Juventudes Contemporâneas. Um mosaico de possibilidades

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Juventudes Contemporâneas. Um mosaico de possibilidades"

Transcrição

1

2 Juventudes Contemporâneas Um mosaico de possibilidades

3 Juarez Dayrell, Maria Ignez Costa Moreira e Márcia Stengel (Organizadores) Todos os diretos reservados. Este livro ou parte dele não pode ser reproduzido por qualquer meio sem autorização escrita da editora. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Grão-Chanceler Dom Walmor Oliveira de Azevedo Reitor Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães Vice-reitora Patrícia Bernardes Pró-reitoria de Pesquisa e de Pós-graduação Sérgio de Morais Hanriot Editora PUC Minas Coordenação editorial Cláudia Teles de Menezes Teixeira Assistente editorial Maria Cristina Araújo Rabelo Revisão Michel Gannan Divulgação Danielle de Freitas Mourão Comercial Maria Aparecida dos Santos Mitraud Projeto gráfico e formatação Comissão editorial João Francisco de Abreu (PUC Minas); Maria Zilda Cury (UFMG); Mário Neto (Fapemig); Milton do Nascimento (PUC Minas); Oswaldo Bueno Amorim Filho (PUC Minas); Regina Helena de Freitas Campos (UFMG) Elaborada pela Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais S612j Simpósio Internacional sobre Juventude Brasileira (4. : : Belo Horizonte, MG) Juventudes contemporâneas: um mosaico de possibilidades / Organizadores: Juarez Dayrell, Maria Ignez Costa Moreira, Márcia Stengel. Belo Horizonte: Ed. PUC Minas, p.: il. ISBN: Juventude Aspectos sociais. 2. Juventude - Brasil. 3. Juventude Comportamento sexual. 4. Juventude e violência. I. Dayrell, Juarez. II. Moreira, Maria Ignez Costa. III. Stengel, Márcia. IV. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. CDU: Editora PUC Minas Rua Dom Lúcio Antunes, Coração Eucarístico Belo Horizonte MG Brasil Tel.: 55 (31) Fax: 55 (31)

4 Juventudes Contemporâneas Um mosaico de possibilidades Juarez Dayrell Maria Ignez Costa Moreira Márcia Stengel Organizadores Belo Horizonte, 2011

5

6 Sumário Prefácio... 8 Carta de Belo Horizonte Introdução A socialização da juventude e os espaços institucionais Adolescentes, jóvenes y socialización: entre resistencias, tensiones y emergencias Marcelo Urresti Sociabilidade juvenil, mídias e outras formas de controle social Maria da Graça Jacintho Setton Juventude e escola Mônica Dias Peregrino Ferreira Entre sonhos e projetos de jovens, a escola Geraldo Leão Juventude, trabalho e educação: crônica de uma relação infeliz em quatro atos Naira Lisboa Franzoi Participación en proyectos y desarrollo integral de adolescentes y jóvenes Olga Nirenberg

7 Juventude, sexualidade, gênero e violência Visibilidade e invisibilidade do trabalho de garotos de programa Rubens de Camargo Ferreira Adorno Geraldo Pereira da Silva Junior O lugar dos homens e das masculinidades no debate sobre juventude Jorge Lyra Enigmas do medo juventude, afetos e violência Glória Diógenes Casamento forçado e violência. O contexto francês Edwige Rude-Antoine Adolescentes, jovens, direito e família: questionando saberes sobre proteção a direitos sexuais e reprodutivos Mary Garcia Castro Ingrid Radel Ribeiro Discussões de gênero e sexualidade no meio escolar e o lugar da jovem mulher no ensino médio Wivian Weller Iraci Pereira da Silva Nivaldo Moreira Carvalho

8 Participação juvenil e a dimensão dos direitos Os jovens podem falar? Sobre as possibilidades políticas de ser jovem hoje Lucia Rabello de Castro Notas sobre o passe livre e o poder e fazer de uma juventude Leo Vinicius Maia Liberato Hierarquias, sujeitos políticos e juventudes: os chamados movimentos juvenis circunscrevem um sujeito político na contemporaneidade? Marco Aurélio Maximo Prado Juliana Perucchi Juventude e saúde: concepções e políticas públicas Cássia Baldini Soares Sobre a participação da família no processo socioeducativo Hebe Signorini Gonçalves Vinte anos do Estatuto da Criança e do Adolescente e as políticas para infância e juventude Benedito Rodrigues dos Santos Juventude, pesquisa e extensão: interfaces, diálogos e possibilidades Sônia M. Gomes Sousa Sobre os autores

9 8 Prefácio O IV Jubra - Simpósio Internacional sobre Juventude Brasileira: juventudes contemporâneas, um mosaico de possibilidades, foi realizado nos dias 16 a 18 de junho de 2010 na PUC Minas com o objetivo de evidenciar a pluralidade da juventude e os diversificados olhares do campo das ciências e da sociedade sobre esse segmento, que apresenta múltiplas possibilidades como sujeitos que contribuem para a transformação social. A sua programação incluiu três dias de debates, com mesas-redondas, painéis e grupos de trabalho em torno de dez eixos temáticos, agregando pesquisadores brasileiros e estrangeiros, estudantes das mais diversas áreas, como psicologia, educação, ciências sociais, ciências da saúde e saberes afins; bem como profissionais dos campos da saúde, assistência social e educação; profissionais de ONGs, de fundações, de governo nos níveis municipal, estadual e federal e de associações da sociedade civil; lideranças jovens que estão à frente de grupos e redes, dentre outros. Nesse sentido, o IV Jubra significou um importante fórum para a discussão e a circulação de trabalhos de pesquisa e intervenção no campo das juventudes, além de contribuir para a consolidação do campo de estudos das juventudes no âmbito da pós-graduação brasileira. Podemos destacar a exposição e a circulação das produções oriundas da pós-graduação através da apresentação das pesquisas resultantes dos programas de pós-graduação, bem como da publicação desses trabalhos na forma dos resumos e textos completos e agora na forma desta coletânea, que divulga boa parte dos artigos apresentados nas mesas-redondas. Ao mesmo tempo, o Jubra acolheu os trabalhos de iniciação científica e, na sua estrutura de GT (Grupos de Trabalho), permitiu o contato de bolsistas de iniciação científica com os alunos da pós-graduação, o que contribui para a promoção da desejável articulação entre a pós-graduação e a graduação.

10 9 É importante destacar a participação de aproximadamente 150 jovens inseridos em Projeto de Extensão Universitária da PUC Minas Jubra Jovem. Esses jovens, organizados em pequenos grupos, iniciaram em março de 2010 um trabalho sobre a situação atual dos jovens, promovendo o diálogo e a reflexão crítica sobre a diversidade de práticas socio-históricas empreendidas por adolescentes e jovens no mundo contemporâneo. Estimulando o debate em torno das temáticas propostas pelo simpósio, apresentaram no IV Jubra o resultado de suas reflexões. Outro aspecto significativo foi o lançamento da Carta de Belo Horizonte (anexa), um manifesto dos pesquisadores reunidos solicitando o lançamento pelas agências de fomento à pesquisa de editais para pesquisa interdisciplinar especificamente voltados para o tema da juventude. Esperamos que esta coletânea possa contribuir para a disseminação das reflexões em torno da juventude, fortalecendo o movimento existente em prol dos direitos desse segmento da população, bem como para a ampliação e consolidação das políticas públicas voltadas para os jovens brasileiros. Os organizadores

11 10 Carta de Belo Horizonte O Jubra Simpósio Internacional sobre Juventude Brasileira é um evento acadêmico, interinstitucional e interdisciplinar que congrega pesquisadores brasileiros e estrangeiros para a discussão de pesquisas, programas e projetos sociais referentes à juventude. O objetivo primordial do evento é potencializar o fluxo de intercâmbios e ampliar a rede de cooperação entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros que estudam a temática a partir de diferentes referenciais e campos de saber. Além disso, pretende também produzir em curto, médio e longo prazos impactos na produção de conhecimento e ampliar a troca de experiências acerca das ações públicas e da sociedade civil no sentido de garantia dos direitos dos adolescentes e jovens. O Jubra foi realizado pela primeira vez em outubro de 2004, na Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ. A iniciativa de realização partiu do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Intercâmbio para a Infância e Adolescência Contemporâneas (Nipiac). Contou com o apoio institucional do Comitê de Pesquisa Sociológica da Juventude da ISA (International Sociological Association), do Observatoire Jeunes et Société Universidade de Quebec e do Comitê da Infância e Juventude da IUAES (International Union of Antropological and Ethnological Sciences). O Jubra, em sua IV edição, tem como tema central Juventudes contemporâneas: um mosaico de possibilidades, contando com um público composto por pesquisadores e estudantes de psicologia, educação, ciências sociais, ciências da saúde e saberes afins; bem como profissionais dos campos da saúde, assistência social e educação; profissionais de ONGs, de fundações, de governo nos níveis municipal, estadual e federal e de associações da socie-

12 11 dade civil, lideranças jovens que estão à frente de grupos e redes, entre outros, tendo em média 800 participantes e mais de 500 trabalhos inscritos. O Jubra tem contado com o apoio das instituições oficiais de fomento CNPq, Capes e das fundações estaduais de amparo à pesquisa. É um evento que vem se consolidando como um importante espaço para os pesquisadores da juventude. Considerando a importância da temática da juventude no contexto da realidade brasileira e a relevância da produção de conhecimento científico como subsídio para a elaboração de políticas públicas que respondam às demandas e necessidades das juventudes, os pesquisadores da área, reunidos neste IV Jubra, solicitam ao CNPq que lance um edital de pesquisa específico sobre a temática da juventude, de caráter interdisciplinar, para potencializar a produção científica na área. Belo Horizonte, 18 de junho de 2010.

13 12 Introdução Esta obra busca compreender a complexidade das juventudes brasileiras na contemporaneidade, para além dos marcadores etários. As juventudes são tomadas como uma categoria social transversalizada pelas categorias de gênero, de classe social, de etnia e de geração, dentre outras variáveis. Outro ponto que possibilita o diálogo entre os diversos autores é a consideração de que os processos de subjetivação dos jovens se desenvolvem em contextos socio-históricos nos quais são sujeitos ativos capazes de transformar esses contextos e, ao mesmo tempo, transformarem-se a si mesmos. Os diversos autores afirmam em suas reflexões os jovens como sujeitos em construção, mas sujeitos também do tempo presente e não somente como um vir-a-ser adulto. Os jovens vistos como portadores de direitos e seres políticos capazes de intervir no espaço coletivo revelam no cotidiano as contradições, os impasses e os antagonismos nas relações com os próprios pares e com os demais segmentos sociais, tornando visível, como um iceberg, a complexidade da sociedade contemporânea. Os artigos foram organizados em três blocos temáticos. No primeiro, encontramos os trabalhos cujo eixo de reflexão refere-se à produção social dos jovens, discutindo os processos de socialização em diferentes espaços institucionais, como a escola, o trabalho e a mídia, com suas contradições, possibilidades e limites. O segundo eixo trata da sexualidade, corpo e gênero e finalmente, no terceiro bloco, os autores se dedicam a compreender a participação política dos jovens, a relação das políticas públicas de saúde e de proteção destinadas aos jovens, o contexto de afirmação dos jovens pertencentes a um segmento social portador de direitos específicos. É o que vamos comentar a seguir.

14 13 A socialização dos jovens e os espaços institucionais Neste bloco foram agrupados os trabalhos que refletem sobre a produção social dos jovens, discutindo os processos de socialização em diferentes espaços institucionais, como a escola, o trabalho e a mídia, ou mesmo a participação em projetos sociais, com suas contradições, possibilidades e limites. A socialização da juventude O texto de Marcelo Urresti, Adolescentes, jóvenes y socialización: entre resistencias, tensiones y emergencias, reflete sobre as mutações existentes nos processos de socialização da juventude contemporânea, apontando os desafios e impasses existentes. Para o autor, vem ocorrendo um debilitamento das instituições socializadoras, o que aponta para um crescente processo de autossocialização das novas gerações, cada vez mais autônomas se as compararmos com as gerações anteriores. Mas, adverte ele, todo esse processo é contraditório, promovendo também a reprodução da desigualdade social em novos termos. Ao desenvolver o seu argumento, Urresti discute as fases da adolescência e da juventude como momentos específicos de transição para a vida adulta, marcados pela diversidade do contexto socioeconômico e cultural. Ao discutir as mutações existentes nos modos de ser jovem, faz uma recuperação histórica, situando a década de 1960 como um marco na construção contemporânea da juventude na sociedade ocidental. Para Urresti, as expressões das culturas juvenis, às quais dá especial atenção, tendem atualmente a uma proliferação de formas e de estilos que fragmenta o espaço cultural, no qual o alternativo, o minoritário e o disperso ganham cada vez mais relevo. É esse contexto, acrescido das transformações socioeconômicas, que explica o debilitamento da capacidade de socialização das instituições, dentre elas a família e a escola. Diante delas, ganham força os grupos de pares, a

15 14 indústria cultural, os meios audiovisuais e as tecnologias digitais, dentre outros, que facilitam o acesso a vozes múltiplas e a construção de mundos próprios e identidades compartilhadas. Nesse contexto, os jovens tendem a se tornarem independentes da opinião e do parecer dos adultos com os quais interagem, com uma equiparação nas condições de informação e formação e com a consequente redução das assimetrias com as gerações adultas. Todo esse processo interfere nas instituições como a escola, pela falta de interesse crescente dos jovens, ou o trabalho, no qual a ética da produção vem sendo substituída pela ética do consumo. Finalmente, Urresti nos adverte de que estamos diante de novas expressões da desigualdade social. Segundo o autor, em sociedades nas quais os recursos materiais, afetivos, didáticos etc. são escassos ou estão desigualmente distribuídos, as possibilidades das distintas juventudes inserirem-se socialmente tenderão a ser tão díspares quanto os suportes com os quais possam contar, sendo necessário redefinir os sentidos das instituições educativas. Com posições semelhantes a Urresti, Maria da Graça Setton reflete em seu artigo Sociabilidade juvenil, mídias e outras formas de controle social sobre a dinâmica do campo da socialização e, em decorrência, do campo das sociabilidades na contemporaneidade, discutindo a tensão entre os agentes sociais e buscando apreender a luta simbólica de valores existente entre eles. A autora parte de uma discussão sobre as transformações institucionais e culturais da realidade social contemporânea, evidenciando o ambiente social no qual o jovem encontra condições de forjar um sistema de referências que mescla as influências familiar, escolar e midiática, dentre outras. Um sistema de esquemas coerente, no entanto híbrido e fragmentado. Compreende assim a socialização do jovem e, como decorrência, sua sociabilidade entre os pares e com as mídias com base em uma perspectiva relacional de análise e, sobretudo, com o apoio do conceito de fenômeno social total, forjado por Marcel Mauss.

16 15 A autora sustenta a hipótese de que jovens, sociabilidade e consumo midiático podem encerrar tensas e intensas articulações entre subjetividades e coerção social. Para ela, no caso específico das investigações de ordem sociológica, a complexidade derivada da diversidade das dimensões estruturais e simbólicas do mundo social torna-se por vezes obscura, em função dos imponderáveis da ação e da criação dos sentidos dos sujeitos sociais. Isso posto, a sociabilidade jovem através do consumo midiático deveria ser pensada em sua ambiguidade constitutiva ora oferecendo margens para a construção de uma identidade jovem autônoma, ora fortalecendo o controle e a tirania do grupo de pares. As relações entre juventude e escola Dois artigos discutem as relações entre juventude e escola, com posições que se complementam. O primeiro deles, de Geraldo Leão, intitulado Entre sonhos e projetos de jovens, a escola... centra sua análise na realidade do ensino médio brasileiro, evidenciando os limites da escola pública na sua tarefa de garantir o acesso a uma educação de qualidade como um direito de todos os jovens. Ao desenvolver o seu argumento, Leão constata a expansão da escolarização, em especial do ensino médio, ocorrida no Brasil a partir dos anos 1990, o que gerou, dentre outras consequências, a entrada de um novo contingente de jovens alunos que antes não tinham acesso a esse nível de ensino. Passam a trazer para o interior da escola as tensões e contradições de uma sociedade marcada pela desigualdade. Nesse sentido, evidencia o autor, um dos desafios da escola pública é reconhecer o jovem existente no aluno, ou seja, as trajetórias juvenis, suas práticas sociais e culturais, sua relação com o mundo do trabalho, com os amigos e com o lazer, dentre outras dimensões, como condição para compreender os sentidos, motivações, atitudes e práticas que desenvolvem na sua inserção em processos educativos, que é muito diferente dos jovens alunos das gerações anteriores.

17 16 Ao mesmo tempo, denuncia as contradições existentes nesse processo de expansão do ensino médio, no qual persistem os altos índices de desigualdade social. Esta aparece na precariedade da estrutura física e do funcionamento das escolas, na precarização da condição docente, dentre outros fatores que apontam para a existência de uma pedagogia da precariedade. Conclui que a expansão da escolarização no Brasil representou muito mais um quadro de massificação da educação, de expansão do acesso, do que um processo real de democratização. Nesse contexto, passa a analisar a relação dos jovens com a escola, evidenciando que as motivações e sentidos em relação à escola parecem resultar da conjugação entre o quadro mais amplo das relações sociais em que eles se inserem e aspectos ligados à trajetória individual e familiar. Dependendo dos suportes a que têm acesso via apoio familiar, redes sociais e institucionais, os jovens podem tecer diferentes modos de ser estudante, expressando um continuum diferenciado de posturas na sua relação com a escola. Sobre os projetos de futuro, constata que os jovens manifestam uma gama diferenciada de desejos e sonhos, uma diversidade de projetos, sentidos e motivações que pode ser a expressão dos conflitos de uma sociedade que expandiu a escolaridade e o consumo, mas no contexto de baixas perspectivas de mobilidade social, na qual persiste a reprodução da desigualdade social. A escola pública, conclui o autor, parece estar diante de um dilema. Ela pode continuar prometendo ser um passaporte para um futuro distante, do qual os jovens desconfiam, tendo em vista que a sua experiência lhes ensina que o futuro é incerto nessa sociedade. Por outro lado, ela pode ser uma referência para os jovens, o lugar de acolher e discutir com eles seus medos, angústias, dilemas e alternativas. Para isso, um primeiro passo seria reconhecer os jovens alunos nas suas especificidades e identidades. Em outra perspectiva analítica, o artigo de Mônica Peregrino, Juventude e escola: elementos para a construção de duas abordagens, ao tratar também da relação dos jovens com a escola, chega a conclusões semelhantes às de Leão, principalmente no que diz respeito à produção das desigual-

18 dades escolares. A autora busca analisar as consequências da expansão da escolarização ocorrida no Brasil no ponto de vista dos jovens, perguntandose sobre os tipos possíveis de escola que surgiram com tal expansão e sobre as experiências de escolarização que tal instituição passou a proporcionar. Ao mesmo tempo, pergunta-se em que medida a escola amplia as possibilidades de experimentação da condição juvenil. A análise de Peregrino nos mostra que o processo de expansão escolar das últimas décadas é baseado na lógica do fazer mais com menos, a exemplo de Leão, fazendo com que a expansão das vagas pela aceleração dos processos de aprendizagem e do tempo de habitação da escola pelo jovem antes excluído desta não agregue valor aos processos de escolarização. Dessa forma cria-se, dentro das instituições, uma espécie de habitação escolar sem escolarização, constatando-se que a expansão da escolarização, nessa lógica, vem perpetuando a reprodução das desigualdades escolares. Segundo a autora, uma das formas mais importantes de manifestação de tais desigualdades refere-se à existência, dentro de um mesmo espaço institucional, de modos diversos de escolarização, seja o modo pleno ou o precário. Esses modos implicam trajetórias diferentes e desiguais no interior de uma mesma instituição e possibilidades desiguais de apropriação dos conhecimentos que a escola devia, por princípio, disseminar, de acordo com o modo de escolarização ao qual se é submetido. Nesse sentido, a escola estaria instalando uma nova forma de desigualdade, indicando possibilidades desiguais de enraizamento institucional, e, portanto, disponibilidade desigual e limitada de incorporação dos jovens por parte da instituição. A partir daí Peregrino se pergunta pelo lugar que essa escola ocupa na vida dos jovens. Para a autora, a escola ocupa um lugar importante principalmente na sua relação com outras instituições igualmente importantes nos processos de transição dos jovens para a vida adulta. Constata que a experiência de escolarização, combinada a outras variáveis, a outras modalidades institucionais, produz efeitos diversos, mesmo quando se tomam como referência posições sociais semelhantes. 17

19 18 Juventude, trabalho e participação Outra instância de socialização analisada nesse bloco é o trabalho, no artigo Juventude, trabalho e educação: crônica de uma relação infeliz em quatro atos de Naira Lisboa Franzoi. Nele, a autora busca analisar a relação entre juventude, trabalho e educação, discutindo a histórica negação das especificidades do trabalho e do aluno trabalhador pela escola pública, as complexas relações entre a qualificação profissional e a inserção no mundo do trabalho, as modalidades de oferta de ações de qualificação profissionais escolares e não escolares para jovens e as possíveis relações com a escola. Finalmente, analisa algumas experiências exitosas de educação profissional, apontando certos elementos para uma formação integral dos jovens na sua relação com o mundo do trabalho. Ao longo do texto, a autora reitera as análises de Leão e Peregrino ao evidenciar que a escola pública, composta em grande parte por alunos trabalhadores, não leva em conta no seu cotidiano a realidade do trabalho, muito menos as demandas e necessidades dos jovens alunos, reproduzindo no seu interior a histórica negação do trabalho na tradição cultural brasileira. Essa realidade reforça a ausência de sentido da escola para os jovens, que projetam um futuro melhor através das credenciais escolares, mas não conseguem conectá-lo ao presente. Para Franzoi, os jovens alunos trabalhadores são estrangeiros em uma escola que não fala sua língua. A falta de opções de uma educação profissional pública de qualidade tende a empurrar boa parte dos jovens para qualquer curso de qualificação profissional, grande parte deles de qualidade duvidosa. A autora constata que, embora busquem a profissão desejada no plano de suas iniciativas formativas, as condições objetivas não são favoráveis a ponto de permitirem alcançá-la no plano de sua inserção no mercado de trabalho. Significa dizer que a relação entre formação e emprego não é linear, e as credenciais e a formação atuam de modo diferente segundo redes de pertença social, cultural, familiares ou locais, dentre outras variáveis. Para Franzoi, a certificação

20 adquirida nesses espaços se assemelha a uma senha para uma fila de espera que pode não chegar ao seu fim ou que pode apontar em uma direção bastante diferente daquela para a qual o indivíduo se preparou. Finalmente Franzoi analisa algumas experiências educativas consideradas exitosas, evidenciando que a escola pública pode vir ao encontro das demandas e anseios dos jovens e que é necessária uma vontade política para que o novo possa nascer do velho. Ao descrever algumas dessas experiências, ela vai pontuando alguns aspectos considerados essenciais. Em termos mais gerais, lembra a autora, é fundamental um reforço na oferta de ensino técnico de nível médio e de ensino médio integrado e, nestes, criar uma rede de suporte aos jovens alunos, por meio de bolsas associadas a estágios efetivamente supervisionados e/ou outros tipos de auxílio, como alimentação, transporte, entre outros. Em termos da organização curricular, ela pontua a necessidade de formar os jovens não apenas para o consumo ou adaptação de tecnologias, mas também para a sua produção. Nesse sentido, torna-se necessário educar cidadãos capazes de intervir, em diferentes níveis, nos rumos dados à sua produção e utilização. Outro aspecto é a necessidade de superar a visão reduzida de ensino para articular, de forma orgânica, o ensino e a pesquisa produzida no próprio processo de formação. Acrescenta-se ainda a importância da formação cultural dos jovens, em uma articulação entre ciência, tecnologia e cultura, levando para a escola pontos de contato com a identidade juvenil. Conclui evidenciando a importância de a escola deslocar a ênfase das carências dos alunos, daquilo que lhes falta, para o que os alunos já trazem, para as suas experiências socioculturais, ou seja, reforça a posição de Leão ao lembrar a necessidade de a escola reconhecer o jovem existente no aluno. Finalmente, o último artigo desse bloco, Participación en proyectos y desarrollo integral de adolescentes y jóvenes, de Olga Niremberg, trata da participação dos jovens em projetos sociais, um âmbito muito presente na socialização dos jovens, principalmente dos mais pobres, trazendo uma rica reflexão sobre possíveis critérios para sua avaliação. 19

21 20 Ao desenvolver seus argumentos, a autora faz uma crítica às formas reduzidas de compreensão da juventude como etapa de preparação para a vida adulta ou a sua patologização, advogando a compreensão dessa fase da vida na sua diversidade, com ênfase nas suas potencialidades. A autora, ao analisar e avaliar projetos sociais na América Latina, ressalta algumas categorias que deveriam estar presentes nas ações socioeducativas. Uma delas é a resiliência, entendida como a capacidade humana para enfrentar, superar, aprender, fortalecer-se e transformar-se a partir das situações mais adversas. Associado a ela, propõe o enfoque de habilidades para a vida como uma estratégia sinérgica para enfrentar riscos e adversidades e contribuir para o desenvolvimento integral dos jovens. Depois de discutir a importância da noção de capital social e capital humano nos projetos sociais, a autora defende a necessidade de estratégias para favorecer o empoderamento dos jovens, como meio de alcançar níveis mais altos de autonomia e liberdade, possibilitando a construção da cidadania pelos próprios jovens. Para Niremberg, os projetos e programas sociais, ao assumir tais categorias, poderiam constituir espaços de oportunidade para a inserção social dos jovens, contribuindo para a tomada de consciência, realização e disseminação de seus direitos, significando o início de um processo participativo mais geral e criador de sentido, além de um espaço de exercício de valores e práticas democráticas. A partir daí a autora discute a importância da participação efetiva dos jovens no cotidiano das ações educativas, descentralizando os núcleos de poder no interior das instituições e incorporando o olhar e a voz dos jovens, gerando novas formas de vínculo e envolvimento deles no cotidiano. Finalmente Niremberg levanta vários atributos desejáveis para os programas e projetos voltados para os jovens, que podem servir como um guia na avaliação de projetos sociais e para o debate em torno das políticas públicas de juventude. Sexualidade, gênero e violência Os textos agrupados nesse bloco tratam da sexualidade, em especial da masculina, da questão do gênero na sociedade brasileira e finalmente de algumas manifestações da violência.

22 21 Como vimos em artigos anteriores desta coletânea, uma ideia frequente sobre juventude é que o sujeito, nessa fase da vida, é um vir-a-ser, pois ainda não é maduro o suficiente para decidir os seus destinos, nem é responsável para sustentar suas decisões. Dessa forma, ele precisa ser tutelado, seja pela família, pela escola e/ou pelo Estado. Nessa visão, a juventude é considerada uma fase de transição, um momento de preparação para a vida adulta, o que determina representações, práticas sociais e até políticas públicas direcionadas a esse público. Mas ao percebermos que os jovens já são sujeitos, quais os impactos e impasses dessa representação em seus cotidianos? Como pensar o exercício da sexualidade e o uso do corpo que os jovens estabelecem? A masculinidade entre jovens Em dois artigos a tônica refere-se à masculinidade entre jovens, abordados de forma diferenciada. O trabalho de Rubens de Camargo Ferreira Adorno e Geraldo Pereira da Silva Júnior, Visibilidade e invisibilidade do trabalho de garotos de programa, traz a pesquisa realizada com jovens garotos de programa moradores de bairros periféricos de São Paulo. Ele mostra que, no espaço das cidades, muitas vezes, os jovens costumam ter visibilidade, apresentando-se como sujeitos ativos, ora em posições valorizadas socialmente, ora em posições discriminadas. Todavia, também há jovens que podem passar despercebidos, invisíveis, como são os garotos de programa. Apesar de atualmente haver um reconhecimento institucional relativo aos profissionais do sexo categoria em que os garotos de programa podem ser inseridos não há um reconhecimento moral, o que, somado a outros aspectos, contribui para a invisibilidade desses jovens. A invisibilidade também ganha contornos nas relações pessoais dos garotos de programa, na medida em que a família e os amigos desconhecem sua atividade, marcando, mais uma vez, o não reconhecimento moral da atividade. Finalmente, outro aspecto que parece contribuir para

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA

DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA DIREITOS HUMANOS, JUVENTUDE E SEGURANÇA HUMANA FARIAS, Maria Lígia Malta ¹ SOUSA, Valéria Nicolau de ² TANNUSS, Rebecka Wanderley ³ Núcleo De Cidadania e Direitos Humanos/ PROEXT RESUMO O Projeto de Extensão

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO

Carvalho Goretti Moreira Leal de, Themis; Ribas Almeida, Milene. Brasil RESUMO ID:862 PROJETO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA AMPLIANDO AS AÇÕES DE PREVENÇÃO EM DST/AIDS E HEPATITES VIRAIS JUNTO À POPULAÇÃO ESCOLAR: UM ESPAÇO PARA FORMAÇÃO PROFISSIONAL E PROMOÇÃO DA SAÚDE Carvalho Goretti

Leia mais

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM

PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM PGM 3: MOBILIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA ESCOLA JOVEM Falar em mobilização e participação de jovens na escola de ensino médio implica em discutir algumas questões iniciais, como o papel e a função da escola

Leia mais

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia

Atuação do psicólogo na Assistência Social. Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Atuação do psicólogo na Assistência Social Iolete Ribeiro da Silva Conselho Federal de Psicologia Concepção de Assistência Social Assistência social direito social e dever estatal Marco legal: Constituição

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL Proposta I Fomentar a criação de grêmios estudantis, fóruns de juventude, diretórios centrais de estudantes,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

HISTÓRIAS DA EDUCAÇÃO DA TEMÁTICA SIDA/AIDS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PARNAÍBA/PI

HISTÓRIAS DA EDUCAÇÃO DA TEMÁTICA SIDA/AIDS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PARNAÍBA/PI 1 HISTÓRIAS DA EDUCAÇÃO DA TEMÁTICA SIDA/AIDS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PARNAÍBA/PI Roberto Kennedy Gomes Franco, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB, e-mail: robertokennedy@unilab.edu.br

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DA PÓS-GRADUAÇÃO DA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DOS PRINCÍPIOS Art. 1. A Política de Assistência Estudantil da Pós-Graduação da UFGD é um arcabouço de princípios e diretrizes

Leia mais

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento

Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento S. M. R. Alberto 38 Relatos de Experiência Paraisópolis: relato do processo de transformação da Biblioteca Comunitária em rede do conhecimento Solange Maria Rodrigues Alberto Pedagoga Responsável pelo

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

Encontro dos Comitês Estaduais Nordestinos da. 28 e 29 de novembro de 2010. Denise Carreira Ação Educativa

Encontro dos Comitês Estaduais Nordestinos da. 28 e 29 de novembro de 2010. Denise Carreira Ação Educativa Diversidades id d e desigualdades d nas políticas educacionais Encontro dos Comitês Estaduais Nordestinos da Campanha Nacional pelo Direito à Educação 28 e 29 de novembro de 2010 Fortalezaa Denise Carreira

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE QUALIFICAÇÃO DA ÁREA DE ENSINO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: FORMAÇÃO PEDAGÓGICA PARA PROFISSIONAIS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Há amplo consenso nas categorias profissionais da saúde, em especial na categoria

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

A Educação para e na Diversidade. 28 de abril 2009 São Paulo

A Educação para e na Diversidade. 28 de abril 2009 São Paulo A Educação para e na Diversidade 28 de abril 2009 São Paulo NOSSA MISSÃO Construir, articular, promover e implementar práticas e políticas inclusivas, com os diversos setores da sociedade, para garantir

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000

ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000 ADMINISTRAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR: PERIÓDICOS NACIONAIS 1982-2000 Marta Luz Sisson de Castro PUCRS O Banco de Dados Produção do conhecimento na área de Administração da Educação: Periódicos Nacionais 1982-2000

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ VIII Jornada de Estágio de Serviço Social: instrumentais técnico-operativos no Serviço Social. CRAS CONSULESA HELENA VAN DEN BERG - CASTRO/ PARANÁ DUCHEIKO, Angelina do Rocio 1 RODRIGUES, Camila Moreira

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes

Ana Lúcia Maciel Francisco Kern Maria da Graça Türck Regina Martins Rosa Maria Castilhos Fernandes 1 A Graturck é uma empresa especializada nas áreas de consultoria, assessoria e cursos em Serviço Social. Contando com uma equipe técnica qualificada, está lançando uma oportunidade para aqueles alunos

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO

ESTÁGIO DOCENTE DICIONÁRIO ESTÁGIO DOCENTE Ato educativo supervisionado realizado no contexto do trabalho docente que objetiva a formação de educandos que estejam regularmente frequentando cursos e/ou programas de formação de professores

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR

ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR ACESSO, PERMANÊNCIA E SUCESSO ESCOLAR É É importante que as pessoas se sintam parte de um processo de melhoria para todos Luiz Fábio Mesquita PROEN 2011 Luiz Alberto Rezende / Tânia Mára Souza / Patrícia

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay

Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Seminario internacional: 2025: juventudes con una mirada estratégica Claves para un sistema de formación en perspectiva comparada - Uruguay Experiência Brasil Eliane Ribeiro UNIRIO/UERJ/ Secretaria Nacional

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO.

SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. SERVIÇO SOCIAL NA EDUCAÇÃO: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA PARA SE COMPREENDER A COMPLEXIDADE DO ENSINO/APRENDIZADO BRASILEIRO. Resumo Paula Lopes Gomes - Universidade Estadual da Paraíba. E-mail: paulagomes20@msn.com

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

1 A sociedade dos indivíduos

1 A sociedade dos indivíduos Unidade 1 A sociedade dos indivíduos Nós, seres humanos, nascemos e vivemos em sociedade porque necessitamos uns dos outros. Thinkstock/Getty Images Akg-images/Latin Stock Akg-images/Latin Stock Album/akg

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N

Florianópolis SC - maio 2012. Categoria: C. Setor Educacional: 3. Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD Macro: A / Meso: L / Micro: N LABORATÓRIO DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ESPAÇO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E AMPLIAÇÃO DE CONHECIMENTOS REFERENTES À INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Florianópolis SC - maio 2012 Categoria: C Setor

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE SP Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 385 VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: ESTUDO EXPLORATÓRIO E REFLEXIVO NO CREAS DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE

Leia mais

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE. Laboratório de Extensão - LABEX EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: O PILAR QUE SUSTENTA A FUNÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE Laboratório de Extensão - LABEX Augusto Gomes Amado Júlia Mafra Letícia Nery de Figueiredo Juliana Westmann Del Poente Thaisa

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro

Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma Colheita para o Futuro A Campanha Nacional pela Proteção Infanto-Juvenil no campo: uma colheita para o futuro, é uma ação estratégica do Movimento Sindical de Trabalhadores

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música

FUNK CONSCIENTIZA. VAI 1 - música PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2010 FUNK CONSCIENTIZA VAI 1 - música Proponente Nome RG: CPF: Endereço Fone: E-mail: DADOS

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS Programa de Práticas Sócio-Jurídicas PRASJUR Curso de Serviço Social PAPER DA CARTILHA DO FÓRUM INTERSETORIAL DE CONSELHOS DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO MUNICÍPIO

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA

O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA O ENVELHECIMENTO SOB A ÓTICA MASCULINA Por: DANIELA NASCIMENTO AUGUSTO (Técnica em Gerontologia e Terapeuta Ocupacional) DIEGO MIGUEL (Artista Plástico, Técnico em Gerontologia e Coordenador do NCI Jova

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência

PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBID é um programa de incentivo e valorização do magistério e de aprimoramento do processo de formação de docentes para a educação básica, vinculado

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS MARTA LÚCIA DA SILVA ROSANA CAPPUTI BORGES Educação Infantil: desigualdades de idade e raça, um grande desafio a ser conquistado. São Paulo 2012 EDUCAÇÃO

Leia mais

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA

SEDE NACIONAL DA CAMPANHA Campanha Ponto Final na Violência contra as Mulheres e Meninas SEDE NACIONAL DA CAMPANHA REDE NACIONAL FEMINSTA DE SAÚDE, DIREITOS SEXUAIS E DIREITOS REPRODUTIVOS Avenida Salgado Filho, 28, cj 601. Porto

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP

Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Dra. Margareth Diniz Coordenadora PPGE/UFOP Pela sua importância destacam-se aqui alguns dos seus princípios: Todos/as os/ssujeitos, de ambos os sexos, têm direito fundamental à educação, bem como a oportunidade

Leia mais

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal.

Palavras-chave: Escola, Educação Física, Legitimidade e cultura corporal. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA MUNICIPAL RECANTO DO BOSQUE: LIMITES E POSSIBILIDADES PARA UMA INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA A PARTIR DO SUBPROJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESEFFEGO/UEG.

Leia mais