (área: Processo de Criação Musical) pela Universidade de São Paulo. Bacharel em Música pela Faculdade de Artes Alcântara Machado. Professor de música em escolas particulares de São Paulo e elaborador de projetos para a rede pública paulista voltados a CEUs, ONGs e fundações. Violonista, instrumentista, arranjador e interventor musical em ambientes corporativos. Pascoal Fernando Ferrari Mestre em Ciências (área de concentração: ensino de Ciências) pela Universidade Cruzeiro do Sul. Especialização em Sociologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Licenciado em Pedagogia pela Universidade Camilo Castelo Branco. Licenciado em Psicologia pela Universidade Braz Cubas. Professor universitário, ator, diretor de teatro, consultor em projetos culturais em Artes Cênicas e autor de materiais didáticos para cursos de formação de professores em ambientes virtuais.

4 POR TODA PARTE Copyright Solange dos Santos Utuari Ferrari, Daniela Leonardi Libâneo, Fábio Sardo e Pascoal Fernando Ferrari, 2013 Todos os direitos reservados à EDITORA FTD S.A. Matriz: Rua Rui Barbosa, 156 Bela Vista São Paulo SP CEP Tel. (0-XX-11) Caixa Postal CEP da Caixa Postal Internet: Diretora editorial Silmara Sapiense Vespasiano Editora Juliane Matsubara Barroso Editora adjunta Angela C. Di Cesare M. Marques Editora assistente Roberta Vaiano Assistentes de produção Ana Paula Iazzetto Lilia Pires Assistente editorial Gislene Aparecida Benedito Supervisora de preparação e revisão de textos Sandra Lia Farah Preparador José Alessandre S. Neto Revisores Carina de Luca Daniella Haidar Pacifico Desirée Araújo S. Aguiar Francisca M. Lourenço Giseli Aparecida Gobbo Júlia Siqueira e Mello Juliana Cristine Folli Simões Juliana Rochetto Costa Lilian Vismari Carvalho Maiara Andréa Alves Pedro Henrique Fandi Coordenador de produção editorial Caio Leandro Rios Editora de arte Tania Ferreira de Abreu Projeto gráfico e capa Tania Ferreira de Abreu Fotos de capa Digital Vision/Getty Images Photodisc/Getty Images Iconografia Supervisora Célia Rosa Pesquisadora Cristina Mota Editoração eletrônica Diagramação Sonia Maria Alencar Tratamento de imagens Eziquiel Racheti Vânia Aparecida Maia de Oliveira Gerente executivo do parque gráfico Reginaldo Soares Damasceno Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Ferrari, Solange do Santos Utuari Por toda parte : volume único / Solange dos Santos Utuari Ferrari... [et al.]. 1. ed. São Paulo : FTD, Outros autores : Daniela Leonardi Libâneo, Fábio Sardo, Pascoal Fernando Ferrari Componente curricular: Arte. ISBN (aluno) ISBN (professor) 1. Arte (Ensino médio) I. Libâneo, Daniela Leonardi. II. Sardo, Fábio. III. Ferrari, Pascoal Fernando CDD-700 Índice para catálogo sistemático: 1. Arte : Ensino médio 700

5 Cena da peça teatral A Dama Mijona. Direção: Márcia Polacchini Foto: Márcia Polacchini Jefferson Fernandes A p r e s e nt a ç ã o Olafur Eliasson. 2011/2012. SESC Pompeia. Foto: Rita Demarchi Sons, cores e gestos inventam a arte. Podemos estar em um show de música, ouvindo instrumentos feitos com os mais inusitados materiais, andar por uma instalação cheia de cores e formas, assistir a uma peça de teatro, interpretá-la na escola ou simplesmente estar em um terminal de ônibus, em uma estação ferroviária, no metrô, e depararmos com uma bailarina que de repente começa a dançar... A arte é assim: pode estar aqui, ali, acolá, é preciso estar atento para perceber as muitas linguagens que nos convidam a pensar, sentir e criar. Foto: Agnaldo Passos/Acervo do projeto Bailarina Projétil Estudar arte é conhecer diferentes linguagens e compreender como construímos conhecimento por meio de sons, gestos, movimentos e imagens. No estudo de Arte aprendemos a entender a natureza estética e criativa da humanidade em diversos tempos e lugares, a reconhecer as várias maneiras de expressar pensamentos, ideologias, crenças, estilos, formas, sonhos... De cima para baixo: grupo Arte em Cena em apresentação da peça A Dama Mijona, de José Martinez e direção de Márcia Polacchini, no teatro E. E. Plínio Barreto, em 2013; apresentação do Grupo Experimental de Música (GEM), no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, SP, em 2011; exposição Seu corpo da obra, de Olafur Eliasson, no Sesc Pompeia, em São Paulo, SP, em ; performance da bailarina Deise Gabrielle, do projeto Bailarina Projétil, em Ferrovia, Salvador, BA, em A arte proporciona uma reflexão sensível, necessária para a compreensão de como reagimos diante de acontecimentos da vida e de como nos expressamos. O estudo e a criação da arte englobam muitas razões e emoções. Mergulhar no universo de artistas, de obras, de processos de criação e de linguagens da arte pode ser instigante, incômodo, prazeroso e desafiador. Essa aventura vale a pena! Convidamos você, então, para uma conversa sobre arte. Vamos? Os autores

6 SUMÁRIO Capítulo 1 O que é arte? 8 Tema 1 O sentido das coisas 10 Detalhes da arte de O Teatro Mágico 11 Giro de ideias: O que é arte? 12 Projeto experimental de Arte: linguagens artísticas 13 Conexões: Arte e Tecnologias mergulhos virtuais 14 Tema 2 O que é arte? 15 Detalhes da arte de Paulo Bruscky 16 Tema 3 Procurando pela arte 17 Tema 4 A arte sempre foi arte? 19 Conexões: Arte e Filosofia estética e poética 21 Tema 5 Renascem ideias 21 Detalhes da arte de Duchamp 25 Detalhes da arte de Nelson Leirner 25 Giro de ideias: linguagens contemporâneas 26 Projeto experimental de Arte: linguagens artísticas 26 Projeto experimental de Arte: música 27 Projeto experimental de Arte: dança 27 Conexões: Arte e História ideia e opinião 28 Tema 6 Se a arte está perto, tudo pode ser arte? 30 Detalhes da arte de Andy Warhol 31 Projeto experimental de Arte: um mundo visual 32 Giro de ideias: arte poética 33 Projeto experimental de Arte: em busca da poética 34 Tema 7 Arte é experiência? 35 Giro de ideias: experiência estética 37 Conversa com o filósofo 38 Resgatando o que você aprendeu 38 Expedição cultural 39 Capítulo 2 Por línguas e línguas 40 Tema 1 Linguagens que se misturam 42 Detalhes da arte de Alex Flemming 43 Arte em todos os lugares 44 Giro de ideias: cotidiano e arte 46 Projeto experimental de Arte: divulgando a arte 47 Projeto experimental de Arte: linguagens artísticas Espelho, espelho meu Quem quer dar uma espiadinha? 49 Giro de ideias: espelhos da alma 50 Conexões: Arte e Língua Portuguesa versos para ver 52 Tema 2 A proposição das linguagens 54 Detalhes da arte de Hélio Oiticica 55 Detalhes da arte de Augusto Boal 56 A rua é o lugar da linguagem 56 Giro de ideias: o espect-ator 59 Projeto experimental de Arte: nós, os espect-atores Hipnotismo com a mão Adivinhando a mímica Conhecendo e potencializando o corpo O teatro jornal Dramaturgia simultânea 60 Conexões: Arte e Cidadania teatro fórum 61 Tema 3 As linguagens artísticas no tempo 62 Conexões: Arte e Matemática joias do tempo 65 Conexões: Arte e Literatura música e palavra 67 Tema 4 As dez linguagens da arte e outras suposições 70 Giro de ideias: arte em coleções 73 Projeto experimental de Arte: artes visuais 74 Tema 5 As linguagens estão se transformando 76 Detalhes da arte de Adriana Varejão 78 Detalhes da arte de June Paik 78 Giro de ideias: videoarte 79 Conexões: A diversidade cultural e as linguagens artísticas 80 Projeto experimental de Arte: artes visuais 81 Conversa com a iluminadora 82 Resgatando o que você aprendeu 84 Expedição cultural 85

7 Capítulo 3 A criação 86 Tema 1 Intervenção como criação 88 Detalhes da arte de Alexandre Orion 89 Detalhes da arte de Gabriel o Pensador 90 Giro de ideias: liberdade de expressão 91 Projeto experimental de Arte: criação no reverso 92 Projeto experimental de Arte: improvisação e ritmo 94 Conexões: Arte e Língua Portuguesa metáforas 96 Conexões: Arte e Meio ambiente ação artística 100 Tema 2 Dom, virtuosismo, genialidade ou curiosidade? 102 Arte é conhecimento 104 Coisas para observar, lembrar e imaginar 105 Giro de ideias: criatividade e talento artístico 108 Projeto experimental de Arte: criando tintas, descobrindo cores e transparências 109 Projeto experimental de Arte: imagens para observar, lembrar e imaginar 110 Tema 3 Criação e registro 112 Detalhes da arte de Raymond Murray Schafer 113 Detalhes da arte de Rudolf Laban 114 Giro de ideias: percepções 115 Projeto experimental de Arte: movimentos, criação e registros 116 Projeto experimental de Arte: registro sonoro 117 Conexões: Arte e Ciências Todo mundo cria! 119 Tema 4 Lugares para criar 121 Criando em grupo 123 Giro de ideias: amigos artistas 124 Projeto experimental de Arte: criando um ateliê 124 Projeto experimental de Arte: musicoteca um lugar para ouvir e fazer música 127 Projeto experimental de Arte: o ambiente das artes cênicas 128 Conexões: Arte e Língua Portuguesa os manifestos da arte 129 Conexões: Arte e Matemática a tangência perfeita 131 Tema 5 O espetáculo não pode parar: criação como improvisação 132 Improvisação como técnica teatral 132 Projeto experimental de Arte: jogo de improvisação teatral 133 Conexões: Arte e Sociedade trabalhos colaborativos 134 Conversa com as atrizes 134 Resgatando o que você aprendeu 136 Expedição cultural 137 Capítulo 4 Matérias da arte 138 Tema 1 Materialidade: o corpo da arte 140 Detalhes da arte de Pina Bausch 143 Giro de ideias: as bailarinas 144 Projeto experimental de Arte: o corpo tem alguém como recheio Minha parte favorita A dança das cadeiras Roda de adereços 146 Conexões: Arte e Tecnologias a desmaterialização do corpo 147 Conexões: Arte e saúde Dançar é salutar! 148 Tema 2 As marcas no corpo 150 Giro de ideias: a tatuagem 152 Conexões: Arte e Sexualidade a valorização do corpo 154 Conexões: Arte e Pluralidade cultural marcas culturais 157 Projeto experimental de Arte: arte corporal Pintura corporal Percussão corporal 159 Tema 3 A alquimia da arte 160 Tema 4 Do Oriente ao Ocidente, a arte é um fazer 162 Detalhes da arte de Massao Okinaka 165 Projeto experimental de Arte: a arte dos samurais 166 Tema 5 Tudo azul! Pigmentos como crenças e poéticas contemporâneas 168

8 Detalhes da arte de Yves Klein 171 Giro de ideias: o significado das cores 171 Conexões: Arte e Meio ambiente fora do lugar 172 Projeto experimental de Arte: ferramentas para pintar 173 Conexões: Arte e Química as têmperas 176 Tema 6 Se a criação é mais, tudo é coisa musical! 177 Há alguma coisa no ar! 178 O som das cordas 180 Giro de ideias: criando um som 180 Conexões: Arte e Biologia a voz 181 Projeto experimental de Arte: os sons que ecoam em nossa afrodescendência 182 Construção da kalimba 182 Tema 7 Do barro ao lixo extraordinário 184 Conversa com o músico 186 Resgatando o que você aprendeu 187 Expedição cultural 187 Capítulo 5 A arte em sua forma, a forma em seu conteúdo 188 Tema 1 As formas e os conteúdos da arte 190 Tema 2 A gramática visual 192 A linha poética 193 Giro de ideias: traçando linhas 195 Projeto experimental de Arte: ponto de vista 196 Projeto experimental de Arte: linhas de luz 198 As formas 200 As formas e os movimentos 201 Projeto experimental de Arte: as fotoformas 202 Projeto experimental de Arte: arte cinética 203 Conexões: Arte e História poéticas e reflexões 204 Projeto experimental de Arte: criando imagens incríveis 204 E a luz se fez 206 Detalhes da arte de Lucia Koch 208 Giro de ideias: Quem tem medo do escuro? 209 Projeto experimental de Arte: entre luzes e sombras 211 Conexões: Arte e Ciências luz, arte e vida 212 Um mundo em cores para ver 213 Giro de ideias: cores e coisas 215 Conexões: Arte e Biologia olhares sabidos 215 Projeto experimental de Arte: piquenique com arte 217 Projeto experimental de Arte: a cor significa 218 Projeto experimental de Arte: escolhendo cores 220 Tema 3 O conjunto da obra 222 Giro de ideias: a dança como louvação 223 Projeto experimental de Arte: dança 223 A língua do corpo 224 Detalhes da arte de Charlie Chaplin 225 Formas no teatro 225 A forma da comédia 226 Giro de ideias: pesquisa de teatro 227 Projeto experimental de Arte: teatro de sombras 228 Projeto experimental de Arte: a força dos gestos 229 Projeto experimental de Arte: gestos do cinema 229 Dramaturgias da luz e do gesto 230 Conexões: Arte e Literatura caminhante 231 Tema 4 As qualidades, parâmetros do som 232 Ouvindo vozes 233 Giro de ideias: dimensões de sons 234 Projeto experimental de Arte: música 235 Conversa com a bailarina 236 Resgatando o que você aprendeu 237 Expedição cultural 239 Capítulo 6 Bagagem cultural 240 Tema 1 Tudo o que me compõe 242 Vidas privadas e públicas 243 Detalhes da arte de Jackson Pollock 244 Detalhes da arte de Geoffrey Farmer 245 Giro de ideias: imagens marcantes 245 Projeto experimental de Arte: Essa imagem é a minha cara! 246 Projeto experimental de Arte: Uma celebridade em minha vida! 247

9 Mundo visual que se transforma 248 Giro de ideias: imagens e efeitos 253 A música popular brasileira e as gerações de ouvintes 253 Detalhes da arte de Cartola 257 Detalhes da arte de Cazuza 258 Giro de ideias: O que é passado e presente? 258 Projeto experimental de Arte: trilhas sonoras 259 Conexões: Arte e História na mala da memória 259 Conexões: Arte e Literatura Vamos comer! 262 Projeto experimental de Arte: criando um novo som 264 Tema 2 Tem gente que guarda cada coisa! 265 Colecionismo: a mania de guardar 266 Sensações para guardar 268 Giro de ideias: coleções de arte 269 Projeto experimental de Arte: coletas sensoriais 269 Conexões: Arte e Língua Portuguesa Gavetas para me guardar 270 Tema 3 O patrimônio nosso de cada dia 272 Giro de ideias: o patrimônio da minha cidade 274 Prédio tombado também cai? 275 O teatro como Patrimônio Cultural da Humanidade 275 Giro de ideias: a catarse 278 Conexões: Arte e Língua Portuguesa palavras para guardar 279 Projeto experimental de Arte: leitura dramática 280 As maravilhas do mundo 282 Operação salvamento 283 Giro de ideias: S.O.S. bens patrimoniais 284 Projeto experimental de Arte: Bem que te quero bem! 284 A matéria do imaterial 284 Giro de ideias: bens imateriais 286 Projeto experimental de Arte: na roda de capoeira som e movimento 287 Projeto experimental de Arte: o ofício da viola de cocho 288 Conexões: Arte e Geografia Na boca do povo! 290 Coisas preciosas para guardar 291 Conversa com o artista intermídia 292 Resgatando o que você aprendeu 293 Expedição cultural 294 Arte na web Sugestões de aprofundamento 295 Artigos, entrevistas, textos, filmes e documentários 295 Sites oficiais de artistas, companhias e museus 297 Índice do Glossário 301 Referências 302 Professor, a descrição de cada item encontra-se nas Orientações do livro digital em Diálogo com o professor. Ícones de material digital complementar. Acione cada um deles no livro digital para ter acesso. Vídeo/áudio Objetos educacionais digitais

10 [...] Uma parte de mim é só vertigem: outra parte, linguagem. Traduzir uma parte noutra parte que é uma questão de vida ou morte será arte? Rodrigo Berton/Acervo OTM GULLAR, Ferreira.Traduzir-se. In: Na vertigem do dia. 17. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, p Apresentação do grupo O Teatro Mágico em São Paulo, SP, em

11 C a p ít u l o O que é arte? Capítulo 1 1 O que é arte? 9

12 1 Marcos Hermes/Acervo OTM tem a O sentido das coisas Nem toda palavra é Aquilo que o dicionário diz Nem todo pedaço de pedra Se parece com tijolo ou com pedra de giz [...] Tem aquele que parece feio Mas o coração nos diz que é o mais bonito Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais Querer saber demais [...] O TEATRO MÁGICO. Sonho de uma flauta. In: O Teatro Mágico: segundo ato. CD, Disponível em: <http://www.vagalume.com.br/o-teatro-magico/ sonho-de-uma-flauta.html>. Acesso em: 2 abr Fernando Anitelli em apresentação do grupo O Teatro Mágico, em São Paulo, SP, em Durante a busca motivada pelo interesse em compreender algo, em saber os sentidos das coisas, geralmente encontramos vários caminhos. Podemos procurar explicações lógicas, científicas, baseadas em nossa vivência ou em crenças. Em meio a tanta diversidade, como explicar o que é arte? Ao nos dizer, na letra de sua música, que Nem toda palavra é aquilo que o dicionário diz, o grupo O Teatro Mágico pode nos indicar algumas pistas sobre esse tema. Uma palavra, por pertencer a uma linguagem, pode ser manipulada pelo autor de uma obra, como um poeta ou um escritor, por exemplo, e assumir muitos usos e diversas interpretações. Em um espetáculo de arte contemporânea, como o do grupo O Teatro Mágico, encontramos a arte de bailarinos, atores, poetas, músicos e artistas circenses, além de programadores visuais, iluminadores, sonoplastas e tantos outros artistas dos bastidores, que têm sua importância na construção de um produto cultural, nesse caso, um show. Essas múltiplas linguagens são reunidas no mesmo palco para mostrar, contar e cantar algo, para transmitir mensagens por meio das línguas da arte. 10 Arte contemporânea: expressão que usamos para nos referir a produções artísticas surgidas a partir da segunda metade do século XX até nossos dias.

13 Luiza Prado/Acervo OTM Detalhes da arte de O Teatro Mágico O grupo O Teatro Mágico em foto de Com elementos de circo, música e artes cênicas, entre outras linguagens artísticas, o grupo O Teatro Mágico, conhecido como OTM, tem se apresentado em vários espaços culturais desde Sua origem é paulista, da cidade de Osasco. A proposta do grupo de artistas, criado pelo ator, músico e compositor paulista Fernando Anitelli (1974-), é apresentar poesia, música, dança e filosofia em espetáculos que utilizam linguagens diversificadas, efeitos visuais e tecnologias aliados à singeleza das performances circenses. Seus componentes misturam sons e gêneros musicais originários de diversos contextos culturais. O OTM acredita na acessibilidade de músicas e vídeos via internet, por meio da flexibilização do direito autoral. Na visualidade de seus shows, vemos músicos, atores e bailarinos vestidos de palhaço, com maquiagem e roupas que exploram a ideia de que cada um de nós tem um personagem escondido, um clown, um poeta a se revelar por meio da arte. Clown: termo usado para se referir à figura do palhaço, um arquétipo que faz as pessoas rir. Dica para navegar A linguagem do circo é antiga, mas continua fascinando diversos grupos de artistas contemporâneos. Hoje, é possível aprender a linguagem circense em vários projetos e escolas de artes cênicas. Procure saber se em sua cidade há esse tipo de ação educativa. O grupo O Teatro Mágico estuda a linguagem circense para utilizá-la em seus shows. Conheça mais sobre essa trupe por meio de seu site oficial, disponível em: <http:ler.vc/qmomz5> (acesso em: 2 abr. 2013). Capítulo 1 O que é arte? 11

14 Para o filósofo italiano Luigi Pareyson ( ), a arte é uma linguagem que se reinventa constantemente para construir, conhecer e expressar questões dos seres humanos (Pareyson apud Bosi, 1989). Entretanto, realizada de diversos modos e formas, a arte muitas vezes faz e provoca perguntas em vez de apresentar respostas prontas. O artista cria com base em suas ideias e intenções, mas quem aprecia a obra também cria por meio de suas interpretações. Não podemos estabelecer uma verdade absoluta sobre o que as obras de arte querem dizer porque sempre há a interpretação de quem as olha, prova, toca ou ouve, ou seja, o espectador, o apreciador de arte. Para compreender a arte, precisamos nos deixar levar pelo seu teor poético, pelo que ela nos provoca e entrar em um universo de sentimentos, pensamentos e sensações que ela nos propõe, desprovidos de respostas esquematizadas e verdades preestabelecidas. Conhecer arte é observar, sentir e nos permitir descobrir o inesperado. Giro de ideias: O QUE É ARTE? O que é arte? Se alguém lhe fizer essa pergunta, o que você vai responder? E seus colegas, que conceitos têm sobre esse tema? Para conhecer as opiniões da turma, organize um fórum. Pode ser na sala de aula ou em algum ambiente virtual. Escreva aqui a conclusão a que você chegou depois de ter participado do debate sobre O que é arte?. Professor, o debate pode acontecer tanto de forma virtual como presencial. Converse com os alunos sobre qual a melhor opção. De qualquer forma, é importante estabelecer a figura de um mediador. O mediador tem a função de organizar a discussão e coordenar o ritmo do debate. Traga para os alunos o poema de Ferreira Gullar que abre este capítulo. Faça uma leitura interpretativa com eles e converse sobre o que pode ser a arte: uma parte de nós, uma linguagem? Relacione o poema com as questões trazidas pelos alunos no debate. Se preferir, traga o poema musicado: esse poema teve várias adaptações para a linguagem da música. Você pode sugerir aos alunos que as procurem na internet. 12

15 Projeto experimental de Arte linguagens artísticas Você pode ter suas próprias escolhas ao selecionar o que considera arte. Cole ou desenhe uma imagem que represente sua concepção do que seja arte. Se preferir, escreva um trecho de um poema ou de uma música que você gosta e também considera um exemplo de arte. Capítulo 1 O que é arte? 13

16 Conexões: Arte e Tecnologias mergulhos virtuais Reprodução da página do projeto Google Art que mostra o acervo da Coleção Frick, Nova York, EUA. Na chamada era da informação, iniciada no século XX, e que vivenciamos potencialmente hoje, os modos de conhecer as coisas do mundo se ampliam e mudam rapidamente, oferecendo também múltiplas oportunidades de acesso para conhecer a arte. Atualmente, temos disponíveis ferramentas que podem nos ajudar a visitar e conhecer acervos de museus de vários países. Os museus virtuais são espaços interativos em que podemos conhecer patrimônios históricos, artísticos e culturais. Em vários deles é possível, inclusive, percorrer esses espaços virtualmente, simulando uma visita real. Há ambientes virtuais que utilizam efeitos de imagem em profundidade que proporcionam a ilusão de se estar dentro da sala de exposição. Trata-se de uma experiência que pode ampliar muito seu repertório cultural. Pesquise espaços virtuais de arte na internet. Você encontrará sites oficiais de artistas plásticos e de grupos de teatro, dança e música, de galerias de arte e outros espaços culturais. O Google Art Project, por exemplo, mostra acervos de vários museus de todo o mundo, nos quais podemos fazer um passeio virtual e conhecer o que está sendo apresentado como exemplos de arte. Obras do passado e do presente estão disponíveis em: <http://ler.vc/5ad2ro> (acesso em: 3 abr. 2013). Depois de um giro pela internet para conhecer o que outras pessoas no mundo estão considerando como arte, combine com os colegas a montagem de uma exposição virtual com as obras de arte favoritas da turma. Não se esqueça de verificar o uso de direitos de imagens, músicas, textos etc. 14 Nesta atividade, oriente os alunos para que utilizem ambientes ou programas com os quais estejam familiarizados, ou aproveite a oportunidade para criar um projeto interdisciplinar entre Arte e Tecnologia (informática). Se possível, convide professores de outras disciplinas para interagirem como parceiros no projeto.

17 Tema2 O que é arte? Paulo Bruscky Ampliação fotográfica em preto e branco sobre papel fotográfico fosco. Galeria Nara Roesler O que é arte? Para que serve?, de Paulo Bruscky, Documentação de ação da impressão em papel fotográfico fosco, 40 cm 29 cm. Na imagem, uma das quatro fotografias expostas na 29 ạ Bienal de Arte de São Paulo, em Afinal, o que é arte? O questionamento que move nosso estudo neste capítulo é feito até mesmo por artistas. Na 29 ạ Bienal de Arte de São Paulo, em 2010, o pernambucano Paulo Bruscky (1949-) fez essa pergunta ao público. Na obra O que é arte? Para que serve?, de 1978, o artista multimídia e poeta questiona a todos sobre a função da arte. Para muitos pode parecer estranho um artista fazer esse tipo de indagação, pois é comum as pessoas acreditarem que os artistas sempre sabem o que é arte e qual sua função na sociedade. Contudo, além de os artistas em geral se questionarem constantemente sobre os significados e as dimensões da arte, ela tem mudado tanto nos últimos tempos que mesmo um artista pode fazer essa pergunta sem causar espanto. Fazer perguntas a si mesmo e aos outros é natural nos seres humanos, que buscam tentar compreender todas as coisas, o que inclui a arte. O papel da arte não é o mesmo em cada época, lugar ou cultura. A maneira como nos relacionamos com a arte também está sempre em mudança. Encontrar respostas para esse tipo de questionamento pode parecer difícil, mas é possível perceber algumas pistas observando a própria arte. Ao longo dos tempos, criamos diferentes modos de fazer arte, por razões diversas. Na contemporaneidade, as maneiras de criar arte são ainda mais variadas. Responder às questões feitas pelo artista Paulo Bruscky requer investigar como os seres humanos produzem arte e cultura. Assim como as pessoas, a cultura está em constante movimento, em fluxos de pensamentos, valores e gostos. Capítulo 1 O que é arte? 15

18 Detalhes da arte de Paulo Bruscky Paulo Bruscky Ampliação fotográfica em preto e branco sobre papel fotográfico fosco. Galeria Nara Roesler Nesta imagem, outra das quatro fotografias expostas na 29 ạ Bienal de Arte de São Paulo, em Documentação de ação da impressão em papel fotográfico fosco, 29 cm 3 40 cm. 16 Paulo Bruscky criou a obra O que é arte? Para que serve? em 1978 para provocar uma reflexão sobre o tema. Ele escreveu essas duas perguntas em um cartaz de papelão e vestiu o material como um homem-sanduíche. O termo homem-sanduíche é usado para identificar pessoas que trabalham nas ruas das cidades carregando cartazes pendurados no corpo. O artista ficou exposto em uma vitrine de livraria e andou pela rua entre as pessoas, fazendo o que chamamos de uma performance. Performance: linguagem artística realizada em um espaço com uma ação efetuada por um artista ou um grupo e que pode utilizar diversas formas de expressão. No caso de Paulo Bruscky, sua arte aconteceu em pleno espaço da cidade do Recife, cercado de transeuntes curiosos com as atitudes daquele homem-sanduíche. A linguagem da performance requer fundamentalmente a realização de algo em que os artistas que estão se expressando possam utilizar diversos recursos e materiais. Como toda ação (acontecimento) é efêmera, a única maneira de mostrar a obra em outros momentos e lugares, além de reapresentá-la outra vez, é fazer um registro do evento, que pode ser por meio de fotografias ou de gravação de imagem e áudio (uma filmagem). A performance de Paulo Bruscky foi registrada em quatro fotografias expostas em vários lugares, um deles na 29 ạ Bienal de Arte de São Paulo, em Entretanto, a obra é de 1978, época em que o Brasil vivia um regime político autoritário, no qual os meios de comunicação e as expressões artísticas eram monitorados pelo governo de regime militar. A intenção do artista era provocar a reflexão sobre os critérios escolhidos por galerias e museus ao determinar o que era arte e o que não era.

19 Tema3 Procurando pela arte Jaume Plensa Praia de Botafogo, Rio de Janeiro. Foto: Alex Ribeiro/Corbis/Latinstock Olhar nos meus sonhos (Awilda), escultura do artista espanhol Jaume Plensa, Essa escultura gigante, com 12 metros de altura, retrata o rosto de uma mulher, feito de resina de poliéster, e está instalada na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ). [...] Com a roupa encharcada, a alma repleta de chão Todo artista tem de ir aonde o povo está Se foi assim, assim será [...] BRANT, Fernando; NASCIMENTO, Milton. Nos bailes da vida. In: NASCIMENTO, Milton. Uma travessia musical. Rio de Janeiro: Reader s Digest, CD. Faixa 10. Museus, galerias, teatros, casas de espetáculos para dança e música, centros culturais, pontos de cultura etc. são os locais determinados para encontrarmos arte. Entretanto, será apenas nesses espaços o lugar da arte? Tais lugares são extraordinários para termos contato com a arte, e é muito importante frequentá-los, mas a arte pode estar mais perto do que imaginamos. Andando pelas ruas, podemos encontrar obras arquitetônicas históricas ou contemporâneas, esculturas, mosaicos, pinturas em grafites, e, tendo sorte, talvez alguns artistas fazendo performances ou uma intervenção urbana. Intervenção urbana: linguagem artística das cidades. Ela tem a intenção de ir aonde o povo está. Dessa forma, a expressão é feita pelos artistas nas mais variadas linguagens, entre elas as performances, os happenings, as intervenções, o teatro de rua, dentre outras manifestações. Esse tipo de arte procura interagir com o público e surpreendê-lo, geralmente criando formas de provocação para que as pessoas reflitam sobre a arte e a sociedade. Capítulo 1 O que é arte? 17

20 Hoje, as cidades oferecem espaços para espetáculos de rua nas linguagens da dança, do teatro, da música e das artes visuais, abertos a toda a população. Podemos ter acesso a acervos virtuais de museus e galerias do mundo todo navegando pela internet, no computador mais próximo, em celulares e tablets. Há muitos espaços da arte dentro e fora de instituições culturais. Muitos artistas têm o desejo, como disseram o cantor, músico e compositor Milton Nascimento (1942-) e o jornalista e compositor Fernando Brant (1946-), de ir aonde o povo está. Na arte contemporânea, muitas linguagens inovam na forma de criar arte, como também na maneira de encontrar o público, como é o caso das intervenções urbanas. Na intervenção urbana Transit (Trânsito), de 2001, a artista gaúcha Regina Silveira (1939-) fez surgir moscas luminosas sobre prédios, muros e transeuntes da cidade de São Paulo em meio às luzes dos edifícios e luminosos que contagiam a metrópole à noite. A artista relata, ao falar dessa obra, que sentiu como se pudesse desenhar sobre a epiderme da cidade. Regina Silveira Gobo, projetor e carro em movimento. Foto: Renato Pera Dica para assistir Assim como no caso das performances, as intervenções urbanas também podem ser filmadas para depois serem apresentadas em várias situações. É o caso do vídeo produzido para registrar a obra Transit, que está disponível no site oficial da artista, disponível em: <http://ler.vc/nk8ez6> (acesso em: 3 abr. 2013). Cena da peça de teatro Auto do Boi da Manta. Foto: Leo Drummond Transit, intervenção urbana de Regina Silveira, , em São Paulo, SP. Gobo, projetor e carro em movimento. Dica para frequentar Verifique se perto de sua residência há algum local em que podemos encontrar arte, como um ponto de cultura, por exemplo. Os pontos de cultura são locais mantidos por grupos que recebem incentivos financeiros do governo para manter atividades artísticas e culturais. Nesses lugares é possível fazer cursos, assistir a espetáculos ou ver exposições de arte, entre outros eventos artísticos. Foto de cena da peça Auto do Boi da Manta na inauguração do Ponto de Cultura Yporanga,

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